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sábado, 1 de dezembro de 2012

Atlético-PR anuncia AEG como gestora de Arena


Por Lucas Turco e Mauro Zafalon

O Atlético Paranaense anunciou a empresa norte-americana AEG Facilities como gestora da Arena da Baixada. A parceria entre as duas partes é de dez anos, mas os valores da negociação não foram revelados.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira, em um evento em São Paulo. A celebração contou com a participação de representantes da AEG Falicities, do Atlético Paranaense, além do prefeito de Los Angeles (EUA), Antonio Villaraigosa.

 A Arena da Baixada está em obras para sediar a Copa do Mundo de 2014, com conclusão prevista para junho de 2013. Depois de reformado, o estádio terá capacidade para 43.981 pessoas em dias de jogo e até 60 mil em shows.

A AEG Facilities também será gestora da Arena Olímpica, um estádio indoor com capacidade para 9.200 pessoas que será construído ao lado da Arena da Baixada. O local abrigará shows, competições de voleibol, futsal, basquete, mas, apesar disso, o Atlético Paranaense descartou o investimento em outros esportes além do futebol.

"A chegada da AEG como parceira na gestão da Arena do Atlético Paranaense nos dará a certeza que o complexo de entretenimento que o clube está entregando a cidade de Curitiba terá utilização  plena o ano todo. A AEG trará a expertise na captação de eventos de toda a ordem --‐ musicais,culturais, coorporativos – dando ao clube a certeza de receitas importantes e a utilização do complexo, de fato, como multiuso", comentou Mario Celso Petraglia, presidente do Atlético Paranaense.

O clube terá controle integral das receitas geradas em todo o complexo, como verbas de shows, bilheterias de jogos ou qualquer outra utilização das arenas. A AEG ficará com toda a prestação de serviços como gestora do complexo, nas vendas de patrocínios e captação de shows e eventos.

“Estamos satisfeitos com parceria realizada com o Atlético Paranaense para gerir a nova Arena, e estar em um mercado em crescimento como o de Curitiba. A AEG Facilities é uma empresa que atua no mundo todo e nós reconhecemos o valor d ter uma presença na América do Sul. Por isso, estamos muito felizes em fechar esse projeto em Curitiba, cidade que se prepara para receber pessoas do mundo todo para a Copa do Mundo de 2014", avaliou Bob Newman, presidente da AEG Facilities.

Outra empresa parceira na empreitada será a Trezentos e Sessenta (360), que trouxe o know how de uma arena multiuso para o estádio do clube. A previsão é de que sejam realizados  entre 200 e 250 eventos anuais no complexo.

Mario Celso Petraglia, revelou que foi o clube que procurou a empresa para efetivar o acordo. A AEG Facilities é a responsável por casas de shows em todo o mundo como o Staples Center, em Los Angeles, o O2, em Londres e o O2 World, em Berlim.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27724/Atletico-PR-anuncia-AEG-como-gestora-de-Arena/index.php

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Maracanã terá conjunto de ações anti-vandalismo


Estádio contará com material anticorrosivo, proteção nos banheiros e sistema de câmeras

Estádio da final da Copa das Confederações em 2013 e da Copa do Mundo de 2014, o Maracanã terá reforço para evitar ações de vandalismo. 

A Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop) anunciou em nota divulgada ontem (9) um conjunto de medidas que inclui a utilização de materiais anticorrosivos e resistentes a pancadas e a instalação de um sistema de segurança com 360 câmeras. 

O estádio terá material à prova de urina --substância responsável pela corrosão de mais de 100 pilares da estrutura antiga do Maracanã--, banheiros com proteção nas luminárias e nos vasos sanitários e chão com material antiácido.

Na bilheteria, o cadastro de todos os torcedores deverá ajudar na posterior identificação dos "arruaceiros", com o auxílio das câmeras que serão instaladas. 

“Essas medidas de vigilância e engenharia inibirão as ações de vandalismo e preservarão o estádio. Mas o principal será a mudança de comportamento que nossas obras possibilitarão. Com a modernização e embelezamento do Maracanã, restarão poucos vândalos que teimem em danificar esse novo patrimônio”, afirma o presidente da Emop, Ícaro Moreno.

Orçado em R$ 883,5 milhões, o Maracanã tem previsão para ficar pronto em fevereiro de 2013. Atualmente, tem 59% das obras concluídas. Ainda nesta semana, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro levantou a possibilidade de utilizar o estádio já no Campeonato Carioca do ano que vem.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10511/MARACANA+TERA+CONJUNTO+DE+ACOES+ANTIVANDALISMO.html

Santos pode assumir o Pacaembu, diz presidente


Na última quinta-feira, 9, o presidente do Santos, Luiz Álvaro Ribeiro, concedeu uma palestra sobre marketing esportivo na Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. Dentre os assuntos abordados, o dirigente confirmou que trabalha com a possibilidade de assumir a administração do estádio do Pacaembu.

"O Pacaembu foi oferecido ao Santos e estamos estudando. Mas para isso, a prefeitura teria de viabilizar a modernização do estádio, que sofre com problemas de estrutura, apesar da excelente localização", disse Luiz Álvaro.

Questionado sobre as dificuldades, já que muitos associados e conselheiros defendem a permanência do clube na sua cidade de origem, o dirigente brincou: "Se todos os torcedores do time, de uma só vez, fossem a Santos, a cidade afundaria".

O presidente do Santos disse também que espera definições de uma possível arena que poderá ser construída na cidade de Cubatão. O estádio seria edificado às margens da Rodovia dos Imigrantes, ficaria a 20 minutos da região do ABC, 40 minutos da capital paulista, e teria fácil deslocamento dos torcedores das nove cidades da região metropolitana da baixada santista. "A definição só deverá sair em outubro e, portanto, temos de esperar".

Uma reforma na Vila Belmiro também não está descartada. "Não há possibilidade de ampliação do estádio, mas podemos modernizá-la para que ela deixe de ser apenas um palco futebolístico, e possa ter atividades diárias", finalizou.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26327/Santos-pode-assumir-o-Pacaembu-diz-presidente/index.php

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Castelão terá sistema de aquecimento no novo gramado


Medida irá amenizar os efeitos do sombreamento que irá se projetar no campo devido à nova cobertura

O estádio mais avançado da Copa 2014, o Castelão, contará com um sistema de aquecimento para o gramado. A medida irá amenizar os efeitos do sombreamento que irá se projetar no gramado devido à nova cobertura. 

"O gramado receberá uma quantidade de luz correta para dar vida à grama. Estamos seguindo as recomendações da Fifa para ter um estádio no padrão exigido", disse Ferruccio Feitosa, secretário especial da Copa em Fortaleza.

O sistema irá regularizar a temperatura e drenagem do futuro gramado do Castelão em dias chuvosos e com muita sombra. Ao lado da Fifa, o COL, realizou um estudo nas 12 arenas da Copa para verificar a incidência de sombra no campo de jogo. Dessa forma, outros estádios da competição podem usar o método. 

O início da instalção do gramado deve começar neste mês após a remoção das estruturas pré-moldadas que estão localizadas no canteiro de obras.

