Páginas

Mostrando postagens com marcador Investimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Investimento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Governo britânico injetará R$ 1,18 bilhões por sucesso na Rio-2016


Para aumentar o número de medalhas em relação às 65 que conquistou em Londres-12, o governo britânico anunciou ontem que investirá o equivalente a R$ 1,18 bilhão no esporte durante o próximo ciclo olímpico, o que significa um crescimento de 11% no investimento.

As modalidades mais beneficiadas pelo aporte serão ciclismo e canoagem, graças à boa performance que tiveram na Olimpíada. A natação, que não teve um bom desempenho em Londres, é um dos quatro esportes que receberam um aviso de que devem melhorar os resultados para garantir verba. Já basquete, handebol, vôlei, tênis de mesa e lutas não irão receber dinheiro do governo para se prepararem para a Rio-16. Até hoje, nenhum anfitrião melhorou os resultados na Olimpíada seguinte.

Nos Jogos Olímpicos-2012, os anfitriões terminaram em terceiro lugar no quadro geral de medalhas, posição que não atingia desde 1912, em Estocolmo.

A maioria das 65 medalhas britânicas foram conquistadas em esportes individuais. O ciclismo de pista faturou sete ouros. Atletismo e remo somaram quadro medalhas douradas cada.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1203443-governo-britanico-injetara-r-118-bilhoes-por-sucesso-na-rio-2016.shtml

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Debate discute investimento em estados que não participarão da Copa


Audiência terá a participação do ministro Aldo Rebelo e do presidente da CBF, José Maria Marin

A Comissão de Turismo e Desporto promove debate nesta terça-feira (11), às 14h30, sobre a situação dos estados que não participarão diretamente da Copa do Mundo de 2014.

O deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA) afirma que solicitou o debate para que esses estados “não sejam esquecidos pelo governo federal”. Ele lembrou que os estados e as cidades envolvidas com a Copa estão recebendo uma série de incentivos do governo, que vão desde construção e reforma nos estádios até melhorias na área de mobilidade urbana.

A audiência terá a participação dos ministros Aldo Rebelo (Esporte), Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) e Gastão Dias Vieira (Turismo), além do presidente da CBF e do COL, José Maria Marin. O encontro reunirá também representantes dos estados do Sergipe, Roraima, Paraíba, Espírito Santo, Amapá, Maranhão, Alagoas, Acre, Pará, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Onze estados brasileiros, além do Distrito Federal, participarão da Copa 2014: Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11163/DEBATE+DISCUTE+INVESTIMENTO+EM+ESTADOS+QUE+NAO+PARTICIPARAO+DA+COPA.html

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O efeito Nuzman: em 2 décadas, gastos de 40 bi de reais


Desde 1995, o cartola fez o governo torrar mais de 8 bilhões. Reeleição nesta sexta dá a ele mais quatro anos no cargo - e mais uma avalanche de dinheiro

Carlos Arthur Nuzman, o dirigente esportivo mais poderoso do país, é presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) desde 1995. De acordo com muitos de seus opositores, os dezessete anos de mandato que Nuzman cumpriu até agora foram marcados pela concentração total de poder nas mãos do cartola - o carioca é o primeiro presidente de comitê olímpico nacional a acumular também o comando do comitê organizador de uma Olimpíada. Para outros adversários, a principal marca de sua gestão é outra: o implacável combate aos opositores, o que o faz permanecer intocável na chefia do COB (nesta semana, o único presidente de confederação que não vota em Nuzman o acusou de esmagar uma tentativa de formação de chapa alternativa). O que mais chama atenção na era Nuzman, porém, é o volume de dinheiro - quase todo proveniente dos cofres públicos - movimentado em função de sua atuação no comando do esporte brasileiro. Desde 1995, foram cerca de 8,2 bilhões de reais consumidos por todos os projetos lançados pelo comitê. Com os quatro anos adicionais de mandato que ganhou na eleição desta sexta, Nuzman somará mais de duas décadas no poder - e quase 40 bilhões de reais em gastos variados ligados ao COB, tanto no esporte como na organização de megaeventos.

Os 8,2 bilhões investidos até agora correspondem aos gastos com os preparativos dos atletas brasileiros nos últimos cinco ciclos olímpicos e ao valor total estimado dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. O Pan, aliás, prometia consumir menos de 400 milhões de reais, com alguma participação da iniciativa privada. As contas mais recentes colocam o valor total do evento na casa dos 4 bilhões, com presença nula de investidores privados. Outros 4,2 bilhões representam a soma dos gastos com as delegações olímpicas de Atlanta-1996 até Londres-2012. Desde que Nuzman chegou ao poder, o governo foi transformado no maior patrocinador do esporte no Brasil. A criação de leis de incentivo fiscal e programas de suporte aos atletas de alto rendimento abriu caminho para que o setor fosse inundado por verbas públicas. Em Atlanta-1996 e em Sydney-2000, as confederações receberam cerca de 67 milhões e 75 milhões de reais, respectivamente (em valores atualizados). A partir de Atenas-2004, o esporte nacional passou a contar com os recursos da Lei Piva, que reserva aos atletas olímpicos uma parte das arrecadações de loterias federais. Naquele ano, foram gastos 312 milhões na preparação olímpica. Em Pequim-2008, o valor disparou para 1,7 bilhão de reais, e nos Jogos deste ano, em Londres, o investimento na área bateu em 2,1 bilhões de reais.

Apesar da multiplicação dos valores aplicados no esporte olímpico, o desempenho brasileiro nos Jogos não deu o salto esperado. Desde as quinze medalhas de Atlanta, foram duas campanhas piores (doze em Sydney e dez em Atenas), uma igual (em Pequim) e apenas uma superior (em Londres, o Brasil fez sua melhor campanha, com dezessete medalhas conquistadas, mas ainda ficou muito distante das grandes potências olímpicas). No mesmo período, a Grã-Bretanha, por exemplo, saltou do mesmo patamar que o Brasil para o terceiro lugar no quadro de medalhas. A constatação inescapável é de que os investimentos não foram bem direcionados. Em Atlanta, cada medalha custou o equivalente a 4,4 milhões de reais ao país. Em Londres, cada pódio custou mais de 123 milhões de reais. Para o próximo ciclo olímpico, o governo federal já anunciou que o investimento nos atletas chegará a inéditos 2,5 bilhões de reais. Desta vez, porém, o Ministério do Esporte tenta criar mecanismos para vincular a liberação dos recursos a contrapartidas exigidas aos cartolas. Uma delas, anunciada pela primeira vez pelo ministro Aldo Rebelo em entrevista publicada em VEJA, é a alternância de poder nas confederações. O governo espera que os dirigentes tenham mandatos mais curtos e não possam se reeleger várias vezes. Sobre a permanência de Nuzman no poder, porém, o ministro diz não ter o que fazer.

