segunda-feira, 12 de março de 2012
Simpósio Rio-Londres - Universidade Gama Filho
8h às 9h Credenciamento
9h às 9h30
Autoridades do Governo e dirigentes das organizações parceiras
Presidência da mesa: Reitor Marcio André Mendes Costa (UGF)
9h20
Sr. Boris Johnson - Prefeito de Londres
Sr. Eduardo Paes – Prefeito do Rio de Janeiro
9h30 às 10h
“What can Olympic Cities learn from each other?” (Vídeo)
Gavin Poyter (UEL)
Bruno Padovano (NUTAU-USP) – Tradução simultânea do vídeo
10h às 12h30
Moderador: Álvaro De Miranda (UEL)
After London: New approaches to Legacy
Iain MacRury (UEL)
Evolução conceitos de legado e legados reversos
Fernando Telles (USP-NUTAU)
Impacts of London 2012 Olympic Games
Allan Brimicombe (UEL)
What are the legacies of the Paralympic Games?
Keith Gilbert (UEL)
Debatedores: Marcelo Moreira Antunes (UniverCidade); Marcia Campeão (UFRRJ); Marcelo Haiachi; Carla Rocha (FADEUP / UGF); Marcela Lobo (UGF); Cristiano Belém (UGF); Bernardo Villano (COB); Leonardo Mataruna (UGF); Rodrigo Terra (Veiga de Almeida); Iain MacRury (UEL); Fernando Telles (NUTAU-USP) e Lamartine DaCosta (UGF).
12h30 às 13h30 Almoço
13h30 às 15h30
Promovendo a Gestão do esporte em universidades
Pedro Sarmento (FADEUP, Universidade do Porto/ Portugal)
Promovendo inovação no esporte em universidades brasileiras
Branca Terra e Luiz Alberto Batista (UERJ)
Promovendo diagnósticos e levantamentos estatísticos do esporte brasileiro – Papel da universidades
Celi Taffarel (UFBa) e Ailton de Oliveira (UFSe)
Promovendo a parceria de Cidades Base de 2014 e de 2016 com universidades locais
Heglison Toledo (UFJF)
Promovendo a Gestão e Otimização de instalações esportivas em perspectivas locais
Luiz Carlos Marcolino e Antônio Bramante (SESI DN)
15h30 às 16h Coffee Break - Networking
16h às 18h
Coordenador: Carlos Henrique Ribeiro (UGF)
Formação de gestores públicos nas universidades em face aos legados 2014 e 2016: o caso da UFRRJ
Heloisa Nogueira (UFRRJ)
Legado Reverso do Estádio João Havelange (Engenhão) implantado pela UGF: cursos, laboratórios e projetos de desenvolvimento socioesportivos e de alto rendimento
Guilherme Pacheco (UGF)
Aperfeiçoamento de gestores para megaeventos esportivos 2014 e 2016 em nível universitário
Tufic Derzi (Candido Mendes)
Pesquisa tecnológica no desenvolvimento do esporte de alta competição – Experiências e novas propostas da UERJ
Luiz Alberto Batista (UERJ)
Gestão de atletas de alto nível em instalações esportivas de Ensino Superior: o caso da EsEFEx como receptora da representação do Brasil nos Jogos de 2016
Cap. Rafael Leite Varela (Escola de Ed. Física do Exército)
Disciplinas de Estudos Olímpicos e Educação Olímpica na universidade: o caso da Universidade Estácio de Sá
Ana Miragaya (Estácio)
Alternativas de implantação de MBA em Marketing e Gestão do Esporte como resposta aos desafios de 2014 e 2016: o caso da UFRJ
Francisco Paulo de Melo Neto (UFRJ)
Implementação do Curso de Graduação Profissional em Gestão do Esporte na UGF em 2012
Valeria Bitencourt (UGF)
16h às 18h
Coordenador: Georgios Stylianos Hatzidakis (UniFMU)
Debatedores iniciais: Bruno Padovano (NUTAU-USP), Tadeu Correa (UGF); Paulo Lobato (UFV) e Dirce Correa (UVV)
O caso de Sorocaba como candidata à Cidade Base 2014 com foco na promoção de saúde, exercício físico, lazer e educação, e como referência aos base camps da região da Catalunha – Espanha na Olimpíada de Barcelona 1992
Vitor Lippi (Prefeito de Sorocaba-SP)
Juiz de Fora como modelo de base camp 2014 para as condições brasileiras: planejamento e experiências práticas
Heglison Toledo (Prefeitura de Juiz de Fora / UFJF)
Projetos incentivados em esporte e produção de eventos na base municipal
Andrea D’Aiuto (CEO.UGF), Edgar Oliveira (CEO.UGF) e Jorge Luis da Silva (CEO.UGF)
Proposta de modelo para projetos e formação de RH com foco nos megaeventos 2014 e 2016
Ana Lígia Nunes Finamor (FGV), Thomaz Naves (TV Record) e Lucio Macedo (FGV)
18h às 19h
Álvaro De Miranda (UEL)
8h30 Credenciamento
9h às 10h40
Coordenador: Bruno Roberto Padovano (NUTAU / USP)
Projeto e legado urbanístico da proposta vencedora do Concurso Nacional para o Porto Olímpico - Vila da Mídia e dos Árbitros, Rio 2016
João Pedro Backhauser (BLAC Arquitetura e Cidade)
Projeto e legado urbanística da proposta vencedora do Concurso Internacional para o Parque Olímpico, Rio 2016 (a confirmar)
Daniel Gusmão (DG Arquitetura e Planejamento)
10h40 às 12h30
Coordenador: Bruno Roberto Padovano (NUTAU / USP)
Sessão temática: ‘Impactos dos Jogos Olímpico 2016 no Rio de Janeiro’
Lamartine DaCosta (UGF / UEL)
Debatedores iniciais: Allan Brimicombe (UEL) e Bruno Roberto Padovano (NUTAU-USP)
Pesquisa de impactos e sustentabilidade nos Jogos Olímpicos de 2016 – Abordagens conceituais
Carla Rocha (FADEUP / UGF)
Debatedores iniciais: Allan Brimicombe (UEL) e Marcela Lobo (UGF / UERJ)
Impactos do Parque Olímpico 2016 na área da Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Cristiano Belém / UGF
Debatedores iniciais: Allan Brimicombe / UEL e Marcela Lobo / UGF / UERJ
12h30 às 14h Almoço
14h às 16h
Coordenador: Carlos Henrique Ribeiro (UGF)
Turismo na pesquisa de megaeventos
Rodrigo Tadini (UFF)
Pesquisa de inovação epistemológica e conceitual do doping em face aos Jogos de 2016
Paulo Rodrigo da Silva (FIOCRUZ) e Fátima Cecchetto (FIOCRUZ)
Pesquisa sociocultural dos estádios do Rio de Janeiro
José Maurício Capinussú (UNIVERSO) e Maurício Murad (UNIVERSO)
Publicação de estudos e pesquisas relacionadas aos megaeventos 2014 e 2016
Carlos Alberto Figueiredo da Silva (UNISUAM)
Economia dos megaeventos esportivos: Seminário Brasil – Espanha / UGF – Rio e UAB – Barcelona
Marcela Lobo (UERJ)
Diretrizes para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas aos megaeventos do período 2013-2016 em universidades do Estado do RJ: o caso da UGF
Tony Meireles (UGF)
Mobilização e treinamento de voluntários para os Jogos Mundiais do Trabalhador
Branca Pena (FIRJAN / UGF), Andrea D’Aiuto (CEO.UGF) e Neise Abreu (EARJ / CEO.UGF)
TIC e Redes Sociais na organização dos Jogos Mundiais do Trabalhador
Branca Pena (FIRJAN / UGF), Andrea D’Aiuto (CEO.UGF) e Neise Abreu (EARJ / CEO.UGF)
16h às 16h30 Coffee Break - Networking
16h30 às 18h40
Coordenador: Georgios Stylianos Hatzidakis (UniFMU)
Debatedores iniciais: Bruno Padovano (NUTAU-USP) e Rômulo Reis (CBF / UGF)
16h30 às 17h
Vicente Ambrósio (CEO.UGF)
17h às 17h20
Carlos Alberto Lancetta (Secretário de Esporte de Petrópolis-RJ) e Luiz Miguelotti (Secretaria de Educação de Petrópolis-RJ)
17h às 17h40
Geraldo Campestrini (UGF)
17h40 às 18h40
Ricardo Trade (Diretor de Operações LOC/COL), João Gomide (Escola Brasileira de Futebol) e Manoel Flores (Gerente de Operações da Diretoria de Competições)
Temas: Funcionamento LOC/COL 2014, formação e desenvolvimento profissional no futebol e organização de competições.
18h40 às 19h
Beatriz Azevedo (Galileo), Lamartine DaCosta (UGF/UEL), Geiza Rocha (Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico - RJ) e Talita Müller (FIRJAN / UGF)
Observação: A programação está sujeita a alterações.