A obra do Castelão custará R$ 518 milhões. O estádio terá capacidade para 67 mil espectadores e deve ser inaugurado até dezembro deste ano. Na Copa das Confederações, a arena receberá três jogos. Um ano depois, no Mundial, o local será palco de seis jogos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10467/CASTELAO+TERA+SISTEMA+DE+AQUECIMENTO+NO+NOVO+GRAMADO.html

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Negócios do Esporte – arenas multiuso: “É pensando de dentro para fora”


A equipe do Portal Terceiro Tempo esteve na palestra do CEO (Chief Executive Officer) da Amsterdam Arena, Henk Markerink, no dia 26 de junho, na Trevisan Escola de Negócios. Segundo Markerink, a forma mais correta de se construir um estádio é pensando de dentro para fora. Primeiro você idealiza as acomodações e os comércios, depois arquiteta o campo. 

Uma arena multiuso, deve fornecer acesso fácil por diversos meios de transporte, facilidade para aquisição de ingresso, espaços para alimentação, conforto e opções de lazer.

Os projetos têm que ser sólidos, pois temos alguns maus exemplos. No Japão, estão construindo residências dentro de estádios modernos, uma vez que, o enorme espaço não é mais utilizado com tanta frequência.

Tudo se inicia com uma boa gestão estratégica. Ter um plano de negócios para desenvolvê-lo correto, é primordial.

Entretanto, o valor dos produtos, ingressos, entre outros, devem ser elevados.

Todavia, construir um estádio não é uma tarefa fácil. Precisamos conhecer todas as consequências, pois, mantê-lo é extremamente difícil. Além do mais, conforme a modernidade caminha, é preciso sempre remodelar as estruturas do mesmo, proporcionando novas adequações e gerando sempre mais dinheiro.

Por tal motivo, há quem é contra esse tipo de modernização. O ex-presidente do Corinthians questionou a viabilidade de as classes D e E terem acesso a grandes arenas multiuso, como a Amsterdam Arena (casa do time holandês Ajax), devido ao alto preço das entradas. “Temos de pensar que público queremos nos estádios. Queremos futebol para rico, para pobre ou para todos? Do jeito que o futebol está sendo levado, vai ser só para os ricos”, criticou Andrés Sanchez.

O diretor-executivo de Marketing e Comunicação do Atlético Paranaense, Mauro Holzmann, afirmou que, apesar de o futebol ser a grande âncora para as arenas multiuso, “não adianta fazer 15 estádios maravilhosos com todos os clubes quebrados”.

Contudo, essas arenas, apesar do alto preço estipulado e imaginado por muitos, desde a construção até os futuros rendimentos, veem para somar ao país, agregando modernidade, turismo e rentabilidade, por mais difícil que seja o reconhecimento e a aceitação de dirigentes, políticos e do povo brasileiro.


Fonte: http://terceirotempo.bol.uol.com.br/futebol/times/atletico-pr/noticias/2012/07/negocios-do-esporte-arenas-multiuso-e-pensando-de-dentro-para-fora-69793.html

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Maracanã faz teste com treinadores e fica perto de definição sobre assentos


Apesar de mais cara, fabricante italiana é a que mais agradou e desponta como favorita para fornecer as novas cadeiras do palco da final da Copa

Por Marcelo Baltar

O martelo está próximo de ser batido. Os responsáveis pela reforma do Maracanã se decidirão nos próximos dias quanto aos modelos de cadeiras que serão usados no palco da final da Copa do Mundo de 2014. Durante a comemoração dos 62 anos do estádio, em junho, operários e convidados foram convocados a testar os modelos. Acostumados a acompanhar os jogos de dentro de campo ou à beira do gramado, Carlos Alberto Parreira, Alexandre Torres, Carlos Alberto Torres e Ricardo Rocha foram alguns dos que participaram do teste.

A fabricante italiana Bertele - confeccionada de fibra de vidro e instalada em blocos - desponta como favorita. Apesar de mais cara em relação às concorrentes, é a que mais agradou representantes do governo do Rio de Janeiro, incluindo o governador Sérgio Cabral. O modelo italiano ganhou o voto de Parreira.

- Testamos alguns modelos. Realmente o italiano é o melhor no que diz respeito a conforto, designer e beleza, mas também é o mais caro. Até comentei com o Pezão (vice-governador do Rio de Janeiro) que o Maracanã merece o melhor. Não se compra cadeiras todos os dias. É só uma vez – disse o ex-técnico da seleção brasileira, campeão mundial em 1994.

Além da marca italiana, a fabricante brasileira Giroflex corre por fora. A empresa nacional tem uma parceria com fabricantes da Alemanha e da Polônia e ofecere o modelo usado na Allianz Arena, em Munique, na Alemanha - palco da decisão da Champions League deste ano. Apesar de também ter agradado, a chinesa Dafeng - a mais barata - já foi praticamente descartada pelo governo.

O alto valor das cadeiras italianas pode ser o motivo do atraso uma definição sobre o assunto. No mês passado, o presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (EMOP), Ícaro Moreno, disse que até o final de junho o governo anunciaria a compra dos assentos. Até o momento, no entanto, o governo não concluiu a aquisição. Caso os valores superem os previstos na licitação de reforma do Maracanã, será necessário realizar um novo aditivo ao contrato de reforma do estádio.

Representantes da Bertele estão no Rio de Janeiro desde a última sexta-feira. Eles teriam um encontro com os responsáveis pelo Maracanã no sábado pela manhã, mas a reunião foi adiada para esta semana e deve acontecer nesta sexta-feira.

Seja qual for a marca escolhida, o Maracanã seguirá as recomendações da Fifa e terá quatro modelos diferentes entre seus aproximadamente 78 mil novos assentos: General Admission (público em geral), Hospitalidade (dentro ou fora dos camarotes), VIP e VVIP.

Enquanto escolhe a fabricante e os modelos, o governo do Rio de Janeiro já definiu as cores dos assentos. O palco da final da Copa do Mundo de 2014 terá cadeiras brancas, azuis e amarelas. Contando com o verde do gramado, formarão as cores da bandeira brasileira. Antes da obra de modernização para 2014, o Maracanã também tinha cadeiras brancas, verdes, amarelos e azuis espalhadas pelos setores.

As obras no Maracanã estão 59% concluídas. A previsão é que os trabalhos sejam finalizados em fevereiro de 2013. O estádio será palco da final da Copa das Confederações e receberá sete jogos da Copa do Mundo de 2014 – incluindo a decisão do torneio.

Confira os quatro modelos de assentos que serão usados no Maracanã

ASSENTOS GA
As cadeiras devem ser rebatíveis, e a altura do encosto deve ter 30cm. Os assentos que serão usados para o público em geral devem ter largura mínima de 50cm. É necessário que se deixe um espaço mínimo de 35 cm em cada degrau de arquibancada para a passagem do público, mas não há uma dimensão mínima, de acordo com as recomendações da Fifa.
É recomendado que seja usada resina plástica de polipropileno na confecção das cadeiras, que devem ter estrutura de apoio (inferior e do encosto). O material deve ser reciclável.

