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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Resort da rede Hyatt na Praia da Reserva terá hotel e condomínio


Empreendimento, que faz parte do pacote olímpico, ficará em área de 45 mil m²

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO — O Rio terá, em 2015, seu primeiro resort, um misto de hotel com prédios residenciais. As obras do Grand Hyatt, próximo à entrada para a Praia da Reserva, preveem a construção de 436 quartos de hotel e dois condomínios residenciais de luxo com 80 unidades. Mas quem quiser morar com vista para o mar e a Lagoa de Marapendi vai ter que coçar o bolso. Os apartamentos mais baratos estão sendo oferecidos em pré-lançamento a partir de R$ 2,6 milhões (130 metros quadrados). Levará uma das duas coberturas de 1.050 metros quadrados (incluindo quatro suítes e piscina olímpica dentro de casa) quem tiver R$ 40 milhões.
O Hyatt decidiu investir no Rio com a aprovação, em 2010, do chamado Pacote Olímpico, que concede incentivos fiscais para estimular a abertura de novos hotéis no Rio e atender à demanda gerada pelas Olimpíadas de 2016. Em 2009, quando o Rio venceu a disputa para organizar os jogos, contava com 26 mil quartos. A meta é chegar a 40 mil em 2016.

Construções ocuparão metade do terreno
As obras estão sendo bancadas pelo próprio grupo hoteleiro, que não divulgou o valor total do investimento. O terreno tem 45 mil metros quadrados, dos quais apenas a metade será usada, porque o restante se encontra em área de preservação. Os 436 apartamentos estão divididos em quatro prédios de seis pavimentos. O empreendimento terá três restaurantes.
— No caso dos apartamentos residenciais, não é possível considerar os preços. Morar num anexo de um hotel de luxo como Hyatt é como morar num anexo do Hotel Copacabana Palace. Só que com vista para a Praia da Barra e a Lagoa de Marapendi. Ainda não tivemos interessados nas coberturas. Se não conseguirmos compradores, elas serão desdobradas em até quatro unidades cada uma — disse o empresário Rubem Vasconcellos, da Patrimóvel, que negocia os apartamentos residenciais.
O terreno onde o complexo será construído já pertenceu à Área de Preservação Ambiental (APA) de Marapendi. Em 2005, a Câmara dos Vereadores aprovou, em tempo recorde, um projeto de lei retirando o terreno da APA. A lei manteve intocáveis as áreas consideradas de preservação, mas dobrou a área total edificável. O ex-prefeito Cesar Maia chegou a entrar na Justiça contra o empreendimento. Mas a lei foi julgada constitucional pelo Tribunal de Justiça.
O projeto é visto com reservas por um grupo de moradores do condomínio Alfabarra. Eles entraram com representação na promotoria de meio ambiente do Ministério Público para investigar se houve irregularidades no processo de concessão da licença. O ofício ainda está em fase de distribuição no MP.
— São mais de 400 apartamentos na entrada da Praia da Reserva, justamente num trecho muito movimentado. Isso terá impacto no trânsito. Nós desconhecemos que tenha havido audiência pública antes do licenciamento do projeto. Também temos dúvidas se os prédios não vão estar em risco, pois o tráfego aéreo é intenso na reserva — reclamou o advogado Bruno Miragaya, morador do bloco Sun Set e um dos líderes da representação ao MP.
A rede Hyatt, por sua vez, informou que cumpriu todas as exigências ambientais, inclusive a expansão da rede de esgotos externa para permitir a ligação das saídas do condomínio com os troncos coletores. Há também o compromisso de recuperar e manter a vegetação nativa.
O secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, disse que não houve irregularidades no processo de licenciamento. Para ele, a mudança feita em 2005 permitiu o aproveitamento imobiliário de um terreno que já estava em parte degradado, porque serviu como canteiro de obras do projeto de implantação do emissário submarino da Barra. Para licenciar o empreendimento, a prefeitura exigiu também contrapartida financeira de R$ 10 milhões.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/resort-da-rede-hyatt-na-praia-da-reserva-tera-hotel-condominio-6653797#ixzz2BXA1eYBW 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Prefeito do Rio diz que rede hoteleira da cidade não preocupa mais