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sábado, 10 de março de 2012
Olimpíadas: Zona Portuária terá megaempreendimento imobiliário
Serão construídos 2.000 imóveis, dois hotéis cinco estrelas e um centro de convenções
Por Luiz Ernesto Magalhães
RIO - O Cômite Organizador da Rio 2016 e a Prefeitura do Rio vão anunciar nesta quinta-feira um megaempreendimento imobiliário que será usado pelos Jogos Olímpicos de 2016. Na presença de membros com Cômite Olímpico Internacional (COI), será formalizado um acordo com a empresa Solace, que fechou negócio com o Fundo Imobiliário do Porto Maravilha, para a construção de cerca de dois mil imóveis de dois e três quatros, além de dois hotéis cinco estrelas com 500 quartos e um centro de convenções em três terrenos, localizados na Zona Portuária.
Os empreendimentos vão servir de hospedagem para jornalistas e para o pessoal de apoio que estarão no Rio durante as Olimpíadas. Após os jogos, os imóveis serão ocupados pela iniciativa privada. Os dois mil imóveis começam a ser construídos até o fim do ano no terreno da Praia Formosa, atrás da Rodoviária Novo Rio.
— Vamos lançar um programa de carta de crédito para financiar a compra de imóveis para servidores públicos nessa região — disse o prefeito Eduardo Paes, nesta quarta-feira, ao anunciar incentivos para a área.
No terreno da Praia Formosa, é possível construir imóveis de até 30 andares, mas somente nesta quinta-feira serão divulgados detalhes do projeto. Já os hotéis e os centro de convenções serão erguidos em um antigo prédio da Cedae e em um terreno atualmente ocupado pela usina de asfalto da prefeitura. O gabarito máximo nesta área chega a 50 pavimentos. O compromisso é que todos os empreendimentos estejam prontos até dezembro de 2015, oito meses antes dos Jogos Olímpicos de 2016.
Mais 3 mil imóveis em Jacarepaguá
Paes também anunciou nesta quarta-feira o projeto Bairro Maravilha Olímpico. Cerca de 3.000 imóveis serão construídos no antigo terreno da fábrica da Antarctica, no Anil, em Jacarepaguá, e ficarão com uma reserva de contingência para cobrir eventuais faltas de acomodações para os Jogos Olímpicos de 2016. A apresentação desta alternativa havia sido solicitada em novembro pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para o caso de, até os Jogos Olímpicos, não haver uma oferta de 15 mil leitos na região da Barra da Tijuca, em Jacarepaguá, em hotéis de pelo menos três estrelas para atender à família olímpica.
- Essas casas serão construídas independentemente de serem usadas ou não nas Olimpíadas. São imóveis que vamos oferecer em cartas de crédito para os servidores públicos - disse o prefeito Eduardo Paes.
A presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques, explicou que a demanda da região da Barra para o COI é de cerca de 15 mil acomodações. Desse total, cerca de 70% são de empreendimentos já inaugurados ou em fase de consulta da Secretaria de Urbanismo:
- O que nós estamos oferecendo é uma margem de segurança a pedido do COI.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/olimpiadas-zona-portuaria-tera-megaempreendimento-imobiliario-4245733#ixzz1ohzbD15f
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CBV lança Universidade Corporativa do Voleibol
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), mais uma vez, é pioneira. Planejada em 2011, a instituição lança, neste mês de março, a Universidade Corporativa do Voleibol (UCV). Além de ser uma inovação apenas por sua criação, a UCV irá colaborar para o desenvolvimento contínuo do voleibol brasileiro e mundial, através da capacitação técnica e gerencial de pessoas envolvidas na cadeia produtiva desse segmento esportivo.
"Mais uma vez, a CBV inova e traz para o voleibol um novo modelo de formação e desenvolvimento de profissionais. Queremos, cada vez mais, dar oportunidade para que o público interessado tenha a oportunidade de adquirir conhecimento e aprenda conceitos e metodologias existentes. A UCV tem tudo para ser um case de sucesso, não só dentro do voleibol como também para outros esportes", destacou Ary Graça, presidente da CBV.
Os valores da UCV contemplam o desenvolvimento de pessoas, excelência educacional e técnica, cidadania, difusão do conhecimento, inclusão social, profissionalismo e ética.
A criação da UCV é estratégica, respondendo a necessidades e oportunidades do momento atual, já que o Brasil vive um contexto de realização de importantes eventos esportivos, como Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
A Universidade Corporativa do Voleibol desenvolverá trilhas de formação, com enfoque na formação técnica, formação de árbitro e instrutor de VivaVôlei - o projeto social da CBV. E terá como público alvo, atletas, especialmente os que estão na reta final da carreira, ex-atletas, técnicos, árbitros, supervisores de equipes de voleibol e preparadores físicos, fornecedores, estudantes e profissionais das áreas de Educação Física, Administração e Comunicação.
Os cursos serão realizados nos modelos presencial, semi-presencial e ensino à distância. O interesse pelas aulas à distância é proporcionar a possibilidade de aprendizado ao maior número de pessoas participarem dos cursos realizados pela UCV. A chance de utilizar a internet para o aprendizado é uma forma de disseminar o conhecimento. A acessibilidade engloba o mundo inteiro e gera uma grande flexibilidade de horário.
Primeiro curso já está agendado
O primeiro curso da UCV será o de Formação de Árbitro Regional, que acontecerá de maio a julho, em parceria com a Universidade de Montes Claros - Unimontes, na cidade de Montes Claros (MG), e com a Federação Mineira de Voleibol. De dois de maio a dois de julho, as aulas serão e módulo online e, de 13 a 15 de julho, em módulo presencial, no Centro Esportivo da Unimontes.
O curso é autorizado e homologado pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e pela Comissão Brasileira de Arbitragem de Voleibol (COBRAV). As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 10 de março. Mais informações, no site da CBV - (www.cbv.com.br/v1/ucv/ucv.asp)
Liga de basquete invade espaço da confederação
Por Daniel Brito
A LNB (Liga Nacional de Basquete) anunciou ontem, em Franca, onde realiza hoje seu Jogo das Estrelas, a criação de uma segunda divisão para o Nacional masculino.
A primeira edição do torneio está prevista para a temporada 2013/14. "Se houver viabilidade, pode ser já em 2012", previu Kouros Monadjemi, presidente da liga, que organiza o NBB, o Nacional, desde sua criação, em 2008.
Trata-se de mais um passo da LNB dentro do território que sempre foi de responsabilidade da CBB (Confederação Brasileira de Basquete).
O país já possui segunda divisão, a Super Copa Brasil, organizada pela CBB. Ao campeão e ao vice é reservado o direito de disputar o Nacional da temporada seguinte. A Série B da liga também dará lugar na elite do basquete. O torneio da confederação deve acontecer em maio.
Não é a primeira vez que a liga se apodera de funções antes atribuídas à CBB.
Em 2011, a confederação emprestou seu nome para que a LNB organizasse a Liga de Desenvolvimento Olímpico, por meio de convênio com o Ministério do Esporte.
Isso porque a liga não poderia firmar acordos dessa natureza com o governo federal sem que tivesse mais de três anos de fundação.
Cerca de R$ 450 mil bancaram um torneio interclubes sub-21, com 16 equipes.
Até então, os campeonatos de base do país eram promovidos pela confederação.
No feminino, ocorre movimento semelhante. A CBB repassou à LBF (Liga de Basquete Feminino) a organização do Nacional adulto.
Assim, a entidade vai na contramão de importantes federações internacionais.
Na Argentina, por exemplo, o trabalho de base, inclusive interclubes, assim como o Nacional feminino, está a cargo da CABB (Confederação Argentina de Basquete).
Já na Espanha, só a primeira divisão é organizada por uma liga. Os demais torneios são da federação nacional, assim como na Rússia.
A CBB, por meio de sua assessoria, diz que não foi informada oficialmente sobre a criação da Série B do NBB, mas que não vê a LNB ocupando um espaço que deveria ser seu. "Um trabalho complementa o outro. A CBB continuará cuidando das seleções de base estaduais."
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1059920-liga-de-basquete-invade-espaco-da-confederacao.shtml
quarta-feira, 7 de março de 2012
Em meio à crise com Fifa, comissão conclui votação da Lei da Copa
Deputados mantêm venda de bebida em estádios e meia-entrada de idoso. Foram rejeitados 9 de 10 destaques. Projeto agora será votado no plenário.
Por: Nathalia Passarinho
Em meio à crise entre o governo brasileiro e a Federação Internacional de Futebol (Fifa), a comissão especial da Câmara dos Deputados concluiu na tarde desta terça-feira (6) a votação da Lei Geral da Copa.
Dos dez destaques (propostas de alteração) apresentados, somente um foi aprovado. Os dois destaques mais polêmicos, que pediam a proibição da comercialização de bebidas alcoolicas nos estádios durante a Copa, foram rejeitados. Um outro destaque, que pedia a votação em separado da questão das bebidas alcoolicas, também foi recusado. Também foi preservado o item da lei que assegura meia-entrada para idosos.
Agora, o projeto segue para votação no plenário da Câmara, o que pode acontecer já nesta quarta (7). Em seguida, a proposta será enviada ao Senado, onde o rito de tramitação nas comissões ainda será definido.
Antes de concluir a votação dos destaques, a comissão teve de aprovar novamente o texto-base da lei, de autoria do relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP). O texto-base tinha sido aprovado na comissão na última terça (28), mas a votação foi anulada porque ocorreu simultaneamente a uma sessão deliberativa do plenário da Casa, o que não é permitido pelo regimento interno.
