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quinta-feira, 7 de março de 2013

Começa venda de ingressos para prova da Indy em São Paulo


Os ingressos para a etapa brasileira da Fórmula Indy, em São Paulo, já estão à venda na capital paulista. A prova vai acontecer no dia 5 de maio, no Circuito do Anhembi.

Os ingressos estão disponíveis em cinco lojas da rede Centauro, localizadas nos shoppings Tamboré, Eldorado, Center Norte, Bourbon e Anália Franco.

Os valores variam de R$ 42,50 (meia entrada no setor H) a R$ 800,00. Os ingressos estarão disponíveis até o dia 26 de abril, exceto aos domingos, das 12h às 19h30.

A prova reunirá os grandes nomes da Indy e será a quarta etapa da temporada da categoria, que terá um total de 19 corridas, sendo 18 nos Estados Unidos, uma no Brasil e uma no Canadá.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1242331-comeca-venda-de-ingressos-para-prova-da-indy-em-sao-paulo.shtml

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Centro Paralímpico Brasileiro é apresentado em São Paulo


Centro de Treinamento será referência na América Latina para 14 esportes paralímpicos

O projeto de construção do Centro Paralímpico Brasileiro, instalação pioneira no país e principal centro de treinamento para atletas paralímpicos da América Latina, foi apresentado nesta sexta-feira, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, com a presença da Presidente da República, Dilma Rousseff. O CT é parte do Plano Brasil Medalhas, do Ministério do Esporte, que tem por objetivo consolidar o país entre as maiores potências esportivas do mundo, e será erguido no Parque Fontes do Ipiranga.
O complexo esportivo reunirá 14 esportes: atletismo, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, natação, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5 (para cegos), futebol de 7 (para paralisados cerebrais), goalball, halterofilismo, judô, rúgbi em cadeira de rodas, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa e voleibol sentado. A concentração de modalidades em um só local é inspirada em países como Ucrânia, China e Coreia do Sul. A previsão é entregar a primeira parte das obras em 2014 e o complemento em 2015.
“Aqui, estamos comemorando e mais que homenageando, apoiando a persistência, a força de vontade e o movimento de superação que um grande atleta olímpico ou paralímpico tem que ter para lutar e chegar até o pódio. É para esses atletas que o Brasil implanta o Centro. Porque a palavra é dever e nós devemos esse apoio, porque ele é crucial para que os atletas de alto rendimento conquistem mais vitórias. Além disso, transformem tudo em conhecimento”, disse a Presidente.


Em uma área projetada em 94 mil metros quadrados, serão construídos quatro ginásios, dois campos de futebol, quadras de tênis e pista de atletismo. Além disso, uma área residencial composta por alojamentos, refeitório e lavanderia, um setor administrativo com escritórios, salas de reunião, auditórios, depósitos e estacionamento fazem parte do projeto. O Centro de Medicina e Ciências do Esporte, a academia, vestiários e outros espaços de apoio completam o espaço.
O evento contou com a presença dos atletas paralímpicos Daniel Dias, nadador que faz parte do Conselho de Esportes Rio 2016™, e Fernando Fernandes, da paracanoagem.

Fonte: http://rio2016.com/noticias/noticias/centro-paralimpico-brasileiro-e-apresentado-em-sao-paulo

domingo, 20 de janeiro de 2013

Valcke quer discutir com o Brasil uso do lucro do Mundial


Secretário-geral da Fifa vem ao país na próxima semana
Milhões deverão ir para o esporte após o torneio

Por Jorge Luiz Rodrigues

JOHANNESBURGO - Em viagem à capital sul-africana para assistir à rodada de abertura da Copa Africana de Nações e anunciar os primeiros beneficiários do fundo de investimento de lucros de 450 milhões de rands (R$ 103 milhões ou US$ 50,7 milhões) da Copa do Mundo-2010, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke não tira o Brasil dos pensamentos. Daqui a uma semana, o dirigente desembarcará no Rio para uma visita de quatro dias, que incluirá as comemorações da marca de 500 dias para o jogo de abertura da Copa do Mundo-2014, ao lado da presidente Dilma Rousseff, no Estádio Nacional de Brasília, no próximo dia 28. O francês diz ser importante começar a discutir com autoridades do futebol e do Governo como será a aplicação desses lucros milionários no futebol brasileiro.
- Ainda é cedo para saber quanto será em relação ao Brasil; se serão US$ 80 milhões, US$ 90 milhões, o que seja, mas considero importante começar a se pensar nisso desde já para se trabalhar num plano amplo – revelou Valcke, na última sexta-feira, ao GLOBO, em Johannesburgo.
O secretário-geral da Fifa explicou que o programa de legado do Mundial se dá em dois níveis. O primeiro é referente aos investimentos feitos pelas cidades, pelos estados e o Governo Federal para a Copa do Mundo-2014. São as infraestruturas em estádios, aeroportos, segurança etc, que têm impacto na vida do cidadão.
- Isso melhora a vida dos brasileiros de cada cidade-sede e, talvez, de todo o país. Parece simples, mas tornará menos complicado, entre outras coisas, viajar de Manaus a Porto Alegre, ao contrário do que ocorre hoje – disse o dirigente.
Segundo Valcke, o segundo nível se refere ao legado de um programa de futebol. Essa é a principal tarefa da Fifa e do Comitê Organizador Local (COL-2014):
- É necessário um programa para desenvolver ainda mais o futebol por todo o país. Eu quero me sentar com o Comitê Organizador Local (COL-2014) e com Aldo Rebello (ministro dos Esportes) para discutir o que devemos esperar do Brasil em termos de legado de futebol. Não estamos falando apenas de estádios, de infraestrutura, mas, também de tratar com o Brasil sobre futebol. Depois da Copa do Mundo-2014, haverá dinheiro para o Brasil. Não sei quanto dinheiro, mas sei que haverá muito dinheiro.
Temos que usar no desenvolvimento do futebol no Brasil. Pode ser em escolinhas, pode ser em mais projetos, mas precisamos conversar e estudar isso muito bem. Valcke lembrou que o Comitê de Legado da África do Sul investirá boa parte dos mais de US$ 50 milhões que recebeu da Fifa em programas de desenvolvimento do futebol.
- É preciso trabalhar a base, criar ligas de jovens, porque uma seleção nacional não se torna forte do nada. É necessário ter projetos e desenvolvê-los. Os Bafana Bafana só serão grandes quando tiverem uma base jovem forte – afirmou.
Diretor Executivo do COL-2010 e atual presidente do Comitê de Legado sul-africano, Danny Jordaan anunciou sexta-feira que os primeiros 56 milhões de rands (US$ 6 milhões ou R$ 12,86 milhões) começarão a ser alocados para 973 beneficiários, entre 4.347 concorrentes que apresentaram projetos através do site oficial (www.2010legacytrust.com). Os 394 milhões de rands restantes estão aplicados em três bancos sul-africanos “para assegurar que o dinheiro dure o maior tempo possível” durante as outras fases de desenvolvimento do projeto.
Paralelamente à aplicação das verbas, a segunda fase de inscrições começará em julho deste ano para contemplar mais trabalhos. Os primeiros projetos aprovados consistem em 24 trabalhos para capacitar com estudo os atuais e os futuros administradores do futebol sul-africano, num total de 500 mil rands (R$ 114,9 mil). Outros 6,5 milhões de rands (R$ 1,49 milhão) serão investidos em 33 projetos de treinamento de profissionais de saúde, educação física, fisiologia e afins, em parceria com a tradicional Universidade Wits, de Johannesburgo. Fechando a primeira fase, mais R$ 49 milhões de rands (R$ 11,3 milhões) irão para projetos de criação de uma liga nacional feminina, de campeonatos nacionais masculinos sub-13 e sub-15 de futebol, além de ligas nacionais de futsal e de futebol de areia, fornecendo verbas e equipamentos a associações regionais, clubes e escolas.
Inicialmente, os sul-africanos receberiam cerca de US$ 78 milhões (692 milhões de rands ou R$ 159 milhões) de lucros repassados pela Fifa, mas gastaram quase US$ 28 milhões (R$ 57,1 milhões ou 248 milhões de rands) em ônibus, para o transporte de seleções e times, e de carros para os administradores. Perguntado sobre esse custo exorbitante, Danny Jordaan retrucou.
- Um problema-chave neste país é o transporte – justificou o dirigente sul-africano. – A falta de transporte público prejudica nossas ligas, congestiona o tráfego no dia a dia do cidadão. Uma das razões pela qual nossas ligas e cidades estão em colapso é a falta de transporte. Então, foi preciso comprar mais ônibus e carros. Aqui, não há trens em abundância. Isso aqui é a África do Sul, não a Alemanha.
Para repassar ao futebol de sul-africano mais de US$ 50 milhões, a Fifa arrecadou com contratos e patrocinadores da Copa do Mundo-2010 mais de US$ 3,65 bilhões (R$ 7,44 bilhões ou 32,4 bilhões de rands), gastando desse montante US$ 1,28 bilhão (R$ 2,61 bilhões ou 11,4 bilhões de rands) com a organização do Mundial. Já o governo do país investiu mais de US$ 3 bilhões (R$ 6,12 bilhões ou 26,6 bilhões de rands) em infraestrutura.
* O repórter viajou a convite do South África Tourism


