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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

CBRU QUER TRANSFORMAR O RUGBY NO SEGUNDO ESPORTE DO PAÍS


Planejamento estratégico tem metas desafiadoras e projeta medalhas nas principais competições mundiais até 2030. 

São Paulo (SP) - Atitude, pró-atividade, transparência, espírito de equipe e sinergia. Com essas cinco qualidades, a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) espera transformar o rugby brasileiro até 2030, colocando o País entre as 20 melhores equipes do mundo, bem como a modalidade como a segunda mais praticada na terra do futebol. Uma meta ousada, mas que pode ser concretizada de acordo com o planejamento estratégico formulado pela atual gestão, em parceira com a consultoria internacional Delloite. Os detalhes desse plano foram apresentados pelo presidente da CBRu, Sami Arap Sobrinho, e pelo presidente do conselho consultivo, Eduardo Mufarej, durante coletiva realizada nesta quinta-feira (25) no Bar da Heineken, em São Paulo.

"Queremos que o rugby seja amplamente praticado em todos Estados da Federação. A intenção é que a modalidade alcance o mesmo sucesso que o vôlei, atualmente uma potência no alto rendimento e com uma grande aceitabilidade do torcedor brasileiro, mas com uma diferença: queremos também inserir o rugby nas escolas públicas e privadas, nos clubes sociais e vamos trabalhar para que as equipes nacionais se estruturem cada vez mais, para que a prática cresça, para que tenhamos fortes campeonatos locais e para que ampliemos cada vez mais o número de atletas", afirmou Sami Arap.

De acordo com os dados da CBRu, hoje o Brasil conta com aproximadamente 10 mil atletas registrados, mais de 120 equipes, está presente em 23 estados e figura entre as 35 melhores seleções do mundo no ranking da IRB (Federação Internacional de Rubgy). A expectativa é que em 2015 o número de jogadores aumente para 15 mil e até 2019 chegue próximo dos 40 mil. A projeção é ter 500 mil praticantes até 2030, números similares a países de expressão como a ex-campeã mundial África do Sul.

Outros objetivos estratégicos da entidade que comanda o rugby nacional incluem classificar o País para a Copa do Mundo de 2019, ser medalhista olímpico já em 2016 com a seleção feminina de rugby sevens (octacampeã sul-americana e invicta no continente), ganhar o Circuito Mundial e conquistar medalhas com ambas seleções nos Jogos Olímpicos até 2030.

Para isso, o programa de alto rendimento brasileiro ganhou dois aliados de peso: o Crusaders (uma das principais equipes do rugby mundial) e a Federação de Rugby Canterbury, ambos da Nova Zelândia. Trata-se do time mais vitorioso da história do Super Rugby, o maior campeonato do hemisfério sul da modalidade, e a província que mais fornece jogadores para os temidos All-Blacks (apelido da seleção da Nova Zelândia). Os neozelandeses comandarão as seleções nacionais, no mínimo até 2017. Os atletas já sentiram um grande impacto na mudança de treinamento, mas todos ficaram impressionados com a experiência da comissão técnica neozelandesa.

"Nunca tínhamos visto uma metodologia de treino como essa. Eles trabalham muito mais o psicológico do que o físico. Todos estão muito empolgados e estão abrindo mão de finais de semana, feriados, atividades de lazer para estar no Centro de Treinamento da CBRu, em São José dos Campos, pois o projeto atual nos faz acreditar que o sonho de chegar a uma Copa do Mundo e ganhar uma Olimpíada é possível", contou Ramiro Mina, o Mocho, capitão da seleção brasileira masculina de 2008 a 2012.

Treino na Nova Zelândia - Um período intensivo de treinamento na Nova Zelândia já está programado para o mês de novembro deste ano. A equipe feminina treinará entre 13 a 26 de novembro. De Christchurch, o grupo feminino seguirá para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participará da primeira etapa do Circuito Mundial de Sevens Feminino do IRB, de 27 de novembro a 2 de dezembro. Já a seleção masculina permanecerá na Nova Zelândia por três semanas, período em que, além de treinar, disputará torneios e amistosos locais como parte inicial da preparação para o Consur Sevens que acontece em fevereiro de 2013, no Rio de Janeiro.

