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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Governo do Rio inaugura linha do BRT Transoeste até dezembro


Novo itinerário vai ligar a Barra da Tijuca a Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense

Por Pedro Carrion

Em funcionamento desde junho deste ano, o BRT (Bus Rapid Transit) Transoeste liga a Barra da Tijuca ao bairro de Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro, por meio de 40 km de corredores exclusivos. Mas até o final do ano, a prefeitura do Rio pretende entregar a linha que vai conectar a Barra a Campo Grande, também na zona oeste. 

Ao todo, então, serão 56 km de via expressa ligando Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande. Atualmente, o serviço beneficia cerca de 120 mil passageiros, que tiveram seu tempo de viagem diminuído em aproximadamente uma hora. A Transoeste, de uma forma geral, está orçada em R$ 900 milhões, toda ela paga com recursos da Prefeitura do Rio.

Sistema de corredores de ônibus
Além desta linha, a única que está parcialmente concluída, o governo aposta em outros corredores de BRT programados para os megaeventos na capital fluminense (Copa e Olimpíada), ainda em construção ou em fase de projeto.

Com uma faixa segregada de 39 km de extensão, a Transcarioca será o primeiro corredor de alta capacidade entre a Barra da Tijuca e o Aeroporto Internacional, na Ilha do Governador. 

As obras, que não apresentaram evolução em relação ao último mês, têm investimento total de R$ 1,5 bilhão, compartilhado entre governo federal e município, com prazo de conclusão para dezembro de 2013.

O mesmo acontece com a Transolímpica, cujas obras também não apresentaram novidades desde o último levantamento. Com 23 km de extensão, o corredor unirá os bairros do Recreio dos Bandeirantes e Deodoro. 

Cerca de 400 mil pessoas serão beneficiadas e o tempo de percurso será diminuído em mais de uma hora. A Transolímpica custará R$ 1,55 bilhão e o seu financiamento virá em parceria com a iniciativa privada através de concessão, com previsão de término para fim de 2015.

Ainda em fase de captação e sem previsão de início das obras, a Transbrasil será o corredor expresso da avenida Brasil, desde Deodoro até o aeroporto Santos Dumont, passando também pelas avenidas Presidente Vargas e Francisco Bicalho. Assim que forem iniciadas, as obras deverão durar 36 meses.

Com 32 km de extensão, esta linha exclusiva de ônibus provavelmente terá a maior demanda entre todos os BRTs já projetados e implantados no mundo, de acordo com a prefeitura do Rio, pois irá conectar o sistema a corredores de elevadíssima demanda, como as rodovias federais BR-116 (Rio-São Paulo) e BR-040 (Rio-Juiz de Fora). Além disso, terá conexões com a Transcarioca e a Transolímpica. O usuário também poderá efetuar integração com o metrô e o trem. 

Fazem parte do projeto, ainda, a construção de pontes e viadutos, o alargamento das pistas laterais da av. Brasil entre Irajá e Guadalupe e a construção de um mergulhão de acesso ao aeroporto Santos Dumont, preservando o patrimônio paisagístico do Aterro do Flamengo. 

Estas obras estão orçadas em R$ 1,3 bilhão. O governo federal deve financiar R$ 1,129 bilhão e a prefeitura entrará com R$ 171 milhões de contrapartida. A licitação está prevista para 2013.

VLT adia edital de licitação para novembro
A mobilidade no Rio não avança apenas sobre pneus. Sobre trilhos, uma das principais novidades na malha de transporte da cidade é o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da zona portuária, parte integrante do projeto de revitalização daquela área, o Porto Maravilha.

As obras para receber o VLT já estão em curso, com algumas ruas da região sendo reformadas e preparadas para a implantação do novo sistema. E o túnel ferroviário localizado sob o Morro da Providência, de 314 metros, por onde passará os trens, foi todo reformado e ampliado. 

A obra para a implantação do VLT só começará após o contrato de licitação para a escolha da concessionária responsável também pela operação do serviço. Devido à necessidade de uma adequação, o edital sairá apenas em novembro e não mais em outubro. Após avaliar as propostas das empresas interessadas, o resultado da concorrência deve sair em 45 dias, até o meio de dezembro. 