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/valcke-quer-discutir-com-brasil-uso-do-lucro-do-mundial-7347967#ixzz2IYOSm4XW 

SPR vai relançar marca Le Coq Sportif no Brasil


Por Guilherme Costa e Mauro Zafalon

A confecção esportiva francesa Le Coq Sportif vai ser relançada no Brasil. A marca voltará ao mercado nacional em março deste ano, e a previsão é que a primeira loja própria seja aberta no mês seguinte.

A Le Coq Sportif será operada no Brasil pela SPR. Em 2013, a empresa que gerencia franquias esportivas já havia recolocado no mercado nacional a fabricante de material esportivo Kappa.

Os dois projetos serão abastecidos pelo mesmo centro de distribuição, mas terão equipes diferentes para planejamento e representação. O contrato da SPR com a Le Coq vai até o fim de 2021.

O relançamento da Le Coq terá um investimento inicial de R$ 5 milhões. A SPR pretende abrir 20 lojas da marca até o fim de 2014 (as dez primeiras devem ser inauguradas ainda neste ano).

Nos planos da SPR, Kappa e Le Coq Sportif ocuparão espaços bem diferentes. A primeira foi lançada como uma marca de material esportivo, com vestuário, calçados e acessórios, e a segunda terá uma linha casual com inspiração esportiva.

O início da Le Coq Sportif remonta a 1882, na França, mas a marca foi registrada oficialmente apenas em 1948. Enquanto a Kappa será posicionada como concorrente de marcas como Adidas e Nike, o foco do novo projeto da SPR é bater de frente com a Lacoste, que também é proveniente do esporte.

“As duas trabalham em universos completamente diferentes. A Kappa é uma marca 100% esportiva, que faz parte de um universo em que estão Nike, Adidas, Penalty, Umbro, Topper e outras. Esse é o universo em que a gente quer ser a terceira principal marca no Brasil. A Le Coq é uma marca de life style. É uma marca esportiva, mas o foco é muito mais casual. Já foi uma marca, no passado, que estava no universo de esporte. No entanto, a marca foi vendida há poucos anos para um novo grupo, que reposicionou a empresa”, contou Felipe Franco, CFO da Kappa no Brasil.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28148/SPR-vai-relancar-marca-Le-Coq-Sportif-no-Brasil/index.php

Com foco em distribuição, Kappa volta ao Brasil


Por Guilçherme Costa e Mauro Zafalon

A fabricante de material esportivo Kappa oficializou nesta semana o retorno ao mercado brasileiro. A nova operação da empresa no país será conduzida pela SPR, empresa cujo principal segmento de atuação é a gestão de franquias esportivas. Baseada em pesquisas e conhecimento empírico, a companhia estabeleceu a distribuição como principal alicerce do novo projeto, que tem meta de atingir US$ 45 milhões em vendas nos dois primeiros anos.

O contrato da SPR com a BasicNet, dona da marca Kappa, vai até 2021. A fabricante de material esportivo será distribuída inicialmente por 40 representantes no Brasil, mas a meta é chegar a 400 pontos de venda em até cinco anos (cem lojas próprias e 300 espaços exclusivos em multimarcas).

A Kappa será abastecida pelo novo centro de distribuição da SPR. O aparato, sediado em Extrema-MG, foi inaugurado no fim do ano passado e tem 4,5 mil metros quadrados.

Fundada em 1916, a Kappa tem origem italiana e está atualmente em mais de cem países. Entre janeiro e setembro de 2012, a BasicNet registrou vendas totais de 327 milhões de euros.

Antes de fechar o contrato, a SPR encomendou pesquisa sobre o mercado de material esportivo no Brasil. O levantamento identificou que o público nacional, sobretudo para vestuário, tem enorme preferência por marcas internacionais.

Outro ponto relevante do estudo pedido pela SPR é que a Kappa praticamente não tem rejeição no Brasil. A fabricante de material esportivo terá linha completa no país, com calçados, vestuário, bolas e acessórios.

