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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Por 30 a 1, Nuzman se reelege no COB até 2016


Em época de eleições municipais, outro importante pleito teve lugar nesta sexta, no Rio de Janeiro. Com 30 votos a favor e um contra, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) reelegeu Carlos Arthur Nuzman como seu presidente pelos próximos quatro anos. Desta forma, se permanecer até o fim do mandato, Nuzman, eleito por primeira vez em 1995, cumprirá 21 anos no cargo em 2016.

A realização dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016 faz do novo mandato do dirigente o mais importante de sua trajetória no cargo. Também presidente do Comitê Organizador dos Jogos do Rio, Nuzman enfrenta atualmente um dos momentos mais turbulentos de sua trajetória no COB. 

Apesar do grande apoio recebido na votação, onde era o único candidato, o dirigente vive um momento de contestação pelos resultados da delegação brasileira nos Jogos deste ano em Londres.  A última edição dos Jogos foi palco ainda de uma grande polêmica envolvendo o nome de Nuzman: o escândalo de espionagem de funcionários do Comitê Organizador dos Jogos do Rio-2016, pelo qual nove funcionários foram demitidos, acusados de copiar ilegalmente material pertencente ao Comitê Organizador de Londres-2012 (LOCOG).

Outro conflito que afeta a Nuzman está relacionado a Confederação Brasileira de Desporto no Gelo (CBDG) e seu presidente, Eric Maleson, que acusam ao mandatário do COB de boicotar a instituição e de contribuir para a intervenção judiciária na Confederação. Maleson foi o único dos 29 presidentes de confederações presentes nesta sexta a votar contra a reeleição de Nuzman.  

Representantes das confederações de Futebol e de Vela e Motor não compareceram à votação. Além disso, o vice-presidente do COB, André Richer, e o ex-presidente da CBF e membro do Comitê Olímpico Internacional, João Havelange, também exerceram seu direito de voto por serem membros natos do COB, e votaram a favor de Nuzman.

Após a eleição, o dirigente reafirmou a meta de elevar o patamar esportivo do Brasil nos Jogos de 2016: “Estamos com a meta de levar o Brasil ao top 10 dos países no total de medalhas em 2016. Temos de buscar atletas capazes não apenas nas modalidades em que o Brasil tem tradição. O desafio é alcançar essa meta em estreita parceria entre COB, confederações e Ministério do Esporte. Nosso desempenho servirá de inspiração para futuras gerações de nosso país”. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/direitoepolitica/27/27081/Por-30-a-1-Nuzman-se-reelege-no-COB-ate-2016/index.php

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Eduardo Paes: Pendências olímpicas só depois do primeiro turno


