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quinta-feira, 21 de março de 2013

Gobbi reforça ameaça de tirar Arena da Copa: 'Se todos não se mexerem...'


Presidente fala pela primeira vez sobre o assunto, em entrevista ao L!Net, e reitera que impasse é de Odebrecht e Banco do Brasil. Ele cobra mais atitude dos órgãos responsáveis

Por Felipe Bolguese e Marcelo Damato

O presidente do Corinthians, Mário Gobbi Filho, disse que o que emperra a liberação do empréstimo do BNDES para a obra da Arena Corinthians é a recusa do Banco do Brasil às garantias oferecidas pela construtora Odebrecht.
– O que está pegando? O tipo de garantia que a Odebrecht está dando – afirmou, em entrevista ao LANCE!Net, completando o que dissera momentos antes: – Quem tem de aceitar o aval é o Banco do Brasil. O Corinthians não é parte nisso.
É a primeira vez que o presidente do clube afirma textualmente que o problema é entre o banco e a construtora. Essa versão é corroborada por funcionários do Banco do Brasil. Na construtora, ao contrário, se diz que a questão é entre o banco e o clube. O BB não estaria aceitando que o Corinthians comandasse a gestão da arena. Gobbi diz que isso "nem entra em questão".
Sem a liberação do empréstimo de R$ 400 milhões, o clube e a construtora ameaçam paralisar as obras, como já havia dito Andrés Sanchez, responsável por coordenar o projeto. A Odebrecht disse ao clube que, depois de ter colocado R$ 250 milhões, além dos R$ 250 milhões contraídos em dois empréstimos-ponte, não colocará mais dinheiro próprio. Já o Corinthians, que não aceita pôr dinheiro do seu caixa, e arca com os juros a cada empréstimo, ameaça parar tudo e voltar ao projeto original, deixando São Paulo sem estádio para a Copa de 2014 e a Copa sem um palco de abertura.
Corinthians, Odebrecht e Banco do Brasil negociam a liberação do dinheiro desde antes de o BNDES aprovar o empréstimo, em meados do ano passado. Já naquela época, o banco enviou um documento aos dois parceiros deixando claro que o empréstimo seria para o banco, mesmo na forma de um fundo imobiliário, e que quem deveria dar as garantias seria a construtora.
Segundo um diretor do BB, o banco é proibido por lei de emprestar dinheiro para clube e que não pode aceitar garantias dadas pelo clube ou vinculadas ao estádio, como o contrato de naming rights.
O estádio do Corinthians foi anunciado em 2010 como arena convencional, não ligada à Copa, e orçado em R$ 380 milhões para 48 mil pessoas. Com a Copa, o preço foi para R$ 820 milhões, fora as arquibancadas removíveis, que o Governo Estadual prometeu bancar.

Bate-Bola: Mário Gobbi Filho
Presidente do Corinthians, em entrevista exclusiva ao LANCE!Net
‘O Corinthians não vai carregar o ônus sozinho’
Andrés tem ameaçado parar as obras se não sair o empréstimo...
O que o Andrés disse é a expressão da verdade. Nós estamos fazendo de tudo para que o estádio saia conforme o planejado. Para que o estádio seja o estádio da abertura da Copa. Agora, isso não é um desejo só do Corinthians. É de interesse público. Se todos não se mexerem para que isso se realize, não é o Corinthians que vai carregar sozinho esse ônus. Para nós, o estádio está pronto. O que falta fazer lá é justamente o restante que a Fifa quer para ser a abertura da Copa.

Vai parar ou mudar de rumo?
A obra pode mudar de rumo. E ser só o estádio do Corinthians. Vamos ver até onde o impasse vai. Eu espero, acredito que isso se resolva o quanto antes, e que possamos cumprir, todos nós, Governo Federal, Estadual, Municipal, CBF, Federação e Corinthians, o que já nos comprometemos com a Fifa.

Existe algum prazo para esse impasse entre as partes ser definido?
Não tem prazo. O prazo é quando chegar o momento certo. Vai ter o momento certo de definir. Não sei dizer se é o fim do mês, daqui dois meses, se é 15, 20 dias. Vai chegar a hora. O funil está se fechando. A decisão que se tomar, todos saberão.

O Corinthians não abre mão de ser o gestor da Arena...
Isso nunca entrou em pauta. Isso está fora de cogitação. A gestão do estádio é do Corinthians. O que está em discussão é o tipo do aval que o Banco do Brasil exige para o empréstimo sair. A gestão do estádio está fora de questão.

Esse impasse não gera um atrito entre Corinthians e Odebrecht?
Não. Quem tem de aceitar o aval é o Banco do Brasil. O Corinthians não é parte nisso. É isso que nos pegávamos desde o começo da obra. Que não entra dinheiro público para o Corinthians. É Odebrecht e Banco do Brasil. O Corinthians não é parte nisso.

Andrés é remunerado para cuidar do projeto do novo estádio?
Nenhum diretor do Corinthians tem cargo remunerado. Andrés não é diretor porque já foi presidente, o maior pavilhão do clube. Ele é um colaborador da presidência, como nós combinamos quando ele me passou o bastão. Que eu e o Corinthians precisávamos da experiência e do trabalho dele em grandes projetos. Esse é o maior projeto do Corinthians. Nada mais justo que isso esteja nas mãos dele, porque ele deu início. O Andrés é o pai do estádio. Tem muita gente que está preocupada se eu vou dar o pontapé inicial no campo. Não serei eu, será o Andrés, com muita honra. Baterei palma. O trabalho dele é voluntário.

LANCE!Net EXPLICA
Por que o Banco do Brasil não aprova o empréstimo para a Arena Corinthians?
1. O presidente Mário Gobbi Filho tem razão quando afirma que o Corinthians nada tem a ver com a demora da liberação do dinheiro do BNDES pelo Banco do Brasil.
2. Quando os três lados sentaram para definir como seria o repasse de dinheiro, o Banco do Brasil deixou claro que não aceitaria nenhuma garantia dada pelo Corinthians e que só emprestaria o dinheiro para a Odebrecht.
3. A Odebrecht, por saber que a entrega de garantias terá consequência para seu balanço financeiro e, supostamente, também por temer que uma futura mudança no comando político do clube possa colocar suas garantias em risco, vem se recusando a apresentá-las ao Banco do Brasil.
4. O dinheiro para a obra já está aprovado pelo Banco do Brasil, faltando apenas as garantias dadas pela Odebrecht. O banco nem sequer cogita abrir mão delas. Além disso, o estatuto do banco proíbe-o de emprestar dinheiro para clubes de futebol, partidos e igrejas.

CIDs esbarram em procurador
A liberação das CIDs, os certificados de incentivo fiscal que a Prefeitura de São Paulo prometeu para ajudar o Corinthians a fazer um estádio para a abertura da Copa do Mundo, está parada há mais de três meses na Procuradoria Geral do Município. O clube espera R$ 420 milhões com as CIDs.
Depois de transitar pelas secretarias envolvidas com o estádio, como a de Negócios Jurídicos, Finanças e Planejamento Urbano, sempre com pareceres favoráveis dos procuradores de cada secretaria, o projeto ia para publicação, em dezembro, quando o Procurador-Geral, Celso Coccaro, de forma inesperada, pediu para reexaminá-lo.
Coccaro, que se tornou homem de confiança do então prefeito Gilberto Kassab, pediu para ver o processo e o está examinando desde a concessão do terreno de Itaquera ao clube, nos anos 1980.
Coccaro é procurador concursado e ocupa o cargo desde a gestão do ex-prefeito José Serra (2004-2006). A atitude de Coccaro está irritando cada vez mais o Corinthians e os vereadores ligados ao clube, que consideram sua ação além do razoável.