“A decisão colocou em prática todas as competências, recursos e compromisso para fazer a Kappa voltar a ser uma marca esportiva líder no mercado brasileiro”, disse Lourenzo Boglione, presidente mundial da Kappa, em comunicado oficial.

As primeiras lojas oficiais da Kappa no Brasil serão abertas em shoppings da Grande São Paulo (uma na capital e outra em Santo André). Depois disso, a empresa trabalhará com franquias.

Quanto a espaços exclusivos em multimarcas, o maior foco da companhia é atingir os pontos de venda com perfil regional. A ideia da SPR é usar essa estratégia para levar a marca a cidades com porte menor.

Na nova incursão no mercado brasileiro, a Kappa será posicionada como uma marca de preço acessível (inferior aos valores praticados por Adidas e Nike, por exemplo), mas com apelo de ser uma empresa internacional.

“A gente quer posicionar a Kappa como a terceira maior marca de esportes no Brasil”, explicou Felipe Franco, CFO da empresa de material esportivo no país, que estima um período de cinco anos para alcançar esse patamar.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28145/Com-foco-em-distribuicao-Kappa-volta-ao-Brasil/index.php

PIB da Espanha baliza projeto a clubes no Brasil


Por Eich Beting e Mauro Zafalon

A conta feita pela Ambev para traçar as metas de faturamento do projeto “Movimento por um futebol melhor” não foi baseada em pesquisas sobre o perfil de consumo do torcedor brasileiro, mas sim no PIB do futebol espanhol.

Apresentado na última segunda-feira, o movimento que reúne os programas de sócios-torcedores dos 34 clubes patrocinados pela Ambev tem como meta ampliar de 350 mil para 3,5 milhões o número de cadastrados nos programas. E, a partir disso, a meta é fazer com que o PIB do futebol nacional cresça a ponto de representar cerca de 1% do PIB do país.

“A gente fez benchmarking com outros países e identificou que, na Espanha, o tamanho da indústria do futebol é proporcionalmente seis vezes maior que no Brasil. Mas a nossa economia é maior que a da Espanha em termos absolutos. Ou seja, se a gente conseguir fazer com que a indústria do futebol cresça, a gente pode multiplicar por seis as receitas do futebol hoje em dia”, afirmou Ricardo Tadeu, vice-presidente de vendas da Ambev, em entrevista à Máquina do Esporte.

Na visão da Ambev, os clubes precisam multiplicar por dez o número existente hoje de sócios-torcedores. Atualmente, os 34 clubes patrocinados pela empresa possuem uma base de 350 mil fãs afiliados aos diferentes programas oferecidos. A ideia é fazer esse número saltar para 3,5 milhões de pessoas.

Se tal meta for cumprida, a Ambev calcula que o faturamento mensal com os programas de sócio-torcedor no país pode chegar a R$ 1 bilhão. Os clubes, para tanto, precisam angariar novos associados, enquanto as empresas participantes do programa oferecem desconto na aquisição de produtos e serviços.

Atualmente, Ambev, Bradesco, Burger King, Danone, Netshoes, Seara, Pepsico, Unillever e Sky fazem parte do grupo de empresas que vão conceder os descontos para os torcedores. Na visão de Tadeu, um dos mentores do projeto ao lado de Marcel Marcondes, diretor de futebol da Brahma, o segredo para o sucesso é a fórmula “ganha-ganha-ganha” implementada.

“Ganhamos nós, a empresa, que podemos ter o aumento de nossas vendas, ganha o torcedor, porque ele vai ajudar o seu clube praticamente sem precisar fazer investimento, e ganham os clubes, que aumentam o faturamento”, disse o executivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28141/PIB-da-Espanha-baliza-projeto-a-clubes-no-Brasil/index.php

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

No Brasil, Mundial alcança topo no Twitter em 2012


A vitória do Corinthians sobre o Chelsea no último fim de semana fez com que o Mundial de Clubes se popularizasse ainda mais. O evento foi o assunto mais comentado do Twitter no Brasil em 2012.

Segundo os dados do Twitter, o Corinthians ficou a frente do clube inglês durante a maioria da partida, mas o pico das menções foi alcançado pelo Chelsea aos 40 minutos do segundo tempo com 13.347 tweets. O maior número de publicações relacionadas ao Corinthians ocorreu aos 23 minutos da segunda etapa, quando Guerrero marcou o gol da vitória, com 10 mil tweets em um minuto. A média foi de 4. 365 postagens por minuto.

Até o Mundial de Clubes o assunto mais comentado no Twitter era a final da Libertadores, também disputada pelo Corinthians.  A média no jogo contra o Boca Juniors foi de 3.548 tweets.

Os cinco trending topics mais comentados foram: #DaleCorinthiansPraCimaDeles, #VaiPraCimaDoChelseaTimao, Parabens Cassio, Guerrero e Libertadores e Mundial.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/27/27940/No-Brasil-Mundial-alcanca-topo-no-Twitter-em-2012/index.php

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Brasil convidará Uruguai a enviar voluntários para megaeventos


Países assinarão acordo de cooperação esportiva; governo quer promover participação de outros locais

O ministro do Esportes, Aldo Rebelo, se reunirá na terça-feira (11) com o presidente do Uruguai, José Mujica, em Montevidéu, para assinar um acordo de cooperação esportiva entre ambos os países, informaram nesta segunda-feira fontes oficiais.

O acordo implicará na possível participação de uruguaios no Programa de Voluntariado Público para Grandes Eventos Esportivos, que o governo apresentará nas próximas semanas, segundo comunicado divulgado pelo Ministério do Esporte.

Esse programa, cujos detalhes estão sendo revisados pelo governo, pretende promover a participação de voluntários de países vizinhos em grandes eventos esportivos que o Brasil sediará, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

Mediante o acordo que será assinado na terça-feira, também estarão fixados os marcos para uma estreita cooperação e intercâmbios na área esportiva entre ambos os países, que abrangerão as mais diversas modalidades, começando pelo futebol, que é o esporte mais popular tanto no Brasil como no Uruguai.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11166/BRASIL+CONVIDARA+URUGUAI+A+ENVIAR+VOLUNTARIOS+PARA+MEGAEVENTOS.html

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Brasil se prepara para impedir atos terroristas em megaeventos


Na Copa e na Olimpíada, Exército, Marinha e Aeronáutica estarão atuando em conjunto

Além de construir estádios e ampliar a infraestrutura para recepcionar o público durante os grandes eventos esportivos que ocorrerão no país a partir do ano que vem, o Brasil também está se preparando para impedir eventuais atos terroristas.

