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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Para a Copa, segurança fica em 1.º plano, superando turismo e telecomunicações


Por Eduardo Bresciani

BRASÍLIA - No segundo ciclo de planejamento para o evento, o governo federal prometeu ao longo de 2012 mais R$ 2,46 bilhões de investimentos em segurança, turismo e telecomunicações. As ações de segurança pública vão comprometer a maior parte destes recursos, R$ 1,87 bilhão. Nestas três áreas, o investimento é quase todo direto do governo federal, com a previsão de apenas R$ 18 milhões em contrapartida das sedes no turismo.

Estão contempladas nessa fase a oferta da tecnologia 4G e de banda larga de alta velocidade em todas as sedes, a construção de centros de apoio a turistas e ações de inteligência, controle de fronteiras, entre outras medidas de segurança. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,para-a-copa-seguranca-fica-em-1-plano-superando-turismo-e-telecomunicacoes,983615,0.htm

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Rio de Janeiro quer usar Olimpíada como vitrine para investimentos


Para prefeito Eduardo Paes, turismo é "menos importante" do que investimentos

O prefeito Eduardo Paes afirmou, nesta segunda-feira (29), que pretende usar os Jogos Olímpicos de 2016 para "vender" a cidade brasileira como um bom lugar para se investir.

"Queremos mostrar que o Rio é, além de um lugar lindo com gente alegre, um bom lugar para se investir", disse o prefeito durante o ato de abertura de um seminário sobre a organização dos Jogos Olímpicos.

Paes disse que "o menos importante" dos Jogos é o número de turistas que serão atraídos à cidade durante os 15 dias de competição, em comparação com a "oportunidade fantástica" que surge para atrair fundos e capitalizar obras.

Por conta dos Jogos, a prefeitura está impulsionando várias obras de infraestrutura que incluem a construção de estradas, linhas de metrô, faixas exclusivas de ônibus, reforma da zona portuária e um plano para urbanizar todas as favelas da cidade até 2020, segundo comentou o prefeito.

"Temos que entender que o evento já começou. As pessoas olham para o Rio de Janeiro com mais atenção, não apenas 15 dias. Temos que aproveitar ao máximo e melhorar a imagem da cidade", disse.

O prefeito fez uma chamada às empresas e ao setor privado para que estimulem a atração de negócios e convidou os meios de comunicação para que "vendam" o país no exterior para favorecer esse fluxo de investimentos.

Além das obras e das possibilidades de negócios, o prefeito disse que os Jogos terão como "primeiro legado" levar o Brasil a assumir compromissos, planejar eventos e cumprir prazos.

Paes também considerou que o evento olímpico pode favorecer a mudança de certos costumes da população do Rio de Janeiro, entre eles o "hábito porco" de jogar lixo na rua.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10966/RIO+DE+JANEIRO+QUER+USAR+OLIMPIADA+COMO+VITRINE+PARA+INVESTIMENTOS.html

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Turismo no Brasil cresceu mais que a economia entre 2003 e 2009


Renda gerada pelo turismo subiu 32,4%, acima do crescimento econômico registrado no período

A renda gerada pelo turismo no Brasil subiu 32,4% entre 2003 e 2009, acima do crescimento econômico de 24,6% acumulado no mesmo período, segundo um estudo divulgado ontem (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O turismo mobilizou no Brasil durante 2009 cerca de R$ 103,7 bilhões e oferecia emprego a 5,9 milhões de pessoas, um número 10,5% superior ao de 2003, segundo o estudo.

Enquanto o Brasil registrou uma retração econômica de 0,3% em 2009 em comparação com 2008, o produto gerado pelo turismo registrou um crescimento de 4,6% no mesmo período.

O IBGE esclareceu que a diferença entre o ritmo de expansão das atividades turísticas e o do crescimento econômico no Brasil tende a aumentar nos próximos anos devido ao esperado aumento de visitantes para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Apesar do crescimento da renda gerada pelo turismo em seis anos, o setor representava apenas 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2009 contra 3,6% em 2003.

Entre as atividades que integram o turismo, a que tem maior participação na renda gerada pelo setor, com 37,4% do total, é a de alimentação (restaurantes e bares entre outros), seguida pelas recreativas, esportivas e culturais (17,9%), as de transporte rodoviário (17,9%), as de alojamento (7,14%) e de transporte aéreo (4,78%).

Quanto às que mais geram emprego destacam-se igualmente a alimentação (3 milhões de postos de trabalho), seguida pelo transporte rodoviário (1,06 milhões) e as recreativas, esportivas e culturais (1 milhão).

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10885/TURISMO+NO+BRASIL+CRESCEU+MAIS+QUE+A+ECONOMIA+ENTRE+2003+E+2009.html

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Clima e Olimpíada ajudaram na queda do fluxo de turistas em Londres


Segundo a associação turística britânica, a capital chegou a se transformar em uma "cidade fantasma"

Os Jogos Olímpicos e o verão mais úmido do último século provocaram queda nas visitas aos principais pontos turísticos de Londres entre maio e agosto, alguns até com queda de 61%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira em um relatório da associação turística britânica ALVA, que reúne cerca de 2 mil museus, galerias, palácios, jardins e catedrais do Reino Unido.

Os dados mostram que os Jogos e as frequentes chuvas prejudicaram o fluxo de visitantes na capital britânica, que caiu, sobretudo nos recintos ao ar livre e jardins, como Kew Gardens ou o zoológico. Ambos tiveram decréscimo de 21,3% turistas.

Depois dos pontos turísticos ao ar livre, os mais afetados foram a Torre de Londres, o Palácio de Kensington, o Parlamento, a Catedral de Saint Paul e a Abadia de Westminster, que registraram decréscimo de vistas de 20,3%.

Nos museus e galerias de arte da capital britânica apresentaram redução de público de 13,1% entre maio e agosto.