O projeto do VLT prevê a construção de duas linhas até 2014, beneficiando a cidade já para a Copa de 2014, e outras quatro para 2016. O custo é de R$ 1,1 bilhão, sendo que R$ 582 milhões virão do governo federal, via PAC da Mobilidade.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10947/GOVERNO+DO+RIO+INAUGURA+LINHA+DO+BRT+TRANSOESTE+ATE+DEZEMBRO.html

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Rio pretende triplicar uso do transporte público até Jogos de 2016


Com implantação das linhas de BRTs, cidade da próxima Olimpíada terá mais opções de transporte

Por Pedro Carrion

A quatro anos da próxima Olimpíada, a Prefeitura do Rio de Janeiro apresentou, nesta sexta-feira (5), o projeto Olímpico 2016.

Uma coletiva de imprensa no Centro de Operações da prefeitura, no centro da cidade, contou com presença do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e da presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Maria Silvia Bastos Marques. Entre os assuntos abordados, destaque para as obras que visam a melhorar o transporte público na cidade. 

O legado que as obras deixarão para a cidade também foi muito citado no evento. Segundo a presidente da EOM, o objetivo é tornar o Rio de Janeiro uma cidade modelo.

"Com a implantação de todas as BRTs, pretendemos alcançar um grande aumento no uso do transporte público na cidade, ao ponto de triplicar o número de usuários. Com essa e outras melhorias em demais áreas, acreditamos que até 2020 o Rio de Janeiro seja a melhor cidade para viver, visitar e trabalhar da América do Sul", disse Maria Silvia.

Com a linha expressa BRT Transoeste já em funcionamento e a Transcarioca e a Transolímpica com obras adiantadas, apenas a linha Transbrasil ainda não começou a ser construída, o que está previsto para acontecer em junho de 2013.

"Há dois anos e meio ninguém imaginaria que estivéssemos com algumas obras tão avançadas. Já viabilizamos a linha Transoeste e a conclusão dos demais BRTs está em andamento. Assim como outras intervenções, caso do Porto Maravilha, que contará com os Veículos Leves sobre Trilhos. E do estádio Maracanã, que está com mais de 50% das obras concluídas", afirmou Eduardo Paes.

Direto de Londres, o diretor-geral do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, Leonardo Gryner, participou do evento por videoconferência. Ele falou sobre suas impressões e o que pode tirar de positivo da Olimpíada que está sendo disputada na capital londrina. 

"A metodologia do planejamento utilizado aqui em Londres é bastante inspiradora, eles são muito bons nisso. Mas é preciso entender que as dimensões e características daqui e do Rio de Janeiro são diferentes. O importante é deixarmos um legado. Para as Olimpíadas, 47% das instalações que serão usadas já estão construídas, 25% vão ser temporárias e 28% serão novas", afirmou Gryner.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10469/RIO+PRETENDE+TRIPLICAR+USO+DO+TRANSPORTE+PUBLICO+ATE+JOGOS+DE+2016.html 

terça-feira, 10 de julho de 2012

Eletrificação ainda não é acessível aos BRTs, afirma governo do Rio


Secretaria Municipal de Transportes afirmou que a sua utilização ainda não é viável

Por Pedro Carrion

Não há planos para utilizar ônibus elétricos nos novos BRTs do Rio de Janeiro. A Secretaria Municipal de Transportes afirma que a sua utilização ainda não é viável, mas que tão logo essa situação seja alterada, o município deverá aderir à motorização elétrica, inclusive com apoio de financiamento do BNDES.

Segundo a Secretaria, os veículos dos BRTs usarão motores e combustíveis menos danosos ao meio ambiente. Por enquanto, os ônibus terão o motor Euro 5, que reduz em 60% a emissão do óxido de nitrogênio na atmosfera e em 80% as partículas globais de emissão de poluentes. O combustível usado será uma mistura de diesel e biodiesel, que utiliza fontes vegetais em sua composição.

Comuns em várias cidades do país até os anos 1980, os ônibus elétricos (ou trolebus) foram gradativamente afastados das ruas em função do aumento dos preços da energia elétrica. Na região do ABC, em São Paulo, um corredor opera ônibus elétricos desde a década de 1970. E a própria capital paulista, nos últimos dois anos, renovou sua frota de trolebus com veículos mais modernos, de piso baixo.

