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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Impasse de Deodoro tira corridas do Rio em 2013


Competições serão realizadas em circuito de Minas

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO — A burocracia que há um ano emperra a construção do novo autódromo, em Deodoro, fará com que o Rio não tenha competições de automobilismo em 2013. As pistas e a infraestrutura que permitem corridas no autódromo Nelson Piquet serão demolidas a partir da semana que vem, dentro do cronograma de obras para a construção do Parque Olímpico dos Jogos de 2016. O ronco dos motores será ouvido pela última vez em Jacarepaguá a partir de sábado, na rodada dupla do fim de semana da última etapa do campeonato estadual. Sem alternativa, o presidente da Federação de Automobilismo do Rio, Djalma Neves, antecipou na quinta-feira qual o destino das corridas:
— Em 2013, teremos que realizar corridas no autódromo de Santa Luzia (Grande Belo Horizonte). Mas por questões financeiras, teremos menos etapas (cinco rodadas duplas). E a prefeitura do Rio irá ajudar financeiramente com patrocínio. A federação terá que pagar passagens, hospedagem e caminhão para levar os carros num ano em que não teremos os campeonatos nacionais que geram receitas para subsidiar os estaduais, a base do automobilismo — disse Neves.

Caso pode parar na Justiça
O caso pode respingar nos prazos olímpicos. O advogado da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), Felippe Zeraik, cobra da União, do governo do estado e da prefeitura o cumprimento de um acordo de só fechar o Autódromo Nelson Piquet com o de Deodoro em funcionamento. Ele agora ameaça ir à Justiça assim que a primeira britadeira começar a destruir a pista.
— Não queremos prejudicar as Olimpíadas, mas há um acordo firmado há três anos que não é respeitado. Houve tempo de sobra para construir a pista nova. A gente até concorda em buscar um novo entendimento, mas pelo menos o contrato para as obras de Deodoro tem que estar assinado — disse o advogado da CBA.
O projeto de Deodoro virou novela. Em outubro de 2011, o projeto recebeu licença prévia do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Para as obras começarem, o Ministério do Esporte deveria apresentar estudos complementares ao Inea, o que ainda não ocorreu. O impasse, porém, não afeta os prazos para a remoção e o reassentamento da favela Vila Autódromo, até o início de 2014.
Nos preparativos olímpicos, um acordo transferiu da prefeitura para a União a responsabilidade de construir o novo autódromo. Nos bastidores do Ministério do Esporte, comenta-se que a queda do ex-ministro Orlando Silva contribuiu para o atraso, já que todos os projetos da pasta foram revistos. A União, que inicialmente licitaria as obras, decidiu repassar os recursos para o estado gerenciá-las. Mas para isso faltam os estudos, ainda em elaboração.
O secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, prometeu que a licitação sai em dezembro e pede paciência:
— Não foi o ministério que decidiu escolher o Autódromo de Jacarepaguá para virar área olímpica, mas apresentamos uma solução. Quem reclama que ficará 2013 sem correr no Rio passou anos competindo numa pista que não tinha mais a infraestrutura adequada.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/impasse-de-deodoro-tira-corridas-do-rio-em-2013-6535782#ixzz2ASCkEhkQ 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Moradores da Vila Autódromo no Rio fazem manifestação contra remoção


Obras como a construção do Parque Olímpico Rio 2016 irão exigir desapropriações na região

Moradores da Vila Autódromo e pessoas que apoiam a permanência das 119 favelas situadas na zona oeste da capital fluminense fizeram ontem (26) uma manifestação em frente ao prédio do Tribunal de Justiça, no centro, contra o processo de desocupação da área, movido pela prefeitura do Rio.

Segundo o presidente da Associação dos Moradores e Pescadores da Vila Autódromo, Altair Guimarães, entre os motivos para a desocupação estão os empreendimentos imobiliários na região, motivados pelos grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

Os manifestantes cobram do Poder Judiciário o direito à moradia e o respeito às 900 famílias que vivem na comunidade, localizada ao lado do Autódromo de Jacarepaguá, na zona oeste da cidade, usado até os anos 1980 para a etapa brasileira do campeonato de Fórmula 1. A Vila Autódromo existe há pelo menos 40 anos.

E, segundo Guimarães, a permanência no local foi concedida em 1992 pelo então governador do estado Leonel Brizola, que deu aos moradores um título de posse do terreno por 30 anos.

“Nós temos esse título dado pelo governador do estado, Leonel Brizola. Esse título, tem a validade de 30 anos. Ele foi dado em 1992. E aí o que aconteceu: outro governador fez uma retificação desse título, passando de 30 anos para 99 anos. Eles teriam que respeitar o título”, declarou.