A gastança do esporte

Os destinos dos investimentos bilionários feitos pelo governo a pedido do COB de Nuzman

Repasses aconfederações*Organização doPan-2007Obras para aRio-2016Operação daRio-201617%10.1%14.2%58.7%
*Soma dos valores atualizados de Atlanta-1996 até Londres-2012 mais os 2,5 bilhões de reais prometidos até a Rio-2016


Encrenca - Aos 2,5 bilhões de reais previstos para as confederações nos próximos quatro anos de mandato de Nuzman somam-se os custos que o país terá de cobrir para fazer a Olimpíada no Rio. O Comitê Organizador dos Jogos (que, aliás, está à procura de profissionais para trabalhar no orçamento do evento) calcula em 5,6 bilhões de reais os gastos com o planejamento e a operação da Olimpíada. Esse foi o valor acertado com o Comitê Olímpico Internacional (COI) - que recebeu a garantia de que as três esferas de governo cobrirão as despesas caso o comitê local não consiga receitas privadas, como Nuzman promete fazer. A maior parte da encrenca, porém, já está depositada sobre as contas públicas. Ao trazer a bandeira olímpica à cidade-sede depois do encerramento de Londres-2012, o prefeito Eduardo Paes disse que o orçamento dos Jogos só sairá no segundo semestre do ano que vem. O comitê da Rio-2016, contudo, estima em 23,2 bilhões de reais as obras de instalações e infraestrutura de 2016 (Londres-2012 custou cerca de 35 bilhões, já incluídos os custos de operação). Com mais 90 milhões de reais investidos na candidatura a sede dos Jogos, a soma total dos gastos da era Nuzman atinge uma projeção próxima dos 40 bilhões, uma média de 1,9 bilhão de reais consumidos a cada ano de mandato do cartola mais gastador de que já se teve notícia no país.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/o-efeito-nuzman-em-2-decadas-gastos-de-40-bi-de-reais

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Rio quer elevar capacidade de financiamento para obras olímpicas


Prefeito Paes se reuniu com ministro da Fazenda para negociar R$ 7,5 bi para contrair dívidas

A capacidade de financiamento do Rio de Janeiro precisa ser ampliada para garantir os investimentos que o município precisa fazer, incluindo os relacionados às Olimpíadas de 2016, disse hoje (31) o prefeito reeleito da cidade, Eduardo Paes.

Paes se reuniu, na capital federal, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para pedir a elevação em R$ 7,5 bilhões da capacidade de contrair dívidas.

De acordo com Paes, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) permite aos municípios se endividarem em até 120% das receitas correntes líquidas. Segundo ele, a atual dívida da prefeitura do Rio chega a aproximadamente R$ 9 bilhões, valor que atinge somente 40% das receitas.

O volume está impedido de crescer pelo fato de a cidade ter aderido a uma medida provisória (MP) na gestão do então presidente Fernando Henrique Cardoso, que permitia renegociação dos débitos municipais, porém reduziu a capacidade de financiamento.

Antes de aderir à MP, o município podia se endividar até 120% das receitas correntes líquidas, de acordo com a LRF. Agora, não pode mais, pois o limite é 40% das receitas.

O prefeito disse que, diante da situação fiscal “saudável” da cidade, ele busca uma solução para que a capacidade de financiamento do Rio de Janeiro não fique restrita aos limites atuais. "Eu quero ter a possibilidade que todo ente da Federação tem, de ficar dentro da LRF. Você tem o desafio das Olimpíadas, investimentos importantes que têm que ser feitos", argumentou.

Segundo o prefeito, Mantega se comprometeu a analisar o caso. Mas ainda não há sinalização de como a situação poderia ser resolvida, uma vez que a medida provisória que beneficiou o Rio de Janeiro com renegociação dos débitos também engloba outros municípios, não necessariamente com boa situação fiscal.

"Esse é o desafio que a gente tem que superar. Acho que ele [o ministro] tem que olhar para uma regra de uma cidade que fez o dever de casa, está saudável", disse.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10977/RIO+QUER+ELEVAR+CAPACIDADE+DE+FINANCIAMENTO+PARA+OBRAS+OLIMPICAS.html

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Rio de Janeiro quer usar Olimpíada como vitrine para investimentos


Para prefeito Eduardo Paes, turismo é "menos importante" do que investimentos

O prefeito Eduardo Paes afirmou, nesta segunda-feira (29), que pretende usar os Jogos Olímpicos de 2016 para "vender" a cidade brasileira como um bom lugar para se investir.

"Queremos mostrar que o Rio é, além de um lugar lindo com gente alegre, um bom lugar para se investir", disse o prefeito durante o ato de abertura de um seminário sobre a organização dos Jogos Olímpicos.

Paes disse que "o menos importante" dos Jogos é o número de turistas que serão atraídos à cidade durante os 15 dias de competição, em comparação com a "oportunidade fantástica" que surge para atrair fundos e capitalizar obras.

Por conta dos Jogos, a prefeitura está impulsionando várias obras de infraestrutura que incluem a construção de estradas, linhas de metrô, faixas exclusivas de ônibus, reforma da zona portuária e um plano para urbanizar todas as favelas da cidade até 2020, segundo comentou o prefeito.

"Temos que entender que o evento já começou. As pessoas olham para o Rio de Janeiro com mais atenção, não apenas 15 dias. Temos que aproveitar ao máximo e melhorar a imagem da cidade", disse.

O prefeito fez uma chamada às empresas e ao setor privado para que estimulem a atração de negócios e convidou os meios de comunicação para que "vendam" o país no exterior para favorecer esse fluxo de investimentos.

Além das obras e das possibilidades de negócios, o prefeito disse que os Jogos terão como "primeiro legado" levar o Brasil a assumir compromissos, planejar eventos e cumprir prazos.