Eduardo Paes participou de solenidade que deu início às obras de um hotel no Riocentro, sede do IBC

Fonte: Alvo de receio do Comitê Olímpico Internacional (COI) e das próprias autoridades públicas do Rio de Janeiro, a rede hoteleira carioca não preocupa mais, segundo o prefeito Eduardo Paes. Na época da candidatura do Rio à cidade-sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, os quartos de hotéis da capital fluminense eram considerados insuficientes para o evento esportivo internacional e isso gerou preocupações.

A declaração de Paes foi feita hoje (18), durante início das obras do Hotel Grand Mercure, que será construído no Riocentro, para abrigar os profissionais que trabalharão no Centro Internacional de Transmissão da Copa do Mundo de 2014. O hotel quatro estrelas terá 306 apartamentos.

“Cada dia mais, esse é um desafio superado. [Com] o que tem em construção, já estamos dobrando a capacidade hoteleira que a gente cidade tem. Aqui do lado estão fazendo um Hilton. O Hyatt também começou nesta semana, na Praia da Barra. Então, a questão de acomodação não será mais um problema”, disse Paes.

Segundo dados de fevereiro da Secretaria de Turismo do Rio, a cidade tinha 25,2 mil quartos de hotel. Com os projetos em construção, em licenciamento e análise, é possível chegar a 36 mil unidades até 2015. De acordo com a secretaria, o Rio se comprometeu a oferecer 42,6 mil quartos, entre hotéis, vilas de acomodação e cabines de navios, acima do exigido pelo COI, 40 mil.

De acordo com a GL Events Brasil, empresa que administra o Riocentro, o Hotel Gran Mercure vai custar cerca de R$ 100 milhões. O secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jerôme Valcke, não pôde participar da cerimônia de lançamento da obra porque precisou ser internado em um hospital do Rio de Janeiro, devido a uma infecção. Ele foi representado pelo diretor de Marketing da Fifa, Thierry Weil.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10922/PREFEITO+DO+RIO+DIZ+QUE+REDE+HOTELEIRA+DA+CIDADE+NAO+PREOCUPA+MAIS.html

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

BNDES dobra orçamento destinado aos hotéis da Copa


De acordo com anúncio foi feito hoje pelo banco, valor total será de R$ 2 bilhões

A dotação do Programa de Turismo para a Copa do Mundo de 2014 (ProCopa Turismo) dobrou de R$ 1 bilhão para R$ 2 bilhões. O anúncio foi feito hoje (26) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que aprovou também a extensão do prazo de vigência do programa de financiamento do banco para modernização do parque hoteleiro brasileiro para 30 de junho de 2013. Originalmente, o prazo expiraria no dia 31 de dezembro deste ano.

O programa foi lançado em fevereiro de 2010. Ele condiciona o apoio ao setor à prática de ações voltadas à sustentabilidade. A certificação de eficiência energética, por exemplo, garante aos tomadores prazos mais longos de pagamento e juros mais baixos.

Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, as mudanças foram feitas diante da elevada procura de empresários do setor hoteleiro pelos recursos.

A carteira de financiamento do ProCopa Turismo já ultrapassou R$ 1 bilhão. Incluindo os investimentos que serão feitos pelos empreendedores, o valor sobe para R$ 1,5 bilhão.

As operações aprovadas até agora alcançam R$ 347 milhões. Em análise ou consulta na área técnica do banco, existem projetos que somam R$ 680,1 milhões. Do total de pedidos de crédito em análise ou consulta, 62,7% são para construção de hotéis.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10781/BNDES+DOBRA+ORCAMENTO+DESTINADO+AOS+HOTEIS+DA+COPA.html

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sócios da Portuguesa terão desconto em hotel


Por Mauro Zafalon

Os sócio-torcedores da Portuguesa que não residem na cidade de São Paulo não têm mais desculpa para não acompanhar os jogos do clube na capital paulista. O time do Canindé fechou uma parceria com o hotel LM, que fará pacotes especiais a eles.