"A viagem servirá para que os atletas adquiram conhecimento e se divirtam aprendendo sobre o rugby e a modalidade sevens nos mínimos detalhes. Eles terão de conscientizar-se da necessidade de mudança contínua e a busca pela excelência, inerentes a um projeto de alto rendimento. Precisam crescer como atletas e indivíduos. Se queremos que o Brasil estejaentre os melhores do mundo, é necessário conviver entre eles", afirmou Dallas Seymour, ex-All Black, que durante 14 anos defendeu a seleção da Nova Zelândia e hoje faz parte do programa de alto rendimento do rugby brasileiro.

Incentivo privado potencializou o plano - Para a Confederação, o rugby nacional já apresenta um crescimento relevante, mas, para que todo o planejamento seja concretizado, é fundamental continuar recebendo apoio dos patrocinadores. Neste momento, oito empresas atrelam suas marcas ao rugby brasileiro: Topper, Bradesco, Heineken, JAC Motors, Deloitte, BR Properties, Probiótica e Brookfield Incorporações. Além disso, existem parceiras pontuais como CREMER, Companhia Athletica, Travel Ace, Fortify e Tozzini Freire. A CBRu também realiza projetos de desenvolvimento de rugby, via Lei de Incentivo ao Esporte, com apoio do Grupo CCR, bem como uma competição nacional de seleções infanto-juvenis com patrocínio da Cultura Inglesa.

Para a Heineken, sede do encontro da tarde desta quinta-feira, patrocinar o rugby brasileiro, reforça também a sua internacionalidade. A marca já apoia o esporte na Copa do Mundo de Rugby, terceiro maior evento esportivo do mundo, e na Heineken Cup, maior torneio de clubes da Europa. No Brasil, a marca é a patrocinadora oficial das seleções masculina e feminina adultas de Rugby Unions (XV) e Rugby Sevens, além dos principais torneios do país: Brasil Sevens, Campeonato Brasileiro Universitário, Campeonato Brasileiro de Primeira Divisão - Super 10 e Campeonato Brasileiro de Segunda Divisão - Copa Brasil.

"Com valores tradicionais ao esporte, como respeito, companheirismo, disciplina,liderança e espírito de equipe, o rugby é uma das únicas competições que possuem o chamado "terceiro tempo". Uma oferta do time anfitrião ao visitante. Momento em que as duas equipes confraternizam e comemoram o jogo, independente do resultado. Um estímulo ao companheirismo que representam também o espírito de Heineken", afirmou Bernardo Spielmann, gerente da marca Heineken.

Fonte: http://www.sharklion.com/proyectos/cbru/main/content.php?page=20&i=3&id_noticia=757&buffer_share=97dd5&utm_source=buffer

CBRu deseja vender rúgbi por massificação


Por Lucas Turco

Dirigentes da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) pretender fazer do rúgbi o segundo esporte mais praticado no Brasil em 20 anos. Uma das estratégias para isso é massificar a modalidade e tratar ela como um negócio.

“Temos a capacidade de fazer do rúgbi um esporte muito mais popular. Para isso, precisamos alcançar todas as camadas da sociedade, fazer com que o esporte ganhe espaço na mídia, e com que os brasileiros consumam o rúgbi”, comentou Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Segundo Sami Arap Sobrinho, o rúgbi tem atualmente R$ 7 milhões de receita. Para estar entra as potências mundiais, o número precisa atingir um número entre R$ 12 e R$ 15 milhões até 2015.

Outro projeto da CBRu é construir clínicas de rúgbi nos 27 estados do Brasil. Os dirigentes estão negociando com parceiros que possam viabilizar a ideia e pretendem definir a situação até o fim do ano.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27348/CBRu-deseja-vender-rugbi-por-massificacao/index.php

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Rúgbi negocia “escolinhas” nos 27 estados


Por Lucas Turco

O uma das metas da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) para 2013 é criar um programa de desenvolvimento da modalidade nos 27 estados brasileiros. Para financiar o projeto, a CBRu negocia uma parceria com uma grande empresa nacional, que não teve seu nome revelado.

Os dirigentes pretendem finalizar as negociações até a primeira quinzena de 2013. O projeto tem um custo estimado em R$ 2 milhões, valor que será pago inteiramente pela empresa patrocinadora.