A crise com a Fifa foi desencadeada depois que o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, declarou, segundo tradução das agências de notícias, que o Brasil precisava de um "chute no traseiro" devido à demora para a aprovação da Lei da Copa. Depois, Valcke e o próprio presidente da Fifa, Joseph Blatter, pediram desculpas pelo episódio.
Durante a votação dos destaques, os deputados criticaram a declaração de Valcke. "Todos sabemos que há atrasos, e que sugerem indignações, elas são razoáveis. Mas não é de hoje que o senhor Valcke se manifesta de forma arrogante", afirmou o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ).
Destaques
O único destaque aprovado pela comissão especial altera o texto para para permitir que emissoras filiadas a uma rede nacional não tenham as mesmas obrigações que as geradoras. O objetivo é liberar pequenas emissoras da obrigação de transmitir os mesmos jogos que as cabeças de rede.
Com a rejeição dos demais destaques na comissão especial, foram mantidos os trechos do texto-base do relator Vicente Cândido, que estabelecem meia-entrada apenas para idosos e liberam a venda de todo tipo de bebida alcoólica nos estádios durante os jogos do Mundial de 2014 no Brasil.
Os dois destaques mais polêmicos rejeitados pela comissão, um de autoria do vice-líder do PSB, deputado Glauber Braga (RJ), e outro do deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), propunham proibir a comercialização de álcool nos estádios durante o campeonato.
O deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) afirmou que vai apresentar uma emenda no plenário da Câmara para retirar do texto a previsão de venda de bebidas nos estádios.
"A lei é um retrocesso na questão da bebida. Depois de anos de mortes e violência nos estádios, a legislação brasileira proibiu o álcool nos jogos. Abrir exceção para a Copa é ofender uma regra que foi muito debatida", criticou.
O texto do deputado Vicente Cândido diz que "a venda e o consumo de bebidas, em especial as alcoólicas, nos locais de oficiais de competição, são admitidos desde que o produto esteja acondicionado em copos de plástico, vedado o uso de qualquer outro tipo de embalagem".
O projeto não estende a liberação para outros campeonatos de futebol. O Estatuto do Torcedor veta a presença nos estádios de "bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência".
“Não acho razoável você penalizar um setor da economia apenas [...]. Não acho razoável que a pessoa beba antes dos jogos e tenha que parar de beber dentro dos estádios. Espero que a gente possa deliberar sobre o assunto e modernizar a legislação brasileira”, afirmou Vicente Cândido.
O mesmo destaque do deputado Glauber Braga sugeria suprimir artigo do texto-base que prevê detenção de três meses a um ano a quem “expuser marcas, negócios, estabelecimentos, produtos, serviços ou praticar atividade promocional não autorizada pela Fifa” nas chamadas “áreas exclusivas”- reservadas aos patrocinadores.
Os outros sete destaques apresentados pediam apenas a votação em separado de trechos da lei.
Texto-base
O texto-base da Lei Geral da Copa, aprovado nesta terça pela comissão especial, estabelece a venda de meia-entrada apenas para idosos e destina 300 mil ingressos populares para estudantes e beneficiários de programas de transferência de renda. Esses trechos da lei não foram questionados por meio de destaques.
Pela proposta, pessoas com mais de 60 anos também estão incluídas entre os beneficiários da chamada "categoria 4", de ingressos baratos (previstos para serem vendidos a este grupo por US$ 25, cerca de R$ 43, na cotação atual). A Copa do Mundo terá quatro categorias de ingressos, das quais a categoria 1 será a mais cara.
De acordo com o deputado Vicente Cândido, a categoria 4 terá entradas a US$ 50, mas estudantes, idosos e beneficiários de programas de transferência de renda pagarão metade desse valor. Os ingressos da categoria 3, segundo o deputado, custarão cerca de US$ 100, a categoria 2 deverá ter entradas a US$ 450, e os ingressos da categoria 1 custarão em torno de US$ 900.
O novo texto da Lei Geral da Copa estabelece que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) deverá sortear os ingressos populares "prioritariamente" entre estudantes, idosos e beneficiários de programas de transferência de renda que se candidatarem. O texto prevê a possibilidade de que mais ingressos, além dos 300 mil, sejam vendidos na categoria 4, para qualquer pessoa. Nesse caso, porém, o valor subiria para US$ 50 (cerca de R$ 85).
Estudantes
A proposta afasta a incidência de outras leis federais ou estaduais que estabeleçam meia-entrada. Com isso, se for aprovado o Estatuto da Juventude, que prevê meia-entrada para estudantes de todo o país, a legislação não teria validade durante os jogos da Copa do Mundo.
O estatuto foi aprovado neste mês na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e ainda precisa passar por três comissões antes de ser apreciado em plenário.
"As disposições constantes de lei federal, estadual ou municipal referentes a descontos, gratuidades ou outras preferências aplicáveis aos ingressos ou outros tipos de entradas para atividades esportivas, artísticas ou culturais e de lazer não se aplicam aos eventos", destaca o texto atual da Lei Geral da Copa.
"Ao fazer parte da categoria 4, os estudantes acabam podendo pagar ingressos mais baratos do que a meia-entrada, a US$ 12. Estabelecemos uma meia-entrada especial para os estudantes", justificou o presidente da comissão especial, Renan Filho (PMDB-AL).
Indígenas
O texto de Vicente Cândido diz ainda que os "ingressos para indígenas e proprietários de armas de fogo" que aderirem a campanhas de desarmamento serão "objeto de acordo" com a Fifa.
Sindicalistas, liderados pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, defendem ingressos gratuitos para os trabalhadores que construíram os estádios da Copa. Apesar de essa previsão não constar no texto, Vicente Cândido disse que a Fifa se comprometeu a dar ingressos gratuitamente para essas categorias. Segundo ele, os operários terão direito a assistir gratuitamente pelo menos um jogo do campeonato.
A proposta aprovada na comissão especial também diz que "os entes federados e a Fifa poderão celebrar acordos para viabilizar o acesso e a venda de ingressos para pessoas portadoras de deficiência, considerada a existência de instalações adequadas e específicas nos locais oficiais de competição."
O texto prevê ainda a exigência de venda de ingressos da categoria 4 na Copa das Confederações. "A Fifa colocará à disposição, para as partidas da Copa das Confederações de 2013, no decurso das diversas fases de venda, ao menos, 50 mil ingressos da categoria 4", diz o texto.
Férias escolares
O texto aprovado pela comissão especial altera ainda o período de férias escolares em 2014 para que não haja aulas durante a Copa do Mundo.
"Em 2014, os sistemas de ensino deverão ajustar os calendários escolares de forma que as férias escolares decorrentes do encerramento das atividades letivas do primeiro semestre do ano, nos estabelecimentos de ensino das redes pública e privada, abranjam todo o período entre a abertura e o encerramento da Copa do Mundo Fifa 2014 de Futebol", diz a proposta.
Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/03/em-meio-crise-com-fifa-comissao-conclui-votacao-da-lei-da-copa.html
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Com agência do Fenômeno à frente, Fla está perto de fechar patrocínio
Montadora Hyundai seria uma das interessadas. Clube espera conseguir R$ 20 milhões no principal espaço da camisa
Por Richard Souza
O vice-presidente de marketing Henrique Brandão espera anunciar na próxima semana novos patrocinadores do Flamengo. O Rubro-Negro está em negociações avançadas para vender o espaço principal da camisa. A agência 9ine, que tem Ronaldo Fenômeno como sócio, é uma das autorizadas a negociar pelo clube e está à frente nas tratativas. Por meio da empresa do ex-atacante, o contrato de quatro meses com a Procter & Gamble foi firmado no segundo semestre de 2011. Na ocasião, a 9ine rececebeu 15% de comissão.
O Flamengo espera conseguir R$ 20 milhões com o patrocínio master por uma temporada. A montadora coreana Hyundai seria uma das interessadas.
- Estamos caminhando para acertar um patrocínio master para o Flamengo. Tem mais de uma empresa com propostas semelhantes. Estamos estudando. Interessa ao Flamengo desde que atenda nossos interesses o mais rápido possível. Se tudo correr bem, espero que a gente possa anunciar alguma coisa na semana que vem. A Hyundai me procurou há algum tempo, não há nada de concreto. A gente autorizou a empresa a seguir adiante. A princípio está boa (a proposta). Hoje está nesse ponto. A 9ine é uma das agências que estão buscando patrocínios.
Henrique diz que o fim da parceria com a Traffic abre novas possibilidades de negócio para o clube.
- Quero dormir em paz. Começamos o ano atrasados, reconheço isso. Mas é preciso entender que foi por conta da definição sobre o relacionamento com a Traffic. Ano passado, demos direito a eles de ir ao mercado buscar. Quando a gente, de comum acordo, desfez a parceria, fomos ao mercado. Achei que uma hora ou outra o patrocínio ia acontecer. É um espaço nobre, o maior time do Brasil, ser parceiro do Flamengo é bom, dá retorno para o investidor.
O clube também negocia outras duas propriedades: meião e parte frontal do calção (na perna) e ombros. Com a primeira, o Flamengo pretende arrecadar R$ 3 milhões. Já a segunda pode render até R$ 4,5 milhões.
