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domingo, 20 de janeiro de 2013

Por nova identidade visual, FPHb troca de mascote


Por Mauro Zafalon

A Federação Paulista de Handebol (FPHb) deixou seus fãs curiosos no Facebook. A entidade anunciou por meio da rede social que apresentará, em breve, seu novo mascote. O projeto faz parte de um processo de reestruturação de sua marca e busca dar uma nova identidade visual ao personagem, representado anteriormente pelo leão.

“Posso adiantar que não é um animal. É algo que só existe no handebol. A ideia é que sempre que olharem para o novo mascote, as pessoas possam imediatamente associá-lo à modalidade”, explicou Fernando Guifer, gerente de comunicação da FPHb.

A organização, que até o momento divulgou apenas a silhueta em sua página (http://www.facebook.com/FederacaoPaulistadeHandebol), visa, através da iniciativa, aproximar o público mais jovem e realizar um trabalho comercial com seu novo representante, que será figurinha carimbada em jogos e eventos.

Embora a entidade deva desvendar o mistério do novo mascote por meio de um protótipo oficial, o público só irá conhecê-lo pessoalmente durante o evento “Melhores de 2012”, ainda sem data definida, mas previsto para o mês de fevereiro.

A criação do personagem ratifica a reestruturação da marca da FPHb, iniciada em 2011. Na ocasião, quando assumiu o presidente Eduardo Macedo, seu escudo foi modificado, tendo como principal alteração a saída do ex-mascote leão do símbolo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28048/Por-nova-identidade-visual-FPHb-troca-de-mascote/index.php

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Presidente da CBHb garante conclusão do centro de treinamento para agosto, no máximo


CT de São Bernardo poderá receber a seleção principal e também as categorias de base

Por Francisco Junior

Os resultados obtidos ao longo dos anos fizeram o Brasil se firmar como país número 1 das Américas no mundo do handebol. Agora, o país almeja mais. As obras para a conclusão do Centro de Treinamento nacional, em São Bernardo do Campo, em São Paulo, estão entrando na reta final. Com isso, o presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luis Oliveira, acredita que as seleções vão alcançar, em um futuro próximo, outro patamar no cenário mundial da modalidade.

- Posso dizer que, a partir de 2013, com a conclusão do nosso Centro Nacional de Desenvolvimento, o Brasil vai evoluir cada vez mais. Teremos estrutura para capacitar técnicos, administradores e preparadores físicos durante o ano inteiro. Tudo isso, com um custo menor. Nós estaremos cada vez mais fortes - afirmou, em entrevista exclusiva ao ahe! durante o Prêmio Brasil Olímpico 2012, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nesta terça-feira.

A escolha da cidade para sede do Centro Nacional de Desenvolvimento do Handebol foi devido à referência na prática da modalidade. São Bernardo possui equipes de ponta e tradição no esporte. O CT poderá receber a seleção principal e as categorias de base, além de inúmeros eventos, como acampamentos e clínicas.

De acordo com o projeto inicial, o local, cedido pela prefeitura, terá ginásio de esporte, com quadra auxiliar, todas com medidas oficiais atendendo a requisitos internacionais, e também acomodações para 120 atletas, auditório, lavanderia, refeitório, área médica, academia, área de convivência e administração.

- Nosso principal CT, de acordo com a empresa que está cuidando das obras, será entregue entre junho e agosto. Ainda teremos um centro de treinamento sendo inaugurado em Vitória, nos primeiros meses de 2013. Além disso, temos também o de Manaus. Eles têm boas estruturas e são regionais.

Na avaliação de Manoel Luis, o Brasil possui bastante conceito com a nata do handebol mundial. O fato de o país ser o número 1 das Américas, além de deter o recorde de participações em competições internacionais, tem influência no bom relacionamento com a IHF, órgão máximo da modalidade.

- Não há um país que tenha tantas participações oficiais em competições internacionais. E estamos muito próximos de fazer com que essas participações se tornem conquistas importantes. Atualmente, muitos especialistas da modalidade e as principais seleções do mundo, apontam os representantes do Brasil como fortes adversários. Até 2016, temos muito a evoluir. Quem sabe, em casa, teremos a oportunidade de conquistarmos uma medalha - finalizou o mandatário.