Segurança aos pedestres
A Secretaria Municipal de Transportes vai lançar campanha para reforçar a educação de trânsito aos motoristas, ciclistas e pedestres. O órgão afirma que o comportamento inadequado da população no trânsito seria a principal causa de problemas recentes ocorridos no novo corredor BRT Transoeste, onde falhas na sinalização teriam gerando riscos aos pedestres. 

Ainda de acordo com o órgão, não existe falha nem inadequação da sinalização do corredor, mas sim a má utilização por parte dos pedestres, "que atravessam a via de forma irresponsável e dos motoristas, que invadem as canaletas de uso exclusivo dos veículos BRT". No entanto, usuários entrevistados pela imprensa carioca no decorrer da semana passada apontaram problemas de projeto no corredor de ônibus, como a longa distância entre as estações de embarque e as faixas de pdestres para travessia das pistas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10290/ELETRIFICACAO+AINDA+NAO+E+ACESSIVEL+AOS+BRTS+AFIRMA+GOVERNO+DO+RIO.html

Mobilidade precisa melhorar até a Copa, avaliam especialistas


Investimentos em transporte público e engenharia de tráfego foram insuficientes até aqui

Nem só da reforma de estádios e ampliação de aeroportos é feita a preparação do Brasil para os eventos esportivos internacionais como a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. 

Outro desafio que ocupa a atenção dos governos federal, estaduais e municipais das cidades-sede é o da mobilidade urbana, ou seja, o planejamento para que as pessoas, turistas e a população local possam se deslocar com tranquilidade pelas vias da cidade, usando o transporte público ou particular.

Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), serão 3,6 milhões de visitantes somente no ano da Copa. Para especialistas, o país não tem adotado políticas satisfatórias com relação ao trânsito para receber esse contingente de pessoas.

A preparação das 12 cidades-sede para os eventos no que diz respeito à mobilidade inclui ações como a execução de obras de infraestrutura viária; a implantação no Rio de Janeiro e Recife do sistema bus rapid transit (BRT), que consiste em corredores exclusivos para ônibus; a instalação do trem elétrico monotrilho em São Paulo e Manaus e do veículo leve sobre trilhos (VLT) em Brasília, Cuiabá e Fortaleza; a integração de terminais de passageiros, entre outras medidas. No total, está previsto investimento de R$ 10,9 bilhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Além do investimento em transporte coletivo e engenharia de tráfego, haverá a definição de uma logística para a circulação dos turistas e moradores das sedes durante os eventos, que ficará a cargo do Ministério da Justiça.

O órgão criou comissões de Segurança Pública estaduais para tratar do assunto. Elas se reunirão, a partir deste mês, para discutir um plano de mobilidade urbana, a ser concluído até o fim de setembro.

Na avaliação de analistas, entretanto, tais iniciativas podem ser insuficientes para garantir um trânsito tranquilo durante os eventos. Além de um possível atraso na entrega das obras –no fim do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) fez um alerta ao governo federal, pois somente 5% do valor destinado à mobilidade havia sido executado– eles apontam a inadequação do modelo de tráfego brasileiro à movimentação de pedestres, ciclistas e usuários de transporte coletivo.

Para Artur Morais, pesquisador em transporte na Universidade de Brasília (UnB), historicamente as políticas de trânsito no país privilegiam motoristas em detrimento de pedestres. “O modelo de mobilidade implantado em toda cidade brasileira é baseado no carro, do qual se vê um excesso nas ruas.

Investe-se pouco em transporte público. Eu vejo as pessoas querendo fazer viadutos, alargar vias. Na verdade, o que poderia de fato ajudar seriam ciclovias, calçadas e um transporte coletivo melhor”, sugeriu.

O especialista em segurança de trânsito David Duarte, presidente do Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito (IST), faz análise semelhante. Ele destaca a insuficiência do transporte público das grandes cidades para a população local, e prevê um funcionamento ainda mais deficiente com a chegada dos visitantes.