Em troca, a apoiadora terá direito a todas as propriedades de patrocínios disponíveis nas clínicas de rúgbi dos 27 estados brasileiros. Entre elas: patrocínio na camisa das “escolinhas”, placas de publicidades nos campos e painéis por todo o estabelecimento.

“É um projeto muito interessante para que possamos criar um centro de criação de talentos do rúgbi e, dessa forma, transformar a modalidade no segundo esporte mais popular do país em 20 anos, uma de nossas metas. Nós fomos atrás das empresas para explicar como será o programa, as vantagens que a patrocinadora teria e a importância disso para nós”, revelou Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27333/Rugbi-negocia-%E2%80%9Cescolinhas%E2%80%9D-nos-27-estados/index.php

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Probiótica estende relação com o rúgbi brasileiro



A Probiótica, empresa que trabalha com nutrição esportiva, anunciou nesta terça-feira a renovação de um patrocínio à Confederação Brasileira de Rugby (CBRu). O negócio foi estendido em um ano, e o valor do investimento feito pela companhia não foi revelado.

Fundada em 1986, a Probiótica controla 31% do mercado de suplementação alimentar esportiva na América Latina. O portfólio da marca possui mais de 280 produtos, e no Brasil é distribuído em seis mil pontos de venda.

A associação ao esporte é uma das principais estratégias de comunicação desses artefatos. A Probiótica patrocina mais de 700 atletas de diferentes esportes, incluindo o rúgbi.

“O rúgbi passa por um momento de crescimento importante, e a parceria com a Probiótica é fundamental para que os atletas sejam supridos com o que há de melhor no mercado”, disse Marcelo Bella, diretor-executivo da empresa.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27122/Probiotica-estende-relacao-com-o-rugbi-brasileiro/index.php

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

CBRu amplia departamento de marketing visando 2016


Por Rodolfo Gomes

Com o encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, o rúgbi brasileiro inicia contagem regressiva para a volta da modalidade às Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Com isso, a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) resolveu ampliar o seu departamento de marketing, a fim de angariar novas parcerias.  

"O marketing da confederação é quem está gerindo as suas próprias ações, preparando as suas apresentações e produtos para buscar novos patrocinadores", disse o presidente da CBRu, Sami Arap. 

No início de julho, o contrato entre a CBRu e a agência Dream Factory, que prestava serviços de consultoria à confederação, foi rescindido. De acordo com Arap, apesar de ter prestado bons serviços, a agência não fechou nenhum contrato de patrocínio durante os quase dois anos de parceria.   

A Dream Factory, por sua vez, afirma que a principal função da agência na confederação era divulgar o esporte em âmbito nacional. "O objetivo era preparar o terreno para que em médio a longo prazo patrocinadores pudessem se interessar pela modalidade", explicou Carlos Pereira, gerente de consultoria da agência. 

Atualmente, a CBRu é patrocinada por Bradesco, Topper, Heineken, Jac Motors, Cultura Inglesa, Deloitte, Probiótica e Terapêutica. Cia Athletica, Travelace, ZDL, Shark&Lion e UniSant’anna ocupam cota de apoiadores, e Grupo CCR e Gatorade investem na entidade via Lei de Incentivo ao Esporte.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26675/CBRu-amplia-departamento-de-marketing-visando-2016/index.php

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Confederação cria estrutura de gestão inovadora para modalidade crescer no Brasil


Entidade aposta em executivos profissionais, em plano estratégico com consultoria internacional e faz parceria com time neozelandês

A Confederação Brasileira de Rugby adotou uma gestão inovadora para tornar a modalidade mais conhecida no país. Desde o começo do ano, a CBRu criou um conselho de importantes executivos brasileiros para ajudar no desenvolvimento do esporte. O grupo é formado por profissionais de diferentes segmentos, dividido em grupos de atuação, os quais apadrinham projetos pré-estabelecidos e acompanham seu desenvolvimento até a conclusão.

 - Esperamos que, com esses passos, o rugby possa se consolidar como um modelo de gestão esportiva no Brasil e potencialmente servir de inspiração para outras modalidades. Acredito que o que estamos fazendo pela CBRu irá muito além do rugby - explica Eduardo Mufarej, presidente do conselho consultivo.