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/corinthians/Gobbi-reforca-Arena-Copa-mexerem_0_886111581.html#ixzz2OBDlPuZD 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Justiça concede liminar que suspende patrocínio do Corinthians


Clube e Caixa Econômica Federal afirmam que não foram notificados

RIO - Um dia depois de ver quatro de seus torcedores conseguirem um liminar para assistir ao jogo contra o Millonarios, pela Libertadores, que deveria ter portões fechados, uma nova liminar surpreende o Corinthians. Nesta quinta-feira, a 6ª Vara do Tribunal Regional Federal do Rio Grande do Sul concedeu uma liminar baseada em ação popular que suspende o patrocínio da Caixa Econômica Federal ao clube.
O advogado gaúcho Antônio Beiriz foi o responsável por entrar com ação na Justiça. Segundo ele, o patrocínio é lesivo ao patrimônio público. Estima-se que o valor anual do patrocínio seja de R$ 30 milhões. A Caixa é uma empresa pública e, segundo Beiriz, deveria fazer publicidade com caráter educativo e informativo. Clube e patrocionador afirmam que ainda não foram notificados.
- Estampar o nome da Caixa na camisa de um time não representa nada para o banco. A Caixa não passa a ser conhecida por isso. Ela já é conhecida. Nesse caso do patrocínio, quem ganha é só a instituição privada que visa ao lucro, no caso o Corinthians - disse Beiriz, em entrevista à Rádio Globo.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/carioca-2013/justica-concede-liminar-que-suspende-patrocinio-do-corinthians-7708096#ixzz2MHnGOgur 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Vaza camisa “sangrenta” que Corinthians lançará


Vazou na internet uma suposta camisa que o Corinthians lançará em homenagem ao ex-jogador do clube Zé Maria. O produto vem com um detalhe no mínimo diferente: uma imitação de uma mancha de sangue na altura da gola.

O modelo foi baseado na camisa usada pelo jogador na final do Campeonato Paulista de 1979, quando Zé Maria, mesmo sangrando após sofrer um corte, decidiu permanecer em campo.

Zé Maria é considerado um dos maiores laterais da história do Corinthians. O ex-jogador disputou 599 partidas com a camisa alvinegra e marcou 17 gols.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28352/Vaza-camisa-%E2%80%9Csangrenta%E2%80%9D-que-Corinthians-lancara/index.php

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Estádio do Corinthians só será concluído após a Copa do Mundo


Na visita técnica, a construtora Odebrecht esclareceu que, por causa das estruturas provisórias para a Copa do Mundo de 2014, a arena só ficará pronta após a competição

As obras do estádio do Corinthians, em Itaquera, receberam nesta sexta-feira representantes da Fifa, da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado. Na visita técnica, a construtora Odebrecht esclareceu que, por causa das estruturas provisórias para a Copa do Mundo de 2014, a arena só ficará pronta após a competição.

"O estádio vai ficar pronto até dezembro de 2013. Depois disso, serão necessárias pequenas adaptações a ser feitas. Elas não vão causar nenhum transtorno nas partidas realizadas antes e durante a Copa", disse o diretor de contrato da empreiteira, Antonio Gavioli.

A sede da abertura do Mundial estará 92% pronta no momento em que a bola rolar para a estreia do Brasil. No momento, de acordo com o Corinthians e com a Odebrecht, o andamento está na casa dos 62%, o que dá alguma tranqüilidade em relação ao prazo do fim do ano.

O problema é a grana. A prefeitura disse estar comprometida a agilizar a liberação dos incentivos fiscais de R$ 420 milhões. Segundo a vice-prefeita Nádia Campeão, o primeiro lote, de R$ 156 milhões, está em fase final de aprovação.

Ainda é necessário aprovar o empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Agora liderada pelo ex-presidente corintiano Andrés Sanchez, a negociação é complicada e envolve garantias em relação à administração do estádio.

Fonte: http://esporte.ig.com.br/futebol/2013-01-25/estadio-do-corinthians-so-sera-totalmente-concluido-apos-a-copa-do-mundo.html

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Corinthians confirma patrocínio da Fisk nas mangas


O Corinthians confirmou a renovação com a escola de idiomas Fisk, que patrocinará as mangas da camisa da equipe durante 2013. Nos dois últimos anos, a empresa ocupou a barra do uniforme alvinegro, espaço que ficará vazio durante esta temporada.

A Fisk contará também com exposição de sua marca nos uniformes de treino e viagem do Corinthians. O CT do clube, que antes exibia quatro placas de publicidade da empresa, passará a dispor de seis propagandas.

 “O objetivo do Corinthians é estabelecer patrocínios com empresas sérias e, se possível, de longo prazo. A Fisk está conosco desde 2011 e a renovação, com uma negociação de sucesso e resultado ainda mais expressivo para as duas partes, é uma grande conquista para o Timão. Tenho certeza que a empresa ficará ainda mais feliz com a entrega que faremos e a tendência é a parceria entre Corinthians e Fisk durar por mais muitos anos”, declarou Ivan Marques, diretor de marketing do Corinthians.

 “Estamos felizes em dar continuidade a essa expressiva parceria de sucesso. Desde 2011, estamos com o Corinthians e esperamos que cada renovação represente sucesso e crescimento para ambas as partes”, comentou Bruno Caravati, vice-presidente e CEO da Fundação Fisk.

Recentemente, o Corinthians fechou com outros dois patrocinadores. A Caixa Econômica Federal pagará R$ 31 milhões ao clube até o fim de 2013 pela cota máster e a Nike renovou por dez anos o contrato de fornecimento de material esportivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28087/Corinthians-confirma-patrocinio-da-Fisk-nas-mangas/index.php

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Com editora, Corinthians lançará livro do Mundial


Daniel Augusto Jr, fotógrafo oficial do Corinthians, lançará um livro sobre conquista do Mundial de Clubes em 2012. A publicação é fruto de uma parceria entre o clube paulista e a BB Editora.

A obra, batizada de “Bimundial – Tríplice Coroa 2012”, será lançada na segunda quinzena de janeiro deste ano. O livro de 200 páginas conta com mais de 300 fotos da viagem do Corinthians, desde lances do jogo até concentração no vestiário.

"Todas as fotos são um retrato fiel desse time que aprendeu a ganhar sempre. Neste bimundial, o que fica são registros de uma coroação muito maior”, declarou Daniel Augusto Jr.

O lançamento do livro terá um dia de autógrafos no Parque São Jorge e um coquetel de lançamento na livraria Fnac de Pinheiros.

