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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Em reestruturação, Puma deve deixar o rúgbi


2012 não foi um ano bom para a Puma. A marca alemã perdeu espaço no mercado, tanto para suas principais rivais, Adidas e Nike, quanto para marcas menores. Segundo a revista Forbes, a empresa já não está entre as dez marcas esportivas mais lucrativas. Isso vem motivando uma grande reforma na companhia, onde tudo indica que deve deixar um dos esportes mais populares do planeta: o rúgbi.

Na última semana, a Irish Rugby Football Union, responsável pela seleção da Irlanda, anunciou um acordo com a marca para finalizar sua parceria no fim da temporada 2013/2014. A seleção local é o maior contrato da fornecedora alemã no esporte da bola oval. 

A medida é o primeiro sinal da saída da Puma do rúgbi, em um processo que foi confirmado por porta-vozes  da companhia: “Essa decisão é reflexo de uma grande mudança de estratégia no marketing internacional e no foco dos produtos da marca”, declarou Tony Ward, gerente geral da Puma na Irlanda.

No fim do ano passado, a empresa já havia decidido não renovar os contratos de patrocínio pessoal de alguns atletas da seleção irlandesa, como Tommy Bowe, Luke Fitzgerald e o capitão Jamie Heaslip.

Recentemente houve uma troca de comando na Puma, onde Jean-François Palus assumiu o cargo de presidente no lugar de Jochen Zeitz, que comandou a companhia por 18 anos. Além de Zeitz, Franz Koch, diretor executivo da empresa, também deixará seu cargo no próximo mês de março.

Em 2007, o grupo francês de artigos de luxo Pinault-Printemps-Redout (PPR) adquiriu 27,1% das ações da Puma pelo preço de 1,4 bilhões de euros. Atualmente, o grupo, que controla marcas como Gucci, Yves Saint Laurent e Balenciaga; é dono de 82,4% da marca alemã.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28295/Em-reestruturacao-Puma-deve-deixar-o-rugbi/index.php

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Rede de hotéis fecha com Copa do Mundo de rúgbi


A Copa do Mundo de rúgbi deste ano, que será realizada em conjunto por Inglaterra e País de Gales, terá um patrocínio da rede de hotéis Marriott. O negócio envolve alojamento para todas as equipes que disputarão o torneio.

“Será um privilégio enorme receber todos os times. Esperamos que muitos fãs também procurem nossos hotéis quando vierem ao Reino Unido para torcer por seus países”, disse Osama Hirzalla, vice-presidente da rede de hotéis para o mercado europeu.

Os hotéis da rede no Reino Unido terão espaços dedicados à Copa do Mundo. Além disso, a Marriott receberá espaços para publicidade estática e promoções em todos os jogos da competição. O valor do aporte não foi revelado.

O início da Copa do Mundo de rúgbi deste ano está previsto para 26 de outubro. A decisão será em 30 de novembro, em Old Trafford.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28281/Rede-de-hoteis-fecha-com-Copa-do-Mundo-de-rugbi/index.php

domingo, 20 de janeiro de 2013

Agência de viagens renova aporte a time de rúgbi


A Marine Travel Company, agência de viagens especializada em passeios marítimos, renovou associação ao rúgbi. A empresa é a principal patrocinadora do Canterbury Rugby Club, time da Inglaterra.

O Canterbury disputará na temporada 2012∕2013 a National Division III South, que corresponde à quarta divisão do rúgbi inglês. O valor do contrato com a Marine Travel é mantido em sigilo.

“Com os custos subindo constantemente, o patrocínio tem um papel vital para levar o rúgbi a um número cada vez maior de pessoas”, disse Giles Hilton, presidente da equipe, em comunicado oficial.

A relação entre o Canterbury e a Marine Travel Company começou há cinco anos. Fundada em 2002, a empresa também é oriunda de Canterbury.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28154/Agencia-de-viagens-renova-aporte-a-time-de-rugbi/index.php

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Rúgbi australiano renova com marca de bebidas


A Australian Rugby Union (ARU, sigla em inglês), entidade que controla o rúgbi na Austrália, renovou com a Lion, fabricante de bebidas sediada em Sydney, cidade do próprio país da Oceania.

O novo acordo, que terá validade pelos próximos três anos, verá suas marcas Hahn Superdry e St. Hallett Wine exercerem, respectivamente, as funções de cerveja e vinho oficiais da seleção masculina.

“A Hahn foi criada para ter um espírito inovador, que trará vida à parceria com o time nacional de rúgbi”, declarou Tanya Marler, diretora de marketing da Hahn Superdry.

“Trabalhar com a ARU será uma oportunidade interessante para levar nossos vinhos a um público mais amplo, em toda a Austrália”, disse Matt Roberts, diretor da St. Hallett Wine. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27918/Rugbi-australiano-renova-com-marca-de-bebidas/index.php

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Time de rúgbi vende naming rights de estádio


O time Inglês de rúgbi Castleford Tigers renovou seu contrato de patrocínio com a Wish Communications. A empresa, no entanto, adquiriu o direito de naming rights do estádio Wheldon Road, que passará a se chamar Wish Communications Stadium. 