- Se conseguimos vender todas as propriedades, esperamos chegar de R$ 33 milhões a R$ 40 milhões por ano.
Hoje, o clube recebe R$ 8 milhões do banco BMG (mangas), R$ 5 milhões da Cosan (barra traseira da camisa e parte traseira do short) e R$ 2 milhões da Tim (interior do número da camisa), num total de R$ 15 milhões.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/03/com-agencia-do-fenomeno-frente-fla-esta-perto-de-fechar-patrocinio.html
terça-feira, 6 de março de 2012
Os desafios para as Olimpíadas de 2016 é tema de palestra na Estácio
O superintendente executivo de esportes do COB e ex-medalhista olímpico do vôlei Marcus Vinicius Freire ministrará a palestra “Time Brasil: como transformar o Brasil em um potência olímpica até 2016”, nesta quinta-feira, dia 7, às 10h, no campus Tom Jobim da Estácio, na Barra.
O auditório tem capacidade para 400 pessoas e a participação é gratuita e aberta ao público. A aula será teletransmitida ao vivo, pela internet, para os cerca de 247 mil alunos da instituição em todo o Brasil, além dos sete mil professores e cerca de quatro mil colaboradores da universidade em 17 estados.
O Campus Tom Jobim fica no Centro Empresarial Barra Shopping, na Av. das Américas 4.200, Bloco 11, Barra da Tijuca.
Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/bairros/posts/2012/03/06/os-desafios-para-as-olimpiadas-de-2016-tema-de-palestra-na-estacio-434881.asp
Concurso vai definir plano diretor de ocupação do Complexo Esportivo de Deodoro
Nesta terça-feira, o governo do Estado anunciou parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil
RIO - O secretário-chefe da Casa Civil do governo do Estado, Régis Fichtner, anunciou nesta terça-feira uma parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) para realizar um concurso que definirá um plano diretor de ocupação do Complexo Esportivo de Deodoro. Os escritórios de arquitetura definirão não apenas um plano de ocupação para as instalações esportivas já existentes e a ser construídas para as Olimpíadas, como também uma integração desses equipamentos com o futuro Autódromo de Deodoro. Régis Fichtner participa da reunião com representantes do Comitê Olímpico Internacional (COI), que está no Rio acompanhando os projetos para as Olimpíadas de 2016.
O presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes, o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes também participam do encontro com os representantes do comitê. Antes de participar da reunião, na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o prefeito disse que vai negociar com a Confederação Brasileira de Automobilismo prazos para a desativação do Autódromo de Jacarepaguá. O espaço receberá o Parque Olímpico, principal instalação esportiva para os Jogos.
— O autódromo não é um problema. As demolições não vão começar sem que o novo autódromo de Deodoro comece a ser construído — disse o prefeito.
Paes também falou sobre os próximos passos da prefeitura na preparação dos jogos Olímpicos na cidade:
— As coisas estão funcionando como o previsto, o planejado, e temos ainda muito o que fazer. Está tudo bem nas Olimpíadas do Rio. Amanhã (quarta-feira), a Prefeitura do Rio entrega à população o Parque dos Atletas, que já foi usado durante o Rock in Rio e é uma das duas obras já inauguradas das Olimpíadas. Anunciaremos também a solução para o golfe, temos a licitação do Parque Olímpico já feita, BRTs em andamento, e inclusive um dos BRTs, a Transolímpica, via expressa que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro, termina a licitação na quinta-feira. Ou seja, está tudo mais do que no prazo – afirmou Paes, destacando que as duas intervenções já inauguradas são o Parque dos Atletas, onde foi realizado o Rock in Rio 2011, e o novo Sambódromo, que vai abrigar as provas de Tiro com arco e a chegada da Maratona.
Nesta quarta-feira, ele participará do anúncio do resultado do concurso para a escolha da empresa que construirá o campo de golfe dos Jogos Olímpicos Rio 2016, na Barra da Tijuca. Em seguida, Paes acompanhará a comitiva do COI até o Parque dos Atletas, que será oficialmente aberto ao público.
O Parque dos Atletas, primeiro equipamento olímpico a ser entregue pela Prefeitura do Rio, em agosto de 2011, será reservado para descanso e entretenimento dos atletas que disputarão os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Antes e após o evento, será uma área pública para lazer e prática de esportes, com estrutura para receber grandes eventos, como o Rock in Rio.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/concurso-vai-definir-plano-diretor-de-ocupacao-do-complexo-esportivo-de-deodoro-4228310#ixzz1oMwwOlTX
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segunda-feira, 5 de março de 2012
Jac Motors patrocinará seleções brasileira de rugby até 2016
A Confederação Brasileira de Rugby fechou contrato de patrocínio com a JAC Motors até 2016, ano dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Neste período, o logo da montadora chinesa estará presente nos uniformes das seleções brasileiras, além do backdrop, ao fundo, em entrevistas.
O Presidente da CBRu, Sami Arap Sobrinho, lembra que quase todos os países vencedores de rugby associaram a modalidade a uma marca de fabricante de veículos e é a vez do Brasil seguir esse modelo.
- JAC Motors e rugby tem tudo a ver: ambos têm uma empreitada desafiadora. A JAC Motors oferecerá produtos de alta qualidade por meio de uma proposta competitiva de técnica e preço, que qualquer consumidor vai entender. A CBRu ensinará rugby em todo território brasileiro e tentará transformá-lo na segunda modalidade esportiva mais praticada no Brasil. Agora, nossas seleções jogarão com motorização de alta tecnologia - comentou Sami Sobrinho..
A diretora de marketing da JAC Motors Brasil, Marize Ornellas, explica que a ideia de patrocinar a seleção brasileira de rugby é uma aposta no crescimento do esporte, que estará presente nos jogos olímpicos de 2016.
- O rugby é um esporte novo no Brasil, assim como a JAC Motors é uma marca nova no País. O esporte vem crescendo, assim como a empresa. Nossa aposta é que possamos crescer juntos no Brasil.
A estreia da JAC Motors como patrocinadora do Brasil acontece no torneio Rio Sevens - Campeonato Sul-Americano de Rugby, que acontece no Rio de Janeiro, no Estádio da Gávea, entre os dias 10 e 11 de março. O torneio reúne as principais seleções da América do Sul e terá transmissão ao vivo pelo Sportv. A entrada é franca.
Odebrecht e Andrade Gutierrez levam licitação do Parque Olímpico; obra deve custar R$ 1,4 bi
Por Luiz Gabriel Ribeiro (UOL)
A Prefeitura do Rio de Janeiro conseguiu, enfim, concluir a licitação do Parque Olímpico para os jogos de 2016. A licitação, que havia sido barrada pela justiça em janeiro, foi finalizada nesta segunda-feira. Quem fará a obra é um consórcio formado pela Obebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken.
O consórcio foi o único que apresentou propostas para construir a principal estrutura esportiva para a Olimpíada de 2016. O Parque Olímpico do Rio deve custar R$ 1,4 bilhão.
A prefeitura deve desembolsar R$ 550 milhões com a obra. O restante do valor será pago com o repasse da posse do terreno do Autódromo de Jacarepaguá, avaliado em R$ 850 milhões.
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Sensatez no meio do bate boca - FIFA x ME
Independente de qualquer apreço partidário, cabe ressaltar a única atitude louvável até o momento nesse bate boca entre Fifa e Ministério dos Esportes. O Dep. Renan Filho, presidente da Comissão Especial da Lei Geral da Copa, divulgou hoje uma carta de repúdio às declarações de Jérôme Valcke. Dentre os diversos dessacertos políticos, vale destacar esse.
Ary Graça tem apoio de mais 11 federações para eleição da Federação Internacional de Vôlei
por ESPN.com.br com agência Gazeta Press
Candidato à presidência da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), Ary Graça vem angariando apoio para a eleição que ocorre em setembro, nos Estados Unidos. Durante o 65º Congresso da Confederação Sul-americana de Voleibol (CSV), da qual é mandatário, ele ganhou o assentimento de 11 presidentes das federações afiliadas à CSV.
Ary Graça, que também comanda a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), condicionou o apoio ao atual momento do esporte no continente. Ele lembrou que em 2011, a CSV bateu um recorde ao realizar dez eventos de quadra e 11 de praia, além da participação em outros 12 torneio no exterior.
“O ano de 2011 foi muito importante para a CSV. O continente recebeu três dos quatro campeonatos mundiais das categorias de base. E nós conseguimos realizar eventos com o mais alto nível de qualidade e organização”, afirmou Ary Graça, que ainda comentou sobre o surgimento de dois novos torneios.
“A Confederação Sul-Americana inovou e criou dois eventos que foram realizados pela primeira vez: os campeonatos sul-americanos infantis, para atletas com menos de 16 anos. O feminino foi realizado no Uruguai e o masculino no Equador. E não foram poucos os elogios que recebemos dos treinadores que estiveram nessas competições”, garantiu. O Brasil ficou com o título em ambas as categorias.
Ary Graça anunciou a candidatura para presidir a FIVB no período de 2012-2016 em dezembro, e já à época recebeu o apoio de quatro das cinco Confederações Continentais, que formam a FIVB. Saleh Bin Nasser, da Arábia Saudita, Amr Elwani, do Egito, Cristobal Marte Hoffiz, da República Dominicana, que presidem as Confederações da Ásia, da África e da Norceca, respectivamente, concordaram com a decisão do brasileiro.
