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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Caso Engenhão: Botafogo planeja devolver Engenhão à Prefeitura


Decisão será tomada na quinta-feira
Na ocasião, conselheiros e todos os poderes do clube vão se reunir

Por Tatiana Furtado

RIO - Há cinco dias, o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, dizia que a devolução do Engenhão à prefeitura não estava em pauta. A princípio. Os dias se passaram, as dificuldades e as perdas financeiras se mostraram grandes, e o dirigente está perto de devolver à prefeitura as chaves do estádio, casa do alvinegro nos últimos seis anos. Na quinta-feira à tarde, todos os conselhos e poderes do clube vão se reunir na sede de General Severiano para tratar do assunto e respaldar a decisão do presidente, que tende pela rescisão do contrato de concessão.
Ainda esta semana, Maurício Assumpção irá se encontrar com Eduardo Paes. Uma dos inúmeras conversas o prefeito do Rio para tentar minimizar as perdas que o clube coleciona desde a interdição do estádio, há uma semana. A principal delas, a iminente assinatura do acordo dos naming rights (direitos de propriedades do nome do Engenhão), que valeria aos cofres do clube cerca de R$ 30 milhões. O Botafogo já foi informado por uma empresa com a qual negociava que não há mais interesse, nem futuramente.
O movimento de devolução do Engenhão é encabeçado pelo ex-presidente e conselheiro do clube Carlos Augusto Montenegro, que tem conversado com Assumpção. Ele afirma que até mesmo a pequena oposição alvinegra está a favor da entrega do estádio aos donos.
— Não estamos vendo outra solução. Não há. A serventia para o Botafogo acabou. O clube não tem condições de gerenciar. Mesmo que a prefeitura arque com a manutenção, não haveria tanto lucro — afirma Montenegro, que garante que não haverá problemas jurídicos na devolução. — É melhor devolver para que eles tenham tranquilidade de fazer os ajustes necessários. Vai ser mais fácil para as reformas para as Olimpíadas.
O Botafogo já formou uma junta de advogados para buscar os responsáveis pelos danos financeiros. Sem poder mandar jogos e alugar o estádio para grandes eventos, o clube terá de rever seus contratos relativos aos camarotes vendidos, locações e placas de publicidade.
O clube se exime de todos os problemas estruturais que o estádio apresenta desde o início da concessão, em 2007. De acordo com o alvinegro, a manutenção sempre foi feita, mas havia questões que só uma grande reforma resolveria. Em uma das reuniões na prefeitura, o presidente alvinegro apontou outros problemas, que raramente vinham a público. Assumpção afirma que o clube tentava resolver com paliativos e, depois, procurava quem deveria pagar pelos gastos. Desde falhas no sistema hidráulico ao sistema elétrico, que foram responsáveis pelos constantes apagões nos primeiros anos de uso e pela falta de água até hoje em alguns pontos do estádio em dias de jogo de maior público. Até o placar eletrônico, que não está funcionando há algum tempo, e os telões apresentam defeitos de fábrica.
Porém, a interdição do estádio ocorreu por um motivo maior. Na última terça-feira, o prefeito Eduardo Paes anunciou o fechamento do Engenhão, por tempo indeterminado, devido ao deslocamento, além do previsto no projeto original, dos arcos de sustentação das coberturas dos setores Leste e Oeste. A empresa alemã SBP emitiu um laudo que dizia que ventos acima de 63km/h poderiam fazer as estruturas de concreto ruírem.
A prefeitura recebeu o documento na terça-feira passada e anunciou a interdição imediata. No dia seguinte, no entanto, a maior parte das atividades no estádio —,como o uso por atletas da pista de atletismo e do campo principal, a área administrativa e o campo anexo para os treinos do Botafogo — foi liberada.
Em 2010, laudo da empresa portuguesa Tal Projecto já recomendava a interdição parcial do Engenhão, com a restrição de uso para ventos acima de 115km/h. Em 2007, a Alpha Engenharia e Estruturas, responsável pela construção da cobertura, afirmou que não havia os problemas. Agora, engenheiros da mesma empresa negaram conhecer qualquer problema estrutural, mas confirmaram que o teto deve ter acompanhamento contínuo.
Caso receba o Engenhão de volta, a prefeitura deverá fazer novo edital de licitação para a concessão do estádio. Como não está previsto no orçamento o custo para manter o espaço, o processo licitatório poderá ser feito em caráter de urgência. Especula-se que uma empresa que estaria interessada no Maracanã também poderia ficar com o Estádio João Havelange.
Enquanto não decide o futuro da sua casa, o Botafogo se prepara para o clássico com o Vasco, que será em Volta Redonda. Desde 2011, o alvinegro não joga no Raulino de Oliveira, quando empatou com o Fluminense por 1 a 1, na última rodada do Brasileiro. Porém, com a interdição do Engenhão, o chamado Estádio da Cidadania, como é conhecido, será o palco de Seedorf e Cia. na maioria dos jogos. Incluindo a final do Carioca, na qual o time de Oswaldo de Oliveira tem presença garantida, por ter vencido a Taça Guanabara. No Brasileiro, o clube ainda estuda onde fará seus jogos como mandante até que o Maracanã possa ser usado. Assumpção já admitiu não acreditar que o estádio seja liberado para os grandes cariocas antes da Copa de 2014.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/carioca-2013/botafogo-planeja-devolver-engenhao-prefeitura-8002259#ixzz2PX15RJSL 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Zanetti ameaça deixar seleção brasileira caso não renovem com o seu técnico


O atleta, campeão olímpico, reclamou ainda das condições de trabalho no local que treina em São Caetano do Sul.

Um ouro olímpico é o ponto alto na carreira de um atleta. Todo esportista sonha que ver a bandeira do seu país no ponto mais alto do pódio possa mudar sua vida. No ano de 2012, na Olimpíada de Londres, o sonho virou realidade para Arthur Zanetti. O atleta da ginástica brasileira conquistou o primeiro lugar na prova das argolas. Porém, parece que o feito não mudou a vida dele. O ginasta segue reclamando da falta de investimento no esporte e da falta de boas condições de trabalho para o prosseguimento da carreira.

"Você se esforça durante 15 anos de treinamento, é campeão olímpico e depois vê que não levam o esporte a sério e não incentivam o atleta" disse Zanetti em entrevista a Record, no último sábado.

O treinador do atleta desde os sete anos, Marcos Goto, também reclamou. Zannetti treina na Associação de Ginástica Di Thiene, em São Caetano do Sul. Goto falou sobre o calor excessivo causado pelo material do teto e também que as chuvas fazem com que o local sofra com goteiras. Além disso, o treinador reclamou de não ter sido procurado pela Confederação Brasileira de Ginástica para a renovação de seu contrato, que venceu em dezembro de 2012. Goto afirmou que caso não continue à frente da equipe, o campeão olímpico também sairá. 

"Até agora ninguém conversou conosco. Se não renovar, ele não vai. O Arthur e o técnico são uma pessoa só", explicou. 

Sobre isso, o ginásta também confirmou.

"Se ele não for, eu não vou. Ele é meu técnico e quem me criou", falou Zanetti.

A presidente da Confederação Brasileira de Ginástica, Luciene Resende, afirmou que o contrato do técnico será renovado. 

"Deveremos aguardar toda essa assinatura de patrocínio pra firmar com atletas e técnicos. Ele (Goto) foi convidado na gestão passada e com certeza estará participando da nossa comissão técnica", falou à Record.