Além disso, o logotipo da empresa aparecerá no uniforme da equipe, placas de publicidade e teto do estádio. "Estamos muito satisfeitos por poder continuar com o nosso apoio aos Tigers e elevar ainda mais o nosso aporte para 2013", disse Phil Butts, diretor de vendas da companhia. 

"Há muito trabalho sendo feito nos bastidores para atingirmos o ponto que os fãs esperam, e eles estão começando a reconhecer os nossos esforços", disse Nick Fozzard, gerente comercial da equipe inglesa.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27767/Time-de-rugbi-vende-naming-rights-de-estadio/index.php

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Federação francesa de rúgbi renova com banco local


A federação francesa de rúgbi (FFR) renovou com a instituição financeira local Société Générale. O novo vínculo será válido pelos próximos quatro anos. Os valores financeiros não foram revelados.

O banco francês possui uma extensa relação com o esporte, uma vez que sua associação ao rúgbi existe desde 1987. A empresa é patrocinadora da liga francesa e é uma das organizadoras da Copa do Mundo de 2015, que será na Inglaterra.

Com a renovação do patrocínio da companhia financeira, a FFR contabiliza cinco parceiros no momento. São eles Adidas, GMF, Orange e Renault, além da própria Société Générale.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27665/Federacao-francesa-de-rugbi-renova-com-banco-local/index.php

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

RUGBY GANHA BIBLIOTECA ONLINE DESTINADA A ESTUDOS ACADÊMICOS


Portal do Rugby define seção no site para que internautas enviem suas pesquisas e façam download de trabalhos apresentados em todo o Brasil

São Paulo (SP) - Apontado como uma das modalidades que mais crescerá nos próximos anos, o rugby desperta interesse não só na população em geral, mas também do meio acadêmico. Estudantes universitários e pós-graduandos - nas três áreas de conhecimento: exatas, humanas e biológicas - estão produzindo, gradativamente, mais pesquisas, artigos científicos e trabalhos de conclusão de curso (TCC) relacionados à modalidade.

"De história a medicina, de sociologia a relações públicas, de marketing a educação física, de jornalismo a administração e gestão, são infindáveis as abordagens que o esporte e, sem dúvida alguma, o rugby pode ter", comenta Victor Ramalho, um dos donos e idealizador do Portal do Rugby.

Com isto em mente e, após uma conversa com o amigo Gerson de Freitas sobre a necessidade de se escrever academicamente sobre a modalidade, Victor decidiu disponibilizar em seu website uma seção no qual serão arquivados e disponibilizados para download trabalhos apresentados em todo o Brasil. O espaço está aberto para TCCs, mestrados, doutorados, artigos científicos, seminários, entre outros estudos. 

A "Biblioteca do Portal do Rugby" tem como objetivo ampliar o intercâmbio entre os estudantes e pesquisadores de diversas instituições além de atender produtores independentes e contribuir para atualização e perpetuação dos registros sobre a modalidade que, atualmente tem sua história amparada principalmente em acervos pessoais e memórias entre os praticantes. Até o momento, a divulgação da proposta tem sido feita pelas redes sociais e no marketing "boca-a-boca". "Contamos com o nosso alcance, a colaboração de nossos leitores-pesquisadores e com alguns contatos que temos", afirma Victor.

O Portal do Rugby já recebeu o título de melhor cobertura da modalidade em 2010 e 2011, concedido pela Confederação Brasileira de Rugby (CBRu).

Como participar do acervo online - Os interessados em contribuir para o acervo devem enviar um e-mail para: victor@portaldorugby.com.br com o trabalho em formato PDF, anexado, e com as seguintes informações no corpo do e-mail:

1- Título do trabalho;
2- Nome(s) do(s) autor(es)/pesquisador(es);
3- Instituição e agência de fomento (caso tenham vínculos institucionais); e
4- Área de pesquisa.

Trabalhos em outros formatos (como áudio-visual), deve-se entrar em contato por e-mail para esclarecimentos.

A Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) possui patrocinadores de relevância no País: Topper, Bradesco, Heineken, JAC Motors, Deloitte, BR Properties, Probiótica e Brookfield Incorporações. Também conta com parceiras pontuais de CREMER, Companhia Athletica, Travel Ace, Fortify e Tozzini Freire. Ademais, a CBRu realiza projetos de desenvolvimento de rugby via Lei de Incentivo ao Esporte com apoio do Grupo CCR, bem como uma competição nacional de seleções infanto-juvenis com patrocínio da Cultura Inglesa. O rugby é o segundo esporte mais praticado no mundo, têm 5 milhões de jogadores e está presente em 120 países. No Brasil, são mais de 100 mil seguidores, mais de 200 agremiações esportivas e 10 mil atletas registrados, números que, somados à volta da modalidade ao programa olímpico nos Jogos do Rio 2016, fizeram a International Rugby Board (Federação Internacional de Rugby) eleger o Brasil como prioridade estratégica de investimento. 

Fonte: http://www.presskit.com.br/remoto_template_processa.php?cliente=67&canal=6618&news=176227&k=9cc36827fef494d23360f323c301f8aa&urlgaleria=http%3A%2F%2Fwww.zdl.com.br%2Fgaleria_fotos.php&url=http%3A%2F%2Fwww.zdl.com.br%2Fdetalhe_noticia.php

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Camisa de rúgbi do Brasil terá homenagem a mascote


Por Lucas Turco

O novo modelo de uniforme da seleção brasileira de rúgbi terá referências ao Tupi, mascote da equipe. A Topper é a empresa responsável por produzir a nova camisa.

