Páginas

Mostrando postagens com marcador Infraestrutura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Infraestrutura. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Aneel aponta atraso em obras de energia para a Copa


Maioria dos atrasos não oferece risco iminente, segundo relatório. 
Diretor-geral da agência nega risco de faltar energia durante o mundial.

Por Fábio Amato

Obras consideradas prioritárias para a garantia de fornecimento de energia nas cidades-sede dos jogos da Copa de 2014 estão atrasadas, aponta relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). De acordo com o documento, publicado em dezembro, Porto Alegre é a cidade onde a situação mais preocupa. A fiscalização da agência aponta que estão atrasadas 96% das obras tocadas pela CEEE, concessionária de distribuição de energia na capital do RS.

“A situação das obras, necessárias à garantia de fornecimento de energia em Porto Alegre na Copa de 2014, causa preocupação e pode comprometer o abastecimento da cidade-sede, caso não sejam tomadas as providências necessárias para a recuperação do cronograma”, diz o relatório sobre a situação em Porto Alegre.
Nesta terça-feira (22), no entanto, o diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, disse que “em hipótese nenhuma” há risco de faltar energia nas cidades-sede da Copa. “Muitas obras daquelas ali são secundárias. Nós estamos levantando tudo e acionando as empresas para a gente recuperar tudo isso aí até a Copa”, afirmou.

Manaus, Brasília, Rio e Belo Horizonte
O documento ainda cita que “merece especial atenção” a situação das obras tocadas pelas concessionárias AmE (Manaus), CEB (Brasília), Light (Rio de Janeiro) e Cemig (Belo Horizonte). Em Manaus, diz o levantamento, foram encontradas atrasos em 5 das 10 obra consideradas prioritárias. Em Brasília, as obras em atraso “representam riscos de não abastecimento do estádio na Copa das Confederações.”

A Aneel aponta ainda que, na comparação com o relatório anterior, “houve aumento no número de obras atrasadas” entre as realizadas pela Light, que agora estão em 41%. Já a Cemig registra atraso em 15 das 37 obras que se comprometeu a fazer para atender a Belo Horizonte durante a Copa de 2014.

Apesar do diagnóstico, o documento aponta, em sua conclusão, que “a maioria desses atrasos não oferece risco iminente ao abastecimento de energia para a Copa de 2014.” De acordo com a fiscalização da Aneel, ainda é possível que as concessionárias de distribuição compensem os atrasos “com a urgente aceleração do ritmo de implantação das redes e subestações de distribuição elencadas.”

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/01/aneel-aponta-atraso-em-obras-para-garantir-energia-na-copa.html

domingo, 20 de janeiro de 2013

O descompasso da Barra da Tijuca


Para especialistas, investimentos em infraestrutura não acompanham crescimento do bairro

Por Laura Antunes e Selma Schmidt

RIO - A corrida que já era acelerada ganhou ritmo ainda mais veloz com a certeza de que na linha de chegada estarão a Copa do Mundo e as Olimpíadas. A Barra da Tijuca e arredores, que nas últimas décadas nortearam a direção do crescimento da cidade, são protagonistas, neste momento especial para o Rio, de uma busca frenética por áreas ainda vazias para ocupá-las com empreendimentos residenciais e hoteleiros. Somente em 2012, foram licenciadas pela Secretaria municipal de Urbanismo 18.090 unidades residenciais nas regiões administrativas da Barra e de Jacarepaguá. Mais do que o dobro das licenças concedidas em 2011 (8.862). Já a rede hoteleira é responsável pela construção de pelo menos 14 hotéis até o fim de 2015, o que representa 3.720 novos quartos.
Enquanto o poder público garante que vai recuperar o tempo perdido e dotar a área de infraestrutura suficiente, urbanistas, especialistas em transporte e moradores se preocupam. Eles temem que essa meta ousada não seja alcançada e que a população local, estimada pela prefeitura para 2016 em 990.288 habitantes, sofra com a deficiência dos sistemas de saneamento básico, abastecimento de água e transporte, hoje em situação crítica.
O receio se justifica. Enquanto a expectativa de crescimento populacional da cidade, segundo o Instituto Pereira Passos (IPP), até 2016 é de 3,73%, na Barra será de 21,4%, e em Jacarepaguá, de 9,15%.
Morador da Barra há 20 anos, o engenheiro agrônomo David Silva acompanha esse crescimento veloz. Ao lado da casa onde vive, na Ilha Primeira (uma das 11 ocupadas na Lagoa da Tijuca), uma saída clandestina de esgoto despeja, há cerca de três meses, grande volume de dejetos no Canal de Marapendi.
— É preciso investigar para saber o que está acontecendo. Quando não chove, a água que sai da tubulação é muito preta, e o cheiro é insuportável. Quando chove, o esgoto se mistura com a chuva, e a situação melhora um pouco. Estou indignado com essa situação. A Barra cresce, e as condições ambientais pioram. O saneamento que estão fazendo é capenga — protesta ele.
Há quase 30 anos a Baixada de Jacarepaguá espera por saneamento. Há sete, o programa começou a decolar. Segundo a Cedae, foram investidos até agora R$ 610 milhões em obras. E o presidente da companhia, Wagner Victer, promete um cenário bem melhor. Segundo ele, a Barra já tem 400 quilômetros de rede coletora. Até 2016, afirma, 100% dos domicílios do bairro estarão interligados ao emissário. Hoje, diz Victer, 85% estão.