O estabelecimento dará 20% de desconto na diária. Além disso, oferecerá transporte gratuito de ida e volta ao estádio para os fãs, que terão apenas que estar com os pagamentos em dia e apresentar a carteira de sócio-torcedor na recepção.

“Acredito que mais ou menos 30% dos nossos sócio-torcedores não são da cidade. Essa iniciativa irá beneficiá-los”, afirmou Fábio Porto, gerente de marketing da Portuguesa.

Esses torcedores já podem fazer as malas. O próximo compromisso da equipe lusitana na capital será no domingo, às 18h30, contra o Internacional. A partida será válida pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26397/Socios-da-Portuguesa-terao-desconto-em-hotel/index.php

terça-feira, 31 de julho de 2012

Hotéis de Londres não ficam cheios apesar dos Jogos Olímpicos


Estabelecimentos agora oferecem quartos pela metade do preço

Os hotéis de Londres não conseguiram preencher totalmente suas reservas por ocasião dos Jogos Olímpicos, que estão sendo realizados agora na capital, mas continuam tendo quartos disponíveis, segundo disseram nesta terça-feira (31) fontes do setor.

Contra as previsões realizadas antes do começo dos Jogos, no dia 27 de julho, os hotéis da capital não conseguiram completar seus quartos e oferecem agora alguns deles pela metade do preço para atrair a clientela.

A agência hoteleira Jac Travel e o portal britânico de internet especializado em viagens Travelzoo reconheceram, em entrevista a uma agência de notícias britânica, que os hoteleiros "superestimaram" a demanda por ocasião dos Jogos

Segundo a diretora da Jac Travel, Angela Skelly, "comparado com o mesmo período do ano passado, as reservas de Londres são substancialmente menores, enquanto as reservas para todas as outras cidades europeias aumentaram significativamente, como no caso de Londres para o mês de setembro".

Esta agência assinalou que na semana passada as tarifas por quarto caíram para níveis considerados normais após ter inflado seus preços até 300% há dois meses.

Alguns hotéis de Londres de quatro estrelas que tinham oferecido quartos com tarifas entre 300 e 400 libras tinham baixado os preços para entre 109 e 150 libras. Outros alojamentos de duas estrelas reduziram seus preços de 200 para 50 libras.

O diretor-gerente da Travelzoo UK, Joel Brandon-Bravo, admitiu que, como já aconteceu durante o casamento entre o príncipe William e Kate Middleton em 29 de abril de 2011, "muitos hoteleiros superestimaram a demanda e agora têm quartos vazios".

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10437/HOTEIS+DE+LONDRES+NAO+FICAM+CHEIOS+APESAR+DOS+JOGOS+OLIMPICOS.html

terça-feira, 17 de julho de 2012

BNDES aprova financiamento de R$ 14 milhões para hotel na Bahia


Repasse corresponde a 80% do investimento total e está inserido no programa BNDES ProCopa Turismo

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou um financiamento de R$ 14 milhões para reforma de um hotel próximo a Salvador. O repasse está inserido no programa BNDES ProCopa Turismo, que apoia a ampliação e modernização do parque hoteleiro nacional.

Os recursos correspondem a 80% do investimento total e serão repassados por um banco privado. O projeto é modernizar as instalações do hotel Tivoli Ecoresort, na Praia do Forte. No total, 150 quartos serão reformados

Durante a execução das obras, serão gerados temporariamente 120 postos de trabalho indiretos. Atualmente, o hotel emprega diretamente 477 trabalhadores e outros 40 de forma indireta. A previsão é de que essas 517 vagas sejam mantidas no final do projeto.

