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sábado, 15 de setembro de 2012

Netshoes contrata ex-comissionário da NFL


A Netshoes, maior loja online de produtos esportivos da América Latina, anunciou nesta semana a contratação de Paul Tagliabue, antigo comissionário da NFL, liga norte-americana de futebol americano, como novo integrante de seu conselho administrativo.

Com a empresa brasileira espera ganhar experiência afirmou, por meio de um comunicado, que espera ganhar experiência e visão internacional com a chegada do norte-americano. Tagliabue foi comissário da NFL, a liga de futebol americano, entre os anos de 1989 e 2006.

“Sinto-me muito honrado com esta nominação. Agora formo parta da maior empresa de comércio eletrônico da América Latina. Ainda vejo muitas oportunidades para consolidar esta posição e estou ansioso para contribuir na globalização desta marca”, afirmou Tagliabue.

“Com a chegada de Tagliabue temos a certeza de que sua contribuição será enorme em termos de administração e de visão de negócios esportivos”, declarou José Rogério Luiz, vice-presidente da Netshoes.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26792/Netshoes-contrata-ex-comissionario-da-NFL/index.php

New Era lança linha de produtos da NFL no Brasil


Famosa pela produção de bonés, a New Era vai ampliar o espectro no novo projeto para o mercado brasileiro. A empresa lançará no país uma coleção com produtos de 31 franquias da liga profissional de futebol americano (NFL). A linha terá 120 artefatos.

Além de bonés, a coleção será composta por roupas como camisetas e agasalhos. A New Era distribuirá os produtos em todo o território nacional.

“A NFL tem apresentado um crescimento importante no Brasil. Com o aumento das transmissões do esporte na TV e novos times brasileiros surgindo, o futebol americano está caindo aos poucos no gosto do público local. Agora, o consumidor brasileiro pode ter acesso ao que existe de mais novo em bonés e confecções da NFL”, disse Artur Regen, sócio da Marc4, subsidiária da New Era no Brasil.

A Marc4 foi fundada em 2004. Além do trabalho com a New Era, a empresa detém uma marca de moda urbana chamada Stand Up.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26786/New-Era-lanca-linha-de-produtos-da-NFL-no-Brasil/index.php

terça-feira, 11 de setembro de 2012

NFL e Nike lançam coleção de roupas para mulheres


O interesse feminino pelo futebol americano cresce cada vez mais e por isso, a National Football League (NFL) e a Nike acabam de lançar a maior campanha deste esporte já voltada especificamente para mulheres.

Chamado de “It’s My Team”, o lançamento traz roupas femininas casuais com os logos e as cores das 32 equipas da liga. Para divulgar a nova linha, a campanha traz diversas personalidades americanas usando as cores de seus times preferidos.

Entre as protagonistas dos anúncios estão Condoleeza Rice, ex-secretaria de Estado dos EUA, representando sua equipe, os Cleveland Browns; a tenista recente campeã do US Open 2012 Serena Williams, usando as cores do Miami Dolphins, equipe da qual é sócia minoritária; Susie Castillo, Miss EUA 2003 e fã dos New England Patriots; Summer Sanders, medalhista olímpica na natação e torcedora do San Francisco 49ers; entre outras.

“Nossa nova campanha celebra as milhões de aficionadas que demonstram seu espírito esportivo e apoio às equipes durante toda a temporada”, declarou Tracey Bleczinski, vice-presidente de produtos de consumo da NFL. “Estamos orgulhosos de ter neste anúncio um grupo de mulheres de sucesso em suas respectivas áreas, sejam empresárias, atletas ou bailarinas, todas têm algo em comum: a paixão pelo futebol americano. Com esta nova linha todas as fãs poderão viver, respirar e vestir futebol de agora em diante”, completou Bleczinski.

Recentemente, diversas marcas tem criado campanha para o público feminino fanático por futebol americano. A Victorias’ Secret, renomada grife norte-americana de lingeries, lançou em agosto uma linha de produtos inspirada nas equipes da NFL.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26719/NFL-e-Nike-lancam-colecao-de-roupas-para-mulheres/index.php

terça-feira, 24 de julho de 2012

A NFL poderia ser exemplo para o Brasileirão ‘Desvalorizadão’


Por Thiago Perdigão

Esta coluna abaixo foi publicada no Diário LANCE! na última quinta-feira, dia 19 de julho. Não é exatamente sobre NFL, mas passo por esse assunto. Acho que este espaço poderia levar a um debate interessante sobre o assunto.