O executivo-chefe da ALVA, Bernard Donoghue, afirmou que durante os Jogos Olímpicos, de 27 de julho a 12 de agosto, Londres chegou a se transformar em uma "cidade fantasma", já que os turistas evitaram a cidade e muitos londrinos também a deixaram.

O restante do Reino Unido também não escapou do impacto. Os museus e galerias foram os mais afetados tanto na Inglaterra como na Escócia com 8,6 e 16,3% de decréscimo respectivamente, enquanto locais emblemáticos e as catedrais receberam na Inglaterra 6,4% menos público e até 10% menos na Escócia.

Donoghue conclui no relatório que, para a capital britânica o período olímpico foi umas das "piores épocas comerciais" já ocorridas e afirma que para o setor foi o equivalente a uma campanha do Natal perdida e impossível de ser recuperada.

Londres, com oito milhões de habitantes, é a cidade mais turística do mundo e habitualmente recebe por ano 14 milhões de visitantes.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10868/CLIMA+E+OLIMPIADA+AJUDARAM+NA+QUEDA+DO+FLUXO+DE+TURISTAS+EM+LONDRES.html

domingo, 7 de outubro de 2012

Lições olímpicas: Sydney criou paradigma ambiental


Cidade foi exemplo em organização, mas teve queda no turismo e subutilização de equipamentos esportivos

Por Miguel Caballero

RIO - Será difícil encontrar entre visitantes e atletas que participaram das Olimpíadas australianas alguém que tenha má lembrança da competição. Sistemas de transportes, equipamentos esportivos e infraestrutura para receber estrangeiros funcionaram de forma impecável. A economia local se desenvolveu. Olhada em retrospectiva, Sydney deixa ao Rio a lição de que, para a cidade-sede, os Jogos não terminam quando a pira é apagada na cerimônia de encerramento.
Os cerca de quatro milhões de habitantes de Sydney herdaram ganhos urbanos, especialmente ambientais e em mobilidade, mas a ausência ou erros no planejamento do pós-Olimpíadas permitem a conclusão de que o legado poderia ser maior: nos anos seguintes, a cidade não conseguiu manter os níveis de estímulo econômico e turístico impulsionados pelos Jogos, e o aproveitamento dos equipamentos construídos para a competição ficou muito abaixo das expectativas.
O cônsul brasileiro em Sydney, André Costa, chegou à Austrália em janeiro deste ano, e seu principal objetivo na missão diplomática é estudar e repassar ao Brasil os efeitos das Olimpíadas na cidade australiana. Ele explica que o fato de o Parque Olímpico, região que concentra a maioria dos equipamentos esportivos, ter sido construído na cidade de Parramata, no entorno metropolitano de Sydney, não é o principal motivo de sua subutilização.
— O principal motivo é que os estádios preexistentes em Sydney, e que foram reformados na última década, concorrem com os espaços do Parque Olímpico. Isso influencia mais do que a distância do parque ao centro da cidade. E tem dificultado a parceria do Estado com o setor privado para viabilizar os dois estádios das Olimpíadas. Apesar de um deles, o ANZ Stadium, receber mais de um milhão de espectadores anuais, é corrente o debate aqui sobre uma eventual subutilização das instalações. Mas a concentração dos equipamentos ali favoreceu uma região menos privilegiada da cidade, foi importante — explica.

Cidade não segurou turistas
Outro ponto fraco da herança olímpica em Sydney é a queda no turismo após os Jogos. A cidade australiana já era um polo que atraía muitos viajantes antes de se tornar sede olímpica. Houve um aumento de 1,6 milhão de visitantes no ano dos Jogos, e esperava-se que a exposição internacional da cidade elevasse o turismo a um novo patamar. Mas não foi o que ocorreu: pelo menos dez hotéis construídos ou ampliados para as Olimpíadas fecharam após os Jogos, tornando-se prédios residenciais.
Houve também, por outro lado, heranças bem positivas. Seria inútil esperar, em Sydney, aquilo que os cariocas sonham e nossos governantes prometem para o pós-2016: que as Olimpíadas sirvam como alavanca de transformação do quadro social da cidade. Simplesmente porque a cidade australiana já era desenvolvida e tinha alto padrão de qualidade de vida antes de sediar os Jogos. Ainda assim, o legado mais positivo de Sydney tem correspondência com o que se espera do Rio: os ganhos ambientais.

Despoluição de baía é bom exemplo
Assim como ocorre com o complexo lagunar da Barra e de Jacarepaguá, a despoluição da Baía de Homebush, no entorno de Sydney, motivo de constantes protestos do Greenpeace, estava entre as promessas olímpicas. Ainda que com algum atraso (o processo só terminou depois das Olimpíadas), a baía hoje tem águas limpas. Os Jogos de 2000 coincidiram com o aumento da discussão sobre sustentabilidade, e foram os primeiros a adotar políticas de reaproveitamento de água, lixo e energia, tornando-se paradigma para o COI, que passou a exigir o mesmo de todas as sedes.
O cônsul brasileiro acrescenta ainda outro importante legado na visão de quem vive no centro de Sydney.
— Além do incremento comercial e residencial da zona oeste da Grande Sydney, houve importantes melhorias nas vias de acesso rodoviária e ferroviária e a construção de 35km de ciclovia — relata Costa, num exemplo de obras fundamentais para a mobilidade de pessoas durante os Jogos e que permaneceram para os moradores.
Numa cidade com necessidades mais modestas, os custos também ficaram abaixo do que o Rio precisará gastar. Como aqui, lá também houve divisão dos gastos entre entes públicos e privados. Segundo a Universidade Monash, de Melbourne, o governo estadual de New South Wales, onde fica Sydney, investiu US$ 1,9 bilhão. A instituição estima o custo total dos Jogos em cerca de US $ 6,5 bilhões.
É utópico pensar que o Rio sairá de 2016 desenvolvido como Sydney. Mas a cidade australiana, que elevou o padrão de exigência na execução dos Jogos, dá exemplos factíveis de serem seguidos e alertas sobre erros a serem evitados.