A principal atuação nesta etapa do processo tem sido a captação de patrocinadores. A CBRu assinou contratos com o Bradesco, Topper, JAC Motors e Heineken. Outra parceria importante foi com o Sportv. O canal divulgou dados sobre os níveis de audiência das transmissões das partidas, que superam as médias de modalidades como natação e atletismo.

Outra novidade é o plano estratégico formatado pela CBRu em parceria com a consultoria internacional Deloitte. Após o diagnóstico do patamar atual do rugby brasileiro, foram traçadas ações que fortalecerão o esporte, com o objetivo de alcançar bons resultados tanto da equipe masculina como a feminina já nas Olimpíadas de 2016

- Para alcançar nossas metas, temos de planejar com conhecimento e responsabilidade. Estamos trabalhando com as melhores pessoas e instituições, visando assegurar a elaboração e execução de um planejamento de longo prazo através do qual o rugby evolua e perpetue-se no Brasil. Agora, basta dar tempo ao tempo. Paciência, sinergia e responsabilidade: esses são os pilares de nosso trabalho - afirma Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Parceria campeã começa com pé direito 

Uma das principais novidades desta temporada foi a parceria histórica entre a CBRu com a Federação de Rugby de Canterbury e o Crusaders para auxiliar na implementação do programa de alto rendimento da confederação.Na primeira fase, foram realizadas sessões de treinamento com as seleções brasileiras e o preparo de um relatório de avaliação da situação do rugby nacional. Tabai Matson, técnico de aptidão do Crusaders, foi o primeiro a desembarcar no Brasil e desenvolveu uma série de atividades preliminares durante três semanas. O ex-jogador voltou para a Nova Zelândia impressionado com a hospitalidade e afirma que o País tem um grande potencial para se tornar um dos principais polos da modalidade.

- Acho que a principal diferença entre o Brasil e a Nova Zelândia é que nós praticamos rugby desde que começamos a andar, assim como os brasileiros fazem com o futebol. Acredito que com o passar dos anos a idade de início deverá diminuir, especialmente por conta da visibilidade que o rugby deve ganhar com os Jogos Olímpicos e a exposição crescente na mídia - afirma Matson.

Para dar sequência ao acordo firmado, vieram para o Brasil Brent Frew, técnico de linha (backs coach) e Scott Robertson, que atualmente é o técnico assistente de avançados e de defesa (forwards and defence assistant coach), ambos do Crusaders.

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2012/05/07/rugby/confederacao+cria+estrutura+de+gestao+inovadora+para+modalidade+crescer+no+brasil.html

segunda-feira, 9 de abril de 2012

CBRu fecha acordo com federação e time da Nova Zelândia

Parceria provisória vai auxiliar seleção brasileira masculina no Sul-Americano


A Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) anunciou nesta segunda-feira um acordo com a federação de Canterbury e o Crusaders (Nova Zelândia) com a finalidade de auxiliar o desenvolvimento da modalidade no Brasil e a implementação do programa de alto rendimento da entidade.

De acordo com a CBRu, um acordo provisório de 60 dias propiciará à entidade, Canterbury e Crusaders a oportunidade de alcançar algumas metas de curto prazo, enquanto as partes desenvolvem os detalhes do acordo principal. Em 12 de abril, Tabai Matson, ex-All Black, chegará em São Paulo para iniciar os trabalhos com a gestão da CBRu, visando o preparo de um relatório de avaliação preliminar, bem como liderar os treinamentos da seleção brasileira masculina. Em 28 de abril, um técnico de jogadores de linha e um técnico de avançados chegarão em São Paulo para auxiliar a preparação da equipe nacional que disputará o Consur "A", em Santiago do Chile, entre 17 e 27 de maio. Após esse período de 60 dias, o presidente da CBRu, Sami Arap, fará reuniões com representantes do Canterbury e do Crusaders na Nova Zelândia com a finalidade de assinar o contrato definitivo de longo prazo.

- Se o Brasil tem a ambição de unir-se ao seleto grupo composto das melhores equipes de rugby do mundo, é fundamental que nossos programas de desenvolvimento e alto rendimento sejam implementados sob a coordenação do Crusaders, a equipe mais vitoriosa na história do Super Rugby da Nova Zelândia. O Brasil terá uma oportunidade única para aprender as melhores práticas do Crusaders e desenvolver soluções que incluem educação e competição de alto nível - disse Arap.

