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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

COI não teme por segurança na Olimpíada após tragédia no Rio Grande do Sul


Entidade envia condolências às famílias das vítimas em Santa Maria

A tragédia que ocorreu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, não preocupa o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a segurança nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. O incêndio na Boate Kiss, na madrugada de sábado para domingo, matou 231 pessoas e deixou 116 feridas, sendo 80 em estado grave.

- A segurança das pessoas que trabalham para a preparação e desenvolvimento dos Jogos Olímpicos é uma prioridade para o COI. Trabalhamos em estreita colaboração com os comitês organizadores dos Jogos para garantir as normas de segurança internacionais. Não duvidamos que o Rio 2016 saberá proporcionar um ambiente seguro para os torcedores, atletas e pessoas que trabalham nos Jogos - disse o COI, em um comunicado enviado à AFP.

Ainda no comunicado, o COI enviou suas sinceras condolências às famílias e amigos das vítimas desta tragédia.

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2013/01/28/rio2016/coi+nao+tem+por+seguranca+na+olimpiada+apos+tragedia+no+rio+grande+do+sul.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Senado aprova facilidade para licitação e benefício tributário para Olimpíada


Oposição protesta sobre queda nas receitas de estados e municípios com a medida

Por Maria Lima

BRASÍLIA - Em meio a protestos da oposição contra a perda de receita de impostos de estados e municípios, o Senado aprovou e vai a sanção o texto da medida provisória (MP) 584, que estabelece Regime Diferenciado de Contratação (RDC) - que agiliza o processo de licitação para obras públicas - e concede isenção de tributos federais ao Comitê Olímpico Internacional (COI), ao Comitê Organizador das Olimpíadas Rio 2016. Serão beneficiadas ainda empresas vinculadas aos jogos e demais entidades relacionadas à realização dos Jogos Olímpicos e aos Jogos Paraolímpicos de 2016.
Os governistas tiveram que se rearticular depois que o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), alegando que a matéria fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), pediu verificação de quórum, obrigando a votação nominal. O líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN) encaminhou favoravelmente ao texto principal da MP, mas apresentou uma emenda para que , junto com as isenções, fossem aprovadas medidas de compensação para as perdas de estados e municípios.
Agripino alegou que sediar os Jogos Olímpicos em 2016 será uma honra para os brasileiros, mas não seria justo que estados e municípios carentes de recursos e dependentes de repasses constitucionais sejam penalizados. A oposição criticou também a emissão retroativa de crédito tributário e a ampliação da isenção de impostos prevista a outros beneficiários residentes no país, mas não abrangidos por organismos internacionais como a Federação Internacional de Futebol (Fifa).
- Com essa MP o governo dá um tiro com pólvora alheia. Estados e municípios terão de engolir a seco a isenção de vários tributos concedida a organismos internacionais - protestou Agripino.
- Essa medida atinge em cheio o cofre dos estados, já prejudicados com a menor transferência de recursos nos últimos 20 anos, em decorrência de isenções fiscais concedidas pelo governo a diversos setores da economia, como a indústria automobilística - emendou Randolfe Rodrigues.
O texto da Câmara foi aprovado sem modificações no Senado. Pela MP que irá agora a sanção presidencial, os benefícios fiscais valerão para os fatos geradores de tributos ocorridos entre 1º de janeiro de 2013 e 31 de dezembro de 2017. Quanto aos recolhimentos tributários referentes ao ano de 2012, relativos a operações de planejamento e organização dos Jogos, a Receita Federal poderá realizar procedimento administrativo para devolvê-los. O COI e o Rio 2016 deverão indicar à Receita as pessoas físicas e jurídicas que poderão usufruir do benefício fiscal.
Pelos cálculos do líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), com a MP aprovada, a União deixará de arrecadar R$ 3,8 bilhões, ou seja, R$ 350 milhões a menos no repasse ao Fundo de Participação dos Estados (FPE) e ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
A relatora da MP, senador Lídice da Mata (PSB-BA) rejeitou as emendas, com o argumento de que o Governo precisava honrar compromisso firmado anteriormente com as entidades esportivas. Ela explicou que a MP 584 não poderia ser comparada à isenção de IPI concedida pelo governo à indústria automobilística, a qual se aplica a receitas já existentes, enquanto a dos Jogos Olímpicos se dará sobre receitas futuras, que não podem ser mensuradas nos dias atuais.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/senado-aprova-facilidade-para-licitacao-beneficio-tributario-para-olimpiada-7080770#ixzz2FQXHgbOr 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

COI mostra apreensão quanto ao ritmo das obras para os Jogos


Prefeitura diz que intervenções estão de acordo com cronograma

RIO - A Empresa Olímpica Municipal (EOM) respondeu nesta terça-feira à afirmação do porta-voz do Comitê Olímpico Internacional (COI) Mark Adams, que demonstrou apreensão quanto ao ritmo das obras visando aos Jogos de 2016. Mark deu a seguinte declaração a jornalistas Lausanne na Suíça. "Nossa mensagem segue sendo que há tempo, mas o tempo corre. Eles (os organizadores) necessitam seguir este tema com todo seu vigor". Em nota, através de sua assessoria de imprensa, a EOM afirmou que as obras de infraestrutura de responsabilidade da Prefeitura estão seguindo o cronograma e algumas foram até antecipadas em relação ao que estava previsto no Dossiê da candidatura olímpica". Na mesma nota, a EOM acrescentou que "todos os projetos que serão realizados em mais de dois anos já começaram. No Sambódromo — local da partida e da chegada da maratona, e da competição de tiro com arco —, a reformulação prevista para 2015 foi entregue em fevereiro, para o Carnaval. O Parque dos Atletas, previsto para 2015, ficou pronto em agosto de 2011".
A nota continua com informação sobre o status das obras: "As obras mais complexas de transporte – BRTs Transoeste e Transcarioca, com 56 km e 41km, respectivamente – estão em andamento. O trecho Alvorada-Santa Cruz do BRT Transoeste entrou em funcionamento no dia 6 de junho. E embora o BRT Transcarioca ainda esteja em construção, com conclusão prevista para 2013, já foram inaugurados o Mergulhão Clara Nunes, em Campinho, o Mergulhão Billy Blanco, na Barra da Tijuca, e a duplicação do Viaduto Negrão de Lima, em Madureira. O BRT Transolímpica também já está em construção. Outro projeto em andamento é o do Parque Olímpico, que será o coração dos Jogos Rio 2016. No início de março a Prefeitura anunciou o resultado da licitação para implementar a Parceria Público-Privada (PPP) que viabiliza a construção da infraestrutura de todo o Parque Olímpico e da Vila dos Atletas; dos pavilhões que formarão o futuro Centro Olímpico de Treinamento; do Centro Principal de Mídia e de um hotel.
As obras começaram em julho deste ano. Ainda sobre o Parque Olímpico, foi assinado em maio um acordo com o Governo Federal que vai aportar os recursos para a construção e reforma de equipamentos que não fazem parte do escopo da PPP. As obras serão realizadas pelo Município. As licitações para a escolha das empresas que desenvolverão os projetos básico e executivo das novas instalações (permanentes e temporárias) estão na reta final. Os consórcios vencedores serão anunciados até o fim deste mês. Este ano a Prefeitura também inaugurou a primeira fase do Porto Maravilha, que incluiu a reurbanização de 24 vias e a restauração do conjunto histórico-arquitetônico da região portuária, e iniciou as obras do túnel que fará parte da Via Expressa (atual Avenida Rodrigues Alves) do novo sistema viário da região".


