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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Clubes começam a lucrar com o Facebook



Por Rodrigo Capelo

Para medir o desempenho de uma marca na internet, em especial no Facebook, especialistas em mídias sociais pregam que não importa apenas o número de fãs que determinada página possui. O nível de engajamento deles – isto é, a quantidade de “curtir”, “comentar” e “compartilhar” que uma página consegue de seus seguidores – representa um indicador ainda mais relevante.

Mas há um terceiro nível na relação entre fãs e marcas que está muito menos visível para analistas e que pode ser levantado no caso do futebol.

Qual é, enfim, o retorno financeiro que clubes obtêm por meio do Facebook?

A ESM, agência de marketing esportivo que opera as lojas virtuais de Corinthians, Cruzeiro, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco, pesquisou a pedido do NEGÓCIOS FC qual a porcentagem de vendas que têm origem nas páginas de cada um desses clubes no Facebook.

Em 2011, de toda a receita gerada pelas lojas, a rede social representa 1,74%.

Em 2012, houve um crescimento de 2,87 pontos percentuais, para 4,61%.

Fica a impressão de que o Facebook ainda possui um potencial baixo para aumentar o faturamento dos clubes, e uma página em qualquer que seja a rede social raramente teria como maior e único objetivo vender produtos.

Mas um aumento de 412% de um ano para outro na receita oriunda de uma rede social demonstra que há uma demanda reprimida por artigos dos clubes.

+ Por que o Brasil perde para a Turquia no Facebook?

E ainda há outros dados que ajudam a entender o torcedor das redes sociais.

No Corinthians, dos mais de 3,3 milhões de fãs no Facebook, 52,1% são homens e 47,9% são mulheres. Certamente uma surpresa para quem acha que apenas o sexo masculino se interessa por futebol e um dado interessante para as empresas que trabalham com produtos femininos, como cosméticos e lingerie.

Outro detalhe interessante é que, depois do Brasil, o país que mais tem fãs do Corinthians no Facebook é o Peru. A explicação tem de ser o sucesso do atacante Paolo Guerrero, também convocado pela seleção peruana.

Saber que há uma base grande de fãs do time paulista no Peru permite à ESM fazer ações direcionadas. No Facebook, existe a opção de publicar mensagens apenas para certo público, e a agência aproveita a ferramenta para criar conteúdo específico para os peruanos, normalmente ligado a Guerrero.

Em relação ao Palmeiras, o panorama é um pouco diferente. De mais de 1,3 milhão de fãs, 61,3% são homens e 38,7% são mulheres.

Para uma marca feminina, portanto, criar alguma ação direcionada para as corintianas tem maior potencial do que para as palmeirenses no Facebook. Para uma masculina, talvez faça mais sentido apostar na página alviverde, se considerados apenas os dados de divisão por sexo.

Curiosamente, o segundo país com mais fãs do Palmeiras é o Congo.

O Congo?!

Fonte: http://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/negociosfc/2013/01/22/clubes-comecam-a-lucrar-com-o-facebook/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Deputado será aliado dos clubes brasileiros


Por Bruno Braga

O deputado federal Otávio Leite (RJ), iniciará em fevereiro uma mobilização de deputados de diversos partidos e estados para conseguir que o Governo Federal adote um plano de recuperação financeira para os clubes. Otávio Leite, que esteve na posse do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira, espera que o governo aproveite a oportunidade da Copa do Mundo para levar à frente o projeto, com a condição de os clubes adotarem um modelo com transparência.

Esportes olímpicos
O deputado federal Otávio Leite planeja organizar uma discussão na câmara, também em fevereiro, para que seja definida a regulamentação da divisão dos R$ 60 milhões do Governo Federal, destinados aos clubes formadores de atletas olímpicos. O valor até o momento está parado na poupança da CBC.

Fonte: http://blogs.lancenet.com.br/deprima/2013/01/02/deputado-sera-aliado-dos-clubes-brasileiros/

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Papões de títulos, Inter e São Paulo são os campeões de vender craques


Sem cariocas na lista, clubes lideram negociações de 2003 a 2011 com quase R$ 700 milhões. Após saída de Oscar e Lucas, números vão crescer

Por Márcio Mará

O lema para resumir a estratégia de Internacional e São Paulo nos últimos anos poderia ser este: "Craque a gente faz em casa. Ou descobre, ainda novinho, em outro clube, e contrata. Depois vende bem, para montar um time melhor e ser campeão". Assim tem sido. Os números, sejam em cifras ou títulos, mostram que o Colorado e o Tricolor Paulista continuam acertando. Campeões em campo, estão na liderança na hora de fazer um bom negócio, segundo estudo do consultor de marketing e gestão esportiva Amir Somoggi.
Numa lista sem clubes cariocas entre os oito primeiros, os gaúchos ocupam a ponta. De 2003, primeiro ano do Campeonato Brasileiro de pontos corridos, até 2011, o Inter faturou R$ 411 milhões. Durante esse período, se desfez de craques e bons jogadores. Alexandre Pato, Nilmar (duas vezes), Alex (meia), Sandro, Giuliano, Taison, Rafael Sobis, Juan, Edinho, Danilo Silva, Walter, Ceará, Jorge Wagner... Juntos, esses jogadores formariam um time de dar inveja.



E o que dizer do São Paulo, segundo em faturamento nas negociações, com R$ 287 milhões? É só escalar as estrelas, a começar por Kaká, vendido em 2003 para o Milan.  Luis Fabiano, Hernanes, Breno, Cicinho, Denílson, Lugano e Ilsinho são os outros destaques de uma relação que, somada à do Inter, totaliza quase R$ 700 milhões.
No ano que passou, os cofres encheram mais ainda após as transferências de Oscar, do Inter para o Chelsea, por € 31,9 milhões (R$ 79 milhões) e Lucas, do São Paulo para o Paris Saint-Germain, por € 43 milhões (R$ 117,8 milhões). Com isso, os dois clubes vão abrir mais vantagem ainda sobre o terceiro colocado, o Cruzeiro, que faturou R$ 275 milhões. E vai ficar mais fácil montar bons times e conquistar títulos, tal como tem acontecido nos últimos anos.

É só olhar para as duas salas de troféus. Se o São Paulo conquistou a terceira Libertadores e o terceiro título mundial de clubes de sua história (ambos em 2005), três Brasileiros (2006, 2007 e 2008) e um Paulista (2005) de 2003 a 2011, o Inter acabou campeão de tudo: levou um Mundial de Clubes (2006), duas Libertadores (2006 e 2010), a Copa Sul-Americana (2008), duas Recopas Sul-Americanas (2007 e 2011) e seis estaduais (2003, 2004, 2005, 2008, 2009 e 2011).
- Os dois clubes têm a seguinte teoria: não sofrem ao vender o ídolo. Abrem mão desse jogador para montar um time competitivo. O São Paulo é formador de jogadores, o Inter trabalha mais com uma rede nacional para contratar jovens promissores. Os resultados têm acontecido. Depois da venda do Lucas e do Oscar, a diferença deles para os outros clubes ainda vai aumentar mais  - afirmou Amir Somoggi.
Presidente do Internacional de 2002 a 2006, Fernando Carvalho ainda ocupou outras funções no clube, como a vice presidência de futebol em 2010. Poucos conhecem a estratégia do Colorado como ele.
- Culturalmente, antes os dirigentes escondiam dos torcedores a venda dos maiores ídolos. Foi assim com Falcão, Taffarel e tantos outros. Quando ficavam sabendo, o negócio já estava feito. Ao assumirmos, adotamos uma política transparente. Passamos a avisar que venderíamos um grande jogador por ano. Não adianta ter um bom e os outros mais ou menos. Foi assim com Pato, Nilmar e os demais. Acabou sendo estratégia de gestão. Equilibrávamos as finanças, o time era sempre competitivo. Ganhamos muitos títulos e dávamos sorte com os substitutos. Quer um exemplo? Vendemos o Bolívar, aí trouxemos o Índio, que inclusive o superou. Também negociamos o Sobis e o Tinga, vieram o Alex, o Vargas...