O Corinthians lançou recentemente outros dois livros. Junto com a Magma Cultural, o clube publicou o “Corinthians, Eterna Paixão”, que mostra o atual período de conquistas do time. O clube lançou ainda um livro com imagens em 3D, que conta a história do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28056/Com-editora-Corinthians-lancara-livro-do-Mundial/index.php

domingo, 6 de janeiro de 2013

Os valores totais e as receitas anuais garantidas dos novos contratos de patrocínio de fornecedores


Por Emerson Gonçalves

O que temos visto nos últimos meses e mais acentuadamente nas últimas semanas e dias, são declarações a respeito dos valores dos patrocínios de fornecedores dos três clubes que tiveram seus contratos recentemente assinados. São também, e não por coincidência, os clubes das três maiores torcidas brasileiras: o Flamengo, que trocou a nacional Olympikus (Vulcabrás) pela multinacional Adidas; o Corinthians, que renovou com a multinacional Nike; e o São Paulo, que trocou a Reebok – marca multinacional, mas com gestão local da Vulcabrás – pela Penalty, da nacional Cambuci.

Os valores anunciados para o acordo Flamengo/Adidas giraram entre 35 milhões, inicialmente, e depois 38 milhões de reais por ano, durante dez anos.

Para o Corinthians e o novo acordo com a Nike, circulou a informação de que o acordo gira em torno de 30 milhões por ano, pelo período de 10 anos, dois dos quais ainda faziam parte do contrato que foi substituído.

Por último, o São Paulo anunciou oficialmente o acordo com a Penalty, e o valor comentado a partir de informações obtidas no clube, e posteriormente confirmado em nota no site oficial, é de pouco mais de 35 milhões de reais por ano, até 2015.

Naturalmente, nos dois primeiros casos há cláusulas prevendo reajustes dos valores. No caso do acordo São Paulo/Penalty, talvez em função de sua curta duração (apenas três anos) não há cláusula de correção (ou não foi informada).

Sobre o acordo do Flamengo com a Adidas, o portal GloboEsporte publicou algumas matérias, a primeira delas – veja ou reveja aqui – com as informações básicas sobre o contrato, a partir de informações obtidas diretamente do próprio documento. No caso do acordo do Corinthians com a Nike, as informações que virão a seguir nesse post foram obtidas por esse blogueiro junto a uma fonte do clube. No caso do São Paulo, pelo menos até o presente momento não disponho de informações mais completas a respeito do contrato, apesar de várias tentativas para obtê-las junto ao clube, portanto trabalhei com a informação oficial do São Paulo sobre o valor – “o contrato é válido até 2015 e garante ao Tricolor mais de R$ 35 milhões por ano.”



Detalhamento de valores

A tabela abaixo detalha os principais pontos financeiros dos dois contratos sobre os quais disponho de informações, como já foi dito acima. Flamengo e Corinthians receberam luvas – 38 milhões no caso do Flamengo e 30 milhões no caso do Corinthians. Esses valores já foram ou estão sendo pagos, entrando nos caixas dos clubes no exercício 2012 ou 2013. Para efeito de valor dos contratos anualizados, elas foram divididas por 10 anos no caso rubronegro e por 8 anos no caso corintiano, por se tratar de uma extensão do contrato então em vigor, que tinha, ainda, mais dois anos de vigência e que já haviam sido contemplados por luvas.



Como mostra a tabela, o maior contrato é o da Adidas com o Flamengo. Para isso, consideramos a somatória de valores garantidos, com e sem inclusão das luvas, que resultam em 4,35 e 4,3 milhões de reais a mais, respectivamente, em relação ao contrato Nike/Corinthians. No caso da entrada de dinheiro líquido em caixa, a posição muda e o maior valor é o que a Nike paga ao Corinthians – 1,5 milhão de reais a mais.

Ainda falando em luvas, para assinar com a Adidas o Flamengo precisou pagar à Olympikus um total de 10,4 milhões de reais, parte em dinheiro – R$ 2.474.745,48 – e parte abrindo mão dos pagamentos devidos ao período setembro/12 a abril/13. Com isso, o patrocínio Adidas terá início efetivo em 1º de maio, mas o novo vice-presidente de marketing, Luis Eduardo Baptista, conseguiu negociar o pagamento das luvas antes da entrada em vigor do novo contrato (a segunda parcela, no valor de 25 milhões de reais, será paga até 15 de fevereiro). Ao analisar o negócio como um todo, esse custo deveria ser debitado na conta “novo patrocínio”, o que reduziria seus valores reais, mantendo os valores nominais. Nesse post, até para evitar interpretações incorretas, optei por manter os valores nominais.

Em termos de entradas no caixa, que é o fator mais importante para os clubes, considerei os pagamentos das cotas de patrocínio propriamente dito e os royalties garantidos, independentemente de quantas peças forem vendidas. São esses os valores com os quais os clubes podem contar e fazer previsões, além de adiantamentos.

Outros pagamentos são incertos, pois dependerão de objetivos que venham a ser alcançados pelos clubes. Se um time conquistar o Brasileiro, haverá um bônus. Estadual, outro. Libertadores, Mundial, copas do Brasil e Sul Americana também, em todos os casos. Se o número de peças vendidas de um clube exceder uma meta pré-fixada, o percentual por unidade destinado ao mesmo aumenta. As metas, entretanto, não são fáceis de serem ultrapassadas, ainda mais de forma significativa, de forma a gerar mais recursos de bom valor. É mais provável que isso ocorra justamente nos momentos em que o time estiver voando em campo, ganhando competições e empolgando os torcedores, quando um aumento nessas receitas passa até meio despercebido. Ganhando, tudo é festa.

Aqui há uma verdade inegável, demonstrada pelos números no decorrer de muitos anos: quando o time do coração vai bem, a torcida comparece, seja nos estádios, seja nas lojas. No caso do PPV temos visto uma manutenção, com oscilações pequenas, independentemente da campanha do time. Porque a compra é feita antes e no início da temporada, e o torcedor se alimenta de um misto-quente, onde o recheio é uma fatia de realidade e outra de esperança, tudo temperado pelo molho quente do sonho.

As verbas de marketing da Adidas para o Flamengo e da Nike para o Corinthians poderão gerar novos recursos, bem como despesas . No caso rubronegro, por exemplo, parte dela deverá bancar as despesas do time para um jogo amistoso por ano, definido pela fornecedora e especificado no contrato, que ficará com a receita de bilheteria e outras de ações localizadas. Por outro lado, o clube ficará com os direitos de transmissão da partida, que dependendo do adversário poderão gerar um dinheiro razoável. Outra parte dessa verba será usada para a produção de peças de comunicação que serão colocadas nos campos de jogos e locais de treinamento, mas sempre sobra alguma coisa.

Infelizmente, apesar de várias tentativas como disse, não consegui o mesmo nível de informações do São Paulo em relação ao acordo com a Cambuci S.A., detentora da marca Penalty. As únicas informações que circularam no mercado (até o momento em que concluía esse texto) apontam um valor de materiais a serem fornecidos ao clube no total de 13 milhões de reais, um número bastante alto para essa modalidade, e 1,5 milhão de reais para o time de futsal do clube, também incluído no valor total divulgado pelo clube.