  
O lançamento do produto está previsto para o começo de 2013. Outros detalhes do modelo não foram revelados.

O Tupi foi escolhido como mascote da seleção do Brasil no Rúgbi por meio de uma votação realizada na internet. Os torcedores escolheram o índio com 4.387 votos (47,16%).


Os dirigentes da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) buscam um parceiro para financiar o projeto desenvolvido pela entidade para criar clínicas da modalidade nos 27 estados do Brasil.  O projeto tem um custo estimado de R$ 2 milhões.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27549/Camisa-de-rugbi-do-Brasil-tera-homenagem-a-mascote/index.php

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Grupo financeiro patrocina time de rúgbi da Inglaterra


A empresa Provident, especializada em serviços financeiros, vai investir no rúgbi da Inglaterra. A companhia fechou um contrato de patrocínio ao Bradford Bulls, que receberá US$ 1,9 milhão para se associar à marca pelos próximos quatro anos.

O negócio inclui os naming rights do estádio dos Bulls e o espaço mais nobre na camisa da equipe. Trata-se do maior contrato da história de um time da Super League, principal divisão do rúgbi inglês.

“É gratificante receber esse voto de confiança de uma companhia tão significativa para o mundo dos negócios”, comemorou Gerry Stutcliffe, presidente de honra dos Bulls, em nota oficial.

A Provident, assim como a equipe de rúgbi, está baseada em Bradford. “Nós saímos atrás dos outros clubes, e por isso trabalhamos muito para conseguir um patrocínio”, relatou Omar Khan, diretor da OK Bulls Limited, responsável pela administração do time.

O patrocínio também dará suporte financeiro ao programa de formação de atletas dos Bulls. O projeto revelou seis jogadores que atualmente fazem parte do elenco principal da equipe.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27522/Grupo-financeiro-patrocina-time-de-rugbi-da-Inglaterra/index.php

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Adidas licenciará federação italiana de rúgbi


No mês de setembro, a Adidas substituiu a Kappa e se tornou fornecedora de material esportivo da seleção italiana de rúgbi. O vínculo com a federação que controla o esporte no país (FIR) ficou ainda mais consolidado após esta anunciar que a empresa alemã adquiriu seus direitos de licenciamento.

De acordo com a parceria, a Adidas gerenciará uma nova loja virtual da FIR, que será apresentada nesta semana. A companhia ainda licenciará todos os produtos oficiais da entidade.

Portanto, a marca esportiva trabalhará em nome da federação para encontrar parceiros tanto no mercado italiano quanto no mundial que produzam mercadorias que posteriormente serão comercializadas na loja online.

Embora ainda não esteja em funcionamento, o site que será administrado pela Adidas já está definido. O endereço eletrônico será www.firstore.it.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27503/Adidas-licenciara-federacao-italiana-de-rugbi/index.php

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Competições de rúgbi vão acontecer no Engenhão


Estádio de São Januário está fora da disputa para receber as provas

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO — O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2016 confirmou na última quinta-feira que o estádio de São Januário não será mais usado no evento. Ele seria reformado para receber as competições de rúgbi. Com a decisão, as provas da modalidade deverão ocorrer no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), que até então receberia apenas o atletismo. Em nota, o Comitê informou que o Vasco da Gama não entregou no prazo (até a última quarta-feira) uma série de documentos, inclusive garantias financeiras, em que confirmaria o interesse de receber o evento.
O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, disse que a decisão do Comitê não muda a ideia de transformar São Januário numa arena de eventos:
— Para realizarmos o rúgbi, teríamos que gastar R$ 39 milhões. Sem contar que em 2016 teríamos que abrir mão de receitas publicitárias durante seis meses para a exibição apenas de patrocinadores olímpicos. São recursos que, pela realidade do clube, não dispomos atualmente.
Dinamite disse que vai procurar o prefeito Eduardo Paes para discutir uma parceria a fim de viabilizar a arena.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/competicoes-de-rugbi-vao-acontecer-no-engenhao-6615082#ixzz2BLrkGcSD 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Sem garantias financeiras, Rio 2016 descarta São Januário nos Jogos


Entidade diz que clube não apresentou projeto completo para receber rúgbi
até a data limite. Diretoria não sabia sobre necessidade da carta de fiança