Fernando Carvalho acha, inclusive, que o Inter até mudou a sua filosofia no último ano e já deveria ter vendido o astro atual da companhia.
- Se eu fosse o presidente atual, teria negociado o Leandro Damião quando ele estava voando. O Inter recebeu proposta entre 20 e 22 milhões de euros. Agora, ele está mais desvalorizado.
O ex-dirigente colorado garante que não se arrependeu de qualquer venda e considera a de Alexandre Pato, quando já não era mais o presidente, a melhor da história do clube. Em 2007, o garoto de 17 anos foi negociado por € 22 milhões, o que na época rendeu R$ 56 milhões. Nesse período de 2003 a 2011, essa transação só perdeu para a de Robinho, do Santos para o Real Madrid. O atacante, então com 21 anos, saiu por € 24 milhões (R$ 67,8 milhões).

O Inter fez outras boas transações para ocupar a ponta. Como a do volante Sandro, para o Tottenham, da Inglaterra, por € 10 milhões (R$ 24 milhões), em 2010; do atacante Taison, no mesmo ano, para o Metalist, da Ucrânia, por € 6 milhões (R$ 13,4 milhões); a do meia Giuliano para o Dnipro, da Ucrânia, por € 10 milhóes (R$ 22,5 milhões), em 2011; e a do meia Alex  para o Spartak Moscou, por € 5 milhões (R$ 15 milhões), em 2009.
Concorrente direto pela liderança, o São Paulo também vendeu bem de 2003 a 2011. Em 2010, o apoiador Hernanes foi negociado para o Lazio, da Itália, por € 13,5 milhões (R$ 30,9 milhões). Três anos antes, o clube cedeu o zagueiro Breno para o Bayern Munique, da Alemanha, por US$ 19 milhões (R$ 33,7 milhões). Bem antes disso, em 2003,  o maior astro são-paulino, o meia Kaká, foi para o Milan pelo valor de € 8,5 milhões (R$ 28, 9 milhões). No ano seguinte, o clube aceitou oferta do Porto de US$ 8 milhões (R$ 16 milhões) e negociou o atacante Luis Fabiano.
- Na época em que o São Paulo vendeu o Kaká, achou que tinha feito um bom negócio. Mas depois se viu que não foi bem assim. Mas é um clube que sabe negociar seus jogadores. Por ser um bom formador, leva vantagem - afirmou Amir Somoggi.

Montar uma usina para fabricar talentos é o principal motivo, segundo Somoggi, de o Atlético-PR figurar em sexto lugar, à frente de Grêmio e Palmeiras. O clube paranaense procura seguir o exemplo do Tricolor Paulista. E não ter no momento uma divisão de base forte é também a justificativa que o consultor de marketing encontra para os quatro grandes do Rio não aparecerem entre os oito principais vendedores de craques do futebol brasileiro.
- O Atlético-PR pode não ter uma grande torcida, mas montou uma baita estrutura. Com isso, forma jogadores, valoriza os aspectos técnicos. Os clubes do Rio se enfraqueceram nesse sentido. Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo têm menos estrutura para formar jogadores. Deveriam seguir o modelo do Inter.

Mesmo com Inter e São Paulo se isolando mais na ponta dos negócios,  Amir, que elogiou também Cruzeiro e Corinthians, prefere a política do Santos, o quinto colocado em faturamento na venda de jogadores. 
- O Santos está copiando o padrão dos grandes clubes europeus, que conseguem manter o grande astro da equipe. É o que o Barcelona faz com o Messi, o Real Madrid com o Cristiano Ronaldo...  Fez bem em não vender ainda o Neymar. A torcida fica feliz, o jogador fica feliz, títulos vêm. O jogador se valoriza. Quem mais lucrou com a venda do Lucas para o PSG, além do São Paulo, foi o Santos. Essa negociação valorizou ainda mais o Neymar. Imagina quanto ele não vai valer agora... O ídolo é importante. Se o Oscar tivesse ficado mais tempo no Inter, poderia ser um ídolo como o Falcão. Vou dizer uma coisa: o Santos tem mais potencial de globalização do que o Flamengo, por exemplo - disse o consultor de marketing, que, tal como o torcedor, sonha ver os clubes brasileiros com futebol mais poderoso dentro de campo.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2013/01/papoes-de-titulos-inter-e-sao-paulo-sao-os-campeoes-de-vender-craques.html#equipe-sao-paulo

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Google divulga os times mais pesquisados em 2012


O Google divulgou os times de futebol do Brasil mais populares de 2012. Para isso a empresa considerou aqueles que foram mais consultados no sistema de buscas do site.

O Flamengo foi o clube mais pesquisado do site, o segundo lugar ficou com o Corinthians e, na sequência, o Palmeiras. A lista dos dez mais populares ainda conta com Grêmio, Vasco, São Paulo, Santos, Cruzeiro, Internacional e Fluminense.

Também foi realizado um estudo sobre os eventos esportivos mais destacados do ano. As Olimpíadas 2012 foram a mais procuradas, na sequência vieram o Brasileirão 2012 e o UFC 148. O ranking ainda tem outros eventos como a Libertadores 2012, a Eurocopa 2012 e o TUF Brasil.

O Google utilizou uma filtragem de spams e consultas repetidas para que a pesquisa desenvolvida ilustrasse com mais autenticidade os a popularidades dos clubes brasileiros.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/27/27909/Google-divulga-os-times-mais-pesquisados-em-2012/index.php

sábado, 1 de dezembro de 2012

Ministro promete incentivo fiscais a clubes que profissionalizarem a gestão


O governo brasileiro promete criar um pacote com medidas de incentivo fiscal para beneficiar os clubes ou entidades esportivas que profissionalizarem a gestão. Segundo o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o anúncio será feito em breve pela pela presidente Dilma Rousseff.
O pacote, baseado em um estudo do próprio governo, está na Casa Civil e será parte da regulamentação da Lei Pelé.
Rebelo, em entrevista ao jornal "O Estado de São Paulo", explicou que o incentivo tributário gera benefícios de mão dupla, uma vez que o governo poderá tirar proveito do "PIB (Produto Interno Bruto) do esporte"
- Essa profissionalização terá como principal consequência a valorização da marca dos clubes, que não são mais aquelas entidades semiamadoras dos anos 60. Hoje, eles têm de lidar com patrocinadores, vendas de direitos de transmissão de TV, transações milionárias envolvendo jogadores. Sem uma gestão profissional, você desvaloriza esse ativo dos clubes, a marca diante dos patrocinadores. Uma parte dessas medidas já está contida na regulamentação da Lei Pelé - anunciou o ministro.
No Brasil, segue em voga o modelo associativo, em que muitos clubes acabam geridos como "agremiações de bairro".

