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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Camisa do Vasco em 2013 homenageará seus 115 anos


Por Mauro Zafalon

O Vasco da Gama será um dos últimos times patrocinados pela Penalty a lançar os uniformes para a temporada 2013. O evento para apresentá-los ainda não tem data definida, porém deve ocorrer apenas em março.

“As novas camisas prestarão uma homenagem aos 115 anos do clube, que serão comemorados em 2013”, revelou Eduardo Machado, vice-presidente de marketing do Vasco da Gama.  

Inicialmente, no entanto, serão divulgados apenas os uniformes 1 e 2. A terceira vestimenta será anunciada somente no segundo semestre. A prática é muito comum entre as equipes cujo material esportivo é fornecido pela Penalty.

De acordo com Machado, o time carioca, em parceria com a empresa do Grupo Cambuci, lançará teasers com informações e dicas a respeito da camisa 3, por meio de suas redes sociais. Desse modo, os torcedores poderão ter noção da roupa, antes mesmo de ela ser apresentada.

O último modelo do terceiro uniforme vascaíno rende polêmica até os dias de hoje. A peça, desenhada pela Cavalera e divulgada no início de 2012, foi impedida de ser utilizada pelo Vasco da Gama por ser azul, o que feriria o estatuto do clube.   

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28374/Camisa-do-Vasco-em-2013-homenageara-seus-115-anos/index.php

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O esporte virou a mídia. E a mídia…


Por Erich Beting

“Esse contrato acaba fazendo com que a gente faça um trabalho muito mais forte em mídias sociais, pontos de venda e também na ativação do patrocínio para conseguir rentabilizá-lo o máximo possível”. A frase foi dita hoje por Alexandre Estefano, diretor da Penalty, sobre o acordo com o São Paulo.

Investindo cerca de 10% de seu faturamento no contrato com o São Paulo, a Penalty abriu mão de qualquer outra ação de mídia para focar os esforços nas ativações dos clubes patrocinados (Ceará, Figueirense, Náutico, Santa Cruz, Vasco e Vitória são os outros clubes no Brasil). No próprio lançamento do uniforme do São Paulo nesta quinta-feira tinham dois torcedores que foram selecionados ao vencerem concursos feitos nas redes sociais da fabricante.

O fato é que, com o advento e fortalecimento das mídias sociais, ficou muito mais fácil para uma empresa se relacionar diretamente com o seu consumidor. E isso, somado ao melhor desenvolvimento do marketing nas entidades esportivas, fez com que o esporte se transformasse na mídia. Um evento esportivo é objeto de desejo de consumo para qualquer um. Clube, atleta ou campeonato fazem com que o torcedor acompanhe com afinco aquele determinado tema.

A partir do instante em que o esporte percebe essa força, ele encurta o caminho para o sucesso de uma ação de marketing de uma empresa. Valendo-se do exemplo da Penalty com o São Paulo, é muito mais eficiente para a empresa falar diretamente com o torcedor são-paulino nas redes sociais do que por meio de um anúncio num site, numa rádio, numa TV ou numa revista. O clube é a plataforma e também a propriedade ideal para fazer essa comunicação.

O exemplo vale também para artistas da música, da televisão, do cinema. Com sua legião de fãs, eles são mais eficientes para convencer as pessoas do que apenas uma propaganda. Ainda mais com a mídia cada vez mais fragmentada em diversos veículos, o sucesso de uma campanha fica bem maior quando existe um vínculo emocional que a indústria do entretenimento pode proporcionar.

Até por conta disso, essa mudança de comportamento das empresas na hora de se relacionar com o consumidor tende a começar pelas empresas de material esportivo. Por viver do esporte, elas tendem a usá-lo melhor como plataforma de comunicação. E, se pararmos para pensar, é cada vez mais pelas mídias sociais que essas grandes marcas procuram o consumidor.

No Brasil, algumas mudanças significativas nos últimos três anos contribuíram muito para que o processo de transformação do esporte em plataforma de mídia para as marcas se acelerasse. O primeiro deles foi a perda de importância da TV aberta. Com a internet cada vez mais forte e a TV a cabo cada vez mais abrangente, a audiência dos canais abertos caiu. O consumidor, aos poucos, se dissipa, dificultando a forma como encontrá-lo. Da mesma forma, o esporte como negócio tem se fortalecido e se preocupado em falar de forma mais calorosa com o torcedor.

As empresas de mídia, nesse processo, viram as intermediárias da união do esporte com o consumidor, só que sofrem com a fuga do anunciante. Ou elas começam a perceber que não podem ser só mídia ou vão perder de goleada para o esporte, o cinema, o teatro, a novela…

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2013/01/17/o-esporte-virou-a-midia-e-a-midia/

Por árbitros, Centauro renova com Penalty


A rede de lojas Centauro renovou seu acordo com a Penalty, fornecedora de uniformes para a equipe de arbitragem da Confederação Sul-Americana de futebol (Conmebol), e terá a sua marca presente pelo terceiro ano consecutivo nos uniformes dos juizes e assistentes que apitarão os campeonatos organizados pela confederação em 2013.

"É um ano importante para estar na Libertadores, que teve início na última terça-feira e conta com a participação de seis importantes clubes brasileiros [Palmeiras, Corinthians, Fluminense, São Paulo, Grêmio e Atlético-MG], além de equipes tradicionais da América do Sul. Com a arbitragem, a Centauro terá exposição em todos os 234 jogos das 38 equipes da competição", diz o comunicado oficial enviado à imprensa.