Para Duarte, as obras previstas para melhorar o transporte público não serão suficientes para dar conta da demanda aumentada. “Vai congestionar ainda mais. Vale lembrar que alguns desses visitantes, principalmente os que vêm da Europa, estão habituados a um transporte público de melhor qualidade e a um sistema que valoriza o pedestre e o ciclista”, alertou.

Um dispositivo que facilitou a vida de quem que precisa andar a pé no Brasil foi a obediência à faixa de pedestres, modelo segundo o qual o motorista freia para dar passagem a caminhantes e ciclistas desmontados. Instituído em caráter pioneiro em Brasília há 15 anos, hoje o sistema é copiado por algumas cidades brasileiras e considerado um marco no respeito ao pedestre.

Para Celso Luiz Martins, autor do livro Código de Trânsito Brasileiro Comentado, trata-se de um avanço. “Nós ainda não somos ótimos, mas o Brasil melhorou muito no tratamento ao pedestre”, comenta.

Martins destaca, entretanto, que a faixa não é uma solução eficaz para as vias mais movimentadas de grandes metrópoles, nem resolve o problema do pedestre no país. “A travessia funciona onde não há grande fluxo de veículos. Em locais como as avenidas Paulista (São Paulo) ou Rio Branco (Rio de Janeiro) não vai ser bem-sucedida.

Nesses casos, a forma de fazer os veículos pararem é instalar focos de pedestres [semáforo específico para quem anda a pé]”, disse. Ele defende campanhas educativas e maior preparo dos agentes fiscalizadores como principal maneira de mudar a realidade do trânsito no Brasil. “No nosso país, a mobilidade é prejudicada principalmente pelo comportamento”, ressaltou.

A reportagem da "Agência Brasil" entrou em contato com as administrações de quatro das 12 cidades-sede da Copa de 2014 para saber mais detalhes sobre as ações de mobilidade urbana em suas localidades.

A Secretaria Municipal de Transporte do Rio de Janeiro (SMTR) não deu retorno até o fechamento desta matéria, e o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em Brasília, disse que apenas o governo federal poderia se pronunciar a respeito.

Amir Schvartz, titular da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo em Recife, disse que os preparativos na capital pernambucana incluem a construção da Via Mangue, que deve melhorar o tráfego da zona sul da cidade; e dois corredores exclusivos de ônibus. A previsão é que as modificações fiquem prontas entre setembro e dezembro de 2013.

A Secretaria Especial de Articulação para a Copa em São Paulo informou que cinco obras viárias estão previstas para os arredores do estádio de Itaquera, onde ocorrerão os jogos. Além disso, está em curso um estudo de tecnologia para diminuir o período entre a chegada dos trens do metrô, possibilitando o transporte de um número maior de passageiros.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10282/MOBILIDADE+PRECISA+MELHORAR+ATE+A+COPA+AVALIAM+ESPECIALISTAS.html

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Prefeitura do Rio inicia obras do BRT Transolímpica


Prefeitura vai desapropriar vários imóveis em três bairros para a construção da via expressa

A prefeitura do Rio de Janeiro iniciou ontem (4) as obras da Transolímpica, via expressa que vai reduzir para 50 minutos o tempo de ligação entre os bairros Recreio dos Bandeirantes e Deodoro, ambos na zona oeste da capital fluminense. Atualmente o percurso é feito em quase duas horas. Serão oito bairros integrados com o novo corredor do BRT (bus rapid transit), que terá 23 quilômetros de extensão. Cerca de 400 mil pessoas serão beneficiadas e a previsão é que 55 mil veículos passem por dia pela via.

A Transolímpica vai fazer a ligação das principais instalações que receberão os Jogos Olímpicos de 2016, como a Vila dos Atletas e o Parque Olímpico. De acordo com a prefeitura todo investimento vai custar R$ 1,55 bilhão e o financiamento será feito por meio de uma parceria com a iniciativa privada, que terá direito de exploração do corredor por 35 anos com a cobrança de pedágio, que será o mesmo cobrado na Linha Amarela. O término das obras está previsto para 2015.