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/coi-mostra-apreensao-quanto-ao-ritmo-das-obras-para-os-jogos-6930853#ixzz2EAnmjFPf 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

COI tenta aumentar prazos de Parque Olímpico em Deodoro


Rio — O diretor executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI), Gilbert Felli, admitiu nesta quarta-feira que está com dificuldades para compreender como está o andamento dos projetos do Parque Olímpico de Deodoro, que ainda não foram licitados. Faltam menos de quatro anos para as Olimpíadas de 2016. Felli está no Rio desde a semana passada com outros integrantes do alto escalão do COI. Eles participaram de mais uma reunião de revisão de prazos e projetos dos Jogos Olímpicos, além de um seminário no qual os organizadores das Olimpíadas de Londres repassaram aos colegas brasileiros os desafios de se promover uma olimpíada.
— Na preparação para os jogos vimos muitos progressos desde junho. Na revisão dos projetos, a gente tentava entender como era o processo de elaboração do Master Plan (espécie de plano diretor do parque de Deodoro) e seus prazos. Esperamos que a licitação ocorra em breve. Soubemos que o projeto do parque radical teve avanços — disse Felli, ao responder a uma pergunta sobre as impressões que tinha a respeito dos avanços dos projetos dos Parques Olímpicos desde a última visita realizada pelo COI ao Rio, em junho.
A licitação será um pouco diferente dos moldes tradicionais. O edital está sendo elaborado com a consultoria do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), e levará mais em conta as propostas técnicas do que os valores oferecidos pelos concorrentes.
— O peso maior será encontrar uma forma que os equipamentos esportivos se integrem à cidade. O projeto tem que levar em conta a proximidade das instalações com as estações de BRts Transbrasil (Deodoro- Centro pela Avenida Brasil) e Transolímpica (Barra-Deodoro). bem como outros elementos arquitetônicos — disse o presidente do IAB, Sérgio Magalhães.
Ainda sobre Deodoro, o diretor-geral da Rio 2016, Leonardo Gryner, disse que não há motivo para preocupações, e que a cidade já está perto do limite para lançar o edital. Até porque, embora as Olimpíadas sejam em 2016, as obras precisam ser concluídas um ano antes para eventos testes. Mas na interpretação da assessoria de comunicação Comitê Organizador Rio 2016, o tom de Gilbert Felli não teria sido de cobranças .
O diretor do COI, porém, minimizou as indefinições sobre o futuro do rugby, que deverá ser realizado provavelmente no Estádio Olímpico João Havelange (em lugar de São Januário) e o hockey sobre a grama. Inicialmente, o hockey seria no Parque Olímpico da Barra, mas por falta de espaço o Comitê Organizador Rio 2016 quer realizá-lo em Deodoro.
— A confederação internacional nos solicitou alterativas onde poderiam ser as provas. Estamos estudando áreas na Barra da Tijuca que tenham espaço para duas quadras: competições e aquecimento mas fora do Parque Olímpico. A diferença é que se optarmos por Deodoro as instalações seriam definitivas. Enquanto na Barra, provisórias - disse o diretor-geral dos Jogos Olímpicos de 2016, Leonardo Gryner.
Felli também comentou a polêmica envolvendo a construção de um píer em formato de Y na Zona Portuária previsto para os Jogos Olímpicos. na terça-feira, Leonardo Gryner, disse que as obras seriam desnecessárias para a Olimpíadas porque o que o Comitê Rio 2016 necessita são de navios para alojar até 10 mil pessoas da “família olímpica’’, caso não haja vagas em hotéís.
— O que a gente precisa é usar o porto. Agora o COI não discute se ele é em Y, H ou outra letra — disse Gibert Felli


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COI alerta Rio que tempo é valioso e prazos precisam ser cumpridos


O Comitê Olímpico Internacional (COI) voltou a cobrar dos organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira, que observem estritamente os prazos estabelecidos para os preparativos da Olimpíada de 2016 de forma a evitar atrasos.

"Tenho certeza que o time do Rio está ciente da urgência e do fato que os Jogos precisam ser entregues em uma data específica, você não pode adiar. É como um jogo de futebol, mas você não tem prorrogação se perder tempo", disse a jornalistas o membro do comitê executivo do COI Denis Oswald, que foi o chefe da comissão de coordenação do COI para Londres-2012.

A prefeitura do Rio garante que todos os projetos de infraestrutura e de arenas esportivas para os Jogos Olímpicos estão dentro do cronograma, ao contrário do que acontece com várias obras das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, principalmente nos aeroportos e obras de mobilidade urbana, que estão atrasadas e correm risco de não ficarem prontas a tempo.