As lojas dos clubes e para os clubes

Esse é um ponto importante: lojas. A distribuição das peças de vestuário para torcedores e público em geral é ainda muito deficiente, bastante problemática, nem tanto com relação às camisas oficiais, que são os itens com maior demanda, mas principalmente com as linhas de vestuário e outros produtos. Nesse sentido, as lojas próprias ou exclusivas têm hoje grande importância estratégica para os clubes. Ou deveriam ter.

A Reebok montou uma rede de lojas SAO, mas com o fim do patrocínio essas lojas fecham ou deixam de ser exclusivas da marca São Paulo. É uma perda razoável, pois uma parcela dos consumidores perde sua referência. Comenta-se que a Penalty montará lojas com o mesmo conceito, mas é uma tarefa que demanda tempo e custos a cada ano maiores.

O Flamengo tinha um projeto que, à época, considerei simples e genial: os Quiosques. Seriam unidades de custo relativamente baixo e com grande potencial para atingir a grande massa torcedora, fora ou dentro de shoppings em todo o país. Foi abandonado na gestão Amorim, pelas informações que tenho. A Vulcabrás tinha um projeto para criar lojas Olympikus/Flamengo, mas a falta de firmeza do clube no combate a empresas e lojas com produtos não oficiais acabou desestimulando a empresa a investir.

De seu lado, e chovam pedras sobre esse escriba, a rede de lojas “Poderoso Timão” não é da Nike. É do Corinthians, na forma de associação com empresas terceirizadas e virou um tipo de franquia. O clube poderia trocar a Nike pela Adidas e não teria problemas com sua distribuição, mantendo uma rede já conhecida do consumidor e pronta para dar saída a novos produtos, agregando receitas.

A importância das lojas próprias está também em dar ao clube maior poder de barganha e permitir-lhe antecipar-se ao mercado e buscar, ele mesmo, fornecedores para produtos únicos, específicos.

“Você mesmo cria e produz” (terceirizando, claro), como disse-me em conversa na tarde de ontem um profissional da área, que já atuou por alguns anos à frente do marketing de um dos grandes clubes brasileiros. “Ao fazer isso, o clube não fica parado, esperando que fornecedores ofereçam produtos com seus próprios preços. Pelo contrário, o próprio clube toma a dianteira, seleciona o fornecedor de acordo com o que julga mais necessário, importante e conveniente. Com tudo isso, a loja se torna um ativo valioso do clube.”

Ordens de grandeza próximas

Os três novos contratos estão em ordens de grandeza muito próximas, cada qual com seus detalhes. Como já foi apontado em diversas pesquisas e posts nesse OCE, o maior número de torcedores do Flamengo é contrabalançado por uma maior concentração da torcida corintiana em áreas com maior poder potencial de consumo. A presença do São Paulo junto aos dois clubes com torcidas maiores é explicada por dois motivos básicos (olhando de fora e interpretando o quadro): concentração da torcida em regiões com maior IPC (Índice Potencial de Consumo) e um forte investimento da Cambuci S.A. em sua marca líder, a Penalty, e dessa no São Paulo, como seu carro-chefe, já como parte do reposicionamento da marca no mercado brasileiro e visando também três objetivos: mercado internacional, Copa 2014 e Jogos Olímpicos do Rio.

Ao fim e ao cabo, como disse um dos profissionais com quem conversei, teremos uma noção real dos valores envolvidos nos novos patrocínios e das metas alcançadas ou não em maio de 2014, depois que os balanços referentes ao ano em curso forem publicados.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2013/01/04/os-valores-totais-e-as-receitas-anuais-garantidas-dos-novos-contratos-de-patrocinio-de-fornecedores/

Corinthians consolida domínio financeiro pós-Ronaldo



A contratação de Ronaldo pelo Corinthians, em dezembro de 2008, criou um irreversível processo de transformação do clube paulista no maior gerador de receitas do país. Isso é o que aponta o estudo “Evolução das Finanças dos Clubes Brasileiros”, realizado pelo especialista em marketing e gestão esportiva, Amir Somoggi.

O levantamento apurou receitas e dívidas das principais agremiações de futebol no período compreendido entre os anos de 2003 e 2012. Nele, fica claro que o "fator Ronaldo", aliado a outras mudanças na gestão do Corinthians levaram o clube à liderança entre aqueles que mais faturam no país. 

Até 2008, o São Paulo liderava o ranking de receitas. No ano seguinte, o Corinthians alcançou o topo, onde permanece até hoje. A lista dos dez primeiros, após os dados de 2011, é composta por Corinthians (R$ 290 milhões), São Paulo (R$ 226 milhões), Internacional (R$ 198 milhões), Santos (R$ 189 milhões), Flamengo (R$ 185 milhões), Palmeiras (R$ 148 milhões), Grêmio (R$ 143 milhões), Vasco da Gama (R$ 137 milhões), Cruzeiro (R$ 129 milhões) e Atlético-MG (R$ 100 milhões).

Atualmente, este grupo de times representa 65% do mercado brasileiro em receitas, enquanto, em 2003, os dez maiores eram responsáveis por 58%. A previsão é de que, após 2012, o número chegue a 66% do total.

O movimento corintiano é similar ao que aconteceu na Europa com o Real Madrid. Depois de alguns anos de domínio do Manchester United como clube mais rico do continente, o clube espanhol atingiu o topo de arrecadação ao apostar no time dos "Galáticos", com Zidane, Ronaldo, Raúl e David Beckham. A contratação do jogador inglês, aliás, foi o que impulsionou de vez o clube espanhol ao topo. 

No caso do Corinthians, as receitas obtidas com patrocínio ao contratar Ronaldo e, recentemente, com o novo acordo de televisão, em negociação individual, foram os principais responsáveis por alçar o clube ao topo da lista de maior arrecadação do país. Em 2012, com as conquistas da então Copa Santander Libertadores e do Mundial de Clubes, a expectativa é a de que pela primeira vez um clube brasileiro ultrapasse a barreira dos R$ 300 milhões arrecadados no ano.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28026/Corinthians-consolida-dominio-financeiro-pos-Ronaldo/index.php

Corinthians é dono das quatro maiores contratações do Brasil


Clube se aproxima de recorde ao assinar com Pato por R$ 40,5 milhões
Argentino Tévez ainda é maior aquisição do futebol brasileiro
Chegada de Ronaldo, em 2009, mudou parâmetros