O CEO da federação de rugby de Canterbury e do Crusaders, Hamish Riach, também ficou satisfeito com o acordo.

- Estamos estimulados com o desejo do Brasil de melhorar seu nível de rugby e disponíveis para apoiar as iniciativas da confederação no desenvolvimento de atletas e técnicos. Desejamos estabelecer uma parceria de longo prazo com a CBRu que combine a cultura do rugby sul-americano com as metodologias e práticas comprovadas de nossa organização - explicou Riach.

O Crusaders é uma equipe neozelandesa profissional de rugby sediada em Chirstchurch que disputa o torneio Super Rugby. Trata-se da equipe mais vitoriosa da história da competição, com sete títulos (1998, 1999, 2000, 2002, 2005, 2006 e 2008).


quarta-feira, 14 de março de 2012

Rúgbi fará parte da grade da Globo até 2016

Por Erich Beting


O rúgbi, uma das novidades no programa esportivo dos Jogos Olímpicos de 2016, também vai ganhar espaço na grade do Sportv e da TV Globo. A confederação brasileira da modalidade (CBRu) chegou a um acordo com a emissora para direitos de mídia do esporte até o ano do megaevento no Rio de Janeiro.

O acordo envolve a transmissão, pelo Sportv, do Campeonato Brasileiro de rúgbi, além de amistosos e eventos da seleção brasileira realizados no Brasil. Em partidas fora do país, direitos são negociados com os detentores desses direitos de mídia.

A quantidade de inserções do rúgbi na grade da Globo ainda não foi divulgada. No caso de amistosos e eventos da seleção, a emissora fará um incremento paulatino na quantidade de eventos exibidos.

Valores envolvidos no acordo não foram revelados. O contrato foi intermediado pela Dream Factory, agência que presta suporte de marketing para a CBRu.

O rúgbi será uma das duas modalidades novatas no programa dos Jogos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro. O outro esporte incluído no evento é o golfe.

No dia 29 de fevereiro, a CBRu havia anunciado um acordo com a montadora chinesa JAC motors. Além de bloqueio de segmento, a empresa inseriu seu logotipo nas mangas das camisas da seleção nacional da modalidade.

A CBRu também tem patrocínios de Bradesco, Topper, Heineken, Cultura Inglesa, Deloitte, Probiótica e Terapêutica. Cia Athletica, Travelace, ZDL, Shark&Lion e UniSant’anna ocupam cota de apoiadores, e Grupo CCR e Gatorade investem na entidade via Lei de Incentivo ao Esporte.


Opinião: Ótima notícia para o rugby nacional que, apesar do crescimento visto nos últimos anos carece de maior visibilidade perante o público para a prospecção de novos adeptos (desde praticantes até torcedores).

segunda-feira, 5 de março de 2012

Jac Motors patrocinará seleções brasileira de rugby até 2016

A Confederação Brasileira de Rugby fechou contrato de patrocínio com a JAC Motors até 2016, ano dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Neste período, o logo da montadora chinesa estará presente nos uniformes das seleções brasileiras, além do backdrop, ao fundo, em entrevistas.
 
O Presidente da CBRu, Sami Arap Sobrinho, lembra que quase todos os países vencedores de rugby associaram a modalidade a uma marca de fabricante de veículos e é a vez do Brasil seguir esse modelo.
 
- JAC Motors e rugby tem tudo a ver: ambos têm uma empreitada desafiadora. A JAC Motors oferecerá produtos de alta qualidade por meio de uma proposta competitiva de técnica e preço, que qualquer consumidor vai entender. A CBRu ensinará rugby em todo território brasileiro e tentará transformá-lo na segunda modalidade esportiva mais praticada no Brasil. Agora, nossas seleções jogarão com motorização de alta tecnologia - comentou Sami Sobrinho..
 
A diretora de marketing da JAC Motors Brasil, Marize Ornellas, explica que a ideia de patrocinar a seleção brasileira de rugby é uma aposta no crescimento do esporte, que estará presente nos jogos olímpicos de 2016.
 