Paes também considerou que o evento olímpico pode favorecer a mudança de certos costumes da população do Rio de Janeiro, entre eles o "hábito porco" de jogar lixo na rua.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10966/RIO+DE+JANEIRO+QUER+USAR+OLIMPIADA+COMO+VITRINE+PARA+INVESTIMENTOS.html

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Governo anunciará novo programa para o transporte aéreo


Para senadora, problemas em Viracopos afetaram volume de investimentos estrangeiros no setor

Em discurso nesta quarta-feira (24), a senadora Ana Amélia (PP-RS) informou que o governo federal anunciará um novo programa para o sistema de transporte aéreo após o segundo turno das eleições.

Ela participou de reunião com o diretor da Secretaria da Aviação Civil, Wagner Bittencourt, o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, e o diretor da Agência Nacional de Aviação Civil, Marcelo Guaranis, onde se discutiu o acidente com o cargueiro da empresa americana Centurion, que quebrou o trem de pouso no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e inviabilizou pousos e decolagens por dois dias na única pista existente.

"Precisamos de políticas claras e objetivas para fazer, a tempo, os ajustes necessários ao desenvolvimento inteligente dos nossos aeroportos, se não quisermos afastar os investidores ou aumentar as chances de falhas, que vêm ocorrendo repetidas vezes", defendeu.

Só por causa do problema em Viracopos, foram 507 voos cancelados e 30 mil passageiros afetados. Some-se a isso, desde o acidente, casos como o roubo de cargas e a pane no sistema de check in de duas grandes empresas aéreas, falhas operacionais sérias que causaram transtorno a passageiros em todo o país.

Por problemas assim, o Brasil caiu da quinta para a sexta colocação no volume de investimentos estrangeiros, disse Ana Amélia.

"Os investimentos estão despencando e regras claras são mais que necessidade para ajudar nessa correção de rota. Portanto, o fantasma do "apagão aéreo" ainda ronda a administração pública e usuários brasileiros do transporte aéreo", alertou.

Para Ana Amélia, as novas regras para o setor aéreo precisam apontar um caminho claro e seguro, sem o aumento de barreiras e dificuldades. Não serão intervenções radicais, grandes planos impraticáveis ou a "mão pesada" do Estado que resolverão os gargalos do sistema, frisou.

"Precisamos usar o que temos e melhorar o que podemos. Se o governo optou por recorrer ao conhecimento e à agilidade do mercado do setor privado, não podemos mais ficar "à mercê" dos imprevistos e dos improvisos."

Em sua opinião, modelos internacionais funcionais e bem sucedidos precisam ser considerados e usados como parâmetro na adoção de ações simples para melhorar a segurança. Retirar os lixões e incentivar a coleta de lixo nas favelas próximas aos aeroportos, por exemplo, é uma ação urgente para aumentar a segurança dos voos, exemplificou.

Para Ana Amélia, também devem ser considerados os aeroportos comerciais e regionais nessa nova estratégia, como uma alternativa de desenvolvimento nas ações de melhoria da infraestrutura brasileira. Com eles, é possível ampliar o transporte de passageiros, de cargas e ainda desenvolver a área hoteleira e comercial em torno dessas construções, assnalou.

No Senado Federal, também tem se discutido o problema com representantes do setor aeroportuário e já foram coletadas uma série de sugestões sobre o que pode reduzir os gargalos, lembrou a parlamentar. Até fevereiro do próximo ano, a Subcomissão Temporária da Aviação Civil, criada no âmbito da Comissão de Infraestrutura, deve apresentar o relatório final com mais sugestões para os dilemas do setor.

O relatório parcial da subcomissão já mostra a insatisfação das empresas em relação à clareza das regras para investimentos e ainda a necessidade de inovação e de mais comunicação entre os diferentes órgãos envolvidos com a aviação para minimizar os impactos negativos ao ao consumidor de serviços aéreos.

No Senado também tramitam 18 projetos sobre o tema, entre eles o da própria senadora (PLS 24/2012) que limita em até 10% o valor das multas por cancelamento ou transferência antecipa das passagens aéreas.

"As mudanças precisam vir em benefício dos usuários, em benefício do desenvolvimento, e não temos muito tempo para improvisos. Estamos chegando a uma Copa das Confederações, no ano que vem, e a uma Copa do Mundo, em 2014", lembrou.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10950/GOVERNO+ANUNCIARA+NOVO+PROGRAMA+PARA+O+TRANSPORTE+AEREO.html

Empresas de energia nos estados da Copa passam a ter mais recursos


Conselho Monetário Nacional aumentou em R$ 500 milhões linha de crédito para as companhias do setor

As empresas estaduais de energia terão R$ 500 milhões a mais de limite de crédito nos estados onde haverá jogos da Copa do Mundo de 2014.

Com essa ampliação, o total de recursos que essas empresas podem tomar de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobe para R$ 850 milhões. A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) hoje (25).

Os recursos poderão ser destinados a investimentos em empreendimentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. A ideia é garantir energia para a realização da Copa, segundo o assessor da Secretaria do Tesouro Nacional Bruno Leal.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10955/EMPRESAS+DE+ENERGIA+NOS+ESTADOS+DA+COPA+PASSAM+A+TER+MAIS+RECURSOS.html

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Netshoes lança campanha por esporte adaptado


A loja eletrônica Netshoes vai investir no esporte adaptado. Além de criar no site uma seção especial para o segmento, a empresa fará uma campanha para ampliar no Brasil a disseminação da prática.

A seção para esportes adaptados contará inicialmente com 50 produtos para a prática de diferentes modalidades. A ideia da Netshoes é fisgar o potencial de consumo dos deficientes, que representam 23% da população brasileira – dados do Censo 2010.

“Ser sem limites é ter o poder de quebrar as barreiras para oferecer para todos e em qualquer lugar os recursos e os acessos para a prática de qualquer esporte”, disse Roni Cunha Bueno, diretor de marketing da Netshoes.

Como parte da campanha, a Netshoes fará no dia 11 de outubro o Dia Sem Limites. A data foi escolhida por bater com o Dia Nacional do Deficiente Físico, e durante 24 horas a empresa vai destinar 5% do faturamento à compra de equipamentos para a Associação Desportiva para Deficientes (ADD).