Por conta desses atrasos, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse este ano que o Brasil precisava de um "chute no traseiro" para acelerar os preparativos, provocando uma crise com o governo brasileiro que foi contornada posteriormente com um pedido de desculpas.

Os dirigentes do COI, por sua vez, repetiram a cobrança para que os prazos sejam cumpridos e lembraram que há bastante trabalho a ser feito.

Membros da organização da Olimpíada da capital britânica estiveram reunidos no Rio dos dias 17 a 21 para um evento organizado pelo COI para a transferência de conhecimento para futuras cidades-sedes de Olimpíadas, incluindo a Rio-2016 e os Jogos de Inverno Sochi-2014 e PyeongChang-2018.

"Os Jogos são um projeto incrivelmente complexo, como todos nós sabemos, mas o tempo é um artigo realmente valioso e o Rio, como Londres, deve garantir a maximização do tempo disponível para cumprir os altos padrões que eles próprios estabeleceram", disse Nawal El Moutawakel, vice-presidente do COI e presidente da comissão de coordenação do COI para a Rio-2016.

"Receber os Jogos Olímpicos é um projeto complexo e não há tempo a perder. O Rio 2016 está ciente disso e sabemos que fará um bom trabalho", acrescentou.

Entre as principais obras dos Jogos de 2016, a construção do Parque Olímpico está na fase de demolição do Autódromo de Jacarepaguá, onde será erguido o complexo esportivo, e a Vila Olímpica está no estágio inicial de obras. A cidade também está passando por obras de mobilidade urbana e expansão do metrô para a Barra da Tijuca, onde será realizada a maior parte dos Jogos.

(Por Pedro Fonseca, com reportagem da Reuters TV) 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,coi-alerta-rio-que-tempo-e-valioso-e-prazos-precisam-ser-cumpridos,963124,0.htm

COI acredita que Rio 2016 progrediu muito nos últimos meses


Segundo a entidade, a "aceleração" do projeto olímpico carioca é um "bom sinal"

O diretor-executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) para os Jogos Olímpicos, Gilbert Felli, afirmou nesta quarta-feira que a organização do Rio de Janeiro para 2016 apresentou "muitos progressos" nos últimos meses.

Felli considerou que a "aceleração" do projeto olímpico do Rio é um "bom sinal" e manifestou total confiança no êxito desses Jogos Olímpicos, em entrevista coletiva durante a apresentação do relatório oficial de Londres 2012, perante os organizadores dos próximos Jogos Olímpicos.

Durante os encontros, que começaram na sexta-feira, estiveram presentes representantes da organização do Rio 2016, das futuras sedes dos Jogos de Inverno - Sochi (Rússia) e PyeongChang 2018 (Coreia do Sul) - e das três candidatas a sediar os Jogos de 2020: Madri, Istambul e Tóquio.

A diretora do COI para Rio 2016, Nawal el Moutawakel, concordou com Felli ao especificar que a cidade brasileira está em um "bom caminho", mas alertou que, "da mesma forma que ocorreu com Londres", os organizadores deverão "maximizar o tempo" que resta para obter bons resultados.

Nawal assinalou que o COI e os organizadores do Rio 2016 estão "no mesmo barco" e ambos compartilham interesse no bom resultado dos Jogos.

O responsável do COI para Londres 2012, Denis Oswald, explicou que as principais chaves de êxito da capital britânica foram "a clara visão e ótima dinâmica" que foram mantidas desde a época da candidatura, a ótima participação do público e o "forte legado" que os Jogos deixaram a nível esportivo e de transformação urbana.

O responsável dos Jogos do Rio 2016 e presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, reiterou que não é possível fazer comparações com as sedes dos Jogos e admitiu que o Rio terá "acertos e aspectos que se podem melhorar" a organização.

A apresentação do relatório oficial de Londres 2012 começou na sexta-feira passada e serviu para discutir aspectos técnicos da organização dos Jogos, incluindo aspectos como segurança, transporte e venda de entradas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11063/COI+ACREDITA+QUE+RIO+2016+PROGREDIU+MUITO+NOS+ULTIMOS+MESES.html

Comissão mista aprova MP sobre isenção tributária na Olimpíada


Relatório preserva todos os pontos do acordo feito entre o governo federal e o COI

A comissão mista sobre a Medida Provisória 584/12, que concede isenção tributária para obras e serviços relacionados aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, aprovou há pouco o relatório da senadora Lídice da Mata (PSB-BA).

O relatório preserva todos os pontos do acordo feito entre o governo federal e o Comitê Olímpico Internacional (COI), que permitiu a realização das competições no Brasil.

A relatora acolheu algumas emendas que envolvem aspectos paralelos, como a prestação de contas. A MP prevê a prestação de contas completa ao final dos eventos. O texto proposto pela senadora prevê uma prestação de contas anual.

A senadora afirmou que não acredita na possibilidade de empresas não relacionadas aos eventos obterem isenção fiscal com base nessa MP. Segundo ela, a isenção está restrita a empresas que forem diretamente contratadas pelo COI e pelo Comitê Rio 2016.

Copa do Mundo
A aprovação do parecer foi possível graças a um acordo com o deputado Vicente Candido (PT-SP), que foi relator da Lei Geral da Copa e hoje integra a comissão. Ele apresentou uma emenda que estende a isenção tributária para obras de estádios da Copa do Mundo que se iniciaram no período de janeiro entre 2010 e junho de 2011. Nestes meses, entrou em vigor o Regime Especial de Tributação para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização de Estádios de Futebol (Recopa).

O governo convenceu o deputado a apresentar sua emenda em outra MP, a 585/12, para permitir a aprovação da 584/12.

Ao todo, a União deixará de arrecadar R$ 3,8 bilhões com a renúncia fiscal. Diversas emendas apresentadas à MP tentam deixar mais claro os critérios para os beneficiários. Uma das preocupações dos parlamentares é quanto à retroatividade das isenções para operações realizadas ao longo de 2012. A  Receita Federal, no entanto, argumenta que haverá uma compensação financeira futura.

