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sábado, 30 de junho de 2012

Construtora da Arena Amazônia reajusta sobrepreço


Com a revisão, o valor total da obra passará de R$ 615,9 milhões para R$ 529,4 milhões

A Andrade Gutierrez, construtora responsável pela Arena Amazônia, vai reajustar o sobrepreço no custo da obra. Em abril, o Tribunal de Contas da União (TCU) identificou um acréscimo de R$ 86,5 milhões na construção do estádio que receberá quatro jogos da Copa do Mundo.

Com a revisão, o valor total da obra passará de R$ 615,9 milhões para R$ 529,4 milhões. Caso as irregularidades não forem resolvidas, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) poderia suspender o repasse de 20% do empréstimo de R$ 400 milhões.

Na ocasião, a auditoria afirmou que o maior volume de sobrepreço estaria nos custos da chamada "administração local" da obra do estádio. É o caso do item que discrimina o pagamento aos funcionários que, segundo o TCU, contém duplicidade de custos. 

Miguel Capobiango, coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP Copa) do Amazonas, disse que a Andrade Gutierrez entregou na última quarta-feira um documento que garante o reajuste do valor . 

A Arena Amazônia é alvo de auditorias do TCU desde 2010. Na ocasião, a primeira análise, feita em 80% do orçamento da obra, havia identificado sobrepreço de R$ 114,9 milhões nos materiais. À época, o governo estadual admitiu sobrepreço de R$ 48,1 milhões na obra.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10233/CONSTRUTORA+DA+ARENA+AMAZONIA+REAJUSTA+SOBREPRECO.html

segunda-feira, 19 de março de 2012

Acordo para estádio Beira-Rio sai após 10 meses de atraso

Por Felipe Bachtold
Com um atraso de dez meses, o Internacional e a empreiteira Andrade Gutierrez assinaram nesta segunda-feira (19) o contrato para a reforma do estádio Beira-Rio para a Copa de 2014. A empresa prometeu que as obras, paradas desde junho de 2011, serão retomadas nesta quarta-feira.

No evento em Porto Alegre, a Andrade Gutierrez anunciou parceria com o banco BTG Pactual, que será sócio no investimento. Pelo contrato, a empreiteira poderá explorar por 20 anos o estádio e ficará com ganhos de shows, camarotes e cadeiras VIPs.

A demora para a assinatura do acordo causou intervenção até a presidente Dilma Rousseff na negociação. O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), chegou a bater boca com a empresa nas últimas semanas.

Há um mês, a Andrade Gutierrez disse que a demora na negociação era causada por dificuldades para obter um empréstimo por meio do Banrisul (banco estatal gaúcho). O acordo com o banco do Estado acabou deixado de lado.

O projeto de reforma é orçado em R$ 330 milhões, sendo R$ 26 milhões de investimento direto do clube. A empreiteira buscará financiamento com o BNDES para até 75% do valor da obra.

GRAMADO
No evento de assinatura do contrato, o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, disse que a negociação foi "mais longa do que o esperado", mas afirmou que era preciso fazer uma "análise criteriosa" dos termos do acordo.

O presidente do Inter, Giovanni Luigi, disse que o estádio continuará recebendo jogos pelo resto deste ano. Até a conclusão da reforma, no fim de 2013, a capacidade do local pode ser reduzida até pela metade. O plano é aproveitar as férias de verão do futebol, de dezembro a fevereiro, para plantar um novo gramado.

O Inter também precisará realocar os treinos de suas equipes para um centro de treinamento fora do complexo do Beira-Rio.

O clube preparou uma festa para celebrar o acordo, com exibição da cerimônia em um telão no pátio do estádio, queima de fogos e presença de ex-jogadores.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1063927-acordo-para-estadio-beira-rio-sai-apos-10-meses-de-atraso.shtml

segunda-feira, 5 de março de 2012

Odebrecht e Andrade Gutierrez levam licitação do Parque Olímpico; obra deve custar R$ 1,4 bi

Por Luiz Gabriel Ribeiro (UOL)

A Prefeitura do Rio de Janeiro conseguiu, enfim, concluir a licitação do Parque Olímpico para os jogos de 2016. A licitação, que havia sido barrada pela justiça em janeiro, foi finalizada nesta segunda-feira. Quem fará a obra é um consórcio formado pela Obebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken.
O consórcio foi o único que apresentou propostas para construir a principal estrutura esportiva para a Olimpíada de 2016. O Parque Olímpico do Rio deve custar R$ 1,4 bilhão.
A prefeitura deve desembolsar R$ 550 milhões com a obra. O restante do valor será pago com o repasse da posse do terreno do Autódromo de Jacarepaguá, avaliado em R$ 850 milhões.