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27093/Netshoes-lanca-campanha-por-esporte-adaptado/index.php

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Mesmo com dinheiro, esporte brasileiro esbarra em falta de planejamento



Apesar de contar com um pesado investimento de verbas do governo, Brasil viu Grã-Bretanha triunfar nos Jogos de Londres gastando menos

Bruno Fávero


Em 1996, Brasil e Grã-Bretanha conquistaram 15 medalhas cada um nos Jogos Olímpicos de Atlanta e, desde então, os dois países aumentaram consideravelmente o financiamento ao esporte. No último ciclo olímpico, o Brasil investiu cerca de R$ 1,4 bilhão na preparação da delegação que competiu nos Jogos de Londres 2012 e conquistou 17 medalhas. Já os britânicos gastaram menos, cerca de R$ 1 bilhão, para chegar a 65 medalhas. Se o problema do esporte olímpico brasileiro não parece ser dinheiro, por que o país não consegue um desempenho melhor nos Jogos?

Para a professora Maria Tereza Bohme, da EEFE (Escola de Educação Física e Esportes) da USP, apesar do investimento crescente, o esporte brasileiro ainda tem sérios problemas de gestão. “No aspecto financeiro, foi feito alguma coisa, mas sem ser bem pensado, sem ser planejado. Além disso, falta comunicação entre as esferas pública (Ministério do Esporte e Secretaria) e privada (COB e confederações)", afirmou.

Desde o “desastre” de 1996 em Atlanta, quando ficaram em 36º lugar no quadro de medalhas, os britânicos decidiram mudar a gestão esportiva do país. Aumentaram o financiamento estatal e criaram a UK Sport, uma agência governamental dedicada exclusivamente ao esporte de alto rendimento e responsável por decidir como todo o dinheiro público é investido para melhorar o desempenho dos atletas.

Concentraram esforços nos esportes com mais chances de medalhas, criaram uma rede de apoio aos atletas e profissionalizaram a gestão. A estratégia deu certo e em quatro anos, nos Jogos de Sydney 2000, a Grã-Bretanha estava de volta ao top 10. Em 2012, nos Jogos de Londres, chegou à terceira colocação no quadro de medalhas.

No mesmo período, o Brasil também viu um aumento no volume de dinheiro investido no alto rendimento, mas pecou no planejamento estratégico. Segundo Maria Tereza, a falta de comunicação entre as diferentes níveis da gestão esportiva como COB (Comitê Olímpico Brasileiro), confederações ou secretarias municipais e federais faz com que, ao invés de trabalharem juntas, as diferentes organizações acabem investindo em ações desencontradas. “Cada um faz o que quer, o conceito de autonomia é plenamente utilizado” ironiza.

Na Grã-Bretanha, a proximidade entre a UK Sport e as confederações foi um dos pontos mais importantes para o sucesso do modelo. “Determinamos que cada confederação fizesse uma avaliação de desempenho três vezes por ano. Nós os instruímos sobre como fazer os relatórios e assim tínhamos uma ideia muito boa sobre como estava cada esporte e do que precisava” conta Liz Nicholl, CEO da UK Sport.

No Brasil, a falta de planejamento e de comunicação de que fala a professora da USP se reflete no financiamento confuso do esporte de alto rendimento no país. As principais fontes são as loterias federais, através da Lei Agnello / Piva, a Lei de Incentivo Fiscal e o patrocínio de estatais. No caso da Agnello / Piva, o dinheiro vai para o COB e para o CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), que são responsáveis por distribui-lo entre as confederações esportivas; na Lei do Incentivo, as próprias confederações elaboram projetos e tentam captar dinheiro de impostos de empresas; já as estatais, como o Banco do Brasil e a Caixa, têm relativa independência para decidir onde investir.

Em resumo, os recursos ficam fragmentados e se torna mais difícil elaborar um plano central de desenvolvimento do esporte, cobrar os resultados esperados ou controlar como o dinheiro é usado. Consequentemente, muitas vezes o dinheiro acaba não chegando a uma das partes mais importantes, o atleta. 

Uma evidência disso é que em pesquisa realizada pela EEFE, 87% dos atletas entrevistados afirmaram ser necessário recorrer à sua renda pessoal para gastos com treinamento e competições e 69,5% disseram não receber reembolso das confederações. Já entre os técnicos, 35,9% apontaram que não recebem salários.

No modelo britânico, em contraste, quase 80% do dinheiro recebido pela UK Sport é usado para apoiar diretamente as confederações e dar suporte aos competidores, de modo que tanto atletas quanto técnicos de ponta possam se dedicar exclusivamente ao esporte. Criaram, nas palavras de Nicholl, “uma rede de suporte de primeiro mundo” para ajudar os esportistas.

O Plano Brasil Medalhas, lançado recentemente pela presidente Dilma Roussef , pode ser um sinal de que o governo federal quer lidar com os problemas de gestão do esporte brasileiro e tomar para si a responsabilidade de planejar seu desenvolvimento. Nos próximos quatro anos, cerca de R$ 1 bilhão serão investidos no esporte de alto rendimento na tentativa de levar o Brasil ao top 10 do ranking de medalhas nos Jogos do Rio 2016. Desse montante, R$ 690 milhões irão direto para os atletas, sem passar pelo COB ou pelas confederações.

Fonte: http://esporte.ig.com.br/maisesportes/2012-10-08/mesmo-com-dinheiro-esporte-brasileiro-esbarra-em-falta-de-planejamento.html

sábado, 29 de setembro de 2012

América-MG inicia obras de novo centro de saúde


O América Mineiro iniciou as obras de construção do novo Centro de Excelência em Saúde Celso Mello. O empreendimento fica localizado no centro de treinamento do clube, Lanna Drummond.O projeto faz partes dos planos de reestruturação do clube, que quer transformar o CT em um dos mais modernos do mundo.

A conclusão das obras deve ocorrer em janeiro de 2013. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Grupo Santa Casa Saúde e contará com especialistas em diversas áreas como: fisiologia, preparação física, fisioterapia, nutrição e psicologia.

“Depois da construção dos novos vestiários para a comissão técnica e atletas, das novas salas de imprensa, diretoria de futebol e gerência, além da nova cantina, começamos a construção do novo Centro de 
Excelência em Saúde para dar mais suporte para nossos jogadores. O projeto ficará dentro das normas da Fifa”, explicou Marcus Salum, membo do conselho administrativo do América-MG.