Prefeito acumulou cargos no Comitê Organizador
Filho de imigrantes italianos, Frank Sartor foi eleito Lord Mayor (chefe do conselho municipal que administra a cidade de Sydney, equivalente ao cargo de prefeito) em 1991, como um político independente, sem ligação com os principais partidos australianos. Foi o prefeito recordista, em toda a história da cidade, em longevidade no cargo, 12 anos.
Assim, esteve à frente de todo o processo de organização dos Jogos Olímpicos, durante sua realização e ainda nos anos seguintes, o que ajudou a construir uma imagem de político realizador. Nos anos anteriores às Olimpíadas, ele acumulou o cargo de prefeito com o de vice-presidente do comitê de candidatura olímpica e, posteriormente, de vice-presidente do Comitê Organizador dos Jogos.
A oportunidade de sediar as Olimpíadas proporcionou a Sydney uma enorme exposição internacional, o que foi aproveitado pela administração de Sartor, que criou eventos como um festival de música, outro literário e uma grande celebração do Ano Novo chinês. Em 2002, ele filiou-se ao Partido Trabalhista, um dos mais fortes no país.
Sua boa avaliação no comando dos Jogos serviu de trampolim para a sequência da carreira política. Em 2003, renunciou ao cargo de chefe do conselho municipal para candidatar-se ao parlamento do Estado de New South Wales, onde está Sydney, mas continuou atuando no Executivo, com destaque na vida da cidade: nomeado secretário estadual de Combate ao Câncer, ele implementou rigorosa legislação de proibição ao fumo em New South Wales, o que lhe valeu críticas e elogios da população. Neste período, acumulou também os cargos de secretário estadual de Energia e de Ciência.
Em 2009, perdeu uma eleição interna para comandar o Partido Trabalhista. No ano passado, anunciou a aposentadoria da política e publicou um livro com críticas a seus ex-correligionários do trabalhismo.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/licoes-olimpicas-sydney-criou-paradigma-ambiental-6264528#ixzz28caLw6QQ 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

BNDES dobra orçamento destinado aos hotéis da Copa


De acordo com anúncio foi feito hoje pelo banco, valor total será de R$ 2 bilhões

A dotação do Programa de Turismo para a Copa do Mundo de 2014 (ProCopa Turismo) dobrou de R$ 1 bilhão para R$ 2 bilhões. O anúncio foi feito hoje (26) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que aprovou também a extensão do prazo de vigência do programa de financiamento do banco para modernização do parque hoteleiro brasileiro para 30 de junho de 2013. Originalmente, o prazo expiraria no dia 31 de dezembro deste ano.

O programa foi lançado em fevereiro de 2010. Ele condiciona o apoio ao setor à prática de ações voltadas à sustentabilidade. A certificação de eficiência energética, por exemplo, garante aos tomadores prazos mais longos de pagamento e juros mais baixos.

Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, as mudanças foram feitas diante da elevada procura de empresários do setor hoteleiro pelos recursos.

A carteira de financiamento do ProCopa Turismo já ultrapassou R$ 1 bilhão. Incluindo os investimentos que serão feitos pelos empreendedores, o valor sobe para R$ 1,5 bilhão.

As operações aprovadas até agora alcançam R$ 347 milhões. Em análise ou consulta na área técnica do banco, existem projetos que somam R$ 680,1 milhões. Do total de pedidos de crédito em análise ou consulta, 62,7% são para construção de hotéis.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10781/BNDES+DOBRA+ORCAMENTO+DESTINADO+AOS+HOTEIS+DA+COPA.html

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO AMAZONAS SERÃO PREPARADAS PARA RECEBER TURISTAS NA COPA


Ações foram definidas no workshop Copa Verde, organizado pela Câmara Temática de Sustentabilidade e Turismo do estado

Foi definida, durante o Workshop Copa Verde, nos dias 18 e 19 de setembro, em Novo Airão, a 115 quilômetros de Manaus, uma agenda de trabalho para o ordenamento de atividades turísticas no mosaico de Unidades de Conservação (UC’s) do Baixo Rio Negro, no Amazonas, e demais unidades e parques estaduais e municipais com potencial turístico. O objetivo principal é preparar estas áreas para receber visitantes durante e após a Copa do Mundo de 2014.
O evento foi realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Câmara Temática de Sustentabilidade e Turismo da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP Copa), em parceria com a empresa alemã Deutsche Gesellschaft für Internazionale Zusammenarbeit.
O workshop reuniu gestores e técnicos de instituições federais, estaduais, municipais, ONG’s, representantes da Cooperação Técnica Alemã e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Durante o evento, os participantes trocaram informações sobre os projetos que as entidades estão desenvolvendo e discutiram o ordenamento das ações para as UC’s, evitando a sobreposição de iniciativas e possibilitando o planejamento integrado.
Potencial polo turístico do Amazonas, a região do Baixo Rio Negro possui características como a beleza dos rios de água preta, presença de comunidades tradicionais, praias naturais que surgem com a vazante dos rios, fauna e flora únicas, além da oferta de serviços de hospedagem nos municípios do entorno.
A gestora da Câmara Temática Copa Sustentável da UGP Copa, Flávia Redman, disse que a iniciativa é fundamental para definir, num prazo rápido, ações que viabilizem atividades capazes de aliar a geração de renda à preservação do meio ambiente e ao desenvolvimento nas Unidades de Conservação, preparando-as para receber turistas durante a Copa 2014, principalmente estrangeiros.