Desoneração fiscal
Em audiência pública no início do mês, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, afirmou que, em sua opinião, não haverá renúncia fiscal, tendo em vista que, se os jogos não fossem realizados, os fatos geradores dos impostos também não existiriam.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11058/COMISSAO+MISTA+APROVA+MP+SOBRE+ISENCAO+TRIBUTARIA+NA+OLIMPIADA.html

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

COI aconselha a futuras sedes olímpicas que adaptem lições de Londres


Fato ocorreu na cerimônia de inauguração da apresentação do relatório oficial de Londres 2012

O Comitê Olímpico Internacional (COI) aconselhou neste sábado as futuras sedes e candidatas a abrigar os Jogos Olímpicos que adaptem as lições positivas de Londres 2012 a seus contextos locais.

Essa foi a principal mensagem do diretor-executivo dos Jogos Olímpicos, Gilbert Felli, na cerimônia de inauguração da apresentação do relatório oficial de Londres 2012 realizada no Rio de Janeiro.

O seminário, que se prolongará até quarta-feira, conta com representantes da Rio 2016, dos Jogos de Inverno de Sochi 2014 (Rússia) e de PyeongChang 2018 (Coreia do Sul) e das três candidatas a abrigar as olimpíadas de 2020: Madri, Istambul e Tóquio.

Felli considerou que Londres, "de qualquer ângulo foi muito bem-sucedida", embora tenha opinado que muitas das respostas aos problemas na organização dos Jogos "dependem do contexto local".

A diretora do COI encarregada da Rio 2016, Nawal El Moutawakel, leu uma mensagem do presidente da organização, Jaques Rogge, no qual pediu à cidade brasileira para aplicar essa lição.

Nawal afirmou que "adotar e adaptar" as lições de Londres às circunstâncias locais é "particularmente importante" para o Rio, tendo em vista seu contexto diferente e porque lhe cabe melhorar o bom papel de seus antecessores.

A representante do COI avaliou que em Londres os estádios estavam cheios, houve recordes de audiência na televisão e na internet, entre outros aspectos positivos.

"O sucesso não aconteceu por acidente, Londres criou uma firme visão do que queria fazer nos Jogos e depois dos 16 dias de competição", afirmou a responsável do COI.

O Rio de Janeiro assumiu o bastão por meio do presidente do comitê organizador local, Carlos Arthur Nuzman, que afirmou que a cidade brasileira se servirá do evento esportivo para realizar "a maior transformação" que uma sede pode realizar por ocasião dos Jogos.

Na mesma linha, o prefeito de Rio, Eduardo Paes, disse que o exemplo que Rio aspira a seguir é a "grande mudança" que Barcelona realizou em 1992, embora tenha assegurado que superar Londres será um "trabalho difícil".

O vice-ministro do Esporte, Luis Fernandes, disse que o Governo pretende se servir dos Jogos e da Copa do Mundo de 2014 para desenvolver a infraestrutura do país e "promover desenvolvimento social".

O responsável do comitê organizador de Londres 2012, Sebastian Coe, recomendou às futuras sedes que não esqueçam de outorgar aos atletas o lugar "central" dos Jogos.

"Viemos para compartilhar as coisas que saíram bem, as que nem tanto e as que poderíamos ter feito diferente se tivéssemos uma segunda oportunidade", afirmou Coe em relação a estas sessões de apresentação do relatório oficial.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11047/COI+ACONSELHA+A+FUTURAS+SEDES+OLIMPICAS+QUE+ADAPTEM+LICOES+DE+LONDRES.html

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Sem garantias financeiras, Rio 2016 descarta São Januário nos Jogos


Entidade diz que clube não apresentou projeto completo para receber rúgbi
até a data limite. Diretoria não sabia sobre necessidade da carta de fiança

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 emitiu um comunicado nesta quinta-feira descartando o uso de São Januário para as competições de rúgbi das Olimpíadas. De acordo com o órgão, o clube não enviou dentro do prazo estipulado (última quarta-feira, 31 de outubro) o projeto completo para receber a disputa. O Engenhão, que será ampliado, já surge como a principal alternativa.
A versão da diretoria do Vasco é que, neste momento, o comitê não havia exigido a carta de fianças, que estabelece garantias financeiras sobre quem iria investir na transformação do estádio em uma arena de acordo com as exigências do COI. O clube ainda apronta esta e outras documentações e, por isso, não a anexou ao dossiê que foi entregue. Embora já estivesse definido que o BNDES emprestará o equivalente a 60% da reforma e o restante será dividido entre investidores e patrocinadores, que só serão escolhidos após a licitação, prevista para 2013, e explorarão suas marcas no local.
O GLOBOESPORTE.COM não conseguiu contato com o alto comando do projeto, composto pelo presidente Roberto Dinamite, pelo diretor geral Luiz Gomes e pelo vice de marketing Eduardo Machado, além de conselheiros influentes, como o empresário Olavo Monteiro de Carvalho. Nenhum atendeu às ligações. Antes, o caso era tocado pelo ex-vice de finanças Nelson Rocha e pelo ex-vice de patrimônio Fred Lopes, que pediram demissão de seus cargos em setembro.
Faltava ainda o projeto de urbanização do entorno de São Januário, que ficará sob responsabilidade da Prefeitura, grande parceira na empreitada pelo fato de Eduardo Paes ser vascaíno. Além dele e do governador Sergio Cabral, outro torcedor do clube, o secretário municial de Conservação e Serviços Públicos (e ex-coordenador da candidatura do Rio-2016), Carlos Roberto Ozório, e o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, sempre foram alianças importantes para que a honra de sediar a competição não saísse das mãos do Vasco.
Em entrevista coletiva na terça, Dinamite enfatizou a importância de o estádio ser modernizado e contava com a resposta positiva do comitê Rio 2016, após o esforço do trabalho de mais de um ano.
- O desejo do Vasco é fazer aqui uma arena. Estamos trabalhando o projeto para fazer de São Januário um novo anel com uma empresa do ramo. Inicialmente, Nelson (Rocha, ex-vice de finanças) e Fred Lopes (ex-vice de patrimônio) tiveram autonomia nesse processo. Houve reuniões também com prefeito e governador. Para fazer uma arena, passa por obras no entorno de São Januário. É um projeto para o Vasco ser sede do rúgbi, que passa pelo (Carlos Arthur) Nuzman (presidente do COB e comitê Rio 2016) e para termos mais conforto para atender o torcedor. Vamos entregar o documento para que isso possa começar a ser realizado - declarou.