De acordo com Guimarães, a prefeitura alega que a Vila Autódromo foi construída em uma área ambiental e, por isso, precisa ser removida. “O prefeito [Eduardo Paes] quer tirar a gente da Vila Autódromo dizendo que a gente agride o meio ambiente. O que a gente agride, ali, é a especulação imobiliária. O que vai acontecer com 75% da área do autódromo depois dos megaeventos? Vão acontecer edificações imobiliárias. Você investiria em uma área que tivesse uma favela perto? Não, porque desvalorizaria os imóveis”, destacou.

A Secretaria Municipal de Habitação informou, por meio de nota, que o motivo do reassentamento da comunidade é que pelo menos dois terços de seus moradores estão em área de preservação ambiental.

O órgão destaca que “a comunidade está localizada às margens da Lagoa de Jacarepaguá e é cortada por três rios. Por isso, na área hoje ocupada pela Vila Autódromo, não pode haver qualquer tipo de construção”.

A secretaria diz ainda que, além da questão ambiental, “a maior parte dos moradores não tem acesso a saneamento básico e vive em condições precárias e insalubres”. A nota também ressalta que as famílias só serão reassentadas quando os apartamentos do Parque Carioca, condomínio que será construído na Estrada dos Bandeirantes, também na zona oeste, forem concluídos. Segundo o órgão, as famílias não terão que pagar pelos imóveis.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10413/MORADORES+DA+VILA+AUTODROMO+NO+RIO+FAZEM+MANIFESTACAO+CONTRA+REMOCAO.html

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Velódromo do Rio não está nos padrões olímpicos e será demolido


Espaço foi construído para o Pan de 2007 e custou R$ 14 milhões. Comitê organizador alega que velódromo oferece risco aos atletas.

O Velódromo do Rio, construído para os Jogos Pan-Americanos e que custou R$ 14 milhões, vai ser demolido. Segundo o Comitê Organizador das Olimpíadas de 2016, ele não está nos padrões olímpicos e oferece risco para os atletas, de acordo com o RJTV.
Para a construção do espaço, cerca de R$ 1 milhão foram gastos pela Prefeitura e R$ 13 milhões pelo Ministério do Esporte. A inauguração foi há apenas cinco anos, para o Pan de 2007.
A decisão foi tomada pela Empresa Olímpica Municipal, responsável pelas obras para os Jogos de 2016, em conjunto com o Comitê Organizador das Olimpíadas. A justificativa é que o atual velódromo não atende aos padrões olímpicos.
O local tem duas pilastras centrais, que seguram as estruturas, que não podem existir num velódromo olímpico. As estruturas impedem a homologação de recordes, pois os juízes não conseguem ver todos os pontos da pista. O número de lugares na arquibancada é considerado outro problema. Em vez de 1.500 cadeiras, o velódromo tem que ter capacidade para público de 5 mil pessoas. O número de boxes e vestiários também deve ser maior.
De acordo com o Comitê Organizador Rio 2016, para a segurança dos atletas, a pista deve ter outra curvatura e inclinação. A Federação de Ciclismo do Rio diz que o ideal seria manter as duas pistas.
"Ia ser um sonho de consumo, que nós tivéssemos as duas estruturas. Um novo, atendendo os padrões olímpicos mundiais, de um modo geral, onsw nós poderíamos ter não só as olimpíadas, como eventos mundiais, etapas da copa do mundo, campeonatos mundiais, e que poderíamos manter isso aqui para um uso mais regular, a nível das escolinhas, treinamento dos atletas aqui do Rio, ou atletas do Brasil", disse o diretor da Federação de Ciclismo Antônio Ferreira.

Pista deveria ser legado para atletas
O comitê explicou ainda que, durante os preparativos para o Pan 2007, o Governo Federal, a Prefeitura e a Federação Internacional dos Ciclistas decidiram fazer uma pista permanente para ficar de legado para os atletas. No entanto, quando a decisão foi tomada, não havia mais tempo de fazer nas especificações olímpicas.

"Os atletas do Pan, que tem um nível esportivo ou pouquinho mais baixo, andam a uma velocidade mais baixa, aí o velódromo comportava sem nenhum problema. Para um nível olímpico, em que as velocidades são muito altas, ele não apresenta os requisitos de segurança necessários para a segurança do atleta", disse o diretor do Comitê Organizador Rio 2016 Leonardo Gryner.
Segundo o comitê, o Ministério dos Esportes vai transferir a pista do velódromo para outro estado. O terreno onde ele foi construído deve ser vendido à iniciativa privada, que vai financiar o Centro Olímpico. Não há previsão de quanto tempo as equipes de ciclistas e patinadores vão ficar sem lugar para treinar, o que pode trazer prejuízos na hora de tentar uma medalha.
"Durante esse período, até que ela seja remontada em outro lugar, o Brasil vai ficar sem uma pista de ciclismo de madeira", disse Gryner.