- O rugby é um esporte novo no Brasil, assim como a JAC Motors é uma marca nova no País. O esporte vem crescendo, assim como a empresa. Nossa aposta é que possamos crescer juntos no Brasil.
 
A estreia da JAC Motors como patrocinadora do Brasil acontece no torneio Rio Sevens - Campeonato Sul-Americano de Rugby, que acontece no Rio de Janeiro, no Estádio da Gávea, entre os dias 10 e 11 de março. O torneio reúne as principais seleções da América do Sul e terá transmissão ao vivo pelo Sportv. A entrada é franca.
 

Após votação, seleção brasileira de rúgbi vai passar a se chamar Tupis

Por Marcel Merguizo

A seleção brasileira de rúgbi já tem apelido: Tupis.
O índio foi escolhido após votação que durou pouco mais de uma semana no site da CBRu (Confederação Brasileira de Rugby).

Com 47,16% dos 9.302 votos, os Tupis venceram Sucuris (34,76%) e Araras (18,08%).

As seleções masculina (os Tupis) e feminina (as Tupis) do Brasil passarão a ser chamadas pelo apelido, uma tradição mundial do rúgbi.

O nome escolhido deve ser apresentado já no Campeonato Sul-Americano de Sevens (modalidade olímpica), que acontece em 10 e 11 de março, no Rio de Janeiro. E o símbolo deve ser usado na camisa da seleção no Sul-Americano de 15 (jogadores), em maio.

Assim como já acontece com as principais seleções do mundo, o Brasil buscou referências do país para ser identificada.

"A escolha do símbolo dará um caráter mais doméstico e afetuoso à seleção brasileira, que poderá ser chamada e conhecida por seu novo apelido. Isso fortalecerá a relação do torcedor com a seleção", explicou Carlos Eduardo Davoli, do departamento de marketing da CBRu.

A Nova Zelândia, campeã do mundo, por exemplo, é mais conhecida por seu apelido (All Blacks) do que pelo nome do país nas competições --além de consolidar o apelido como uma marca mundial (o símbolo é uma folha de Silver Fern, espécie de samambaia típica do país).

Os argentinos são os Pumas, os franceses, Galos, a seleção dos EUA, Águias. Os australianos são conhecidos como Wallabies (uma espécie de canguru), os sul-africanos, como Springboks (um antílope) e a Inglaterra, terra do rúgbi, é a Rosa.

O brasão oficial da CBRu não vai ser alterado nos uniformes. A vitória-régia já chegou a ser utilizada como símbolo do Brasil há alguns anos, sem sucesso.

"Essa escolha ajuda em muitos sentidos, tanto do lado emocional como também nos traz mais uma opção para trabalharmos a identidade da marca, com licenciamentos, confecção etc.", afirmou Davoli, que ainda diz que os patrocinadores da seleção não foram consultados em relação à escolha do símbolo.

O rúgbi no formato com sete jogadores em campo volta a ser modalidade olímpica nos Jogos do Rio-2016. No Pan de Guadalajara, o Brasil ficou em sétimo. O Canadá foi campeão.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1057237-apos-votacao-selecao-brasileira-de-rugbi-vai-passar-a-se-chamar-tupis.shtml


sábado, 24 de dezembro de 2011

Confederação Brasileira De Rugby: Presidente Sami Arap Sobrinho "Haverá Mudanças"