“Com o Centro de Excelência em Saúde será possível até mesmo dar oportunidade para estudantes de medicina com interesse na medicina esportiva, que poderão fazer residência conosco. Com o Centro de Excelência será possível prevenir e tratar lesões de uma maneira diferente e muito eficaz”, avaliou Cimar Eustáquio Marques. diretor médico do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/outrascategorias/26/26962/America-MG-inicia-obras-de-novo-centro-de-saude/index.php

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Em 13 anos, Fifa investiu US$ 250 mi no desenvolvimento do futebol


Programa Goal já desenvolveu 600 projetos em 199 países associados à entidade

A Fifa divulgou nesta quarta-feira que já destinou US$ 250 milhões ao programa Goal, criado 13 anos atrás, e que tem como objetivo desenvolver o futebol ao redor do mundo.

O programa, lançado por Joseph Blatter, já desenvolveu 600 projetos em 199 países associados à entidade máxima do futebol mundial. A África é o continente que mais foi contemplado, com 166 projetos, seguido por Ásia (147), Europa (111), América Central e Caribe (99), Oceania (42) e América do Sul (35).

Os fundos do Goal se destinaram principalmente a criação de infraestrutura, como com a construção de centros de alto rendimento, responsáveis por 35% de todo o investimento. Além disso, sedes sociais (25% dos valores), campos de futebol (24%) e escolas de futebol (4%), também foram implementadas.

O Sudão do Sul, incorporação mais recente da Fifa, é uma das últimas beneficiadas pelo programa Goal, com projeto dotado em aproximadamente US$ 500 mil, para a construção da sede da associação e de um campo de futebol em Juba, na capital do país.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10782/EM+13+ANOS+FIFA+INVESTIU+US+250+MI+NO+DESENVOLVIMENTO+DO+FUTEBOL.html

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Turismo da Copa terá plano com investimento de R$ 212 milhões


Ações vão ocorrer nas 12 cidades-sede do Mundial; Rio e Porto Alegre ficam com os maiores valores

O governo federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (21) a aprovação do Plano de Turismo para a Copa do Mundo. A meta é investir R$ 212,4 milhões nas 12 cidades-sede. Os custos foram incluídos na Matriz de Responsabilidades do Mundial.

O plano prevê ações voltadas para informação e orientação dos turistas, promoção de condições de acessibilidade e comunicação para os portadores de deficiência, oferta de serviços e acomodação de qualidade e promoção dos destinos turísticos brasileiros.

O Rio de Janeiro, palco das finais da Copa das Confederações e do Mundial 2014, terá o maior investimento: R$ 25,9 milhões. Porto Alegre receberá R$ 25,7 milhões, enquanto Natal terá R$ 23 milhões. Salvador, Brasília e Manaus têm o menor valor empregado nas ações, com 12 milhões, 10,2 milhões e 8,8 milhões, respectivamente.

Completam a lista das 12 sedes: Fortaleza (22,1 milhões), Curitiba (19,4 milhões), Belo Horizonte (18,5 milhões), Recife (17,6 milhões), São Paulo (15,6 milhões) e Cuiabá (13,8 milhões).

A previsão é que ocorra também uma oferta de 240 mil vagas em cursos de capacitação. No total, 117 cidades serão beneficiadas. Assim, o Pronatec Copa irá qualificar profissionais de segurança, de transporte e de recepção. Sistemas inteligentes de informação ao turista serão implantados.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10762/TURISMO+DA+COPA+TERA+PLANO+COM+INVESTIMENTO+DE+R+212+MILHOES.html

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Rio Grande do Sul investe R$ 235 milhões em energia para a Copa


Com financiamento do BID, projeto vai criar novas subestações e otimizar infraestrutura energética

O governo do Rio Grande do Sul vai investir R$ 235 milhões em melhorias na infraestrutura energética e em cinco novas subestações na região metropolitana de Porto Alegre, por meio do programa Pró-Energia da CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica). O contrato foi assinado na última quarta-feira (19) entre a empresa e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), financiador do projeto. 

De acordo com o governo local, a melhoria na infraestrutura energética é essencial para a Copa do Mundo na cidade de Porto Alegre. "Acreditamos que é muito importante para o futuro alavancar a energia no estado, pois agora as demandas serão crescentes, considerando a realização da Copa, por exemplo", disse o encarregado do BID no Brasil, Juan Carlos de La Hos Vinas.

Além deste investimento, estão previstas a implantaçãode 14 novas subestações de energia, ampliação e adequações em outras dez, construção de 19 linhas de transmissão, substituição de 438 equipamentos e sistema de telecomando e supervisão em 20 subestações.

O programa Pró-Energia vai beneficiar mais de 1,5 milhão de pessoas, sendo 640 mil em Porto Alegre.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10748/RIO+GRANDE+DO+SUL+INVESTE+R+235+MILHOES+EM+ENERGIA+PARA+A+COPA.html

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dilma convoca a iniciativa privada para parceria também nos esportes


Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff destacou hoje (13) que o lançamento do Plano Brasil Medalhas 2016 ganhou amplitude porque era necessária uma cerimônia de celebração das medalhas ganhas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres. “Conquista, a gente tem sempre que celebrar”, disse, ressaltando que os atletas brasileiros têm condições ganhar mais medalhas nos próximos Jogos, a serem disputados no Rio de Janeiro.

Além do esforço oficial, do patrocínio das empresas estatais e da excelência dos atletas e técnicos, ela disse que “seria de suma importância que esse esforço fosse acompanhado também pela inciativa privada”. Existe consciência, do lado do governo, de que “o Brasil é capaz de se transformar em uma potência olímpica”, e para tanto vamos capacitar 22 centros de treinamento em boas condições pelo país, uma vez que o desempenho do atleta depende também do apoio direto e do suporte de infraestrutura, disse.

As declarações foram feitas durante o lançamento do plano, que pretende colocar o país entre as dez maiores potências olímpicas nos Jogos de 2016 e entre os cinco melhores nas Paralimpíadas. Condição que não será nada fácil de ser alcançada, de acordo com o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons.

Embora otimista com o potencial atlético do país, ele lembrou que nossa equipe terminou em sétimo lugar nas Paralimpíadas de Londres, dois postos melhor que há quatro anos, em Pequim. Ele destacou que vai ser difícil e complicado ganhar mais duas posições no ranking das paralimpíadas, pois “na nossa frente só tem cachorro grande”, disse, referindo-se à Austrália, Ucrânia e aos Estados Unidos - países classificados imediatamente à frente do Brasil. Acredita, porém, que com o plano lançado hoje, no Palácio do Planalto, “podemos sonhar com o quinto lugar”.