Fonte: http://www.copa2014.gov.br/pt-br/noticia/unidades-de-conservacao-no-amazonas-serao-preparadas-para-receber-turistas-na-copa

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Capacitação para a Copa do Mundo 2014


Por Caio Lauer

A Fifa, Federação Internacional de Futebol, disponibilizou a inscrição de voluntários para prestação de serviços nos eventos da Copa das Confederações 2013 e Copa do Mundo 2014. A entidade espera que 7 mil pessoas atuem em 2013 e 15 mil em 2014 em áreas como serviços de transmissão, serviços de alimentação, transporte, protocolo, credenciamento, tecnologia da informação, operações de imprensa, hospitalidade, serviços médicos e competições.
Os candidatos devem ter 18 anos ou mais até três meses antes dos eventos e poder trabalhar 20 dias corridos. O recrutamento será voltado para todas as 12 capitais que sediarão a Copa do Mundo, que juntas abrigam 32% da população brasileira. Além disso, estas cidades são responsáveis por quase 43% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
Todos estes números refletem na responsabilidade que estes voluntários terão para representar bem o Brasil, principalmente quando falamos das áreas de atendimento e hotelaria. Somos conhecidos mundialmente pela hospitalidade, mas quando falamos de prestação de serviços não basta ser simpático. “Eficiência e agilidade são pontos a serem desenvolvidos. O jeito brasileiro de atender é muito cordial, mas pouco eficiente em relação à postura, cumprir horários, entre outros fatores”, aponta Thaís Giuliani, executiva da Imago, empresa especializada na formação, qualificação e capacitação de profissionais de atendimento e serviços.
Os eventos esportivos futuros vão atrair turistas e hóspedes muito exigentes do mundo inteiro, então é fundamental trabalhar tecnicamente estes voluntários para atingir excelência no atendimento. É possível desenvolver as competências de bom atendimento e hospitalidade por meio de treinamentos especializados, simulando possíveis situações.
Apesar da Copa ser o principal foco, é preciso deixar um legado positivo em relação a imagem do país para os turistas estrangeiros. Muitos investimentos também acontecem na estruturação de bares, hotéis, aeroportos e restaurantes, esperando que a experiência com a Copa faça os viajantes estrangeiros retornarem ao país com mais frequência. “O Brasil vai crescer economicamente de 20% a 30% após a realização da Copa do Mundo, então há necessidade que esse serviço seja consolidado após os eventos esportivos”, afirma José Zuquim, presidente do Instituto Marca Brasil e operador oficial e autorizado da Fifa.
De acordo com Zuquim, uma experiência de trabalho dessa natureza qualifica para a ocupação em outras áreas de serviço e com certeza acontecerá uma evolução muito grande nestes processos. “Destaco, por exemplo, todo atendimento operacional de gastronomia e hotelaria. O Brasil, no momento, tem uma deficiência nessa área”, indica.

Língua estrangeira
A questão do idioma é primordial, pois o Brasil será o primeiro país, em muitos anos, que receberá a Copa onde a língua oficial não é uma das mais faladas no mundo. O português não é tão abrangente e a comunicação, principalmente em inglês, será uma grande exigência.
Segundo Elvio Peralta, diretor superintendente da Fundação Fisk, detentora da PBF, escola que oferece um programa de aprendizado do inglês com foco nos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos, o “May I Help You?”, as maiores dificuldades dos alunos são na estrutura e pronúncia da língua. “Adultos que não tiveram muito contato com o inglês encontram maior dificuldade. É importante trabalhar o ouvido para saber a pronúncia nativa”, explica.
Ainda para o diretor, a procura para realizar o curso é individual e empresarial, pois as organizações estão buscando qualificar seus funcionários. O Rio de Janeiro é a cidade onde a demanda é maior, por conta de, além de receber a Copa, ser uma cidade com maior veia turística.

Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/mercado-de-trabalho/capacitacao-para-a-copa-do-mundo-2014#ixzz263tWPPAI

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Oportunidade única para incrementar setor turístico

Executiva de agência inglesa diz que segredo é planejar além de evento

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - O Rio também está interessado em saber como foi organizada a recepção aos turistas. A Embratur fechou parceria com a Visit Britain, agência de fomento ao turismo na Grã- Bretanha, para trocar informações. Um relatório será apresentado, no fim de agosto, a operadoras de turismo que operam no mercado brasileiro. Desde que venceu a disputa pelos Jogos, Londres viu sua oferta de quartos saltar de 120 mil para 140 mil, mas as Olimpíadas não lotaram a cidade.
— Nossa ocupação da rede hoteleira é de 80%, o que corresponde à média histórica para este período do ano em Londres. Nosso foco é usar os Jogos Olímpicos para manter a cidade em alta como opção nos principais mercados turísticos após o evento — disse a inglesa Sandie Dawe, executiva-chefe do Visit Britain .
Ela sugere aos brasileiros que pensem no futuro:
— Quando a data dos Jogos se aproximar, é preciso haver um plano para os 18 meses seguintes. Além da mídia, usamos as redes sociais. Em quatro horas, mais de cem mil pessoas “curtiram” na rede as imagens que divulgamos da abertura do evento.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/oportunidade-unica-para-incrementar-setor-turistico-5638844#ixzz23kxG4UZf 

domingo, 12 de agosto de 2012

TURISMO AQUECE EM LONDRES, E TRANSAÇÕES COM VISA CHEGAM A US$ 1,4 BILHÃO


APENAS NA PRIMEIRA SEMANA DE COMPETIÇÕES, OPERADORA DE CARTÕES REGISTROU US$ 716 MILHÕES EM COMPRAS NA CAPITAL INGLESA E EXPÔS SUA MARCA POR TODA A CIDADE

Por Rodrigo capelo

A Visa, patrocinadora oficial desta edição dos Jogos Olímpicos, divulgou que no período entre 30 de julho e 5 de agosto, a primeira semana logo após a abertura, o volume de transações feitas por consumidores com seus cartões chegou a U$ 716 milhões. Ao todo, esse indicador já alcançou a marca de US$ 1,4 bilhão. O levantamento começou na semana anterior à passada, quando algumas competições já estavam em andamento, mesmo antes da abertura.