Também em entrevista a Record, o prefeito de São Caetano do Sul afirmou que vai fazer reformas no local de treinamento do atleta, mas que essas mudanças ainda não tem data para acontecer, pois depende do projeto da arquiteta.

Fonte: http://br.esporteinterativo.yahoo.com/noticias/spt--zanneti-amea%C3%A7a-deixar-sele%C3%A7%C3%A3o-brasileira-caso-n%C3%A3o-renovem-com-o-seu-t%C3%A9cnico-192918511.html

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Santos renova com CSU com incremento de 10%


Por Lucas Turco

O Santos renovou seu contrato patrocínio com a CSU CardSystem S.A por mais um ano. A empresa manterá seu logotipo dentro do número da camisa do clube. O novo acordo recebeu um incremento de cerca de 10% em relação ao anterior.

“Acertamos a renovação com a CSU, que continuará com o patrocínio dentro do número. O Santos não divulgou o acordo, pois ainda restam algumas assinaturas, mas já está tudo certo. Até sexta-feira vamos lançar em nosso site”, revelou Arnaldo Hase, coordenador de comunicação do Santos.

Além da CSU, o clube conta com o patrocínio da Seara (ombro), Corr Plastik (barra da camisa e calção) e Minds (peito, entre o símbolo do clube e da Nike). O clube ainda busca um parceiro para o espaço máster.

“Estamos negociando o patrocínio máster com algumas empresas, mas ainda não temos nada que possamos dizer que estamos próximos de um acordo”, declarou Arnaldo Hase.

Na ausência do patrocínio máster o Santos divulgará marcas próprias no uniforme. Na partida desta quarta-feira, às 19h 30, contra o Botafogo-SP o time irá expor o logotipo do “Sócio Rei”, plano sócios-torcedores do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28247/Santos-renova-com-CSU-com-incremento-de-10/index.php

Com barra e ombros, Havoline renova com Botafogo


O Botafogo anunciou a renovação do contrato com a marca de lubrificantes Havoline Texaco, que pertence à Chevron Brasil Lubrificantes, até o fim da temporada. A Havoline continuará estampando a sua marca na barra frontal da camisa do time alvinegro, porém, neste ano, a propriedade dos ombros do uniforme também foi adquirida pela empresa. 

A empresa, que patrocina o clube desde 2011, também terá a sua marca será vista nos coletes e camisas de treinamento do time e nas camisas de viagem do futebol profissional do Botafogo, além de banners no CT João Saldanha e no campo do Stadium Rio.

O anúncio foi realizado em entrevista coletiva na última segunda-feira, no Stadium Rio, com a presença do diretor comercial do Botafogo, Ayrton Mandarino, e do diretor da Chevron Brasil Lubrificantes, Antonio Ennes.

“Estamos muito felizes em renovar o patrocínio com o Botafogo, um dos times mais queridos e tradicionais do Brasil. O contrato reforça o sucesso da parceria com o clube e o nosso compromisso com o esporte brasileiro”, afirmou Antonio Ennes, diretor da Chevron Brasil Lubrificantes.

O diretor-executivo do Botafogo, Sergio Landau, acrescentou: “Com muito orgulho, o Botafogo renova o patrocínio com a Havoline e Texaco. Para nós, a continuidade do patrocínio é reflexo da parceria construída ao longo dos últimos dois anos e do bom trabalho realizado pela diretoria do clube, ao buscar a associação com marcas sólidas no mercado brasileiro”.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28213/Com-barra-e-ombros-Havoline-renova-com-Botafogo/index.php

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Comitê afirma que contrato foi 'integralmente cumprido'


Por meio de nota, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) negou que tenha qualquer dívida com a empresa de consultoria EKS e afirma que o contrato foi cumprido.

"A relação contratual entre o Comitê Olímpico Brasileiro e a EKS está encerrada. O Comitê Olímpico Brasileiro cumpriu integralmente com todas as suas obrigações, delas recebendo a devida quitação, nos termos da lei", informa a entidade.

O COB, no entanto, não forneceu detalhes sobre quais cláusulas do acordo foram cumpridas, tampouco sobre a taxa de sucesso da candidatura do Rio para os Jogos de 2016, sob a justificativa de que o contrato é sigiloso.

"Os termos, as cláusulas e as condições dos contratos celebrados pelo Comitê Olímpico Brasileiro com a referida empresa estão revestidos de sigilo, conforme [fora] expressamente acordado pelas partes contratantes."

Questionada pela reportagem sobre se manteve um contrato "por fora" ao do governo no qual estava prevista a taxa de sucesso, a entidade negou.

"O Comitê Olímpico Brasileiro não celebrou qualquer 'contrato por fora' com as citadas empresas nem com qualquer outra", informa. "E suas atividades [do comitê] são regularmente fiscalizadas pelas autoridades competentes, sem que qualquer sanção tenha sido jamais imposta", finaliza.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1218366-comite-afirma-que-contrato-foi-integralmente-cumprido.shtml

domingo, 20 de janeiro de 2013

Por revendedores pequenos, Kappa se isola em feira


Por Guilherme Costa e Mauro Zafalon

Foco de disputas entre fabricantes de material esportivo em edições passadas, a Couromoda, feira que reúne empresas de calçado, vestuário e acessórios, viu uma debandada nos últimos anos. Em 2013, o foco da Kappa isolou a empresa no evento realizado em São Paulo.

Relançada no Brasil, a Kappa, que será operada no país pela SPR, aposta na distribuição para se diferenciar das outras marcas. Sobretudo entre os revendedores de porte menor, de cidades ou regiões menos populosas.

Para atingir esse tipo de público, a SPR decidiu realizar na Couromoda o lançamento oficial da Kappa no Brasil. O contrato da empresa com a BasicNet, dona da marca de material esportivo, vai até 2021.

As outras marcas de material esportivo debandaram da Couromoda. O principal motivo para isso é exatamente o modelo da feira, focada nos vendedores de pequeno porte. As empresas do segmento preferiram montar showrooms individuais, mais direcionados aos grandes varejistas.

“Na verdade, esse é um segmento em que a gente acredita que exista espaço. A gente quer posicionar a Kappa como a terceira maior marca de esportes no Brasil. A maior competição está nos grandes distribuidores e nas grandes redes varejistas. Ali é um mercado extremamente competitivo. Por outro lado, boa parte do Brasil tem demanda atendida pelo pequeno varejista. Existe grande espaço para fazer um trabalho bom de representação comercial, distribuição e logística e ganhar mercado. Nossa estratégia é não ficar atuando apenas onde o mercado já está saturado e é muito mais difícil entrar, mas ir para espaços menos desenvolvidos”, contou Felipe Franco, CFO da marca operada pela SPR.

A meta da Kappa é vender US$ 45 milhões no Brasil em dois anos. Para isso, a SPR investirá R$ 10 milhões na marca.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28146/Por-revendedores-pequenos-Kappa-se-isola-em-feira/index.php

domingo, 6 de janeiro de 2013

Os valores totais e as receitas anuais garantidas dos novos contratos de patrocínio de fornecedores


Por Emerson Gonçalves

O que temos visto nos últimos meses e mais acentuadamente nas últimas semanas e dias, são declarações a respeito dos valores dos patrocínios de fornecedores dos três clubes que tiveram seus contratos recentemente assinados. São também, e não por coincidência, os clubes das três maiores torcidas brasileiras: o Flamengo, que trocou a nacional Olympikus (Vulcabrás) pela multinacional Adidas; o Corinthians, que renovou com a multinacional Nike; e o São Paulo, que trocou a Reebok – marca multinacional, mas com gestão local da Vulcabrás – pela Penalty, da nacional Cambuci.