O Brasileirão deveria ser o ‘Desvalorizadão’

Vira e mexe a discussão sobre o calendário brasileiro volta à tona. Para ser sincero, não sei se o melhor seria adequar ao europeu. Em princípio, parece ser o certo, mas ainda é preciso discutir e cortar “gorduras” como 23 datas (dadas por politicagem) para a disputa dos ultrapassados Campeonatos Estaduais.

Não dá para aceitar, por exemplo, ver a CBF “boicotar” o seu principal campeonato. Como? Convocando Neymar, sua principal estrela, para a Seleção olímpica e desfalcando o Santos por até oito rodadas. O motivo é nobre, é verdade, mas desvaloriza um produto já desvalorizado.

Afinal, a despeito das estrelas internacionais como Seedorf e Forlán estarem perto de estrearem nos gramado por aqui, o Brasileirão ainda é pouco conhecido fora do Brasil. Na chegada da Seleção em Londres ficou claro o espanto do policial no aeroporto da capital do Jogos perguntando “quem era Neymar” após ver o assédio sobre o atacante santista.

E Oscar? Talvez a grande revelação dos últimos anos, deve ficar por Londres depois da Olimpíada, no meio do Brasileirão, e sem se despedir do torcedor do Internacional.

Há dinheiro para investir. Mas haveria mais se as marcas brasileiras se divulgassem mais pelo exterior.

Olhe para a Europa: os principais times fazem cada vez mais excursões para os EUA ou Ásia, certos de que lá estão os “novos mercados”. Os brasileiros não conseguiram se firmar nem na Europa, que em crise, ainda consome futebol.

E bons exemplos existem em vários lugares. Veja a lista da revista “Forbes” dos 50 clubes mais valiosos do mundo (aqui a notícia completa e meus comentários): todas as 32 franquias da NFL estão na lista. Isso em um esporte disputado profissionalmente apenas em um país. Por que não copiar algumas estratégias?

No futebol, Londres, por exemplo, é uma das “capitais” do futebol, com muitos times, inclusive o Chelsea, o campeão europeu e possível adversário do Corinthians no Mundial de Clubes.

Mas, o policial londrino nunca tinha ouvido falar em Neymar…

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Agora meus comentários: a NFL, é claro, não é uma liga perfeita. Tem vários problemas e eu voltarei a este assunto mais tarde, ainda nesta semana. Um deles, é a quantidade de jogadores presos durante o período sem jogos, por exemplo.

Mas em relação a faturamento, não há o que criticar. São milhões e milhões de dólares de lucro para todas as franquias e outros bilhões para a Liga. Somas impensadas de dinheiro que o brasileiro parece “não querer”.

Boa parte do lucro vem dos contratos de televisão. Por aqui, os valores estão altos, mas parecem abaixo do que poderiam ser. O monopólio faz bem para a dona dos direitos, mas faz mal para os clubes. A NFL, por exemplo, é transmitida por qutro emissoras diferentes nos EUA e por valores muito altos.

A própria Liga tem os direitos internacionais e os vende por outra concorrência. E ainda disponibiliza assinatura para os não moradores dos EUA. Você, no Brasil, pode assinar a NFL Network e o Game Pass e terá o direito de assistir a todos os jogos via internet.

Isso cria divulgação, cria fidelidade a marca. E isso é mais importante do que qualquer montante de dinheiro paga em um primeiro momento.

Outra vantagem tem a ver com o calendário. É claro que não dá para pensar uma temporada de futebol com 16 jogos, como é na NFL. Mas é preciso valorizar os jogos. No Campeonato Paulista são 19 intermináveis jogos na fase de classificação. Contra times fracos, várias vezes, e com pouco apelo decisivo.

Fora as mudanças. Por aqui, as televisões mudam os horários dos jogos por conta da audiência. Sem qualquer critério técnico. No próximo domingo, por exemplo, o jogo do Palmeiras (contra o Cruzeiro, em Minas) foi trocado pelo do Corinthians (Bahia, fora), apenas porque a Globo quer competir contra as transmissões da Olimpíada de Londres, que serão exclusivas da Record. Na final da Copa do Brasil, aconteceu algo semelhante.

E o torcedor que já tinha se programado para assistir a algum desses jogos?