Confira o comunicado oficial do Comitê Rio 2016 na íntegra:

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™ (Rio 2016™), o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Conselho Internacional de Rugby (IRB, na sigla em inglês) estão totalmente empenhados em garantir competições excepcionais de rugby nos Jogos Olímpicos de 2016.
O Estádio de São Januário fora identificado como a potencial instalação para o rugby. Essa possibilidade estava sujeita ao atendimento de certas exigências.
O Clube de Regatas Vasco da Gama foi requisitado, em 9 de abril de 2012, a enviar, até 31 de outubro de 2012, o projeto completo e todas as garantias, incluindo financeiras, referentes à cessão do estádio nas condições exigidas pelo COI e pelo IRB para o evento.
Por não ter recebido a documentação pedida até a data estipulada, o Rio 2016™ promoverá agora uma reavaliação dos planos operacionais do Estádio João Havelange, em conjunto com o IRB e o COI, para assegurar que a estreia do rugby nos Jogos Olímpicos seja bem sucedida e memorável.
O IRB acrescentou: “O IRB tem sido totalmente informado pelo Rio 2016™ das discussões em andamento sobre a escolha da instalação esportiva para os eventos de rugby nos Jogos Olímpicos.
O IRB continuará a trabalhar em parceria com o Rio 2016™ e o COI para assegurar a realização de eventos de rugby marcantes e bem sucedidos para as equipes, os fãs e as famílias Olímpica e do rugby.”

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/11/comite-rio-2016-descarta-uso-de-sao-januario-nas-olimpiadas.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=globoesportecom

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Prefeito do Rio diz que rede hoteleira da cidade não preocupa mais


Eduardo Paes participou de solenidade que deu início às obras de um hotel no Riocentro, sede do IBC

Fonte: Alvo de receio do Comitê Olímpico Internacional (COI) e das próprias autoridades públicas do Rio de Janeiro, a rede hoteleira carioca não preocupa mais, segundo o prefeito Eduardo Paes. Na época da candidatura do Rio à cidade-sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, os quartos de hotéis da capital fluminense eram considerados insuficientes para o evento esportivo internacional e isso gerou preocupações.

A declaração de Paes foi feita hoje (18), durante início das obras do Hotel Grand Mercure, que será construído no Riocentro, para abrigar os profissionais que trabalharão no Centro Internacional de Transmissão da Copa do Mundo de 2014. O hotel quatro estrelas terá 306 apartamentos.

“Cada dia mais, esse é um desafio superado. [Com] o que tem em construção, já estamos dobrando a capacidade hoteleira que a gente cidade tem. Aqui do lado estão fazendo um Hilton. O Hyatt também começou nesta semana, na Praia da Barra. Então, a questão de acomodação não será mais um problema”, disse Paes.

Segundo dados de fevereiro da Secretaria de Turismo do Rio, a cidade tinha 25,2 mil quartos de hotel. Com os projetos em construção, em licenciamento e análise, é possível chegar a 36 mil unidades até 2015. De acordo com a secretaria, o Rio se comprometeu a oferecer 42,6 mil quartos, entre hotéis, vilas de acomodação e cabines de navios, acima do exigido pelo COI, 40 mil.

De acordo com a GL Events Brasil, empresa que administra o Riocentro, o Hotel Gran Mercure vai custar cerca de R$ 100 milhões. O secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jerôme Valcke, não pôde participar da cerimônia de lançamento da obra porque precisou ser internado em um hospital do Rio de Janeiro, devido a uma infecção. Ele foi representado pelo diretor de Marketing da Fifa, Thierry Weil.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10922/PREFEITO+DO+RIO+DIZ+QUE+REDE+HOTELEIRA+DA+CIDADE+NAO+PREOCUPA+MAIS.html

COI ratifica acordo com a Nike


Após mais de um mês de especulação, o Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou nesta semana uma parceria com a Nike. A empresa norte-americana será fornecedora de material esportivo da entidade até 2016.

O negócio envolve os produtos que serão usados por funcionários, voluntários e membros do estafe técnico do COI em todos os eventos e competições oficiais. A Nike fornecerá produtos à entidade, portanto, nas próximas edições de Jogos Olímpicos de inverno (Sochi-2014) e verão (Rio-2016).

O contrato terá início em janeiro de 2013. Até dezembro, o COI está vinculado à Mizuno, marca que investe na entidade desde 1995. O valor do aporte da Nike à instituição não foi revelado.

Nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, a Nike já havia fornecido material esportivo aos atletas sem país, que disputaram a competição com a bandeira do COI. A empresa também vestiu mais de cem delegações nacionais no evento.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27229/COI-ratifica-acordo-com-a-Nike/index.php

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Eduardo Paes: Pendências olímpicas só depois do primeiro turno