Para a construção da via expressa, a prefeitura vai desapropriar vários imóveis nos bairros de Jacarepaguá, Jardim Sulacap e Magalhães Bastos. Inconformados com uma possível desapropriação moradores de uma vila de casas que fica em frente ao canteiros de obras da Transolímpica fizeram manifestação com o objetivo de chamar a atenção do prefeito do Rio. Eduardo Paes tentou tranquilizá-los, afirmando que nenhuma casa será derrubada para a construção do viaduto que vai passar na região.

“A gente sempre tenta evitar atingir a residência das pessoas. O lugar onde as pessoas moram é sempre um local de apreço. Nesse lado da Transolímpica não atingiremos nenhuma casa”, garantiu.

O novo corredor terá 18 estações de BRT , dois terminais de ônibus e vai servir ainda de via expressa para outros veículos. Está previsto também a construção de um túnel com duas galerias, cada uma com quase 2 quilômetros de extensão.

O BRT é um sistema em que ônibus articulados ou biarticulados circulam em pista exclusiva e fazem paradas em estações próprias, únicos locais onde os passageiros embarcam, desembarcam e pagam as passagens. Os veículos têm painéis eletrônicos, ar-condicionado e sistema de som. Trata-se de um sistema de transporte coletivo de média capacidade já adotado em cidades brasileiras como Curitiba (que foi a primeira a implantar o sistema em 1979), Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10268/PREFEITURA+DO+RIO+INICIA+OBRAS+DO+BRT+TRANSOLIMPICA.html

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Prefeitura do Rio inaugura outra obra do BRT Transcarioca


Mergulhão Billy Branco faz parte da 1º fase das obras e está localizado próximo à Cidade das Artes

A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou no último domingo (1º) mais uma obra do BRT Transcarioca, linha que ligará a Barra da Tijuca ao aeroporto do Galeão. O mergulhão Billy Branco, localizado próximo à Cidade das Artes, faz parte da fase 1 da construção. 

No total, o mergulhão tem 670 metros de extensão e 8 metros de largura. Com ele, os ônibus do BRT terão uma pista exclusiva no encontro das avenidas Ayrton Senna e das Américas.

Construído em 15 meses, ele tem sentido único, para o Recreio dos Bandeirantes. Na entrada, a estrutura conta com duas pistas, com uma faixa em cada uma. Na saída, há uma pista com duas faixas. O mergulhão fica a 250 metros de uma futura estação de BRT e a 600 metros do Terminal Alvorada, que é um ponto de integração com a linha Transoeste. 

Segundo a Secretaria Municipal de Obras (SMO), as intervenções nas plataformas da Transcarioca seguem até dezembro de 2013, quando o sistema começa a operar. 

Em maio, a prefeitura fluminense entregou o mergulhão do Campinho e o viaduto Negrão de Lima, que também fazer parte do trajeto da Transcarioca. Na ocasião, o BRT chegou a 27,5% de execução após 14 meses do início da obra. A linha terá 39 quilômetros, com 45 estações e três terminais.

Orçada em R$ 1,18 bilhão, a linha vai transportar 400 mil passageiros por dia. A previsão é que a obra seja concluída até dezembro de 2013.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10251/PREFEITURA+DO+RIO+INAUGURA+OUTRA+OBRA+DO+BRT+TRANSCARIOCA.html

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dilma libera R$ 1,6 bilhão para Olimpíadas de 2016


Deste total, R$ 500 milhões serão investidos em seis linhas de VLTs no Centro do Rio

