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terça-feira, 17 de abril de 2012

Situação do Flamengo

Os dois últimos posts foram sobre o Flamengo. No 1º, uma reportagem da Folha de São Paulo sobre uma possível quebra de contrato com a Olympikus por ela não aceitar entrar no rateio para pagar o salário de Ronaldinho. É de se estranhar essa postura, pois de acordo com a carta enviada à coluna do jornalista Renato Maurício Prado e, que foi publicada em seu blog e na edição do último domingo, 15/04, no jornal O Globo, ela comentava sobre uma suposta austeridade financeira, com o enxugamento das dívidas e abre a possibilidade de uma quebra de contrato que, poderá gerar, uma nova dívida na ordem de R$ 30 milhões para o já esvaziado cofre rubro-negro. Não seria mais interessante alinhar o discurso à prática?

COI revela preocupação com alto custo para ser sede olímpica

Em uma época marcada pela crise econômica mundial, Jacques Rogge, presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), demonstrou preocupação com o alto custo imposto às sedes para sediar uma Olimpíada.
Estima-se que Londres gastará cerca de 11 bilhões de libras (R$ 32 bilhões) para sediar os Jogos que terão início em julho. Esse valor extrapola em 19% a última previsão feita pelo governo britânico.
Já a Olimpíada do Rio-2016 têm previsão de gastos de R$ 28,9 bilhões, em valor corrigido pela inflação.
Segundo o site "Around the Rings", especializado em movimento olímpico, o dirigente disse que pretende tomar medidas para conter os altos gastos assumidos pelas sedes para receber os Jogos.
Atualmente, o COI já estabelece um número máximo de atletas de 10.500.
"Temos que ser razoáveis. O custo dos Jogos deve ser acessível financeiramente", disse o dirigente belga durante encontro do Comitê-Executivo do COI em Moscou.
"Temos que avaliar se é necessário reforçar essas medidas [para conter os gastos]."
As 119 medidas implementadas em 1992 para reduzir os custos devem ser reavaliadas no próximo encontro do COI, em Québec (CAN), em maio.
"Não vamos propor nada radical", disse Rogge, em uma entrevista coletiva.
"O trabalho maior para controlar o custo, a complexidade e o tamanho dos Jogos foi feito há dez anos."
Rogge festejou o fato de ter tantas cidades interessadas em sediar eventos olímpicos. Baku, Doha, Istambul, Madrid e Tóquio são candidatas a receber o evento após o Rio.
"Vivemos uma crise econômica. Então, estamos muito felizes de ter cinco cidades candidatas aos Jogos de 2020 e seis competindo pela Olimpíada da Juventude."

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Corinthians já aceita receber menos por patrocínio

Por Martín Fernandez


O Corinthians está prestes a aceitar uma redução nos valores que recebe por patrocínios no uniforme. Tudo para não ficar com a camisa em branco e não deixar de arrecadar.

Depois de faturar R$ 38 milhões por ano nas duas últimas temporadas com a Hypermarcas, o clube negocia acordo em valor mais baixo. Segundo a Folha apurou, entre R$ 27 milhões e R$ 30 milhões, pelos principais espaços na camisa --peito e costas.

O acordo com a Hypermarcas termina no final de abril, junto do Campeonato Paulista, e tudo indica que não será renovado --oficialmente, as partes ainda dizem negociar.

A empresa mais próxima de fechar negócio para estampar sua marca no uniforme corintiano é a montadora sul-coreana Hyundai. A Kia, do mesmo grupo, patrocina o Palmeiras desde janeiro.

A maior concorrente é a Procter & Gamble. A empresa é dona da marca de pilhas Duracell, que é patrocinadora pessoal de Ronaldo e cliente da 9ine, agência da qual o Fenômeno é presidente.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1070421-corinthians-ja-aceita-receber-menos-por-patrocinio.shtml



sábado, 10 de março de 2012

Liga de basquete invade espaço da confederação

Por Daniel Brito


A LNB (Liga Nacional de Basquete) anunciou ontem, em Franca, onde realiza hoje seu Jogo das Estrelas, a criação de uma segunda divisão para o Nacional masculino.
A primeira edição do torneio está prevista para a temporada 2013/14. "Se houver viabilidade, pode ser já em 2012", previu Kouros Monadjemi, presidente da liga, que organiza o NBB, o Nacional, desde sua criação, em 2008.
Trata-se de mais um passo da LNB dentro do território que sempre foi de responsabilidade da CBB (Confederação Brasileira de Basquete).
O país já possui segunda divisão, a Super Copa Brasil, organizada pela CBB. Ao campeão e ao vice é reservado o direito de disputar o Nacional da temporada seguinte. A Série B da liga também dará lugar na elite do basquete. O torneio da confederação deve acontecer em maio.
Não é a primeira vez que a liga se apodera de funções antes atribuídas à CBB.
Em 2011, a confederação emprestou seu nome para que a LNB organizasse a Liga de Desenvolvimento Olímpico, por meio de convênio com o Ministério do Esporte.
Isso porque a liga não poderia firmar acordos dessa natureza com o governo federal sem que tivesse mais de três anos de fundação.

Cerca de R$ 450 mil bancaram um torneio interclubes sub-21, com 16 equipes.
Até então, os campeonatos de base do país eram promovidos pela confederação.

No feminino, ocorre movimento semelhante. A CBB repassou à LBF (Liga de Basquete Feminino) a organização do Nacional adulto.
Assim, a entidade vai na contramão de importantes federações internacionais.
Na Argentina, por exemplo, o trabalho de base, inclusive interclubes, assim como o Nacional feminino, está a cargo da CABB (Confederação Argentina de Basquete).
Já na Espanha, só a primeira divisão é organizada por uma liga. Os demais torneios são da federação nacional, assim como na Rússia.
A CBB, por meio de sua assessoria, diz que não foi informada oficialmente sobre a criação da Série B do NBB, mas que não vê a LNB ocupando um espaço que deveria ser seu. "Um trabalho complementa o outro. A CBB continuará cuidando das seleções de base estaduais."


domingo, 18 de dezembro de 2011

Políticas públicas para o esporte


Vale a pena ler esse artigo escrito por Alberto Murray no início de 2011. A discussão sobre gestão esportiva começou a ficar mais latente a partir do Pan Americano de 2007, realizado no Rio de Janeiro. No entanto, se não fosse por alguns jornalistas e comunidades acadêmicas envolvidas com a gestão esportiva, o assunto não estaria nas pautas de discussão. Essa semana o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, disse que não existe política pública de esporte no Brasil. Sim, com isso, todos concordam, mas e daí? O que tem sido feito? O que fazer? Iremos passar pela década de ouro para o esporte e não teremos um legado esportivo? Deixo aqui essas perguntas para reflexão.
Fonte: http://albertomurray.wordpress.com/2011/01/13/folha-de-sao-paulo-politicas-publicas-para-o-esporte/