Prefeito estuda pedir adiamento do prazo ao COI sobre a utilização do Velódromo

Por Renato Onofre

RIO — O prefeito e candidato à reeleição, Eduardo Paes (PMDB), não está com pressa para resolver as pendências existentes no projeto olímpico para a Rio 2016. A decisão, segundo o próprio, só sairá no final de outubro quando, oficialmente, a prefeitura tem a obrigação contratual com o Comitê Olímpico Internacional (COI) de finalizar as licitações previstas no compromisso olímpico.
A reutilização ou não do velódromo serviu de combustível para os adversários nos primeiros debates e gerou apreensão do comitê organizador. Entre elas, o Centro Internacional de Radiodifusão(IBC), o centro de tênis, a arena de handebol, o parque aquático, além de resolver um dos principais imbróglios do projeto: o destino do Velódromo de Jacarepaguá.
O embate levou ao principal adversário do prefeito, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), diminuir os tons de crítica ao projeto olímpico. O COI chegou a anunciar, em tom de ameaça, que qualquer mudança no cronograma acordado com o Rio poderia inviabilizar a realizações dos Jogos, em um recado claro aos prefetáveis cariocas.
Internamente, a ordem na prefeitura é não antecipar nenhuma decisão por conta do primeiro turno. A equipe trabalha apostando na continuidade do prefeito Eduardo Paes à frente da gestão. Disparado na liderança em todas as pesquisas divulgadas até aqui - sempre com mais de 50% dos votos-, Paes não tem pressa em decidir a questão agora.
Entre os projetos de infraestrutura, qual mais preocupa é a TransBrasil. Fora do cronograma inicial do evento, a quarta linha de BRT da cidade foi incluída no legado olímpico pelo próprio prefeito e terá financiamento federal. Contudo, até o momento, o compromisso pela liberação da verba não foi para o papel.
— Acho que tem uma questão (pendente) ainda no Parque Olímpico que é o Velódromo. E eu estou fazendo todo o esforço para manter o Velódromo lá porque eu acho um absurdo gastar R$ 14 milhões, mesmo que não tenha sido no meu governo, num equipamento e depois destruí-lo. Estamos estudando no limite a possibilidade de manter o local — disse o prefeito.
Ao ser questionado sobre o prazo final para decisão, o prefeito disse que ainda está indefinido e admitiu que pode pedir o adiamento junto ao COI:
— Deve sair na data limite que a gente tem com o COI. É se até lá não tivermos uma solução é estudo pedir ao COI, neste caso específico, um adiamento.
Durante a visita ao Hospital da Mulher, Paes voltou a dizer que a saúde continua sendo o principal problema da cidade. Ele disse ainda que, caso reeleito, não pretende construir uma nova unidade hospitalar na cidade e anunciou a intenção de municipalizar os hospitais Rocha Faria e Albert Schweitzer, ambos administrados pelo governo estadual na Zona Oeste.
— A minha ideia é cada vez mais avançar (na saúde) na Zona Oeste porque a prefeitura não tinha nenhuma unidade aqui. Quero municipalizar o Albert e o Rocha Faria, que são estaduais. Mas temos que fazer isso de forma bem equilibrada com a prefeitura, estado e governo federal discutindo juntos. A conta tem que ser dividida entre os três níveis de governo. Não podemos repetir os erros do passado quando se municipalizou tudo e depois foi dando problema — afirmou Paes fazendo uma referência aos problemas ocorridos no último governo do ex-prefeito Cesar Maia (DEM) que levaram a intervenção do governo federal na saúde da cidade.
Paes ainda falou sobre a falta de médicos na rede municipal:
— Não tenho dúvida que o nosso maior desafio é a saúde. E a falta de médicos é um dos problemas. Temos o compromisso de contratar mais dois mil médicos (em uma nova gestão).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/eduardo-paes-pendencias-olimpicas-so-depois-do-primeiro-turno-6210999#ixzz27iaTFnB9 

sábado, 15 de setembro de 2012

Nike será parceira do COI até 2016, diz site


O Comitê Olímpico Internacional (COI) deve anunciar nos próximos dias a Nike como nova fornecedora oficial de roupas. Segundo o site “Insidethegames.biz”, a empresa de material esportivo já tem tudo acertado com a entidade para substituir a Mizuno.

Ainda de acordo com o site, o contrato entre COI e Nike teria validade até 2016, ano em que o Rio de Janeiro receberá os Jogos Olímpicos. O contrato não envolveria aporte financeiro.

A cota ocupada atualmente pela Mizuno é de fornecedora. A empresa japonesa é responsável pelas roupas do COI e de seus funcionários em todos os eventos oficiais da entidade.

Contudo, a Mizuno mudou recentemente o direcionamento. A empresa resolveu concentrar forças no projeto de Tóquio, cidade japonesa que tenta sediar os Jogos Olímpicos de 2020.

Como a Mizuno decidiu patrocinar a candidatura e se afastou do COI, a Nike aproveitou a brecha. A companhia norte-americana já havia feito neste ano as roupas usadas pelos atletas que sem país que disputaram os Jogos Olímpicos de Londres.

O curioso é que Tóquio, que disputa os Jogos de 2020 com Istambul e Madri, será a primeira cidade avaliada pelo COI. Oficiais da entidade irão ao Japão em março do próximo ano, e já devem aparecer com material esportivo produzido pela Nike.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26769/Nike-sera-parceira-do-COI-ate-2016-diz-site/index.php

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Emissora da Rússia compra direitos de ciclo olímpico até 2016


A ANO Sports Broadcasting, empresa russa que reúne canais como RTR, Channel One e NTV Plus, assegurou nesta semana um pacote de mídia relacionado ao próximo ciclo olímpico. A companhia comprou direitos para exibir os próximos Jogos de inverno (Sochi-2014) e verão (Rio-2016).

O negócio foi fechado entre ANO Sports e Sportfive, agência responsável pela venda dos direitos de mídia das competições organizadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). O valor investido pela empresa não foi divulgado.

O contrato inclui direitos de TV aberta, internet, telefonia móvel e rádio. “Temos certeza que esse negócio vai assegurar a melhor transmissão possível na Rússia. Estamos empolgados”, disse Shaila-Ann Rao, porta-voz da Sportfive.

Até o momento, a ANO Sports ainda não divulgou detalhes sobre o plano de cobertura dos próximos Jogos ou a divisão das propriedades entre os canais que formam o grupo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26643/Emissora-da-Russia-compra-direitos-de-ciclo-olimpico-ate-2016/index.php

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Canal israelense adquire direitos de Olimpíadas


O canal israelense The Sports Channel adquiriu os direitos de transmissão das próximas edições dos Jogos Olímpicos de inverno (Sochi-2014) e verão (Rio-2016). O valor do negócio com o Comitê Olímpico Internacional (COI) não foi revelado.

Os direitos foram vendidos pela agência Sportfive, que já negociou com outros 40 países europeus desde 2009, quando fechou um acordo com o COI.

"Estamos confiantes de que o Sports Channel vai garantir qualidade e uma cobertura ao vivo inovadora para ambos os eventos", disse Shaila-Ann Rao, diretora-executiva da Sportfive.