Em seu pronunciamento, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, enalteceu a disciplina, dedicação e entrega com que os atletas olímpicos e paralímpicos representaram o Brasil e “nos encheram de orgulho”. Mas o país quer firmar uma imagem esportiva ainda mais forte nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, e para tanto criou o plano hoje anunciado para ajudar a preparar o esporte de alto rendimento.

O Plano Brasil Medalhas 2016 terá R$ 1 bilhão a mais de investimentos públicos, dos quais dois terços sairão do Orçamento Geral da União (OGU) e um terço de investimentos das empresas estatais. São recursos novos, adicionais ao orçamento usual do Ministério do Esporte e a fontes de financiamento com a Lei Agnelo/Piva e a Lei de Incentivo ao Esporte, com valor total de R$ 1,5 bilhão.

De acordo com Aldo Rebelo, o Ministério do Esporte vai priorizar os investimentos nas modalidades com mais chance de medalhas. Foram escolhidas 21 modalidades olímpicas (atletismo, basquetebol, boxe, ciclismo, natação, judô e outras) e 15 paraolímpicas (atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, natação, remo e outras). A estratégia, segundo ele, é perseguir o “crescimento intensivo e extensivo no desempenho esportivo”, com mais medalhas nas provas já ganhas por atletas brasileiros, e chegar ao pódio em esportes que ainda não vencemos.

O ministro revelou, ainda, que também serão pagas Bolsa Atleta (R$ 20 mil) para a compra de equipamento e material esportivo, além de apoio a treinamento no Brasil e no exterior, bem como para a participação em competições. Também estão previstas bolsas mensais de R$ 15 mil para atletas medalhistas, de R$ 10 mil para técnicos e de R$ 5 mil para fisioterapeutas, psicólogos e demais profissionais da equipe multidisciplinar.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-13/dilma-convoca-iniciativa-privada-para-parceria-tambem-nos-esportes

Governo planeja 22 centros de treinamento no Brasil



Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, diz que país terá o melhor centro paralímpico do mundo

Lançado nesta quinta-feira em Brasília (DF), o plano Brasil Medalhas 2016 também ajudará os atletas brasileiros com estrutura física para treinamento. Pelo planejamento do governo federal, o recurso de R$ 1 bilhão nos próximos quatro anos também tem como destinação a construção, reforma e operação de 22 centros de treinamento pelo país. Os locais serão selecionados em conjunto com os Comitês Olímpico e Paralímpico, confederações nacionais, clubes, estados e municípios.
- Estive em Londres e vi as condições da equipe olímpica brasileira. Eu não visitei o centro de treinamento (Crystal Palace) de forma completa, mas tive uma noção. É fundamental que o Brasil tenha CTs de alta qualidade - disse a presidente Dilma Rousseff.
Do total CTs, 21 são para modalidades olímpicas e um paraolímpico, seguindo a recomendação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Este último, segundo o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, será o melhor centro paralímpico do mundo e irá unificar todas as modalidades em um só local de treinamento. O apoio também prevê a aquisição de equipamentos esportivos.
- Pela primeira vez, toda a equipe paralímpica brasileira fez a aclimatação para os Jogos. E o período de treinamento em Manchester (ING) só foi possível graças aos recursos do governo federal. O plano anunciado é audacioso e nos fará atingir nossas metas. Com ele, podemos sonhar com o quinto lugar no quadro de medalhas na Rio-2016. Além do plano, a construção do centro de treinamento, nos dará a condição de brigar de igual para igual com as grandes potências. Na nossa frente só tem cachorro grande - afirmou o presidente do CPB, Andrew Parsons, que chamou Dilma de capitã de um time chamado Brasil e a presenteou com um quadro com a foto de toda a delegação brasileira em Londres.


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/rio2016/Governo-planeja-centros-treinamento-Brasil_0_773322848.html#ixzz26Rk2acdw 

Governo lança plano de investimentos por medalhas nos Jogos do Rio em 2016


Executivo promete investimento de R$ 2,5 bilhões para fomentar esporte olímpico brasileiro, tendo em vista Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016

Por Nádia Medeiros - Correio Braziliense

Em reunião no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, a presidente da República, Dilma Rousseff, lançou oficialmente o Plano Brasil Medalhas 2016, que prevê uma série de novos investimentos para o desenvolvimento de modalidades olímpicas e paralímpicas, tendo em vista os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.

Estiveram presentes no evento de lançamento os presidentes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons. O Executivo anunciou injeção de R$ 1 bilhão até 2016, valor que aumenta o montante de investimentos federais no ciclo olímpico para R$ 2,5 bilhões.

Um dos objetivos do pacote de investimentos é melhorar o desempenho brasileiro nos jogos Olimpícos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, fazendo com que a participação do país no quadro de medalhas atinja, respectivamente, o top 10 e o top 5 mundial.

Dois terços do investimento anunciado nesta quinta-feira devem ser pagos pelo governo federal. O montante restante será preenchido por recursos públicos provenientes das empresas estatais.

Bilhão dividido

Do novo montante anunciado por Dilma, R$ 690 milhões serão aplicados em apoio aos atletas. Além da manutenção do Programa Bolsa Atleta, o governo vai pagar bolsa de R$ 20 mil aos esportistas que estiverem entre os 20 melhores do mundo em suas modalidades, sejam elas individuais ou coletivas. Também será implementado o Bolsa Técnico, que prevê ajuda de até R$ 10 mil por treinador.

Para a compra de equipamentos e material esportivo, o Executivo prevê ajuda de até R$ 20 mil por atleta, independentemente do ranqueamento de cada um. Os esportistas também terão pagos custos de passagens e hospedagem em viagens para competições, dentro ou fora do Brasil. 

Na área técnica, serão investidos R$ 310 milhões na construção de 22 centros de treinamento — 21 olímpicos e um paralímpico. O governo também vai selecionar, junto das federações e confederações, centros de treinamento no país para receberem reformas estruturais.