Segundo o subchefe de Inteligência Estratégica do Ministério da Defesa, major Roberto Carvalho, o potencial de risco está sendo levado em conta pelo governo, mesmo não sendo "a maior das preocupações".

Tanto que, além do Ministério da Justiça ter criado a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, o Ministério da Defesa estabeleceu, por meio da Portaria 2.221, procedimentos para a atuação das Forças Armadas durante a Jornada Mundial da Juventude, que inclui a visita do papa Bento XVI; a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.

"Esta, no entanto, é uma preocupação não apenas do governo brasileiro, mas dos governos de todos os países, especialmente daqueles que sediam grandes eventos", disse o major ao participar, ontem (27), do seminário Estratégias de Defesa Nacional, na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, da Câmara dos Deputados.

Carvalho, no entanto, procurou amenizar o risco, alegando que um eventual ato terrorista, não necessariamente violento, sempre tem que ser levado em conta, por mais remota que seja a chance de algo acontecer, o que ele diz ser o caso dos eventos no país.

"É uma das características militares pensar em todas as hipóteses, inclusive na pior, que, nestes casos, seria a ocorrência de um ato terrorista durante um dos eventos. Não podemos ficar alheios a isso e estaremos preparados, mas não é nossa maior preocupação", concluiu o major.

Criada em agosto de 2011, por meio do Decreto 7.538, a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos é responsável por planejar, definir, coordenar, implementar, acompanhar e avaliar as ações de segurança para os grandes eventos, promovendo a integração entre os órgãos de segurança pública federais, estaduais, distrital e municipais envolvidos com a questão.

Já a portaria do Ministério da Defesa, publicada em agosto deste ano, estabelece as diretrizes que vão nortear a atuação dos militares do Exército, da Marinha e Aeronáutica, autorizados a atuar para subsidiar as ações das forças locais durante os grandes eventos.

A portaria também autoriza o Ministério da Defesa a empregar, temporariamente, as Forças Armadas para atuar na segurança e defesa cibernética, defesa contra terrorismo, fiscalização de explosivos, contingência e defesa contra agentes químicos, biológicos, radiológicos ou nucleares; e em outras atribuições constitucionais das Forças Armadas, em todas as cidades-sede, durante os grandes eventos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11094/BRASIL+SE+PREPARA+PARA+IMPEDIR+ATOS+TERRORISTAS+EM+MEGAEVENTOS.html

domingo, 25 de novembro de 2012

Palestra mostra como Brasil deve aproveitar Copa e Olimpíada


Por MÔNICA GARCIA

O 1º Encontro Internacional de Marketing Esportivo aconteceu na cidade universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e foi realizado pelo Centro de Estudos em Marketing Esportivo da COPPEAD juntamente ao British Council.
O evento reuniu estudiosos no assunto, representantes de empresas patrocinadoras de eventos, como Olimpíada e Copa do Mundo, além do professor de estratégia e marketing esportivo do Coventry Business School e fundador do CIBS (Centre for the International Business of Sport), Simon Chadwick. Eles explicaram como o Brasil deve aproveitar os grandes eventos que receberá em breve: a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.
Considerado um dos maiores nomes do marketing esportivo europeu, Chadwick abordou os principais obstáculos e ganhos que Londres obteve a partir da experiência da Olimpíada. Ele destacou a importância que os Jogos deixaram para a capital britânica, passando principalmente pelo legado que grandes eventos podem deixar e representar para o país que o sedia.
Chadwick mostrou que estes ganhos deixados para Londres foram muito além da infra-estrutura. O legado foi uma questão primordial para que os Jogos fossem um sucesso. Segundo o professor, o Brasil já passou a imagem para o mundo todo que sabe fazer grandes festas, como o Carnaval, e que é um povo feliz. Agora precisa passar a imagem de que é uma terra de oportunidades e investimentos.
"Essa imagem do Brasil que sabe fazer festa, Carnaval e que tem lindas praias, todo mundo já conhece. Agora é hora de o Brasil passar a imagem de que é uma terra de oportunidades. Uma terra onde as pessoas e as empresas estão crescendo, prosperando e se desenvolvendo. Onde a pobreza está sendo erradicada e que tem um grande futuro", disse Chadwick.
Outro ponto abordado pelo professor londrino foi como a marca pode ficar em voga com uma simples estratégia de marketing. Chadwick mostrou propagandas simples que podem fazer um grande sucesso, como o uso de uma marca na cueca de um jogador em campo. Essa imagem chegaria a milhões de pessoas no mundo.
Para o gerente da marca Powerade, da Coca-Cola, Fernando Sá, a palestra serviu para aprender como o legado de Londres pode ajudar o Brasil pós-2016, já que é preciso ir além do financeiro. De acordo com Sá, é fundamental pensar no ser humano.
"É muito importante pensarmos como agentes transformadores da vida das pessoas. Os grandes eventos irão passar, mas precisamos ter comprometimento para que estímulos sejam além dos dias de eventos", afirmou Sá.
"Essa palestra serviu para que possamos entender a dimensão desses grandes eventos que vamos sediar. Embora esteja aqui com a lente de marketing de uma empresa patrocinadora há muitos anos, também estou como brasileiro, para entender o que eu posso através do meu trabalho deixar de legado", emendou.
A escolha do nome de Chadwick para ministrar esse primeiro encontro, de acordo com o professor Victor Almeida, da COPPEAD, foi por causa da proximidade da teoria estratégica esportiva que vem sendo desenvolvida na Europa e a prática em negócios que o fundador do CIBS tem.
"Essa palestra vem sendo pensada há cinco anos. E quando pensamos em nomes para trazer, muitos de estudiosos foram levados à mesa. Pensamos em nomes de professores americanos, que são grandes entendedores do assunto, mas o esporte no Brasil é muito diferente dos Estados Unidos, então essa visão pouco nos ajudaria", disse.
"E a teoria que vem sendo desenvolvida na Europa é mais parecida com a nossa, por isso o nome do Simon para ministrar esse primeiro encontro. O Simon circula muito bem entre a teoria e a prática, e isso é um grande diferencial. Somos um centro acadêmico, mas voltado para a prática, para os negócios, pois juntamos o mundo acadêmico com o mundo dos negócios, e o Simon também", afirmou o professor.
De acordo com Almeida, esse será apenas o primeiro encontro de muitos que acontecerão até 2016. Para o professor é preciso que os patrocinadores e estudiosos tenham uma boa teoria para que a prática seja mais bem aproveitada para todos.
"Quando as pessoas que vão fazer grandes eventos tem acesso a boas teorias, isso se reverte em uma prática maravilhosa. Penso que a prática não se dissocia da teoria e vice-versa. Por isso queremos cada vez mais reunir esses dois mundos, acadêmicos e de negócios", concluiu Almeida.
Para o diretor da British Council no Rio de Janeiro, Guilherme Guimarães, o grande conhecimento adquirido com os Jogos de Londres 2012 do professor Chadwick pode ajudar o Brasil não cometer os mesmos erros britânicos.
"Por ele ter estado tão próximo dos Jogos de Londres, acumulou grande experiência e conhecimento que podem nos ajudar a não cometer esses erros que eles cometeram, e também potencializar os acertos que tiveram. Um ponto abordado por ele que considerei fundamental foi que não temos que nos preocupar em sediar a Olimpíada mais organizadas, mas sim entender qual é a nossa essência e trabalhar em cima da nossa própria essência", concluiu.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI6294878-EI1137,00-Palestra+mostra+como+Brasil+deve+aproveitar+Copa+e+Olimpiada.html