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2012/12/20/handebol/presidente+da+cbhb+garante+conclusao+do+centro+de+treinamento+para+agosto+no+maximo.html

Presidente da CBHb garante pagamento de dívida com a IHF e Brasil fica livre de punição


Seleções corriam risco de serem suspensas caso primeira parcela não fosse quitada

Por Francisco Junior

O fantasma de uma possível suspensão de todas as seleções brasileiras de competições internacionais era real. Mas, com "jeitinho" e o bom relacionamento do presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luis Oliveira, com a Federação Internacional (IHF), tudo está como antes. De acordo com o dirigente, o pagamento de uma das parcelas referentes à dívida de cerca de R$ 4,34 milhões da CBHb com a entidade internacional, relativa à organização do Campeonato Mundial feminino, que aconteceu em São Paulo, em dezembro de 2011, foi efetuado.

- Esse problema está totalmente administrado. Não há nenhuma possibilidade de o Brasil ser punido, eliminado ou substituído do Mundial. Esse parcelamento já estava acordado e nós pagamos o valor determinado (500 mil francos-suíços, cerca de R$ 1,075 milhões). O problema todo é que estava atrasado e nós reconhecemos isso - garantiu Manoel em entrevista exclusiva ao ahe! durante o Prêmio Brasil Olímpico 2012, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nesta terça-feira.

O dirigente explicou que o Brasil tem conceito bastante elevado no handebol mundial e citou o país como recordista de participações em competições internacionais. Segundo Manoel Luis, foram por esses motivos que a IHF teve complacência com a CBHb.

- Se a Confederação Brasileira e eu, como presidente, não tivéssemos uma relação muito boa com a Federação Internacional, com certeza, nós já estaríamos punidos. Alguns prazos foram estabelecidos e nós não conseguimos cumprir. Então, seria punição certa - disse.

Segundo Manoel, ainda não há uma data estipulada para a próxima parcela. A entidade pensa, agora, em fazer um cronograma para finalizar a dívida.

Mundial: felicidade e problema, na avaliação de Manoel Luis

A realização do Mundial feminino, há um ano, acabou gerando sentimentos dúbios em Manoel Luis. Segundo as palavras do presidente, a realização da competição foi a melhor coisa que aconteceu para o handebol brasileiro. Porém, ao mesmo tempo, ele classificou o evento como um problema.

- O grande problema é que não conseguimos captar os recursos para honrarmos com todos os compromissos. Nós reconhecemos a dívida e agradecemos a Federação Internacional pela paciência, pelo apoio e por nos ajudar nesse momento difícil - finalizou.

Com tudo em ordem entre os órgãos máximos do handebol envolvidos no caso, a seleção masculina segue com sua programação normal visando à disputa da 23ª edição do Mundial, que será realizado na Espanha, de 11 a 27 de janeiro. O Brasil está no Grupo A, considerado o da morte.

Confira abaixo os grupos do Mundial:

Grupo A (Granollers/Barcelona): França, Alemanha, Argentina, Brasil, Tunísia, Montenegro
Grupo B (Sevilla): Dinamarca, Islândia, Macedônia, Russia, Chile, Qatar
Grupo C (Zaragoza): Polônia, Servia, Belarus, Arábia Saudita, Coreia, Eslovênia
Grupo D (Madrid): Espanha, Hungria, Croácia, Egito, Argélia, Austrália

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2012/12/19/handebol/presidente+da+cbhb+garante+pagamento+de+divida+com+a+ihf+e+brasil+fica+livre+de+punicao.html

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Profissionais reclamam da falta de incentivo para o handebol no AM


Dirigentes e técnicos acreditam que um trabalho mais eficaz de base nas escolas públicas de Manaus ajudaria no crescimento da modalidade

Por Frank Cunha

Após a realização do Campeonato Amazonense de Handebol infantil, com a participação de oito equipes de cada naipe e com apenas 14 dias de disputas, profissionais envolvidos com a modalidade declaram ao GLOBOESPORTE.COM que lamentam a pouca participação de equipes e, principalmente, a falta de incentivos.

Sem dinheiro e profissionais para massificar o esporte, o presidente da LIHAM, Jefferson Oliveira, disse que a preocupação é encontrar talentos por causa do início tardio dos atletas na modalidade e pela falta de interesse das escolas na iniciação esportiva.

- A garotada que vem jogar praticamente está iniciando no handebol, do zero. Estão iniciando com 16 anos, o que é incorreto. Os técnicos pegam atletas que veem em um jogo é trazem para jogar. A secretaria de educação, tanto da prefeitura quanto do estado, não se preocupa com a iniciação esportiva na escola. Nosso trabalho é de rendimento. Não somos renumerados para nada e não temos como entrar em escolas ou centro de excelência pra fazer a modalidade - declarou o presidente.

Responsável pela arbitragem e coordenador técnico da Liga de Handebol do Amazonas (LIHAM), Rubens Zaguri acredita no crescimento do esporte pelo nível apresentado no campeonato amazonense da categoria em 2012.