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 emitiu um comunicado nesta quinta-feira descartando o uso de São Januário para as competições de rúgbi das Olimpíadas. De acordo com o órgão, o clube não enviou dentro do prazo estipulado (última quarta-feira, 31 de outubro) o projeto completo para receber a disputa. O Engenhão, que será ampliado, já surge como a principal alternativa.
A versão da diretoria do Vasco é que, neste momento, o comitê não havia exigido a carta de fianças, que estabelece garantias financeiras sobre quem iria investir na transformação do estádio em uma arena de acordo com as exigências do COI. O clube ainda apronta esta e outras documentações e, por isso, não a anexou ao dossiê que foi entregue. Embora já estivesse definido que o BNDES emprestará o equivalente a 60% da reforma e o restante será dividido entre investidores e patrocinadores, que só serão escolhidos após a licitação, prevista para 2013, e explorarão suas marcas no local.
O GLOBOESPORTE.COM não conseguiu contato com o alto comando do projeto, composto pelo presidente Roberto Dinamite, pelo diretor geral Luiz Gomes e pelo vice de marketing Eduardo Machado, além de conselheiros influentes, como o empresário Olavo Monteiro de Carvalho. Nenhum atendeu às ligações. Antes, o caso era tocado pelo ex-vice de finanças Nelson Rocha e pelo ex-vice de patrimônio Fred Lopes, que pediram demissão de seus cargos em setembro.
Faltava ainda o projeto de urbanização do entorno de São Januário, que ficará sob responsabilidade da Prefeitura, grande parceira na empreitada pelo fato de Eduardo Paes ser vascaíno. Além dele e do governador Sergio Cabral, outro torcedor do clube, o secretário municial de Conservação e Serviços Públicos (e ex-coordenador da candidatura do Rio-2016), Carlos Roberto Ozório, e o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, sempre foram alianças importantes para que a honra de sediar a competição não saísse das mãos do Vasco.
Em entrevista coletiva na terça, Dinamite enfatizou a importância de o estádio ser modernizado e contava com a resposta positiva do comitê Rio 2016, após o esforço do trabalho de mais de um ano.
- O desejo do Vasco é fazer aqui uma arena. Estamos trabalhando o projeto para fazer de São Januário um novo anel com uma empresa do ramo. Inicialmente, Nelson (Rocha, ex-vice de finanças) e Fred Lopes (ex-vice de patrimônio) tiveram autonomia nesse processo. Houve reuniões também com prefeito e governador. Para fazer uma arena, passa por obras no entorno de São Januário. É um projeto para o Vasco ser sede do rúgbi, que passa pelo (Carlos Arthur) Nuzman (presidente do COB e comitê Rio 2016) e para termos mais conforto para atender o torcedor. Vamos entregar o documento para que isso possa começar a ser realizado - declarou.

Confira o comunicado oficial do Comitê Rio 2016 na íntegra:

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™ (Rio 2016™), o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Conselho Internacional de Rugby (IRB, na sigla em inglês) estão totalmente empenhados em garantir competições excepcionais de rugby nos Jogos Olímpicos de 2016.
O Estádio de São Januário fora identificado como a potencial instalação para o rugby. Essa possibilidade estava sujeita ao atendimento de certas exigências.
O Clube de Regatas Vasco da Gama foi requisitado, em 9 de abril de 2012, a enviar, até 31 de outubro de 2012, o projeto completo e todas as garantias, incluindo financeiras, referentes à cessão do estádio nas condições exigidas pelo COI e pelo IRB para o evento.
Por não ter recebido a documentação pedida até a data estipulada, o Rio 2016™ promoverá agora uma reavaliação dos planos operacionais do Estádio João Havelange, em conjunto com o IRB e o COI, para assegurar que a estreia do rugby nos Jogos Olímpicos seja bem sucedida e memorável.
O IRB acrescentou: “O IRB tem sido totalmente informado pelo Rio 2016™ das discussões em andamento sobre a escolha da instalação esportiva para os eventos de rugby nos Jogos Olímpicos.
O IRB continuará a trabalhar em parceria com o Rio 2016™ e o COI para assegurar a realização de eventos de rugby marcantes e bem sucedidos para as equipes, os fãs e as famílias Olímpica e do rugby.”

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/11/comite-rio-2016-descarta-uso-de-sao-januario-nas-olimpiadas.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=globoesportecom

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

CBRU QUER TRANSFORMAR O RUGBY NO SEGUNDO ESPORTE DO PAÍS


Planejamento estratégico tem metas desafiadoras e projeta medalhas nas principais competições mundiais até 2030. 

São Paulo (SP) - Atitude, pró-atividade, transparência, espírito de equipe e sinergia. Com essas cinco qualidades, a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) espera transformar o rugby brasileiro até 2030, colocando o País entre as 20 melhores equipes do mundo, bem como a modalidade como a segunda mais praticada na terra do futebol. Uma meta ousada, mas que pode ser concretizada de acordo com o planejamento estratégico formulado pela atual gestão, em parceira com a consultoria internacional Delloite. Os detalhes desse plano foram apresentados pelo presidente da CBRu, Sami Arap Sobrinho, e pelo presidente do conselho consultivo, Eduardo Mufarej, durante coletiva realizada nesta quinta-feira (25) no Bar da Heineken, em São Paulo.

"Queremos que o rugby seja amplamente praticado em todos Estados da Federação. A intenção é que a modalidade alcance o mesmo sucesso que o vôlei, atualmente uma potência no alto rendimento e com uma grande aceitabilidade do torcedor brasileiro, mas com uma diferença: queremos também inserir o rugby nas escolas públicas e privadas, nos clubes sociais e vamos trabalhar para que as equipes nacionais se estruturem cada vez mais, para que a prática cresça, para que tenhamos fortes campeonatos locais e para que ampliemos cada vez mais o número de atletas", afirmou Sami Arap.

De acordo com os dados da CBRu, hoje o Brasil conta com aproximadamente 10 mil atletas registrados, mais de 120 equipes, está presente em 23 estados e figura entre as 35 melhores seleções do mundo no ranking da IRB (Federação Internacional de Rubgy). A expectativa é que em 2015 o número de jogadores aumente para 15 mil e até 2019 chegue próximo dos 40 mil. A projeção é ter 500 mil praticantes até 2030, números similares a países de expressão como a ex-campeã mundial África do Sul.