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Brasil quer usar Copa e Olimpíadas para combater trabalho infantil


Governo vai incluir tema nas campanhas dos megaeventos esportivos

A 3ª Conferência Global sobre Trabalho Infantil, marcada para outubro de 2013 em Brasília, foi tema hoje (21) da reunião do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Rider, em Genebra, na Suíça.

Na conversa, Patriota disse que o governo brasileiro quer associar o combate ao trabalho infantil às campanhas de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Durante o encontro, Patriota e Rider conversaram sobre a inclusão da OIT nas discussões do G20 (grupo que reúne as principais economias mundiais) e as parcerias entre os países da região denominada Sul-Sul, que se refere às medidas que devem ser executadas pelos países de economia emergente em resposta aos desafios comuns.

Pelos dados do relatório Combater o Trabalho Infantil: do Compromisso à Ação, divulgado em junho pela organização, há 215 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos trabalhando no mundo, sendo que 5 milhões são submetidas a trabalhos forçados, inclusive em condições de exploração para fins sexuais e de servidão.

O relatório indica ainda que, entre as crianças e os adolescentes explorados, 115 milhões atuam em atividades perigosas, como operações de guerra. No Brasil, há aproximadamente 3,4 milhões de jovens, de 10 a 17 anos, no mercado de trabalho, segundo o Censo de 2010.

Rider, de 56 anos, foi eleito este ano como novo diretor-geral da OIT. A vitória do inglês foi comemorada pelas entidades sindicais brasileiras. Ele construiu sua história profissional e política atuando na área sindical.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11057/BRASIL+QUER+USAR+COPA+E+OLIMPIADAS+PARA+COMBATER+TRABALHO+INFANTIL.html

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Camisa de rúgbi do Brasil terá homenagem a mascote


Por Lucas Turco

O novo modelo de uniforme da seleção brasileira de rúgbi terá referências ao Tupi, mascote da equipe. A Topper é a empresa responsável por produzir a nova camisa.

  
O lançamento do produto está previsto para o começo de 2013. Outros detalhes do modelo não foram revelados.

O Tupi foi escolhido como mascote da seleção do Brasil no Rúgbi por meio de uma votação realizada na internet. Os torcedores escolheram o índio com 4.387 votos (47,16%).


Os dirigentes da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) buscam um parceiro para financiar o projeto desenvolvido pela entidade para criar clínicas da modalidade nos 27 estados do Brasil.  O projeto tem um custo estimado de R$ 2 milhões.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27549/Camisa-de-rugbi-do-Brasil-tera-homenagem-a-mascote/index.php

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

De olho no Rio-2016, Brasil trouxe 36 técnicos estrangeiros para seleções desde 2008


País quer conquistar o décimo lugar no quadro de medalhas olímpico

Por Ary Cunha e Claudio Nogueira

RIO — Competir em casa é sempre uma enorme vantagem. Mas para fazer bonito no Rio-2016, o esporte brasileiro já viu que terá de aprender outros idiomas e se adaptar a novas culturas. Num país onde incontáveis talentos se perdem por falta de oportunidade, a presença crescente de treinadores estrangeiros nas seleções brasileiras tem superado as resistências habituais e se mostrado um caminho eficiente para melhorar resultados.
Entre 2008 e 2012, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), com recursos da Lei Piva, trouxe 36 treinadores estrangeiros, de 19 países diferentes e contemplando 23 modalidades. Embora a meta principal sejam as Olimpíadas do Rio, com o objetivo de ficar entre os dez melhores no total de medalhas, em alguns casos os avanços significativos dessa importação de novos conceitos já puderam ser percebidos em Londres-2012. Como a volta do basquete masculino aos Jogos, depois de 16 anos, sob comando do argentino Rubén Magnano, e a boa campanha do outrora inexpressivo handebol feminino, que tem o dinamarquês Morten Soubak como técnico. Um intercâmbio de conhecimento que pode ser uma via de mão dupla.
— O handebol feminino brasileiro está mais à europeia. Elas estão ganhando experiência e atuando em clubes fortes. Um bom número delas está na Europa, e já são consideradas jogadoras de ponta. Antes, elas não jogavam em times grandes nem tinham posição de destaque — afirma Soubak, que veio para o Brasil pela primeira vez para treinar o Pinheiros, em 2005, e comanda a seleção feminina desde 2009.
Segundo o superintendente-executivo do COB, Marcus Vinícius Freire, a aprovação dos nomes contratados é feita em conjunto pelo próprio comitê e as confederações. Ele ressalta que países como Austrália e China trilharam esse mesmo caminho de trazer mão de obra de fora, antes de sediarem as Olimpíadas, e o resultado se refletiu no quadro de medalhas. No caso brasileiro, entretanto, o dirigente admite que a ideia de se contratar estrangeiros ainda faz muito treinador brasileiro torcer o nariz.
— Há resistência, com certeza. É preciso fazer um trabalho de convencimento, assumir que temos algumas deficiências e trazer treinadores muito qualificados. No caso do taekwondo, por exemplo, o Jean López tem quatro ou cinco medalhas olímpicas só na família dele. O Magnano é campeão olímpico (Atenas-2004, com a Argentina). Não adianta trazer o treinador só porque ele trabalha numa escola tradicional. É preciso ter um perfil de vencedor.
No caso específico do basquete, o principal problema enfrentado por Magnano nem foi a resistência de treinadores brasileiros, mas a falta de identificação de nomes importantes da NBA com a seleção brasileira. Não foram poucos os problemas do argentino para superar essa fase de polêmica em torno de jogadores que dispensavam convocações. Para ele, o elo entre atleta e as cores de sua bandeira não deve surgir apenas quando ele é chamado para representar o país numa competição adulta.
— É um trabalho que deve ser feito desde as divisões de base: desenvolver essa identificação entre o atleta e a instituição. A cultura de compromisso com a seleção tem de começar a ser trabalhada lá no início, assim como o passe, o drible. Quando o atleta gosta de estar na seleção, tem felicidade de representar o país, a camisa não vira uma carga, uma pressão.