Fonte: http://ht.ly/9sAnA
Empresa de Ronaldo negocia patrocínio para o Corinthians, mas pode ajudar Flamengo e SP
Por: Danilo Lavieri e Lucas Tieppo (UOL)
Ainda sem um grande patrocinínio para esta temporada, Corinthians, Flamengo e São Paulo aguardam uma ajuda indireta de Ronaldo para encherem os cofres. Por meio da agência de marketing esportivo 9ine, o ex-atacante está intermediando as conversas para a montadora sul-coreana Hyundai estampar sua marca no uniforme do trio. Apesar disso, o clube do Parque São Jorge é, por enquanto, quem recebeu a maior oferta financeira e um plano diferenciado de parceria.
Apesar de os valores não terem sido divulgados, o UOL Esporte apurou que as conversas com o Corinthians estão mais avançadas do que as com os outros dois clubes. Além de um lugar na camisa, a Hyundai propôs como negócio a cessão de veículos da marca para serem usados pelos atletas, em ação já realizada com sucesso por diversos clubes europeus, como Real Madrid e Milan.
A necessidade de a Hyundai de entrar no mercado do futebol servirá, basicamente, para enfrentar duas concorrentes: Chevrolet, que comprou os naming rights do Campeonato Paulista, e da Kia, que pertence ao mesmo grupo, mas é rival no mercado, e agora ocupa o espaço master da camisa do Palmeiras.
Todas as informações foram confirmadas por um diretor da 9ine, que ainda disse que Ronaldo não está diretamente ligado aos negócios, mesmo sendo ele o dono da empresa. Ele ainda lamentou que as informações já tenham sido vazadas.
Recentemente, um dos principais diretores da montadora foi ao estádio do Pacaembu acompanhar o jogo do Corinthians contra o Botafogo-SP e recebeu uma camisa do clube com a marca da Hyundai. A diretoria corintiana descartou uma aproximação e disse que o ato foi apenas um agrado.
As negociações, no entanto, seguem também por fora nos três clubes. A 9ine não será exclusiva nessa busca. O Corinthians tem seu contrato com a Hypermarcas vencendo nos próximos dias. O São Paulo já joga sem o logo da BMG há dois meses, enquanto que o Flamengo ainda não encontrou um patrocinador que fizesse o investimento em Ronaldinho Gaúcho valer a pena.
O vice-presidente de marketing do São Paulo, Julio Casares, afirmou que não há nada de oficial com relação ao interesse da empresa do ramo automobilístico, porém, não descartou um possível contato no futuro.
“Temos que fazer que um bom contrato, por isso trabalhamos com tranquilidade. Temos o estádio do Morumbi que é altamente rentável. Não há pressão nenhuma”, disse o dirigente.
O clube acertou recentemente um acordo para que o empresário Roberto Justus auxilie na busca por um novo patrocinador. Depois de sonhar com um valor acima dos R$ 30 milhões pagos pelo BMG, a diretoria tricolor já admite acertar por cifras menos expressivas. “Não falo em valores”, resumiu Julio Casares.
Após votação, seleção brasileira de rúgbi vai passar a se chamar Tupis
Por Marcel Merguizo
A seleção brasileira de rúgbi já tem apelido: Tupis.
O índio foi escolhido após votação que durou pouco mais de uma semana no site da CBRu (Confederação Brasileira de Rugby).
Com 47,16% dos 9.302 votos, os Tupis venceram Sucuris (34,76%) e Araras (18,08%).
As seleções masculina (os Tupis) e feminina (as Tupis) do Brasil passarão a ser chamadas pelo apelido, uma tradição mundial do rúgbi.
O nome escolhido deve ser apresentado já no Campeonato Sul-Americano de Sevens (modalidade olímpica), que acontece em 10 e 11 de março, no Rio de Janeiro. E o símbolo deve ser usado na camisa da seleção no Sul-Americano de 15 (jogadores), em maio.
Assim como já acontece com as principais seleções do mundo, o Brasil buscou referências do país para ser identificada.
"A escolha do símbolo dará um caráter mais doméstico e afetuoso à seleção brasileira, que poderá ser chamada e conhecida por seu novo apelido. Isso fortalecerá a relação do torcedor com a seleção", explicou Carlos Eduardo Davoli, do departamento de marketing da CBRu.
A Nova Zelândia, campeã do mundo, por exemplo, é mais conhecida por seu apelido (All Blacks) do que pelo nome do país nas competições --além de consolidar o apelido como uma marca mundial (o símbolo é uma folha de Silver Fern, espécie de samambaia típica do país).
Os argentinos são os Pumas, os franceses, Galos, a seleção dos EUA, Águias. Os australianos são conhecidos como Wallabies (uma espécie de canguru), os sul-africanos, como Springboks (um antílope) e a Inglaterra, terra do rúgbi, é a Rosa.
O brasão oficial da CBRu não vai ser alterado nos uniformes. A vitória-régia já chegou a ser utilizada como símbolo do Brasil há alguns anos, sem sucesso.
"Essa escolha ajuda em muitos sentidos, tanto do lado emocional como também nos traz mais uma opção para trabalharmos a identidade da marca, com licenciamentos, confecção etc.", afirmou Davoli, que ainda diz que os patrocinadores da seleção não foram consultados em relação à escolha do símbolo.
O rúgbi no formato com sete jogadores em campo volta a ser modalidade olímpica nos Jogos do Rio-2016. No Pan de Guadalajara, o Brasil ficou em sétimo. O Canadá foi campeão.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1057237-apos-votacao-selecao-brasileira-de-rugbi-vai-passar-a-se-chamar-tupis.shtml
Com 47,16% dos 9.302 votos, os Tupis venceram Sucuris (34,76%) e Araras (18,08%).
As seleções masculina (os Tupis) e feminina (as Tupis) do Brasil passarão a ser chamadas pelo apelido, uma tradição mundial do rúgbi.
O nome escolhido deve ser apresentado já no Campeonato Sul-Americano de Sevens (modalidade olímpica), que acontece em 10 e 11 de março, no Rio de Janeiro. E o símbolo deve ser usado na camisa da seleção no Sul-Americano de 15 (jogadores), em maio.
Assim como já acontece com as principais seleções do mundo, o Brasil buscou referências do país para ser identificada.
"A escolha do símbolo dará um caráter mais doméstico e afetuoso à seleção brasileira, que poderá ser chamada e conhecida por seu novo apelido. Isso fortalecerá a relação do torcedor com a seleção", explicou Carlos Eduardo Davoli, do departamento de marketing da CBRu.
A Nova Zelândia, campeã do mundo, por exemplo, é mais conhecida por seu apelido (All Blacks) do que pelo nome do país nas competições --além de consolidar o apelido como uma marca mundial (o símbolo é uma folha de Silver Fern, espécie de samambaia típica do país).
Os argentinos são os Pumas, os franceses, Galos, a seleção dos EUA, Águias. Os australianos são conhecidos como Wallabies (uma espécie de canguru), os sul-africanos, como Springboks (um antílope) e a Inglaterra, terra do rúgbi, é a Rosa.
O brasão oficial da CBRu não vai ser alterado nos uniformes. A vitória-régia já chegou a ser utilizada como símbolo do Brasil há alguns anos, sem sucesso.
"Essa escolha ajuda em muitos sentidos, tanto do lado emocional como também nos traz mais uma opção para trabalharmos a identidade da marca, com licenciamentos, confecção etc.", afirmou Davoli, que ainda diz que os patrocinadores da seleção não foram consultados em relação à escolha do símbolo.
O rúgbi no formato com sete jogadores em campo volta a ser modalidade olímpica nos Jogos do Rio-2016. No Pan de Guadalajara, o Brasil ficou em sétimo. O Canadá foi campeão.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1057237-apos-votacao-selecao-brasileira-de-rugbi-vai-passar-a-se-chamar-tupis.shtml
Gestão do esporte no Brasil: é esse o tratamento?
No Jornal O Globo, do último domingo, 04/03/2012, algumas matérias pródigas para discutirmos a gestão esportiva no Brasil. A primeira, na página 32, no caderno Rio, com a manchete "novo endereço para os amantes dos esportes" e, escrita por Luiz Ernesto Magalhães, versa sobre o Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, espaço multiuso inaugurado com o Rock in Rio, em setembro último e, que finalmente foi aberto ao público. No entanto é de se estranhar algumas escolhas, como, por exemplo, uma "escolinha" de futsal num espaço destinado, a priori, as questões olímpicas. Os governantes perdem, a todo momento, a oportunidade de dar um upgrade no esporte. Nada conra o futsal, mas ele já tem o espaço e o destaque que merece, enquanto que, outros epsortes ficam a míngua, sem espaço para a sua prática. Talvez fosse a hora dos "gestores" pensarem em diversificar a oferta esportiva à população. Segundo o Secretário de Esportes e Lazer da Cidade do Rio de Janeiro, o entorno do Parque é composto de dezenas de condomínios e comunidades carentes. Para quem conhece a área, sabe que não há demanda para as tais comunidades carentes que, nem são tantas assim. E, em relação aos condomínios da área, é provável que todos contem com infraestrutura de lazer no seu interior. Tem que ser assim, ou podemos pensar um pouco sobre o esporte e vê-lo como algo que possa ser trabalhado profissionalmente?