O primeiro acordo entre Centauro e Penalty teve início há quatro anos, quando pela primeira vez a empresa patrocinou os uniformes da arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nos campeonatos nacionais das Séries A, B, C e na Copa do Brasil.

“Está no DNA da Centauro trabalhar a democratização do esporte no Brasil. Esta parceria com a Penalty, em especial no futebol, consolida nossa estratégia de incentivar o esporte mais popular do país”, define Ana Paula Grimaldi Roso, diretora de Marketing do Grupo SBF, proprietário da rede Centauro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28260/Por-arbitros-Centauro-renova-com-Penalty/index.php

domingo, 20 de janeiro de 2013

Ausente em evento, Ceni negocia com Penalty


Por Erich Beting e Rodolfo Gomes

A apresentação dos uniformes do São Paulo com a Penalty teve como grande ausência o goleiro Rogério Ceni. Capitão e maior ídolo do clube, o jogador teve sua camisa apresentada por um torcedor que venceu um concurso cultural promovido pela Penalty para suprir a ausência do atleta.

Ceni tem contrato para fornecimento de luvas com a Poker e, até o fim do ano, era patrocinado pela Reebok, antiga fornecedora do clube. Agora, dois anos e meio após o fim do contrato do goleiro com a Penalty, as partes voltaram a negociar uma possível parceria. O plano da empresa é fechar com o atleta nesse período final de carreira.

"O Rogério esteve conosco por muito tempo e claro que temos interesse em contar com ele, mas ainda não conseguimos chegar a um acordo sobre os valores desse contrato. Para nós seria muito bom estar com ele nesse momento tão importante da sua carreira", disse Alexandre Estefano, diretor de operações internacionais da Penalty.

Penalty e Rogério inciaram a primeira parceria em janeiro de 2008, mas após dois anos o jogador assinou com a Reebok, lançando inclusive uma linha de roupas com a fabricante, que pertence ao grupo Vulcabras|Azaleia. Sem Rogério, coube a Lúcio, Ganso, Luis Fabiano, Wellington, Jadson e o goleiro reserva Dênis apresentarem as novas vestimentas do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/28/28160/Ausente-em-evento-Ceni-negocia-com-Penalty/index.php

Penalty "lança" camisa do São Paulo no espaço


Por Erich Beting e Rodolfo Gomes

A Penalty e o São Paulo encontraram um jeito inusitado de fazer o lançamento do novo uniforme do clube, apresentado nesta quinta-feira no estádio do Morumbi. A primeira imagem da camisa foi exibida por meio de um vídeo. O filme, de quase três minutos de duração, mostrou como empresa e clube fizeram para levar para o espaço a camisa tricolor. 

Por meio de um balão, a camisa de jogo foi lançada ao espaço e retornou à superfície terrestre, caindo na cidade de Taubaté, no interior de São Paulo. A vestimenta, porém, não foi apresentada no evento de apresentação dos uniformes, que contou também com a participação de um torcedor que venceu um concurso cultural promovido pela Penalty no Facebook. 

A ideia da ação partiu da Z+, agência de publicidade que tem a conta da Penalty e que é responsável pela gestão das mídias sociais da fabricante. O uso das mídias sociais e as inovações, aliás, deverão balisar o relacionamento entre São Paulo e Penalty.

A fabricante de material esportivo deve repetir com o clube paulista o que tem feito com outros clubes patrocinados, usando as redes sociais para alavancar o relacionamento com o consumidor. Até por conta do alto investimento no negócio, de R$ 35 milhões entre pagamento em dinheiro, produtos, royalties e espaço no clube.

"Esse contrato acaba fazendo com que a gente faça um trabalho muito mais forte em mídias sociais, pontos de venda e também na ativação do patrocínio para conseguir rentabilizá-lo o máximo possível", afirmou Alexandre Stefano, diretor de operações internacionais da Cambuci, empresa detentora da marca Penalty.

O lançamento da camisa já foi uma primeira mostra desse posicionamento da marca. Assim que o vídeo com a ida do uniforme para o espaço foi exibido, o perfil da Penalty no Twitter e no Facebook já publicava o link para que o torcedor visse o mesmo vídeo no YouTube (reprodução abaixo).



Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28153/Penalty-lanca-camisa-do-Sao-Paulo-no-espaco/index.php

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Penalty diz ter fôlego para brigar no topo do futebol nacional


Por Mauro Zafalon

Mal começou 2013 e o mercado esportivo já apresentava novidades. E novidades caras. No primeiro dia do ano, o São Paulo anunciou a Penalty como sua nova fornecedora de material esportivo até dezembro de 2015. Mas o que chamou atenção foi mesmo o valor que será desembolsado pela empresa brasileira: R$ 35 milhões aos cofres tricolores, segundo as duas instituições.

As cifras ultrapassariam os negócios entre Corinthians e Nike e Flamengo e Adidas, ratificando a associação entre São Paulo e Penalty como a mais valiosa entre um clube de futebol e uma fornecedora de material esportivo no Brasil. "Temos muito fôlego para brigar nesse patamar", afirmou Rafael Gouveia, gerente-geral de operação da Penalty, em entrevista à Máquina do Esporte. Vale lembrar que a corporação nacional e a equipe do Morumbi já foram parceiras na década de 1990, quando o time paulista se tornou bicampeão mundial.

Desde essa época, muita coisa mudou para a dupla. Principalmente para a Penalty. A companhia, pertencente ao Grupo Cambuci, passou por uma verdadeira reformulação em abril de 2011: reposicionou sua marca, reformulou sua linha de produtos e direcionou todos os seus investimentos para o futebol, remontando às suas origens, na década de 1970.