Barreiras de todo tipo
Além das barreiras do idioma e da adaptação, os estrangeiros ainda se deparam com os contrastes de um país geograficamente gigantesco, mas onde os investimentos ainda se concentram no eixo sul-sudeste. Descentralizar é preciso.
— Temos um projeto para trabalhar quatro ou cinco dias em cada estado. Preciso observar novos talentos para trabalhar. Geralmente, os meninos seguem no esporte até os 17 anos. Depois disso, fica mais difícil, pela falta de apoio — admite o espanhol Jordi Ribera, do handebol masculino.
A presença cada vez maior de estrangeiros no esporte brasileiro vai além das seleções nacionais. No país há dois anos e meio, o holandês Gerard Lenting se divide entre a seleção de heptatlo adulta e uma equipe de jovens promessas do atletismo. Segundo ele, quem se abre a novas ideias evolui mais:
— Vejo muitas pessoas fazendo sempre as mesmas coisas, simplesmente porque aprenderam dessa forma. Mas ninguém questiona o porquê disso. É preciso refletir sempre.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/de-olho-no-rio-2016-brasil-trouxe-36-tecnicos-estrangeiros-para-selecoes-desde-2008-6724913#ixzz2CDOYmd35 

Os Naming Rights com o advento da Copa


por Vinicius Paiva

É de conhecimento público que os Naming Rights compõem uma modalidade de parceria em que se cede ao anunciante o direito sobre o nome de determinada propriedade – seja ela o título de um campeonato, evento ou arena esportiva. Corriqueira em países europeus e nos Estados Unidos, a prática ainda não se difundiu por completo no Brasil – ainda que venha se tornando comum e tenha como exemplos experiências nem tão recentes.

De tão bem sucedida, a parceria do Arsenal (Londres) com a companhia aérea Emirates costuma povoar o imaginário brasileiro com constantes especulações acerca da chegada dos árabes. Pudera: o Emirates Stadium é considerado uma jóia entre as arenas europeias, servindo por diversas vezes de casa da Seleção Brasileira quando se apresenta em solo inglês. Nos EUA a tradição é antiga, com parcerias deste gênero sendo identificadas ainda na metade do século passado. Diversos ginásios famosos da NBA– casos do Delta Center ou Staples Center – completam a lista de exemplos. Dos US$ 4 bilhões que o segmento movimentou em 2010, 70% foram investidos nos EUA.

No Brasil, o primeiro caso amplamente conhecido de Naming Rights data de 2005, com a parceria do Clube Atlético Paranaense com a Kyocera, à época empresa de eletrônicos e celulares. A Arena da Baixada passou a ser conhecida como “Kyocera Arena”, num processo que inicialmente gerou desconfianças pelo pouco renome da companhia – que se utilizou desta prerrogativa justamente como porta de entrada para o mercado brasileiro. Com aportes estimados em US$ 2 milhões anuais, a parceria é considerada um case – ainda que tenha se encerrado em 2008 por conta de alterações no foco comercial da empresa.

Atualmente, verificamos a experiência em diversos eventos esportivos: Brasileirão Petrobras, Gaúchão Coca-Cola 2012 (Campeonato Gaúcho de Futebol), Paulistão Chevrolet 2012 e até mesmo o caso extremo da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé (Fórmula Indy), onde dois anunciantes se canibalizam em busca de um espaço no imaginário dos fãs de esportes a motor. Mas a grande questão é que após a parceria de Curitiba, relacionamentos deste tipo não foram mais anunciados em estádios de futebol. Situação que está para mudar com o advento das modernas arenas para a Copa-2014.


Segundo estudo publicado pela consultoria BDO Brazil há cerca de um ano, este seria o potencial dos 12 estádios da Copa na captação de recursos de Naming Rights:

Os valores se encontram relativamente em linha com o tamanho do mercado brasileiro e o benchmark internacional – ainda que subestimem o potencial de arenas como Beira Rio, Castelão ou a própria Arena da Baixada (que arrecadava valores próximos há meia década). Resta claro que os trens-pagadores deste mercado seriam o Maracanã e a Arena Corinthians – o primeiro por se tratar do estádio mais famoso do mundo e o segundo por conta da concentração do mercado publicitário na capital paulista. Em um segundo escalão viria o Mineirão e mais abaixo a Fonte Nova.

Entretanto, a função balizadora dos valores movimentados no país recairá sobre o Corinthians. Isto porque o Edital que prevê a concessão do Maracanã à iniciativa privada estabeleceu, entre outras coisas, a proibição da venda dos direitos de nome do estádio. Esta condição torna ainda mais imprescindíveis os cuidados tomados pela diretoria corintiana com a não-disseminação de apelidos como “Fielzão” ou “Itaquerão”. A marcante característica brasileira de apelidar seus estádios com adjetivos no aumentativo requer tal preocupação.

Outro desafio do clube reside em realmente angariar os R$ 400 milhões (pelo prazo de 20 anos) pedidos inicialmente. Tal cifra representaria 50% do que foi investido na obra – percentual compatível com o praticado no exterior. Mas após uma série de especulações envolvendo empresas predispostas a fecharem parceria, a verdade é que o alvinegro não parece encontrar justificativas suficientes para uma pedida R$ 100 milhões superior ao estimado.

Um grande abraço e saudações!

E-mail da coluna: teoriadosjogos@globo.com

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/teoria-dos-jogos/2012/11/13/os-naming-rights-com-o-advento-da-copa/

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Em Londres, Brasil divulga imagem e busca negócios visando Copa 2014


País está participando da Feira Mundial de Turismo, na capital britânica

De olho na Copa do Mundo de 2014, o Brasil está participando da Feira Mundial de Turismo (World Travel Market), em Londres, visando fechar novos contratos e divulgar ainda mais a imagem do país no exterior.

Neste ano, o stand de exposição do país no evento é maior do que nas suas edições anteriores. Uma grande bola de futebol foi colocada na entrada da área brasileira na feira.

"Nós temos a mesma informação turística de sempre, por isso, quando vem alguém interessado em aspectos relativos ao Mundial, o dirigimos à área de operadores turísticos", explicou à Agência Efe, Elisabeth Cordeiro, uma das encarregadas de promover a cidade de Rio de Janeiro.