Por Marcelo Alves

RIO - A injeção de cerca de R$ 60 milhões por ano com os novos contratos de patrocínio fechados no ano passado já começa a fazer diferença no Corinthians. Com a contratação de Alexandre Pato por € 15 milhões (US$ 19, 6 milhões, ou R$ 40,5 milhões), o clube paulista põe mais um nome entre as principais transferências já feitas por clubes brasileiros. A maior quantia gasta por um jogador também pertence ao Corinthians, que em 2005, auxiliado pela então parceira MSI, desembolsou US$ 22 milhões para tirar o atacante Carlos Tévez do Boca Juniors.
Em comum entre os dois períodos, há um um ciclo de forte investimento vivido pelo clube paulista. Mas ao contrário dos tempos da MSI, o Corinthians enriquece sem a ajuda de um parceiro e, sim, com novos contratos assinados desde a chegada de Ronaldo, em 2009. Desde então, além dos novos investimentos de patrocinadores, o time paulista bate recordes de arrecadação, recebe a maior cota de TV nas transmissões e o resultado são conquistas em sequência dentro do campo, incluindo a inédita conquista da Copa Libertadores contra o Boca e do bicampeonato mundial no ano passado.
Entre 2005 e 2006, a MSI também ajudou o Corinthians com outras duas contratações caras que fazem o campeão do mundo ser dono de quatro das dez maiores contratações já feitas por um clube brasileiro. A terceira maior transferência é a do atacante Nilmar, que em 2006 deixou o Lyon depois que a MSI pagou R$ 27 milhões pelo jogador. Um ano antes, o volante Mascherano deixou o River Plate depois que a parceira pagou R$ 25 milhões para o atual jogador do Barcelona defender o clube paulista.
Das dez maiores transferências do futebol brasileiro, sete foram feitas entre 2011 e 2013. As únicas exceções são a dos jogadores do Corinthians nos tempos da parceria com a MSI. No ano passado, o São Paulo pagou R$ 24 milhões para tirar Paulo Henrique Ganso do Santos. Parte desse dinheiro pode ter sido investido pelo clube da Vila Belmiro para tirar Montillo do Cruzeiro. Os R$ 18,7 milhões gastos representam a sétima maior transferência da história do Brasil.
Já o tricolor paulista é responsável por duas das dez maiores contratações. Além de Ganso, o São Paulo pagou R$ 17,5 milhões para contratar em 2001 o atacante Luís Fabiano, então no Sevilla.
No ano passado, o Atlético-MG pagou R$ 19,7 milhões ao Dínamo de Kiev, da Ucrânia, para contratar o atacante André e o Fluminense desembolsou R$ 16,2 milhões para contratar Thiago Neves junto ao Al Hilal, da Arábia Saudita. Já o Inter pagou R$ 15 milhões para tirar Oscar do São Paulo.
Recorde de venda é de Lucas
A aposta em Oscar rendeu frutos ao clube gaúcho, que vendeu o meia para o Chelsea por 31,9 milhões de euros. Mas entre as maiores vendas já feitas pelo futebol brasileiro, o novo recorde foi estabelecido pelo São Paulo, que recebeu 43 milhões de euros do PSG pelo meia Lucas. O jogador já fez a sua primeira partida em um amistoso em Doha, no Qatar, mas a estreia oficial só deve acontecer no domingo.
A terceira maior venda do futebol brasileiro é a de Denilson, que em 1998 trocou o São Paulo pelo Bétis por 31,5 milhões de euros.

Confira as maiores transferências do futebol brasileiro:

Compra:
1- Carlos Tevez - do Boca Juniors para o Corinthians - R$ 60 milhões - 2005
2- Alexandre Pato - do Milan para o Corinthians - R$ 40,5 milhões - 2013
3- Nilmar - do Lyon para o Corinthians - R$ 27,8 milhões - 2006
4- Mascherano - do River Plate para o Corinthians - R$ 25 milhões - 2005
5- Paulo Henrique Ganso - do Santos para o São Paulo - R$ 23,9 milhões - 2012
6- André - do Dínamo de Kiev para o Atlético-MG - R$ 19,7 milhões - 2012
7- Montillo - do Cruzeiro para o Santos - R$ 18,7 milhões - 2013
8- Luís Fabiano - do Sevilla para o São Paulo - R$ 17,5 milhões - 2011
9- Thiago Neves - do Al Hilal para o Fluminense - R$ 16,2 milhões - 2012
10- Oscar - do São Paulo para o Internacional - R$ 15 milhões - R$ 2012
11- Marcelo Moreno - do Shakhtar Donetsk para o Grêmio - R$ 14,5 milhões - 2012
12- Vágner Love - do CSKA Moscou para o Flamengo - R$ 14,4 milhões - 2011
13- Wesley - do Werder Bremen para o Palmeiras - R$ 14,3 milhões - 2012
14- Guilherme - do Dínamo de Kiev para o Atlético-MG - R$ 14,1 milhões - 2011
15- Alex - do Spartak Moscou para o Corinthians - R$ 14 milhões - 2011
16- Valdívia - do Al Ain (Emirados Árabes) para o Palmeiras - R$ 13,7 milhões - 2010
17- Petkovic - do Venezia para o Flamengo - R$ 13 milhões - 2000
18- Sorín - do River Plate para o Cruzeiro - R$ 12 milhões - 2000
19- Keirrison - do Coritiba para o Palmeiras - R$ 11,7 milhões - 2009
20- D’Alessandro - do Zaragoza para o Internacional - R$ 11,1 milhões - 2008

Venda:
1- Lucas - do São Paulo para o PSG - € 43 milhões - 2012
2- Oscar - do Internacional para o Chelsea - € 31,9 milhões - 2012
3- Denilson - do São Paulo para o Bétis - € 31,5 milhões - 1998
4- Robinho - do Santos para o Real Madrid - € 24 milhões - 2005
5- Alexandre Pato - do Internacional para o Milan - € 22 milhões - 2007
6- Lucas - do Atlético-PR para o Rennes - € 21,3 milhões - 2001
7- Geovanni - do Cruzeiro para o Barcelona - € 21 milhões - 2001
8- Nilmar - do Internacional para o Villarreal - € 16,5 milhões - 2009
9- Fred - do Cruzeiro para o Lyon - € 15,6 milhões - 2005
10- Mário Fernandes - do Grêmio para o CSKA Moscou - € 15 milhões - 2012


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/corinthians-dono-das-quatro-maiores-contratacoes-do-brasil-7193911#ixzz2HEr0ZTGu 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

10 clubes concentram 65% da renda do mercado brasileiro de futebol


Corinthians é o que mais arrecada, com R$ 320 milhões por ano

Por João Varella

O mercado brasileiro de clubes de futebol mais que triplicou em receita entre 2003 e 2011. Nesse período, o faturamento anual passou de R$ 805 milhões para R$ 2,7 bilhões. A perspectiva é de que em 2012 o mercado tenha superado R$ 2,9 bilhões, segundo aponta estudo do consultor de marketing e gestão esportiva Amir Somoggi. 

Houve também uma alteração na fonte da receita. “Antes, o que fazia os times crescerem era a venda de jogadores. Agora, televisão e patrocínio passaram a trazer ingressos importantes para o caixa dos clubes”, diz Somoggi. De acordo com o especialista, que elaborou o estudo com base nos balanços dos clubes das séries A, B, C e D, essa alteração permite uma estrutura econômica mais sustentável aos clubes, já que o vaivém de jogadores é instável. 

Esse crescimento, no entanto, também aumentou a concentração da verba nas mãos das maiores equipes. Em 2003, os 10 clubes representavam 58% do total gerado pelo mercado. Já em 2011, o percentual saltou para 65% do mercado brasileiro.

Outra expansão expressiva se deu nas dívidas dos times, que passaram de R$ 1,2 bilhão para R$ 4,7 bilhões. As dívidas cresceram 306% entre 2003 e 2011, enquanto a receita aumentou 235%. No mesmo período, os dez clubes com maiores receitas acumularam déficits do exercício de mais de R$ 1,1 bilhão. 