Após a “revolução”, a Penalty apostou em conscientizar seu público sobre a “nova” marca e exibiu uma série de comerciais na televisão fechada. Agora, em 2013, a meta é outra. “É hora de dar o segundo passo, que será a ativação de nossas propriedades”, revelou Gouveia.

Leia a entrevista na íntegra:

Rafael Gouveia
Rafael Gouveia é gerente-geral de operação da fabricante brasileira de material esportivo Penalty, empresa pela qual trabalha desde outubro de 2011.
Antes de chegar à Penalty, o executivo ocupou posições de liderança nas áreas comerciais e de operações nas companhias Unilever, JBS Friboi e Schincariol.
Gouveia é formado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).


Máquina do Esporte: O que a Penalty espera dessa parceria com o São Paulo?
Rafael Gouveia: Nesses três anos de parceria com o São Paulo, queremos contribuir muito para que essa relação seja boa para o clube. A Penalty deseja ser mais que simplesmente a fornecedora de material esportivo do São Paulo. O objetivo da empresa é desenvolver e participar de vários projetos ao lado do time.

ME: Um desses projetos deve ser a criação de uma camisa vermelha, em alusão à nova cor das cadeiras do Morumbi. O que você pode dizer a respeito disso?
RG: Esse será um dos nossos primeiros projetos e ocorrerá em parceria com o departamento de marketing do São Paulo. Estamos criando uma camisa vermelha em homenagem à cor das cadeiras do Morumbi, e ela vestirá os atletas durante uma partida ainda indefinida, provavelmente no mês de março. A ideia é transformar o Morumbi em uma arena vermelha nesse dia.

ME: A Penalty costuma produzir as camisas 3 de seus clubes em parceria com a grife Cavalera. Embora a camisa vermelha seja apenas um modelo comemorativo, há chances de a peça ser desenhada pela Cavalera? A Penalty tem interesse em ativar a grife em sua relação com o São Paulo?
RG: Nesse primeiro momento, é provável que ainda não vamos ativar a Cavalera na parceria com o São Paulo, mas nada está descartado. No entanto, queremos, sim, no futuro, trabalhar com a Cavalera em alguns produtos para o clube. Talvez agora ainda seja um pouco cedo para isso.

ME: A Penalty também terá uma loja com o São Paulo no Morumbi. Quando ela estará disponível para os torcedores?
RG: Essa loja no estádio do Morumbi será outro grande projeto entre a Penalty e o São Paulo. Até agora, ela ainda não foi entregue oficialmente à Penalty. O antigo fornecedor de material esportivo [a inglesa Reebok, parceira de 2006 a 2012] está desocupando o espaço. Em breve, devemos receber a loja e, posteriormente, ela já estará funcionando.

ME: Dentre os cinco clubes de maior torcida no Brasil, a Nike é parceira de um (Corinthians), a Adidas será parceira de dois (Palmeiras e Flamengo), e a Penalty, também chegou a dois times, já que, além do São Paulo, também fornece material ao Vasco. Até onde vai o fôlego da Penalty para brigar com Nike e Adidas nesse patamar?
RG: Essa é uma excelente pergunta. É o seguinte: a Penalty tem o objetivo de ser a maior marca brasileira de futebol. Não foi ao acaso que nos tornamos a fornecedora de material esportivo de São Paulo e Vasco. Sabemos da importância de nos associarmos a grandes clubes brasileiros. Vamos continuar trabalhando para ter sempre times desse nível. E temos muito fôlego para isso.

ME: O contrato da Penalty com o São Paulo tem sido tratado como o mais alto do Brasil entre fornecedor de material esportivo e clube, valendo R$ 35 milhões anuais. Como é detalhado esse valor?
RG: O valor oficial do contrato é, sim, de R$ 35 milhões por ano. Essa quantia já foi inclusive divulgada pela própria Penalty e pelo São Paulo. Esses R$ 35 milhões são divididos entre algumas propriedades, como pagamento em dinheiro ao clube e produção de material esportivo, da mesma forma que em todos os contratos.           

ME: Em 2010, a Penalty teve um faturamento líquido de R$ 248 milhões. Como foram esses dois últimos anos?
RG: Em 2011, tivemos um grande crescimento de dois dígitos percentuais em relação ao ano anterior. Isso se deu, muito em grande parte, por conta da parceria com o Vasco, que fez uma ótima temporada, conquistando o título da Copa do Brasil e o vice-campeonato do Brasileirão. Quanto a 2012, ainda não temos os números, mas novamente conseguimos um bom lucro. Os valores devem ser divulgados em breve em nosso balanço anual.

ME: Quais são as metas da Penalty para 2013?
RG: Pretendemos continuar com o alto investimento no futebol, consolidar nossa marca no mercado e dar sequência à sua internacionalização. Nesse ano, também esperamos realizar muitas ativações de nossas propriedades e de nossas parcerias, especialmente essa com o São Paulo.

ME: A Penalty exibe regularmente comerciais na televisão fechada. Como isso se dará neste ano?
RG: Desde que a Penalty passou por uma reformulação em 2011, investimos muito em publicidade para divulgar e apresentar às pessoas a “nova” Penalty, para que todos tivessem consciência da marca. Esse foi o primeiro passo. Agora, é hora de dar o segundo, que será a ativação de nossas propriedades. Portanto, diminuiremos a quantidade de publicidade para focar a ativação das propriedades. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/entrevistas/view/0/318/Rafael-Gouveia/index.php

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Penalty lança aplicativo para “lotar” o Morumbi


A Penalty começou a promover sua marca para os torcedores do São Paulo. A empresa de material esportivo lançou um aplicativo em sua página oficial do Facebook com o mote #fazhistoria.