Na mesma matéria há uma menção sobre a Matriz de Responsabilidades para os Jogos Olímpicos de 2016 que, com cerca de 1 ano de atraso, ainda não está pronta, não sendo possível oficializar as responsabilidades de cada ente público ou privado nas ações para a Rio 2016.
Sobre o campo de golfe, cuja administração ficará a cargo da Prefeitura e do COB, permitindo o uso para descoberta de talentos para esse esporte superpopular que é o golfe. Novamente, nada contra o golfe mas, se é necessário que se faça um novo campo, que se faça o campo como o proposto: através da iniciativa privada e, que a sua posterior gestão fique, também, com a iniciativa privada. Haja vista que, o golfe, na Barra da Tijuca, não atrairá jovens talentos da cidade como um todo, pois não há uma política para levar esses alunos até a "capital do Estado da Guanabara". E, se o caso é investir em novos talentos, por quê não investir no campo de golfe de Japeri?
Na página 5, do caderno de esportes, uma matéria sobre o fundo olímpico. A matéria com o título "Fundo Olímpico traz divisão do bolo à tona", feita pelos jornalistas Ary Cunha e Claudio Nogueira, mostra um pouco o descaso das nossas "autoridades" sobre as diretrizes a serem seguidas buscando o desenvolvimento do esporte no país. Não seria mais útil para o esporte brasileiro uma Programa de Gestão do Esporte voltados às Confederações e Federações Esportivas? Não seria mais útil, em vez de separar 10% do bolo (R$ 14,5 mi) para o esporte escolar, realizar um Programa voltado à organização e fomento do esporte escolar, nas escolas? Não seria mais condizente com o desenvolvimento esportivo repassar mais verbas para as Confederações e Federações com resultados e estruturas em consolidação, sendo estas cobradas através de metas e objetivos a serem alcançados? Não seria a hora de promover escolas de treinadores no país, pois com a onda de treinadores estrangeiros por aqui é preciso enxergar que não evoluímos nesse quesito ao passar dos anos. Até quando seremos o país do esporte sem o sermos de fato?
Por último, e já bastante abordada em todos os meios de comunicação, é a briga entre a Fifa (Jérôme Valcke) e o Ministro dos Esportes (Aldo Rebelo) sobre o cronograma e as condições para a realização da Copa do Mundo de 2014. Acho que não cabe essa discussão, esse bate boca público. Pois, é fato que o Brasil não está entregando o que prometeu. Há evidente atraso em todo o cronograma e total desconhecimento sobre o real orçamento desse evento. Se a Fifa quer mandar ou não no país, é algo que deveria ter sido avaliado quando se candidatou, haja vista que todo o trâmite é conhecido. Não é hora para chororô, é hora de trabalhar sério e ser firme nas decisões e não ficar de pirraça pela imprensa. E, enquanto isso, o esporte vai sendo tocado da forma que der, sem uma real estrutura e, sem metas e objetivos, servindo, apenas, como suporte político para os atuais "gestores".
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sexta-feira, 2 de março de 2012
Fifa reclama de atrasos para a Copa do Mundo no Brasil
Jérôme Valcke diz que país está mais preocupado em ganhar a Copa do que em organizá-la
BAGSHOT, Inglaterra - O secretário geral da Fifa, Jérôme Valcke, criticou duramente a organização da Copa de 2014, no Brasil. Ele reclamou do atraso nas obras de infra-estrutura nas cidades sedes e disse que o país está mais preocupado em ganhar o Mundial do que em organizá-lo.
- As coisas não estão funcionando no Brasil. Muitas coisas estão atrasadas - atacou Valcke, que visitará o Brasil na próxima semana. - Acho que a prioridade do Brasil é ganhar o Mundial. Não creio que seja organizar o Mundial - reforçou.
Segundo o dirigente, faltam apoio e entusiasmo por parte das autoridades brasileiras para finalizar os estádios e trabalhar a estrutura relacionada a hotéis e transporte público.
- Não há hotéis suficientes. Você tem mais do que o suficiente em São Paulo e no Rio, mas se você pensa em Manaus, você precisa mais. Vamos dizer que joguem Inglaterra x Holanda em Salvador. Onde os torcedores vão ficar? A cidade é bonita, mas o modo de chegar ao estádio e a organização de transporte precisa melhorar - alertou.
Valcke também se disse frustrado pela demora na aprovação da Lei Geral da Copa. Na terça-feira passada o texto base chegou a ser aprovado na comissão especial da Câmara para tratar do tema, mas a aprovação acabou anulada, por uma questão regimental. Por dois minutos, a sessão na comissão extrapolou o horário e coincidiu com o início da Ordem do Dia no plenário, o que é vetado pelo regimento da Câmara. Isso permitiu que um deputado levantasse questão de ordem e pedisse a anulação da sessão. Nova votação deve ocorrer na semana que vem. Depois ainda precisará passar no plenário da Câmara e ainda receber o aval dos senadores.
A Lei Geral da Copa é motivo de muita discussão entre governo e oposição. Mesmo entre os governistas não há consenso sobre pontos considerados polêmicos. Os principais são a venda de bebida alcólica nos estádios e a meia-entrada.
O relator do texto, deputado Vicente Cândido (PT-SP), colocou no projeto a permissão para a venda de bebida alcoólica, que teria ficado acertada com a Fifa quando da candidatura do Brasil a sede do Mundial. Ministério da Justiça de que a proibição de bebida nos estádios reduziu a violência após os jogos. Os contrários à ideia argumentam que a probição reduziu o número de casos de violência nos estádios. Para Cândido, proibir a venda durante a Copa mancharia a imagem do país, que estaria desrespeitando um compromisso da época da candidatura na Fifa.
Sobre a meia-entrada, o texto proposto pelo relator prevê a venda de pelo menos 300 mil ingressos populares para estudantes, idosos e beneficiários de programas de transferência de renda do governo. E também garante o direito a idosos com mais de 60 anos.
Outro tema que gera controvérsia é a exigência da Fifa de que o governo brasileiro arque com eventuais prejuízos à entidade máxima do futebol causados por desastres naturais e atos de terrorismo. O relator incluiu isso no texto, mas afirmou que caberá ao ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU) dar um parecer com sua interpretação sobre a questão. Ainda segundo Cândido, há diferentes interpretações, mesmo dentro do governo, em relação à redação do projeto original enviado à Câmara em setembro. Segundo o relator, o parecer da AGU será apresentado à Fifa ainda durante a tramitação do projeto no Congresso.
Valcke já tinha subido tom das críticas
Em meados de janeiro deste ano o secretário-geral da Fifa já tinha se queixado com mais ênfase do que de costume. Após reunião com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o conselheiro do Comitê Organizador Local da Copa (COL) e ex-jogador Ronaldo, em Brasília, naquela ocasião, Jérôme Valcke disse que o país faz exigências demais à Fifa.
- Só porque vocês ganharam cinco Copas do Mundo, vocês acham que podem pedir, pedir e pedir - declarou a jornalistas na ocasião, quando voltou a cobrar agilidade na aprovação da Lei Geral da Copa.
O dirigente tinha dado prazo até março para que o projeto se tornasse realidade e pusesse fim às negociações que se arrastam há meses.
- Espero que possamos fechar esse capítulo até março. O tempo está passando rápido como nunca e a expectativa aumenta para todos nós - afirmou Valcke num comunicado divulgado pela Fifa em janeiro.
A expectativa do governo era conseguir aprovar a Lei na Comissão Especial da Câmara em dezembro, mas diferenças sobre um artigo que determina a responsabilização civil da União em caso de eventuais incidentes durante o Mundial e a questão da venda de bebida alcoólica nos estádios na Copa adiaram a votação para este ano.
Em entrevista ao GLOBO em 2009, Valcke já manifestava sua preocupação com a organização da Copa de 2014. Naquela época destacou dois pontos que considerava cruciais para o sucesso do Mundial, ambos a ver com o fluxo turístico.
- A principal preocupação em relação ao Brasil é aeroporto. Não há bons aeroportos. Meu sentimento é que muita gente vai querer vir ao Brasil, em 2014. É um lugar especial, um país magnifíco. Por isso, eu penso também que a coisa mais difícil, o pior de conseguir, serão os ingressos. Esses dois pontos estão ligados. Conheço muita gente que me diz que vir ao Brasil durante uma Copa do Mundo é algo já marcado na agenda. Então, precisamos cuidar bem desses temas - afirmou, no final daquele ano.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/fifa-reclama-de-atrasos-para-copa-do-mundo-no-brasil-4125985#ixzz1o0Bvyvgn
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Rio não tem vagas suficientes para receber Olimpíadas
O número de camas disponíveis é de 67 mil. No entanto, as Olimpíadas devem receber cerca de 200 mil pessoas cadastradas, entre atletas, imprensa, voluntários e organizadores - sem contar os turistas que o evento irá atrair
Por Agência Estado
O Brasil recebeu, em 2011, cerca de 5,4 milhões de turistas estrangeiros e um número ainda desconhecido, porém não menos importante, de turistas nacionais. Contudo, de acordo com um levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, as 27 capitais brasileiras têm condições de hospedar, juntas, 373.673 pessoas, se forem levados em consideração todos os leitos duplos e individuais existentes atualmente.