Outros objetivos estratégicos da entidade que comanda o rugby nacional incluem classificar o País para a Copa do Mundo de 2019, ser medalhista olímpico já em 2016 com a seleção feminina de rugby sevens (octacampeã sul-americana e invicta no continente), ganhar o Circuito Mundial e conquistar medalhas com ambas seleções nos Jogos Olímpicos até 2030.

Para isso, o programa de alto rendimento brasileiro ganhou dois aliados de peso: o Crusaders (uma das principais equipes do rugby mundial) e a Federação de Rugby Canterbury, ambos da Nova Zelândia. Trata-se do time mais vitorioso da história do Super Rugby, o maior campeonato do hemisfério sul da modalidade, e a província que mais fornece jogadores para os temidos All-Blacks (apelido da seleção da Nova Zelândia). Os neozelandeses comandarão as seleções nacionais, no mínimo até 2017. Os atletas já sentiram um grande impacto na mudança de treinamento, mas todos ficaram impressionados com a experiência da comissão técnica neozelandesa.

"Nunca tínhamos visto uma metodologia de treino como essa. Eles trabalham muito mais o psicológico do que o físico. Todos estão muito empolgados e estão abrindo mão de finais de semana, feriados, atividades de lazer para estar no Centro de Treinamento da CBRu, em São José dos Campos, pois o projeto atual nos faz acreditar que o sonho de chegar a uma Copa do Mundo e ganhar uma Olimpíada é possível", contou Ramiro Mina, o Mocho, capitão da seleção brasileira masculina de 2008 a 2012.

Treino na Nova Zelândia - Um período intensivo de treinamento na Nova Zelândia já está programado para o mês de novembro deste ano. A equipe feminina treinará entre 13 a 26 de novembro. De Christchurch, o grupo feminino seguirá para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participará da primeira etapa do Circuito Mundial de Sevens Feminino do IRB, de 27 de novembro a 2 de dezembro. Já a seleção masculina permanecerá na Nova Zelândia por três semanas, período em que, além de treinar, disputará torneios e amistosos locais como parte inicial da preparação para o Consur Sevens que acontece em fevereiro de 2013, no Rio de Janeiro.

"A viagem servirá para que os atletas adquiram conhecimento e se divirtam aprendendo sobre o rugby e a modalidade sevens nos mínimos detalhes. Eles terão de conscientizar-se da necessidade de mudança contínua e a busca pela excelência, inerentes a um projeto de alto rendimento. Precisam crescer como atletas e indivíduos. Se queremos que o Brasil estejaentre os melhores do mundo, é necessário conviver entre eles", afirmou Dallas Seymour, ex-All Black, que durante 14 anos defendeu a seleção da Nova Zelândia e hoje faz parte do programa de alto rendimento do rugby brasileiro.

Incentivo privado potencializou o plano - Para a Confederação, o rugby nacional já apresenta um crescimento relevante, mas, para que todo o planejamento seja concretizado, é fundamental continuar recebendo apoio dos patrocinadores. Neste momento, oito empresas atrelam suas marcas ao rugby brasileiro: Topper, Bradesco, Heineken, JAC Motors, Deloitte, BR Properties, Probiótica e Brookfield Incorporações. Além disso, existem parceiras pontuais como CREMER, Companhia Athletica, Travel Ace, Fortify e Tozzini Freire. A CBRu também realiza projetos de desenvolvimento de rugby, via Lei de Incentivo ao Esporte, com apoio do Grupo CCR, bem como uma competição nacional de seleções infanto-juvenis com patrocínio da Cultura Inglesa.

Para a Heineken, sede do encontro da tarde desta quinta-feira, patrocinar o rugby brasileiro, reforça também a sua internacionalidade. A marca já apoia o esporte na Copa do Mundo de Rugby, terceiro maior evento esportivo do mundo, e na Heineken Cup, maior torneio de clubes da Europa. No Brasil, a marca é a patrocinadora oficial das seleções masculina e feminina adultas de Rugby Unions (XV) e Rugby Sevens, além dos principais torneios do país: Brasil Sevens, Campeonato Brasileiro Universitário, Campeonato Brasileiro de Primeira Divisão - Super 10 e Campeonato Brasileiro de Segunda Divisão - Copa Brasil.

"Com valores tradicionais ao esporte, como respeito, companheirismo, disciplina,liderança e espírito de equipe, o rugby é uma das únicas competições que possuem o chamado "terceiro tempo". Uma oferta do time anfitrião ao visitante. Momento em que as duas equipes confraternizam e comemoram o jogo, independente do resultado. Um estímulo ao companheirismo que representam também o espírito de Heineken", afirmou Bernardo Spielmann, gerente da marca Heineken.