A Confederação Brasileira de Rugby projeta mudanças substanciais para 2012. Depois de uma temporada com muitas conquistas, entidade planeja profissionalizar a gestão ampliando o investimento na base. A tevê ao vivo foi parte fundamental na explosão do ráguebi brasileiro na temporada que acabou de encerrar com São José Campeão do "Super 10", também repleto de sucessos e torcedores no palco que hospedou o torneio a partir das Semis em Embú das Artes no Estado de São Paulo.
Depois de uma temporada de conquistas e frustrações para as Seleções de XV e Sevens e com aumento da visibilidade da modalidade, o gestor acredita que ainda há muito a melhorar e planeja, à longo prazo, a classificação do Brasil para uma Copa do Mundo.
As equipes têm apresentado melhoria técnica e experimentado boas surpresas com os jovens árbitros. Contudo, a implementação de programas de capacitação técnica é necessária para que o país transforme-se em uma potência da modalidade. Para isso, o foco em uma gestão eficiente e essencial, tanto para a CBRu, quanto para as federações estaduais.
"Na minha opinião, quem não se profissionalizar, morrerá lentamente ao longo dessa caminhada" comentou o Presidente da CBRu, Sami Arap Sobrinho.
Além disso ele acrescentou logo o comentário a seguir: "Somos muito gratos aos vários colaboradores que tanto dedicaram seu tempo familiar e profissional à CBRu mas é chegado o momento de mudanças substanciais".
Assim os esforços serão redirecionados para novas prioridades e as responsabilidades dos novos gestores serão focadas em resultados, para que a modalidade tenha um crescimento ordenado.
A partir de agora pode conferir a reportagem com o Presidente da Confederação Brasileira de Rugby
IMPRENSA: Quais os principais fatos que marcaram o ráguebi brasileiro em 2011?
SAMI ARAP: O ano de 2011 foi marcado por reestruturações e reorganizações de Seleções e campeonatos, especialmente o aumento de competições internacionais para as Seleções brasileiras de XV e Sevens. Tivemos resultados bons no Sevens Masculino (circuito sul-americano, CONSUR, Newquay e Middlesex), Sevens Feminino, (CONSUR  e tour europeu) XV Masculino (CONSUR "A") e Seleções de Praia (II Jogos Sul-Americano de Praia Odesul no Equador). Entretanto, fomos surpreendidos no Pan-Americano  de Guadalajara e em Dubai, tal vez pelo desgaste físico dos atletas, bem como não conseguimos fazer uma preparação adequada para a nossa Seleção Sub-19. 
Focaremos esforços nas categorias de base, especialmente agora que possuímos a Academia Brasileira de Rugby (Centro de Treinamento em São José dos Campos - Estado de São Paulo). Plantamos a primeira semente do Fale Conosco (Programa de Desenvolvimento) e tivemos bom retorno das cidades visitadas. Melhoramos a capacidade financeira da CBRu, e logramos inserir o ráguebi em transmissões ao vivo na tevê. O saldo é muito positivo.
IMPRENSA: Como o senhor avalia o segundo ano da nova gestão? O que é preciso fazer para melhorar?
SAMI ARAP: A partir de Janeiro de 2010 começamos um trabalho de recuperação e reestruturação da entidade. Em 2011, melhoramos o perfil das competições, aumentamos o volume de jogos internacionais e asseguramos a Academia Brasileira de Rugby. Ainda há muito trabalho por fazer. Temos que profissionalizar a estrutura com pessoas altamente capacitadas e isso será feito em 2012. Usávamos pessoas ligadas ao ráguebi e muitas delas ainda ligadas aos clubes e atuando em torneios. Isso deve acabar. Vamos otimizar a equipe e investir melhor os recursos da CBRu.
Concluímos que o alto rendimento não alcançará patamares de excelência se não elevamos o nível das comissões técnicas. Faz-se necessário a criação de uma "Diretoria de Rugby" cujo objetivo será basicamente:
1 ) Identificação e coordenação de uma única comissão técnica para todas  Seleções de XV e de Sevens, formada por profissionais oriundos do "tier 1".
2 ) Implementação de um programa efetivo de desenvolvimento.
3 ) Criação de um programa de identificação de talentos oriundos do ráguebi e de outras modalidades.
Somente com planejamento e organização voltaremos a integrar o top-30 do ranking da IRB. (Federação Internacional) e até almejar uma classificação para uma Copa do Mundo à longo prazo. 
IMPRENSA: Quais as metas para 2012?