Na campanha, cada mensagem que o torcedor são paulino envia representa um lugar no Morumbi. Os recados podem ser enviados na própria página da empresa no Facebook. O aplicativo ainda mostra a contagem regressiva para 67.042 mensagens, número que representa a capacidade máxima do estádio.

A Penalty oficializou recentemente seu retorno ao São Paulo. A nova fornecedora de material esportivo do time paulista pagará R$ 35 milhões anuais até o fim de 2015.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28054/Penalty-lanca-aplicativo-para-lotar-o-Morumbi/index.php

domingo, 6 de janeiro de 2013

Os valores totais e as receitas anuais garantidas dos novos contratos de patrocínio de fornecedores


Por Emerson Gonçalves

O que temos visto nos últimos meses e mais acentuadamente nas últimas semanas e dias, são declarações a respeito dos valores dos patrocínios de fornecedores dos três clubes que tiveram seus contratos recentemente assinados. São também, e não por coincidência, os clubes das três maiores torcidas brasileiras: o Flamengo, que trocou a nacional Olympikus (Vulcabrás) pela multinacional Adidas; o Corinthians, que renovou com a multinacional Nike; e o São Paulo, que trocou a Reebok – marca multinacional, mas com gestão local da Vulcabrás – pela Penalty, da nacional Cambuci.

Os valores anunciados para o acordo Flamengo/Adidas giraram entre 35 milhões, inicialmente, e depois 38 milhões de reais por ano, durante dez anos.

Para o Corinthians e o novo acordo com a Nike, circulou a informação de que o acordo gira em torno de 30 milhões por ano, pelo período de 10 anos, dois dos quais ainda faziam parte do contrato que foi substituído.

Por último, o São Paulo anunciou oficialmente o acordo com a Penalty, e o valor comentado a partir de informações obtidas no clube, e posteriormente confirmado em nota no site oficial, é de pouco mais de 35 milhões de reais por ano, até 2015.

Naturalmente, nos dois primeiros casos há cláusulas prevendo reajustes dos valores. No caso do acordo São Paulo/Penalty, talvez em função de sua curta duração (apenas três anos) não há cláusula de correção (ou não foi informada).

Sobre o acordo do Flamengo com a Adidas, o portal GloboEsporte publicou algumas matérias, a primeira delas – veja ou reveja aqui – com as informações básicas sobre o contrato, a partir de informações obtidas diretamente do próprio documento. No caso do acordo do Corinthians com a Nike, as informações que virão a seguir nesse post foram obtidas por esse blogueiro junto a uma fonte do clube. No caso do São Paulo, pelo menos até o presente momento não disponho de informações mais completas a respeito do contrato, apesar de várias tentativas para obtê-las junto ao clube, portanto trabalhei com a informação oficial do São Paulo sobre o valor – “o contrato é válido até 2015 e garante ao Tricolor mais de R$ 35 milhões por ano.”



Detalhamento de valores

A tabela abaixo detalha os principais pontos financeiros dos dois contratos sobre os quais disponho de informações, como já foi dito acima. Flamengo e Corinthians receberam luvas – 38 milhões no caso do Flamengo e 30 milhões no caso do Corinthians. Esses valores já foram ou estão sendo pagos, entrando nos caixas dos clubes no exercício 2012 ou 2013. Para efeito de valor dos contratos anualizados, elas foram divididas por 10 anos no caso rubronegro e por 8 anos no caso corintiano, por se tratar de uma extensão do contrato então em vigor, que tinha, ainda, mais dois anos de vigência e que já haviam sido contemplados por luvas.



Como mostra a tabela, o maior contrato é o da Adidas com o Flamengo. Para isso, consideramos a somatória de valores garantidos, com e sem inclusão das luvas, que resultam em 4,35 e 4,3 milhões de reais a mais, respectivamente, em relação ao contrato Nike/Corinthians. No caso da entrada de dinheiro líquido em caixa, a posição muda e o maior valor é o que a Nike paga ao Corinthians – 1,5 milhão de reais a mais.

Ainda falando em luvas, para assinar com a Adidas o Flamengo precisou pagar à Olympikus um total de 10,4 milhões de reais, parte em dinheiro – R$ 2.474.745,48 – e parte abrindo mão dos pagamentos devidos ao período setembro/12 a abril/13. Com isso, o patrocínio Adidas terá início efetivo em 1º de maio, mas o novo vice-presidente de marketing, Luis Eduardo Baptista, conseguiu negociar o pagamento das luvas antes da entrada em vigor do novo contrato (a segunda parcela, no valor de 25 milhões de reais, será paga até 15 de fevereiro). Ao analisar o negócio como um todo, esse custo deveria ser debitado na conta “novo patrocínio”, o que reduziria seus valores reais, mantendo os valores nominais. Nesse post, até para evitar interpretações incorretas, optei por manter os valores nominais.

Em termos de entradas no caixa, que é o fator mais importante para os clubes, considerei os pagamentos das cotas de patrocínio propriamente dito e os royalties garantidos, independentemente de quantas peças forem vendidas. São esses os valores com os quais os clubes podem contar e fazer previsões, além de adiantamentos.