Prefeito estuda pedir adiamento do prazo ao COI sobre a utilização do Velódromo

Por Renato Onofre

RIO — O prefeito e candidato à reeleição, Eduardo Paes (PMDB), não está com pressa para resolver as pendências existentes no projeto olímpico para a Rio 2016. A decisão, segundo o próprio, só sairá no final de outubro quando, oficialmente, a prefeitura tem a obrigação contratual com o Comitê Olímpico Internacional (COI) de finalizar as licitações previstas no compromisso olímpico.
A reutilização ou não do velódromo serviu de combustível para os adversários nos primeiros debates e gerou apreensão do comitê organizador. Entre elas, o Centro Internacional de Radiodifusão(IBC), o centro de tênis, a arena de handebol, o parque aquático, além de resolver um dos principais imbróglios do projeto: o destino do Velódromo de Jacarepaguá.
O embate levou ao principal adversário do prefeito, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), diminuir os tons de crítica ao projeto olímpico. O COI chegou a anunciar, em tom de ameaça, que qualquer mudança no cronograma acordado com o Rio poderia inviabilizar a realizações dos Jogos, em um recado claro aos prefetáveis cariocas.
Internamente, a ordem na prefeitura é não antecipar nenhuma decisão por conta do primeiro turno. A equipe trabalha apostando na continuidade do prefeito Eduardo Paes à frente da gestão. Disparado na liderança em todas as pesquisas divulgadas até aqui - sempre com mais de 50% dos votos-, Paes não tem pressa em decidir a questão agora.
Entre os projetos de infraestrutura, qual mais preocupa é a TransBrasil. Fora do cronograma inicial do evento, a quarta linha de BRT da cidade foi incluída no legado olímpico pelo próprio prefeito e terá financiamento federal. Contudo, até o momento, o compromisso pela liberação da verba não foi para o papel.
— Acho que tem uma questão (pendente) ainda no Parque Olímpico que é o Velódromo. E eu estou fazendo todo o esforço para manter o Velódromo lá porque eu acho um absurdo gastar R$ 14 milhões, mesmo que não tenha sido no meu governo, num equipamento e depois destruí-lo. Estamos estudando no limite a possibilidade de manter o local — disse o prefeito.
Ao ser questionado sobre o prazo final para decisão, o prefeito disse que ainda está indefinido e admitiu que pode pedir o adiamento junto ao COI:
— Deve sair na data limite que a gente tem com o COI. É se até lá não tivermos uma solução é estudo pedir ao COI, neste caso específico, um adiamento.
Durante a visita ao Hospital da Mulher, Paes voltou a dizer que a saúde continua sendo o principal problema da cidade. Ele disse ainda que, caso reeleito, não pretende construir uma nova unidade hospitalar na cidade e anunciou a intenção de municipalizar os hospitais Rocha Faria e Albert Schweitzer, ambos administrados pelo governo estadual na Zona Oeste.
— A minha ideia é cada vez mais avançar (na saúde) na Zona Oeste porque a prefeitura não tinha nenhuma unidade aqui. Quero municipalizar o Albert e o Rocha Faria, que são estaduais. Mas temos que fazer isso de forma bem equilibrada com a prefeitura, estado e governo federal discutindo juntos. A conta tem que ser dividida entre os três níveis de governo. Não podemos repetir os erros do passado quando se municipalizou tudo e depois foi dando problema — afirmou Paes fazendo uma referência aos problemas ocorridos no último governo do ex-prefeito Cesar Maia (DEM) que levaram a intervenção do governo federal na saúde da cidade.
Paes ainda falou sobre a falta de médicos na rede municipal:
— Não tenho dúvida que o nosso maior desafio é a saúde. E a falta de médicos é um dos problemas. Temos o compromisso de contratar mais dois mil médicos (em uma nova gestão).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/eduardo-paes-pendencias-olimpicas-so-depois-do-primeiro-turno-6210999#ixzz27iaTFnB9 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Após eleição, Ary Graça exalta vôlei brasileiro: "exemplo a ser seguido"

Eleito presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) na última sexta-feira em cerimônia realizada no Congresso Mundial da entidade, em Anaheim, nos Estados Unidos, o brasileiro Ary Graça, que também comanda a Confederação Brasileira e Sul-Americana de Vôlei, já preparara sua gestão para os próximos quatro anos.
Entre as principais medidas que fazem parte da plataforma de campanha estão o desenvolvimento de estratégias de acordo com as necessidades das federações nacionais, a disseminação do vôlei de praia que, de acordo com ele, sempre está em evolução, além de uma maior integração entre as entidades da comunidade do vôlei mundial.
Segundo brasileiro a dirigir uma federação esportiva internacional - o outro foi João Havelange, na Federação Internacional de Futebol (Fifa) -, Ary Graça, em entrevista exclusiva ao Terra, afirmou que o sucesso do vôlei do Brasil deve ser um reflexo para as demais federações. Os EUA, por exemplo, são uma potência na modalidade, mas não têm um campeonato profissional.
O brasileiro, que se tornou o quarto presidente da história da FIVB - antecederam a gestão dele o francês Paul Libaud (1947 a 1984), o mexicano Rubén Acosta (1984 a 2008) e o chinês Jizhong Wei (2008 a 2012)-, acredita que o vôlei já é um esporte mundialmente conhecido e respeitado, mas garantiu que é necessário capacitar profissionais para que a modalidade se desenvolva "em todos os sentidos".
Confira a entrevista exclusiva de Ary Graça ao Terra:

Terra - O que os resultados do vôlei brasileiro contribuíram para que você concorresse à presidência da FIVB?
Ary Graça - O sucesso do voleibol brasileiro em quadra reflete a organização que temos fora dela. E é justamente essa organização que queremos levar para todo o mundo: nosso modelo de gestão, baseado em unidades de negócios - foi reconhecido em 2002 pela própria FIVB como um exemplo a ser seguido pelo mundo. De lá para cá, desenvolvemos ainda mais esse modelo e queremos mostrar que é possível adaptá-lo para diferentes realidades.

Terra - Você tem planos para tornar o vôlei um esporte mais respeitado mundialmente?
Ary Graça - O vôlei já é um esporte respeitado, mas tem um enorme campo para crescer. Precisamos capacitar profissionais em nível mundial. Esse é um passo fundamental para levarmos a gestão ao maior número possível de federações. Quando elevarmos o nível da gestão do voleibol mundial, a modalidade se tornará um negócio mais atrativo e rentável. Com mais recursos, o vôlei poderá se desenvolver em todos os sentidos.

Terra - Como você pretende ajudar os EUA (maior economia do mundo) a ter um campeonato profissional de vôlei de quadra?
Ary Graça - Os Estados Unidos possuem grandes seleções, mas ainda não conseguiram se organizar da melhor forma como um "negócio". O potencial que existe lá é muito grande, mas há muito trabalho pela frente. O voleibol está distante dos esportes mais populares dos Estados Unidos, mas a consolidação do mercado americano pode ajudar muito a modalidade de uma forma geral.

Terra - Você sente saudade da vantagem? Pretende mudar a regra do saque? 
Ary Graça - Não, de forma alguma. Essa mudança tornou o jogo mais dinâmico, foi fundamental para que o voleibol se tornasse um produto ainda mais atrativo para a televisão. Essas decisões transformam a modalidade cada vez mais em um espetáculo. Sobre as mudanças, serão decididas posteriormente.

Terra - Além da quadra, você estuda fazer mudanças nas regras do vôlei de praia?
Ary Graça - Sim, o esporte está sempre em evolução. O tempo todo pensamos em aspectos que possam tornar o vôlei de praia mais atraente para todos os envolvidos, desde os atletas até a TV. Mas tudo deve ser amplamente discutido, especialmente com os jogadores.

Terra - Sobre os Jogos Olímpicos de Londres, a derrota da Seleção masculina para a Rússia, de virada, na final, é motivo para você ter pesadelos?
Ary Graça - Não existe isso. A seleção russa tinha um grande time, assim como o nosso. Era um duelo de altíssimo nível, sem favoritos. Trazer uma medalha olímpica de prata é um grande feito, não uma derrota.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/volei/noticias/0,,OI6173635-EI1891,00-Apos+eleicao+Ary+Graca+exalta+volei+brasileiro+exemplo+a+ser+seguido.html

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Capitão Léo ataca grupo apoiado por Zico: 'Esquema para privatizar o Fla'


Envolvido na polêmica nomeação de pessoas por Patricia, Leonardo Ribeiro crê que grupo do candidado Wallim de Vasconcellos quer levar clube para Maracanã 'a preço de banana'