Fonte: http://www.df.superesportes.com.br/app/noticias/mais-esportes/2012/09/13/noticia_maisesportes,36486/governo-lanca-plano-de-investimentos-por-medalhas-nos-jogos-do-rio.shtml

Parlamentares avaliam plano Brasil Medalhas 2016



O plano visa colocar o Brasil entre os 10 primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os 5 primeiros nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

Por Renata Tôrres, com edição de Regina Céli Assumpção

Agência Câmara de Notícias

O presidente da Frente Parlamentar de Apoio à Atividade Física para o Desenvolvimento Humano, deputado João Arruda (PMDB-PR), considerou "louvável" o plano Brasil Medalhas 2016, lançado hoje pelo governo federal, mas criticou o seu conteúdo.

Na opinião do parlamentar, o plano não estimula a população em geral, principalmente as crianças, a praticar esportes. "Esse projeto não tem um objetivo social. Ele não tem um objetivo de ampliar a prática esportiva no nosso País, de estabelecer uma cultura saudável no nosso País. Ele apenas visa o resultado das Olimpíadas em 2016, o que não é uma condição única do esporte no nosso País.”

Arruda acrescentou que é preciso haver novas alternativas. “Nós precisamos da criançada participando, nós precisamos potencializar o tamanho do nosso País e a participação esportiva, para que, por consequência desse projeto, tenhamos medalhas."

Já o líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP), rebate a crítica. "Quando se investe no esporte, acaba também [gerando benefícios] na sua plenitude, inclusive nas equipes de base, porque ao fortalecer os clubes, você está fortalecendo toda a estrutura que envolve o atleta.”

Na opinião de Tatto, é preciso um conjunto de esforços. “É evidente que sempre tem alguém que critica, mas, na verdade, o resultado é que vai dizer. Se precisar fazer ajuste, vamos fazer ajuste, e não criticar simplesmente, falar que isso não vai dar certo."

Objetivos do plano
Um dos principais objetivos do plano é colocar o Brasil entre os 10 primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os 5 primeiros nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro em 2016. É esse o objetivo do plano Brasil Medalhas 2016 lançado nesta quinta-feira (13) pela presidente Dilma Rousseff.

Com o plano, o Ministério dos Esportes vai receber R$ 1 bilhão a mais nos próximos três anos para priorizar os investimentos nas modalidades com mais chances de ganhar medalhas.

Entre as 21 modalidades olímpicas que vão ter atenção especial estão atletismo, basquete, boxe, canoagem, ciclismo BMX, futebol feminino, handebol, hipismo, judô e natação. 15 modalidades paralímpicas também vão receber mais destaque, entre elas, atletismo, bocha, canoagem, esgrima em cadeiras de rodas, futebol de 5 e halterofilismo. As outras modalidades vão continuar sendo apoiadas pelo Ministério do Esporte e vão seguir recebendo recursos pelas fontes tradicionais de financiamento federal.

Programa Pódio 
Outra novidade do plano Brasil Medalhas 2016 é o Programa Pódio, que inclui nova categoria no Bolsa Atleta, a Bolsa Pódio, e cria a Bolsa-Técnico. Essa bolsas vão pagar até R$ 15 mil mensais para o atleta e até R$ 10 mil por mês aos técnicos.

Os beneficiados do Pódio vão ser atletas de modalidades individuais que estejam situados entre os 20 melhores do ranking mundial e com reais chances de medalhas, além de seus treinadores e a equipe multidisciplinar, formada por preparador físico, nutricionista e atleta-guia, entre outros.

Equipamento e treinamento
O plano Brasil Medalhas prevê recursos para a compra de equipamento esportivo no valor de até R$ 20 mil por atleta. Além disso, vai permitir o apoio a treinamento e competições de atletas no Brasil e no exterior, por meio do pagamento de custos com diárias e passagens. As outras categorias do Bolsa-Atleta - estudantil, de base, nacional, internacional e olímpica/paralímpica - vão continuar sendo mantidas com os critérios atuais e dentro do orçamento regular do Ministério do Esporte.

O Brasil Medalhas 2016 também vai destinar recursos para construção, reforma e operação de 22 centros de treinamento, selecionados em conjunto com os comitês Olímpico e Paralímpico, as confederações nacionais, clubes, estados e municípios. Serão 21 centros de modalidades olímpicas e 1 paralímpico, seguindo a recomendação do Comitê Paralímpico Brasileiro, que vai unificar todas as modalidades em um só local de treinamento.

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ESPORTES/426128-PARLAMENTARES-AVALIAM-PLANO-BRASIL-MEDALHAS-2016.html

Governo anuncia mais R$ 1 bi em recursos para Plano Brasil Medalhas



Por Tarso Veloso, Daniela Martins e Bruno Peres 

BRASÍLIA - O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse nesta quinta-feira, durante cerimônia de lançamento do Plano Brasil Medalhas 2016, que o Brasil vai investir R$ 1 bilhão a mais do que o programado de 2013 a 2016 para levar o país a ficar entre os 10 melhores na Olimpíada de 2016 e até o 5º lugar na Paralimpíada do Rio de Janeiro.

Os recursos serão originários do Orçamento Geral da União (OGU) e de empresas estatais. As modalidades que receberão os investimentos foram selecionadas de acordo com as chances de obter medalhas. O governo separou 21 olímpicas e 15 paralímpicas. As modalidades olímpicas selecionadas são atletismo; basquetebol; águas abertas (novo nome da maratona aquática); boxe; canoagem; ciclismo BMX; futebol feminino; ginástica artística; handebol; hipismo (saltos); judô; lutas; natação; pentatlo moderno; tae-kwon-do; tênis; tiro esportivo; triatlo; vela; vôlei; e vôlei de praia. As paralímpicas são atletismo; bocha; canoagem; ciclismo; esgrima em cadeira de rodas; futebol de 5; futebol de 7; goalball; halterofilismo; hipismo; judô; natação; remo; tênis de mesa; e vôlei sentado.

O ministro disse que o Brasil Medalhas vai disponibilizar até R$ 20 mil por atleta para aquisição de equipamentos para treino. “Vamos construir o melhor centro paraolímpico do mundo”, disse Aldo. O plano destaca a criação de 22 centros de treinamento que irão unificar todas as modalidades em apenas um local de treinamento.