O Sports Channel atua na TV aberta, pay-per-view, vídeo on-demand, internet, celular e no rádio, em Israel. A cobertura dos Jogos será dividida pelas diferentes plataformas. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26493/Canal-israelense-adquire-direitos-de-Olimpiadas/index.php

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

COI inocenta Phelps em polêmica sobre publicidade


O nadador norte-americano Michael Phelps não vai perder as seis medalhas (quatro ouros e duas pratas) que conquistou nos Jogos Olímpicos de Londres-2012. As láureas estiveram ameaçadas por causa de uma campanha publicitária, mas o atleta foi inocentado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

Phelps fez uma campanha publicitária para a marca Louiss Vuitton. Duas fotos desse ensaio vazaram na internet no dia 13 de agosto, três dias antes do lançamento oficial.

O problema é que o COI impõe um embargo para ações publicitárias de atletas que disputam os Jogos Olímpicos. Eles não podem participar de campanhas de empresas que não patrocinem o evento, e neste ano a restrição durou de 18 de julho a 15 de agosto.

Por causa disso, o COI abriu investigação sobre o caso Phelps. No entanto, a entidade não identificou dolo no vazamento das imagens e entendeu que o nadador não poderia ser responsabilizado por um vazamento que não teve relação com ele.

Com as seis medalhas obtidas em Londres-2012, Phelps chegou a 22 nos Jogos Olímpicos. O nadador é o atleta que mais subiu ao pódio na história do evento esportivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/26/26455/COI-inocenta-Phelps-em-polemica-sobre-publicidade/index.php

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fotos vazam, e Phelps pode ter medalhas cassadas


Maior medalhista da história dos Jogos Olímpicos, o nadador norte-americano Michael Phelps pode ser punido e perder as láureas conquistadas em Londres-2012. Tudo por causa de uma campanha publicitária que ele fez para a Louis Vuitton, cujas fotos vazaram antes do tempo.

Duas imagens da campanha começaram a circular na internet no dia 13 de agosto, três dias antes do lançamento oficial do projeto de comunicação. Com isso, romperam um embargo imposto pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

A entidade impõe uma restrição a ações publicitárias de marcas que não são patrocinadoras dos Jogos Olímpicos. Atletas que participam da competição não podem participar de nenhuma campanha durante esse período. Em 2012, o veto durou de 18 de julho a 15 de agosto.

A lista de punições para atletas que ignoram esse embargo é severa. No caso de Phelps, se o COI identificar dolo no vazamento das imagens, o norte-americano pode ter cassadas as medalhas que conquistou nos Jogos de Londres.

Phelps tornou-se em Londres o recordista de medalhas na história dos Jogos Olímpicos. Ele ultrapassou a ex-ginasta Larissa Latynia, que aparece com o nadador em uma das fotos da campanha da Louis Vuitton.

Na outra imagem, Phelps está em uma banheira, de sunga e óculos de natação. Uma mala da Louis Vuitton aparece do lado dele, e a assinatura é “Duas carreiras extraordinárias, um mesmo destino”.

A campanha foi lançada oficialmente no dia 16, um dia depois do fim do embargo. Outras empresas fizeram planejamentos semelhantes, e isso criou uma onda de publicidade esportiva na mídia britânica durante o último fim de semana.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/26/26426/Fotos-vazam-e-Phelps-pode-ter-medalhas-cassadas/index.php

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

QUANTO CUSTA UM MEGAEVENTO?


Se existe um produto que muito se valorizou nos últimos anos (além dos imóveis do Rio de Janeiro) ele se chama Olimpíada. Depois que a Record desbancou a supremacia da maior emissora brasileira, os profissionais da Rede Globo decidiram que não poderiam voltar a deixar que o fato se repetisse, mesmo que para isso novas estratégias fossem propostas ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Vale lembrar que em 2004 a Globo desembolsou aproximadamente U$ 5 milhões para ter os direitos exclusivos de transmissão no Brasil. Em 2008, quando começaram a surgir os primeiros boatos de ameaça, o valor foi aumentado para U$ 15 milhões. Pode se concluir que houve uma considerável valorização, porém nada que se compare aos U$ 60 milhões oferecidos pela Record, que lhe garantiram o direito de exclusividade nos jogos de Londres neste ano.

Para a edição brasileira a emissora da família Marinho implementou um sistema criativo que cativou os membros do COI, pois sabiam que se dependessem apenas do fator financeiro, não teriam como disputar com sua principal concorrente. Foi oferecido para a entidade internacional a flexibilização da transmissão em TV aberta, que será dividida com a própria Record e a Bandeirantes, e que juntas desembolsarão aproximadamente U$ 200 milhões. Além disso, a rede envolveu suas emissoras em TV fechada, redes de rádio e seu portal de internet para não apenas transmitir os jogos, mas também serem o principal canal de promoção do evento que acontecerá no país.

Mas engana-se quem acredita que a solução para a próxima edição dos jogos tenha trazido a paz ou aproximado as concorrentes. De acordo com informações de profissionais do ramo, mesmo antes de saber qual será a sede de 2020, as emissoras já estão negociando com o COI e especulasse que as conversas estejam girando em torno de U$ 250 milhões, com direito a exclusividade. É ou não é uma baita valorização de um produto?
* Por Rodrigo Calvoso - Diretor de Comunicação

Fonte: http://estadiosearenas.blogspot.com.br/2012/08/quanto-custa-um-megaevento.html

Bandeira olímpica chega ao Complexo do Alemão, e protocolo é quebrado mais uma vez


