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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Fox Sports assegura direitos por Copas do Mundo e Jogos Rio-2016


Acordo com a Globosat envolve cesssão de direitos das principais competições do futebol brasileiro e sul-americano; Emissoras terão de respeitar exclusividade

Por Leo Burlá

O contrato assinado entre Fox Sports e Globosat, detentora dos canais Sportv, prevê que a primeira sublicenciará da emissora carioca os direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2014 e 2018, além da Olimpíada Rio-2016. 
O novo acordo, que também contempla a cessão mútua de direitos de transmissão do Brasileiro, da Copa do Brasil, da Copa Sul-Americana e da Copa Libertadores terá duração de 2013 a 2018.
Pelo contrato assinado, um jogo da Copa Libertadores será equivalente a duas partidas da Copa do Brasil. Desta forma, a dona original dos direitos de transmissão terá a prerrogativa de escolher que evento colocar na sua grade de programação.
As finais das competições, no entanto, não contemplarão exclusividade.


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Fox-Sports-assegura-Copas-Rio-2016_0_830916987.html#ixzz2FQdgUZNV 

sábado, 10 de novembro de 2012

O “grande” negócio dos clubes com o contrato de TV


Por Erich Beting

Um dos grandes argumentos usados pelos clubes brasileiros quando assinaram o contrato individual de televisão com a Globo foi o valor recorde alcançado na negociação. Mesmo que os números não sejam divulgados, os clubes praticamente triplicaram o que recebiam da TV no contrato anterior.

Já falei longamente aqui no blog sobre a visão apequenada da negociação individual dos clubes com a TV e, também, de como o mercado de televisão está em mutação no Brasil. Os valores maiores a cada um dos clubes significa, também, disparidades maiores no que um recebe e no que outro recebe. Flamengo e Corinthians, por exemplo, hoje recebem 66% a mais do que o Coritiba da TV. Antes, a diferença era de 50%.

Agora, com os clubes renovando esse vínculo com a Globo até 2018, o problema mostra-se ainda maior. Não apenas pela possibilidade que temos de aumentar o abismo entre os clubes, mas pela visão tacanha sobre o mercado de televisão no Brasil que é demonstrada pelos dirigentes do esporte.

No último dia 24 de outubro, a Anatel publicou o levantamento sobre o número de assinantes da TV paga no país. Setembro registrou um aumento de 1,84% nas assinaturas em relação a agosto e, na comparação anual, tivemos 29,5% de aumento no número de assinantes da TV paga.

Num Brasil que vive a era do pleno emprego e da queda nos preços de produtos tecnológicos e mídia digital, o mercado de TV paga e internet são os que sofrem maior alteração. E isso traz impacto direto, também, na TV aberta. Só para se ter uma ideia, em 2007 eram 5,3 milhões de domicílios com TV paga no Brasil. Hoje, são 15 milhões.

O quanto valorizou o contrato de TV fechada para os clubes? De que forma eles enxergam o futuro das transmissões? A internet não seria uma forma de rentabilizar ainda mais o negócio dos direitos de transmissão, com a venda de pay-per-view para o mundo todo? Essas são apenas algumas questões que vêm à tona numa análise superficial dos números do mercado de televisão no Brasil.

Mas em busca do dinheiro de curto prazo, os clubes comprometem sua receita, sem variação, pelos próximos seis anos. Caso o mercado de TV fechada cresça na proporção que foi desde 2007, teremos pelo menos mais 10 milhões de lares (ou 33 milhões de pessoas, nas contas da Anatel) equipados com TV a cabo.

Isso tudo terá um impacto enorme na forma como as pessoas consomem a mídia, seja ela a TV aberta (cada vez com menor audiência), a fechada (crescendo bastante) ou a internet (o meio em maior expansão). Isso sem falar no impacto que a Copa de 2014 trará para o mercado de consumo de evento ao vivo a partir da melhoria dos estádios.

Talvez somente daqui a três anos os clubes comecem a perceber o “grande” negócio que fizeram com o contrato de TV. E, aí, talvez seja tarde demais para voltarmos ao óbvio…

FontE: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/11/08/o-grande-negocio-dos-clubes-com-o-contrato-de-tv/

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

MP & Silva distribuirá Copa do Mundo na Oceania


A emissora australiana SBS, que detém os direitos exclusivos de transmissão dos acontecimentos da Fifa na Austrália e na Oceania até 2014, anunciou um novo acordo com a agência MP & Silva.

Com a parceria, a MP & Silva fará a distribuição dos direitos de mídia para a Copa do Mundo 2014 em todos os territórios da Oceania, menos na Noca Zelândia. Os detalhes financeiros do contrato não foram divulgados.

Além da Copa do Mundo, a agência também vai distribuir os direitos da Copa das Confederações de 2013, e do Mundial de Futebol de Areia, na Tailândia.