Vale lembrar que a companhia, por ter adquirido uma cota de patrocínio da Olimpíada, possui exclusividade nas arenas nas quais são realizadas as competições. Ou seja, nada de MasterCard ou American Express. Em termos gerais, 57% do volume total de negócios feitos em Londres correspondem às transações feitas com cartões da empresa.

A Visa, também por ser parceira oficial do Comite Olímpico Internacional (COI), expõe sua marca nas ruas da capital inglesa. Ao contrário de não patrocinadores, que têm de inventar maneiras criativas para conseguir tirar uma casquinha do evento, a operadora de cartões está amplamente inserida em locais públicos e privados.

"Os parceiros oficiais promovem campanhas de forma mais usual. São peças nos famosos ônibus britânicos, e outdoors também são largamente utilizados. No parque olímpico, patrocinadores têm suas áreas para relacionamento com público e clientes, além de ter pontos de venda, como no caso do McDonald's e sua grande loja", relata Edwin Asberg, brasileiro que atua na agência de marketing esportivo Sport+Martk AG e está na Alemanha cursando mestrado em gestão desportiva pela Universidade Alemã do Esporte de Colônia.

Ainda sobre as transações realizadas na primeira semana de Olimpíada, é interessante notar que os gastos mais do que triplicaram entre turistas das Américas Central e do Sul em comparação ao ano passado em Londres. A Nicarágua teve crescimento de 384%; Honduras, de 338%; Guatemala, de 324%; e Bolívia, de 309%. Isto é, os Jogos Olímpicos levaram um novo consumidor ao Reino Unido que, eventualmente, pode voltar no futuro.

O volume de compras muito acima do comum em Londres já era esperado, é claro, e por isso a Visa preparou esquema com mais de 140 mil estabelecimentos comerciais atendidos, incluindo cinco mil táxis apenas na cidade de Londres.

Quem gastou mais?Valor das transações
Estados UnidosUS$ 85,5 milhões
JapãoUS$ 50,9 milhões
FrançaUS$ 41,5 milhões
ItáliaUS$ 39,5 milhões
AustráliaUS$ 35,3 milhões
IrlandaUS$ 32,4 milhões
EspanhaUS$ 31,1 milhões
AlemanhaUS$ 30,9 milhões
CanadáUS$ 24,1 milhões
SuéciaUS$ 23,4 milhões
Fonte: Visa


Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2012/08/turismo-aquece-em-londres-e-transacoes-com-visa-chegam-us-14-bilhao.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Londres afirma que benefícios da Olimpíada são de longo prazo


Comitê tranquilizou os comerciantes e donos de hotéis, que haviam se queixado da falta de pessoas

"Por enquanto tudo está funcionando", afirmaram nesta quarta-feira os responsáveis do Comitê Organizador Local (Locog) ao fazer o balanço dos cinco primeiros dias dos Jogos Olímpicos de Londres.

A fuga dos próprios londrinos do centro da cidade, como consequência de um "exagero" de medidas para evitar a paralisação do trânsito e do transporte público, é um dos aspectos corrigíveis, disseram.

Além disso, tranquilizaram os comerciantes e donos de hotéis queixosos pela falta de pessoas, alegando que os benefícios dos Jogos são "de longo prazo".

"As atividades da cidade mudam com os Jogos Olímpicos, mas em longo prazo serão notadas as oportunidades, o rendimento econômico. Haverá mudanças. A imagem que se transmitirá de Londres será muito, muito positiva", afirmou o presidente do Locog, Sebastian Coe, em entrevista coletiva.

"Às vezes somos vítimas de nosso próprio sucesso", acrescentou Paul Deighton, diretor-executivo dos Jogos, que revelou que o Locog manteve até agora duas reuniões com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para revisar as incidências da organização.

"O presidente (Jacques Rogge) disse ontem que não precisaríamos de outra reunião até sábado. Isso dá uma ideia de como as coisas estão", completou.

Os organizadores resumiram o êxito das Olimpíadas em números como três milhões de espectadores, 90% de satisfação entre o público presente aos estádios, 38 milhões de visitantes ao site oficial dos Jogos, 800 mil tweets enviados desde as sedes ou 400 mil refeições servidas na Vila Olímpica.

Perguntado por alguns dos resultados esportivos mais destacados dos primeiros dias de competição, e concretamente por se considerava o nadador americano Michael Phelps o melhor atleta da história, Sebastian Coe afirmou que "é evidente que, olhando o quadro de medalhas, ele é quem teve mais sucesso".

"Suas 19 medalhas (três em Londres) dispensam explicações. Mas, se é o melhor de todos os tempos, isso eu não sei. Poderia mencionar Steve Redgrave, Daley Thompson, Jesse Owens, Nadia Comaneci...", opinou.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10446/LONDRES+AFIRMA+QUE+BENEFICIOS+DA+OLIMPIADA+SAO+DE+LONGO+PRAZO.html

terça-feira, 31 de julho de 2012

Número de turistas decepciona nos Jogos de Londres


Cidade esperava receber mais 300 mil pessoas

Por Cláudio Nogueira

LONDRES — Comerciantes, gerentes de hotel e produtores teatrais de Londres estão surpresos. O centro da capital britânica não está lotado de turistas, como todos esperavam que fosse acontecer com a chegada dos Jogos Olímpicos. A constatação é do jornal inglês Financial Times, que chega a chamar a região de “cidade fantasma”. O megaevento teria atraído a Londres cem mil turistas, e não os 300 mil que se esperava inicialmente.

— Estamos sofrendo uma sangria — lamenta Nica Burns, diretora-executiva da rede de teatros Nimax Theatres — Para meus seis teatros, a última semana foi a pior do ano. Acho que as Olimpíadas são ótimas, mas eu me sinto como se fosse o alvo numa prova de tiro com arco.