Em seu discurso, Rebelo elogiou os atletas que representaram o Brasil na Olimpíada e na Paralimpíada de Londres “Quero abraçar carinhosamente os atletas e a dedicação, a disciplina, a entrega e o espírito patriótico que vocês e dedicaram a representar o nosso país e o nosso povo”, disse o ministro.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/brasil/2829040/governo-anuncia-mais-r-1-bi-em-recursos-para-plano-brasil-medalhas#ixzz26RiyGEfS

Plano Brasil Medalhas 2016 recebe críticas


Por Renata Tôrres

Colocar o Brasil entre os 10 primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os 5 primeiros nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro em 2016. É esse o objetivo do Plano Brasil Medalhas 2016 lançado nesta quinta-feira (13) pela presidente Dilma Rousseff. Com o plano, o Ministério dos Esportes vai receber R$ 1 bilhão a mais nos próximos três anos para priorizar os investimentos nas modalidades com mais chances de ganhar medalhas.

Entre as 21 modalidades olímpicas que vão ter atenção especial estão atletismo, basquete, boxe, canoagem, ciclismo BMX, futebol feminino, handebol, hipismo, judô e natação. Quinze modalidades paralímpicas também vão receber mais destaque, entre elas, atletismo, bocha, canoagem, esgrima em cadeiras de rodas, futebol de 5 e halterofilismo. As outras modalidades vão continuar sendo apoiadas pelo Ministério do Esporte e vão seguir recebendo recursos pelas fontes tradicionais de financiamento federal.

Outra novidade do Plano Brasil Medalhas 2016 é o Programa Pódio, que inclui nova categoria no Bolsa Atleta, a Bolsa Pódio, e cria a Bolsa Técnico. Essa bolsas vão pagar até R$ 15 mil mensais para o atleta e até R$ 10 mil  por mês aos técnicos. Os beneficiados do Pódio vão ser atletas de modalidades individuais que estejam situados entre os 20 melhores do ranking mundial e com reais chances de medalhas, além de seus treinadores e a equipe multidisciplinar, formada por preparador físico, nutricionista e atleta-guia, entre outros.

Apesar de considerar o plano "louvável", o presidente da Frente Parlamentar de Apoio à Atividade Física para o Desenvolvimento Humano, deputado João Arruda, do PMDB do Paraná, critica o seu conteúdo, porque, na opinião dele, não estimula a população em geral, principalmente as crianças, a praticar esportes:

"Esse projeto não tem um objetivo social. Ele não tem um objetivo de ampliar a prática esportiva no nosso País, estabelecer uma cultura saudável no nosso País. Ele apenas visa o resultado das Olimpíadas em 2016, o que não é uma condição única do esporte no nosso País. Nós precisamos de novas alternativas. Nós precisamos da criançada participando, nós precisamos potencializar o tamanho do nosso País e a participação esportiva, para que, por consequência desse projeto, tenhamos medalhas".

Já o líder do PT, deputado Jilmar Tatto, de São Paulo, rebate a crítica:

"Quando você investe no esporte, você acaba também [gerando benefícios] na sua plenitude, inclusive nas equipes de base, porque você está fortalecendo os clubes, você está fortalecendo toda a estrutura que envolve o atleta. Então é um conjunto de esforços. É evidente que sempre tem alguém que critica, mas, na verdade, o resultado é que vai dizer. Eu prefiro o seguinte: se precisar fazer ajuste, vamos fazer ajuste - e não criticar simplesmente, falar que isso não vai dar certo".

O Brasil Medalhas 2016 também vai destinar recursos para construção, reforma e operação de 22 centros de treinamento.

FontE: http://www2.camara.gov.br/radio/materias/ULTIMAS-NOTICIAS/426119-PLANO-BRASIL-MEDALHAS-2016-RECEBE-CRITICAS.html

Por mais medalhas olímpicas, governo dará R$ 1 bilhão


Recursos irão para bolsa aos atletas e para construção de centros de treinamento

Por Luiza Damé

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff lançou nesta quinta-feira o Plano Brasil Medalhas 2016, que terá investimento de R$ 1 bilhão para colocar o Brasil entre os dez primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, conforme antecipou O GLOBO. Esse dinheiro se junta a R$ 1,5 bilhão que já estavam previstos em programas oficiais para desenvolvimento do esporte de rendimento.
- Eu tenho certeza de que este ato e que esse R$ 1 bilhão fazem parte do início de um processo que vai mobilizar o Brasil no sentido de dar absoluto suporte aos seus atletas de alto rendimento. Nós iremos dar um salto e nos transformar numa potência esportiva, ou caminharmos em passos firmes para nos transforma - afirmou Dilma, diante de uma plateia formada por medalhistas olímpicos e paraolímpicos, além de técnicos e dirigentes do esporte brasileiro.
A verba irá para as modalidades com maior possibilidade de medalhas. Foram escolhidas 21 modalidades olímpicas e 15 paralímpicas. R$ 690 milhões serão para apoio ao atleta e R$ 310 para centros de treinamento. No apoio ao atleta, estão previstas a Bolsa Pódio (R$ 15 mil ao mês), Bolsa Técnico (até R$ 10 mil ao mês), equipe multidisciplinar (até R$ 5 mil por profissional ao mês), equipamento e material esportivo (até R$ 20 mil ao mês por atleta) e custeio de diárias e passagens para treinamento e competições no Brasil e no exterior. Terão direito os atletas que estiverem entre os 20 melhores do mundo. Serão construídos e reformados 22 centros de treinamentos, sendo um paraolímpico;
Viemos para pedir um pouco mais, mas não precisa, não. Já está tudo pronto - disse o medalhista paraolímpico Daniel Dias, da natação.
Com seis medalhas conquistadas em Londres, Daniel foi o atleta mais aplaudido e mais homenageado na cerimônia.
A líbero da seleção de vôlei, Fabiana Alvim, a Fabí, pediu a criação de aposentadoria especial para os atletas:
- Eu gostaria de fazer uma sugestão: a criação da aposentadoria por méritos. Foi um pedido de vários atletas. Seria um reconhecimento ao esforço dos atletas. Dedicamos a vida ao esporte, muitas vezes passamos mais tempo com outros atletas do que com as nossas famílias.
Além dos atletas, estavam na cerimônia os presidentes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons.
- O projeto é genial, sensacional. Muda a concepção brasileira do esporte. Muda o compromisso do governo com o esporte e com os atletas - disse Nuzman.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/por-mais-medalhas-olimpicas-governo-dara-1-bilhao-6083545#ixzz26Rc70jhi