- Foi uma competição boa, apesar do número reduzido de equipes. Falta um trabalho mais efetivo dentro das escolas. As federações precisam de um apoio maior para melhorar nosso nível. Esperamos que nos próximos campeonatos tenhamos mais equipes escolares participando para melhorar nosso campeonato - explicou Zaguri.

Campeão pela primeira vez com a equipe masculina infantil do Dance Hall/Colégio Militar de Manaus (CMM), o técnico Nilson Santos acredita que a única alternativa para o handebol evoluir no Amazonas é a inserção do esporte dentro das escolas.

- É lá (escola) de onde vem o esporte. Hoje em dia sou professor, mas vim de dentro de uma escola. Se você tiver o apoio do estado ou da prefeitura para trabalhar dentro da escola e poder participar dos campeonatos, mudaria tanto na parte educacional, de segurança e na pedagogia das crianças nos bairros -explicou o treinador.

Destaque na final masculina do infantil pela equipe do Dance Hall/Colégio Militar de Manaus, que venceu Adalberto Valle por 17 a 16, na manhã de sábado (17), no ginásio do colégio militar, Lucas Emanuel, de 14 anos, pratica handebol há três anos. Para ser campeão, o time dele teve que se superar, pois não realizou nenhum treino antes da final.

- Para início, precisamos mais de incentivo. Nós temos campeonatos aqui, mas nada comparado a São Paulo. O que falta é um incentivo para chamar mais pessoas para ter uma equipe em união e conjunto e mais treinamento. Nós não treinamos nenhuma vez na semana. Juntamos a equipe e jogamos o que sabemos e vencemos - declarou o atleta.

O Campeonato Amazonense de Handebol infantil contou com a participação de oito equipes (Dance Hall/CMM,Villa Lobos, Adalberto Valle e Vicente Telles), nos naipes feminino e masculino. A competição terminou na manhã deste sábado (17), com Dance Hall/CMM, campeão no masculino, e o Nova Vida campeão, no feminino.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/am/noticia/2012/11/profissionais-reclamam-da-falta-de-incentivo-para-o-handebol-no-am.html

sábado, 21 de julho de 2012

Camisa 8 do handebol realiza sonho olímpico por outras vias


Com a seleção masculina fora dos Jogos, Bruno Souza descobre outra função em Londres

Por Ary Cunha

LONDRES — Camisa 8 da seleção brasileira masculina de handebol nas duas edições anteriores das Olimpíadas (Atenas-2004 e Pequim-2008), o niterioense Bruno Souza lutou contra os limites do corpo até quando pôde para tentar ajudar a equipe, após uma delicada operação no joelho direito. Mas não teve jeito. Sem Bruno, o Brasil não se classificou no Pan de Guadalajara, perdendo a final para a Argentina, e depois também fracassou no Pré-Olímpico, na Suécia. Ele, no entanto, se acostumou a superar desafios pelas próprias mãos. Bruno está em Londres desde o primeiro dia de julho, trabalhando no Centro de Operações da Vila (VOC, da sigla em inglês), a convite do diretor da Rio-2016 para relação com Comitês Nacionais e Vila Olímpica, o argentino Mário Cilenti.
O uniforme vinho e vermelho com calça cáqui dos voluntários que veste hoje é bem diferente da amarelinha que defendeu por 17 anos. Mas o orgulho de fazer parte da maior festa do esporte no planeta não mudou em nada, ele garante.
— Eu tinha de vir para as Olimpíadas de qualquer jeito —brinca Bruno, de 35 anos. — Desde janeiro, eu faço parte do curso do COB para atletas fazerem essa transição entre o fim de carreira esportiva com novas funções de gestão e então veio o convite para trabalhar na Vila Olímpica, ganhando experiência para alguma função que farei na Rio-2016. Conheço bem as necessidades dos atletas e agora acho que posso ver as coisas pelo outro lado. Está sendo maravilhoso.
De problemas com uma pia entupida, a riscos à segurança ou procedimentos para visita de autoridades, tudo que acontece na Vila passa pelos rádios da sala de comunicação, onde Bruno trabalha nove horas por dia. Ele faz parte de um grupo de 12 secondees, termo em inglês para profissionais contratados pela Rio-2016 que trabalham junto ao LOCOG londrino para adquirir experiência em setores importantes da organização dos Jogos, como Vila Olímpica, transportes, acomodações, seguranças, sistemas, etc...
— Temos também 130 observadores que vêm em momentos diferentes passar cinco dias aqui adquirindo experiência em diferentes áreas — explica Cinenti, que ingressou no mundo olímpico como voluntário no Pan de Mar del Plata-1995 e hoje é uma das maiores autoridades em relação com comitês olímpicos, contratado pelo COB desde 2007. — Não é por ser atleta que o Bruno se encaixou na função, mas porque ele tem uma excelente formação e está dentro do perfil para executar diferentes funções nessa área. Mas, claro, a experiência dele como atleta lhe dá uma bagagem incalculável para lidar com as situações de uma Vila Olímpica.
Bruno quer apenas fazer um jogo de despedida, na volta ao Brasil. Ele já foi convidado por Cilenti para trabalhar também nas Paralimpíadas. E, com a experiência de três Olimpíadas, essa de agora em novas funções, ele diz concordar com a declaração do príncipe Edward, que esteve há dias na Vila. O filho caçula da Rainha Elizabeth II afirmou que o Brasil deve "fazer os Jogos do jeito brasileiro", ao ser perguntado como deveria ser a organização da RIo-2016.
— Cada Olimpíada é diferente. E temos sim de fazer do nosso jeito, valorizando o que temos de melhor, nosso jeito carioca de ser. A Rio-2016 vai ter cara de Brasil e queremos que os atletas e visitantes sintam isso. Londres ainda não caiu de cabeça nas Olimpíadas, mas no Rio eu tenho certeza de que será uma grande festa. E eu, claro, estarei participando novamente. Fora da quadra, mas dando minha colaboração para o esporte brasileiro — afirma o camisa 8 em novas funções.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/camisa-10-do-handebol-realiza-sonho-olimpico-por-outras-vias-5546912#ixzz21GrkwGAW 