Ranking
Confira quais são os dez clubes brasileiros com maiores receitas anuais
1 – Corinthians (R$ 320 milhões)
2 – São Paulo (R$ 260 milhões)
3 – Internacional (R$ 230 milhões)
4 – Santos (R$ 214 milhões)
5 – Flamengo (R$ 200 milhões)
6 – Palmeiras (R$ 159 milhões)
7 – Grêmio (R$ 158 milhões)
8 – Vasco da Gama (R$ 145 milhões)
9 – Cruzeiro (R$ 139 milhões)
10 – Atlético-MG (R$ 110 milhões)

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/108443_10+CLUBES+CONCENTRAM+65+DA+RENDA+DO+MERCADO+BRASILEIRO+DE+FUTEBOL

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O marketing bom de bola do Corinthians campeão


A partir de uma campanha para estimular a paixão do torcedor pelo time na sua pior hora - o rebaixamento em 2007 -, o clube virou uma máquina de fazer dinheiro com a comercialização de sua marca registrada

Quem não sabia ficou sabendo: fora de seu contexto mais convencional, o religioso, The Almighty (O Todo-Poderoso) é o Corinthians. A informação veio de Londres, onde a patrocinadora Nike fincou, a 2 quilômetros do estádio do então provável rival Chelsea, um outdoor com o título em inglês, o escudo e, em português, a frase "Aqui é Corinthians". Pode não fazer muito sentido, mas passou a mensagem: o título conquistado no Japão é a grande chance de o time avançar várias casas no tabuleiro das iniciativas de marketing que pretendem transformá-lo numa marca reconhecida no mundo inteiro. Valiosa ela já é: calculada neste ano em pouco mais de 1 bilhão de reais, ocupa o primeiro lugar entre os clubes brasileiros. A valorização é recente - até poucos anos atrás, nenhum cartola pensava na possibilidade de o clube ganhar dinheiro com a marca Corinthians. Quem comandou a reviravolta foi Luís Paulo Rosenberg, hoje vice-presidente do Corinthians, que em 2007 era diretor de marketing e enxergou potencial na hora da maior desgraça: o rebaixamento para a série B do Campeonato Brasileiro. "Em vez de xingar e partir para a violência, a torcida no estádio cantou ‘Nunca vou te abandonar porque eu te amo’. Fiquei muito impressionado", lembra Rosenberg. Na mesma hora, pediu e obteve liberação da Nike para produzir por conta própria uma camiseta com a frase e encomendou um lote inicial de 6.000 unidades. Poucos meses depois, mais de 1,2 milhão delas tinham sido vendidas. "Aquela camiseta serviu de lenço para a gente chorar", justifica. Para ele, foi o início de uma revolução baseada na constatação que estava à vista de todos, mas da qual ninguém tinha até então tirado partido, e que Rosenberg, um frasista emérito, resume assim: "Nosso DNA não é o craque. Nosso DNA é a admiração que a Fiel tem por si mesma".  

A diretoria de marketing do clube se pôs então a explorar a ideia de que o torcedor da Fiel precisava apoiar o momento frágil da equipe e exibir esse apoio de todas as formas. "Trata-se de um tipo de estratégia que só funciona no futebol. Qualquer marca se prejudica quando o momento não é bom, mas no esporte é diferente", explica Erich Beting, dono de uma empresa pioneira no monitoramento de negócios no mundo esportivo. O resultado começou a aparecer já na negociação do patrocínio do time na série B. O contrato com a Sansung previa uma redução pela metade no valor total do patrocínio em caso de queda; o clube recusou e fechou com a Medial por 18 milhões de reais - 50% mais do que tinha ganho no ano anterior e 2 milhões a mais do que recebeu, na série A, o Flamengo, time com a maior torcida do país. E tome manifestação de amor e orgulho da torcida pelo rebaixado Timão. Criou-se, ainda em 2008, o programa Fiel Torcedor, a partir da óbvia percepção de que quem vai ao estádio apoiar o time deve ser mimado, em vez de passar por constrangimentos. O clube instituiu um sistema de fidelização baseado na aquisição de ingressos antecipados pela internet e na concessão de vantagens para os torcedores mais assíduos. Reclamação que comprova o sucesso: nos jogos mais concorridos, o site saía do ar por excesso de acessos. "Eles se preocuparam em priorizar e atender o torcedor, o que foi uma revolução na maneira de fazer o marketing esportivo", diz Beting.

Outra ação destinada a capitalizar a cultura do universo corintiano, com perdão da expressão acadêmica, foi levar a Fiel ao cinema. Já foram produzidos quatro documentários sobre diferentes façanhas do time - inclusive sobre o rebaixamento e o maior jejum de títulos da história do clube, um tipo de orgulho que diz muito sobre a essência dessa cultura. Outros três estão sendo produzidos, um deles justamente sobre o Mundial no Japão. A venda de produtos licenciados deu um salto quando, também em 2008, foi inaugurada a primeira loja Poderoso Timão, rede que vende roupas e objetos com a marca Corinthians. "O clube foi aprendendo a comercializar a paixão do torcedor, cada vez mais consumidor, sem agredir o amor pelo time", observa Beting. A rede, que hoje está espalhada por vários estados, mostra a postura que Rosenberg incutiu no marketing do clube. O Corinthians fica com 7% do lucro gerado pelas vendas, sem gastar um tostão nem com a fabricação dos produtos, nem com a manutenção e administração das lojas. Segundo um vice-presidente que já foi diretor de marketing, existem doze fábricas na China trabalhando exclusivamente para confeccionar os artigos vendidos na Poderoso Timão.  Há dois meses, a empresa de decoração de interiores Think Surface, de São Paulo, lançou a Futebol Designers, uma linha inspirada no time do Parque São Jorge e voltada, vejam só, para as classes A e B. Sua intenção declarada é oferecer papel de parede, quadros, cortinas, luminárias e almofadas com alguma referência ao Corinthians (que leva de 7% a 10% do faturamento), mas preservando o bom gosto. "Nossa proposta é desconstruir o logo e o escudo do time e utilizar apenas algumas partes dele", diz o diretor de marketing, Alan Edelstein. Outros times entrarão no catálogo, mas o Corinthians foi escolhido para abrir a fila. "Fizemos pesquisas com várias torcidas, e o corintiano é o mais disposto a gastar com seu time. Hoje, ninguém está mais apaixonado e orgulhoso do que a Fiel", explica Edelstein.