"Fazemos um grande trabalho na distribuição de conteúdo de futebol na região da Ásia. Sermos nomeados pela SBS é um reconhecimento digno de nossa liderança no mercado e estamos muito animados para usar nossa rede de emissoras para aumentar o público do futebol internacional, na Oceania", disse o diretor-executivo da MP & Silva, Andrea Radrizzani. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/27/27342/MP---Silva-distribuira-Copa-do-Mundo-na-Oceania/index.php

terça-feira, 25 de setembro de 2012

BBC transmitirá triangular de rúgbi de seleções


A BBC, emissora britânica, anunciou um acordo com a Rugby Football League (RFL) para poder transmitir um torneio triangular de rúgbi entre França, Inglaterra e País de Gales.

A operadora e televisão por asinatura Sky, que recentemente renovou um vínculo que a permite passar jogos da modalidade na Europa, não mostrou interesse em exibir a competição, e os diretos foram repassados à BBC.

O campeonato terá início no dia 20 de outubro em Lens, França. A decisão está marcada para Salford City, Inglaterra, em 11 de novembro.

O triangular substituirá o torneio Four Nations, adiado para depois da Copa do Mundo, que acontecerá somente em 2013.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26922/BBC-transmitira-triangular-de-rugbi-de-selecoes/index.php

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A TV tem “matado” a ida das pessoas aos eventos esportivos


Por Erich Beting

O alerta foi dado recentemente pelo vice-presidente de novos negócios da NFL, Eric Grubman. Segundo ele, a queda de público presente nos estádios da liga de futebol americano tem, entre outros motivos, a melhoria da transmissão pela TV. A lógica, segundo o executivo, é a de que há tantos recursos hoje para quem está em casa assistindo a uma partida que a experiência de ver o jogo ao vivo pela telinha é melhor do que aquela de quem vai ao estádio.

O raciocínio é interessante e levanta um alerta para o esporte em geral.

Com a melhoria da qualidade das imagens, com o uso de dezenas de câmeras e com o barateamento do acesso à alta tecnologia, a televisão, que é uma das principais fontes de financiamento da atividade esportiva profissional, também tem sido responsável, em parte, pela fuga do torcedor do local do evento.

No mercado americano, em que a NFL, por exemplo, tem também transmissão de jogos em 3D, acaba sendo mais barato e de maior qualidade para o torcedor assistir a um jogo em sua casa. Num momento de crise como agora, então, é ainda mais lógico para o consumidor dos EUA ficar confortável na sala de casa equipada com home theater e uma TV LED com 3D. Isso sem falar do aconchego do sofá, da pipoca, da cerveja e do que mais quiser no colo.

No Brasil castigado pela falta de infraestrutura de transporte e também de esporte, a diferença é ainda mais gritante. E isso que ainda não entramos na era em que as transmissões sejam todas em HD e com o pay-per-view acessível a todos. Além disso, ao contrário do mercado americano, a abundância de renda em solo tupiniquim faz com que o torcedor não veja tanto problema em gastar mais dinheiro indo ao estádio.

Só que, nos EUA, o esporte já começa a se mobilizar para fazer com que o torcedor seja “incentivado” a ir para o estádio. Promoções com desconto em lojas para a aquisição de produtos, instalação de rede wifi gratuita em toda a arena, aluguel de TV portátil e outros “mimos” têm sido cada vez mais frequentes nos estádios e ginásios das principais ligas esportivas dos EUA.

Por aqui, ainda está muito distante esse debate.

Mas com um mercado cada vez mais dependente do dinheiro da televisão, é cada vez mais assustador o futuro dos eventos esportivos. Pode ser que a melhoria das arenas esportivas por conta de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, associada à manutenção da renda em alta do brasileiro, ajude a mantermos os estádios e ginásios cheios. Mas teremos de caminhar, muito, no sentido de entender a importância de fazer da experiência de ir a um evento esportivo um momento de diversão, e não de aventura para o consumidor.

Não há lógica que faça, hoje, o torcedor deixar o conforto e a qualidade da TV para ir a um evento esportivo ao vivo.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/09/21/a-tv-tem-matado-a-ida-das-pessoas-aos-eventos-esportivos/

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Uefa cede direitos de transmissão para dois países


A Uefa, entidade que controla o futebol na Europa, concedeu direitos de transmissão da Liga Europa, segundo torneio de clubes mais importante do continente, para Hungria e Romênia.

No primeiro país, o pacote foi adquirido pela Sanoma Digital Media, que os repassará para as emissoras Story 4 e Digi Sport. Já no segundo, as exibições serão realizadas pelo canal ProTV.

A fase de grupos da Liga Europa na temporada 2012/2013 terá início na próxima quinta-feira.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26796/Uefa-cede-direitos-de-transmissao-para-dois-paises/index.php

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Canal Eurosport compra direitos da NextGen Series


A emissora de televisão Eurosport anunciou nesta terça-feira a aquisição dos direitos de transmissão das próximas quatro edições do torneio NextGen Series, maior campeonato de futebol de base da Europa.