ASSENTOS HOSPITALIDADE
Os assentos para áreas de hospitalidade são recomendados seguirem as mesmas
características dos assentos de público (GA), mas com algumas condicionantes de conforto: braços e revestimento. Os braços devem ser integrados no projeto do assento, sem ser considerado apenas um “anexo” do assento, o que pode causar fragilidade na resistência mecânica. (o uso deve ser pensado com braço e a resistência testada com o mesmo). O revestimento pode variar conforme o modelo, mas podemos citar tecidos sintéticos com pequeno acolchoamento resistente a intempéries ou mesmo parte em tecido acopladas ao assento.

ASSENTOS VIP
Os assentos VIP devem ser rebatíveis através de contrapeso ou mola, com maior conforto do que os assentos de hospitalidade. Devem ter braços de apoio e ser mais confortáveis que os assentos de Hospitalidade. Tipologias de poltronas de padrão de auditórios acolchoadas, de encosto médio ou alto, podem ser utilizadas perfeitamente , desde que respeitando a passagem livre de 305mm, quando retraídas. (Isso pode fazer com que a profundidade da arquibancada tenha que ser maior do que 8000mm uma vez que, esses confortáveis assentos têm profundidade fechados entre 480 e 540mm em média). Facilidade de limpeza deve ser considerada no tecido de acabamento final do assento, recomendando-se o vinil. As aplicações de identificação, vandalismo, retardo a chamas nas espumas, assentos entre escadas, guarda copos e resistência a intempéries também devem ser levadas em consideração, similar aos assentos GA e hospitalidade. Recomenda-se assentos com densidade de espuma entre 20 e 26. A blindagem do encosto deve ser em polipropileno injetado para maior proteção. As estruturas de suporte devem respeitar o quanto recomendado para materiais dos assentos GA e Hospitalidade.

ASSENTOS VVIP
Os assentos VVIP também devem ser rebatíveis através de contrapeso ou mola, com maior conforto do que os assentos VIP, também com apoios de braço.Tipologias de poltronas de padrão de auditórios acolchoadas com encosto alto podem ser utilizadas perfeitamente , desde que respeitando a passagem livre de 305mm, quando retraídas. (Isso pode fazer com que a profundidade da arquibancada tenha que ser maior do que 8000mm uma vez que, esses confortáveis assentos têm profundidade fechados entre 480 e 540mm em média). Facilidade de limpeza deve ser considerada no tecido de acabamento final do assento, recomendando-se o vinil. As aplicações de identificação, vandalismo, retardo a chamas nas espumas, assentos entre escadas, guarda copos e resistência a intempéries também devem ser levadas em consideração, similar aos assentos GA e hospitalidade. Recomenda-se assentos com densidade de espuma entre 20 e 26. A blindagem do encosto deve ser em polipropileno injetado para maior proteção. As estruturas de suporte devem respeitar o quanto recomendado para materiais dos assentos GA e Hospitalidade.

Obs: os assentos VIP e VVIP podem seguir o mesmo padrão de acabamento e tipologias, no caso do uso de legado do estádio justificar o mesmo

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/07/maracana-faz-teste-com-treinadores-e-fica-perto-de-definicao-sobre-assentos.html

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Rubro-negra que postou foto de cadeira quebrada pode ser acionada pelo Botafogo


Imagem foi posta na internet pela torcedora Marcelle Bonadio, que dizia ter quebrado uma cadeira do Engenhão no Fla-Flu

Uma foto postada na internet por uma torcedora do Flamengo causou grande polêmica no Botafogo. A maquiadora rubro-negra Marcelle Bonadio, de 19 anos, colocou na rede social Facebook uma imagem após o jogo, em que segurava uma cadeira quebrada, no Engenhão, após o clássico Fla-Flu deste domingo. Na legenda, também escrita por Marcelle, lia-se, em caixa alta: "Quebrei mesmo! (risos)".
Apesar do tom jocoso da imagem, o Botafogo já estuda acionar Marcelle judicialmente. A diretoria jurídica do Alvinegro, Joana Prado, deve se reunir nesta segunda-feira com agentes do Juizado Especial Criminal (Jecrim) para tomar as devidas providências. A imagem, colocada no Facebook da rubro-negra na noite de domingo, já foi excluída do perfil.
A imagem logo ganhou grande projeção na internet e Marcelle foi alvo de muitas críticas por parte de torcedores botafoguenses e até de alguns elogios de outros internautas. Em outra rede social, desta vez o Twitter, a torcedora defendeu-se, dizendo que não poderia ser capaz de arrancar uma cadeira sozinha e afirmando que tudo não passou de uma brincadeira:
- Eita, ferro! Quanta polêmica por causa de uma foto! O interessante é que as pessoas não usam a lógica, onde eu teria força necessária para quebrar uma cadeira? Alô, brincar não é errado.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Rubro-negra-cadeira-quebrada-acionada-Bota_0_733726693.html#ixzz20A843eMC 

sábado, 7 de julho de 2012

São Paulo consegue alvará para construção da cobertura do Morumbi


Liberação ocorre sete meses após anúncio da intervenção; clube já irá montar o canteiro de obras

Quase sete meses após o anúncio da construção da cobertura do estádio do Morumbi, o São Paulo Futebol Clube conseguiu nesta sexta (6) a liberação da prefeitura para o início da intervenção. A intenção do clube já é iniciar a montagem do canteiro de obras.

A diretoria do São Paulo esperava o alvará há alguns meses. O clube, com o objetivo de pressionar o poder público, mencionou a postura utilizada em relação à Arena Corinthians, que será o estádio da capital paulista na Copa do Mundo.

A empreiteira Andrade Gutierrez será responsável pela obra da cobertura, orçada em R$ 140 milhões. Durante o anúncio da comstrução, o São Paulo afirmou que o prazo de conclusão era estimado em 18 meses. A estrutura metálica terá 12 pontos de apoio em torno do estádio e será suspensa por cabos de aço. A intenção é utilizar até o sistema de iluminação, modificado em 1999. 

Além da cobertura, o clube também prevê a construção de um hotel com centro de convenções anexo ao estádio e de uma arena multiuso para 25 mil pessoas. Três empresas de eventos mostraram interesse em operar o local específico para shows após a término da obra, previsto para o início de 2014.

O complexo do Morumbi tem 135 mil m² de área construída. Com o terreno tem 154 mil m², a taxa de ocupação é de 87%. A legislação, no entanto, permite o uso de 60% do terreno para edificações. Em dezembro, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, afirmou que um acordo poderia ocorrer para viabilizar a obra, pois  a lei é posterior à construção do estádio.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10278/SAO+PAULO+CONSEGUE+ALVARA+PARA+CONSTRUCAO+DA+COBERTURA+DO+MORUMBI.html

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Estrutura da cobertura começa a ser instalada na Grêmio Arena


Mesmo fora da Copa, estádio gremista tem mais de 80% das obras concluídas

Mesmo fora da Copa, a Grêmio Arena, em Porto Alegre, tem as obras tão avançadas que até mesmo a cobertura do estádio começou a ser montada. 