A Fundação Livewright, que tem uma escolhinha de ciclismo com 70 crianças no velódromo, espera que pelo menos a parte mais nobre da estrutura, o piso feito de pinho siberiano tratado na Holanda, fique no Rio.

"Alguma alternativa tem que ser encontrada, nem que seja um espaço coberto onde a gente possa construir uma pista de cimento para não interromper o trabalho que está sendo feito aqui", disse o diretor da fundação Luís Rezende.

Prefeitura queria uma estrutura provisória, diz ex-prefeito
Por e-mail, o ex-prefeito Cesar Maia disse que o velódromo foi construído com recursos federais e que, na época, a Prefeitura até preferia fazer uma estrutura provisória.
O Ministério do Esporte, por sua vez, disse que a decisão da construção para os Jogos Pan-Americanos de 2007 foi da Prefeitura do Rio, que definiu as especificações junto com o Comitê Organizador. O ministério atendeu ao pedido e pagou a pista, importada da Europa.
A Prefeitura do Rio, por nota, disse que os acordos para que equipes esportivas utilizem o velódromo são feitos diretamente com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Por enquanto, a prefeitura não recebeu qualquer solicitação para que seja cedido um novo espaço para treinamentos.

No entanto, o COB, o ministério e a Prefeitura do Rio buscam alternativas que não causem prejuízos à preparação das seleções que treinam no espaço.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/07/velodromo-do-rio-nao-esta-nos-padroes-olimpicos-e-sera-demolido.html

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Hypermarcas põe “A Era do Gelo” em carro da Stock


Por Guilherme Costa

O carro de Denis Navarro na sexta corrida da temporada da Copa Caixa Stock Car, no próximo domingo, no Rio de Janeiro, terá um visual totalmente novo. A Hypermarcas decidiu personalizar o bólido com personagens da série de filmes “A Era do Gelo”, que é tema de uma nova linha de licenciados do grupo.

No próximo domingo, o veículo de Navarro terá uma pintura mais clara do que a que vinha sendo usada nas corridas anteriores. Além disso, personagens da série de filmes serão desenhados em toda a extensão do carro.

Navarro tem contrato com a Hypermarcas até o fim da atual temporada. Ele já estampava no carro a marca do laboratório Neoquímica, e em junho de 2012 adicionou ao modelo as empresas Sanifill e York.

A Sanifill é uma linha de produtos de higiene oral. A York fabrica produtos como curativos descartáveis e algodão.

O filme “A Era do Gelo” será usado como mote para a linha infantil da Sanifill e para curativos e palinetes da York. A corrida do próximo domingo será o lançamento desses artefatos personalizados.

Nas cinco primeiras provas de 2012, o melhor resultado de Navarro foi um terceiro lugar obtido em Londrina. O piloto patrocinado pelas empresas da Hypermarcas ocupa atualmente a 12ª posição da Copa Caixa Stock Car.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/25/25933/Hypermarcas-poe-%E2%80%9CA-Era-do-Gelo%E2%80%9D-em-carro-da-Stock/index.php

sábado, 7 de julho de 2012

Prefeito dá início às obras do Parque Olímpico Rio 2016


Demolição do autódromo é a primeira etapa; em 2013, começa a instalação das estruturas olímpicas

Começaram nesta sexta-feira (6) as obras do Parque Olímpico Rio 2016, principal complexo esportivo da Olimpíada que acontecerá daqui a quatro anos.

Em solenidade, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, deu início às intervenções, que em um primeiro momento incluem apenas a reurbanização do entorno do autódromo de Jacarepaguá, na zona oeste da cidade, onde o parque será erguido.

Por uma solicitação da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), o espaço continuará recebendo corridas até o fim de 2012, quando será fechado definitivamente e demolido até maio de 2013. Aí então as primeiras estruturas olímpicas começarão a ser construídas.

A presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques, informou que os primeiros editais de licitação dos prédios e arenas olímpicas saem na próxima semana.

As obras serão administradas pelo consórcio Rio Mais, formado pelas empresas Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken. O custo total do empreendimento deve girar em torno de R$ 1,4 bilhão.