Outros pagamentos são incertos, pois dependerão de objetivos que venham a ser alcançados pelos clubes. Se um time conquistar o Brasileiro, haverá um bônus. Estadual, outro. Libertadores, Mundial, copas do Brasil e Sul Americana também, em todos os casos. Se o número de peças vendidas de um clube exceder uma meta pré-fixada, o percentual por unidade destinado ao mesmo aumenta. As metas, entretanto, não são fáceis de serem ultrapassadas, ainda mais de forma significativa, de forma a gerar mais recursos de bom valor. É mais provável que isso ocorra justamente nos momentos em que o time estiver voando em campo, ganhando competições e empolgando os torcedores, quando um aumento nessas receitas passa até meio despercebido. Ganhando, tudo é festa.

Aqui há uma verdade inegável, demonstrada pelos números no decorrer de muitos anos: quando o time do coração vai bem, a torcida comparece, seja nos estádios, seja nas lojas. No caso do PPV temos visto uma manutenção, com oscilações pequenas, independentemente da campanha do time. Porque a compra é feita antes e no início da temporada, e o torcedor se alimenta de um misto-quente, onde o recheio é uma fatia de realidade e outra de esperança, tudo temperado pelo molho quente do sonho.

As verbas de marketing da Adidas para o Flamengo e da Nike para o Corinthians poderão gerar novos recursos, bem como despesas . No caso rubronegro, por exemplo, parte dela deverá bancar as despesas do time para um jogo amistoso por ano, definido pela fornecedora e especificado no contrato, que ficará com a receita de bilheteria e outras de ações localizadas. Por outro lado, o clube ficará com os direitos de transmissão da partida, que dependendo do adversário poderão gerar um dinheiro razoável. Outra parte dessa verba será usada para a produção de peças de comunicação que serão colocadas nos campos de jogos e locais de treinamento, mas sempre sobra alguma coisa.

Infelizmente, apesar de várias tentativas como disse, não consegui o mesmo nível de informações do São Paulo em relação ao acordo com a Cambuci S.A., detentora da marca Penalty. As únicas informações que circularam no mercado (até o momento em que concluía esse texto) apontam um valor de materiais a serem fornecidos ao clube no total de 13 milhões de reais, um número bastante alto para essa modalidade, e 1,5 milhão de reais para o time de futsal do clube, também incluído no valor total divulgado pelo clube.



As lojas dos clubes e para os clubes

Esse é um ponto importante: lojas. A distribuição das peças de vestuário para torcedores e público em geral é ainda muito deficiente, bastante problemática, nem tanto com relação às camisas oficiais, que são os itens com maior demanda, mas principalmente com as linhas de vestuário e outros produtos. Nesse sentido, as lojas próprias ou exclusivas têm hoje grande importância estratégica para os clubes. Ou deveriam ter.

A Reebok montou uma rede de lojas SAO, mas com o fim do patrocínio essas lojas fecham ou deixam de ser exclusivas da marca São Paulo. É uma perda razoável, pois uma parcela dos consumidores perde sua referência. Comenta-se que a Penalty montará lojas com o mesmo conceito, mas é uma tarefa que demanda tempo e custos a cada ano maiores.

O Flamengo tinha um projeto que, à época, considerei simples e genial: os Quiosques. Seriam unidades de custo relativamente baixo e com grande potencial para atingir a grande massa torcedora, fora ou dentro de shoppings em todo o país. Foi abandonado na gestão Amorim, pelas informações que tenho. A Vulcabrás tinha um projeto para criar lojas Olympikus/Flamengo, mas a falta de firmeza do clube no combate a empresas e lojas com produtos não oficiais acabou desestimulando a empresa a investir.

De seu lado, e chovam pedras sobre esse escriba, a rede de lojas “Poderoso Timão” não é da Nike. É do Corinthians, na forma de associação com empresas terceirizadas e virou um tipo de franquia. O clube poderia trocar a Nike pela Adidas e não teria problemas com sua distribuição, mantendo uma rede já conhecida do consumidor e pronta para dar saída a novos produtos, agregando receitas.

A importância das lojas próprias está também em dar ao clube maior poder de barganha e permitir-lhe antecipar-se ao mercado e buscar, ele mesmo, fornecedores para produtos únicos, específicos.

“Você mesmo cria e produz” (terceirizando, claro), como disse-me em conversa na tarde de ontem um profissional da área, que já atuou por alguns anos à frente do marketing de um dos grandes clubes brasileiros. “Ao fazer isso, o clube não fica parado, esperando que fornecedores ofereçam produtos com seus próprios preços. Pelo contrário, o próprio clube toma a dianteira, seleciona o fornecedor de acordo com o que julga mais necessário, importante e conveniente. Com tudo isso, a loja se torna um ativo valioso do clube.”

Ordens de grandeza próximas

Os três novos contratos estão em ordens de grandeza muito próximas, cada qual com seus detalhes. Como já foi apontado em diversas pesquisas e posts nesse OCE, o maior número de torcedores do Flamengo é contrabalançado por uma maior concentração da torcida corintiana em áreas com maior poder potencial de consumo. A presença do São Paulo junto aos dois clubes com torcidas maiores é explicada por dois motivos básicos (olhando de fora e interpretando o quadro): concentração da torcida em regiões com maior IPC (Índice Potencial de Consumo) e um forte investimento da Cambuci S.A. em sua marca líder, a Penalty, e dessa no São Paulo, como seu carro-chefe, já como parte do reposicionamento da marca no mercado brasileiro e visando também três objetivos: mercado internacional, Copa 2014 e Jogos Olímpicos do Rio.