Os operários da construtora OAS iniciaram na última semana a colocação da estrutura metálica vai dar sustentação à cobertura. Ao todo, serão 96 módulos de sustentação e 3200 toneladas de estruturas metálicas para serem instaladas em blocos.

Candidata a Campo Oficial de Treinamento (CTS) em Porto Alegre, a Grêmio Arena tem hoje mais de 80% das obras já concluídas.

Banheiros
Não é apenas a cobertura do estádio gremista que está tomando forma: os banheiros do estádio também começam a receber acabamento.

Alguns dos 238 sanitários que estarão distribuídos pelo estádio já tem seus azulejos azuis. Os sanitários estarão todos prontos para uso no final do mês de outubro, quando a Grêmio Arena deverá ser inaugurada. 

A construção vai primar pela economia de água ao utilizar 620 cubas de pias onde as válvulas terão sensores e controles de fluxo, diminuindo o consumo de água em 30%. 

Além disso, os 300 mictórios e 600 vasos sanitários utilizarão água de reuso, com reaproveitamento das águas pluviais, que serão armazenadas na parte superior do estádio.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10252/ESTRUTURA+DA+COBERTURA+COMECA+A+SER+INSTALADA+NA+GREMIO+ARENA.html

terça-feira, 3 de julho de 2012

Começam obras de concretagem da arquibancada da Arena da Baixada


Reforma do estádio da Copa em Curitiba entrou em uma nova fase na última semana

As obras da Arena da Baixada, estádio da Copa em Curitiba, entraram em uma nova fase na última sexta-feira (29).

Depois de finalizada a remoção da cobertura e dos assentos e a construção de muros de arrimo atrás das arquibancadas laterais, os operários do estádio paranaense iniciaram a concretagem de seis blocos que farão parte do segundo anel e de toda a nova estrutura do estádio. A concretagem acontece atrás de uma das arquibancadas, dentro do próprio canteiro. 

A um custo de R$ 183 milhões, a Arena da Baixada deverá ser inaugurada em junho de 2013. 

No começo do mês de junho, os gestores do estádio receberam R$ 30 milhões da prefeitura e do governo estado, tendo o potencial construtivo de imóveis da cidade como garantia de pagamento. 

O empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), avaliado em R$ 138 milhões, também deve ser liberado até agosto, de acordo com o presidente do Atlético-PR, Mario Celso Petraglia.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10247/COMECAM+OBRAS+DE+CONCRETAGEM+DA+ARQUIBANCADA+DA+ARENA+DA+BAIXADA.html

QG de luxo: Arena do Grêmio terá quatro vestiários Fifa.


Com cerca de 300 m², vestiários do futuro estádio tricolor prometem padrão europeu, inclusive com salas para reuniões da direção de futebol

Por Lucas Rizzati

Se a nova casa do Grêmio promete muita tecnologia e novidades, o futuro quartel-general da comissão técnica não poderia ficar para trás. Assim, o clube gaúcho projeta vestiários com inovações dignas do alto nível europeu. Serão quatro espaços ao total, todos no padrão Fifa, na Arena do bairro Humaitá, em Porto Alegre.
- Esse é um diferencial, que poucos estádios terão, uma vez que se poderá sediar torneios com jogos consecutivos no mesmo dia - explica o presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini, tomando como referência jogos de verão bastante comuns no início de temporadas do Velho Continente.
Os vestiários estarão localizados no centro do Setor Oeste do estádio, de costas para a margem do Guaíba. Serão dois de cada lado, que se unirão num túnel em comum. Apesar dos quatro serem padrão Fifa, o vestiário destinado ao Grêmio terá particularidades.

A principal delas é o tamanho, aproximadamente 300 m². Os demais espaços terão cerca de 240 m². Todos, no entanto, comportam salas de aquecimento, de 100 m². Outro diferencial do vestiário mandante é a banheira de crioterapia, usada para o trabalho regenerativo do elenco após os jogos.
Mais do que um espaço de recuperação, o vestiário será tratado como um verdadeiro QG. Além do técnico, o staff do futebol terá uma generosa sala no local, para encontros e reuniões. Um verdadeiro escritório no coração da Arena.
- Não conheço no mundo um igual ao que estamos fazendo - aposta Antonini.
Integrado, o acesso também será facilitado. O ônibus com a delegação não precisará parar distante do vestiário em dias de jogos. Os jogadores descem do automóvel e, em poucos passos, ganham o terreno do vestiário, sem degraus, tudo no nível do solo.

O vestiário ainda está tomando forma na Arena. No momento, o piso está sendo colocado. Há outros locais, no entanto, em que o acabamento está mais visível. Caso dos banheiros, que começaram a receber azulejos no solo, nas paredes e nos corredores há cerca de duas semanas. A partir deles, já é possível ter uma noção da decoração dos vestiários. Estão sendo utilizados 60 mil metros quadrados de material.

Ainda sobre os banheiros, a construção utilizará 620 cubas de pias onde as válvulas terão sensores e controle de fluxo, o que diminui em 30% o consumo de água. Os 300 mictórios e 600 vasos sanitários utilizarão água de reuso, com reaproveitamento das águas pluviais, que serão armazenadas na parte superior da Arena.
Segundo o engenheiro Carlos Francisco Rossi, responsável pelas instalações, todos os banheiros deverão estar prontos para uso no final do mês de outubro.
As obras da Arena do Grêmio já passaram de 80% de conclusão. A previsão de encerramento dos trabalhos é para novembro deste ano. Em um mês, toda a parte de concreto deve ser finalizada. A cobertura já está em sua segunda etapa de instalação.

Fonte:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/gremio/noticia/2012/07/qg-de-luxo-arena-do-gremio-tera-quatro-vestiarios-fifa-confira-fotos.html

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Guia de referência para estádios

Encontra-se disponibilizado aqui, um guia com referência no livro STADIA – A design and development guide, traduzido por João Henrique Areias e Alia Maass Reis. Boa leitura!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Valcke dá crédito a Recife, mas diz que obra do estádio é monitorada


Em visita à Arena Pernambuco, secretário-geral da Fifa cobrou intervenções de mobilidade urbana

O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, visitou nesta terça-feira (26) as obras da Arena Pernambuco. Luis Fernandes, secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, Bebeto e Ronaldo, membros do Comitê Organizador Local (COL) também estiveram em São Lourenço da Mata, local onde é construída a Cidade da Copa, no Grande Recife.

O dirigente sobrevoou o canteiro de obras e acompanhou os trabalhos, que atingiram 43% de execeução neste mês. Segundo Valcke, Recife ainda tem muito trabalho pela frente e o desenvolvimento da obra é monitorado pela Fifa. "Se esta cidade não estiver pronta, eu serei o primeiro a dizer, mas pelo que vejo é que estará", disse.

A decisão final sobre o número de cidades-sede da Copa das Confederações ocorrerá em novembro. A conclusão da Arena Pernambuco está prevista para fevereiro de 2013. Dessa forma, o restante da obra precisa ser executado em oito meses.

Por ora, a Arena Pernambuco foi confirmada como sede de três partidas do torneio-teste. Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro também receberão alguns confrontos da competição que ocorrerá daqui a um ano.