Os pedidos de financiamentos para os hotéis das cidades-sede da Copa devem ser encaminhados ao BNDES até dezembro de 2012. O banco estudar prorrogar a vigência do programa, que prevê investir até R$ 1 bilhão até 2014.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10336/BNDES+APROVA+FINANCIAMENTO+DE+R+14+MILHOES+PARA+HOTEL+NA+BAHIA.html

sábado, 14 de julho de 2012

Obras de hotéis próximos aos aeroportos do Galeão e Brasília avançam


Empreendimento carioca atingiu 15% de conclusão; no DF, concretagem da fundação foi concluída

A construção de dois hotéis para os aeroportos do Galeão, no Rio, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, apresentou avanços neste mês. Segundo a Infraero, na capital fluminense, o empreendimento atingiu 15% de conclusão. Já no Distrito Federal, a concretagem das estacas da fundação foi concluída.

No Galeão, na obra, que foi iniciada em dezembro de 2011. Depois de seis meses, a fase de fundação, além da instalação dos pilares que sustentarão o edifício, foram executadas. A próxima etapa envolverá a implantação de vigas de suporte de lajes e paredes.

Em Brasília, a concretagem dos blocos da edificação também foi iniciada. Os trabalhos na obra foram também intensificados com a implantação de outro turno de trabalho,  com 125 funcionários operários. Os trabalhos começaram em janeiro.

A iniciativa da implantação de hotéis econômicos nos dois aeroportos foi iniciada em 2010, quando a Infraero abriu editais de licitação para conceder uma área para a construção dos empreendimentos. 

No Galeão, o empreendimento ocupará uma área de 4,8 mil m² no eixo viário do aeroporto. O investimento será de R$ 17,6 milhões. Na capital federal, o hotel ocupará uma área de 3,3 mil m². Orçado em R$ 32,6 milhões, o prédio estará a 560 m de distância do aeroporto.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10318/OBRAS+DE+HOTEIS+PROXIMOS+AOS+AEROPORTOS+DO+GALEAO+E+BRASILIA+AVANCAM.html

sábado, 7 de julho de 2012

Velódromo do Pan não será aproveitado em 2016


Estrutura, montada em 2007 no Autódromo Nelson Piquet, terá de ser removida por estar fora dos padrões olímpicos

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - O velódromo construído pela prefeitura para os Jogos Pan-Americanos de 2007 no Autódromo Nelson Piquet, ao custo de R$ 14,1 milhões e que já foi até cenário de novela, está com os dias contados. As obras que começaram nesta sexta-feira para transformar toda a área no principal complexo esportivo dos Jogos Olímpicos de 2016 preveem a retirada da estrutura, segundo informou a presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques. A prefeitura concordou em doar o equipamento para o Ministério do Esporte, que estuda onde realocar a estrutura. Três cidades de estados diferentes (nenhuma delas do Rio) manifestaram interesse.

A decisão foi tomada porque o velódromo do Pan foi projetado sem seguir os padrões olímpicos. Dois pilares no centro da pista impedem que os árbitros tenham uma visão completa. Nas Olimpíadas, isso impediria a homologação dos resultados. O problema da estrutura já era conhecido há dois anos. Com a decisão, o novo velódromo olímpico, inicialmente concebido como uma estrutura provisória, será mantido depois dos jogos.
O velódromo não é a única instalação erguida para os Jogos Pan-Americanos que não será aproveitada, contrariando o que estava previsto originalmente para as Olimpíadas. O Parque Aquático Maria Lenk (que custou mais de R$ 60 milhões) receberá apenas as provas de saltos ornamentais e o polo aquático. Ele ficou defasado porque o Comitê Olímpico Internacional (COI) mudou as regras para instalações das demais provas de natação após a sua construção. O novo centro aquático ficará em estruturas provisórias, a exemplo de outras instalações que serão desmontadas após os Jogos, como o centro de tênis. Parte das estruturas será reaproveitada em outros lugares, como escolas e creches.