Ao fim e ao cabo, como disse um dos profissionais com quem conversei, teremos uma noção real dos valores envolvidos nos novos patrocínios e das metas alcançadas ou não em maio de 2014, depois que os balanços referentes ao ano em curso forem publicados.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2013/01/04/os-valores-totais-e-as-receitas-anuais-garantidas-dos-novos-contratos-de-patrocinio-de-fornecedores/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Por R$ 35 mi anuais, Penalty volta ao São Paulo


O São Paulo oficializou nesta semana um acordo com a Penalty, nova marca de material esportivo da equipe tricolor. A empresa do grupo Cambuci pagará R$ 35 milhões anuais para vestir o clube do Morumbi até o fim de 2015.

O negócio entre São Paulo e Penalty já estava alinhavado desde o segundo semestre do ano passado. Contudo, a diretoria tricolor esperou o término do contrato com o grupo Vulcabras∕Azaleia, dono da marca Reebok, para anunciar a nova parceria. O acordo anterior acabou no dia 31 de dezembro de 2012.

O novo uniforme do São Paulo será apresentado no dia 17 de janeiro. Trata-se de um retorno para a Penalty, que vestiu o time do Morumbi no vitorioso início dos anos 1990. A marca, aliás, estava na camisa tricolor nos títulos mundiais de 1992 e 1993.

“A Penalty tem uma história importante, de quase duas décadas, com o São Paulo Futebol Clube. Juntos passamos por momentos gloriosos, e para nós é gratificante firmarmos novamente essa parceria”, disse Roberto Estefano, presidente da empresa de material esportivo.

A Penalty passou por um extenso reposicionamento. O projeto foi iniciado em 2008, com análises internas, e levou a empresa de material esportivo a concentrar esforços num grupo de modalidades praticadas com os pés (futebol, futsal, futebol de areia, futebol society e futevôlei).

Em 2011, o grupo Cambuci, que também conta com a marca Stadium, teve receita líquida de R$ 247,7 milhões. O montante representa um crescimento de 12,5% em comparação com a temporada anterior.

“Saudamos a chegada da Penalty, uma grande marca brasileira, que prima pela qualidade e pelo alto grau tecnológico. Ela já esteve conosco, e ajudou a construir nossa importância no cenário internacional”, afirmou Julio Casares, vice-presidente de comunicação e marketing do São Paulo.

O São Paulo será o sétimo time do futebol brasileiro a vestir material esportivo da Penalty. A marca também aparece atualmente nas camisas de Ceará, Figueirense, Náutico, Santa Cruz, Vasco e Vitória.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28011/Por-R-35-mi-anuais-Penalty-volta-ao-Sao-Paulo/index.php

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Tricolor confirma acordo milionário e apresenta nova camisa no dia 17


Clube vai receber R$ 108 milhões nos três anos de contrato com a Penalty, e já fará estreia no Campeonato Paulista, contra o Mirassol, de roupa nova

O São Paulo confirmou em seu site que a Penalty é sua nova fornecedora de materiais esportivos. O contrato tem validade de três anos e renderá R$ 36 milhões por temporada ao clube. O negócio já havia sido fechado há mais de dois meses, mas o Tricolor esperou o fim do vínculo com a Reebok, parceira nos últimos sete anos, para fazer o anúncio.
O novo uniforme será apresentado no dia 17 de janeiro, em evento para jornalistas e convidados. Sua estreia será na primeira rodada do Campeonato Paulista, dia 19, diante do Mirassol. Na Copa São Paulo de Futebol Júnior, o time vai usar uma camisa diferente da que será feita para a temporada, muito mais simples.
No anúncio, clube e empresa ressaltaram o fato de terem conquistado juntos o bicampeonato da Libertadores e mundial, em 1992 e 93, e se dizem certos de novos títulos na reedição da parceria. A Penalty estava afastada do futebol e, em vez de voltar em diversos clubes, optou por um contrato grande com o São Paulo.
Inicialmente, o acordo gerou repercussão negativa entre alguns departamentos do Tricolor, em razão da menor ressonância internacional da marca, em comparação à Nike e Adidas, fornecedores dos rivais Corinthians, Santos e Palmeiras. Entretanto, o valor do contrato e uma disposição em ouvir os especialistas do clube afastaram a rejeição.
Uma das principais novidades do contrato será uma camisa em tons de vermelho, que será usada em uma única partida, no mês de março, para celebrar a inauguração do Morumbi com todos os seus assentos nessa cor. Na ocasião, haverá um evento com o ato simbólico do presidente Juvenal Juvêncio colocando a última cadeira vermelha.
Como o estatuto do São Paulo não permite que o clube entre em campo com um uniforme titular sem as listras horizontais, elas estarão "camufladas" pelos tons de vermelho, só poderão ser notadas de perto. A aprovação do uniforme foi defendida pelo diretor de marketing Rui Branquinho perante o Conselho, em reunião em dezembro.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2013/01/sao-paulo-confirma-acordo-milionario-e-apresenta-nova-camisa-no-dia-17.html

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Penalty já mostra nova camisa do São Paulo e pagará R$ 39 milhões até 2015


Por Jean Pereira Santos

A Penalty será mesmo a fornecedora de material esportivo do São Paulo a partir de 1º de janeiro de 2013. O contrato já foi assinado, e a companhia brasileira pagará ao clube R$ 39 milhões por três anos de acordo - até o final de 2015. 

Um esboço da nova camisa já foi até mostrado para funcionários durante a última convenção da empresa, realizada entre os dias 1 e 4 deste mês na cidade de Embu, interior de São Paulo, conforme apurou a reportagem do ESPN.com.br.

Quem viu afirma que o novo modelo não difere muito do atual, da Reebok, mas que a camisa 2 foge um pouco dos padrões ao ter a manga toda preta ao invés de manter as tradicionais listras. A Penalty já vestiu o São Paulo nos anos 1990 e no início dos anos 2000, e o clube está com a marca atual desde 2006.