ABAIXO, VEJA EXEMPLOS DE PROFISSIONALIZAÇÃO

CHILE: Os três maiores do país (Universidad de Chile, Colo Colo e Universidad Católica) têm ações na Bolsa de Valores e recebem investimentos de quem busca o lucro, independente da paixão clubística. Em 2005, uma lei obrigou os clubes a se transformarem em empresas para salvá-los da enorme divida.

ESPANHA - Real Madrid e Barcelona seguem o modelo associativo, ou seja, os clubes são conduzidos por uma diretoria eleita por sócios. No entanto, ambos profissionalizaram a gestão esportiva, especialmente nos setores de marketing e finanças, ao contrário do Brasil, que conta com o mesmo tipo de gestão.

INGLATERRA - Os maiores clubes do país seguem o modelo privado: Um dono, um grupo, ou uma família mantém o capital fechado. Os gigantes ganham autonomia para investirem, podendo obter facilidade nas linhas de crédito. A única preocupação é a saúde financeira.

ALEMANHA - Um conselho de administração formado por representantes das empresas do clube decide a contratação da diretoria e dos executivos que cuidarão das finanças do clube. O conselho tem autonomia para destituir os funcionários do cargo em caso de gestão fraudulenta ou temerária.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/ministro-promete-incentivo-fiscais-a-clubes-que-profissionalizarem-a-gestao,dbeb8695b143b310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

sábado, 10 de novembro de 2012

O “grande” negócio dos clubes com o contrato de TV


Por Erich Beting

Um dos grandes argumentos usados pelos clubes brasileiros quando assinaram o contrato individual de televisão com a Globo foi o valor recorde alcançado na negociação. Mesmo que os números não sejam divulgados, os clubes praticamente triplicaram o que recebiam da TV no contrato anterior.

Já falei longamente aqui no blog sobre a visão apequenada da negociação individual dos clubes com a TV e, também, de como o mercado de televisão está em mutação no Brasil. Os valores maiores a cada um dos clubes significa, também, disparidades maiores no que um recebe e no que outro recebe. Flamengo e Corinthians, por exemplo, hoje recebem 66% a mais do que o Coritiba da TV. Antes, a diferença era de 50%.

Agora, com os clubes renovando esse vínculo com a Globo até 2018, o problema mostra-se ainda maior. Não apenas pela possibilidade que temos de aumentar o abismo entre os clubes, mas pela visão tacanha sobre o mercado de televisão no Brasil que é demonstrada pelos dirigentes do esporte.

No último dia 24 de outubro, a Anatel publicou o levantamento sobre o número de assinantes da TV paga no país. Setembro registrou um aumento de 1,84% nas assinaturas em relação a agosto e, na comparação anual, tivemos 29,5% de aumento no número de assinantes da TV paga.

Num Brasil que vive a era do pleno emprego e da queda nos preços de produtos tecnológicos e mídia digital, o mercado de TV paga e internet são os que sofrem maior alteração. E isso traz impacto direto, também, na TV aberta. Só para se ter uma ideia, em 2007 eram 5,3 milhões de domicílios com TV paga no Brasil. Hoje, são 15 milhões.

O quanto valorizou o contrato de TV fechada para os clubes? De que forma eles enxergam o futuro das transmissões? A internet não seria uma forma de rentabilizar ainda mais o negócio dos direitos de transmissão, com a venda de pay-per-view para o mundo todo? Essas são apenas algumas questões que vêm à tona numa análise superficial dos números do mercado de televisão no Brasil.

Mas em busca do dinheiro de curto prazo, os clubes comprometem sua receita, sem variação, pelos próximos seis anos. Caso o mercado de TV fechada cresça na proporção que foi desde 2007, teremos pelo menos mais 10 milhões de lares (ou 33 milhões de pessoas, nas contas da Anatel) equipados com TV a cabo.

Isso tudo terá um impacto enorme na forma como as pessoas consomem a mídia, seja ela a TV aberta (cada vez com menor audiência), a fechada (crescendo bastante) ou a internet (o meio em maior expansão). Isso sem falar no impacto que a Copa de 2014 trará para o mercado de consumo de evento ao vivo a partir da melhoria dos estádios.

Talvez somente daqui a três anos os clubes comecem a perceber o “grande” negócio que fizeram com o contrato de TV. E, aí, talvez seja tarde demais para voltarmos ao óbvio…

FontE: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/11/08/o-grande-negocio-dos-clubes-com-o-contrato-de-tv/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Concessão do Maracanã devolverá ao estado menos de 30% do que foi investido na reforma


A minuta do edital foi divulgada nesta segunda-feira. Parque Aquático Júlio Delamare e o Estádio Célio de Barros serão demolidos