Por Amélia Sabino e Bruno Braga

Envolvido na polêmica sobre a nomeação de pessoas ligadas à base política do Flamengo pela presidente Patricia Amorim ao gabinete dela na câmara de vereadores, o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, resolveu atacar Wallim Vasconcellos, provável rival de Patricia Amorim na eleição presidencial, em dezembro deste ano.
– O que está por trás disso é um grande esquema de privatização do Flamengo feito por esse grupo de executivos ligados ao Eike Baptista que querem tomar de assalto o Flamengo. Eles que estão por trás dessa manobra para levar o Flamengo para o Maracanã a preço de banana. Nós não vamos deixar – disse Leonardo Ribeiro.
Apoiado pelo ídolo Zico, desafeto de Leonardo Ribeiro, Wallim Vasconcellos, da chapa "Fla Campeão do Mundo", nega as acusações de Leonardo Ribeiro:
– Para ser gerido como uma empresa, o Flamengo não precisa se tornar uma. Somos terminantemente contra a transformação do Flamengo em empresa. Vamos recuperar o clube. Nosso compromisso será entregar uma gestão profissional, que devolverá credibilidade à marca e permitindo a execução de um planejamento de recuperação e crescimento do clube a médio e longo prazo – disse o candidato.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/flamengo/Leonardo-Ribeiro-Zico-Esquema-Fla_0_768523144.html#ixzz25d8Itgfv 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Vasco promove eleição para jogador usar a camisa 114


A numeração do Vasco terá uma novidade no clássico contra o Fluminense, no dia 25 de agosto, válido pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Um dos atletas da equipe cruzmaltina usará a camisa 114, alusão ao aniversário de fundação da equipe.

A efeméride acontece nesta terça-feira (21 de agosto). A ação de um número de camisa alusivo ao aniversário já foi feita pelo Vasco nas últimas três temporadas (Carlos Alberto jogou com a 111, Fernando Prass usou a 112 e Dedé vestiu a 113).

Neste ano, a diretoria do Vasco promoveu uma eleição entre os atletas para definir cinco nomes. Juninho Pernambucano, Felipe, Dedé, Fernando Prass e Alecssandro, os mais votados, foram levados à ação popular.

Os cinco nomes estarão disponíveis na página oficial do Vasco na rede social Facebook. O mais votado usará a camisa 114, e a peça será leiloada depois do clássico com o Fluminense.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26429/Vasco-promove-eleicao-para-jogador-usar-a-camisa-114/index.php

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Situação e oposição divergem sobre marketing do Flamengo


Por Daniel Zalaf

Em ano de eleição, oposição e situação sempre buscam questões para debater. E nos clubes de futebol, entre eles o Clube de Regatas Flamengo, não é diferente. Em dezembro, um novo processo eleitoral acontecerá no clube da Gávea e diversas correntes já se manifestam em torno dessas eleições.

Um destes grupos é o Planeta Fla, movimento liderado pelo advogado, empresário e jornalista Ricardo Gomlevski, candidato ao posto de presidente do Flamengo, e que busca, principalmente, a reforma do departamento de marketing do clube, que consideram “sucateado” pela atual gestão Patrícia Amorim.

“A gestão Patrícia Amorim está cheia de falhas. Houve uma surpreendente piora em relação ao marketing. Nada foi feito. Em três anos de seu mandato, o clube não conseguiu vender sequer um patrocínio máster”, afirmou Gomlevski, em entrevista à Maquina do Esporte.

“Nós estamos projetando a próxima gestão de marketing do Flamengo. Hoje em dia o Flamengo tem apenas o quinto faturamento com marketing no Brasil, sendo que tem a maior torcida não só do país, e sim do mundo. Não há razão para que isso aconteça, a não ser por incompetência e despreparo da atual gestão”, declarou.

Em resposta as declarações da oposição, Henrique Brandão, vice-presidente de marketing do Flamengo afirma que o marketing do clube é profissional e, ao mesmo tempo, realista em relação ao mercado atual. “O marketing do Flamengo é totalmente profissionalizado. Nós somos a gestão que mais ampliou o departamento, chegando ao máximo que o estatuto nos permite. O Flamengo não está acima do mercado. O momento econômico em geral é complexo, não podemos pensar em valores estratosféricos”, afirmou Brandão.

“Nós somos o clube que mais ganhou com patrocínios na camisa este ano no Brasil. Mesmo sem um patrocínio máster, conseguimos arrecadar 20 milhões líquidos. Muita se ouve de clubes como Corinthians e São Paulo, que ganhariam valores absurdos, alguns falam até em 70 milhões. Mas cadê esse dinheiro? Hoje em dia nenhum deles tem patrocínio máster vendido. Nós não alardeamos, somos concretos”, completou.