Apesar de tudo certo, as partes só planejam fazer o anúncio oficial em janeiro, já que uma cláusula do contrato entre clube e Reebok estabelece que nada referente à uma concorrente deve ser falado enquanto o compromisso não chegar ao fim - o que acontece em 31 de dezembro. 

"A proposta da Penalty é muito mais agressiva", disse na terça passada ao ESPN.com.br o vice-presidente de Comunicações e Marketing do São Paulo, Julio Casares. A Mizuno era a outra interessada em assumir a vestimenta do time do Morumbi. 

Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/291085_penalty-ja-mostra-nova-camisa-do-sao-paulo-e-pagara-r-39-milhoes-ate-2015

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Vitória e Penalty criam espaço nas lojas Centauro


Por Rodolfo Gomes

Pronto para voltar à primeira divisão nacional, o Vitória, atual líder da Série B do Campeonato Brasileiro, anunciou um evento de lançamento do seu mais novo local de vendas. 

Juntamente com a Penalty, fornecedora de material esportivo, o clube promoveu um espaço exclusivo de produtos oficiais dentro das lojas Centauro, nos shoppings Barra e Salvador, na Bahia.

Chamado de shop in shop, o espaço será lançado nesta quinta-feira, 4, às 19h30, no shopping Barra. E terá a presença de jogadores da equipe baiana, que distribuirão autógrafos aos torcedores que comprarem a nova terceira camisa do time.

"É a primeira vez que um clube cria um espaço exclusivo seu dentro de uma das maiores lojas da América Latina. Já convocamos jogadores como Elton, Gabriel Paulista, Pedro Ken e Victor Ramos para comparecerem ao evento", contou Adilson Baptista, gerente de marketing do Vitória.

No próximo sábado, às 16h, na partida diante do ABC, será a primeira vez que a equipe baiana vestirá seu novo uniforme dourado. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27051/Vitoria-e-Penalty-criam-espaco-nas-lojas-Centauro/index.php

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Náutico lançará camisa verde no dia 28


Por Rodolfo Gomes

Prestes a divulgar seu quarto uniforme da cor verde, o Náutico anunciou que o lançamento da peça acontecerá no próximo dia 28, às 20h, no buffet Ana Paula Goes Barrozo, às margens do Rio Capibaribe. Durante o evento duas modelos desfilarão com os novos trajes.

"Esperamos que o torcedor goste do novo equipamento, já que tem referências históricas com o Náutico, ainda como clube de Remo", disse Roberto Varela, vice-presidente de marketing da equipe pernambucana. 

Durante o último dia 11, foi feita uma votação entre membros da diretoria para decidir a aprovação da nova vestimenta, já que o estatuto do clube não aprovava a inserção de cores além do vermelho e branco no uniforme de jogo da equipe. Houve pouco mais de 60 votos, sendo que apenas nove diretores votaram contra o novo material confeccionado pela Penalty.

Já a estreia do uniforme deve acontecer na partida diante do Atlético-GO, no próximo dia 30, no Estádio dos Aflitos. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26844/Nautico-lancara-camisa-verde-no-dia-28/index.php

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Vitória lançará terceiro uniforme dourado


Por Mauro Zafalon

Na partida do dia 29 de setembro, diante do Avaí, em Florianópolis, o Vitória apresentará a todos seu terceiro uniforme. A peça, contudo, deverá ser lançada oficialmente em um evento, ainda sem data definida.

A camisa será dourada, em referência à cor do leão, mascote da equipe rubro-negra. Além disso, haverá uma imagem do animal estampada na vestimenta.

“No mês de maio, fizemos uma votação com os torcedores para saber qual seria o terceiro uniforme do clube. No entanto, não anunciamos o modelo que venceu. Portanto, a torcida está na expectativa”, explicou Adilson Baptista, gerente de marketing do Vitória.

O novo traje será produzido pela Penalty, fornecedora de material esportivo do time baiano, em parceria com a marca de roupas de moda Cavalera. Ambas possuem vínculo desde 2008.

O Vitória é o líder da Série B e está no grupo de equipes que ascenderão à elite do futebol brasileiro em 2013. Na próxima rodada, no sábado, visitará o Guarani, pela 25ª rodada da competição.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26751/Vitoria-lancara-terceiro-uniforme-dourado/index.php

Conselho do Náutico aprova uniforme verde


Por Rodolfo Gomes

Está definido: o quarto uniforme de jogo do Náutico foi aprovado. A peça foi idealizada pelo departamento de maketing e pela Penalty, fornecedora de material esportivo, porém precisava da aprovação da diretoria, já que contraria o estatuto, que não admite nenhuma camisa com cores além de vermelho e branco. 

Apesar dos dirigentes não confirmarem, apuramos que a cor do uniforme será o verde água, em homenagem ao Rio Capibaribe e ao primeiro escudo do Náutico, quando era apenas um clube de remo.  

Na noite da última terça-feira, 11, foi feita uma votação entre membros da diretoria para decidir a aprovação. Houve pouco mais de 60 votos, sendo que apenas nove diretores votaram contra a inserção das novas cores.  

"Conseguimos abrir os olhos de muitos diretores, já que os principais clubes no mundo utilizam uniformes com diferentes cores", disse Roberto Varela, vice-presidente de marketing do Náutico.

O lançamento da nova peça deverá acontecer no próximo dia 27, às margens do Rio Capibaribe. O evento deve contar com um barco e modelos, que vestirão o novo traje.