Após a visita, Valcke concedeu uma entrevista coletiva no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo pernambucano. De acordo com o secretário-geral, a Fifa e o COL estão vistoriando de perto a mobilidade urbana em torno dos 12 estádios da Copa. 

"A mobilidade faz parte do plano. Quando eu digo que há muito o que fazer, isso se relaciona a tudo que está em volta dos estádios. Temos que garantir espaço para todos e acesso aos estádios. Não depende somente das arquibancadas do estádio. Tem também a mobilidade para chegar a ele e a questão da hospedagem. Tudo isso faz parte de um pacote, então é preciso ter todas as instalações", disse.

Nesta quarta-feira (27), Jerome Valcke irá a Natal para vistoriar os trabalhos na Arena das Dunas. Antes de retornar à Suíça, o dirigente visitará o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10208/VALCKE+DA+CREDITO+A+RECIFE+MAS+DIZ+QUE+OBRA+DO+ESTADIO+E+MONITORADA.html

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Telão do Fielzão pode virar ‘gigantesco elefante branco’


Projetado para valorizar o estádio, tela de 3.400 m não poderá ser usada para publicidade

Por Danilo Gonçalves

O telão que o Corinthians vai instalar no Fielzão poderá marcar uma nova era no marketing esportivo no Brasil e aumentar ainda mais as receitas do clube oriundas de patrocínio, mas pode ter efeito contrário e se converter em um gigantesco elefante branco. Isso por que a publicidade na enorme tela será barrada pela Prefeitura, com base na Lei Cidade Limpa, que restringe a poluição visual na cidade.

Revelado em uma animação em vídeo, o telão de 170 m de largura por 20 m de altura foi projetado para “valorizar” o estádio e servir de chamariz para atrair parceiros comerciais ao Corinthians. Ele deve ficar visível a quem chega ao estádio pela Radial Leste, em Itaquera. Mas, sem poder fazer publicidade, como bem sabe o departamento de marketing do clube, o plano de valorização pode não dar muito resultado.

Para conseguir fazer publicidade no telão – contrapartida oferecida aos parceiros -, o Corinthians precisaria de aprovação da Prefeitura, e a chance de o Corinthians conseguir isso é praticamente zero, segundo Regina Monteiro, diretora da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.

— Se for usado para publicidade, não tem a mínima chance [de aprovação]. Eles podem alegar que vão usar para passar a história do clube, um filme para a comunidade, e, mesmo assim, vão precisar de aprovação da Secretaria. Duvido que consigam aprovar para fazer publicidade.

Ministério do Esporte usa Rio+20 como propaganda para Copa

Mesmo ciente da impossibilidade de usar a tela como espaço publicitário, o Timão segue negociando com a Osram para instalar o equipamento. O gerente de marketing do clube, Caio Campos, revelou que o departamento ainda não sabe o que fará com ele depois de pronto.

— Ainda não definimos o que irá ser veiculado na tela, mas existe uma gama de possibilidades, desde informações ao torcedor, passando por imagens de jogos, da cidade ou obras de arte, por exemplo.

A tela gigante do Fielzão será duas vezes maior que a do estádio Dallas Cowboys, que mede 49 x 22 m, o maior do mundo até o momento, e custou cerca de R$ 80 milhões. O preço do telão corintiano ainda é um segredo, assim como a tecnologia que será usada.

Se pudesse fazer publicidade, o telão corintiano poderia atrair mais parceiros para o Corinthians. O valor do naming rights do estádio, por exemplo, sofreria uma valorização ainda impossível de mensurar. Com esse dinheiro, o clube poderia facilmente custear a colocação e manutenção da tela, que não vai sair barato.

Por ser uma coisa nova no Brasil, o telão gera desconfiança também entre especialistas em marketing esportivo. Diretor-presidente da Brunoro Sport Business, José Carlos Brunoro acredita que o Corinthians deve ter um plano ‘na manga’ para explorar o telão.

— Duvido que o Corinthians vá apostar em algo que dê prejuízo.

Uma opção para o clube seria colocar uma telão com a frente voltada para dentro das dependências do Fielzão ou para o gramado, como nos estádios norte-americanos. Lá, segundo o especialista em marketing Rodrigo Barros, da Informídia, os clubes lucram com ações publicitárias, como os já conhecidos beijos e danças de torcedores, que são promovidos por patrocinadores.

Nada muda no preço do Fielzão

A colocação da tela não deve fazer aumentar o preço final do Felizão, segundo o gerente de marketing, Caio Campos.

— A construção da Arena Corinthians tem um valor fixado que não será excedido. E, como dito, o telão é uma parceria entre o Corinthians e a Osram.

O valor do Fielzão, que será palco da Copa do Mundo, gira em torno dos R$ 800 milhões. Isso sem contar as arquibancadas móveis, que serão colocadas para adequar a arena às regras da Fifa.

Fonte: http://esportes.r7.com/futebol/noticias/telao-do-fielzao-pode-virar-gigantesco-elefante-branco-20120625.html?question=0

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Provisória, Arena de Basquete de Londres pode ser transferida para o Rio