A mesma filosofia de ganhar sem gastar foi utilizada na concretização de uma façanha: a contratação, por um time recém-rebaixado, de um dos maiores jogadores de todos os tempos. Graças a uma intrincada soma de ações de marketing, Ronaldo Fenômeno passou dois anos no Corinthians. "O projeto era muito bacana. Uma ação de médio prazo, mas que teria resultados ótimos logo de cara. Eu queria muito voltar ao futebol e era o momento certo", explica o jogador. Financeiramente, foi bom para ambas as partes: Ronaldo ganhou dinheiro e o Corinthians não desembolsou nada. Rosenberg conta que, ao sondar a possibilidade de contratação de Ronaldo, ouviu do representante dele, Fabiano Farah, que o Fenômeno viria por 2 milhões de reais por mês, o equivalente a uma proposta que tinha recebido de um time árabe. "Quando consegui parar de rir, perguntei para o Farah: você acredita que juntar Corinthians e Ronaldo vai dar algo explosivo?", relata. Diante da resposta afirmativa, fez a contraproposta: 400 mil reais mensais pagos pelo Corinthians, mais 80% do patrocínio da manga, omoplata e barra da camisa de jogo. Além disso, o jogador ficaria com 100% do seu direito de imagem, ou seja, não repassaria nada do que recebesse em campanhas publicitárias. O total chegava perto dos 2 milhões pedidos, com a vantagem de que a parte devida pelo Corinthians sairia integralmente dos 20% que lhe cabiam no patrocínio da camisa. O esforço para valorizar a marca se estende a parcerias firmadas com estrelas de outros esportes: Anderson Silva e Cigano, do MMA, Mineirinho, do surfe, e Thiago Pereira, o nadador olímpico, são todos atletas corintianos.

Rosenberg credita a virada mercadológica do clube à queda do presidente Alberto Dualib, que classifica de "um ditador" insensível a medidas de modernização. "Perguntam se nosso maior sucesso é o título da Libertadores ou o estádio novo. Eu digo que, para mim, é o nível de autoestima do torcedor. Nunca vi a Fiel tão feliz", afirma. A meta agora é fazer o mundo torcer pelo Corinthians. Lojas de vários países começam a vender a camisa do Timão, sobretudo na Ásia, onde os times são fracos, a população tem dinheiro e os torcedores costumam acolher bem equipes estrangeiras - quase sempre europeias, é verdade, mas Rosenberg tem certeza de que isso vai mudar. O chinês Zizao, contratado no ano passado exatamente para atrair fãs asiáticos, será a estrela de um programa semanal numa emissora chinesa em 2013. Rosenberg está confiante. "Em uma década, seremos maiores que o Barça", profetiza. Típico de time Almighty.



Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/o-marketing-bom-de-bola-do-corinthians-campeao

Corinthians não venderá patrocínio para barra da camisa


Por Erich Beting

Depois de assegurar o patrocínio máster da Caixa e de mudar a marca da Fisk para as mangas do uniforme, o Corinthians decidiu encerrar a venda de patrocínio na barra da camisa. A informação foi confirmada à Máquina do Esporte por Caio Campos e Luís Paulo Rosenberg, que são, respectivamente, gerente e vice-presidente de marketing do clube alvinegro.

Com a decisão, o Corinthians ainda desenvolve negociações para ter, no máximo, mais uma marca estampada em seu uniforme. O clube não revela quem é a empresa, mas ela ocupará a omoplata na camisa.

Se o negócio for concretizado, o Corinthians deve alcançar os quase R$ 50 milhões que quer com o patrocínio na camisa. Só da Caixa, o clube recebe R$ 30 milhões, enquanto a Fisk assegura outros R$ 15 milhões. Nas costas, a TIM estampa sua marca por cerca de R$ 3 mi.

Esse último negócio deverá fazer o clube atingir a meta traçada para os patrocínios, sendo que haverá uma empresa a menos em relação ao início de 2012.

A redução no número de marcas no uniforme faz parte de um projeto relativamente recente do clube de ter menos empresas pagando mais pelo espaço. Ironicamente foi o Corinthians quem iniciou a moda de transformação da camisa do time numa espécie de “colcha de retalhos”, com diversas marcas espalhadas, para viabilizar a contratação de Ronaldo, em 2009.

*O repórter viaja a convite da Toyota do Brasil

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27929/Corinthians-nao-vendera-patrocinio-para-barra-da-camisa/index.php

Patrocinadora do Corinthians, Caixa agora compra cota de TV


Exposta na camisa do Corinthians campeão mundial, a Caixa Econômica ampliou seu investimento no futebol. O banco comprou cota de patrocínio da Copa na Band, emissora que é sublicenciada da Globo nos direitos de TV, por aproximadamente R$ 100 milhões. O contrato vale até o fim de 2014. A Caixa fechou ainda com a Globosat para patrocinar todos os eventos de futebol em 2013. O valor anual do acordo é pouco superior a R$ 20 milhões.

Na Globosat, a Caixa substituirá o HSBC, que era o antigo dono da cota de patrocínio destinada aos bancos.

Em relação ao Corinthians, o banco federal, que pagará R$ 30 milhões anuais pelo patrocínio, terá uma agência dentro do Itaquerão. Os funcionários do clube, inclusive os atletas, vão receber os salários pela Caixa.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1203032-patrocinadora-do-corinthians-caixa-agora-compra-cota-de-tv.shtml

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Corinthians lança camisas comemorativas do Mundial


O Corinthians está aproveitando a alegria da torcida pela conquista do Bicampeonato Mundial de Clubes para lançar produtos. O clube divulgou duas novas camisas comemorativas referentes à vitória obtida no Japão.

A primeira, produzida pela Nike, conta com a frase: “Bicampeão do Mundo” em português, espanhol, inglês e japonês ,além do logo do Corinthians sobreposto a um mapa-múndi. A peça está sendo comercializada por R$ 79,90, nas lojas físicas do clube ou via internet, com previsão de entrega para 31 de dezembro.

A segunda camisa recebe parte do emblema corintiano coberto pela imagem do planeta Terra e os dizeres: “O mundo é nosso!”. O produto pode ser encontrado por R$ 59,90 nas cores preta e branca.

O clube já havia lançado camisas referentes à invasão dos torcedores corintianos no Japão. A conquista do Mundial também mudará o uniforme oficial do clube, que receberá um selo comemorativo durante o próximo ano.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27925/Corinthians-lanca-camisas-comemorativas-do-Mundial/index.php

Corinthians jogará 2013 com selo do Mundial


A conquista do Mundial de Clubes de 2012 mexerá com o uniforme do Corinthians. O clube jogará todo o próximo ano com um selo comemorativo referente ao torneio.

O emblema ficará na parte central da camisa alvinegra, na altura do peito. O símbolo conta com a figura da taça do Mundial de Clubes e a frase: “Fifa World Champions 2012”.

A inserção do logo comemorativo é uma prática tradicional nos clubes campeões do torneio. Em 2012, por exemplo, o Barcelona, campeão mundial do ano anterior após vitória diante do Santos, atuou com o selo em seu uniforme.

A camisa com o emblema comemorativo já pode ser encomendada nas lojas oficiais do Corinthians. O produto está sendo vendido por R$ 219 e a previsão de entrega está estimada para fevereiro de 2013.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27924/Corinthians-jogara-2013-com-selo-do-Mundial/index.php

Corinthians movimenta R$ 200 mi com o Mundial


Por Erich Beting

A participação do Corinthians no Mundial de Clubes tem um número: R$ 200 milhões. Esse é o valor, segundo o departamento de marketing do clube, que foi movimentado pelos torcedores que viajaram pela empresa aérea oficial corintiana. Entre compra dos pacotes, aluguel dos quartos e das passagens e outras despesas, o valor chegou à cifra milionária.

A invasão de torcedores do Corinthians, que segundo estimativas oficiais beira 30 mil pessoas presentes no Japão, não chegou a assustar o departamento de marketing corintiano. A procura pela compra de pacotes já deixou os dirigentes preparados.