Já a estreia do uniforme deve acontecer na partida entre a equipe pernambucana e o Atlético-GO, no próximo dia 30, no Estádio dos Aflitos.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26750/Conselho-do-Nautico-aprova-uniforme-verde/index.php

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Colunista diz que Vasco está próximo de acertar com a Nike


Roupa nova

De acordo com a Coluna Panorama Esportivo do Jornal O Globo, o Vasco está próximo de acertar com a Nike.

Era para acontecer antes da Libertadores, mas as conversas andaram em ritmo lento e o projeto foi adiado.

Retomado recentemente, tem evoluído bem e, em breve, a Nike deve passar a vestir o Vasco.

Depois de aumentar com Santos e Inter sua carta de clientes classe A, que tinha apenas o Corinthians, e se associar a marcas periféricas como Bahia e Coritiba, entrar no Rio é o próximo passo, dado como irreversível, dos planos de mercado da empresa.

O contrato do Vasco com a Penalty, atual fornecedora do clube, vai até o fim de 2013, mas a Nike já sinalizou que, além de pagar a multa rescisória (R$ 4 milhões), está disposta a oferecer bom percentual de royalties sobre a venda de produtos oficiais e a aumentar a mesada dada pela concorrente.

Em São Januário, o acerto é visto como um ótimo negócio.

Fonte: http://publicidadesportiva.blogspot.com.br/2012/08/colunista-diz-que-vasco-esta-proximo-de.html

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Penalty acerta com time espanhol de futsal


O futsal espanhol é a grande aposta da Penalty para internacionalizar a marca. A confecção de material esportivo fechou nesta semana um contrato de três anos com o ElPozo Murcia, que disputa a liga nacional do país europeu.

A Penalty fará todo o material esportivo do Murcia nesse período. Além disso, produzirá linha casual e artigos de viagem para o clube. O valor investido pela empresa não foi revelado.

O acordo entre Murcia e Penalty foi oficializado em nota publicada no site da equipe espanhola. A confecção já começou a desenhar as peças.

Disposta a ganhar mercado nos futesportes, denominação da marca para modalidades esportivas jogadas com bola nos pés, a Penalty patrocina todas as principais competições de futsal da Espanha. Os torneios usam bolas do modelo Max 1000.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/25/25976/Penalty-acerta-com-time-espanhol-de-futsal/index.php

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A lição do Vitória e da Penalty para o esporte


Por Erich Beting

Sempre defendi aqui que o esporte pode ser um grande mobilizador de causas sociais. A paixão do torcedor por um atleta ou um clube pode ser capaz de mover todos em torno de uma causa. Mundialmente, algumas ações são feitas para mobilizar o torcedor a contribuir e, dessa forma, o esporte passar a ser visto como um bom agente de mudança social.

E o Brasil, aos poucos, começa a dar um bom exemplo de como sair do básico e usar, de fato, a paixão que o esporte gera para, de fato, fazer a diferença na vida das pessoas. O melhor deles, até agora, é a campanha recém-lançada pelo Vitória e pela Penalty, fornecedora de material esportivo do “alvinegro” baiano.

Sim, é isso mesmo! O Vitória virou alvinegro! Essa foi a grande sacada que o departamento de marketing do clube e a fornecedora tiveram, junto com a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), para incentivar o torcedor Rubro-Negro a ir até os 23 centros de doação de sangue do Hemoba e contribuir (leia mais aqui, aqui e aqui).

Como sempre, a ideia simples geralmente é a mais genial. O Vitória jogará com a camisa com listras brancas no lugar das vermelhas. A cada jogo disputado no estádio do Barradão, a camisa vai ganhando uma listra vermelha. Até 14 de agosto, quando a campanha se encerra, o uniforme estará de volta às cores originais. A expectativa é de que, até lá, o Hemoba receba cada vez mais doações de sangue.

Se, de fato, a campanha fará o torcedor doar mais sangue, não dá para prever. Mas que a sacada de fazer com que a camisa do time, aquilo que há de mais tradicional no futebol, seja uma vitrine para mostrar a dificuldade que os centros de doação de sangue encontram e para fazer as pessoas se atentarem para uma causa é de uma genialidade tremenda.

É a típica iniciativa que faz com que a palavra marketing seja usada da melhor forma possível. Como costumamos defender por aqui, não há nada de ruim em ser um marqueteiro. Ainda mais quando se é um bom marqueteiro.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/07/11/a-licao-do-vitoria-e-da-penalty-para-o-esporte/

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Asics vestirá handebol brasileiro até o Rio-2016


Na corrida entre as empresas por propriedades relacionadas aos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro, a Asics fechou um acordo com o handebol brasileiro. A empresa de material esportivo será parceira oficial da modalidade até o ano do evento carioca.

A parceria com a Asics foi anunciada por Manoel Luiz de Oliveira, presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), em assembleia-geral da entidade. A seleção brasileira já usará produtos fornecidos pela marca durante os Jogos Olímpicos de Londres-2012.

“Vamos promover ações comerciais para os filiados da confederação, como a fabricação de produtos oficiais. Queremos ganhar o respeito do handebol com um trabalho que fique marcado. Será uma via de mão dupla entre a marca e a confederação, com benefícios para os dois lados. Nós nos surpreendemos com a potência econômica da modalidade no Brasil. Já trabalhamos com o handebol há alguns anos, e foi o esporte que mais cresceu em venda na Asics”, disse João Alberto Zappoli, gerente-esportivo da empresa de material esportivo.

A Asics substituirá a Penalty como fornecedora de material do handebol brasileiro. A antiga parceira manterá um acordo com a CBHb apenas para as bolas usadas em competições nacionais.