RIO - A presidente Dilma Rousseff vai anunciar na tarde desta quarta-feira a liberação de R$ 1,6 bilhão de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade Urbana para dois projetos de infraestrutura em transportes que deverão ser concluídos até os Jogos Olímpicos de 2016. Deste total, R$ 500 milhões serão de recurso direto do tesouro a serem investidos num plano para criar seis linhas de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no Centro do Rio, sendo duas linhas até a Copa do Mundo de 2014 e as outras quatro até as Olimpíadas de 2016.
O custo estimado deste VLT é de R$ 1,1 bilhão. Os R$ 600 milhões que faltam, virão de uma parceria público-privada, na qual, ganhará a empresa que exigir a menor contrapartida da prefeitura. A União vai emprestar R$ 1,1 bilhão para as obras da Transbrasil, que ligará Deodoro ao Aeroporto Santos Dumont, passando ao longo da Avenida Brasil, Francisco Bicalho e Presidente Vargas. A previsão é que as obras durem três anos.
Os governos federal e municipal ainda vão discutir como será feito o repasse desses recursos de modo a coordenar o cronograma de obras ao calendário eleitoral, que restringe o repasse voluntário de recursos federais aos municípios nos últimos meses de 2012.
No caso do Bus Rapid Transit (BRT), é possível que a licitação seja realizada este ano, mas a contratação da concessionária só aconteça em 2013, devido ao calendário eleitoral. De qualquer forma, a preparação das vias já começaria este ano, dentro das intervenções do projeto Porto Maravilha.
Dilma é aguardada em um dos canteiros da Transcarioca, BRT que só deverá ser concluído em 2014, ligando a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Tom Jobim. Um palanque foi montado dentro de um dos mergulhões do projeto, em fase final de construção, no Largo do Campinho. Essa obra é financiada com recursos do BNDES.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/dilma-libera-16-bilhao-para-olimpiadas-de-2016-4376162#ixzz1ppi5SzJR 

terça-feira, 6 de março de 2012

Concurso vai definir plano diretor de ocupação do Complexo Esportivo de Deodoro


Nesta terça-feira, o governo do Estado anunciou parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil

RIO - O secretário-chefe da Casa Civil do governo do Estado, Régis Fichtner, anunciou nesta terça-feira uma parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) para realizar um concurso que definirá um plano diretor de ocupação do Complexo Esportivo de Deodoro. Os escritórios de arquitetura definirão não apenas um plano de ocupação para as instalações esportivas já existentes e a ser construídas para as Olimpíadas, como também uma integração desses equipamentos com o futuro Autódromo de Deodoro. Régis Fichtner participa da reunião com representantes do Comitê Olímpico Internacional (COI), que está no Rio acompanhando os projetos para as Olimpíadas de 2016.

O presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes, o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes também participam do encontro com os representantes do comitê. Antes de participar da reunião, na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o prefeito disse que vai negociar com a Confederação Brasileira de Automobilismo prazos para a desativação do Autódromo de Jacarepaguá. O espaço receberá o Parque Olímpico, principal instalação esportiva para os Jogos.
— O autódromo não é um problema. As demolições não vão começar sem que o novo autódromo de Deodoro comece a ser construído — disse o prefeito.
Paes também falou sobre os próximos passos da prefeitura na preparação dos jogos Olímpicos na cidade:
— As coisas estão funcionando como o previsto, o planejado, e temos ainda muito o que fazer. Está tudo bem nas Olimpíadas do Rio. Amanhã (quarta-feira), a Prefeitura do Rio entrega à população o Parque dos Atletas, que já foi usado durante o Rock in Rio e é uma das duas obras já inauguradas das Olimpíadas. Anunciaremos também a solução para o golfe, temos a licitação do Parque Olímpico já feita, BRTs em andamento, e inclusive um dos BRTs, a Transolímpica, via expressa que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro, termina a licitação na quinta-feira. Ou seja, está tudo mais do que no prazo – afirmou Paes, destacando que as duas intervenções já inauguradas são o Parque dos Atletas, onde foi realizado o Rock in Rio 2011, e o novo Sambódromo, que vai abrigar as provas de Tiro com arco e a chegada da Maratona.
Nesta quarta-feira, ele participará do anúncio do resultado do concurso para a escolha da empresa que construirá o campo de golfe dos Jogos Olímpicos Rio 2016, na Barra da Tijuca. Em seguida, Paes acompanhará a comitiva do COI até o Parque dos Atletas, que será oficialmente aberto ao público.
O Parque dos Atletas, primeiro equipamento olímpico a ser entregue pela Prefeitura do Rio, em agosto de 2011, será reservado para descanso e entretenimento dos atletas que disputarão os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Antes e após o evento, será uma área pública para lazer e prática de esportes, com estrutura para receber grandes eventos, como o Rock in Rio.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/concurso-vai-definir-plano-diretor-de-ocupacao-do-complexo-esportivo-de-deodoro-4228310#ixzz1oMwwOlTX 
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