Burns disse ao jornal londrino que a venda de ingressos para os teatros do grupo, localizados em West End, devem sofrer uma queda de 30% nesse verão europeu. As ruas estão mais vazias do que costumam estar neste período. Assim sendo, a visitação a museus também está reduzida, segundo a ALVA, associação que reúne as atrações mais visitadas da cidade.

A entidade calcula que nas duas últimas semanas tenha havido uma queda da ordem de 30% a 35%. Bernard Donoghue informou que os membros da ALVA, que inclui os importantes British Museum e Torres de Londres, vem tentando seduzir frequentadores e alerta para o fato de que as filas estão menores e oferecendo períodos mais longos de visitação.

Apesar da presença de tantos visitantes, os hotéis também vêm se queixando de que não há tantas reservas quanto se esperava. A solução adotada tem sido baixar os preços em cerca de 25% para as reservas feitas em junho. Os serviços de city tour (passeios pela cidade em ônibus de turismo) também sofrem com os Jogos, segundo Nick Palan, que acusa os hotéis de terem subido demais os preços no começo do ano.
— O mercado neste verão está totalmente destruído para nós. Os hotéis elevaram fortemente os preços no começo do ano, e estamos com uma redução de público de mais de 20%.

No que diz respeito ao transporte, antes dos Jogos o próprio prefeito londrino, Boris Johnson, havia tomado parte numa campanha de alerta sobre a possibilidade de lotação dos transportes durante o período, com mensagens gravadas veiculadas em estações do Metrô e de trens urbanos.

De acordo com a Transporte para Londres (TfL, na sigla em inglês), na última segunda-feira, o movimento nos transportes esteve 4% acima do normal. Donoghue, dirigente da ALVA, informou que a associação pediu à TfL para alterar esse tipo de pedido.
— Se alguém evitar as horas e as estações de pico, Londres é surpreendemtne acessível e aberta a negócios — assegurou Donoghue.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/numero-de-turistas-decepciona-nos-jogos-de-londres-5640099#ixzz22D0Bje00 

Hotéis de Londres não ficam cheios apesar dos Jogos Olímpicos


Estabelecimentos agora oferecem quartos pela metade do preço

Os hotéis de Londres não conseguiram preencher totalmente suas reservas por ocasião dos Jogos Olímpicos, que estão sendo realizados agora na capital, mas continuam tendo quartos disponíveis, segundo disseram nesta terça-feira (31) fontes do setor.

Contra as previsões realizadas antes do começo dos Jogos, no dia 27 de julho, os hotéis da capital não conseguiram completar seus quartos e oferecem agora alguns deles pela metade do preço para atrair a clientela.

A agência hoteleira Jac Travel e o portal britânico de internet especializado em viagens Travelzoo reconheceram, em entrevista a uma agência de notícias britânica, que os hoteleiros "superestimaram" a demanda por ocasião dos Jogos

Segundo a diretora da Jac Travel, Angela Skelly, "comparado com o mesmo período do ano passado, as reservas de Londres são substancialmente menores, enquanto as reservas para todas as outras cidades europeias aumentaram significativamente, como no caso de Londres para o mês de setembro".

Esta agência assinalou que na semana passada as tarifas por quarto caíram para níveis considerados normais após ter inflado seus preços até 300% há dois meses.

Alguns hotéis de Londres de quatro estrelas que tinham oferecido quartos com tarifas entre 300 e 400 libras tinham baixado os preços para entre 109 e 150 libras. Outros alojamentos de duas estrelas reduziram seus preços de 200 para 50 libras.

O diretor-gerente da Travelzoo UK, Joel Brandon-Bravo, admitiu que, como já aconteceu durante o casamento entre o príncipe William e Kate Middleton em 29 de abril de 2011, "muitos hoteleiros superestimaram a demanda e agora têm quartos vazios".

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10437/HOTEIS+DE+LONDRES+NAO+FICAM+CHEIOS+APESAR+DOS+JOGOS+OLIMPICOS.html

Nem tudo se cria: um olho em Londres e outro nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio


Ideia é testar a melhor forma de padronizar a sinalização turística da cidade para que ela se torne mais fácil de ser explorada por visitantes

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - O Rio de Janeiro pretende fazer um “laboratório” em 2013 durante os Jogos Mundiais da Juventude e a Copa das Confederações. A ideia é testar a melhor forma de padronizar a sinalização turística da cidade para que ela se torne mais fácil de ser explorada pelos milhares de visitantes da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. O anúncio foi feito pelo diretor de marketing da Riotur, Paulo Viella, que está em Londres, participando de um dos programas de observadores dos Jogos de 2012, e de olho em todas as boas ideias que possam trazer de lá. São mais de 160 observadores do Comitê Rio 2016, da União, do governo do Estado e da prefeitura que acompanham desde a rotina do trânsito na cidade até o esquema de segurança, além da própria operação dos jogos.

Em Londres, o formato e a cor viva em tom róseo da logomarca olímpica estão presentes nas ruas, nos postos de informações turísticas, nas estações do metrô (para indicar como chegar aos locais de competição) e até nos coletes dos voluntários que orientam os visitantes.

— Os próximos eventos que serão realizados no Rio, no ano que vem, são de perfis diferentes mas servirão orientar ajustes. Nós já temos alguma experiência com padronização visual de eventos, usados na Rio+20, nos Jogos Mundiais Militares e no Rock in Rio. Mas Londres encontrou boas soluções, como por exemplo, os postos de informações móveis (em contêineres), que podem ser montados ou desmontados em menos de um dia, podendo ser transferidos para onde houver mais público — disse Viella.

Paulo participa do programa de observadores da Great Lord Administration (entidade equivalente à Empresa Olímpica Municipal no Rio) para verificar como funcionam as instalações que, pelo compromisso firmado com o Comitê Olímpico Internacional, são atribuição direta da cidade-sede. Ou ainda exigem participação do governo local. Ele tem assistido a palestras sobre como Londres se preparou para manter a rotina em meio a tantas interdições no tráfego e circulação de pessoas. Os observadores caminham com fones de ouvido com tradução simultânea enquanto o representante local explica em inglês que tipo de solução foi empregada em cada área.