Demolições no autódromo serão concluídas até maio
A pedra fundamental das obras no autódromo, que serão executadas numa parceria público-privada, foi lançada na tarde desta sexta-feira pelo prefeito Eduardo Paes. As intervenções serão feitas por etapas. Até maio de 2013, a concessionária Rio Mais vai demolir todas as estruturas do Autódromo Nelson Piquet. Os trabalhos começam por um grupo de arquibancadas que não vinha recebendo público e em trechos do complexo automobilístico que não são usados para as corridas.
As pistas, a torre de controle e outras estruturas de apoio para as corridas começam a ser derrubadas no fim do ano, com o fechamento definitivo do autódromo. Um novo circuito será construído em Deodoro pelo governo estadual, com recursos da União. O projeto ainda não saiu do papel, mas vem sendo questionado pelo Ministério Público devido ao impacto ambiental.
O parque olímpico receberá 14 modalidades olímpicas, entre elas natação, basquete e tênis, e nove paraolímpicas, numa área de mais de um milhão de metros quadrados (equivalente ao bairro do Leme). Isso exigirá a construção de três complexos esportivos, que integrarão o futuro centro de formação de atletas do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Editais serão lançados na próxima semana
Na semana que vem, a prefeitura lança os primeiros editais para escolher as empresas que desenvolverão os projetos arquitetônicos do novo velódromo, do parque aquático e do centro de tênis. Segundo o acordo firmado entre os governos, o Ministério do Esporte arcará com as obras das instalações esportivas e o município, com os projetos.
— As obras dos complexos vão começar no segundo trimestre de 2013 — disse Maria Silvia Bastos Marques.
O investimento da PPP no parque olímpico é estimado em R$ 1,4 bilhão (sem incluir as instalações esportivas). A prefeitura pagará ao consórcio com o repasse de uma área de cerca 800 mil metros quadrados do autódromo que não será aproveitada nas Olimpíadas. No terreno, os investidores poderão construir casas e lojas. Além disso, o município pagará mais R$ 525 milhões ao longo de 15 anos ao consórcio, para a manutenção de toda a área.
A construção do complexo esportivo provocará modificações no entorno. O Clube Esportivo Ultraleve (CEU) negocia uma nova área com a prefeitura. A favela Vila Autódromo também será removida, provavelmente até o início de 2014. Os moradores serão reassentados num conjunto a ser construído na Estrada dos Bandeirantes, a dois quilômetros da comunidade.

Local vai ganhar um hotel 4 estrelas
A parceria público-privada (PPP) firmada com a prefeitura prevê também que a concessionária Rio Mais, responsável pela transformação do autódromo no parque olímpico, se responsabilize por construir um hotel quatro estrelas em parte do terreno. O estabelecimento deve ser inaugurado até as Olimpíadas de 2016. Outra instalação prevista em contrato é o prédio para receber o centro de transmissões dos Jogos, que após o evento terá as instalações convertidas em salas comerciais.
— A proposta é que esse novo hotel tenha 400 leitos. A intenção é começarmos as obras já no ano que vem. Estamos em negociações com várias redes hoteleiras interessadas em se associar ao projeto — disse o presidente do consórcio Rio Mais, Fernando Pacheco.
O plano para conversão do centro de transmissões após os Jogos de 2016 ainda não foi fechado. Existe a possibilidade de que as salas comerciais sejam vendidas antes mesmo das Olimpíadas. Fernando disse que serão feitos estudos de demanda do mercado:
— Poderíamos ter até 600 salas de 30 metros quadrados. Mas pode ser que haja demanda por salas maiores.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/velodromo-do-pan-nao-sera-aproveitado-em-2016-5411619#ixzz1zwu7e100 

domingo, 1 de julho de 2012

Palmeiras tenta liberação para hotel de R$ 300 mi


Por Guilherme Costa

O Palmeiras já escolheu o que vai ser “a cereja do bolo” no projeto de construção da nova arena do clube. É assim que vem sendo tratada a possibilidade de um hotel de R$ 300 milhões em um terreno da equipe alviverde. O empreendimento seria erguido pela WTorre, responsável pela reforma do estádio, em parceria com uma bandeira de hotelaria.