Os valores anunciados para o acordo Flamengo/Adidas giraram entre 35 milhões, inicialmente, e depois 38 milhões de reais por ano, durante dez anos.

Para o Corinthians e o novo acordo com a Nike, circulou a informação de que o acordo gira em torno de 30 milhões por ano, pelo período de 10 anos, dois dos quais ainda faziam parte do contrato que foi substituído.

Por último, o São Paulo anunciou oficialmente o acordo com a Penalty, e o valor comentado a partir de informações obtidas no clube, e posteriormente confirmado em nota no site oficial, é de pouco mais de 35 milhões de reais por ano, até 2015.

Naturalmente, nos dois primeiros casos há cláusulas prevendo reajustes dos valores. No caso do acordo São Paulo/Penalty, talvez em função de sua curta duração (apenas três anos) não há cláusula de correção (ou não foi informada).

Sobre o acordo do Flamengo com a Adidas, o portal GloboEsporte publicou algumas matérias, a primeira delas – veja ou reveja aqui – com as informações básicas sobre o contrato, a partir de informações obtidas diretamente do próprio documento. No caso do acordo do Corinthians com a Nike, as informações que virão a seguir nesse post foram obtidas por esse blogueiro junto a uma fonte do clube. No caso do São Paulo, pelo menos até o presente momento não disponho de informações mais completas a respeito do contrato, apesar de várias tentativas para obtê-las junto ao clube, portanto trabalhei com a informação oficial do São Paulo sobre o valor – “o contrato é válido até 2015 e garante ao Tricolor mais de R$ 35 milhões por ano.”



Detalhamento de valores

A tabela abaixo detalha os principais pontos financeiros dos dois contratos sobre os quais disponho de informações, como já foi dito acima. Flamengo e Corinthians receberam luvas – 38 milhões no caso do Flamengo e 30 milhões no caso do Corinthians. Esses valores já foram ou estão sendo pagos, entrando nos caixas dos clubes no exercício 2012 ou 2013. Para efeito de valor dos contratos anualizados, elas foram divididas por 10 anos no caso rubronegro e por 8 anos no caso corintiano, por se tratar de uma extensão do contrato então em vigor, que tinha, ainda, mais dois anos de vigência e que já haviam sido contemplados por luvas.



Como mostra a tabela, o maior contrato é o da Adidas com o Flamengo. Para isso, consideramos a somatória de valores garantidos, com e sem inclusão das luvas, que resultam em 4,35 e 4,3 milhões de reais a mais, respectivamente, em relação ao contrato Nike/Corinthians. No caso da entrada de dinheiro líquido em caixa, a posição muda e o maior valor é o que a Nike paga ao Corinthians – 1,5 milhão de reais a mais.

Ainda falando em luvas, para assinar com a Adidas o Flamengo precisou pagar à Olympikus um total de 10,4 milhões de reais, parte em dinheiro – R$ 2.474.745,48 – e parte abrindo mão dos pagamentos devidos ao período setembro/12 a abril/13. Com isso, o patrocínio Adidas terá início efetivo em 1º de maio, mas o novo vice-presidente de marketing, Luis Eduardo Baptista, conseguiu negociar o pagamento das luvas antes da entrada em vigor do novo contrato (a segunda parcela, no valor de 25 milhões de reais, será paga até 15 de fevereiro). Ao analisar o negócio como um todo, esse custo deveria ser debitado na conta “novo patrocínio”, o que reduziria seus valores reais, mantendo os valores nominais. Nesse post, até para evitar interpretações incorretas, optei por manter os valores nominais.

Em termos de entradas no caixa, que é o fator mais importante para os clubes, considerei os pagamentos das cotas de patrocínio propriamente dito e os royalties garantidos, independentemente de quantas peças forem vendidas. São esses os valores com os quais os clubes podem contar e fazer previsões, além de adiantamentos.

Outros pagamentos são incertos, pois dependerão de objetivos que venham a ser alcançados pelos clubes. Se um time conquistar o Brasileiro, haverá um bônus. Estadual, outro. Libertadores, Mundial, copas do Brasil e Sul Americana também, em todos os casos. Se o número de peças vendidas de um clube exceder uma meta pré-fixada, o percentual por unidade destinado ao mesmo aumenta. As metas, entretanto, não são fáceis de serem ultrapassadas, ainda mais de forma significativa, de forma a gerar mais recursos de bom valor. É mais provável que isso ocorra justamente nos momentos em que o time estiver voando em campo, ganhando competições e empolgando os torcedores, quando um aumento nessas receitas passa até meio despercebido. Ganhando, tudo é festa.

Aqui há uma verdade inegável, demonstrada pelos números no decorrer de muitos anos: quando o time do coração vai bem, a torcida comparece, seja nos estádios, seja nas lojas. No caso do PPV temos visto uma manutenção, com oscilações pequenas, independentemente da campanha do time. Porque a compra é feita antes e no início da temporada, e o torcedor se alimenta de um misto-quente, onde o recheio é uma fatia de realidade e outra de esperança, tudo temperado pelo molho quente do sonho.

As verbas de marketing da Adidas para o Flamengo e da Nike para o Corinthians poderão gerar novos recursos, bem como despesas . No caso rubronegro, por exemplo, parte dela deverá bancar as despesas do time para um jogo amistoso por ano, definido pela fornecedora e especificado no contrato, que ficará com a receita de bilheteria e outras de ações localizadas. Por outro lado, o clube ficará com os direitos de transmissão da partida, que dependendo do adversário poderão gerar um dinheiro razoável. Outra parte dessa verba será usada para a produção de peças de comunicação que serão colocadas nos campos de jogos e locais de treinamento, mas sempre sobra alguma coisa.

Infelizmente, apesar de várias tentativas como disse, não consegui o mesmo nível de informações do São Paulo em relação ao acordo com a Cambuci S.A., detentora da marca Penalty. As únicas informações que circularam no mercado (até o momento em que concluía esse texto) apontam um valor de materiais a serem fornecidos ao clube no total de 13 milhões de reais, um número bastante alto para essa modalidade, e 1,5 milhão de reais para o time de futsal do clube, também incluído no valor total divulgado pelo clube.



As lojas dos clubes e para os clubes

Esse é um ponto importante: lojas. A distribuição das peças de vestuário para torcedores e público em geral é ainda muito deficiente, bastante problemática, nem tanto com relação às camisas oficiais, que são os itens com maior demanda, mas principalmente com as linhas de vestuário e outros produtos. Nesse sentido, as lojas próprias ou exclusivas têm hoje grande importância estratégica para os clubes. Ou deveriam ter.

A Reebok montou uma rede de lojas SAO, mas com o fim do patrocínio essas lojas fecham ou deixam de ser exclusivas da marca São Paulo. É uma perda razoável, pois uma parcela dos consumidores perde sua referência. Comenta-se que a Penalty montará lojas com o mesmo conceito, mas é uma tarefa que demanda tempo e custos a cada ano maiores.