Além da sinalização turística, eles também conheceram os chamados Live Sites na cidade, onde moradores e turistas podem acompanhar as competições, em telões, com entrada franca. Só não vale para as cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas.

O maior Live Site de Londres, com capacidade para 60 mil pessoas , está no Hyde Park. O Rio já fez estruturas semelhantes. Na Copa de 2010, em Copacabana, havia um espaço para 40 mil pessoas. Domingo, Paulo visitou a área de confraternização no Hyde Park, onde há trechos para recreação infantil.
O Live Site tem praça de alimentação diversificada, banheiros químicos e esquema de segurança rígido, em que os visitantes passam por detectores de metais.

— Há boas soluções. Apesar de a área contar com cinco palcos com telões, as caixas de som foram dispostas de forma a evitar a mistura de sons. Nas praças de alimentação podemos encontrar opções variadas — afirmou Paulo Viella.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/nem-tudo-se-cria-um-olho-em-londres-outro-nos-jogos-olimpicos-de-2016-no-rio-5638830#ixzz22Cxlli64 

Destino Botafogo leva torcedor para Sul-Americana


A estreia do Botafogo na Copa Bridgestone Sul-Americana será em São Paulo (contra o Palmeiras), mas o torcedor alvinegro terá a chance de estar perto do clube. A Destino Botafogo, agência de viagens oficial da equipe carioca, preparou uma oferta para os botafoguenses.

Para o jogo desta quarta-feira, 1 de agosto, na Arena Barueri, o torcedor do Botafogo poderá fechar um pacote de R$ 750 (sócios) ou R$ 850 (não sócios). O acordo engloba passagem de avião, hospedagem em hotel e ingresso para a partida.

A Destino Botafogo opera em parceria com a Futebol Tour.

O torcedor do palmeirense poderá ir ao estádio pela Palmeiras Tour, também parceira da Futebol Tour. O pacote custa R$ 220.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26174/Destino-Botafogo-leva-torcedor-para-Sul-Americana/index.php

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Shopping reúne atletas e turistas e leva caos aos Jogos


Por Erich Beting

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos tem tentado, de todas as formas, evitar o acúmulo de pessoas na região de Stratford, onde fica o Parque Olímpico e as principais competições dos Jogos. Mas justamente aquilo que foi alardeado como um dos grandes legados das Olimpíadas para a região leste de Londres pelo próprio comitê tem sido um dos grandes problemas para os organizadores nesses primeiros dias de competições.

O Westfield Stratford Shopping acabou virando o grande ponto de concentração de turistas (com ou sem ingresso) e, também, de atletas nas horas de folga. O fluxo de pessoas tem sido tão acentuado que instrutores com megafones, além de guardas e monitores, foram convocados para orientar as pessoas e afastar os turistas que não têm ingressos das regiões mais próximas do Parque Olímpico.

Para atender ao fluxo de pessoas, também, a organização mudou o funcionamento da estação de metrô de Stratford, principal ponto de chegada de turistas e até mesmo de competidores. A plataforma de desembarque fica numa antiga estação de trem, enquanto a de embarque é feita normalmente nos trilhos do metrô. Antes de os Jogos começarem, o local do metrô era usado para embarque e desembarque.

A revitalização da região de Stratford foi sempre o grande argumento usado pelos ingleses para justificar o investimento de cerca de 9 bilhões de libras (R$ 28 bilhões) para organizar os Jogos Olímpicos. A entrega do maior parque público europeu em mais de 150 anos após a Olimpíada, além do moderno shopping de Westfield também foram argumentos usados pelos britânicos para defenderem o custo bilionário do evento.

Pelo menos durante os primeiros dias dos Jogos, porém, a dor de cabeça que tem causado o grande número de pessoas sem ingressos ou credencial para as competições tem feito com que os ingleses reforcem a vigilância sobre os turistas, chegando até a ser truculentos para evitar o acúmulo de pessoas nas áreas de circulação para o metrô e o Parque Olímpico.

*O repórter viaja a convite da Adidas

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/26/26160/Shopping-reune-atletas-e-turistas-e-leva-caos-aos-Jogos/index.php

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Londres exibe mascotes para criar clima olímpico


Por Agência Manga

Não são apenas as arenas esportivas de Londres que se preocuparam com um visual especial para receber os Jogos Olímpicos. A cidade também espalhou pelas ruas uma série de versões das mascotes do evento para tentar criar um ambiente especial.

Os mascotes, Wenlock e Mandeville, têm diferentes visuais a cada rua de Londres. São 83 bonecos vestidos de policiais e esportistas, por exemplo, além de versões temáticas relacionadas à cultura e objetos tradicionais do país, como o Big Ben.

O estilo dos bonecos e o formato escolhido pela organização para exibir as mascotes lembra muito a Cow Parade, movimento artístico que é realizado em diversas cidades do mundo.

Desde 1999, a CowParade já passou por 55 cidades espalhadas pelo mundo. O movimento escolheu as vacas, segundo o site oficial, porque “elas fazem as pessoas sorrirem”.

Em cada cidade, as vacas são personalizadas por artistas locais. O movimento é patrocinado por empresas e amantes da arte, e as melhores peças são leiloadas posteriormente.

No caso de Londres, a cidade ainda não divulgou qual será o destino dos bonecos da Mascot Parade depois que os Jogos Olímpicos estiverem encerrados.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/26/26148/Londres-exibe-mascotes-para-criar-clima-olimpico/index.php

terça-feira, 24 de julho de 2012

Governo do Rio de Janeiro gasta R$ 2,2 milhões para levar comitiva a Londres


O Governo do Estado do Rio de Janeiro firmou dois contratos com a empresa de viagens Tamoyo y Turismo para levar Sérgio Cabral e toda sua comitiva para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Sem licitação para os acordos, o governo fluminense pagará R$ 2,260 milhões para garantir a presença de 14 representantes estaduais na Inglaterra.