A competição, que teve no ano passado a Internazionale de Milão como vencedora da primeira edição, terá 18 de suas partidas transmitidas pelo canal europeu. Chelsea, Arsenal, Juventus e Borussia Dortmund também estão entre os 24 clubes que leverão suas equipes sub-19 para a disputa da NextGen Series 2012.

“A NextGen Series é uma excitante adição à nossa grade de futebol de base. Nós transmitimos há muitos anos as melhores competições da Uefa e da Fifa de seleções jovens e agora temos também o melhor do futebol jovem de clubes. Estamos animados para apresentar à Europa a nova geração de craques de nível mundial”, declarou Julien Bergeaud, diretor de transmissões e programas do grupo Eurosport.

A primeira partidada NextGen2012 a ir ao ar será o confronto entre os jovens de Tottenham Hotspurs e FC Barcelona, no próximo dia 13.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26649/Canal-Eurosport-compra-direitos-da-NextGen-Series/index.php

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O problema está na TV ou nos clubes?


Por Erich Beting

O esporte brasileiro só vai melhorar quando acabar o monopólio da Globo nas transmissões. Essa máxima é repetida sempre que vem à tona o debate “divulgação do esporte pela mídia”. Mas será que realmente o problema está na TV ou em quem é o detentor desses direitos?

Sábado a tabela do Brasileirão reserva dois clássicos para o horário das 18h30, que é aquele programado para a transmissão da TV fechada da rodada da competição: Palmeiras x Santos e Fluminense x Vasco. Em São Paulo, o torcedor tem à disposição apenas o VT de São Paulo x Ponte Preta da semana passada para acompanhar na TV fechada (no Rio o torcedor ficou com o clássico paulista ao vivo).

Quem monta a tabela do campeonato é a CBF, e quem vende a transmissão para a TV são os clubes. Logo, são eles que têm condições para exigir da televisão exibir essa ou aquela partida. Mas qual é a preocupação que os clubes têm com a boa divulgação de seu produto?

Para o povo paulista, a alternativa para ver o clássico estadual é comprar o jogo no pay-per-view. A convidativos R$ 85 pela partida ou então R$ 40 de mensalidade. Logicamente os clubes são sócios da Globo na venda do PPV. Mas até nisso a visão é totalmente deturpada.

Na Europa e nos Estados Unidos, o esporte se apoia no PPV para exatamente ampliar os ganhos com transmissão, que já são altíssimos. Um jogo pela TV comprada não sai por mais do que US$ 30 dólares, e isso aqueles de maior demanda. A lógica é simples. Quanto mais gente comprar, maior será o meu faturamento.

Considerando que atualmente o Brasil tem cerca de 15 milhões de lares com TV a cabo, imagine o que seria mais eficiente. Achar alguns abnegados dispostos a pagar R$ 85 para ver uma mísera partida ou então ganhar no volume? Essa é uma lógica muito usada no mercado esportivo americano, em que os clubes exploram o consumo de massa em detrimento do produto para poucos.

Com o preço já abusivo da TV a cabo no Brasil, o PPV hoje, que já dá lucro para os clubes, poderia ser muito mais rentável para o futebol. Para isso acontecer, porém, não é preciso acabar com o monopólio da Globo, mas sim entender um pouco mais o potencial de geração de riqueza que existe na transmissão do futebol.

Um exemplo simples.

Quando os clubes assinam individualmente com a TV, perdem a condição de fazer um canal próprio de geração de imagens e faturar diretamente com a venda da transmissão pela internet. E isso para todo o mundo! Hoje, no Brasil, o torcedor fã da NFL, da NBA ou até do Campeonato Escocês de futebol pode comprar, por cerca de US$ 10 ao mês, um passe para assistir a todos os jogos do campeonato.

Definitivamente o problema do esporte no Brasil não é o monopólio da Globo, mas a falta de visão do esporte.

Afinal, na era da mídia fragmentada, os produtores de conteúdo não são as empresas de mídia, mas sim os detentores do bom conteúdo. E o esporte, nesse quesito, é um dos maiores produtores de conteúdo do ramo do entretenimento. Mas, é claro, é bem mais fácil jogar o problema na “exigência do detentor dos direitos de transmissão”…

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/08/25/o-problema-esta-na-tv-ou-nos-clubes/

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Canal israelense adquire direitos de Olimpíadas


O canal israelense The Sports Channel adquiriu os direitos de transmissão das próximas edições dos Jogos Olímpicos de inverno (Sochi-2014) e verão (Rio-2016). O valor do negócio com o Comitê Olímpico Internacional (COI) não foi revelado.

