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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Polônia testa jogo com placar até 15 pontos


A Polônia pretende testar uma novidade no próximo dia 16, data do amistoso entre o Skra Belchatow e a seleção de Andrea Anastasi. O confronto vai ser disputado em melhor de nove sets, com pontuação máxima de 15, como se fosse um tie-break. Em caso de empate, a parcial termina assim que uma das equipes fizer o 16º tento, sem a necessidade de abrir dois pontos de diferença.  

Para o presidente da Federação Polaca de Voleibol, Miroslaw Przedpelski, o novo sistema deve deixar o jogo mais interessante, melhor para o público e mais atrativo para a mídia. “A proposta é interessante e revolucionária. Pode mudar drasticamente o nosso esporte”, defendeu o dirigente. As informações são do portal Volleyball.it. 

Fonte: http://www.saqueviagem.com.br/noticias_detalhe.php?idPost=8230434

quinta-feira, 5 de julho de 2012

‘Casa Brasil’ em Londres custará R$23 milhões


O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016 anunciou nesta quinta-feira, 5 de julho, que investirá cerca de R$ 23 milhões no projeto “Casa Brasil”, com o objetivo de divulgar a próxima edição dos Jogos no Brasil.

Do total invertido, R$ 19 milhões serão pagos pelo Comitê Organizador e seus patrocinadores, entre eles Nissan e Ernest & Young. Os outros R$ 4 milhões virão da Prefeitura do Rio e do Governo do Estado.

“Esse é um orçamento feito com muita austeridade. Vamos gastar o mesmo valor de Pequim, há quatro anos. Mas teremos a casa funcionando por um período dobrado”, afirmou Carlos Nuzman, presidente do Comitê Rio-2016 e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

O local será um pólo brasileiro em Londres e contará com diversos eventos culturais, entre eles exposições, shows e mostras de cinema. A Casa Brasil é uma iniciativa que existe desde os Jogos de Atlanta-1996. Neste ano, pela primeira vez, o local funcionará durante todo o período dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, de 27 de julho a 9 de setembro.

“Por sermos os anfitriões da edição dos Jogos após Londres, a Casa Brasil será ainda mais importante para divulgar o nosso projeto, a cultura brasileira, o país como destino turístico e suas novas oportunidades de negócio. Queremos que todos os visitantes comecem a sentir, em Londres, o clima vibrante e transformado do Rio que receberá os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em 2016”, disse Nuzman.

Na Casa Brasil, o Comitê da Rio-2016 promoverá também entrevistas coletivas, receberá os atletas brasileiros e lançará ações relacionadas aos Jogos do Rio. Estão planejados o lançamento de uma linha de moedas e outra de selos alusivos aos Jogos no Brasil. Além disso, uma boutique oferecerá ao público a oportunidade de comprar produtos com a marca Rio-2016, como camisas, bonés, cadernos e canecas, além de artigos brasileiros e da equipe olímpica.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/25/25873/%E2%80%98Casa-Brasil%E2%80%99-em-Londres-custara-R23-milhoes/index.php

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

AS LIÇÕES DE PUBLICIDADE DO SUPER BOWL


Por que a final do campeonato de futebol americano se tornou uma vitrine publicitária?

O Super Bowl, jogo final da NFL (National Football League  - Liga de Futebol Americano), é conhecido por ser a maior vitrine publicitária do mundo. O espaço destinado a anúncios de 30 segundos, por exemplo, custa US$ 3,5 milhões. E não é à toa: são mais de 100 milhões de telespectadores com os olhos grudados na telinha, cuja programação é constantemente interrompida pelos comerciais.

Para Maria Fernanda Narciso, da área de planejamento da Usine, o que torna o Super Bowl interessante é que ele vai na contramão das tendências on-line. “Nos últimos anos, os anunciantes passaram a investir cada vez mais em publicidade na internet em detrimento da televisão e da mídia impressa. Mas o Super Bowl ainda é o programa mais assistido da história e acumula dados impressionantes no que diz respeito ao valor do espaço publicitário. Fica claro, portanto, que ainda vale a pena investir em propaganda off-line, principalmente se conjugada com ações de interatividade na web. A interação entre as diversas mídias é um imperativo; ela potencializa o poder da publicidade, dialoga com o público e aumenta o alcance das marcas”, justifica.

Já na opinião de Eduardo Esteves, publicitário, profissional da área de marketing esportivo e autor do blog Mkt Esportivo, o que faz do Super Bowl um sucesso em termos publicitários é que todas as edições do evento deixaram a experiência de transformar um evento esportivo em um espetáculo. Ele ainda pontua que o evento também demonstrou a força do marketing esportivo através da exploração de uma modalidade global. “Se antes aliar-se ao esporte era sinônimo de bem-estar e vida saudável, os patrocínios aos megaeventos também denotam a aproximação a um público diferenciado, com impacto muito mais direto e resposta no curto e médio prazo”, afirma.

“Leve conteúdo relevante e você terá atenção do público”, afirma Renée Almeida.Renée Almeida, publicitária, consultora sênior na TerraForum e especialista em estratégias de construção e ativação de marcas, acredita que o SuperBowl se tornou a concretização de iniciativas que os publicitários almejam há bastante tempo. “Derrubar velhos padrões da publicidade não é algo simples e muito menos barato. As lições são muitas para o mercado em geral. A NRF (National Retail Federation – Federação Nacional do Varejo) fez uma pesquisa para entender como os americanos viam os comerciais do Super Bowl e a resposta foi  ‘entretenimento’. Claro que em um mundo cada vez mais multimídia, repleto de informações, os modelos de publicidade tradicionais precisam mudar. Como captar a atenção, mobilizar de verdade esse consumidor? Entretendo. Leve conteúdo relevante e você terá atenção. Os anunciantes do Super Bowl têm um foco e olhar sempre centrado no público, é consumer-centric e não company-centric”, explica.

Seria possível fazer algo desse porte no Brasil?

Eduardo Esteves: “O Brasil demorará a chegar neste patamar do Super Bowl”.O evento traz uma série de benefícios para os anunciantes e a chance de expor marcas diante de milhares de espectadores. Com a paixão dos brasileiros pelo esporte, principalmente o futebol, seria possível realizar algo desse porte no Brasil? Esteves acredita que o país demorará a chegar nesse patamar. “Falta principalmente o esporte ser visto como entretenimento, não somente focar na disputa em si. O Super Bowl é um evento de três horas e meia, mas parece durar semanas, devido ao grande preparo que a NFL faz para sua chegada. Há envolvimento das equipes e jogadores com o público, eles se tornam ferramentas totalmente exploráveis para promover o evento”, assegura .

Maria Fernanda pensa que dificilmente o Brasil atingirá esse status. “O que torna a final do campeonato americano tão visada e especial diz respeito à cultura norte-americana e ao significado social que o evento possui. O Super Bowl é praticamente um feriado nacional, as pessoas estabeleceram o hábito de se reunir e participar da festa. O mais próximo que temos de um evento com tanto apelo midiático no Brasil é a Copa do Mundo, que é global”, enfatiza.

Fonte: http://www.contafio.com.br/marketing-propaganda/cases/as-licoes-de-publicidade-do-super-bowl-175.html