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - O governo do estado não terá retorno financeiro dos R$ 859,9 milhões em investimentos que estão sendo feitos com recursos próprios e empréstimos do BNDES para preparar o Complexo do Maracanã para a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Ao divulgar detalhes da minuta do edital de concessão do espaço à iniciativa privada, o secretário-chefe da Casa Civil, Regis Fitchner, informou que o vencedor da concorrência vai operar o complexo por 35 anos, a partir de 2013. O valor da outorga anual previsto no edital será de R$ 7 milhões quitados em 33 parcelas anuais. Ou seja: o governo estadual receberá apenas R$ 231 milhões em 35 anos ou 26,86% do total investido, caso e a concessão seja feita pelo valor mínimo.
Embora a concessão seja por 35 anos, nos dois primeiros anos de obras não haverá contrapartida para o estado devido ao elevado nível de investimentos que será exigido:
— Quando começamos a estudar a concessão do Maracanã, em 2008, pensávamos em transferir à iniciativa privada os custos de fazer a reforma completa. Mas a conta não fechava, devido ao elevado nível de gastos para prepará-lo para os megaeventos. O estado precisou investir previamente. Além disso, vale lembrar que o consórcio que vencer a concorrência, além de pagar a outorga anual ao estado, ainda terá que investir mais R$ 469,4 milhões em obras no complexo até 2016 — explicou Regis Fitchner.
Os R$ 469,4 milhões são considerados investimentos essenciais para que o concessionário tenha receitas complementares com a transformação do estádio em um complexo de lazer maior, com a implantação de estrutura para bares, restaurantes e outras atividades de entretenimento para o público. Segundo a minuta do edital, nenhum clube de futebol terá exclusividade pelo uso do espaço. Para atender a esse item, não poderão participar da concorrência clubes de futebol ou grupos que tenham vínculos com qualquer dos principais clubes do Rio, de forma direta ou indireta. Além disso, para manter o estádio com a vocação de “templo mundial do futebol”, o concessionário não poderá ostentar símbolos de qualquer clube no Maracanã.
Como o site do GLOBO antecipou na manhã desta segunda-feira, o Parque Aquático Júlio Delamare e o Estádio Célio de Barros serão mesmo demolidos para permitir um melhor aproveitamento econômico do complexo. Até esta segunda-feira, os dois imóveis eram protegidos por um decreto de 2002 assinado pelo ex-prefeito Cesar Maia que tombara os complexos. O decreto, porém, foi revogado pelo prefeito Eduardo Paes em ato publicado na edição desta segunda-feira do Diário Oficial do Município. Os dois estacionamentos heliponto, bares e salas foram projetados justamente nos locais onde estão os equipamentos esportivos.
As duas instalações serão reconstruídas nas imediações da Quinta da Boa Vista em um terreno que pertenceu ao Exército que foi transferido para a prefeitura do Rio . O contrato de concessão prevê que a responsabilidade por demolir e realocar os dois equipamentos será da concessionária. A gestão do novo parque aquático e do novo Célio de Barros serão mantidos com a Suderj. A minuta do edital prevê que o novo Célio de Barros ocupe uma área de 22 mil metros quadrados, conte com uma arquibancada com capacidade para mil espectadores e a pista seja homologada para competições internacionais.
O novo Parque Aquático, por sua vez, também contaria com uma arquibancada apra mil espectadores. Seriam construídas piscinas olímpica, de salto e de treinamento.
Segundo o secretário da Casa Civil, as instalações para a natação e o atletismo atuais só serão demolidas quando as novas ficarem prontas. O edital, no entanto, não deixa isso claro: informa que caberá aos concorrentes elaborar um plano de trabalho com prazos para a execução de todos os projetos. Mas se for confirmado a inauguração prévia dos equipamentos , não acontecerá com o parque aquático e o Célio de Barros, o que está ocorrendo no Autódromo Nelson Piquet. O antigo autódromo será fechado no fim deste mês para a construção do Parque Olímpico sem o novo Autódromo de Deodoro esteja pronto. Até o momento, nem a licitação das obras em Deodoro foi marcada.
— O plano é que os consórcios executem as obras até a Copa de 2014. Só depois das novas instalações prontas é que as atuais seriam demolidas — disse o secretário da Casa Civil.
Segundo as regras do edital, o concessionário é obrigado a manter o nome do estádio. O Maracanãzinho, porém, pode ter seu nome alterado para gerar receitas pelo que é conhecido como naming rights. A audiência pública para apresentação oficial do edital será no dia 8 de novembro, às 18h, na sede do Galpão da Cidadania na Rua Barão de Teffé, na Gamboa. Com base nos resultados da audiência, o edital ainda poderá sofrer alterações. A data da licitação ainda não está marcada, mas a ideia é que o operador já comece a administrar o estádio nos meses que antecedem a Copa das Confederações, marcada para junho do ano que vem. Durante o evento, porém, o estádio ficará aos cuidados da Fifa.
A concessionária terá que arcar ainda com obras para melhorar a infraestrutura de iluminação, pavimentação e drenagem nas partes externas do estádio que não estão sendo recuperadas pelas obras em andamento, restritas à recuperação do Maracanã. O edital considera a instalação de gradis móveis (com até 40 centímetros de altura) essencial para reter a água das chuvas, evitando que alagem as instalações esportivas. Na conta, estão também a infraestrutura para dois novos estacionamentos e uma área com bares, restaurantes, lojas e salas comerciais. O concessionário também arcará com os custos para construção e operação do futuro Museu do Futebol. Mas de acordo com o contrato de concessão, não arcará com qualquer gasto novo se forem necessárias adaptações para a Copa e as Olimpíadas.
No caso do Maracanãzinho, o ginásio sofrerá uma nova reforma para as Olimpíadas, a fim de receber as partidas de vôlei. Em lugar de assentos fixos da reforma para os Jogos Pan-Americanos de 2007, o consórcio terá que transformar as arquibancadas em retráteis, como as que existem hoje na arena HSBC, na Barra da Tijuca. Com isso, a capacidade do ginásio vai encolher de 11.424 para 9.914 lugares. O público será segregado entre portadores de ingressos comums e vips. Também haverá investimentos no revestimento acústico da cobertura, melhorias nas áreas de serviço (alimentação e sanitários) reforma da quadra atual e construção de duas quadras de aquecimento para atender a exigências do Comitê Olímpico Internacional (COI).
A construção das duas novas quadras também vai alterar a rotina da escola municipal Friedenreich, que funciona no local há quase 50 anos. Ela terá que ser demolida para dar lugar às quadras. A instituição está ameaçada de deixar o local desde 2009 quando alunos e professores começaram um movimento pelas redes sociais pedindo a permanência. A Secretaria municipal de Educação informou por nota que não foi comunicada da decisão. Mas que caso a saída seja confirmada estudará a melhor maneira de realocar alunos e professores.
Há apenas cinco anos, em 2007, o Estado gastou R$ 10 milhões (valores da época) para reformar a estrutura e preparar o Parque Julio Delamare para o Jogos Pan-americanos. Na época, o Maracanãzinho recebeu R$ 92 milhões de investimentos também para o Pan, quantia que agora mostra ser insuficiente para atender às Olimpíadas. O próprio Maracanã recebeu R$ 143 milhões.
A concorrência para o complexo abre a possibilidade de empresas estrangeiras participarem da privatização do estádio. O edital leva em conta não apenas o preço da outorga, mas também a experiência na gestão e operação de complexos de entretenimento (proposta técnica). Na avaliação final, a proposta técnica terá uma nota atribuída de zero a 100. No julgamento das avaliações, terá um peso de 60% na decisão final de quem será o concessionário.
Entre as exigências técnicas, está que, para participar da concorrência, o interessado deve apresentar atestados que comprovem ter experiência de operar de forma integrada pelo menos quatro de cinco itens a seguir: estádio de capacidade mínima de 20 mil pessoas; arena multiuso ou casa de shows com capacidade mínima para 5 mil pessoas; museu com área mínima de 2 mil metros quadrados; estacionamento com, no mínimo, 2 mil vagas; além de operar bares e restaurantes em áreas externas do estádio e arena. Avaliação final também levará em conta a experiência da empresa em comercializar camarotes e frisas com serviços exclusivos. O participante da concorrência precisará ter fechado contratos nesse item que cheguem a pelo menos R$ 500 milhões nos últimos dez anos.
O peso maior na nota de critério técnico será para empresas que já tiverem experiência em operar estádios de futebol, podendo, nesse caso, chegar a até 25 pontos (se a experiência acumulada for superior a 97 meses).
Segundo a minuta do edital de concessão, nenhum clube de futebol terá exclusividade no uso do Maracanã. mas o futuro operador poderá assinar contratos com os quatro grandes clubes do Rio em condições diferenciadas. Os contratos inclusive podem prever que parte dos vestiários do estádio sejam “customizados” nas cores dos clubes desde que dois eles sejam mantidos sem qualquer identificação de clubes. No caso das cadeiras cativas, o direito de uso pelos atuais proprietários está garantido. Mas, como a reforma alterou as características físicas do estádio, haverá uma pré-seleção de assentos que serão sorteados. O secretário da Casa Civil também deu alguns detalhes da engenharia financeira do negócio. A estimativa é que o espaço tenha um potencial de gerar R$ 154 milhões de receita, contra R$ 50 milhões de despesas anuais (incluindo os R$ 7 milhões de outorga). O vencedor da licitação começaria a ter lucro a partir do 12º ano da concessão, já descontados os R$ 469,4 milhões necessários de investimentos complementares. A rentabilidade final seria de 9,8% ao ano de tudo o que foi investido.
A minuta do edital prevê que para administrar o Complexo do Maracanã, a concessionária terá que criar uma Sociedade de Propósitos Específicos (SPE). Cada consórcio, para entrar na disputa, deve ter um capital mínimo de R$ 40 milhões. Os consórcios podem ser formados por, no máximo, quatro empresas e, para entrar na concorrência, deverão apresentar uma caução ou carta de finança bancária de R$ 4 milhões . Um dos grupos que deve participar da concorrência é IMX do empresário Eike Batista. Caso a qualidade do serviço prestado não seja aquele com que se compromete, a concessionária pode ter seu prazo de concessão reduzido. A empresa foi responsável por contratar os estudos de viabilidade que serviram de base para elaborar o edital que custaram R$ 2,3 milhões. E com a concorrência será reembolsada.