Alguns irão gritar “a NFL também muda seus horários”. É verdade. Mas é algo esperado e que acontece para por um jogo decisivo no horário nobre. Um jogo decisivo, depois da décima rodada do campeonato. Enfim, algo a se pensar…

Até a Liga de futebol americano sabe que precisa divulgar sua marca fora. Já tentou criar um campeonato na Europa, que naufragou depois de um tempo. Mas faz um jogo todo ano em Londres e já programa mais jogos fora dos EUA. Na Alemanha, por exemplo, o futebol americano é muito forte.

Há ainda uma “semana latina”, de olho nos fãs latinos que moram no país, que são milhões, além das transmissões nos países da América. Tem também os jogos no Canadá e assim vai…

Outra coisa que valoriza uma marca: seus produtos. Daqui do Brasil, apesar dos altos impostos, você consegue comprar uma camisa da NFL. Como consegue achar em qualquer shopping várias camisas de futebol de clubes europeus. Os times brasileiros conseguem fazer o mesmo? Claro que não… Mesmo porque quase nunca aparecem por lá.

Pouco muito pouco.

Twitter: @thiago_perdigao

Fonte: http://blogs.lancenet.com.br/madeinusa/2012/07/23/a-nfl-poderia-ser-exemplo-para-o-brasileirao-desvalorizadao/

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Marketing esportivo no Brasil vive a ditadura da visibilidade

Por Fabio Kadow

Com o sucesso do projeto desenvolvido pelo Corinthians para a contratação de Ronaldo todos os demais times brasileiros passaram a lotear seus uniformes com o intuito de arrecadar mais dinheiro. Esteticamente acredito que tantos torcedores, como jogadores e até dirigentes vão concordam que este movimento está, praticamente, assassinando as camisas dos clubes. Sendo assim, por que as marcas continuam investindo na compra destes espaços?
A palavra que bem resume este momento é uma só: visbilidade. Executivos de marketing querem ver as suas marcas expostas, o máximo possível, na mídia. Fora isso, os clubes começaram a mostrar no mercado os números de retorno de mídia que elas podem ter numa temporada ou até mesmo em apenas um jogo. Ou seja, o discurso é "se você fosse comprar por este espaço na emissora, usando como cálculo o preço de tabela do mercado de anunciantes, iria pagar X de milhões, já patrocinando meu time este valor é muito inferior a isso, olha que bom negócio". Esta é a conta fácil.
E assim criamos nos últimos anos uma falsa verdade que reina absoluta, de que só com visibilidade se faz uma ação de marketing esportivo. Uma mentira tão grande quanto o dinheiro investido. Sim, a exposição da marca é importante e deve sempre ser considerada (e mensurada). Mas trabalhar só pensando nela que está o erro. Tudo tem que estar dentro de um planejamento de comunicação feito pela empresa (ou pela agência), com diversas outras ações estratégicas de ativação desta propriedade que acaba de ser adquirida por milhões, que impactam nos negócios, nas vendas, nos serviços, enfim, no objetivo final.
E mais, qual a percepção do consumidor perante esta salada de marcas? Ele realmente reconhece? Num exercício rápido, você é capaz de dizer quem estava na barra da camisa do Santos na final da Libertadores do ano passado?
Você sabia, por exemplo, que o Manchester United tem 28 patrocinadores? E, além da AON, que aparece na camisa, estamos falando de empresas como Audi, DHL, Turkish Airlines, Hublot… todos players importantes e que, certamente, não estão fazendo um mal negócio só pelo fato de não estar na camisa. Este é só um exemplo. A Liga do Campeões e a FIFA não permitem mais do que o patrocinador master no uniforme, preocupados com a imagem e o valor da marca que o campeonato tem que ter perante a televisão e seus patrocinadores oficiais.
No Brasil, com a falta de uma entidade gerenciando profissionalmente os campeonatos, esta discussão nem entra na agenda das reuniões.
Nos Estados Unidos o assunto mais forte do momento é sobre a possível liberação de patrocínio nos uniformes de jogo da NBA e NFL, principalmente na liga de basquete, onde, como você vem acompanhando aqui no blog, o debate já dura alguns anos. Um decisão sensível, e que por isso mesmo é alvo de conversas longas entre todos os envolvidos: clubes, mídia, jogadores, empresas que já tem contratos assinados (lembram do caso da Samsung com o Palmeiras?), etc.
São cenários diferentes, tradições distintas, mas o que valorizo neste momento nos americanos é a maneira como estão tratando o tema antes de tomar qualquer decisão. Por fim, reforço a importância da questão financeira, mas o que questiono é o modelo de negócios atual do Brasil, onde tudo passa pela marca aparecer no uniforme, o que atrapalha tanto para o clube criar novas oportunidades, como para as marcas pensarem numa estratégia diferente.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

AS LIÇÕES DE PUBLICIDADE DO SUPER BOWL


Por que a final do campeonato de futebol americano se tornou uma vitrine publicitária?