O caso do Rio de Janeiro é o mais emblemático para ilustrar o déficit de vagas no sistema hoteleiro nacional. Na cidade que sediará os Jogos Olímpicos, o número de camas disponíveis é de 67.536. No entanto, as Olimpíadas devem receber cerca de 200 mil pessoas cadastradas, entre atletas, imprensa, voluntários e organizadores - sem contabilizar os turistas que o evento irá atrair.
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos lembrou que a cidade se comprometeu em contrato, e, portanto, tem condições de fornecer 48 mil quartos, distribuídos entre hotéis, vilas olímpicas e cabines de cruzeiros. Mas a capital dos jogos deve receber ainda cerca de 380 mil turistas estrangeiros, de acordo com estimativas do Ministério do Turismo.
Apesar do déficit na rede hoteleira, há espaço para aumentar a capacidade hoteleira nas capitais do país, e ainda melhorar a qualidade da hospedagem, segundo a presidente do IBGE, Wasmália Bivar.
"Há espaço para aumentar e melhorar. Algumas capitais já estão tomando iniciativa de ampliar essa capacidade. Brasília implodiu alguns hotéis, reduziu a sua capacidade atual para ampliar em seguida. Esses hotéis vão ser reconstruídos, ampliando capacidade produtiva. São investimentos que a pesquisa não vê agora", ressaltou Wasmália.
"Eu vejo investimentos em algumas capitais e vejo também necessidade de investimentos em algumas melhorias, muitas vezes até de reformulação, de modernização do próprio serviço de hospedagem, que vai se beneficiar com certeza desses investimentos", afirmou a presidente do IBGE. "O que estamos fazendo é uma linha de base para acompanhamento disso até as vésperas do evento, para que a gente possa saber, acompanhar de perto, e estimular esses investimentos."
A pesquisa identificou 554.227 vagas na rede de hospedagem existente nas 27 capitais do País. No entanto, Wasmália ressaltou que há modalidades que não estão incluídas no cálculo e que devem servir para aumentar o número de vagas, como os apartamentos alugados por temporada. A infraestrutura hoteleira de cidades no entorno das capitais também deve ser utilizada para aumentar a capacidade de hospedagem.
"O que esperamos é que as cidades do entorno das capitais onde ocorrerão os eventos contribuam, oferecendo a sua própria capacidade (de hospedagem). No Rio de Janeiro, com certeza a capacidade de Niterói vai ser utilizada para apoiar o evento", previu a presidente do IBGE.
A Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011 é o primeiro levantamento censitário sobre as condições de hotelaria no Brasil encomendado pelo Ministério do Turismo. O objetivo do levantamento foi identificar deficiências na rede hoteleira e também oportunidades para o setor privado, diante da perspectiva do aumento do turismo graças a eventos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Pouco conforto - Outra dificuldade é que o país ainda possui poucos hotéis de padrão internacional, os considerados de luxo ou muito confortáveis. De todos os estabelecimentos existentes nas capitais, 85,5% encaixam-se nos padrões de médio e baixo conforto e qualidades dos serviços. Apenas 14,5% foram considerados de luxo ou muito confortáveis. No Rio de Janeiro, a situação é um pouco melhor, 23,5% dos estabelecimentos atendem à classificação de luxo ou superior. Em São Paulo, que sediará seis jogos da Copa de 2014, esse porcentual cai para 19,6%.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/rio-nao-tem-vagas-suficientes-para-receber-olimpiadas
AS LIÇÕES DE PUBLICIDADE DO SUPER BOWL
Por que a final do campeonato de futebol americano se tornou uma vitrine publicitária?
O Super Bowl, jogo final da NFL (National Football League - Liga de Futebol Americano), é conhecido por ser a maior vitrine publicitária do mundo. O espaço destinado a anúncios de 30 segundos, por exemplo, custa US$ 3,5 milhões. E não é à toa: são mais de 100 milhões de telespectadores com os olhos grudados na telinha, cuja programação é constantemente interrompida pelos comerciais.
Para Maria Fernanda Narciso, da área de planejamento da Usine, o que torna o Super Bowl interessante é que ele vai na contramão das tendências on-line. “Nos últimos anos, os anunciantes passaram a investir cada vez mais em publicidade na internet em detrimento da televisão e da mídia impressa. Mas o Super Bowl ainda é o programa mais assistido da história e acumula dados impressionantes no que diz respeito ao valor do espaço publicitário. Fica claro, portanto, que ainda vale a pena investir em propaganda off-line, principalmente se conjugada com ações de interatividade na web. A interação entre as diversas mídias é um imperativo; ela potencializa o poder da publicidade, dialoga com o público e aumenta o alcance das marcas”, justifica.
Já na opinião de Eduardo Esteves, publicitário, profissional da área de marketing esportivo e autor do blog Mkt Esportivo, o que faz do Super Bowl um sucesso em termos publicitários é que todas as edições do evento deixaram a experiência de transformar um evento esportivo em um espetáculo. Ele ainda pontua que o evento também demonstrou a força do marketing esportivo através da exploração de uma modalidade global. “Se antes aliar-se ao esporte era sinônimo de bem-estar e vida saudável, os patrocínios aos megaeventos também denotam a aproximação a um público diferenciado, com impacto muito mais direto e resposta no curto e médio prazo”, afirma.
“Leve conteúdo relevante e você terá atenção do público”, afirma Renée Almeida.Renée Almeida, publicitária, consultora sênior na TerraForum e especialista em estratégias de construção e ativação de marcas, acredita que o SuperBowl se tornou a concretização de iniciativas que os publicitários almejam há bastante tempo. “Derrubar velhos padrões da publicidade não é algo simples e muito menos barato. As lições são muitas para o mercado em geral. A NRF (National Retail Federation – Federação Nacional do Varejo) fez uma pesquisa para entender como os americanos viam os comerciais do Super Bowl e a resposta foi ‘entretenimento’. Claro que em um mundo cada vez mais multimídia, repleto de informações, os modelos de publicidade tradicionais precisam mudar. Como captar a atenção, mobilizar de verdade esse consumidor? Entretendo. Leve conteúdo relevante e você terá atenção. Os anunciantes do Super Bowl têm um foco e olhar sempre centrado no público, é consumer-centric e não company-centric”, explica.
Seria possível fazer algo desse porte no Brasil?
Eduardo Esteves: “O Brasil demorará a chegar neste patamar do Super Bowl”.O evento traz uma série de benefícios para os anunciantes e a chance de expor marcas diante de milhares de espectadores. Com a paixão dos brasileiros pelo esporte, principalmente o futebol, seria possível realizar algo desse porte no Brasil? Esteves acredita que o país demorará a chegar nesse patamar. “Falta principalmente o esporte ser visto como entretenimento, não somente focar na disputa em si. O Super Bowl é um evento de três horas e meia, mas parece durar semanas, devido ao grande preparo que a NFL faz para sua chegada. Há envolvimento das equipes e jogadores com o público, eles se tornam ferramentas totalmente exploráveis para promover o evento”, assegura .
Maria Fernanda pensa que dificilmente o Brasil atingirá esse status. “O que torna a final do campeonato americano tão visada e especial diz respeito à cultura norte-americana e ao significado social que o evento possui. O Super Bowl é praticamente um feriado nacional, as pessoas estabeleceram o hábito de se reunir e participar da festa. O mais próximo que temos de um evento com tanto apelo midiático no Brasil é a Copa do Mundo, que é global”, enfatiza.
Fonte: http://www.contafio.com.br/marketing-propaganda/cases/as-licoes-de-publicidade-do-super-bowl-175.html
Rede Globo garante transmissões das Copas do Mundo de 2018 e 2022
Emissora prorroga contrato com a Fifa e garante com exclusividade o direito de exibir as edições que serão realizadas na Rússia e no Qatar
Em comunicado oficial divulgado no site da Fifa nesta terça-feira à tarde, a entidade confirmou que a Rede Globo garantiu com exclusividade os direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Qatar. O contrato dá à Globo o direito de exibir o evento em território brasileiro com distribuição para todas as plataformas: TV aberta, TV fechada, internet e telefones celulares. A emissora já possui os direitos para a transmissão do Mundial de 2014, que será realizado no Brasil.
Segundo o secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke, “a força e o poder de distribuição da Globo garantem que a competição será acompanhada pelo maior número possível de pessoas no território brasileiro”. Ele acrescentou que este foi um fator determinante para prolongar o acordo com a Globo.
O presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, também manifestou seu entusiasmo.
- Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. O mais importante para a Globo é permitir que os espectadores sintam-se participando da competição, como se eles próprios estivessem dentro do campo de jogo. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria - disse o presidente das Organizações Globo Roberto Irineu Marinho.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/02/rede-globo-garante-transmissoes-das-copas-do-mundo-de-2018-e-2022.htmlhttp://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/02/rede-globo-garante-transmissoes-das-copas-do-mundo-de-2018-e-2022.html
A FIFA tem o prazer de anunciar a prorrogação de seu acordo de direitos de transmissão com a Rede Globo para a Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018™ e a Copa do Mundo da FIFA Qatar 2022™. O acordo com a maior empresa midiática do Brasil abrange a transmissão via cabo, satélite, terrestre, móvel e por internet de banda larga em todo o país.