Museu do Índio será demolido
Regis Fitchner confirmou que o Museu do Índio será demolido. A tarefa também caberá à concessionária segundo a lista de encargos que consta da minuta do edital De acordo com o secretário, a derrubada, na verdade, não foi uma exigência direta da Fifa. Mas uma consequência das exigências da entidade de melhorias na circulação no entorno, para garantir que o estádio seja esvaziado em 8 minutos no caso de emergências. O plano de acessibilidade concluiu que o prédio, que hoje está ocupado por indígenas, tinha que ser demolido.
O imóvel centenário do museu, que está abandonado, fica na Avenida Radial Oeste e virou alvo de uma polêmica. Na semana passada, em mais uma tentativa de preservar o antigo prédio, integrantes da Defensoria Pública da União no Rio voltaram ao local com engenheiros do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio. Após vistoria, o Crea concluiu que o edifício não sofreu abalo estrutural e pode ser restaurado.
Na ocasião, o titular do 1º Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da defensoria, André Ordagcy, disse que o órgão quer a preservação do prédio e da cultura indígena. A Defensoria Pública tentará, primeiro extraoficialmente, impedir a demolição. Mas, se não for possível, será ajuizada uma ação civil pública para que o prédio não seja demolido e para que haja o tombamento pelo Iphan.
A prefeitura do Rio anunciou ontem que não vai mais demolir as cocheiras do Centro Hípico do Exército para realizar as obras de melhorias no entorno do Maracanã. O projeto foi revisto para preservar as instalações que ocupam apenas uma área de 9,9% do total do terreno cedido pelo Ministério do Exército ao município.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/concessao-do-maracana-devolvera-ao-estado-menos-de-30-do-que-foi-investido-na-reforma-6474925#ixzz2A4VkFzyg 

Clubes de futebol não poderão participar da licitação do Maracanã


Governo do Rio quer evitar "acordos de exclusividade"; estádio não deverá ser reformado para 2016

O governo do Rio de Janeiro divulgou, nesta segunda-feira (22), informações preliminares a respeito da licitação do Maracanã, que será cedido à iniciativa privada após a Copa das Confederações de 2013. 

Os clubes de futebol, no entanto, já sabem que não poderão participar da concorrência. 

"Não faz sentido que o Maracanã seja um estádio de um clube de futebol, do A ou do B. Por sua importância, o estádio deve ser acessível para jogos de qualquer clube do Rio, de fora do Rio ou da seleção brasileira. O concessionário pode negociar um acordo com os clubes. O que não pode acontecer é um acordo de exclusividade", explicou o secretário da Casa Civil, Régis Fichtner. 

Vale lembrar que, no ano passado, ventilou-se a possibilidade de Flamengo e Fluminense participarem da licitação de forma conjunta. 

Ainda nesta segunda-feira (22), ficou definido que a empresa que vencer a concorrência terá que pagar cerca de R$ 7 milhões por ano ao governo do Rio de Janeiro, que é o valor aproximado da outorga do Maracanã.

Além disso, o ganhador da licitação terá de investir aproximadamente R$ 469 milhões em investimentos no complexo esportivo do estádio. Isso inclui a demolição do Museu do Índio, do estádio de atletismo Célio de Barros e do parque aquático Júlio Delamare para melhor aproveitamento econômico da área. 

Segundo o governo do Rio, o Maracanã não precisará ser reformado para a Olimpíada de 2016, bastando apenas a construção de quadras auxiliares para aquecimento, exigência do Comitê Olímpico Internacional, o COI. 

O edital da concessão do estádio será lançado depois do dia 8 de novembro, data em que está marcada a audiência pública de modelagem da licitação. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10936/CLUBES+DE+FUTEBOL+NAO+PODERAO+PARTICIPAR+DA+LICITACAO+DO+MARACANA.html

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

MP proíbe Gaviões da Fiel e Mancha Alviverde de ver partidas no Rio


Promotoria instaurou inquérito depois da prisão em flagrante de 45 torcedores da Gaviões no domingo

Por Matheus Carrera

RIO - O Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) baniu as torcidas Gaviões da Fiel, do Corinthians, e Mancha Alviverde, do Palmeiras, dos estádios do Rio. A decisão foi publicada na terça-feira pela 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Capital. Com isso, os torcedores estão proibidos de se manifestar com instrumentos musicais, bandeiras, faixas, camisas e quaisquer símbolos das agremiações durante os jogos de futebol. A medida vale por tempo indeterminado.
Segundo o MP, a prisão em flagrante de 45 torcedores da Gaviões da Fiel, no último domingo, em Piraí, no Sul Fluminense, levou à suspensão. Com o grupo, que estava em um ônibus, foram encontrados pedaços de madeira, barras de ferro, pedras e pedaços de pau, objetos que, segundo a promotoria, confirmam a intenção de confronto com torcidas rivais. O veículo vinha de São Paulo e seguia para o jogo entre o time paulista e o Botafogo, no Estádio do Engenhão, na Zona Norte do Rio. Policiais abordaram o coletivo na Rodovia Presidente Dutra. Um inquérito para investigar o caso foi instaurado.
De acordo com o promotor Pedro Rubim, o incidente revela que a Gaviões da Fiel "permanece com ânimo de praticar transgressões coletivas e de partir para o confronto com torcedores rivais fora do estado de São Paulo". O MP já notificou o Grupamento Especial em Policiamento em Estádios (Gepe), a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFRJ) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) da determinação.
Em relação à torcida do Palmeiras, o MP explicou que, por não haver um episódio de violência recente envolvendo a Mancha Alviverde, a medida tem caráter preventivo, já que a torcida tem histórico de rivalidade com as do Rio.