Fonte: http://www.sharklion.com/proyectos/cbru/main/content.php?page=20&i=3&id_noticia=757&buffer_share=97dd5&utm_source=buffer

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

São Januário será reformado para as Olimpíadas de 2016


Estádio do Vasco, que receberá jogos de rúgbi, terá capacidade ampliada para 43 mil lugares

RIO - O estádio de São Januário, que será palco das partidas de rúgbi nas Olimpíadas de 2016, será reformado e terá sua capacidade ampliada dos atuais 25 mil para 43 mil lugares. Mas para não sair do programa dos Jogos, o Vasco tem até quarta-feira para entregar ao Comitê Organizador do Rio-2016 o projeto da reforma. Cumpridas as exigências formais, o clube ficará então aguardando o sinal verde para começar a planejar a revitalização do estádio, construído em 1927.
Quando aceitou fazer parte do programa olímpico, o Vasco imaginava apenas adaptar São Januário para recebe jogos de rugby-7, uma versão do esporte com menos jogadores em cada time, mas os dirigentes decidiram agora ampliar sua arena. A previsão é de que as obras comecem apenas depois de julho de 2013, quando o Maracanã já estará disponível novamente para os clubes cariocas, de modo que o Vasco possa utilizá-lo enquanto São Januário estiver fechado. A previsão é de que o novo estádio vascaíno esteja pronto no fim de 2015 ou no início de 2016.
- Nós já queríamos melhorar nosso estádio há algum tempo, e as Olimpíadas nos deram uma grande oportunidade de finalmente fazer isso. Teremos uma arena pronta para o torneio de rúgbi nos Jogos de 2016, e depois disso o time terá um estádio completamente novo - afirmou o diretor executivo do Vasco, Luiz Gomes, que esteve em Londres durante as Olimpíadas deste ano para conhecer alguns locais de competição, incluindo Twickenham, o palco do rúgbi nos Jogos.
A modernização de São Januário não vai atropelar a tradição. A fachada histórica do estádio será preservada na reforma.
- É um estádio antigo, portanto faz mais sentido reconstruir quase tudo do zero do que renová-lo. A única coisa que será mantida será a fachada - afirmou Luiz Gomes.
O custo da remodelação de São Januário não foi divulgado, mas segundo o dirigente, o Vasco arcará com aproximadamente 60% do valor total, sendo o restante bancado por investidores e patrocinadores. O prefeito Eduardo Paes, que é torcedor do Vasco, já prometeu investir em obras de infraestrutura no entorno do estádio, no bairro de São Cristóvão, Zona Norte do Rio, incluindo melhorias nos acessos e mais opções de transportes públicos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/sao-januario-sera-reformado-para-as-olimpiadas-de-2016-6539898#ixzz2ASGjhr2J 

Rúgbi negocia “escolinhas” nos 27 estados


Por Lucas Turco

O uma das metas da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) para 2013 é criar um programa de desenvolvimento da modalidade nos 27 estados brasileiros. Para financiar o projeto, a CBRu negocia uma parceria com uma grande empresa nacional, que não teve seu nome revelado.

Os dirigentes pretendem finalizar as negociações até a primeira quinzena de 2013. O projeto tem um custo estimado em R$ 2 milhões, valor que será pago inteiramente pela empresa patrocinadora.

Em troca, a apoiadora terá direito a todas as propriedades de patrocínios disponíveis nas clínicas de rúgbi dos 27 estados brasileiros. Entre elas: patrocínio na camisa das “escolinhas”, placas de publicidades nos campos e painéis por todo o estabelecimento.

“É um projeto muito interessante para que possamos criar um centro de criação de talentos do rúgbi e, dessa forma, transformar a modalidade no segundo esporte mais popular do país em 20 anos, uma de nossas metas. Nós fomos atrás das empresas para explicar como será o programa, as vantagens que a patrocinadora teria e a importância disso para nós”, revelou Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27333/Rugbi-negocia-%E2%80%9Cescolinhas%E2%80%9D-nos-27-estados/index.php

terça-feira, 16 de outubro de 2012

AIG fecha contrato de patrocínio com “All Blacks”


A seguradora norte-americana AIG fechou um acordo de patrocínio aos “All Blacks”, seleção de rúgbi da Nova Zelândia. O logotipo da empresa ficará exposto no espaço máster do uniforme. O contrato é de cinco anos e meio, mas os valores não foram oficialmente confirmados.

Além da seleção neozelandesa, a AIG patrocinará mais cinco times de rúgbi do país: Maori All Blacks, All Black Sevens, New Zealand Black Ferns (equipe feminino de 15), New Zealand Women’s Sevens ( time feminino de sete) e New Zealand Under 20 ( para menores de 20 anos).

“A proeminente associação da marca da AIG com os famosos “All Blacks” e os times altamente competitivos e bem-sucedidos da Nova Zelândia, bem como os fanáticos torcedores de rúgbi em todo o mundo, representa uma ótima oportunidade para a AIG. A tradição de vitórias dos “All Blacks” aliada a sua reputação pela tenacidade, integridade e desempenho refletem os atributos presentes na própria cultura da AIG.
Sentimo-nos extremamente honrados em patrocinar a colocação do nosso logotipo na frente da camisa oficial da equipe, e entusiasmados pelos benefícios que resultam da associação de duas franquias de categoria mundial”, comentou Bob Benmosche, presidente e CEO da AIG.