Os direitos foram vendidos pela agência Sportfive, que já negociou com outros 40 países europeus desde 2009, quando fechou um acordo com o COI.

"Estamos confiantes de que o Sports Channel vai garantir qualidade e uma cobertura ao vivo inovadora para ambos os eventos", disse Shaila-Ann Rao, diretora-executiva da Sportfive.

O Sports Channel atua na TV aberta, pay-per-view, vídeo on-demand, internet, celular e no rádio, em Israel. A cobertura dos Jogos será dividida pelas diferentes plataformas. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26493/Canal-israelense-adquire-direitos-de-Olimpiadas/index.php

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Rádios espanholas pagam por transmissão futebolística


As rádios espanholas vão passar a pagar 98 euros por cada jogo que transmitam em direto na próxima temporada futebolística. A decisão, provisória, foi tomada pela Comissão de Mercado das Telecomunicações (CMT) a título de compensação económica. 
 Em comunicado, a CMT especifica que este valor é válido para as competições da Liga BBVA (primeira divisão), da Liga Adelante (segunda divisão) e da Taça do Rei, exceto para a final.
 O comunicado explica que esta é uma medida cautelar que visa garantir o direito de acesso das rádios aos estádios, já que a Liga BBVA começará a 18 de agosto e não houve até agora acordo entre as partes sobre a compensação económica.

 A compensação agora definida equivale a 89.474 euros por rádio, no pressuposto de que cada rádio transmite todos os jogos das três taças. A Liga de Futebol havia estabelecido um valor superior, de 708 mil euros.

Fonte: http://gestao-desportiva.blogspot.com.br/2012/08/radios-espanholas-vao-passar-pagar-98.html

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Helio Ferraz nega que o contrato com a Globo esteja assinado


Por Marcelo Damatto

O vice-presidente do Flamengo Hélio Ferraz nega que o contrato do Flamengo com a Globo esteja assinado, ao contrário do que alguns vice-presidentes do clube já confirmaram ao LANCE!

- Eu garanto que não está assinado. Falo como presidente do Flamengo em exercício. Não seria moleque em mentir num assunto desses  – disse. Ferraz ocupa o cargo durante a viagem de Patrícia Amorim a Londres. Ela estará de volta na segunda-feira. Ferraz negou também que o clube tenha recebido as luvas pagas pela Globo. Disse até mesmo que durante sua interinidade se reuniu duas vezes com a Globo para discutir o contrato.

Desde meados de julho, o LANCE! e depois outros órgao de comunicação vêm noticiando que o Flamengo está entre os clubes que  assinaram o contrato que prorroga a cessão dos direitos do Campeonato Brasileiro até 2018 – e até já recebeu as luvas. Até a sexta-feira, essa notícia não havia sido contestada por nenhum diretor do clube, apesar de ter sido publicada várias vezes pelo LANCE! e por outas mídias.

O fato mudou de figura na sexta-feira no final da tarde quando o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, foi questionado pela coluna De Prima de por que esse contrato não havia sido analisado pelo Conselho. Ribeiro disse que não sabia da assinatura e que telefonaria para Ferraz para se informar.

Minutos depois, Ribeiro ligou de volta para a coluna dizendo que o contrato não estava assinado e que seria examinado pelo Conselho Fiscal na terça-feira e no Deliberativo na quinta. É a primeira vez na história recente do clube um contrato que já havia sido acertado havia mais de 15 dias foi examinado com tamanha rapidez pelos Conselhos do clube.

Ferraz diz que não foi o telefonema de Ribeiro que o fez convocar os conselhos. Segundo o presidente em exercício, ele já havia encaminhado o pedido minutos antes do telefonema, como o último ato de sua interinidade na presidência.

A questão de o contrato estar assinado ou não é crucial no Flamengo. Um presidente não pode assinar um contrato nesse valor sem passar pelos Conselhos do clube. O desrespeito a esse item do estatuto poderia ensejar o impeachent do presidente. Se quem o assinou foi Patrícia Amorim, ganharia força o pedido de impeachment protocolado contra ela.

Os Conselhos Fiscal e Deliberativo, encabeçados por aliados de Hélio Ferraz, tem promovido uma blindagem da presidente. O Conselho Deliberativo decidiu até processar o ex-presidente Marcio Braga, de oposição, por um ponto reprovado no balanço de 2008. Curiosamente, Braga é o autor do pedido de impeachment contra Amorim.

Por trás dessa questão está a eleição presidencial de dezembro. Amorim é muito popularentre os sócios e muito rejeitada entre os torcedores. Mas são os primeiros que votam. Convencidos de que têm chances muito pequenas de impedir a reeleição da presidente, até mesmo porque não conseguem se unir, grupos de oposição partiram para pedir o impeachment de Amorim.

O contrato com a Globo pode pôrlenha na fogueira.