O Planeta Fla alega ainda que as atitudes da atual gestão prejudicam também a valorização do Flamengo como marca. “A presidente mente para a imprensa, tem mau relacionamento com os jogadores, permite a saída conturbada de atletas, como no caso do Ronaldinho, põe cláusulas de rescisão absurdas nos contratos dos técnicos e depois manda embora[...] Ela está tendo uma má performance como dirigente porque é despreparada e desqualificada para o cargo.”, disse o candidato.

“É uma boa moça, representou muito bem o clube como atleta, mas não tem capacidade de dirigir um clube como o Flamengo.”, completou Gomlevski.

Já Brandão acredita que a marca do clube se mantém forte apesar do período turbulento do futebol. “A saída desses técnicos não mexeu com a marca. Não sei se o método é certo ou errado, mas é algo normal no futebol brasileiro. Não estamos na Inglaterra, onde os técnicos duram décadas, como o Ferguson e o Wenger. Aqui, o técnico é algo que não tem relação direta com a marca, é algo que não influi. O que influi na valorização da marca dos clubes é a conquista de títulos e o bom desempenho em campo. Em 2009 trocamos de técnico mais de uma vez, mesmo assim fomos campeões e vendemos mais de um milhão de camisas com a Olympikus”, afirma.

Ainda sobre a influência sobre a marca, Brandão afirma que alguns casos tiveram sim certos efeitos negativos para a instituição. “O caso do Ronaldinho afetou um pouco nossa marca porque ele é a figura do ídolo. O ídolo é algo que sempre ajuda a valorização da marca, é um símbolo do clube. O caso Bruno também foi ruim para nós, mas o clube se recupera rapidamente. Acho que o que sai mais afetado é a visão da garotada, dos jovens torcedores, que tem seus ídolos como referência, mas que não entendem bem o que está acontecendo”, disse o dirigente.

O grupo opositor à gestão atual defende também a autonomia do departamento de futebol do clube: “Nós queremos a autonomia do departamento de futebol. Com dirigentes profissionais, orçamento próprio, um gerente e uma equipe capacitados para administrar uma equipe como deve ser feito.” O Futebol passaria a ter gestão própria, independente dos demais setores do Clube, regulada e controlada por um instrumento de delegação planejada, aprovado pelo Conselho do Flamengo”.

 O Planeta Fla é um projeto sustentado por doações de sócios e torcedores do clube e não conta com ajuda de empresas. O projeto foi lançado em marco deste ano e visa às eleições presidenciais do Flamengo em dezembro, onde a atual comandante, Patrícia Amorim, poderá ser reeleita.

Além de Gomlevski e Amorim, Marcus Braz, ex-diretor da gestão Patrícia Amorim é outro possível candidato à presidência do clube. O empresário e ex-nadador do clube, Lysias Itapicurú, e o publicitário Affonso Romero são outros candidatos da lista.

Já a coluna “Gois de Papel”, do jornalista Anselmo Gois, do jornal O Globo, e o blog “O Cronista Esportivo” afirmam que outro grupo da oposição, o movimento “Ocupe o Flamengo”, comandado pelos ex-presidentes do clube Márcio Braga e Kléber Leite, haveria contatado os executivos Carlos Geraldo Langoni, ex-presidente do Banco Central do Brasil, Rodolfo Landim, ex-executivo da OGX, Luís Eduardo Baptista, presidente da Sky, e Flávio Godinho, executivo da MPX para preparar um projeto com diretrizes básicas para a modernização do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26275/Situacao-e-oposicao-divergem-sobre-mkt-do-Flamengo/index.php

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Por democracia no vôlei, presidente da FIVB descarta reeleição


BRIAN HOMEWOOD - Reuters

O organismo que controla o voleibol mundial só teve dois presidentes durante os 51 primeiros anos de sua existência, por isso foi uma surpresa e tanto quando o atual mandatário disse que irá deixar o cargo após um único mandato.