Elisabeth reconhece que muitas das informações solicitadas neste ano não se referem apenas a pontos tradicionalmente atrativos, como a praia de Copacabana, mas também dizem respeito à preparação da cidade para a Copa e, depois, para os Jogos Olímpicos de 2016.

"Há muitas áreas renovadas, novos hotéis, novas vias de acesso, mas tudo isso está em processo. Quanto às competições forem começar, teremos que estar preparados para mostrar todas as novidades", explicou.

No fundo do stand brasileiro, mais de 20 profissionais do setor busca promover suas empresas visando os eventos esportivos. É o caso de Robson Maciel, responsável de operações internacionais da Vialandauto, especializada em transportes de pessoas, com sede em São Paulo. Atuando em toda a América Latina, é a primeira vez que a empresa está na Feira.

O representante afirmou que o evento serve para divulgar o empreendimento mais do que para fechar contratos, embora reconheça que, um ano e meio antes da Copa, já conta com cinco grandes grupos confirmados. Segundo Robson, a principal dúvida com relação ao Mundial do Brasil, diz respeito à segurança.

"Nunca tivemos um problema de segurança no transporte, mas para aqueles preocupados também oferecemos deslocamentos em veículos blindados como o que utilizava o ex-presidente Lula", disse.

Os operadores hoteleiros também devem solicitar informações sobre as reservas de quartos durante a Copa do Mundo, explicou Justyna Dziegiel, responsável na feira da empresa "Brazilian Incentive & Tourism". "Não podemos realizar reservas porque todas as vagas hoteleiras são da Fifa. Enquanto não liberarem lugares, não poderemos oferecer nenhum pacote aos viajantes. Estamos recomendando que esperem pelo menos cinco meses", afirmou.

A Copa do Mundo vai começar no dia 12 de junho de 2014, em São Paulo. A final acontecerá no dia 13 de julho, no Rio de Janeiro. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11011/EM+LONDRES+BRASIL+DIVULGA+IMAGEM+E+BUSCA+NEGOCIOS+VISANDO+COPA+2014.html

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Vivo faz parceria para construção de rede 4G/LTE no Brasil


Companhias telefônicas devem oferecer serviço até abril de 2013 nas sedes da Copa das Confederações

A Telefônica Brasil S.A. anunciou na última segunda-feira (5) a assinatura de um memorando de entendimento de sua subsidiária Vivo S.A. com a escandinava AINMT para estudar a possibilidade de colaboração na construção de uma rede complementar 4G/LTE na frequência de 450 MHz.

A intenção é oferecer serviços de voz e banda larga, sobretudo em áreas rurais onde a rede de alta velocidade funcionará nesta frequência. Nas áreas urbanas, será usada a faixa de 2,5 GHz, de maior qualidade, mas também mais cara.

A Telefônica desembolsou R$ 1,05 bilhão no leilão das frequências de operação de telefonia móvel de quarta geração, no qual essas duas faixas foram vendidas conjuntamente.

O Governo Federal determinou que as companhias telefônicas ofereçam este serviço até 30 de abril de 2013 nas cidades que serão sedes da Copa das Confederações.

Todos os municípios com mais de 100 mil habitantes devem ter cobertura de internet LTE antes de 31 de dezembro de 2016, segundo as previsões do governo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10998/VIVO+FAZ+PARCERIA+PARA+CONSTRUCAO+DE+REDE+4GLTE+NO+BRASIL.html

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

COB reafirma o desejo de ver o Brasil no top 10 do quadro de medalhas


Pelo novo critério de contagem do órgão, país ficaria em 14º nos Jogos de Londres

Por Claudio Nogueira

RIO - Em sua palestra no seminário “Rio 2016 é Agora”, no Hotel Marriott, em Copacabana, nesta segunda-feira, o superintendente técnico do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Marcus Vinícius Freire, divulgou a ideia de que famílias de atletas olímpicos brasileiros repitam daqui a quatro anos, nas Olimpíadas, o que foi feito por famílias inglesas que receberam em suas casas, como hóspedes, parentes de atletas olímpicos estrangeiros ou de outros pontos do país que foram aos Jogos de Londres.
O dirigente reafirmou que o COB vem adotando um critério diferente do utilizado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e a maioria dos países filiados à entidade. Para o órgão brasileiro, o que vale agora é o total de medalhas, e não mais o número de ouros. Por esse critério, o Brasil teria sido o 14º colocado no quadro de medalhas em Londres-2012, mas pelo número de ouros, ficou em 22º. De qualquer forma, para 2016, o objetivo é o de que o país seja top 10 no quadro de medalhas.
— O objetivo é o de tornar e manter o Brasil uma potência olímpica. Talvez para 2016 não seja tão difícil, mas o difícil será manter em 2020, 2024, 2028... Para isos, precisamos manter os esportes em que já ganhamos medalhas e ganhar medalhas onde não ganhamos. Em Londres-2012, quem estava no top 10 não ganhou menos de 13 medalhas - calculou ele, estimando a necessidade de 18 esportes medalhistas para chegar a tal objetivo.
Marcus Vinícius disse estar ciente de que das 40 modalidades do programa dos Jogos só 15 darão ao Brasil 25 a 30 medalhas. No caso do COB, as modalidades foram classificadas em diferentes tipos.
— Algumas são vitais, como judô e vôlei (que não podem deixar de ganhar medalhas). Outras são potenciais, como boxe e ginástica (em crescimento). Algumas são contribuintes, como por exemplo, o pentatlo moderno. Não tínhamos vários atletas que pudessem nos dar medalhas, mas tínhmoas uma (Yane Marques), e investimos tudo nela (acabou ganhando o bronze). As outras são legado, para dar resultado no futuro, em 2020, 2024, 2028.
Para cada uma das 18 modalidades com maiores chances, foi criado um livro-guia. Além disso, também servirá de incentivo o Plano Brasil Medalha, divulgado recentemente pela presidência da República. De acordo com o dirigente, como parte do projeto, as confederações, o próprio COB e o Ministério trabalharão em conjunto.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/cob-reafirma-desejo-de-ver-brasil-no-top-10-do-quadro-de-medalhas-6574479#ixzz2AixpwcaU 

Fifa teme novo apagão durante a Copa


Queda de energia na semana passada afetou Fortaleza, Natal, Recife e Salvador

O apagão que aconteceu no Nordeste do país na semana passada preocupa a Fifa, de acordo com o jornal "Folha de S.Paulo". 

A entidade se queixou porque o problema aconteceu no último dia 25 em quatro sedes da Copa na região: Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. Alguns dias antes, Brasília também foi afetada por uma falha na distribuição de energia.