Fonte: http://blogs.lancenet.com.br/deprima/2012/08/04/so-agora-flamengo-nega-que-o-contrato-com-a-globo-esteja-assinado/

segunda-feira, 30 de julho de 2012

COI consolida modelo de marketing de Londres


Estratégia de captação de recursos idealizada há 28 anos reafirma eficácia

Por Marcelo Queiroz

Na última sexta-feira (27), cerca de quatro bilhões de telespectadores ao redor do mundo ficaram atentos a todas as cores e detalhes da cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres. Nos bastidores daquele mesmo palco — que fascinou o planeta, com o roteiro de “Ilhas das Maravilhas”, do cineasta Danny Boyle, sobre a cultura britânica —, o marketing também registrou momento de glória, caracterizado pela crescente e intensa participação de marcas na organização dos jogos olímpicos.

 Na visão do COI (Comitê Olímpico Internacional), Londres 2012 consolida a eficácia de um programa de captação de patrocínio que começou a ser desenvolvido em 1984, com a realização dos Jogos de Los Angeles. Na época, ele foi duramente criticado, inclusive dentro do COI, por estabelecer um canal que poderia arranhar a imagem dos aros olímpicos por associá-la tão escancaradamente à dependência da iniciativa privada. Porém, nestes últimos 28 anos, o que se viu foi uma evolução no profissionalismo esportivo por meio da contribuição das marcas. “O marketing é muito importante. Sem ele, seria simplesmente impossível realizar uma Olimpíada”, diz o executivo Timo Lumme, diretor de televisão e serviços de marketing do COI.

Segundo o executivo, a Olimpíada é uma plataforma cada vez mais eficaz para o desenvolvimento das estratégias de globalização das marcas. Lumme também afirma que a plataforma olímpica está cada vez mais atenta às grandes tendências da comunicação, “digital e social”, com o objetivo de assegurar os melhores benefícios para cada patrocinador.

O programa, criado em 1984, se destaca pela formação de um grupo de até 12 empresas que são agrupadas sob a sigla TOP (The Olympic Partners). Essas empresas são, na prática, os patrocinadores do COI, com direitos de exclusividade em categorias de produtos ou serviços, e se responsabilizam por boa parte do dinheiro arrecadado para os jogos. Atualmente, há 11 patrocinadores. Eles foram responsáveis por US$ 957 milhões da renda total do marketing para a Olimpíada de Londres. Para Pequim, o patrocínio TOP foi de US$ 866 milhões. Para os Jogos do Rio, em 2016, o valor também deverá crescer. Entre os atuais 11 patrocinadores do COI em Londres, a Acer é o único que não está confirmado para a Olimpíada brasileira. Mas Lumme afirma que o total de 12 patrocinadores TOP deverá ser alcançado para 2016.

Além dos patrocinadores do COI, o plano de marketing desenvolvido, a partir de 1984, conta com os recursos dos direitos de transmissão — fonte da maior parte do dinheiro para os jogos —, dos patrocinadores locais (específicos para cada edição), e também com os recursos da venda de ingressos e de licenciamento. Em Londres, a parte de transmissão rendeu US$ 3,9 bilhões para o Movimento Olímpico (o título institucional do COI). Em Pequim, foram US$ 2,5 bilhões. Entre os principais objetivos do programa de marketing do COI estão a independência da estabilidade financeira do Movimento e o controle da comercialização dos jogos.

O total da receita do marketing do COI, com direitos de transmissão, TOP, ingressos e licenciamento, vem crescendo significativamente nos últimos 20 anos. Saltou de US$ 2,63 bilhões no quadriênio 1993-96 para US$ 5,45 bilhões no quadriênio encerrado em 2008, com os Jogos de Pequim. Quando os resultados de Londres forem contabilizados oficialmente — entre 2009 e 2012 — eles também  apresentarão crescimento significativo. Afinal, somente com a soma dos direitos de transmissão (US$ 3,91 bilhões) mais TOP (US$ 866 milhões), já são US$ 4,77 bilhões. A verba dos patrocinadores e fornecedores locais chegou a £ 700 milhões, cerca de US$ 1 bilhão. Ou seja, mesmo sem contar a renda de ingressos e licenciamento, a Olimpíada de Londres já gerou muito mais dinheiro do que a de Pequim. As cotas variaram entre £ 10 milhões e £ 64 milhões, segundo estimativas do jornal The Guardian.

História

Acompanhando a evolução do mercado, o marketing olímpico já era exercido, de maneira bem mais simplificada, desde a primeira edição da era moderna dos jogos, realizada em Atenas, em 1896, quando algumas empresas investiram em publicidade associadas ao tema olímpico. Em 1912, em Estocolmo, foi feito o primeiro licensing e também de direitos fotográficos. Em 1928, quando o COI estabeleceu regras de sinalização dos locais dos jogos sem publicidade, a Coca-Cola tornou-se patrocinadora do COI, título mantido até hoje ininterruptamente. O McDonald’s também é outro anunciante intimamente ligado aos aros olímpicos e mantém um contrato de patrocinador há 36 anos.