O Flamengo tinha um projeto que, à época, considerei simples e genial: os Quiosques. Seriam unidades de custo relativamente baixo e com grande potencial para atingir a grande massa torcedora, fora ou dentro de shoppings em todo o país. Foi abandonado na gestão Amorim, pelas informações que tenho. A Vulcabrás tinha um projeto para criar lojas Olympikus/Flamengo, mas a falta de firmeza do clube no combate a empresas e lojas com produtos não oficiais acabou desestimulando a empresa a investir.

De seu lado, e chovam pedras sobre esse escriba, a rede de lojas “Poderoso Timão” não é da Nike. É do Corinthians, na forma de associação com empresas terceirizadas e virou um tipo de franquia. O clube poderia trocar a Nike pela Adidas e não teria problemas com sua distribuição, mantendo uma rede já conhecida do consumidor e pronta para dar saída a novos produtos, agregando receitas.

A importância das lojas próprias está também em dar ao clube maior poder de barganha e permitir-lhe antecipar-se ao mercado e buscar, ele mesmo, fornecedores para produtos únicos, específicos.

“Você mesmo cria e produz” (terceirizando, claro), como disse-me em conversa na tarde de ontem um profissional da área, que já atuou por alguns anos à frente do marketing de um dos grandes clubes brasileiros. “Ao fazer isso, o clube não fica parado, esperando que fornecedores ofereçam produtos com seus próprios preços. Pelo contrário, o próprio clube toma a dianteira, seleciona o fornecedor de acordo com o que julga mais necessário, importante e conveniente. Com tudo isso, a loja se torna um ativo valioso do clube.”

Ordens de grandeza próximas

Os três novos contratos estão em ordens de grandeza muito próximas, cada qual com seus detalhes. Como já foi apontado em diversas pesquisas e posts nesse OCE, o maior número de torcedores do Flamengo é contrabalançado por uma maior concentração da torcida corintiana em áreas com maior poder potencial de consumo. A presença do São Paulo junto aos dois clubes com torcidas maiores é explicada por dois motivos básicos (olhando de fora e interpretando o quadro): concentração da torcida em regiões com maior IPC (Índice Potencial de Consumo) e um forte investimento da Cambuci S.A. em sua marca líder, a Penalty, e dessa no São Paulo, como seu carro-chefe, já como parte do reposicionamento da marca no mercado brasileiro e visando também três objetivos: mercado internacional, Copa 2014 e Jogos Olímpicos do Rio.

Ao fim e ao cabo, como disse um dos profissionais com quem conversei, teremos uma noção real dos valores envolvidos nos novos patrocínios e das metas alcançadas ou não em maio de 2014, depois que os balanços referentes ao ano em curso forem publicados.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2013/01/04/os-valores-totais-e-as-receitas-anuais-garantidas-dos-novos-contratos-de-patrocinio-de-fornecedores/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Por R$ 35 mi anuais, Penalty volta ao São Paulo


O São Paulo oficializou nesta semana um acordo com a Penalty, nova marca de material esportivo da equipe tricolor. A empresa do grupo Cambuci pagará R$ 35 milhões anuais para vestir o clube do Morumbi até o fim de 2015.

O negócio entre São Paulo e Penalty já estava alinhavado desde o segundo semestre do ano passado. Contudo, a diretoria tricolor esperou o término do contrato com o grupo Vulcabras∕Azaleia, dono da marca Reebok, para anunciar a nova parceria. O acordo anterior acabou no dia 31 de dezembro de 2012.

O novo uniforme do São Paulo será apresentado no dia 17 de janeiro. Trata-se de um retorno para a Penalty, que vestiu o time do Morumbi no vitorioso início dos anos 1990. A marca, aliás, estava na camisa tricolor nos títulos mundiais de 1992 e 1993.

“A Penalty tem uma história importante, de quase duas décadas, com o São Paulo Futebol Clube. Juntos passamos por momentos gloriosos, e para nós é gratificante firmarmos novamente essa parceria”, disse Roberto Estefano, presidente da empresa de material esportivo.

A Penalty passou por um extenso reposicionamento. O projeto foi iniciado em 2008, com análises internas, e levou a empresa de material esportivo a concentrar esforços num grupo de modalidades praticadas com os pés (futebol, futsal, futebol de areia, futebol society e futevôlei).

Em 2011, o grupo Cambuci, que também conta com a marca Stadium, teve receita líquida de R$ 247,7 milhões. O montante representa um crescimento de 12,5% em comparação com a temporada anterior.

“Saudamos a chegada da Penalty, uma grande marca brasileira, que prima pela qualidade e pelo alto grau tecnológico. Ela já esteve conosco, e ajudou a construir nossa importância no cenário internacional”, afirmou Julio Casares, vice-presidente de comunicação e marketing do São Paulo.

O São Paulo será o sétimo time do futebol brasileiro a vestir material esportivo da Penalty. A marca também aparece atualmente nas camisas de Ceará, Figueirense, Náutico, Santa Cruz, Vasco e Vitória.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28011/Por-R-35-mi-anuais-Penalty-volta-ao-Sao-Paulo/index.php

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Arena Palmeiras terá loja de 700 m² da Burger King

Por Camila Mattoso

O Burger King vai ter uma megaloja na futura Arena Palmeiras. Ela terá 700 metros quadrados, pouco menor que o tamanho do espaço principal do restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo, e quase o dobro do principal salão do restaurante Porcão Rio, no Rio de Janeiro.

O Burger King é a segunda maior rede de hambúrgueres do mundo e, desde 2010, pertence a um fundo de investimentos de São Paulo, que tem apenas cotistas brasileiros. A empresa assinou um contrato de dez anos com a Traffic, responsável pela comercialização das cotas da Arena. Os valores não foram revelados.

A Villarta Elevadores também fechou um acordo para aparecer no estádio. Com uma ação de reciprocidade comercial, a empresa vai fornecer escadas rolantes e elevadores para a arena e, para ter sua marca exposta, pagará um valor anual.

Fonte: http://blogs.lancenet.com.br/deprima/2012/12/30/arena-palmeiras-tera-loja-de-700-m%c2%b2-da-burger-king/

Tricolor confirma acordo milionário e apresenta nova camisa no dia 17


Clube vai receber R$ 108 milhões nos três anos de contrato com a Penalty, e já fará estreia no Campeonato Paulista, contra o Mirassol, de roupa nova

O São Paulo confirmou em seu site que a Penalty é sua nova fornecedora de materiais esportivos. O contrato tem validade de três anos e renderá R$ 36 milhões por temporada ao clube. O negócio já havia sido fechado há mais de dois meses, mas o Tricolor esperou o fim do vínculo com a Reebok, parceira nos últimos sete anos, para fazer o anúncio.
O novo uniforme será apresentado no dia 17 de janeiro, em evento para jornalistas e convidados. Sua estreia será na primeira rodada do Campeonato Paulista, dia 19, diante do Mirassol. Na Copa São Paulo de Futebol Júnior, o time vai usar uma camisa diferente da que será feita para a temporada, muito mais simples.
No anúncio, clube e empresa ressaltaram o fato de terem conquistado juntos o bicampeonato da Libertadores e mundial, em 1992 e 93, e se dizem certos de novos títulos na reedição da parceria. A Penalty estava afastada do futebol e, em vez de voltar em diversos clubes, optou por um contrato grande com o São Paulo.
Inicialmente, o acordo gerou repercussão negativa entre alguns departamentos do Tricolor, em razão da menor ressonância internacional da marca, em comparação à Nike e Adidas, fornecedores dos rivais Corinthians, Santos e Palmeiras. Entretanto, o valor do contrato e uma disposição em ouvir os especialistas do clube afastaram a rejeição.
Uma das principais novidades do contrato será uma camisa em tons de vermelho, que será usada em uma única partida, no mês de março, para celebrar a inauguração do Morumbi com todos os seus assentos nessa cor. Na ocasião, haverá um evento com o ato simbólico do presidente Juvenal Juvêncio colocando a última cadeira vermelha.
Como o estatuto do São Paulo não permite que o clube entre em campo com um uniforme titular sem as listras horizontais, elas estarão "camufladas" pelos tons de vermelho, só poderão ser notadas de perto. A aprovação do uniforme foi defendida pelo diretor de marketing Rui Branquinho perante o Conselho, em reunião em dezembro.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2013/01/sao-paulo-confirma-acordo-milionario-e-apresenta-nova-camisa-no-dia-17.html