O empreendimento seria erguido em terreno que atualmente é ocupado pela administração do Palmeiras. Esses departamentos serão transferidos para a nova arena, que terá um prédio específico para a gestão do clube.

O problema é que há dois prédios no terreno, e o Palmeiras precisa de liberação total de ambos para viabilizar a construção do hotel. O projeto ainda está em fase embrionária.

Caso vá adiante, a ideia é que o hotel funcione independentemente do clube. A construção será feita pela WTorre, e a operação terá parceria de uma bandeira internacional.

No entanto, o hotel deve ter quartos reservados para atletas, diretoria e estafe técnico do Palmeiras. O custo usado atualmente para o empreendimento é uma estimativa, mas pode sofrer variações drásticas – o valor depende, por exemplo, da bandeira de hotelaria escolhida.

A construção do hotel é parte de um novo projeto da WTorre. A construtora trabalha desde o início do ano com um plano de crescimento interno voltado ao segmento hoteleiro, e um profissional da rede Hyatt foi contratado para liderar essa iniciativa.

A WTorre já teve reuniões com pelo menos cinco empresas interessadas em assumir a bandeira do hotel. A iniciativa deve ser feita em joint venture, e o desenvolvimento do segmento na empresa independe de o Palmeiras viabilizar o negócio complementar ao projeto da arena.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/25/25791/Palmeiras-tenta-liberacao-para-hotel-de-R-300-mi/index.php

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cinco sedes da Copa podem ter superoferta na rede hoteleira em 2015


Cinco sedes da Copa podem ter superoferta na rede hoteleira em 2015

Ao menos cinco cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 estão construindo tantos empreendimentos no setor de hotelaria que a projeção de ocupação dos leitos em 2015, um ano após o megaevento, indica superoferta, isto é, muito hotel para pouca demanda.

A conclusão é do estudo Placar da Hotelaria 2015, elaborado pelo FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil) e pela consultoria Hotel Invest, e divulgado nesta segunda-feira (18).

O estudo, que tem como objetivo monitorar a evolução dos mercados hoteleiros e evitar o crescimento excessivo de oferta nestes polos, constatou que Belo Horizonte e Cuiabá têm as piores situações. Nestas duas cidades, os hotéis podem apresentar taxa de ocupação inferiores a 50% em 2015.

Em outras sedes do Mundial, como Manaus, Salvador e a capital Brasília, esta marca não deverá chegar a 60%, o que ainda assim indica risco alto de superoferta.

Por outro lado, as duas maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, não têm com o que se preocupar: a taxa de ocupação dos leitos será superior à 70%, segundo o estudo. Em Curitiba, Fortaleza, Recife e Porto Alegre os "hotéis elefantes brancos" também não serão temores. 

Ao "Valor Econômico", a diretora-executiva do FOHB, Ana Maria Biselli Aidar, viu o levantamento com bons olhos. "O cenário, de uma forma geral, é mais positivo do que negativo. Os mercados estão com boa recuperação de demanda, mas eles estão atrelados à atividade econômica. Se o crescimento econômico se alterar nos próximos anos, vamos ter uma alteração desse cenário", diz.

A estimativa confirma projeção divulgada no Portal 2014 em agosto de 2011, quando em evento realizado com participação da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e do Secovi-SP, já se alertava para o risco de superoferta em Belo Horizonte, Salvador e Cuiabá.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10144/CINCO+SEDES+DA+COPA+PODEM+TER+SUPEROFERTA+NA+REDE+HOTELEIRA+EM+2015.html

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Rio não tem vagas suficientes para receber Olimpíadas


O número de camas disponíveis é de 67 mil. No entanto, as Olimpíadas devem receber cerca de 200 mil pessoas cadastradas, entre atletas, imprensa, voluntários e organizadores - sem contar os turistas que o evento irá atrair

Por Agência Estado

O Brasil recebeu, em 2011, cerca de 5,4 milhões de turistas estrangeiros e um número ainda desconhecido, porém não menos importante, de turistas nacionais. Contudo, de acordo com um levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, as 27 capitais brasileiras têm condições de hospedar, juntas, 373.673 pessoas, se forem levados em consideração todos os leitos duplos e individuais existentes atualmente.