O Super Bowl, jogo final da NFL (National Football League  - Liga de Futebol Americano), é conhecido por ser a maior vitrine publicitária do mundo. O espaço destinado a anúncios de 30 segundos, por exemplo, custa US$ 3,5 milhões. E não é à toa: são mais de 100 milhões de telespectadores com os olhos grudados na telinha, cuja programação é constantemente interrompida pelos comerciais.

Para Maria Fernanda Narciso, da área de planejamento da Usine, o que torna o Super Bowl interessante é que ele vai na contramão das tendências on-line. “Nos últimos anos, os anunciantes passaram a investir cada vez mais em publicidade na internet em detrimento da televisão e da mídia impressa. Mas o Super Bowl ainda é o programa mais assistido da história e acumula dados impressionantes no que diz respeito ao valor do espaço publicitário. Fica claro, portanto, que ainda vale a pena investir em propaganda off-line, principalmente se conjugada com ações de interatividade na web. A interação entre as diversas mídias é um imperativo; ela potencializa o poder da publicidade, dialoga com o público e aumenta o alcance das marcas”, justifica.

Já na opinião de Eduardo Esteves, publicitário, profissional da área de marketing esportivo e autor do blog Mkt Esportivo, o que faz do Super Bowl um sucesso em termos publicitários é que todas as edições do evento deixaram a experiência de transformar um evento esportivo em um espetáculo. Ele ainda pontua que o evento também demonstrou a força do marketing esportivo através da exploração de uma modalidade global. “Se antes aliar-se ao esporte era sinônimo de bem-estar e vida saudável, os patrocínios aos megaeventos também denotam a aproximação a um público diferenciado, com impacto muito mais direto e resposta no curto e médio prazo”, afirma.

“Leve conteúdo relevante e você terá atenção do público”, afirma Renée Almeida.Renée Almeida, publicitária, consultora sênior na TerraForum e especialista em estratégias de construção e ativação de marcas, acredita que o SuperBowl se tornou a concretização de iniciativas que os publicitários almejam há bastante tempo. “Derrubar velhos padrões da publicidade não é algo simples e muito menos barato. As lições são muitas para o mercado em geral. A NRF (National Retail Federation – Federação Nacional do Varejo) fez uma pesquisa para entender como os americanos viam os comerciais do Super Bowl e a resposta foi  ‘entretenimento’. Claro que em um mundo cada vez mais multimídia, repleto de informações, os modelos de publicidade tradicionais precisam mudar. Como captar a atenção, mobilizar de verdade esse consumidor? Entretendo. Leve conteúdo relevante e você terá atenção. Os anunciantes do Super Bowl têm um foco e olhar sempre centrado no público, é consumer-centric e não company-centric”, explica.

Seria possível fazer algo desse porte no Brasil?

Eduardo Esteves: “O Brasil demorará a chegar neste patamar do Super Bowl”.O evento traz uma série de benefícios para os anunciantes e a chance de expor marcas diante de milhares de espectadores. Com a paixão dos brasileiros pelo esporte, principalmente o futebol, seria possível realizar algo desse porte no Brasil? Esteves acredita que o país demorará a chegar nesse patamar. “Falta principalmente o esporte ser visto como entretenimento, não somente focar na disputa em si. O Super Bowl é um evento de três horas e meia, mas parece durar semanas, devido ao grande preparo que a NFL faz para sua chegada. Há envolvimento das equipes e jogadores com o público, eles se tornam ferramentas totalmente exploráveis para promover o evento”, assegura .

Maria Fernanda pensa que dificilmente o Brasil atingirá esse status. “O que torna a final do campeonato americano tão visada e especial diz respeito à cultura norte-americana e ao significado social que o evento possui. O Super Bowl é praticamente um feriado nacional, as pessoas estabeleceram o hábito de se reunir e participar da festa. O mais próximo que temos de um evento com tanto apelo midiático no Brasil é a Copa do Mundo, que é global”, enfatiza.

Fonte: http://www.contafio.com.br/marketing-propaganda/cases/as-licoes-de-publicidade-do-super-bowl-175.html