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Contrato com fornecedora dá ao Fla acesso a CT europeu e tecnologia


Documento prevê regalias para clubes no topo do portfólio da Adidas, mas exige que até presidente rubro-negro não use marcas concorrentes

Por Janir Júnior e Vicente Seda

Além das cláusulas milionárias, obrigações e direitos incluídos no contrato de 87 páginas entre Flamengo e Adidas, a fornecedora alemã colocou o clube da Gávea no status de "Símbolo A Mundial", o que quer dizer que o Rubro-Negro - ao lado de Chelsea, Real Madrid, Milan e Bayern de Munique - integra o portfólio mais prestigiado entre os clubes patrocinados pela empresa. Na prática, isso representa um plano estratégico de negócios, verba anual de R$ 1,5 milhão para ações de marketing e acesso prioritário aos principais produtos da marca, incluindo testes de artigos que ainda não foram lançados no mercado.

A Adidas também colocará à disposição do Flamengo o centro de treinamento em sua sede na Alemanha, denominado "World of Sports (Mundo dos Esportes)", como centro logístico para "potenciais amistosos na Europa", conforme descrito no contrato de parceria. O espaço tem aproximadamente 39 hectares (ou 390 mil m²) usados para prática de diversos esportes e conta com cerca de 2.900 funcionários de mais de 50 nações. Há no contrato a obrigação de uma partida de exibição por ano - a Adidas ficará com todas as receitas, à exceção dos direitos de transmissão, e as despesas do clube sairão da verba de marketing.

Entre os produtos disponíveis para o clube, está um sistema de monitoramento de atividade física, o "miCoach Professional Team Training System". O sistema fornece indicadores físicos e monitoramento não invasivo. Entre os valores medidos pelo equipamento, estão velocidade, frequência cardíaca, distância percorrida com grande, média e baixa intensidades, entre outros. Entre os aparatos, estão sensores que são acoplados às chuteiras dos jogadores.

Nesse caso, a nova fornecedora abre exceção para que os atletas com contrato firmado com suas concorrentes possam usar chuteiras de outra marca, mas essa permissão se limita às chuteiras. Os demais calçados fora do gramado terão de ser Adidas.

A regra também vale para dirigentes. Nem o presidente eleito do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, estará livre do compromisso de não aparecer em trajes da concorrência. O item seis da cláusula oito do contrato diz que "membros do clube, incluindo o presidente, os diretores do clube, os gerentes jurídicos, de marketing, de futebol e a comissão técnica não usarão ou vestirão quaisquer produtos de um concorrente quando estiverem no exercício das suas funções oficiais". A multa para esse tipo de infração é de R$ 25 mil, mas não leva à rescisão contratual.

A Adidas se compromete ainda a indicar um gerente global de marketing dedicado a gerenciar a comercialização, as comunicações e a ativação do clube e dos negócios da Adidas a ele relacionados. A empresa destaca no contrato que o clube "deverá ser capaz de se beneficiar da grande rede de relações que a Adidas mantém com as entidades regulatórias do futebol, ligas, clubes, agências e marcas globais no que diz respeito ao enriquecimento e desenvolvimento" da instituição como clube de futebol ou como marca.

Pelo status do patrocínio, a Adidas se obriga ainda a produzir pelo menos 50 produtos licenciados diferentes em cinco categorias: vestimenta para jogo, para treino, tradicionais e de passeio, acessórios e hardware. Os produtos serão expostos em 1.500 lojas pelo mundo, 600 delas obrigatoriamente nos maiores mercados de futebol, descritos no contrato. A empresa ainda se compromete a criar mercado eletrônico dentro do seu site em todos os mercados habilitados para transações dessa natureza, que incluem outros países como Nova Zelândia e Coreia do Sul.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/contrato-com-fornecedora-da-ao-fla-acesso-ct-europeu-e-tecnologia.html

sábado, 22 de dezembro de 2012

Parceria entre Fla e fornecedora prevê rescisão ou multa por vexames


Ausência na Sul-Americana ou descenso para Série B acarretam multa, enquanto queda para Série C causa rescisão. Conheça as cláusulas

Por Vicente Seda

O contrato de parceria assinado entre Adidas e Flamengo na última quinta-feira traz um aporte de receitas à Gávea de fazer inveja aos rivais. Porém, a contrapartida também é digna de um clube agora incluído entre as marcas classe A da empresa alemã, no mesmo status de Real Madrid, Chelsea, Bayern de Munique e Milan. Quedas para a Série B e não classificações para a Copa Sul-Americana, por exemplo, acarretam multas que podem chegar a 50% dos pagamentos a serem feitos pela empresa. Já um rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro implica a rescisão do contrato, ao qual o GLOBOESPORTE.COM teve acesso.

Em relação ao desempenho esportivo, estão estabelecidas premiações por títulos em uma escala de metas. Com desempenho excelente, que significa dois títulos do Brasileiro da Série A e um título da Libertadores, o clube tem reajuste nos valores e gorda premiação pelas conquistas. Contudo, um desempenho pífio também será "premiado".

Se o clube for expulso ou suspenso da CBF ou Conmebol, a Adidas pode reduzir em 50% o pagamento. Caso o Flamengo não se classifique para a Copa Sul-Americana em qualquer ano do contrato, multa de 10%, e, se isso se repetir por dois anos seguidos, o percentual sobe para 25% no segundo ano. A mesma lógica vale para rebaixamento para a Série B do Brasileiro: no primeiro ano, a multa é de 15% e, se a situação se repetir na temporada seguinte, a mordida passa a 50% do valor a ser pago pela Adidas no determinado ano. Confira no fim desta reportagem a íntegra das cláusulas que tratam do tema.

Em caso de violação pelo clube do contrato que acarrete rescisão com a fornecedora, o Rubro-Negro deverá pagar todas as receitas previstas, incluindo danos e custos como honorários advocatícios. Essas receitas englobam pagamento anual, mínimo garantido, royalties e produtos a serem fornecidos em todo o período de contrato. O pagamento deve acontecer 30 dias após a Adidas informar o montante devido acompanhado de seu discriminativo. Se o contrato for rescindido em função de o clube disputar a Série C do Brasileiro, o clube ficará livre de pagamento. A responsabilidade máxima das partes no caso de rescisão é limitada a R$ 100 milhões.