Vice-primeiro-ministro inglês amplia projeto sócio-esportivo em favelas cariocas

Por Claudio Nogueira

RIO - Dentro do espírito de cooperação entre o Comitê Organizador dos Jogos de Londres 2012 (Locog) e a organização das Olimpíadas do Rio, em 2016, a instalação provisória da Arena de Basquete de Londres, que é desmontável, poderá ser toda transferida para o Rio. A informação foi confirmada hoje cedo pelo vice-primeiro ministro do Reino Unido, Nick Clegg, que está na cidade por ocasião da Conferência Rio + 20.
Na manhã desta quinta-feira, Clegg visitou as obras do Maracanã e o Maracanãzinho, onde anunciou a extensão às favelas comunidades do Falé, Fogueteiro e São Carlos do Programa Premier Skills, uma parceria entre a Premier League e o British Council com o governo do Estado do Rio e a Polícia Militar. Pelo projeto, o futebol é usado como um meio de aproximação entre a Polícia e os jovens de comunidades pacificadas. No Maracanã, Clegg foi recepcionado pelo ex-capitão da seleção tricampeã mundial em 1970, Carlos Alberto Torres, e pela secretária estadual de Esportes, Márcia Lins.
Clegg esclareceu que a possível transferência da arena do basquete — que em Londres vai servir também ao handebol — depende ainda de negociações.
— As discussões vão envolver as empresas envolvidas (na construção dessa instalação), e não o governo diretamente. Mas ontem conversei com o vice-presidente da República, Michel Temer, a respeito da cooperação entre os Jogos de Londres- 2012 e os do Rio, em 2016 — afirmou Clegg.
Também sobre essa possível transferência de instalação, a secretária Márcia Lins lembrou que a ideia surgiu quando das primeiras visitas do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes à capital inglesa.
— Tem sido discutido se a Arena de Basquete poderia ser usada no Brasil. Se isso for possível, ela pode ser transferida para cá, para ser usada no basquete ou noutra modalidade. Mas a caa edição dos Jogos as exigências são aprimoradas. A arena tem capacidade para 15 mil pessoas, mas em 2016 a Fiba (Federação Internacional de Basquete) deve exigir 22 mil lugares. No momento, o prefeito está cuidando da licitação do Parque Olímpico e logo vai começar a detalhas as instalações definitivas e as provisórias. Issoainda vai depender da conversa entre o Locog, o Comitê do Rio e o prefeito, mas seria um pedaço dos Jogos de Londres aqui — disse a secretária.
O futuro Parque Olímpico carioca ficará onde hoje se situa o Autódromo de Jacarepaguá. Como ainda seriam necessárias muitas obras neste complexo, a estrutura da arena, uma vez desmontada, não viria para o Rio logo depois das Olimpíadas e Paralimpíadas deste ano, mas suas partes poderiam ser transferidas para o evento carioca mais próximo de 2016.
O vice-primeiro-ministro britânico chegou ao Maracanã por volta das 10h. Passou pela gaeria onde estão expostas as marcas dos pés de vários craques, como Pelé, Romário e Carlos Alberto Torres, cuja placa o homenageia pelo apelido Capita. Carlos Alberto e Márcia Lins presentearam o ministro com uma camisa da seleção brasileira com seu nome às costas, enquanto o político britânico ofertou ao futuro Museu do Maracanã a camisa da seleção de futebol da Grã-Bretanha, que vai unir Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte para disputar o tornei olímpico de futebol este ano, fato raríssimo na história esportiva britânica.
— É um grande prazer encontrar uma lenda, como Carlos Alberto, e ele me disse que nós vamos ganhar da Itália (domingo, pelas quartas de final da Eurocopa), e então, é oficial: Vamos ganhar! — disse, sorrindo, o ministro, que jogou rúgbi na Praia de Copacabana hoje cedo. — Nós e vocês estamos trabalhando juntos (Londres-2012 e Rio-2016), e vocês vão trabalhar firme para também fazerem Jogos brilhantes.
Homenageado com uma exposição de fotos no hall onde estão os pés de tantos craques, Carlos Alberto Torres contou que o ministro foi simpático e se mostrou interessado em saber mais sobre o futebol brasileiro.
— Eu fiquei de enviar para ele uma camisa que usei na Copa de 1970 — prometeu o Capitão.
Com os operários trabalhando, a secretária Márcia Lins reafirmou que o Maracanã será reaberto a 28 de fevereiro de 2013, e já sob o novo regime de concessão. A licitação para que o estádio seja entregue à administraçã privada deverá ser publicada nas próximas semanas.
— Quando for entregue, em fevereiro, o Maracanã já estará concessionado — garantiu ela, que antes das Olimpíadas irá ao tradicional Concurso Hípico de Aachen. na Alemanha, e a uma reunião do Comitê Diretor da ATP. — Já está confirmado que o ATP 500 será no Rio, apesar de 2013, e nós queremos conversar com a ATP sobre a ideia de realizar no Maracanãzinho, a partir de 2014, da Copa do Mundo (que encerra a temporada de tênis).
Também na viagem a Londres para as Olimpíadas, Márcia e outras autoridades irão visitar museus esportivos na Inglaterra, principalmente o novo National Football Museum, que vai ser aberto no dia 6 de julho, em Manchester.
— Será um aprendizado porque o Maracanã tem a necessidade de guardar a sua história. Hoje, já há mais de mil ítens guardados, e até mesmo a história da atual reforma tem de ser preservada. O futuro museu estará dentro da concessão do estádio, em um momento pós-Copa de 2014 — esclareceu a secretária.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/provisoria-arena-de-basquete-de-londres-pode-ser-transferida-para-rio-5276356#ixzz1yWuCD4Qf 

domingo, 17 de junho de 2012

Em 8 meses como ministro, Aldo visitou estádios da Copa 21 vezes


O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, já realizou 21 vistorias nos estádios da Copa de 2014 durante esses oito meses de sua gestão. As viagens dele não botaram as obras no cronograma, como mostra relatório da Fifa apontando atrasos. O que houve foi a aceleração de obras para a Copa das Confederações.

Aldo Rebelo esteve em todos os estádios do Mundial, na maioria deles por duas vezes, e, assim, marca presença do governo nas arenas, mas a responsabilidade, de fato, por monitorar obras é do COL (Comitê Organizador Local).

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/esportes/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=9552

Aldo Rebelo diz que Copa do Mundo mudará modelo de gestão dos clubes


Em visita a Aracaju, Ministro do Esporte também comentou sobre a chance de Sergipe receber uma seleção no Mundial: ' isso não depende do Governo' 

Em visita a Aracaju nesta quinta-feira, o Ministro do Esporte Aldo Rebelo comentou sobre o legado que a Copa do Mundo vai deixar para o futebol brasileiro. Para ele, o Mundial vai forçar a transformação do modelo administrativo dos clubes e federações. 
- A Copa do Mundo terá um efeito benéfico para os clubes e federações do futebol brasileiro. O Mundial vai submeter nossos clubes a um processo de modernização, de evolução nas práticas institucionais e, principalmete no modelo de gestão do nosso futebol. Os referenciais passarão a ser outros - declarou.
O Ministro disse também que, após a realização da Copa do Mundo no Brasil, haverá mudanças significativas na estrutura ofererida aos torcedores que vão aos estádios.
- Os novos estádios vão aumentar muito a frequência dos torcedores e vão criar também um padrão de referência para os demais estádios que vierem a ser construídos depois deles.

Nacionalização da Copa do Mundo
Aldo Rebelho falou também sobre a inclusão de outros Estados no processo de organização do Mundial no Brasil, caso de Sergipe, que pleiteia receber uma das seleções que vão jogar no Nordeste.
- Houve um período de credenciamento em que as cidades que são candidatas a receber uma seleção preencheram um caderno de encargos e se submeteram a um processo de seleção. Sergipe está dentro do processo, mas a decisão final não é do Governo Federal, e sim da própria FIFA e, principalmente, das seleções envolvidas, que poderão escolher ou não Sergipe como estadia. Há vários critérios. A hotelaria, estrutura dos aeroportos e um Centro de Treinamentos adequado, com dois campos de futebol, para receber de maneira adequada esta seleção.
Em Sergipe, o projeto inicial do Governo era transformar o Batistão, principal estádio do Estado, em uma arena. Porém, problemas estruturais acabaram inviabilizando a idéia. O novo empreendimento consiste na construção de um CT em um hotel localizado na Barra dos Coqueiros, na grande Aracaju.

Visita a Sergipe
O Ministro Aldo Rebelo está em Sergipe para participar da inauguração de uma escola totalmente voltada para a prática esportiva. A instituição funcionará no Bairro Santa Maria, zona sul de Aracaju.
- Quando há uma escola que tenha como referência só o esporte. Não só o esporte como inclusão social, como lazer, como prática de alto rendimento, mas o esporte como conhecimento, é extremamente importante para a formação de uma pessoa. Esse projeto é de inclusão e democrático, pois amplia o acesso e o direito ao esporte.