A Olimpíada de Berlim, em 1936, foi a primeira com jogos transmitidos pela televisão, na época, em circuito fechado para locais próximos do estádio. Em 1948, em Londres, foi feito o primeiro acordo de transmissão e a BBC pagou o equivalente a US$ 3 mil. O atual programa de marketing foi criado em 1984 depois de sérias dificuldades financeiras para o COI após a Olimpíada de Munique, em 72, com ataques terroristas, e o fracasso da Olimpíada de Montreal, em 1976, além do boicote dos Estados Unidos aos Jogos de Moscou, em 1980.

Fonte: http://propmark.uol.com.br/mercado/41229:coi-consolida-modelo-de-marketing-de-londres

terça-feira, 24 de julho de 2012

Direitos de transmissão reforçam caixa do COI, diz presidente


KAROLOS GROHMANN - Reuters

A renda da venda dos direitos de transmissão da Olimpíada entre 2014 e 2016 deve ultrapassar 4 bilhões de dólares, informou o Comitê Olímpico Internacional (COI) nesta terça-feira, e a renda de patrocinadores também está em alta.

O presidente do COI, Jacques Rogge, disse que as finanças da organização estão fortes e seguras, com reservas que mais que triplicaram desde 2001.

"Para o período 2014-16 já temos 3,6 bilhões de dólares, e o total deve alcançar e passar de 4 bilhões. Os direitos de TV totalizaram 2,2 bilhões de dólares no período 2002-4", disse Rogge em uma sessão do COI dias antes do início da Olimpíada de Londres.

O valor para o período 2010-2012 foi de 3,9 bilhões de dólares.

Rogge disse que a organização já gerou 2,6 bilhões de dólares em direitos de transmissão para o período 2018-2020, e as negociações mal começaram.

O COI assinou seu maior contrato individual no ano passado, concordando em vender à rede NBC os direitos de transmissão até 2020 por 4,38 bilhões de dólares.

"A situação financeira é forte e segura", afirmou Rogge, que deixa o cargo em 2013 após 12 anos na função.

"Desde 31 de dezembro de 2001, nossas reservas cresceram de 105 milhões para 558 milhões de dólares, um aumento de 453 milhões. Esta solidez financeira se deve ao sucesso da propaganda e dos direitos de transmissão".

O COI também viu um crescimento na renda oriunda de patrocinadores, e se estima que o programa de 2013-2016 com grandes patrocinadores irá gerar 1 bilhão de dólares pela primeira vez.

O programa de 2017-2020 já recebeu 722 milhões de dólares com sete patrocinadores, declarou Rogge.

O mesmo programa valia 663 milhões de dólares para o período 2001-4.

"Ainda que nossa situação financeira seja sólida... devemos permanecer realistas. O COI deve garantir a continuidade e intensificação da política de controle de gastos e complexidade dos Jogos".

O organismo tem tentando reduzir o tamanho da Olimpíada, delimitando em 10 mil o número de atletas e em 28 as modalidades esportivas, para manter seu produto atraente para cidades-sede em potencial.

Sochi, na Rússia, irá sediar os Jogos de Inverno de 2014, enquanto o Rio de Janeiro será a primeira cidade sul-americana a receber a Olimpíada, em 2016. A sede dos Jogos de 2020 será decidida no ano que vem. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,direitos-de-transmissao-reforcam-caixa-do-coi-diz-presidente,904723,0.htm

segunda-feira, 23 de julho de 2012

ESPN adquire direitos de Premier League de críquete


A ESPN Star Sports adquiriu os direitos de transmissão da temporada inaugural do Sri Lanka Premier League (SLPL), uma competição de críquete que terá início em agosto. 

De acordo com o comunicado enviado à imprensa, a ESPN irá transmitir, exclusivamente, pelo menos 24 jogos por temporada na Índia e no Sri Lanka. O acordo inclui outros países com o direito de transmissão, são eles: Bangladesh, Butão, Camboja, Hong Kong, Indonésia, Coréia do Sul, Nepal, Macau, Malásia, Maldivas, Paquistão, Nova Guiné, Filipinas, Cingapura e Tailândia.

"Estamos muito satisfeitos de poder televisionar as partidas ao vivo da SLPL na Índia e em toda a região", disse o diretor da ESPN Star Sports, Peter Hutton. 

"Nossa cobertura do Big Bash Austrália e da Liga T20 Inglaterra e Bangladesh já demonstraram nosso compromisso com o formato, e nosso objetivo é continuar aumentando o conteúdo ao vivo", completou.