Há diversos outros itens que podem acarretar a rescisão imediata da parceria. Uma das cláusulas diz que o Flamengo "não deverá tomar ou se omitir a tomar qualquer atitude ou se envolver em uma situação que causará ao clube e/ou qualquer um dos seus membros descrédito público, desprezo, escândalo, ou ridículo, ofenderá a opinião pública, ou causará danos ou refletirá desfavoravelmente sobre a reputação da Adidas". Durante a gestão Patrícia Amorim, o clube viveu problemas dessa natureza em relação a Adriano e Ronaldinho Gaúcho, que entrou com ação por danos morais contra o clube.

A Adidas também tem o direito de rescindir, apesar de poder optar por redução de pagamento, "se o clube não participar, por expulsão ou suspensão (ficando excluída a não participação por não qualificação), em reconhecida competição CBF, Fifa ou Conmebol, nacional e internacional, a qualquer momento durante o contrato". A empresa alemã se resguarda também quanto à utilização de produtos de outras marcas. Se qualquer membro do clube for flagrado usando produtos de concorrente, a multa é de R$ 25 mil.

Caso a empresa atrase a entrega de qualquer pedido de produtos Adidas e do clube com a marca da fornecedora, o clube deverá notificar por correio eletrônico com aviso de recebimento ou por carta com AR, para que a entrega do pedido ocorra em até 60 dias. Caso o prazo não seja cumprido, o clube poderá rescindir o contrato através de notificação escrita com efeito imediato. Uma diferença de 10% entre o pedido e a entrega efetiva não provocará rescisão, sendo certo que o clube poderá cobrar os 10% que faltaram, como reza o contrato.

O Flamengo só poderá buscar novos fornecedores de material e negociar outro contrato 12 meses antes do fim da parceria. Havendo oferta de terceiros, o clube é obrigado a comunicar a Adidas, que tem 30 dias para igualar ou não aceitar os termos-chave da oferta de terceiros. Cobrindo ou igualando a oferta, a Adidas terá o direito de exigir que o Flamengo inicie imediatamente procedimentos que possibilitarão a assinatura de um novo contrato com a empresa alemã. Na hipótese de rescisão antecipada de contrato, o clube será obrigado a pagar uma proporção pró-rata de taxa de início de parceria, em razão de uma parceria de dez anos.

O valor mínimo da parceria do primeiro ao quinto ano de contrato é de R$ 30,3 milhões (resultado da soma do mínimo de royalties, R$ 8 milhões, teto de material fornecido, R$ 9,8 milhões, e pagamento fixo anual em dinheiro de R$ 12,5 milhões). Somadas a taxa de início de parceria (R$ 38 milhões), e a verba de ações de marketing da Adidas (R$ 1,5 milhão), chega-se a R$ 35,6 milhões por ano, número que passa a R$ 40,6 milhões (fixo anual em dinheiro aumenta para R$ 17,5 milhões) do sexto ao décimo ano de contrato (não incluída a correção monetária) e pode crescer ainda mais dependendo do sucesso de vendas de produtos, uma das alterações obtidas pela nova diretoria do clube.

Além da taxa de início de parceria, de R$ 38 milhões, a Adidas deve antecipar mais R$ 20 milhões ao Flamengo, acordo que foi feito às vésperas da aprovação no Conselho Deliberativo por conta de uma investida da rival americana Nike, ex-fornecedora do clube que deu lugar à Olympikus. Essa antecipação, contudo, não consta no contrato que foi enviado para análise dos conselheiros.

Os alemães ainda ressaltam em contrato que, após uma eventual rescisão, o clube tem de ser respeitoso com a empresa na nota oficial para noticiar e justificar o fim da parceria. O contrato entre Flamengo e Adidas se encerrará em 30 de abril de 2023.
Cláusulas do contrato:
13.1 - Caso o clube não participe da(s) competição(ões) nacional(is) de mais alto nível (atualmente Campeonato Brasileiro da Série A e/ou Copa Sul-Americana), por motivo de expulsão ou suspensão, e se o clube for suspenso ou expulso da CBF ou Conmebol durante o período do contrato, a Adidas poderá, a seu critério, reduzir o pagamento anual e o mínimo garantido em 50% para cada ano de contrato que perdurar esta situação. O clube deverá a voltar a receber o montante no nível anterior quando voltar a participar da competição respectiva de mais alto nível.
13.2 - Se o clube não jogar a Copa Sul-Americana em qualquer ano de contrato, por motivo de não qualificação devido ao desempenho, durante o período do contrato, a Adidas poderá, a seu exclusivo critério, reduzir o pagamento anual e o mínimo garantido ao clube em 10%, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada. Caso o clube não consiga qualificação por igual motivo para a Copa Sul-Americana a partir do segundo ano consecutivo, a redução, a exclusivo critério da Adidas, será de 25% do pagamento anual e do mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada.
13.3 - Se o clube não jogar o Campeonato Brasileiro da Série A em qualquer ano de contrato, por motivo de não qualificação devido ao desempenho, durante o período de contrato, a Adidas poderá, a seu exclusivo critério, reduzir em 15% o pagamento anual e o mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada. Caso o clube não consiga qualificação por igual motivo para a partir do segundo ano consecutivo para o Campeonato Brasileiro da Série A, a redução será de 50% do pagamento anual e do mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada.
13.5 - Caso ocorram simultaneamente as hipóteses previstas nas cláusulas 13.1 e/ou 13.2 e/ou 13.3 em um mesmo ano de contrato, as partes acordam que a redução máxima do pagamento anual e do mínimo garantido será limitada ao percentual de 50%.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/parceria-entre-fla-e-fornecedora-preve-rescisao-ou-multa-por-vexames.html

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Botafogo tem renovação avançada com patrocinadores


Por Lucas Turco

Os contratos de patrocínios do Botafogo acabam junto com 2012, no entanto o clube deve renovar o acordo com os parceiros. Guaraviton, Havoline e Herbalife têm conversas adiantadas e o clube espera definir o assunto ainda em 2012.

O clube não descartou o envolvimento com novos patrocinadores caso surjam outros interessados, mas afirmou que as chances são remotas. Os apoiadores atuais já demonstraram o interesse em continuar no Botafogo.

Na renovação dos patrocínios haverá ajustes comerciais, mas o clube não especificou como se dará a mudança de valores. Além disso, pode haver uma mudança de propriedade por parte das empresas, que estudam a possibilidade de revisar o nível de exposição de suas marca na camisa do clube.

Atualmente, a Guaraviton ocupa o espaço máster e a manga do uniforme do Botafogo, a Havoline é exibida na barra da camisa e a Herbalife expõe sua marca dentro do número.