Fonte: http://www.expressomt.com.br/esportes/aldo-rebelo-diz-que-copa-do-mundo-mudara-modelo-de-gestao-dos-clubes-15800.html

quinta-feira, 17 de maio de 2012

"O conceito de arena é puro marketing", diz arquiteto da Copa


Autor do novo Mané Garrincha fala também sobre sustentabilidade na arquitetura esportiva

Por Rafael Massimino

Existe diferença conceitual entre as arenas que estão em construção para a Copa e os estádios existentes no Brasil?
Nenhuma. Na verdade, foi durante a Copa dos EUA, em 1994, que os estádios começaram a ser chamados de arenas. Minha teoria é que o pessoal de marketing passou a usar esse nome para vender o produto de um modo diferente e arrecadar mais anunciantes. Mas é exatamente o mesmo produto.

Mas a arquitetura de estádios evoluiu desde 1994, certo?
Sim, e principalmente por causa das Copas, que lançam tendências. Nos EUA, ocorreu a adaptação dos estádios de futebol americano para o soccer. Já a França criou um produto novo, o estádio multiuso, com arquibancada retrátil que cobre a pista de atletismo. A Coreia e o Japão construíram estádios tecnológicos: sai o campo, gira a cobertura, abre e fecha. Na Alemanha, ganhou destaque a tradição da eficiência, e foi também a introdução de alguns conceitos verdes nos projetos.

E a África do Sul?
Apesar dessa evolução no conceito dos estádios, apenas a África do Sul não teve inovação. Simplesmente importaram projetos alemães.

Os estádios brasileiros terão qual diferencial?
Os 12 estádios da Copa terão certificado de construção sustentável. Essa é a nossa inovação. Quando se analisa o calendário mundial, vemos que isso estava na ordem do dia. Desde a ECO-92 até a Rio+20, o Brasil sempre teve papel destacado nas discussões sobre economia sustentável. A Copa e a Olimpíada foram os cenários ideais para introduzir esses conceitos na arquitetura esportiva.

Quando começou esse processo?
Por iniciativa dos alemães, a Fifa acabou criando o programa Green Goal. Recomendava redução do consumo de água, algo sobre geração de energia, mas no geral era muito básico. Para se ter uma ideia, o grande legado sustentável da Copa de 2006 foi a implantação de um programa de gerenciamento de resíduos no Allianz Arena.

De 2006 para cá já se foram seis anos sem estádios certificados. O que aconteceu nesse meio tempo?
Um exemplo que não foi muito positivo é a Olimpíada de Pequim. O Ninho de Pássaro tem placas fotovoltaicas, mas a energia gerada é ínfima perto do impacto do estádio. Alguma montanha na Austrália foi botada abaixo para extrair todo o minério necessário para a construção. A energia embutida naquele estádio é muito grande.

Usaram a sustentabilidade para fazer marketing?
A expressão correta é green wash, ou “verniz verde” em português. Está na moda dizer que meu estádio é verde, então vou inventar uma história. Mas se analisar a linha de produção não tem nada de verde. A base da concepção daquilo foi mostrar para o mundo um símbolo de poder econômico da China. A estrutura é esteticamente muito bonita. Mas foi quando comecei a perceber que a beleza não estava mais na extravagância das coisas, mas na eficiência.

Quando isso veio para o Brasil?
Em 2008, ajudei a elaborar o plano “Copa Verde”. Posteriormente, envolvemos órgãos como o Green Building Council Brasil (GBC Brasil) e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que acabou por vincular o financiamento para a construção de estádios à obtenção dos certificados. Mas queríamos que o banco desse condições mais favoráveis de acordo com a graduação do certificado. 

Mas não foi isso que ocorreu.
Infelizmente não. Se você parte para uma graduação básica, os investimentos são muito menores. O BNDES preferiu fazer um pacotaço e oferecer até R$ 400 milhões para quem conseguisse qualquer nível de certificação. O que aconteceu com isso? Todo mundo foi para o básico.

O que diferencia os graus de certificado? 
Os 10 pré-requisitos são os mesmos para todos os certificados (simples, silver, gold e platinum). Com 20% de economia você consegue um certificado básico. Uma redução de 30% a 40% gera mais pontos e vai mudando a categoria. No caso do Mané Garrincha, todas as reduções são acima de 50%. O pulo que pretendemos fazer do gold para o platinum, que são quase 20 pontos, deve ser obtido na geração de energia solar.

Como funciona o processo de certificação?
Há vários pré-requisitos, começando pela escolha do terreno adequado. Se eles forem cumpridos, é necessário, então, gerar um modelo energético (isso porque, ao contrário de uma residência, não há como comparar um estádio com outro). O projeto e a obra recebem pontuações em categorias como reciclagem de resíduos, eficiência energética, economia de água etc. São dez itens. Durante a fase de projetos, você tem um agente de comissionamento que verifica se os sistemas projetados realmente economizam. Com a obra pronta, há uma avaliação para determinar qual grau de certificado será dado ao edifício.

Como estão as negociações para a geração de energia no estádio?
Graças ao projeto do Mané Garrincha, conseguimos uma lei para troca de energia. O Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) só certifica se você puder vender o excedente que gera. Foi um parto mudar isso. Conseguimos uma lei federal de compensação que prevê mais ou menos o seguinte: se você gera energia na sua casa de campo, o excedente pode ser compensado na sua residência em São Paulo. Ou seja, o gerador particular de energia não pode vender o excedente, apenas trocá-lo.

Quanto o Mané Garrincha vai gerar?
Você gera 2,5 MW, o equivalente a mais de duas mil residências. O estádio tem sobra de energia, já que o pico de consumo ocorrerá durante os eventos e no horário noturno. Os escritórios, por exemplo, não têm iluminação ligada durante o dia por causa da iluminação eficiente.

Foi difícil convencer as construtoras?
Para a construtora tudo é preço. Se eu vou gastar mais, estou diminuindo o lucro. Mas elas começaram a entender que não existe valor mensurável para a exposição gerada por esses projetos. A Andrade Gutierrez é uma construtora muito conceituada, mas não tinha no portfólio um projeto com certificação Leed. Agora vai poder mostrar isso para o mundo inteiro num evento midiático como a Copa do Mundo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/9868/O+CONCEITO+DE+ARENA+E+PURO+MARKETING+DIZ+ARQUITETO+DA+COPA.html

segunda-feira, 14 de maio de 2012

No país dos apelidos, o desafio de lucrar com um 'Itaquerão'


Clubes sofrem para fechar contratos de naming rights em seus novos estádios. Corinthians enfim achou um interessado. Mas a torcida vai adotar novo nome?