Os termos financeiros do contrato não foram divulgados.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26073/ESPN-adquire-direitos-de-Premier-League-de-criquete/index.php

quinta-feira, 19 de julho de 2012

TV suíça adquire direitos do Brasileirão


A emissora suíça de televisão Teleclub adquiriu os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro até 2014. 

O novo acordo inclui jogos ao vivo, melhores momentos, além de um programa semanal de 30 minutos com os destaques da rodada.

O campeonato estará disponível na Suíça via cabo, e a transmissão já inicia no próximo sábado, 21, com a partida entre Vasco e Santos. 

Será a primeira vez que o Campeonato Brasileiro será transmitido para o país. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26041/TV-suica-adquire-direitos-do-Brasileirao/index.php

sábado, 14 de julho de 2012

Chelsea faturou quase 60 milhões de euros na Liga dos Campeões


Valor inclui participação na competição, direitos televisivos e prêmio pelo título

Vencedor da última Liga dos Campeões, o Chelsea dos brasileiros David Luiz e Ramires foi o clube que mais faturou na edição do torneio continental: pouco mais de 59 milhões de euros (mais de 147 milhões de reais). Os valores do Chelsea são divididos pela sua participação na competição (29,9 milhões de euros), pelos direitos televisivos (30 milhões de euros) e pelo título (9 milhões de euros).

Em seguida está o vice-campeão, o Bayern de Munique, com cerca de 41 milhões de euros (aproximadamente 104 milhões de reais) de receita. Logo atrás, ficaram Barcelona, com mais de 40 milhões de euros (cerca de 101 milhões de reais), e Real Madrid, com cerca de 38 milhões de euros (mais de 95 milhões de reais).

No total, 754,1 milhões de euros (mais de 1,8 bilhão de reais) foram distribuídos pela Uefa entre os 32 participantes da fase de grupos da Liga dos Campeões. Deste valor, 413 milhões euros foram repassados pelas suas atuações e outros 341,1 pela venda dos direitos de TV. 

(Com agência EFE)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/chelsea-faturou-quase-60-milhoes-de-euros-durante-a-liga-dos-campeoes-passada

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Globo antecipa renovação e clubes recebem bônus milionário


Nove clubes da Série A já aceitaram novo acordo por contrato do Brasileirão até 2017 e vão embolsar R$ 30 milhões de luvas por assinatura

Por Amélia Sabino e Eduardo Mendes

Em negociações há mais de duas semanas com os 12 principais clubes do Brasil, a TV Globo articulou a prorrogação do contrato de transmissão do Campeonato Brasileiro por mais dois anos. E a assinatura até 2017 renderá a cada um, a título de bonificação, R$ 30 milhões.
Os quatro do Rio de Janeiro, mais os quatro de São Paulo e o Atlético-MG já aceitaram a proposta e a previsão de recebimento das luvas é já para a próxima semana.
O Flamengo foi um dos últimos a acertar os detalhes de seu acordo na segunda-feira após uma reunião de um diretor da alta cúpula na sede da emissora.
As conversas tiveram início após assembleia da CBF realizada no dia 29 de junho na sede da instituição, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esporte, estava presente no encontro.
Depois da reunião, enquanto José Maria Marin, presidente da CBF, e Marco Paulo Del Nero, vice, davam coletiva, o executivo se reuniu com o presidente do Internacional, Giovanni Luiggi. O primeiro contato com os demais presidentes de clubes sobre este assunto também aconteceu nesse mesmo dia.
A TV Globo também se já mexe nos bastidores, visando a renovação dos contratos dos Estaduais. Os contratos pela transmissão dos Campeonatos locais do Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, terminam em 2015. A emissora teme o avanço da Fox sobre as competições nacionais. Essa intenção já foi, inclusive, tornada pública pelo presidente da empresa no Brasil recentemente.

Formatos

Clube dos 13
Até o ano passado, os contratos de transmissão do Campeonato Brasileiro eram intermediados pelo Clube dos 13. Depois de um longo processo no Cade, que resultou numa licitação fracassada do C13, os clubes passaram a negociar diretamente com a TV Globo. Na época, a Record chegou a fazer ofertas aos clubes, que alegaram know-how e visibilidade para os patrocinadores maior com a emissora carioca.
Direto
O primeiro a assinar com a Globo foi o Grêmio. Todos os contratos originais iam até 2015, um ano a mais do que costumava ser. Até 2011, os acordos eram por três anos. Além do prazo, a Globo também acabou com a divisão de cinco clubes que ganhavam mais - Flamengo, Corinthians, Vasco, Palmeiras e São Paulo. Hoje, é o Flamengo quem recebe mais, seguido de perto pelo Corinthians.

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quarta-feira, 14 de março de 2012

Rúgbi fará parte da grade da Globo até 2016

Por Erich Beting


O rúgbi, uma das novidades no programa esportivo dos Jogos Olímpicos de 2016, também vai ganhar espaço na grade do Sportv e da TV Globo. A confederação brasileira da modalidade (CBRu) chegou a um acordo com a emissora para direitos de mídia do esporte até o ano do megaevento no Rio de Janeiro.