“As negociações estão adiantadas porque as conversas começaram em outubro e novembro. As três patrocinadoras querem criar um vínculo mais longevo com o Botafogo, por isso desejam renovar”, revelou Daniel Gastaldoni, coordenador de novos projetos do Botafogo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27957/Botafogo-tem-renovacao-avancada-com-patrocinadores/index.php

Flamengo aprova parceria com a Adidas. Veja detalhes do contrato


Conselho Deliberativo autoriza assinatura até 2023. Reajuste é atrelado a desempenho e clube receberá de R$ 12,5 milhões a R$ 17,5 milhões por ano

Por Vicente Seda

O Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou por unanimidade na noite desta quarta-feira a assinatura do contrato de fornecimento de material esportivo pelos próximos dez anos com a Adidas. As alterações feitas em negociação com a nova diretoria do clube se resumem a aumento significativo nas premiações e tabela de aumento do percentual de royalties a partir do cumprimento de metas de vendas. O reajuste previsto no contrato de 87 páginas - ao qual o GLOBOESPORTE.COM teve acesso - está atrelado ao desempenho do time, e o valor anual que vem sendo divulgado, em torno de R$ 35 milhões, é calculado com base em estimativas de vendas de produtos. Os valores fixos reais estão bem abaixo desse montante.
Haverá o pagamento de "taxa de início de parceria", no valor de R$ 38 milhões (R$ 13 milhões até 30 dias após a assinatura do contrato e R$ 25 milhões até 15 de fevereiro). Do primeiro ao quinto ano de contrato, o Flamengo receberá um pagamento fixo de R$ 12,5 milhões. Do sexto ao décimo ano, o montante passa para R$ 17,5 milhões. O valor pode crescer ainda mais de acordo com o desempenho da equipe de futebol profissional. No contrato entre Flamengo e Adidas existe uma tabela para classificar os resultados obtidos pela equipe. No caso de um desempenho excelente, haverá reajuste de 10% no valor, além da correção acumulada pelo índice oficial IPC-FIPE, ou seja, o clube passará a receber, a partir do sexto ano, R$ 19,25 milhões (mais a correção).
Para ter seu desempenho classificado como excelente, o Flamengo terá de conquistar pelo menos dois títulos do Campeonato Brasileiro da Série A e um título da Copa Libertadores nos primeiros cinco anos de contrato. No caso de ter desempenho classificado como excelente em uma das competições e fraco na outra, o desempenho geral será classificado como mediano, e o reajuste passa a ser de 5%. No caso de desempenho geral fraco, que significa uma classificação para a Libertadores e nenhum título nas duas competições, não há reajuste.
As alterações conseguidas na negociação conduzida nas últimas semanas pelo presidente da Sky e vice de marketing da gestão que assumirá em 2 de janeiro, Luís Eduardo Baptista, o Bap, representam essencialmente um aumento nas premiações por títulos e o estabelecimento de metas de vendas que, se superadas, garantem aos rubro-negros percentuais maiores.
Realizadas as modificações, a cada ano de contrato, se o valor das vendas líquidas (descontados os custos de produção) de produtos do clube com a marca Adidas não ultrapassar R$ 127,5 milhões, o Flamengo receberá 10% de royalties, sendo o mínimo obrigatório de R$ 8 milhões. Se o valor das vendas líquidas for entre R$ 127,5 milhões e R$ 153 milhões, o clube passará a receber 12%. Ultrapassando os R$ 153 milhões, a fatia rubro-negra sobe para 14%. Os pagamentos desses montantes serão feitos nos dias 1 de abril e de outubro de cada ano, sendo 50% do valor em cada data. Para produtos do clube sem a marca Adidas, o percentual da proposta original foi mantido e não obedece à tabela de metas: 4%.
Na proposta original da Adidas, o clube receberia as seguintes premiações por títulos: Carioca, R$ 200 mil; Copa do Brasil, R$ 200 mil; Copa Sul-Americana, R$ 200 mil; Brasileiro Série A, R$ 750 mil; Copa Libertadores, R$ 750 mil; Mundial da Fifa, R$ 800 mil. Após as negociações com a nova diretoria rubro-negra, os números engordaram.
Do primeiro ao quinto ano de contrato, o Carioca passou a valer R$ 250 mil; Copa do Brasil, R$ 300 mil; Copa Sul-Americana, R$ 400 mil; Brasileiro Série A, R$ 1 milhão; Copa Libertadores, R$ 1,5 milhão; e Mundial da Fifa, R$ 800 mil. Do sexto ao décimo ano de contrato, os valores são ainda mais vultosos: Carioca, R$ 300 mil; Copa do Brasil, R$ 380 mil; Copa Sul-Americana, R$ 400 mil; Brasileiro da Série A, R$ 1 milhão; Copa Libertadores, R$ 2 milhões; e Mundial da Fifa, 800 mil. Curiosamente, a única premiação que não recebeu reajuste e ficou em menos da metade da Libertadores foi o Mundial da Fifa, que permaneceu com o valor da proposta original.
Outro ponto importante do contrato são as regras para entrega de material. A Adidas se compromete a despender R$ 1,5 milhão por ano a título de verba de marketing, de acordo com o planejamento da empresa. Serão entregues de 90 a 110 mil peças por ano de contrato, limitadas ao valor global de varejo máximo de R$ 9,8 milhões. A Adidas tem obrigação de fornecer o mínimo de 90 mil peças, ainda que o valor ultrapasse esse montante.
O contrato determina que clube e empresa deverão se reunir sete meses antes de cada temporada para determinar quantidade e tamanhos dos produtos solicitados. O pedido de produtos com a marca Adidas fabricados no exterior terá de ser feito com sete meses de antecedência. Produtos fabricados no Brasil têm de ser solicitados com 120 dias de prazo para a entrega. Até nove meses antes do lançamento dos uniformes, o clube deve notificar a Adidas por escrito de quaisquer alterações, para que a linha comercial seja lançada simultaneamente no mercado brasileiro e internacional, com a mesma aparência.
Para uniforme do time e vestuário de treino, se os prazos não forem cumpridos, a Adidas produzirá os uniformes sem quaisquer logos de patrocinadores. Para a linha comercial, se o clube fizer qualquer alteração fora do prazo, os lançamentos no Brasil e no exterior não serão simultâneos, e a Adidas poderá incorrer em custos adicionais, que serão de responsabilidade do Flamengo. A Adidas Brasil pode colocar as camisas com as alterações no mercado em 120 dias após o envio da arte pelo clube ou nove meses para o mercado internacional.
Na questão de limitação de patrocínios, o contrato prevê um modelo de exceção para 2013, mas, a partir de janeiro de 2014, a Adidas não permitirá que o clube exiba mais de duas marcas no uniforme, além da logo do Unicef, parceiro rubro-negro. O novo acordo permitirá a permanência dos patrocinadores atuais TIM e Cosan, com os quais o Flamengo tem contrato em vigor. Para novos acordos, terão de ser seguidas as normas do contrato com a Adidas. Pelas regras da empresa alemã, o patrocinador principal do Flamengo deve assinar contrato de vigência mínima de dois anos. Em 2013, serão permitidos até cinco patrocinadores e oito logotipos no uniforme. Só é permitida a assinatura de patrocínios secundários até o fim de 2013. A partir de janeiro de 2014, o Flamengo passa a ter o limite de dois patrocinadores e quatro logotipos a serem exibidos no uniforme.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/flamengo-aprova-parceria-com-adidas-veja-detalhes-do-contrato.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Fla marca para quarta votação para aprovar Adidas


Por Lucas Turco

O Flamengo está cada vez mais perto de fechar acordo com a Adidas, possível nova fornecedora de material esportivo do clube. A votação do Conselho Deliberativo para aprovação do acordo acontecerá na próxima quarta-feira, às 19h.

Apesar de ter sido convocada com caráter de urgência, a votação só poderá ser efetuada 48 horas depois de anunciada, por conta das cláusulas estatutárias do clube, que exigem um prazo para que os 1500 conselheiros possam realizar suas análises.

Para que seja autorizado, o contrato precisa ser aprovado pela maioria simples dos votos do Conselho Deliberativo. Caso isso ocorra, a etapa seguinte é a assinatura do acordo.