Torcidas do Vasco e do Flamengo também estão banidas
A Justiça do Rio já havia banido dos estádios, no mês passado, as torcidas Força Jovem do Vasco e Torcida Jovem Fla, atendendo a uma representação da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha. A suspensão vale para os jogos do returno do Campeonato Brasileiro e do início da Taça Guanabara, em 2013. Os vascaínos foram punidos pelo assassinato do flamenguista Bruno de Santa Ana Saturnino, em maio. Já os rubro-negros cumprem a suspensão devido à morte do torcedor do Vasco Diego Martins Leal, no mês passado. Diego morreu em uma briga generalizada entre torcedores de Flamengo e Vasco em Tomás Coelho, na Zona Norte.
Já a torcida Young Flu cumpre cinco jogos de suspensão porque desrepeitou o termo de ajustamento de conduta assinado com o MP. No fim de agosto, 23 torcedores do Fluminense, incluindo dois menores, foram flagrados espancando e assaltando dois torcedores do Vasco na estação de trem do Engenho de Dentro. Desde então, uma força-tarefa envolvendo oito delegacias especializadas da Polícia Civil passou a atuar no combate aos crimes praticados por torcidas organizadas.
No início deste mês, um torcedor do Flamengo foi condenado pelo Tribunal do Júri de Niterói à pena de 18 anos de prisão, em regime fechado, por seis tentativas de homicídio qualificado e por formação de quadrilha armada.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mp-proibe-gavioes-da-fiel-mancha-alviverde-de-ver-partidas-no-rio-6228080#ixzz27odaO3yq 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

TJ adota medidas para conter torcidas violentas


Estádios terão juizados com mais poder de ação, e brigões serão monitorados pela polícia nas redes sociais

Por Antôno Werneck

RIO - A partir desta quinta-feira, duas medidas passam a valer para conter a violência das torcidas organizadas no estado: o Juizado Especial Criminal (Jecrim) terá ampliada sua competência nos estádios de futebol, atuando também em crimes cujas penas ultrapassem os dois anos de prisão; além disso, torcedores com histórico de violência serão monitorados pela polícia nas redes sociais, podendo a qualquer momento ter decretada a quebra dos sigilos telefônico e eletrônico na internet. O anúncio foi feito na quarta-feira pelo desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, presidente do Tribunal de Justiça do Rio.

Clubes têm outras propostas
Durante três horas, numa reunião com dirigentes de clubes e representantes da Federação de Futebol do Rio, o presidente do TJ discutiu ações para conter a onda de violência envolvendo torcedores. As duas medidas tiveram aprovação imediata, enquanto outras oito propostas serão avaliadas por uma comissão coordenada pela federação.
— Os clubes e a federação entenderam que precisamos agir com rapidez. Caso contrário, seremos tragados por bandidos que matam e agridem sem motivação alguma, praticando violência dentro e fora dos estádios. Não podemos dar trégua a bandidos travestidos de torcedores. A sociedade merece uma resposta — afirmou o presidente do TJ.
O desembargador garantiu que as medidas passam a valer a partir de hoje, e que elas serão aplicadas todas as vezes que a autoridade policial julgar necessário.
— Vamos seguir o trâmite normal: a autoridade policial solicita, nós analisamos e, julgando necessário, decretamos a quebra dos sigilos — garantiu o desembargador.
O primeiro encontro entre o desembargador e representantes de clubes aconteceu no dia 4 de setembro, quando foram discutidas e apresentadas medidas para conter a violência das torcidas organizadas.
— Ou nós agimos ou seremos cobrados pelo que virá — disse o presidente do TJ.

Torcedores na mira
Entre as outras medidas apresentadas pelos representantes de clubes e da Federação está o cadastramento das torcidas organizadas e a responsabilização dos seus dirigentes em caso de confusão antes ou depois dos jogos de futebol. Os clubes também propuseram medidas como a presença de um juiz do Jecrim por um período de três horas antes e depois dos jogos; a criação de uma unidade centralizadora dos flagrantes da Polícia Civil para atuar em eventos especiais; e a instalação de sistema de segurança capaz de monitorar todos os torcedores nas estações de trem e metrô. Todas as propostas serão estudadas pela comissão.
Policiais são investigados por venda de ingressos
Dois policiais militares estão sendo investigados por agentes do recém-criado núcleo de combate aos crimes praticados durante grandes eventos. Os PMs teriam sido acusados de agirem como intermediários entre a diretoria do Fluminense e quatro cambistas presos em agosto nos arredores do Estádio Olímpico João Havelange, no momento em que tentavam vender 26 ingressos de cortesia.
As entradas, que não poderiam ser comercializadas, estavam sendo oferecidas por valores entre R$ 30 e R$ 40. Elas eram destinadas exclusivamente à Polícia Militar do Rio, à diretoria e ao departamento de futebol do Fluminense, e à torcida organizada Força Flu.
As prisões ocorreram pouco antes do início da partida entre o Fluminense e o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro. Pelo borderô do jogo (boletim financeiro com o número de pagantes e a renda arrecadada) preenchido no dia 28 do mês passado, 14.430 ingressos foram postos à venda. Porém, apenas nove mil pessoas entraram no estádio, sendo 1.700 beneficiadas com a cortesia.
Os cambistas Luiz Cláudio da Silva, Valmir dos Santos, Cosme Alves e Fábio Nanci foram encaminhados ao Juizado Especial Criminal e acabaram autuados com base no artigo 41-F do Estatuto do Torcedor, que trata da venda de ingressos de evento esportivo por preço superior ao estampado no bilhete.

Torcidas banidas dos estádios
Uma força-tarefa envolvendo oito delegacias especializadas da Polícia Civil passou a atuar no Rio em agosto no combate aos crimes praticados por torcidas organizadas. A medida foi anunciada depois de 23 torcedores do Fluminense terem sido flagrados espancando e assaltando dois torcedores do Vasco, no Engenho de Dentro.
Atendendo a uma representação da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, a Justiça do Rio baniu dos estádios este ano as torcidas organizadas Young Flu e Torcida Jovem Fla. Em agosto também, uma briga generalizada entre torcedores de Flamengo e Vasco deixou um homem morto em Tomás Coelho.
No início deste mês, um torcedor do Flamengo foi condenado pelo Tribunal do Júri de Niterói à pena de 18 anos de prisão, em regime fechado, por seis tentativas de homicídio qualificado e por formação de quadrilha armada.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/tj-adota-medidas-para-conter-torcidas-violentas-6207045#ixzz27epzDAl5 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Presidente do TJ se reunirá com dirigentes de clubes de futebol na quarta-feira