"Chegamos aqui com cinco pessoas do departamento de marketing, teve funcionário que veio com um mês de antecedência para cá. Só para se ter uma ideia, estamos no maior hotel de Tóquio, com 1.400 quartos, sendo que 800 deles estão reservados para nós", afirmou o gerente de marketing do Corinthians, Caio Campos, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

A presença dos torcedores, se não assustou os dirigentes corintianos, contagiou os japoneses. Pelas ruas de Tóquio, muitos habitantes locais se entusiasmam e gritam "Corinthians" quando passam por grupos de torcedores, que estão espalhados pelos principais pontos turísticos e centro de compras da cidade. E isso pode passar a ser explorado pelo marketing num projeto de internacionalização, segundo Campos.

"Esse acho que é nosso grande diferencial quando tem de concorrer com clubes estrangeiros que têm grandes craques. A gente quer mostrar para o mundo que a torcida do Corinthians é diferente, que essa paixão é diferente", disse.

O clube distribuiu à imprensa estrangeira um prospecto sobre sua história. O maior destaque foi dado à relação com o torcedor. Além disso, em conjunto com a Nike, espalhou um caminhão adesivado pelas ruas de Toyota, Tóquio e Yokohama, explicando o que é ser corintiano.

A entrevista completa com Caio Campos pode ser assistida na próxima terça-feira, às 20h, no programa da Máquina do Esporte na TV, no BandSports.

*O repórter viaja a convite da Toyota do Brasil


Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27912/Corinthians-movimenta-R-200-mi-com-o-Mundial/index.php

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Nike circula caminhão do Corinthians no Japão


Motivada pela presença do Corinthians no Mundial de Clubes, a Nike, fornecedora de material esportivo do clube, está participando da divulgação da imagem do time. A empresa norte-americana circula pelas ruas do Japão um caminhão decorado em homenagem à equipe do Parque São Jorge.

O veículo recebeu as cores do Corinthians e a frase “Aqui é Corinthians” em português e japonês. O automóvel percorrerá as cidades de Nagoya, Toyota e Yokohama, sedes do clube durante a disputa do torneio.

Recentemente, a Nike instalou um outdoor do Corinthians em Londres, a um quilômetro do Stamdford Bridge. O estádio é a casa do Chelsea, possível adversário do Corinthians em uma eventual final do Mundial de Clubes.

A Nike renovou seu contrato de fornecimento de material esportivo com o Corinthians por dez anos. No novo acordo, a empresa norte-americana desembolsará um valor fixo de R$ 22 milhões por ano de patrocínio. Além disso, o clube receberá uma fatia maior de royalties de cada produto vendido, mas não terá um montante mínimo pela venda de licenciados.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27861/Nike-circula-caminhao-do-Corinthians-no-Japao/index.php

Fisk renova com Corinthians e muda cota de aporte


O Corinthians anunciará nos próximos dias sua renovação de contrato com a Fisk até 2014. A escola de idiomas, que estampava sua marca na barra da camisa alvinegra, passará a ocupar o espaço da manga do uniforme.

O acordo deve ser assinado quando o Corinthians voltar do Japão, onde disputa o Mundial de Clubes.  O clube estreará na competição na próxima quarta-feira, 12, contra o Al Ahly do Egito e, caso avance, jogará a final no domingo,16.

Com a mudança de cota da Fisk, o espaço da barra da camisa do Corinthians ficará vazio. O clube ainda procura um parceiro para o ombro (omoplata).

Recentemente, o Corinthians fechou com outros dois patrocinadores. A Caixa Econômica Federal pagará R$ 31 milhões ao clube até o fim de 2013 pela cota máster e a Nike renovou por dez anos o contrato de fornecimento de material esportivo.

No acordo da Nike, a empresa norte-americana desembolsará um valor fixo de R$ 22 milhões por ano de patrocínio. Além disso, o clube receberá uma fatia maior de royalties de cada produto vendido, mas não terá um montante mínimo pela venda de licenciados.

Apesar de patrocinar o Corinthians, a Fisk não aparecerá na camisa utilizada pelo clube no Mundial de Clubes.  A Fifa, entidade que organiza o torneio, só permite a exposição de um patrocinador na camisa de cada clube. No caso do Corinthians, a Caixa, patrocinadora máster, foi escolhida.

Procurados pela Máquina do Esporte, Fisk e Corinthians não confirmam o acordo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27859/Fisk-renova-com-Corinthians-e-muda-cota-de-aporte/index.php

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Corinthians amplia até 2022 o vínculo com a Nike


Em conversa com a imprensa no Japão, onde o time se prepara para disputar a edição 2012 do Mundial de clubes da Fifa, o presidente do Corinthians, Mario Gobbi, anunciou no último fim de semana a ampliação do contrato que a equipe mantém com a Nike. O vínculo com a empresa de material esportivo, que expiraria no fim de 2014, foi estendido até o término de 2022.

Os valores do contrato foram estipulados em dólar. Com a renovação, a Nike aumentará o montante destinado ao clube nos dois últimos anos do acordo anterior (2013 e 2014).

Até pela diferença de câmbio, a diretoria do Corinthians não confirma o valor envolvido no acordo. Mario Gobbi disse apenas que o negócio está na faixa de R$ 30 milhões por ano, o que seria aproximadamente o dobro do que o clube recebe atualmente.

Detalhes sobre grade de peças e distribuição de produtos são mantidos em sigilo. O Corinthians é patrocinado pela Nike desde a temporada 2003.

A renovação do contrato com o Corinthians faz parte de um plano de posicionamento da Nike para o mercado brasileiro. Além de vestir a seleção nacional de futebol, a empresa fechou recentemente com Bahia, Coritiba, Internacional e Santos.

O longevo acordo com a Nike é o segundo contrato de grande porte que o Corinthians anuncia no fim deste ano. Anteriormente, a diretoria alvinegra havia vendido a cota máster do uniforme para a Caixa Econômica Federal, que pagará R$ 31 milhões para ficar no time do Parque São Jorge até o fim de 2013.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27833/Corinthians-amplia-ate-2022-o-vinculo-com-a-Nike/index.php

domingo, 9 de dezembro de 2012

Nike instala outdoor do Corinthians em Londres


O Chelsea pode ser o adversário do Corinthians em uma eventual final do Mundial de Clubes. Pensando nisso, a Nike, fornecedora de material esportivo do clube paulista, decidiu provocar o time inglês.

A empresa instalou um outdoor do Corinthians em Londres, na esquina da rua Kensigton High Street com a rua Olimpia Way. O local fica a apenas um quilômetro do Stamford Bridge, estádio do Chelsea.

O cartaz contém uma foto dos jogadores corintianos se abraçando após um gol e a frase “The Almighty. Aqui é Corinthians”, algo como “O todo poderoso. Aqui é Corinthians”.

A estreia do Corinthians no Mundial de Clubes acontecerá no dia 12 de dezembro, às 8h 30 (horário de Brasília). O adversário sairá do jogo entre S. Hirosjhima do Japão, e Al Ahly, do Egito.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27819/Nike-instala-outdoor-do-Corinthians-em-Londres/index.php