Giancarlo Lepiani, com reportagem de Davi Correia

É dia 12 de junho de 2014. A seleção brasileira de futebol dá o pontapé inicial na segunda Copa do Mundo realizada no país jogando no novíssimo Estádio Santander, em São Paulo. Um mês e 62 partidas depois, chega a data da decisão do Mundial, 13 de julho de 2014 - e o Brasil volta a campo, desta vez no Rio de Janeiro, para conquistar o hexacampeonato no gramado da reformada Arena Petrobras. O leitor mais atento deve ter percebido pelo menos três elementos altamente duvidosos no cenário hipotético descrito acima. Em primeiro lugar, a existência de estádios prontos a tempo do torneio; em segundo, em uma projeção um pouco mais improvável, a presença da seleção brasileira (que, a apenas dois anos da estreia, ainda está sem cara) na finalíssima da Copa; e uma terceira, ainda mais inacreditável, a adoção dos nomes de grandes empresas para se referir aos estádios Itaquerão e Maracanã. Durante o Mundial, eles não teriam mesmo o nome de nenhum patrocinador, já que a Fifa veta esse tipo de propaganda. A esperança dos envolvidos na construção dos estádios do Mundial, porém, era a comercialização dos chamados "naming rights" das arenas para antes e depois do evento, custeando pelo menos uma fração dessas obras multimilionárias. Até agora, no entanto, não existe nenhum negócio fechado - e é não é fácil achar alguém fora dos clubes que acredite no sucesso desses contratos no Brasil. Pelo menos alguns acordos devem sair. Mas aí virá a segunda parte da batalha: fazer o torcedor se acostumar aos nomes corporativos.

"É uma questão cultural, algo novo e que demora a se desenvolver", afirma Amir Somoggi, diretor da área de consultoria esportiva da BDO, ao avaliar a chance de um estádio brasileiro ser conhecido pela marca de seu patrocinador. "É preciso incrementar a plataforma de patrocínio para que uma empresa esteja disposta a pagar os valores pretendidos pelos clubes. Só pelo nome no estádio é pouco." O Corinthians, por exemplo, tenta arrumar alguém disposto a despejar até 40 milhões de reais por ano para dar nome ao seu futuro estádio. Diante da popularização do nome Itaquerão, entretanto, a tarefa mostrou-se duríssima - e só agora o clube engatou uma negociação consistente com uma empresa interessada. De acordo com a coluna Radar de VEJA, as conversas com a Brahma estão avançando, e a Ambev cogita usar o nome de sua centenária marca de cerveja no estádio por 20 anos. Mas será que qualquer outra versão - como "Arena Brahma" - será capaz de ofuscar o título extraoficial, relativo ao bairro da Zona Leste de São Paulo onde o estádio está sendo construído? "O brasileiro gosta de dar apelido para as coisas, é uma questão cultural", lembra Erich Beting, especialista em marketing esportivo. Uma coisa que pesa a favor do Itaquerão, contudo, é o fato de jamais ter sido palco de um jogo sequer. "Tradicionalmente, o naming rights funciona para estádios novos, não para os antigos, que já têm seu nome e suas histórias", diz Beting. "Vai ser difícil tirar o nome do Maracanã, por exemplo."

Veto da Globo - O estádio que vai receber a final da Copa não está à procura de patrocinadores no momento. É bem provável, porém, que o Maracanã passe para as mãos da iniciativa privada depois do Mundial - Eike Batista surge como o principal interessado. Nesse caso, existe a chance real de que o estádio mais famoso do planeta ganhe algum nome de fantasia. Na boca do torcedor, contudo, ele jamais deixará de ser o Maracanã. Entre as novas arenas em construção no Brasil, há vários candidatos a um patrocínio batendo de porta em porta nas empresas com verba publicitária vultosa o bastante para assumir um gasto desse tipo. Além do Corinthians, que tenta o maior negócio do gênero no país, também tentam atrair interessados clubes como o Palmeiras, que planeja para 2013 a inauguração de sua nova arena, e o Grêmio, que corre para inaugurar o substituto do Estádio Olímpico ainda neste ano. Todos esbarram na resistência das TVs ao uso dos nomes de fantasia em suas narrações e programas. O Corinthians fez de tudo para colocar essa exigência em seu contrato de exibição das partidas do Brasileirão pela Globo. Mesmo sendo parceiro fidelíssimo da emissora, não conseguiu a garantia. O canal a cabo de esportes do grupo, o Sportv, também não falará os nomes dos patrocinadores no ar.

A rejeição aos naming rights na TV não é generalizada. Os canais ESPN e a recém-chegada Fox Sports prometem adotar os nomes de fantasia em suas programações, mas isso não deve ser o bastante para convencer os investidores. Para Erich Beting, a resistência dos meios de comunicação não explica, sozinha, a dificuldade em fechar os acordos. De acordo com ele, toda a estratégia adotada pelos clubes na busca por contratos de naming rights vem sendo equivocada. "Quem vende e quem compra precisa entender o conceito. Na verdade, o melhor negócio não é nem dar nome ao estádio. É obvio que isso é interessante, mas as empresas podem ter benefícios ainda maiores com um contrato desse tipo, como poder fazer ações de relacionamento com clientes dentro do estádio, ter direito a ingressos para todos os eventos e poder fechá-lo por alguns dias pra uso próprio." O melhor exemplo, conforme Beting, é a Allianz Arena, erguida em Munique para receber a abertura da Copa de 2006. Passados seis anos do Mundial, o estádio - que, dentro de duas semanas, será palco da final da Liga dos Campeões - segue sendo rentável tanto para o Bayern, que manda seus jogos no local, como para a patrocinadora. E, tanto na TV como na arquibancada, não existe "Municão" ou "Bayernão" - ninguém chama a arena de qualquer outro nome que não a marca da companhia seguradora alemã.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/no-pais-dos-apelidos-o-desafio-de-vender-um-itaquerao

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Eike Batista é o único a apresentar estudo para concessão do Maracanã

Proposta da empresa IBX vai servir como base para edital de licitação do estádio

O empresário Eike Batista saiu na frente no processo de licitação do Maracanã, estádio que será concedido à iniciativa privada até a Copa de 2014.

De acordo com o jornal “O Globo”, uma das empresas de Batista, a IMX Holding AS, foi a única a apresentar ao governo fluminense o estudo de viabilidade econômica para a concessão da arena.

Assim, o sétimo homem mais rico do mundo de acordo com a revista “Forbes” abre vantagem sobre os demais consórcios interessados no estádio, entre eles uma outra empresa de Batista, a EBX.

Caso o estudo seja aprovado pela Secretaria da Casa Civil e pelo Comitê de Parcerias Público-Privadas (PPPs), o edital de licitação será elaborado nos moldes do projeto da IBX e lançado até o fim do mês de maio.

Quando o processo de concessão terminar, a empresa ganhadora deverá auxiliar o consórcio formado pelas empresas Delta, Andrade Gutierrez e Odebrecht na reforma do Maracanã, atualmente com 39% de execução.
EIKE+BATISTA+E+O+UNICO+A+APRESENTAR+ESTUDO+PARA+
CONCESSAO+DO+MARACANA.html

Opinião: É sabida a capacidade de produção do mecenas brasileiro Eike Batista e talvez deva ser vista com bons olhos a sua entrada no ramo esportivo, podendo ser o início de uma nova era da gestão do esporte enquanto entretenimento, pois ele certamente focará no business. Entretanto o que preocupa é saber se o Governo do estado do Rio de Janeiro terá capacidade de avaliar se a proposta é a melhor e, se é a mais rentável.