Para que a comitiva possa assistir às cerimônias de abertura e encerramento e as competições em Londres, o Governo do Rio de Janeiro gastou 54,2 mil libras esterlinas (cerca de R$ 171 mil) apenas em ingressos. O contrato com a agência de viagem foi fechado em 2011 e 338 entradas foram compradas para a comitiva, média de R$ 500 reais por pessoa. Cada integrante deverá assistir 24 competições olímpicas.

O segundo contrato firmado com a Tamoyo é de R$ 2,088 milhões. Este incluiu a viagem e hospedagem na capital inglesa e foi fechado em junho de 2012. Além disso, 10 dos 14 integrantes da comitiva voltarão para o Rio e retornarão para Londres durante as Olimpíadas. O próprio governador Sérgio Cabral viajará três vezes nos próximos meses para Londres.

O governador estará acompanhado pela primeira dama e ficará no hotel cinco estrelas One Aldwych, localizado perto da Waterloo Bridge.

A agência de viagens Tamoyo y Turismo é a única credenciada pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) para vender pacotes para os Jogos Olímpicos de Londres. Por isto, segundo o governo, não teve a necessidade de uma licitação.

A Tamoyo afirmou que “o processo de contratação obedeceu as regras legais”.

Fonte: http://br.esportes.yahoo.com/noticias/governo-do-rio-de-janeiro-gasta.html

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Corinthians planeja ações no Japão durante Mundial


Por Daniel Zalaf

O Sport Club Corinthians Paulista, recente campeão da Copa Santander Libertadores, já planeja por meio de seu departamento de marketing algumas ações para a disputa do Mundial de Clubes, em dezembro, no Japão.

“Nós queremos aproveitar o grande número de brasileiros que vivem lá e, por consequência, os corintianos que há no Japão. É uma oportunidade que não podemos desperdiçar” afirma Alex Watanabe, auxiliar de marketing do Corinthians.

A diretoria do clube já programa para o próximo mês a visita de representantes do marketing e também da “Vai Corinthians”, agência de turismo que organiza a venda de pacotes de viagem para os torcedores, para planejar a logística da equipe e dos torcedores no país e as possíveis ações comerciais que serão realizadas.

O marketing do clube ainda não sabe se contará com a ajuda da fornecedora Nike ou de outros parceiros para os projetos no oriente. “Nós claramente estaremos comercializando os produtos da Nike, mas ainda não falamos com eles”, disse Watanabe.

O Corinthians estreia na competição no dia 12 de dezembro, em Toyota, ainda sem adversário definido.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26070/Corinthians-planeja-acoes-no-Japao-durante-Mundial/index.php

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Empresa responsável por segurança nos Jogos admite fiasco


Exército e Polícia são recrutados e patrulham instalações olímpicas. Ingressos encalham

Por Jorge Luiz Rodrigues

LONDRES — O fiasco da empresa contratada por 280 milhões de libras (R$ 886,3 milhões) para cuidar da segurança dos Jogos Olímpicos está envergonhando a Grã-Bretanha. Bombardeado por perguntas de membros do Parlamento britânico no fim da manhã de ontem, o chefe executivo da G4S, Nicky Buckles, anunciou que a multinacional estava desistindo de participar da concorrência para fornecer o mesmo serviço na Copa do Mundo-2014 e nas Olimpíadas-2016, ambas no Brasil.
— Temos experiência internacional e nos candidatamos a oferecer esse serviço nos Jogos Olímpicos de Londres para aumentar o valor internacional da companhia. Subestimamos o desafio de começar o recrutamento com cem mil candidatos — disse Buckles.
Não bastasse o fiasco no plano de segurança, foi revelado ontem o encalhe de 300 mil ingressos. O diretor executivo do Comitê Organizador Local (Locog, na sigla em inglês), Sebastian Coe, admitiu que restam vender, além dos 300 mil bilhetes, outros 400 mil que deverão voltar ao mercado esta semana por devolução da companhia contratada para negociar pacotes de hospitalidade. Por causa do fracasso na procura por ingressos para o futebol, a organização cancelou a venda de 500 mil ingressos e diminuiu a capacidade dos estádios Hampden Park, em Glasgow (Escócia), e Millenium, em Cardiff (País de Gales), este último local das estreias das seleções feminina (dia 25, contra Camarões) e masculina (dia 26, contra o Egito). Agora, só há cerca de 250 mil à venda no futebol.
— Já temos 40 mil ingressos vendidos para a estreia do time britânico feminino. Não é ruim — disse Coe, tentando minimizar o problema.
Coe foi bombardeado por perguntas dos jornalistas sobre a segurança. Tentou negar a crise, mas, depois, admitiu:
— Se vocês me perguntarem se gostaríamos de estar nesta situação, responderei: “Claro que não!”. Mas estou focado em resolver isso.
A 15km dali, Nicky Buckles era duramente interrogado pelos furiosos membros do Parlamento. E não soube explicar por que a empresa não informou aos funcionários, a duas semanas do início das Olimpíadas, que o recrutamento fracassara. Isso obrigou o governo a recorrer a 3.500 homens do Exército e policiais de férias, que cuidam da segurança de boa parte das instalações do Parque Olímpico, com 2,5km quadrados de área.
Buckles admitiu que a G4S pode sofrer prejuízos de até 50 milhões de libras (R$ 158,3 milhões). Segundo analistas financeiros, já perdeu 400 milhões de libras (R$ 1,26 bilhão) do valor de mercado.
— Meu maior temor é que a G4S comece a mandar gente recrutada sem preparação — disse o diretor da Federação dos Policiais de Dorset, Clive Chamberlain.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/empresa-responsavel-por-seguranca-nos-jogos-admite-fiasco-5508051#ixzz210voQTVL