“A força de distribuição da Globo em um território tão vasto como o Brasil garante que a competição possa ser seguida pelo maior número de pessoas possível e esse foi o fator determinante na nossa decisão em prorrogar o acordo com a Globo”, disse Jérôme Valcke, Secretário-geral da FIFA.
“Durante mais de 40 anos, a Globo e a FIFA desenvolveram uma parceria muito frutífera, o que proporcionou recompensas significativas para ambos. Durante todos esses anos, a FIFA obteve êxito na tarefa de tornar o futebol o esporte mais popular com uma enorme audiência em todo mundo e tem muito orgulho de fazer parte disso. O mais importante para a Globo é possibilitar que os telespectadores façam parte das competições, como se estivessem eles próprios no gramado. Por essa razão, nós estamos orgulhosos por prorrogar essa parceria", disse o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho.
A Globo, parceira de transmissão da FIFA desde 1970, comprometeu-se com uma cobertura e uma presença sem precedentes da Copa do Mundo da FIFA Brasil™ e em diante, incluindo uma cobertura em TV aberta, como acordado entre as duas partes e conforme as políticas de distribuição da FIFA.
A Globo está entre as maiores emissoras do mundo e é uma inovadora na produção futebolística que proporciona aos torcedores, de forma consistente, as melhores imagens e coberturas possíveis.
Fonte: http://pt.fifa.com/aboutfifa/organisation/news/newsid=1591135/index.html
O milionário patrocínio do Corinthians.
Uma confiável fonte- que até hoje jamais falhou- contou-me que deverá ser muito acima da média o novo patrocínio da camisa do Corinthians. Quanto? Simplesmente 56 milhões de reais/ano, com três anos de contrato, o que dá um total de 168 milhões de reais.
Segundo a minha fonte, embora três sejam as empresas interessadas em estampar o nome na camisa corintiana, a que estaria mais próxima é a Hyundai, montadora sul-coreana automotiva e que está expandindo seus negócios no Brasil.
Se confirmado esse novo patrocínio- como se espera- mais as cotas de tevê, as arrecadações dos jogos e as outras fontes de receita (venda de camisas, de uniformes, etc), estará o Corinthians, em breve, entre os clubes mais ricos do mundo.
A conferir.
Marketing do Grêmio estuda uso de imagem de Luxemburgo
Por Duda Lopes
Na última semana, o Grêmio apresentou Vanderlei Luxemburgo como técnico, e o marketing do clube já planeja como fazer uso da imagem do novo contratado. No próprio evento, o ex-treinador do Flamengo usou a camisa 23, alegando se tratar de um de seus números da sorte.
O fato chegou a gerar polêmica por se tratar também do número da legenda política do presidente do Grêmio, Paulo Odone. Luxemburgo já desmentiu o fato por meio de seu blog pessoal, alegando que a soma de dois mais três forma seu número da sorte, o cinco.
Independente da origem da numeração, essa foi uma demonstração de que Luxemburgo poderá ter apelos extras além do seu papel de treinador. Ainda que o marketing do Grêmio não tenha formulado um plano, a ideia é usar a imagem do novo técnico.
Segundo o diretor de marketing do Grêmio, Paulo César Verardi, essa possibilidade é real devido o histórico do treinador. “Com uma marca desse porte, nós vamos estudar. Pela notoriedade do Luxemburgo, é muito provável que iremos usá-lo no marketing”, afirmou.
Recentemente, o Grêmio fez uso intensivo de um técnico no marketing. Com Renato Gaúcho, que foi ídolo como jogador na década de 1980, o clube convocou a figura do treinador para chamar os torcedores para o programa de sócio-torcedor. Gaúcho se tornou garoto-propaganda do projeto.
O marketing gremista, no entanto, já descarta comparar as ações feitas com Gaúcho com as possíveis ações que serão feitas com Luxemburgo. “É diferente porque o Renato já tem um envolvimento histórico com o Grêmio. A relação é outra”, finalizou Verardi.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/24/24107/Marketing-do-Gremio-estuda-uso-de-imagem-de-Luxemburgo/index.php
PUMA planeja rápido crescimento para se aproximar das rivais no mercado
A PUMA está planejando para os próximos anos ter um crescimento mais rápido que suas principais concorrentes adidas e Nike no mercado de marcas esportivas no futebol mundial. Em comparação com a adidas (líder do mercado), a estimativa de faturamento até 2015 é quase 12 milhões de dólares inferior.
Após prolongar o contrato com a seleção italiana, o presidente executivo da marca, Franz Koch disse que hoje mesmo sendo a terceira no ranking, a ideia é diminuir a diferenças entre as rivais. O planejamento principal segundo ele, passa por conseguir novos contratos com jogadores, clubes e federações.
No último ano a PUMA já começou a se expandir e investir em novos jogadores que estão fazendo grande sucesso, entre eles o meia Cesc Fàbregas, do Barcelona e os atacantes Falcão Garcia (Atlético de Madrid) e Sergio Agüero (Manchester City). Mas ainda assim a presença no mercado europeu precisa ser mais forte, uma vez que no começo do ano na Copa das Nações Africanas, várias seleções vestiam PUMA, mas na Euro, que acontecerá em Junho, apenas duas seleções são patrocinadas pela marca, a Itália e a República Tcheca.
Kock, assumiu a diretoria executiva da Puma em 2011 e tem se destacado pelos novos planejamentos no futebol.
Fonte: http://futebolmarketing.com.br/2012/puma-planeja-rapido-crescimento-para-se-aproximar-das-rivais-mercado/?utm_campaign=Dtwitter&utm_medium=twitter&utm_source=twitter
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
A dez anos do Mundial, Catar-2022 já tem gerenciadora de legado
Comitê catariano contrata empresa para supervisionar obras de estádios e infraestrutura
O Comitê Supremo do Catar para a Copa de 2022, órgão que controla os preparativos para o primeiro Mundial de Futebol no Oriente Médio, anunciou a contratação da empresa CH2M Hill para supervisionar a implantação de toda a infraestrutura relacionada ao evento.
O contrato inclui instalações esportivas, como estádios e centros de treinamento, mas também obras de tranporte, como o novo aeroporto internacional da capital Doha e a rede nacional de metrô. A CH2M Hill também faz o gerenciamento das obras da Londres-2012.
Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/9170/A+DEZ+ANOS+DO+MUNDIAL+CATAR2022+JA+TEM+GERENCIADORA+DE+LEGADO.html
Agência dos EUA compra e unifica direitos da marca Pelé
A agência Legends 10 é a nova responsável pela gestão da marca Pelé. A empresa dos Estados Unidos comprou e unificou direitos sobre o nome do ex-jogador brasileiro, que terá um trabalho centralizado pela primeira vez em 40 anos.
A Legends 10 tem na cúpula o executivo Paul Kemsley, dono do New York Cosmos, time que Pelé defendeu no futebol dos Estados Unidos – atualmente, o brasileiro é presidente honorário da equipe. O valor desembolsado pela marca não foi revelado.
Pelé tinha um contrato de cessão de marca à brasileira Prime Licenciamentos até 2025. Foi essa a empresa que vendeu os direitos à Legends 10.
“Tenho total confiança na Legends 10. Eles vão proteger meu legado hoje e para as futuras gerações. Meu objetivo é seguir motivando e inspirando as pessoas, além de contribuir com o mundo por meio de causas sociais”, disse Pelé à revista norte-americana “NewsWire”.
A partir do negócio, a Legends 10 será a única agência autorizada a negociar direitos de marketing e imagem do Rei. A empresa opera com escritórios em Los Angeles e Nova York.
“Nos próximos quatro anos, três dos maiores eventos esportivos do mundo – a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 – serão realizados no lugar em que Pelé nasceu e foi considerado um tesouro nacional. Claramente, o interesse em trabalhar com o maior embaixador do esporte mais popular do Brasil vai ser um produto premium nesse período”, disse Terry Byrne, porta-voz da Legends 10.
Asics vestirá handebol brasileiro até o Rio-2016
Na corrida entre as empresas por propriedades relacionadas aos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro, a Asics fechou um acordo com o handebol brasileiro. A empresa de material esportivo será parceira oficial da modalidade até o ano do evento carioca.
A parceria com a Asics foi anunciada por Manoel Luiz de Oliveira, presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), em assembleia-geral da entidade. A seleção brasileira já usará produtos fornecidos pela marca durante os Jogos Olímpicos de Londres-2012.
“Vamos promover ações comerciais para os filiados da confederação, como a fabricação de produtos oficiais. Queremos ganhar o respeito do handebol com um trabalho que fique marcado. Será uma via de mão dupla entre a marca e a confederação, com benefícios para os dois lados. Nós nos surpreendemos com a potência econômica da modalidade no Brasil. Já trabalhamos com o handebol há alguns anos, e foi o esporte que mais cresceu em venda na Asics”, disse João Alberto Zappoli, gerente-esportivo da empresa de material esportivo.
A Asics substituirá a Penalty como fornecedora de material do handebol brasileiro. A antiga parceira manterá um acordo com a CBHb apenas para as bolas usadas em competições nacionais.
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