O encontro busca discutir propostas de controle da violência nos estádios

RIO - Está marcada para as 16h30m de quarta-feira a reunião entre o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, e os dirigentes de clubes de futebol e representantes. O encontro busca discutir propostas de controle da violência nos estádios.
Um primeiro encontro aconteceu no dia 4 de setembro, quando foram discutidas medidas como cadastramento das torcidas organizadas, identificação dos torcedores, interceptação telefônica e na internet, suspensão, responsabilização dos clubes de futebol e dos seus dirigentes, além da ampliação da competência dos Juizados Especiais Criminais nos estádios, que passariam a atuar nos demais crimes e não só naqueles de menor potencial ofensivo.
“Nós temos que dar uma resposta digna à sociedade. Esses bandidos travestidos de torcedores têm que ser eliminados dos estádios. Ou nós agimos ou seremos cobrados pelo que virá. Seremos tragados pela violência de meia dúzia de bandidos que matam e agridem sem motivação alguma, apenas porque torcedores estão vestidos com a camisa de um time de que não gostam”, afirmou, em nota, o presidente do TJ.
Há um mês, o comandante do Grupamento Especial de Atendimento em Estádios (Gepe), tenente-coronel João Fiorentini, afirmou que muitos líderes de torcidas organizadas rivais remarcam, por telefone, os embates agendados pelas redes sociais ao serem descobertos pela polícia. O tenente-coronel disse na época que iria sugerir aos clubes de futebol o corte de ingresssos e benefícios de torcidas organizadas que se envolverem em brigas e agressões aos grupos rivais.
Após uma confusão envolvendo a torcida organizada Young Flu, quando 21 integrantes foram presos em flagrante por espancar e assaltar dois torcedores do Vasco da Gama na estação ferroviária do Engenho de Dentro, a chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a proibição da torcida nos estádios, a exemplo do que já havia acontecido com a Torcida Jovem Fla. A delegada anunciou na ocasião que todos os casos envolvendo briga de torcidas e crimes praticados por torcedores de futebol seriam tratados por um núcleo formado por sete delegacias da Polícia Civil.
A Divisão de Homicídios — que até então tinha a atribuição de investigar assassinatos apenas na capital — passa a trabalhar em todo o estado sempre que houver assassinato atribuído a torcedores, segundo a chefe de Polícia Civil.
— Não somos contra o direito do torcedor ir ao estádio assistir as partidas do seu clube, mas não podemos tolerar a prática de ações criminosas — disse.
Marta Rocha garantiu ainda que o núcleo vai ter ampla atuação, cuidando não só de torcedores, mas atuando também em grandes eventos. Marta anunciou ainda que a partir de agora qualquer homicídio que ocorrer dentro de estádios, com suspeita de envolvimento de torcidas organizadas, será investigado também pela Divisão de Homicídios.
Em agosto, uma briga generalizada entre torcedores de Flamengo e Vasco deixou um homem morto em Tomás Coelho, na Zona Norte. Durante a confusão, o vascaíno Diego Martins Leal foi baleado e não resistiu ao ferimento. Um rubro-negro se feriu, mas sem gravidade. Cerca de 50 torcedores que se envolveram no tumulto foram detidos e levados para a 44ª DP (Inhaúma), onde o caso foi registrado. A confusão no dia de clássico não ficou limitada à Zona Norte. Houve outro confronto na Taquara, próximo ao largo do Tanque, na Estrada do Cafundá. Nesse caso, policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) foram ao local e prenderam sete torcedores, sendo três rubro-negros e quatro vascaínos. De acordo com a Polícia Militar, na confusão, seis pessoas ficaram feridas, sendo duas a tiros. Os disparos atingiram o abdômen de uma das vítimas e a coxa da outra.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/presidente-do-tj-se-reunira-com-dirigentes-de-clubes-de-futebol-na-quarta-feira-6194554#ixzz27XLHjG6P 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Janela de verão afeta valor de mercado dos clubes brasileiros


Por Emerson Gonçalves

Fechada a janela de transferências de verão do futebol europeu, podemos avaliar seu impacto sobre os clubes brasileiros. Segundo estudo da Pluri Consultoria, o valor de mercado dos elencos dos clubes brasileiros da Série A caiu 4% ou 43 milhões de euros, equivalentes a 108 milhões de reais, passando de um total de 1,02 bilhão de euros para 0,978 bilhão,  De acordo com a consultoria, essa queda só não é maior porque Lucas permanece no São Paulo até o final dessa temporada.

O Brasil continua tendo o 6º campeonato mais valioso do mundo, atrás da Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França, e imediatamente acima da Rússia. Santos, São Paulo e Corinthians permanecem com os três elencos mais valiosos e com a valorização de Lucas o São Paulo passar a ser o segundo time a superar a marca de 100 milhões de euros no valor do elenco.


Quem ganhou, quem perdeu

Ainda graças à permanência de Lucas, o elenco do São Paulo foi o que mais se valorizou, embora seja uma situação com prazo de validade determinado (31 de dezembro desse ano). Na sequência, tivemos as valorizações dos elencos do Atlético Mineiro (graças, sobretudo, a Bernard) e o Sport Recife.

No total, além do São Paulo somente oito outras equipes saíram desse período de janela com elencos mais valorizados: Náutico, Sport, Ponte Preta, Figueirense, Bahia, Coritiba, Atlético Mineiro e Cruzeiro.

Na outra ponta, o elenco que mais sofreu com a janela foi o do Internacional, principalmente pela perde de Oscar, com uma redução de 20% no seu valor: de de 82,0 para 65,5 milhões de euros. Depois vem o Vasco, com uma redução de 24%, equivalente a 16,3 milhões, com as saídas de Rômulo, Diego Souza, Fagner e Alan. Na sequência vem o elenco do Santos, cujo elenco perdeu valor graças à desvalorização do valor de mercado de Ganso.

Considerando o ranking, o Atlético Mineiro foi o que mais subiu, da 9ª para a 6ª posição, enquanto Vasco perdeu 4 posições – da 6ª para a 10ª – e o Internacional perdeu duas, passando de 3º para 5º elenco mais valioso.

Os analistas da Pluri consideram que é fundamental ajustar o calendário do futebol brasileiro ao europeu (e hoje mundial, praticamente), para evitar essas mexidas justamente no meio do Campeonato Brasileiro, agravadas pela impossibilidade de contratar jogadores de outros clubes na disputa, devido ao limite de sete jogos, nessa altura, já ter sido atingido pela maioria dos atletas de maior interesse.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2012/09/03/janela-de-verao-afeta-valor-de-mercado-dos-clubes-brasileiros/

Santos lança coleção de calçados femininos


Para aproximar o clube da torcida feminina, o Santos lançou uma linha de calçados femininos. Além do sapato, o clube paulista possui diversas peças para as mulheres como saias, camisetas, bolsas e até joias.

O clube da Baixada Santista confeccionou uma sapatilha com forro macio em elastano, que imita uma meia e se adapta aos pés. Junto com o produto o comprador recebe uma embalagem especial.

O torcedor tem a opção de escolher o calçado nas cores preta, branca e azul. A numeração disponível vai de 34 a 39. Os valores não foram revelados.

O artigo será comercializado pela Vila do Santos, loja oficial do clube paulista, que é patrocinada pela Netshoes. As compras ainda podem ser realizadas pela internet.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26612/Santos-lanca-colecao-de-calcados-femininos/index.php

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Basis cria linha de higiene masculina com clubes de SP


As marcas de Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos vão parar nas prateleiras de produtos de higiene masculina. Os quatro clubes paulistas fecharam contratos com a Basis, empresa que usará as marcas para desenvolver uma nova coleção.

Inicialmente, a Basis venderá desodorantes, desodorantes para os pés e sabonetes com as marcas dos times. A marca já projeta um incremento na linha, que deve ser feito ainda neste ano.

“Nada é mais importante, após o esporte, do que a higiene pessoal. Nossos produtos valorizam as partes mais utilizadas pelos atletas ou pelo pessoal que gosta de bater uma bolinha, como os pés”, disse Fábio Marcondes, proprietário da Basis.

Os desodorantes têm fragrâncias diferentes para cada time. A Basis chegou às essências a partir de pesquisas com os torcedores das equipes.

Os produtos serão comercializados em 16 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil. Os preços da linha variam de R$ 6 a R$ 15.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26543/Basis-cria-linha-de-higiene-masculina-com-clubes-de-SP/index.php

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

EPL 2012/13 começa com 18 de 20 clubes endividados


A English Premier League começa neste sábado sua 21ª temporada no formato atual, trazendo de volta um dos mais disputados torneios de futebol do planeta. E apesar dos grandes investimentos em jogadores feitos por clubes como Chelsea, Manchester City e Manchester United, a liga mostra também a má situação econômica dos clubes ingleses.