SAMI ARAP: 2012 será um ano muito difícil em vários aspectos. Teremos várias mudanças estruturais e culturais. Somente aqueles que tiveram competência reconhecida, dedicação e capacidade de assimilação das alterações permanecerão no grupo de trabalho futuro. Só almejamos, por exemplo, a classificação do Brasil a Copa do Mundo de Sevens na Rússia, em Março de 2013, é fundamental termos uma Seleção permanente dedicada ao Sevens, Dessa forma, os atletas masculinos de Sevens não representarão o Brasil na Seleção de XV, Precisamos treiná-los de forma coordenada e focada para o Sevens. Além disso, é necessário salvaguardá-los do ponto de vista físico. Em 2011, nossos atletas terminarão a temporada totalmente cansados e lesionados.  Com isso, abre-se uma chance para que novos atletas sejam identificados para a Seleção de XV, e ainda a Seleção Feminina de Sevens, terá a mesma chance da Seleção Masculina, até porque tem alcançado melhores e constantes resultados no âmbito da CONSUR (Confederação Sul-Americana de Rugby).
IMPRENSA: Como você avalia a experiência com a Lei do Incentivo do Esporte? Pretende ampliar a quantidade de projetos? Quais?
SAMI ARAP: A Lei do Incentivo do Esporte é uma excelente ferramenta para divulgação da modalidade, aliada a captação de recursos financeiros. É uma oportunidade sem precedentes para atrair potenciais patrocinadores para Seleções Brasileiras e torneios da CBRu. É um caminho a ser seguido pelas equipes que pretendem profissionalizar-se. Em 2012, teremos projetos de LIE para as Seleções Brasileiras e para o Super 10, Além dos projetos financiados via LIE, buscaremos melhorar a Copa Cultura Inglesa (Sub 18), manteremos a Copa Mitchel Etlin (Sub15) e implementaremos um Circuito Brasileiro de Rugby Sevens para equipes femininas. É importante fomentarmos a prática do ráguebi feminino nos Estados, buscando divulgar a modalidade e aumentar o número de praticantes. Equipes como Charrua e Desterro estão praticamente isoladas em seus Estados. As Federações Estaduais devem investir na divulgação da prática do ráguebi feminino.
IMPRENSA: A CBRu tem hoje seis federações filiadas. Como estruturá-las para auxiliar o desenvolvimento da modalidade?
SAMI ARAP: Os Estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo e organizaram suas Federações Estaduais, entretanto, não basta ser um "entidade de papel". É preciso ser atuante e trabalhar com metas de desenvolvimento e alto rendimento nos seus Estados. A existência da Federação concede ao Estado o direito de representação perante à CBRu mas a Federação é responsável pelo fomento da prática da modalidade, no Estado e criação de torneios competitivos. Poucos Estados implementaram suas atividades com sucesso e a CBRu torce para que as Federações se profissionalizem.
Temos ciência que outros Estados tais como Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, Mato Grosso e o Distrito Federal, querem organizar suas Federações e isso é um bom começo, que acarreta na organização da modalidade no país. Sem organização, não há divulgação, permanece o amadorismo; o amadorismo não alcançará as metas de excelência necessárias para o ráguebi tornar-se uma modalidade amplamente praticada no país.
IMPRENSA: A CBRu tem hoje grandes parceiros. Ainda existe espaço para novos investidores? Quais as demandas a entidade?
SAMI ARAP: Graças a reputação e credibilidade dos membros que integram a atual Administração, a CBRu conquistou importantes parceiros. Topper, Bradesco, Heineken, Grupo CCR, Cultura Inglesa, Probiótica, Terapêutica e Cremer, além de uma ótima relação com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Ministério do Esporte (ME). Buscamos sempre novos parceiros, especialmente para o desenvolvimento regional e para as categorias de base. As Federações Estaduais e os clubes devem seguir o "modelo CBRu", e buscar parceiros locais para apoiar as atividades em seus Estados. O maior investimento da CBRu a partir de 2012 será categorias de base e comissão técnica de nível internacional.
IMPRENSA: Se a juventude è o "futuro do ráguebi brasileiro", como estimulá-los a garantir a continuidade do trabalho.
SAMI ARAP: Estamos certos que o ráguebi é uma ferramenta inigualável de educação a través de seus valores de respeito, lealdade, camaradagem, jogo em equipe, comunicação e transparência. Ráguebi é uma escola de vida, um ambiente altamente familiar e um mecanismo de inclusão social. Temos participado com muito êxito nos Jogos Escolares Brasileiros, pelo convite do COB, Alcançamos centenas de crianças até 15 anos, que ficam maravilhadas com a experiência do ráguebi sem contato ("tag ráguebi"). É muito importante estabelecer-se parcerias com as Prefeituras locais, visando obter a infra-estrutura necessária para a prática da modalidade (campos públicos) e introduzir ráguebi na grade de educação.