A AIG fechou recentemente outro grande contrato de patrocínio com o esporte. A seguradora estampará todas as seleções nacionais de rúgbi dos Estados Unidos.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27181/AIG-fecha-contrato-de-patrocinio-com-%E2%80%9CAll-Blacks%E2%80%9D/index.php

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Clube inglês de rúgbi acerta com concessionária


O clube inglês de rúgbi Hull FC anunciou a concessionária Minstergate, que vende carros da Hyundai na própria cidade de Hull, como nova patrocinadora máster. A companhia estampará seu logotipo na camisa da equipe por todo o ano de 2013.

Embora os detalhes financeiros não tenham sido divulgados oficialmente, jornais britânicos estimam que a montadora sul-coreana desembolsará US$ 250 mil pelo negócio.

A empresa fará uma série de comerciais e ações de marketing envolvendo o time. Além disso, fornecerá veículos aos jogadores.

“Como um empresário local estou bem ciente da história e do patrimônio que o clube possui. A ambição da equipe, durante as negociações, me convenceu a se juntar a ela”, contou Mark Campey, diretor da Minstergate.

“Eles são uma marca de destaque em sua área e compartilham da mesma filosofia de sucesso que nós. Estão entusiasmados não apenas com o sucesso da concessionária, mas com o nosso também”, afirmou Adam Pearson, proprietário do Hull FC.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27172/Clube-ingles-de-rugbi-acerta-com-concessionaria/index.php

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Probiótica estende relação com o rúgbi brasileiro



A Probiótica, empresa que trabalha com nutrição esportiva, anunciou nesta terça-feira a renovação de um patrocínio à Confederação Brasileira de Rugby (CBRu). O negócio foi estendido em um ano, e o valor do investimento feito pela companhia não foi revelado.

Fundada em 1986, a Probiótica controla 31% do mercado de suplementação alimentar esportiva na América Latina. O portfólio da marca possui mais de 280 produtos, e no Brasil é distribuído em seis mil pontos de venda.

A associação ao esporte é uma das principais estratégias de comunicação desses artefatos. A Probiótica patrocina mais de 700 atletas de diferentes esportes, incluindo o rúgbi.

“O rúgbi passa por um momento de crescimento importante, e a parceria com a Probiótica é fundamental para que os atletas sejam supridos com o que há de melhor no mercado”, disse Marcelo Bella, diretor-executivo da empresa.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27122/Probiotica-estende-relacao-com-o-rugbi-brasileiro/index.php

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Niterói Rugby está mais perto de ganhar sede


Projeto foi aprovado na Câmara e depende de sanção do prefeito

Por Isabel de Araújo

Os atletas do Niterói Rugby fecharam a semana com chave de ouro. Na terça-feira, a Universidade Federal Fluminense (UFF) reparou os postes que iluminam a quadra de treinamento dos jogadores, no campus do Gragoatá. Na quarta-feira, os vereadores aprovaram o projeto de concessão de um terreno, em Itacoatiara, para a construção da sede do clube. O projeto depende apenas da sanção do prefeito Jorge Roberto Silveira.
A votação do texto que solicitou a cessão do terreno para a equipe causou comoção na Câmara dos Vereadores. Os jogadores lotaram a plenária e vibraram muito quando ouviram o aguardado sim dos parlamentares. O clube lutava pelo espaço há duas décadas.
— A votação a nosso favor na Câmara foi a maior vitória do Niterói Rugby em toda a sua história. Treinávamos nesse terreno há 20 anos, mas fomos impedidos de usar o espaço. Finalmente teremos nosso campo. Poderemos construir uma sede própria e ter lugar para guardar nossos troféus. Além disso, vamos fazer uma quadra para o time de handebol treinar — comemora Daniel Gregg, jogador do clube e da Seleção Brasileira.
Criado em 1973, o Niterói Rugby coleciona vitórias e tem jogadores de alto nível que integram os quadros da Seleção Brasileira. Eles poderão fazer parte do time que jogará as Olimpíadas do Rio, em 2016, na reestreia da modalidade em Jogos Olímpicos, depois de 88 anos. A equipe conquistou pela 19ª vez o Campeonato Estadual. Além de ter a hegemonia no estado, venceu a competição nacional seis vezes. Já o time feminino, criado em 1997, levantou o título nacional apenas uma vez, em 2004. Em março do ano passado, foi anunciada a fusão com a equipe UFF Rugby.
Há seis anos, eles treinam, todas as noites de terças e quintas, no Gragoatá. Em julho, O GLOBO-Niterói mostrou a dificuldade das equipes, que chegavam a treinar até mesmo no escuro. Dos 12 postes da área, apenas metade ficava acesa, para economizar energia, segundo justificou a universidade, na época da reportagem. Na semana passada, a UFF fechou uma parceria com a Ampla para resolver o problema da iluminação.
— A Ampla nos forneceu todo o equipamento e trocamos todas as lâmpadas dos 12 postes. Agora, o campo está bastante iluminado e acredito que atendemos a demanda das equipes que treinam ali — comenta o prefeito do campus, Mario Ronconi.
Procurado, o prefeito Jorge Roberto Silveira não se pronunciou sobre o projeto de concessão do terreno, que pertence à prefeitura.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/niteroi/niteroi-rugby-esta-mais-perto-de-ganhar-sede-6234172#ixzz282tX2zTP 

sábado, 29 de setembro de 2012

Presidente da CBRu fala sobre os próximos planos do Brasil no rúgbi


Por Guilherme Costa

Uma campanha publicitária da Topper, marca oficial de material esportivo da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu), dizia que o esporte “ainda vai ser grande”. É impossível não lembrar disso ao falar com Sami Arap Sobrinho, advogado que preside a entidade nacional desde 2010.