Das 20 equipes que participam do campeonato, correspondente à primeira divisão do futebol da ilha, 18 têm dívidas no mercado, que somadas chegam a cerca de 1,8 bilhões de euros, segundo informações do jornal inglês The Guardian. Somente Stoke City e Wolverhampton permanecem sem dívidas no último ano.

Mesmo com essa situação, os clubes da EPL são os que mais gastaram até o momento em contratações durante o mercado de verão europeu, com 384 milhões de euros, superando a Itália, com 280 milhões, e a liga francesa, com 197 milhões.

A cifra é alta se se considera que, na última temporada, as equipes da Premier registraram um déficit de 460 milhões de euros, segundo a consultoria Deloitte. Os gastos em salários representam a maior parte desse valor, chegando a cerca de 70% do total.

Desde 2008, a Uefa vem alertando os clubes europeus sobre o excesso de gastos e os possíveis efeitos de grandes contratações e salários para a saúde financeira das ligas europeias. Nos últimos anos, a organização tem agido em conjunto com as federações nacionais para punir os clubes que não arquem com seus compromissos financeiros. Porthsmouth, Mallorca e Besiktas são algumas das equipes que sofreram punições da Uefa e não puderam disputar compitições continentais após não cumprirem os requisitos econômicos estipulados pela organização. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26417/EPL-2012/13-comeca-com-18-de-20-clubes-endividados/index.php

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ferroviário-CE aposta em rifas para obter dinheiro


Por Mauro Zafalon

Para arrecadar capital, o Ferroviário-CE aposta na realização de rifas. Duas foram lançadas praticamente ao mesmo tempo. No entanto, uma é de autoria da torcida organizada Falange Coral e outra é do próprio clube cearense.

A primeira sorteará um tablet, pela Loteria Federal, no dia 1º de setembro. As cartelas estão sendo vendidas pelo preço de R$ 20,00. “Na minha gestão, essa é uma ação inédita. Nunca havíamos feito nada desse tipo”, disse Fabrício Feitosa, presidente do grupo de torcedores.

Já a segunda, denominada Ferrifão, ocorrerá em 12 de dezembro, também pela Loteria Federal. Assim como na promoção feita pela Falange Coral, o valor de cada rifa é de R$ 20,00. O sorteio dará uma moto ao primeiro colocado; um televisor LCD ao segundo; um notebook ao terceiro; uma câmera digital ao quarto; e kits oficiais da equipe do quinto ao décimo lugares.

O Ferroviário disputa no momento a Taça Fares Lopes, campeonato organizado pela Federação Cearense de Futebol (FCF). O time soma duas vitórias e uma derrota. O próximo duelo está marcado para a quinta-feira, contra o Guarany,no estádio Elzir Cabral, onde o clube tricolor manda suas partidas.   

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26412/Ferroviario-CE-aposta-em-rifas-para-obter-dinheiro/index.php

Governo não paga patrocínio, e Mixto-MT reclama


O Mixto, clube de futebol do Mato Grosso, está há três meses exibindo o logotipo “Mato Grosso na Copa” em seu uniforme. No entanto, o pagamento que foi prometido pelo Estado no acordo não foi efetuado.

O clube cobrará explicações do vice-governador local,Chico Daltro, torcedor da equipe. Segundo Elber Rocha, presidente do conselho deliberativo, o governo está devendo R$ 150 mil aos cofres do time pelos três meses de atraso.

Por conta da falta de pagamento, o Mixto está com o salário de seus jogadores atrasado e com dificuldade em cobrir as despesas com a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26405/Governo-nao-paga-patrocinio-e-Mixto-MT-reclama/index.php

Racing lança site voltado para torcedores mirins


Aproveitando as comemorações do Dia Del Niño, o Dia das Crianças argentino, no último dia 12 de agosto, o Racing Club de Avellaneda, um dos cinco grandes da Argentina, lançou um site inteiramente voltado para o público infantil. O site “Racing Kids” (http://kids.racingclub.com.ar)

“Nós do Racing entendemos que o futebol é muito mais que um jogo, é uma língua universal de milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo meninos, meninas e adolescentes, sem distinções”, afirmou o clube em comunicado oficial. “O projeto Racing Kids pretende educar a través de valores, fomentando a inclusão, o respeito e o cuidado do meio ambiente por meio de conselhos sobre sustentabilidade”, finaliza o comunicado.

Esta é a primeira página destinada por um clube argentino exclusivamente para o público infanto-juvenil.  O site contará com alguns personagens e animações para as crianças, além de jogos, desenhos para colorir, sorteios, conselhos ecológicos e interação com os outros meios do clube, como a Racing TV e a revista do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26400/Racing-lanca-site-voltado-para-torcedores-mirins/index.php

Santos Tour promove fim de semana santista


Por Lucas Turco

A Santos Tour, agência de viagens oficial do Santos, que opera em parceria com a Futebol Tour, promoverá uma campanha em que os torcedores santistas terão  a chance de passar um fim de semana totalmente santista.

A campanha, intitulada “Final de Semana Santástico”, acontecerá nos dias 18 e 19 de agosto. Foi estipulado um limite de 20 participantes. Entre as atrações de sábado estão: hospedagem em hotel 5 estrelas, visita ao CT Rei Pelé e tour pelo memorial do clube.

No domingo, os torcedores almoçarão com um ídolo do clube, possivelmente o ex-jogador Robert, e assistirão ao clássico contra o Corinthians em um camarote da GVT.

“A campanha vem sendo um sucesso. As vagas já estão todas esgotadas, a torcida santista colaborou muito. O objetivo era trazer torcedores que moram longe do clube para conhecerem melhor nossas dependências e o clima do Santos”, revelou Uirá de Abreu, gerente da Santos Tour.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26401/Santos-Tour-promove-fim-de-semana-santista/index.php

domingo, 12 de agosto de 2012

São Caetano aposta em apenas uma marca na camisa


Por Mauro Zafalon

Ultimamente, muitos clubes brasileiros de futebol preenchem todas as partes do uniforme com logotipos de patrocinadores. Mas há exceções. Uma delas se chama São Caetano. O time da Grande São Paulo estampa apenas uma companhia, a Universo Tintas, no peito e nas costas da camisa.

“Às vezes, não vale a pena poluir o uniforme. É claro que se alguma outra empresa oferecer um valor muito bom para o clube, podemos pensar em negociar. Mas não é nosso objetivo ter mais de uma marca”, afirmou Marcelo Santoro, responsável pelo marketing do São Caetano.

Mas engana-se quem acredita que a equipe do ABC paulista ganha pouco por conta disso. Segundo um levantamento realizado pela consultoria BDO, é a décima que mais lucra com patrocínio no país. Em 2011, faturou R$ 19,4 milhões.

“Há anos, o São Caetano tem um contrato altíssimo de patrocínio, completamente fora da realidade de um clube pequeno, sem torcida, sem mídia”, declarou o consultor especialista em marketing esportivo Amir Somoggi.

O time paulista é o quarto colocado na Série B e está no grupo dos que subirão à primeira divisão do futebol nacional. No sábado, receberá o Criciúma, no estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26333/Sao-Caetano-aposta-em-apenas-uma-marca-na-camisa/index.php