Em uma área de 1.180.000 m², o Parque Olímpico vai receber disputas de 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10281/PREFEITO+DA+INICIO+AS+OBRAS+DO+PARQUE+OLIMPICO+RIO+2016.html

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CBA garante estar diretamente envolvida em novo autódromo do Rio


A Confederação Brasileira de Automobilismo divulgou uma nota afirmando estar envolvida no projeto para o circuito

A CBA, Confederação Brasileira de Automobilismo divulgou uma nota afirmando estar diretamente ligada com a construção do Autódromo de Deodoro, que será erguido no Rio de Janeiro.
O circuito irá substituir o Autódromo de Jacarepaguá, que deverá ser demolido para, em seu lugar, ser construído o Parque Olímpico dos Jogos de 2016, que acontece na capital fluminense.

CONFIRA A NOTA OFICIAL DIVULGADA PELA CBA:

Autódromo de Deodoro - nota da CBA

CBA acompanha de perto o processo de construção do novo autódromo do Rio
A Confederação Brasileira de Automobilismo informa que está diretamente envolvida nos trâmites legais que envolvem a construção do Autódromo de Deodoro e que solicitou vista dos autos do Inquérito Civil Público, instaurado para apurar se a construção do Autódromo de Deodoro causaria dano ambiental.
A CBA pede ainda, que todas as partes envolvidas, estejam cientes, que o atual Autódromo de Jacarepaguá não poderá ser demolido, para construção do Parque Olímpico, enquanto o de Deodoro não for inaugurado, nos termos do acordo firmado com o Ministério dos Esportes, com o Comitê Olímpico Brasileiro e com o Município do Rio de Janeiro.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/rio2016/CBA-diretamente-envolvida-autodromo-Rio_0_728327221.html#ixzz1zTEbXwxS

sábado, 10 de março de 2012

Olimpíadas: Zona Portuária terá megaempreendimento imobiliário


Serão construídos 2.000 imóveis, dois hotéis cinco estrelas e um centro de convenções

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - O Cômite Organizador da Rio 2016 e a Prefeitura do Rio vão anunciar nesta quinta-feira um megaempreendimento imobiliário que será usado pelos Jogos Olímpicos de 2016. Na presença de membros com Cômite Olímpico Internacional (COI), será formalizado um acordo com a empresa Solace, que fechou negócio com o Fundo Imobiliário do Porto Maravilha, para a construção de cerca de dois mil imóveis de dois e três quatros, além de dois hotéis cinco estrelas com 500 quartos e um centro de convenções em três terrenos, localizados na Zona Portuária.
Os empreendimentos vão servir de hospedagem para jornalistas e para o pessoal de apoio que estarão no Rio durante as Olimpíadas. Após os jogos, os imóveis serão ocupados pela iniciativa privada. Os dois mil imóveis começam a ser construídos até o fim do ano no terreno da Praia Formosa, atrás da Rodoviária Novo Rio.
— Vamos lançar um programa de carta de crédito para financiar a compra de imóveis para servidores públicos nessa região — disse o prefeito Eduardo Paes, nesta quarta-feira, ao anunciar incentivos para a área.
No terreno da Praia Formosa, é possível construir imóveis de até 30 andares, mas somente nesta quinta-feira serão divulgados detalhes do projeto. Já os hotéis e os centro de convenções serão erguidos em um antigo prédio da Cedae e em um terreno atualmente ocupado pela usina de asfalto da prefeitura. O gabarito máximo nesta área chega a 50 pavimentos. O compromisso é que todos os empreendimentos estejam prontos até dezembro de 2015, oito meses antes dos Jogos Olímpicos de 2016.

Mais 3 mil imóveis em Jacarepaguá
Paes também anunciou nesta quarta-feira o projeto Bairro Maravilha Olímpico. Cerca de 3.000 imóveis serão construídos no antigo terreno da fábrica da Antarctica, no Anil, em Jacarepaguá, e ficarão com uma reserva de contingência para cobrir eventuais faltas de acomodações para os Jogos Olímpicos de 2016. A apresentação desta alternativa havia sido solicitada em novembro pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para o caso de, até os Jogos Olímpicos, não haver uma oferta de 15 mil leitos na região da Barra da Tijuca, em Jacarepaguá, em hotéis de pelo menos três estrelas para atender à família olímpica.
- Essas casas serão construídas independentemente de serem usadas ou não nas Olimpíadas. São imóveis que vamos oferecer em cartas de crédito para os servidores públicos - disse o prefeito Eduardo Paes.
A presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques, explicou que a demanda da região da Barra para o COI é de cerca de 15 mil acomodações. Desse total, cerca de 70% são de empreendimentos já inaugurados ou em fase de consulta da Secretaria de Urbanismo:
- O que nós estamos oferecendo é uma margem de segurança a pedido do COI.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/olimpiadas-zona-portuaria-tera-megaempreendimento-imobiliario-4245733#ixzz1ohzbD15f