A Fifa tem o receio de que os apagões voltem a acontecer novamente durante a Copa da Confederações e a Copa do Mundo. 

O governo federal se defende dizendo que autorizou, na última sexta-feira (26), as empresas estaduais de energia elétrica a contratarem empréstimos de até R$ 850 milhões para melhorar o fornecimento de energia.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10964/FIFA+TEME+NOVO+APAGAO+DURANTE+A+COPA.html

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Qual o caminho para o sonho olímpico brasileiro?


País precisa ampliar leque de esportes para ficar entre os dez melhores

RIO - Não vai ser nada fácil. Mas nos Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil quer ser, pela primeira vez, “top 10” no quadro de medalhas. Em Londres 2012, o país obteve o recorde de 17 medalhas, sendo três ouros, cinco pratas e nove bronzes. Pelo número de ouros - critério adotado mundialmente -, ficou em 22º lugar, e pelo total de medalhas - adotado apenas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) -, em 14º (levando em conta os empates entre países com o mesmo número). Diante disso, como o Brasil conseguirá ser “top 10” em 2016?
Dinheiro, parece que não vai faltar. A presidente Dilma Rousseff anunciou, em setembro, o Plano Brasil Medalhas 2016, com um investimento de R$ 1 bilhão para pôr o Brasil entre os primeiros. Cerca de R$ 690 milhões irão para o apoio a atletas, e R$ 310 milhões, para 22 centros de treinamento (CTs). Agora, cabe aos gestores do esporte elaborar projetos. Verbas, a bem da verdade, não faltaram ao COB e ao esporte de alto rendimento, entre 2009 e 2012. O montante foi de R$ 1,7 bilhão, muito mais que os R$ 280 milhões de 2001 a 2004. Vale lembrar que em Atenas, em 2004, os atletas brasileiros obtiveram cinco ouros, duas pratas e três bronzes, num total de dez pódios. Os cinco ouros são o recorde olímpico do país.
- Nossa meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros do mundo, considerando o número total de medalhas em 2016. Para isso, começamos com antecedência, desenhando o Plano Estratégico a partir de 2009, quando o Brasil ganhou o direito de sediar os Jogos - afirma o superintendente-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire. - Começamos a aumentar o leque das modalidades medalhistas, com medalhas inéditas no pentatlo moderno, na ginástica e com as três do boxe, que não subia ao pódio olímpico desde 1968. Isso mostra que estamos no caminho certo para a nossa meta. Um CT exclusivo para o Brasil (em Crystal Palace, em Londres) e o projeto Vivência Olímpica (jovens com potencial para 2016 que foram levados a Londres para conhecer o ambiente olímpico) também foram muito bem avaliados.
Na opinião do dirigente, para que o país se torne uma potência olímpica, é preciso dedicação de governo federal, COB, confederações, federações olímpicas e patrocinadores.
- O Brasil apresenta uma curva de crescimento que tende a nos levar ao 10º lugar em casa - diz Freire.
Para alcançar o objetivo, o COB distingue as modalidades em vitais, potenciais, contribuintes e de legado. É preciso ganhar ainda mais nas vitais, as em que já se tem bom histórico (vôlei, futebol, natação, judô, iatismo); reforçar as ações nas potenciais (boxe, ginástica); apoiar as modalidades contribuintes (pentatlo moderno, levantamento de peso); e investir em modalidades de legado (para o futuro). A questão no Brasil é como em menos de quatro anos se poderia desenvolver os vários esportes. Na Grã-Bretanha, sede do megaevento deste ano, o país anfitrião festejou o terceiro lugar em ouros, com 29, atrás de EUA e China. No total, ficaria em quarto, com 65 (29 ouros, 17 pratas e 19 bronzes).
- Começamos a preparar nossa delegação há sete anos - explicou ao GLOBO, em Londres, o lorde Colin Moynihan, diretor-geral da Associação Olímpica Britânica. - Nós nos saímos melhor do que esperávamos. Tínhamos uma boa expectativa, porque temos muitos atletas de talento, mas não acreditávamos que pudéssemos bater a Rússia.
Na ocasião, Moynihan explicou que seu país contava com um fundo em favor dos atletas, com recursos das loterias. Órgão governamental responsável pelo esporte de alto rendimento, o UK Sport havia investido 264 milhões de libras (R$ 834 milhões) de 2009 a 2012.
De acordo com Freire, o COB apoia diversos projetos apresentados pelas confederações, muitos deles com foco nas equipes de base, através da Lei Agnelo Piva (percentual das loterias reverte para o esporte). O trabalho entre o COB e as confederações é feito em conjunto, com intensa troca de informações:
- Os resultados obtidos por boxe, pentatlo moderno e ginástica artística em Londres 2012 mostram que estamos ampliando o leque de modalidades medalhistas olímpicas, sem esquecer as modalidades de maior tradição no Brasil.
Em alguns casos, o COB busca as federações internacionais, como as de badminton e tiro com arco, além de contratar técnicos estrangeiros. O superintendente destaca algumas ações, como o CT Time Brasil, no antigo autódromo de Jacarepaguá; a contratação do consultor americano Steve Roush, ex-dirigente do Comitê Olímpico dos Estados Unidos; o Instituto Olímpico, que forma gestores; a aplicação da Ciência do Esporte; e alguns projetos especiais.
- O COB trabalha incessantemente, e a evolução dos resultados nas principais competições internacionais comprovam isso. Porém, descobrir talentos agora em 2012 para medalhar em 2016 é quase impossível — admite Freire.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/qual-caminho-para-sonho-olimpico-brasileiro-6531270#ixzz2AODTBTcY 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Aportes geram US$ 1 bi anual no Brasil, diz estudo


A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, ambos com sede no Brasil, ajudaram os negócios na indústria de patrocínio esportivo no país. De acordo com um estudo feito na Sponsorship Today,o setor gera, atualmente, US$ 1 bilhão por ano.

A pesquisa examinou mais de 300 acordos de patrocínios nacionais e apurou que os números cresceram 200% desde 2005.

No entanto, a taxa de crescimento diminuiu no último ano. A causa disso são as baixas oportunidades de patrocínios na Copa do Mundo e nos Jogos Olímpicos, já que os principais contratos dos eventos já haviam sido fechados anteriormente.

 “A maior parte dos acordos de patrocínios para 2014 e 2016 estão quase completos e é muito difícil que ocorram novos grandes contratos”, disse Simon Rines, autor da pesquisa.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27237/Aportes-geram-US-1-bi-anual-no-Brasil-diz-estudo/index.php