O acordo envolve a transmissão, pelo Sportv, do Campeonato Brasileiro de rúgbi, além de amistosos e eventos da seleção brasileira realizados no Brasil. Em partidas fora do país, direitos são negociados com os detentores desses direitos de mídia.

A quantidade de inserções do rúgbi na grade da Globo ainda não foi divulgada. No caso de amistosos e eventos da seleção, a emissora fará um incremento paulatino na quantidade de eventos exibidos.

Valores envolvidos no acordo não foram revelados. O contrato foi intermediado pela Dream Factory, agência que presta suporte de marketing para a CBRu.

O rúgbi será uma das duas modalidades novatas no programa dos Jogos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro. O outro esporte incluído no evento é o golfe.

No dia 29 de fevereiro, a CBRu havia anunciado um acordo com a montadora chinesa JAC motors. Além de bloqueio de segmento, a empresa inseriu seu logotipo nas mangas das camisas da seleção nacional da modalidade.

A CBRu também tem patrocínios de Bradesco, Topper, Heineken, Cultura Inglesa, Deloitte, Probiótica e Terapêutica. Cia Athletica, Travelace, ZDL, Shark&Lion e UniSant’anna ocupam cota de apoiadores, e Grupo CCR e Gatorade investem na entidade via Lei de Incentivo ao Esporte.


Opinião: Ótima notícia para o rugby nacional que, apesar do crescimento visto nos últimos anos carece de maior visibilidade perante o público para a prospecção de novos adeptos (desde praticantes até torcedores).

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Rede Globo garante transmissões das Copas do Mundo de 2018 e 2022


Emissora prorroga contrato com a Fifa e garante com exclusividade o direito de exibir as edições que serão realizadas na Rússia e no Qatar

Em comunicado oficial divulgado no site da Fifa nesta terça-feira à tarde, a entidade confirmou que a Rede Globo garantiu com exclusividade os direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Qatar. O contrato dá à Globo o direito de exibir o evento em território brasileiro com distribuição para todas as plataformas: TV aberta, TV fechada, internet e telefones celulares. A emissora já possui os direitos para a transmissão do Mundial de 2014, que será realizado no Brasil.

Segundo o secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke, “a força e o poder de distribuição da Globo garantem que a competição será acompanhada pelo maior número possível de pessoas no território brasileiro”. Ele acrescentou que este foi um fator determinante para prolongar o acordo com a Globo.

O presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, também manifestou seu entusiasmo.
- Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. O mais importante para a Globo é permitir que os espectadores sintam-se participando da competição, como se eles próprios estivessem dentro do campo de jogo. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria - disse o presidente das Organizações Globo Roberto Irineu Marinho.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/02/rede-globo-garante-transmissoes-das-copas-do-mundo-de-2018-e-2022.htmlhttp://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/02/rede-globo-garante-transmissoes-das-copas-do-mundo-de-2018-e-2022.html


A FIFA tem o prazer de anunciar a prorrogação de seu acordo de direitos de transmissão com a Rede Globo para a Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018™ e a Copa do Mundo da FIFA Qatar 2022™. O acordo com a maior empresa midiática do Brasil abrange a transmissão via cabo, satélite, terrestre, móvel e por internet de banda larga em todo o país.

“A força de distribuição da Globo em um território tão vasto como o Brasil garante que a competição possa ser seguida pelo maior número de pessoas possível e esse foi o fator determinante na nossa decisão em prorrogar o acordo com a Globo”, disse Jérôme Valcke, Secretário-geral da FIFA.

“Durante mais de 40 anos, a Globo e a FIFA desenvolveram uma parceria muito frutífera, o que proporcionou recompensas significativas para ambos. Durante todos esses anos, a FIFA obteve êxito na tarefa de tornar o futebol o esporte mais popular com uma enorme audiência em todo mundo e tem muito orgulho de fazer parte disso. O mais importante para a Globo é possibilitar que os telespectadores façam parte das competições, como se estivessem eles próprios no gramado. Por essa razão, nós estamos orgulhosos por prorrogar essa parceria", disse o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho.

A Globo, parceira de transmissão da FIFA desde 1970, comprometeu-se com uma cobertura e uma presença sem precedentes da Copa do Mundo da FIFA Brasil™ e em diante, incluindo uma cobertura em TV aberta, como acordado entre as duas partes e conforme as políticas de distribuição da FIFA.

A Globo está entre as maiores emissoras do mundo e é uma inovadora na produção futebolística que proporciona aos torcedores, de forma consistente, as melhores imagens e coberturas possíveis.

Fonte: http://pt.fifa.com/aboutfifa/organisation/news/newsid=1591135/index.html