À tarde, o símbolo será levado à Praça do Canhão, em Realengo

Pot Thamine Leta

RIO - A bandeira olímpica - vinda diretamente de Londres, após a festa de encerramento dos Jogos deste ano, que aconteceu no domingo - foi apresentada na manhã desta quarta-feira aos moradores do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Apesar de uma réplica do símbolo olímpico ter sido hasteada durante a cerimônia, a bandeira original foi mostrada e tocada por crianças que participavam do evento, quebrando novamente as regras Comitê Olímpico Internacional (COI).
Após a cerimônia, que aconteceu na comunidade Nova Brasília, o governador Sérgio Cabral, acompanhado do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, apresentou a bandeira original, que estava guardada em uma caixa de madeira. Como mostrou reportagem do GLOBO nesta quarta-feira, desde segunda, o símbolo vem sendo manuseado por diversas pessoas sem luvas. Para receber a bandeira, o Comitê Organizador Rio 2016 assinou um compromisso que diz, entre outras coisas, que ela não pode sair da caixa em passeios de rua nem ser desfraldada.
Em nota, a assessoria de imprensa do governador informou que “a mão inocente de uma criança de uma comunidade pacificada só dará mais glória à Bandeira. O verdadeiro Espírito Olímpico está ali”.
Cerca de 150 crianças acompanharam a cerimônia, que contou com a banda da Guarda Municipal e a apresentação de alunos do Afroreggae. Durante o evento, o governador Sérgio Cabral comentou a importância de o símbolo ser levado até a comunidade, ocupada desde novembro de 2010:
— Quando pensamos no Rio como cidade olímpica, pensamos nesse legado. Trazer a bandeira aqui é mostrar que o Rio acabou com o conceito de cidade partida: hoje a comunidade faz parte da cidade. A bandeira que percorreu o mundo hoje esta no Alemão. Quem diria isso?
Cabral estava acompanhado do vice-governador, Luiz Fernando Pezão, que também participou da cerimônia. Ainda nesta terça-feira, a bandeira olímpica será levada à Praça do Canhão, em Realengo, na Zona Oeste. O prefeito Eduardo Paes iria comparecer ao Complexo do Alemão, mas desmarcou o compromisso e foi ao Centro de Operações da Prefeitura, devido ao tumulto causado pelo protesto de vans no Rio na manhã desta quarta-feira.

Bandeira chegou na segunda-feira
O símbolo olímpico chegou ao Rio na última segunda-feira, trazida pelo prefeito Eduardo Paes. No dia seguinte, ele foi mostrado à presidente Dilma Rousseff, em Brasília. Após percorrer diferentes regiões do Rio, e a capital federal, a bandeira olímpica ficará exposta no Palácio da Cidade, sede da prefeitura, em Botafogo, onde poderá ser visitada pelo público. Paes embarcou na quinta-feira para Londres e voltou com o governador Sérgio Cabral, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e atletas que participaram dos Jogos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bandeira-olimpica-chega-ao-complexo-do-alemao-protocolo-quebrado-mais-uma-vez-5795024#ixzz23dWh8200 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Presidente do COI diz que cariocas terão de ‘trabalhar duro’ para garantir o sucesso dos Jogos


‘Não podemos ser complacentes’, diz Jacques Rogge

Pot Jorge Luiz Rodrigues

LONDRES - O belga Jacques Rogge, de 70 anos, reafirma sua confiança no Rio, mas diz que comitê não será benevolente com questões como orçamento, prazos e tudo o que ainda precisa ser feito na cidade.

O Rio completará, em outubro, três anos desde a vitória de sua candidatura para sediar os Jogos de 2016, mas ainda não conseguiu fechar um orçamento, estimado inicialmente em R$ 28,8 bilhões. O senhor está preocupado?
Você sabe, orçamento é algo que envolve tempo. Nossos especialistas estão trabalhando bem de perto com os especialistas do Rio para estabelecer um orçamento completo, o mais breve possível.

Em Londres, há 13 linhas de metrô, seis de metrô de superfície, trens urbanos e até um trem de alta velocidade que liga o Centro ao Parque Olímpico em sete minutos. Como será no Rio, que aposta em linhas de BRT, tem apenas duas linhas de metrô e um sistema de trens que passa longe do Parque Olímpico e de 60% das instalações dos Jogos?
O plano de transporte apresentado durante a candidatura foi examinado pelos nossos especialistas internacionais. Agora, nós temos um time de especialistas no Rio também examinando minuciosamente o plano de transportes. Eu pessoalmente estive na abertura de uma estação (de BRT). Os especialistas nos disseram que o trabalho tem progredido bem. Transporte é sempre um desafio para todas as cidades, mas nós acreditamos que o sistema de transportes do Rio será eficaz.

Na festa de encerramento, o senhor classificou os Jogos de Londres de “felizes e gloriosos”. O sucesso dos britânicos aumenta o desafio do Rio?
O que podemos esperar é que o Rio seja o mais ambicioso possível. É claro que nós esperamos muito dos Jogos que vocês estão preparando. Penso que teremos bons Jogos, não tenho dúvida disso. Vocês estão bem economicamente, são um país politicamente estabilizado, têm amor pelo esporte; têm bons especialistas em esporte... Vejo também uma boa unidade entre os governos federal, estadual e municipal para ter uma ótima Copa do Mundo e ótimos Jogos. O potencial é muito bom. É claro que isso exige trabalhar duro, mas nós continuamos otimistas.

Como a Copa de 2014 pode ajudar na organização das Olimpíadas?
A Copa do Mundo da Fifa, definitivamente, vai beneficiar os Jogos de 2016, porque muitos preparativos, muitas construções também servem para as Olimpíadas. A reforma do aeroporto (Tom Jobim) é algo que irá beneficiar as duas. O Rio está construindo, no porto, infraestrutura e facilidades para navios de cruzeiro que servem para os dois eventos.

Há um ano, a Fifa e o presidente da Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, propuseram ao senhor incluir o futebol de areia no programa dos Jogos. É verdade que o senhor descartou a inclusão?
Não. Nós vamos estudar o programa dos Jogos do Rio mais tarde, no ano que vem. É algo que deverá estar decidido, provavelmente, em outubro ou novembro de 2013.

O que o senhor diria para os cariocas sobre a Rio 2016?
Estamos esperando ansiosamente por Jogos excitantes no Rio em 2016. A mensagem que posso passar é que estou confiante e otimista de que vocês serão capazes de organizar bons Jogos. Mas, é claro, todos vocês têm que entender que isso requer trabalho duro, muito planejamento e ser muito cuidadoso para não perder tempo. Estamos felizes, mas nós não podemos ser complacentes. Vocês têm que trabalhar duro.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/presidente-do-coi-diz-que-cariocas-terao-de-trabalhar-duro-para-garantir-sucesso-dos-jogos-5779665#ixzz23ZBnAfZM