No contrato de R$ 363 milhões, o Flamengo receberá em dez anos R$ 38 milhões de imediato, R$ 150 milhões de patrocínio, R$ 80 milhões em materiais esportivos, R$ 80 milhões de garantia mínima por venda de produtos licenciados e R$ 15 milhões para ações de marketing. No entanto, algumas cláusulas como um limite no número de patrocínios e a rigidez no comportamento dos atletas, desagradam a diretoria e podem ser alteradas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27927/Fla-marca-para-quarta-votacao-para-aprovar-Adidas/index.php

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Fluminense pede aumento e renegocia com Adidas


Por Lucas Turco

Após um ano de 2012 com os títulos do Campeonato Carioca e do Campeonato Brasileiro a relação do Fluminense com seus parceiros deveria ser excelente, mas esse pensamento não condiz com o cenário atual do clube. Com relação à Unimed, patrocinadora máster do time, tudo segue bem, no entanto o vínculo com a Adidas, fornecedora de material esportivo da equipe, está estremecido.

O Fluminense não viu com bons olhos o contrato milionário oferecido pela empresa alemã ao rival Flamengo, então decidiu renegociar o acordo atual, almejando um aumento dos valores. A empresa tem contrato com o clube até 31 de dezembro de 2014.

“Ao contrário do Flamengo, nós não revelamos detalhes dos nossos acordos. A Adidas tem os trâmites dela e nós temos nossos interesses, por isso estamos renegociando o contrato. Como estamos tratando de uma parceira antiga, não temos um prazo definido para concluir a situação”, declarou Idel Halfen, vice-presidente de marketing do Fluminense.

Adidas apresentou uma proposta inicial de R$ 350 milhões ao Flamengo por dez anos de contrato. Esse valor foi alterado durante as negociações e agora as duas partes trabalham com um adiantamento de R$ 38 milhões.

O Conselho Fiscal do Flamengo analisou a proposta da Adidas e apontou algumas falhas. Como se trata de um contrato de dez anos, algumas imposições feitas pela empresa, como uma redução gradual de outros patrocinadores na camisa do clube, se tornam empecilhos e serão novamente analisadas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27890/Fluminense-pede-aumento-e-renegocia-com-Adidas/index.php

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Bahia assina contrato com a Fonte Nova e jogará no estádio em 2013


Depois de cinco anos, clube fará 33 partidas no local; contrato prevê a divisão dos lucros

A diretoria do Bahia acertou ontem (29) a realização de 33 jogos na Arena Fonte Nova em 2013. O contrato assinado era negociado há quase dois anos. 

O acordo teve a presença do presidente do Consórcio Fonte Nova Negócios e Participações (FNP), Dênio Cidreira, do Secretário da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Nilton Vasconcelos, da chefe de gabinete da Secopa, Liliam Pitanga, e do presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho.

Segundo o governo baiano, o contrato prevê a divisão do lucro proporcionado pela bilheteria nos dias de jogos. Em 2013, o estádio de Pituaçu, usado pelo Bahia, passará por uma ampliação.

O Bahia voltará a jogar na Fonte Nova após pouco mais de cinco anos. No dia 25 de novembro, quando o clube disputava o acesso à segunda divisão do campeonato brasileiro, parte da arquibancada cedeu e sete torcedores morreram ao cair de uma altura de 15 metros. 

O estádio foi interditado e demolido em 29 de agosto de 2010. A reabertura da Fonte Nova, atualmente 80% concluída, ocorrerá no dia 29 de março, aniversário de Salvador. Em junho, o estádio receberá três jogos da Copa das Confederações. No Mundial 2014, um ano depois, será palco de seis partidas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11118/BAHIA+ASSINA+CONTRATO+COM+A+FONTE+NOVA+E+JOGARA+NO+ESTADIO+EM+2013.html

Santos fecha novo patrocinador para calção


Por Rodolfo Gomes

O Santos está próximo de anunciar um novo patrocinador para o calção. Apesar de ainda não divulgar a marca que será exposta, o clube conseguiu um aumento de 10% em relação ao valor que antes era pago pela Marabraz.

Apesar da nova parceria, a diretoria do time alvinegro segue negociando com a Marabraz, que poderá estampar a sua marca em outra propriedade do uniforme santista.

Quanto ao patrocinador máster, o BMG, o clube segue aguardando o posicionamento da instituição financeira. "Com este processo do BMG de troca de comando e operação com o Itaú, resolvemos aguardar para podermos definir o que será da nossa parceria", disse Armênio Neto, diretor de marketing do Santos. 

O BMG montou uma joint-venture com o Itaú Unibanco para atuar no segmento de crédito consignado e, no último fim de semana, anunciou a troca de seu comando. Alcidez Lopes Tápias assumiu a presidência do Conselho de Administração, e Antonio Hermann Dias Menezes de Azevedo assumiu a presidência executiva.

As negociações com Netshoes (mangas), Seará (ombros) e CSU (números) permanecem. A tendência é que as empresas continuem patrocinando o clube praiano. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27720/Santos-fecha-novo-patrocinador-para-calcao/index.php

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Governo cria grupo de trabalho para garantir energia elétrica na Copa


Revisão do Contrato de Gestão e Restruturação do Plano de Metas da Aneel ocorrerá em 60 dias

Um grupo de trabalho criado hoje (19) pelo Ministério de Minas e Energia vai revisar o Contrato de Gestão e Restruturação do Plano de Metas com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o período 2013/2015, tendo como um dos principais objetivos garantir energia nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.

A portaria que criou o GT foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira e dá um prazo de 60 dias para a revisão. Outros pontos que deverão ser considerados pelo grupo são a conexão dos sistemas elétricos isolados ao Sistema Interligado Nacional e a necessidade de renovação tecnológica na geração, transmissão, transformação e distribuição de energia elétrica. 

A intenção é que o trabalho do grupo possibilite, por meio das metas, a ampliação das ações de fiscalização da Aneel.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11050/GOVERNO+CRIA+GRUPO+DE+TRABALHO+PARA+GARANTIR+ENERGIA+ELETRICA+NA+COPA.html

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cruzeiro oficializa contrato para jogar no Mineirão


A diretoria do Cruzeiro vai voltar para casa. O time celeste assinou nesta quarta-feira um contrato com a Minas Arena, empresa responsável pelo financiamento e pela execução das obras de reforma do Mineirão, e mandará suas partidas na arena, que também será usada na Copa do Mundo de futebol de 2014.

O vínculo entre Cruzeiro e Minas Arena tem duração de 25 anos. O documento estipula todos os padrões comerciais para uso do estádio, que comportará 54 mil espectadores depois da reforma.

“Fico satisfeito com a parceria entre Minas Arena e Cruzeiro. Que seja a primeira das outras que virão. Minas Gerais só tem a ganhar com isso – acima de tudo o torcedor, que terá uma excelente estrutura para vir ao estádio”, declarou Tiago Lacerda, secretário de Estado extraordinário de Minas Gerais para a Copa do Mundo.

O contrato com a Minas Arena dá direito ao Cruzeiro de criar uma loja própria no interior do novo Mineirão. O time também poderá explorar camarotes e propriedades comerciais na arena, e terá participação nas receitas de bares, lanchonetes e estacionamento em dias de jogos.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27552/Cruzeiro-oficializa-contrato-para-jogar-no-Mineirao/index.php