terça-feira, 10 de julho de 2012

Correios alinhavam aporte ao handebol brasileiro


Por Guilherme Costa

Patrocinadores do futsal, da natação e do tênis, os Correios devem adicionar mais uma modalidade nacional a esse grupo. A empresa de entregas tem negociação adiantada com a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) para uma parceria comercial.

As conversas estão em fase extremamente adiantada. Já houve troca de minutas de contrato, e o aporte financeiro tem aprovação da diretoria dos Correios. A corrida é para que o negócio seja fechado antes do início dos Jogos Olímpicos de Londres, no dia 27 de julho.

“A confederação não tinha contrato com grandes empresas nacionais, e o handebol feminino tem grandes chances de medalha em Londres. Estamos fechando isso”, admitiu Graziela Cavaggione, chefe do departamento de comunicação dos Correios.

O contrato com o handebol seguirá os moldes do que já é feito pelos Correios em outras modalidades esportivas. A parceria não terá data limite, mas será reavaliada e renovada anualmente.

Em termos de propriedades, o contrato também deve se assemelhar aos vínculos dos Correios com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), a Confederação Brasileira de Tênis (CBT) e a Confederação Brasileira de Futsal (CBFS).

“Vamos trabalhar nos mesmos moldes, com foco em projetos de formação e ações sociais. Também vamos ter uma questão interna, como campeonatos para funcionários. Sempre inserimos o endomarketing no patrocínio”, completou Cavaggione.

Atualmente, a lista de parceiros da CBHb é formada por Asics (material esportivo), Penalty (bolas), BVA (banco) e Photo&Grafia (agência de comunicação). Até 2016, os Correios devem investir R$ 25 milhões por ano em patrocínios no esporte.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/25/25912/Correios-alinhavam-aporte-ao-handebol-brasileiro/index.php

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Asics vestirá handebol brasileiro até o Rio-2016


Na corrida entre as empresas por propriedades relacionadas aos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro, a Asics fechou um acordo com o handebol brasileiro. A empresa de material esportivo será parceira oficial da modalidade até o ano do evento carioca.

A parceria com a Asics foi anunciada por Manoel Luiz de Oliveira, presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), em assembleia-geral da entidade. A seleção brasileira já usará produtos fornecidos pela marca durante os Jogos Olímpicos de Londres-2012.

“Vamos promover ações comerciais para os filiados da confederação, como a fabricação de produtos oficiais. Queremos ganhar o respeito do handebol com um trabalho que fique marcado. Será uma via de mão dupla entre a marca e a confederação, com benefícios para os dois lados. Nós nos surpreendemos com a potência econômica da modalidade no Brasil. Já trabalhamos com o handebol há alguns anos, e foi o esporte que mais cresceu em venda na Asics”, disse João Alberto Zappoli, gerente-esportivo da empresa de material esportivo.

A Asics substituirá a Penalty como fornecedora de material do handebol brasileiro. A antiga parceira manterá um acordo com a CBHb apenas para as bolas usadas em competições nacionais.