O rúgbi nacional tem seis patrocinadores (Topper, Bradesco, Heineken, JAC Motors, Deloitte e Probiótica), três apoiadores (CCR, Cremer e BR Properties) e quatro parceiros (Travel Ace, Cultura Inglesa, Shark & Lion e ZDL). Ainda assim, a CBRu está em fase de desenvolvimento.

Em julho deste ano, a entidade findou uma parceria com a Dream Factory, agência que dava suporte ao marketing da instituição. Em vez de substituir a empresa, a CBRu decidiu aumentar o departamento.

A aposta é que o rúgbi brasileiro passe por novo período de expansão. Sobretudo a partir de uma divisão de perfis entre a modalidade com 15 atletas e o estilo com sete jogadores em cada equipe, que será incluído no programa olímpico do Rio-2016.

“O que nós queremos é aproveitar a exposição que o Rio-2016 vai gerar. É uma chance de alavancar a modalidade”, disse Arap Sobrinho em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

Leia a seguir a íntegra da entrevista:

Máquina do Esporte: Com a nova estrutura do departamento de marketing da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu), quais são as funções da diretoria executiva e do conselho na captação de patrocinadores?
Sami Arap: Presidente e membros do conselho da CBRu atuam na identificação de potenciais patrocinadores e tratam de discussões preliminares num nível executivo hierarquicamente superior. Uma vez identificado o panorama, entram em campo as áreas de marketing e de torneios/competições para detalhar nossos produtos e objetivos. O acompanhamento constante junto ao patrocinador cabe à área de marketing.

ME: Existe a possibilidade da CBRu trabalhar novamente com a Dream Factory, já que o acordo foi rompido amigavelmente?
SA: Sim, claro. Os executivos da Dream Factory Sports são pessoas altamente capacitadas, e acredito que desenvolvemos uma relação de amizade e confiança. Infelizmente, a CBRu ainda não alcançou o estágio de independência financeira, e quase a totalidade das agências não querem trabalhar somente em base de honorários de êxito. Por isso, as agências alegam não ser possível destacar uma pessoa em período integral para trabalhar pelo rúgbi.

ME: Agora que o rúgbi de sete é um esporte olímpico, qual é a meta da CBRu para alavancar a modalidade até 2016?
SA: As metas para desenvolvimento e alto rendimento do rúgbi seven estão descritas no plano estratégico 2012-2030 da CBRu. O que nós queremos é aproveitar a exposição que o Rio-2016 vai gerar. É uma chance de alavancar a modalidade.

ME: Disputar em alto nível a Copa do Mundo de 2019, no Japão, é o principal objetivo da CBRu no momento?
SA: Atualmente, o principal objetivo da CBRu é o fortalecimento técnico dos atletas e das seleções. Disputar uma Copa do Mundo está em nossos planos de médio prazo. O futuro de nossas seleções está nas categorias de base.

ME: Existe diferença na captação de patrocínios do rúgbi seven para o rúgbi de 15?
SA: Há vários países que distinguem os patrocinadores de rúgbi 15 e rúgbi seven. As temporadas e torneios são diferentes. No início da CBRu, em 2010, não fizemos essa distinção, mas hoje percebemos que há necessidade dessa separação. Aliás, são modalidades com objetivos e programas distintos: um é olímpico, e o outro é voltado à Copa do Mundo.

ME: Qual é o critério usado para definir qual patrocinador se identifica melhor com determinada modalidade?
SA: Os valores do rúgbi aplicam-se para as duas modalidades. Creio que a definição, pelo patrocinador, de uma ou outra modalidade, se dará em função do tipo de produto disponível (competições nacionais e internacionais), não da modalidade em si.

ME: Nesse processo de estruturação da modalidade no país, qual é a importância do projeto Try-Rugby SP, anunciado recentemente pelo Sesi?
SA: O recém-lançado projeto "Try-Rugby SP" é de suma importância para o desenvolvimento do rúgbi no Brasil. Imagine o que significa alcançar dez mil jovens de oito a 17 anos no Estado de São Paulo, em parceria com o SESI-SP (respaldado pela FIESP), contando com a reputação do British Council e da Aviva Premiership. Estou certo de que o projeto terá êxito e será replicado em outras unidades do país.

ME: Eles anunciaram uma meta de dobrar o número de praticantes do rúgbi em São Paulo. Isso é realmente possível?
SA: Sim. O projeto é sério e administrado por pessoas competentes. A escolha das cidades foi muito feliz.

ME: Hoje, mais da metade dos praticantes de rúgbi no Brasil estão em São Paulo. Como a CBRu pretende desenvolver o esporte nos outros Estados?
SA: Acima de tudo, buscamos qualidade, não quantidade. O rúgbi tem crescido com qualidade nas regiões Sul-Sudeste do país. Infelizmente, o Brasil tem dimensões continentais, e nossos recursos financeiros são limitados. Clubes e federações estaduais devem fazer suas partes, procurando parcerias com a iniciativa privada e os governos locais. A união faz a força.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/entrevistas/view/0/315/Sami-Arap-Sobrinho/index.php