Wei Jizhong disse à Reuters que irá manter sua decisão, afirmando que isso lhe dará a certeza de que as eleições deste ano serão as mais transparentes que a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) já teve.

"Tive a oportunidade de me tornar presidente e meus objetivos eram mudar a imagem da FIVB no mundo esportivo e fazer mudanças na governança interna de acordo com os seguintes quatro princípios básicos: transparência, democracia, delegação de poder e supervisão", disse ele.

"Já que não procuro me reeleger, posso organizar e supervisionar as eleições mais democráticas na história da FIVB", afirmou Wei, ex-presidente da Confederação Asiática de Voleibol e cheio de energia aos 75 anos.

A decisão de Wei é incomum entre diretores esportivos, muitos dos quais passam décadas no cargo.

Joseph Blatter terá passado 17 anos à frente da Fifa quando seu atual mandato terminar em 2015, e seu antecessor, o brasileiro João Havelange, ocupou a posição durante 24 anos.

Os precursores de Wei também estiveram na função por muito tempo. O francês Paul Libaud encabeçou a FIBV de sua fundação em 1947 até 1984, quando foi substituído pelo mexicano Ruben Acosta, que ali permaneceu por outros 24 anos.

Quando Acosta pediu para sair em 2008, apresentou Wei como seu sucessor durante o congresso da FIVB, e o chinês foi imediatamente aprovado - nenhum outro candidato sequer teve uma chance.

"Talvez ser um ex-esportista me ofereça uma perspectiva diferente", disse Wei, que jogou vôlei no time da Universidade de Nanjing.

"Queria limitar o mandato de futuros presidentes da FIVB, mas o comitê executivo não concordava com isso".

O norte-americano Doug Beal, o brasileiro Ary Graça e o australiano Chris Schacht se oferecerão para sunstituir Wei no Congresso da FIVB na Califórnia em setembro.

Os quatro anos de Wei no comando da organização incluíram uma recolocação da marca FIVB e a introdução de um fundo de desenvolvimento para ajudar o crescimento da modalidade nas categorias de base. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,por-democracia-no-volei-presidente-da-fivb-descarta-reeleicao,904362,0.htm

segunda-feira, 5 de março de 2012

Ary Graça tem apoio de mais 11 federações para eleição da Federação Internacional de Vôlei

por ESPN.com.br com agência Gazeta Press

Candidato à presidência da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), Ary Graça vem angariando apoio para a eleição que ocorre em setembro, nos Estados Unidos. Durante o 65º Congresso da Confederação Sul-americana de Voleibol (CSV), da qual é mandatário, ele ganhou o assentimento de 11 presidentes das federações afiliadas à CSV.

Ary Graça, que também comanda a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), condicionou o apoio ao atual momento do esporte no continente. Ele lembrou que em 2011, a CSV bateu um recorde ao realizar dez eventos de quadra e 11 de praia, além da participação em outros 12 torneio no exterior.

“O ano de 2011 foi muito importante para a CSV. O continente recebeu três dos quatro campeonatos mundiais das categorias de base. E nós conseguimos realizar eventos com o mais alto nível de qualidade e organização”, afirmou Ary Graça, que ainda comentou sobre o surgimento de dois novos torneios.

“A Confederação Sul-Americana inovou e criou dois eventos que foram realizados pela primeira vez: os campeonatos sul-americanos infantis, para atletas com menos de 16 anos. O feminino foi realizado no Uruguai e o masculino no Equador. E não foram poucos os elogios que recebemos dos treinadores que estiveram nessas competições”, garantiu. O Brasil ficou com o título em ambas as categorias.

Ary Graça anunciou a candidatura para presidir a FIVB no período de 2012-2016 em dezembro, e já à época recebeu o apoio de quatro das cinco Confederações Continentais, que formam a FIVB. Saleh Bin Nasser, da Arábia Saudita, Amr Elwani, do Egito, Cristobal Marte Hoffiz, da República Dominicana, que presidem as Confederações da Ásia, da África e da Norceca, respectivamente, concordaram com a decisão do brasileiro.