O caso do Rio de Janeiro é o mais emblemático para ilustrar o déficit de vagas no sistema hoteleiro nacional. Na cidade que sediará os Jogos Olímpicos, o número de camas disponíveis é de 67.536. No entanto, as Olimpíadas devem receber cerca de 200 mil pessoas cadastradas, entre atletas, imprensa, voluntários e organizadores - sem contabilizar os turistas que o evento irá atrair.

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos lembrou que a cidade se comprometeu em contrato, e, portanto, tem condições de fornecer 48 mil quartos, distribuídos entre hotéis, vilas olímpicas e cabines de cruzeiros. Mas a capital dos jogos deve receber ainda cerca de 380 mil turistas estrangeiros, de acordo com estimativas do Ministério do Turismo.

Apesar do déficit na rede hoteleira, há espaço para aumentar a capacidade hoteleira nas capitais do país, e ainda melhorar a qualidade da hospedagem, segundo a presidente do IBGE, Wasmália Bivar.

"Há espaço para aumentar e melhorar. Algumas capitais já estão tomando iniciativa de ampliar essa capacidade. Brasília implodiu alguns hotéis, reduziu a sua capacidade atual para ampliar em seguida. Esses hotéis vão ser reconstruídos, ampliando capacidade produtiva. São investimentos que a pesquisa não vê agora", ressaltou Wasmália.

"Eu vejo investimentos em algumas capitais e vejo também necessidade de investimentos em algumas melhorias, muitas vezes até de reformulação, de modernização do próprio serviço de hospedagem, que vai se beneficiar com certeza desses investimentos", afirmou a presidente do IBGE. "O que estamos fazendo é uma linha de base para acompanhamento disso até as vésperas do evento, para que a gente possa saber, acompanhar de perto, e estimular esses investimentos."

A pesquisa identificou 554.227 vagas na rede de hospedagem existente nas 27 capitais do País. No entanto, Wasmália ressaltou que há modalidades que não estão incluídas no cálculo e que devem servir para aumentar o número de vagas, como os apartamentos alugados por temporada. A infraestrutura hoteleira de cidades no entorno das capitais também deve ser utilizada para aumentar a capacidade de hospedagem.

"O que esperamos é que as cidades do entorno das capitais onde ocorrerão os eventos contribuam, oferecendo a sua própria capacidade (de hospedagem). No Rio de Janeiro, com certeza a capacidade de Niterói vai ser utilizada para apoiar o evento", previu a presidente do IBGE.

A Pesquisa de Serviços de Hospedagem 2011 é o primeiro levantamento censitário sobre as condições de hotelaria no Brasil encomendado pelo Ministério do Turismo. O objetivo do levantamento foi identificar deficiências na rede hoteleira e também oportunidades para o setor privado, diante da perspectiva do aumento do turismo graças a eventos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Pouco conforto - Outra dificuldade é que o país ainda possui poucos hotéis de padrão internacional, os considerados de luxo ou muito confortáveis. De todos os estabelecimentos existentes nas capitais, 85,5% encaixam-se nos padrões de médio e baixo conforto e qualidades dos serviços. Apenas 14,5% foram considerados de luxo ou muito confortáveis. No Rio de Janeiro, a situação é um pouco melhor, 23,5% dos estabelecimentos atendem à classificação de luxo ou superior. Em São Paulo, que sediará seis jogos da Copa de 2014, esse porcentual cai para 19,6%.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/rio-nao-tem-vagas-suficientes-para-receber-olimpiadas