Água do Quebra-Mar não melhora desde 2007
Mas a poluição de praias e lagoas ainda é um fantasma. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) continua classificando a qualidade da água das lagoas de Jacarepaguá, Tijuca e Camorim como “péssima”. A da Lagoa de Marapendi é “ruim”. O trecho da praia junto ao Quebra-Mar também continua com a água avaliada como “má” para banho, como ocorre desde 2007.
— O Quebra-Mar sofre e influência da Lagoa da Tijuca, que desemboca nesse trecho da praia. As lagoas ainda estão muito assoreadas, e uma das razões é a ocupação desordenada das faixas marginais de rios e canais. De qualquer forma, na Lagoa de Marapendi, percebemos melhorias em alguns índices, como a redução dos coliformes e o aumento do oxigênio — diz Marilene Ramos, presidente do Inea.
O avanço imobiliário também não passa despercebido pelo editor de vídeo Daniel Garcia, que há seis anos vive na Ilha do Ipê, na Lagoa da Tijuca, onde há uma multiplicação dos imóveis:
— Sem fiscalização, as pessoas constroem nos espaços vazios dos seus terrenos nas ilhas. Dá para perceber isso pela chegada de materiais de construção e pelo vaivém de barcos. Na Ilha de São Jorge, por exemplo, fizeram um prédio de três andares recentemente. Com a futura chegada do metrô à Barra, a especulação cresceu. Estão construindo quitinetes e apartamentos de quarto e sala para alugar.
Urbanista sugere ocupação de outros bairros
Especialistas lançam um olhar crítico sobre esse crescimento da região. O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, Sydnei Menezes diz que a Barra sempre foi tratada como área de expansão da cidade e que o Plano Lúcio Costa, da década de 60, acabou desvirtuado devido à especulação imobiliária.
— Os terrenos foram supervalorizados, e a especulação imobiliária forçou a produção de imóveis. Mas até hoje a infraestrutura não chegou a essas áreas. Não se resolveram, por exemplo, as questões do abastecimento de água, da rede de esgoto, das lagoas e do sistema viário. Precisa-se é de um Plano de Estruturação Urbana (PEU) para repensar a região e prepará-la para o futuro.
O urbanista Pedro da Luz Moreira, da direção do Instituto dos Arquitetos do Brasil e professor da UFF, afirma que o crescimento da região da Barra e Jacarepaguá ocorre de forma inversa à ideal. O natural seria a chegada da infraestrutura à área antes de sua ocupação.
— Isso é um tiro no pé. A Barra sequer é dotada de transporte público. Ou seja, a infraestrutura não consegue acompanhar o crescimento da região — observa ele, criticando ainda o poder público por estimular o crescimento da área urbana, em vez de ocupar os espaços vazios de bairros já dotados de infraestrutura. — Estão transformando áreas naturais em urbanas, como é caso da Barra da Tijuca. Por que não uma cidade mais compacta, ocupando áreas ociosas, como São Cristóvão?
Na corrida contra o tempo, a Light começou este mês a construção da subestação Gardênia. Segundo a concessionária, o investimento será de R$ 50 milhões, e a obra deve durar 14 meses. Na região, será a quarta subestação, que vai fornecer energia a instalações olímpicas e cerca de cem mil pessoas em condomínios e estabelecimentos comerciais que estão sendo construídos na Avenida Abelardo Bueno.
Já a Fundação Rio Águas, da prefeitura, iniciou em 2011 a macrodrenagem dos 14 rios da Baixada de Jacarepaguá. Um programa R$ 340 milhões, que está pela metade: nove quilômetros de sete rios foram canalizados. A previsão é que os outros sete rios fiquem prontos no primeiro semestre de 2014. A maratona de projetos de infraestrutura tem razão de ser. Afinal, estimativas do IPP mostram que a população da Região Administrativa da Barra (inclui Recreio, Vargem Grande e bairros próximos) passará de 300.823 (Censo 2010) para 365.241 em 2016. Na RA de Jacarepaguá, o número de habitantes pulará de 572.617 para 625.047.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/o-descompasso-da-barra-da-tijuca-7345262#ixzz2IYOwaoYn 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Só três das 82 obras prometidas para a Copa mantêm gastos e cronograma


Esse é o resultado até agora desde o lançamento da matriz de responsabilidades, assinada em 2010

Por Eduardo Bresciani

BRASÍLIA - Em três anos, o planejamento da infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 transformou-se em uma peça de ficção. Das 82 obras de mobilidade urbana, portos e aeroportos prometidas em 2010, por meio de um documento chamado matriz de responsabilidades, somente três permanecem com igual cronograma e orçamento. Nada menos que 21 empreendimentos foram retirados do compromisso, 25 tiveram o orçamento alterado e os demais 33 experimentaram ao menos mudança no prazo de conclusão. Ao longo deste período, outras 28 obras de mobilidade urbana foram incluídas na previsão e somente sete delas chegaram a ser entregues até agora.

A cerimônia de assinatura da matriz de responsabilidades foi uma festa no Palácio do Itamaraty no dia 13 de janeiro de 2010, com a presença de governadores e prefeitos das 12 sedes da Copa. Ministra da Casa Civil na época, a agora presidente Dilma Rousseff considerava o documento como um compromisso que seria cumprido pelo poder público. "A matriz de responsabilidades traz projetos realistas que podem ser concluídos nos prazos determinados. Um legado permanente, um ganho significativo para a população das cidades", disse ela, na ocasião. O ex-presidente Lula declarou: "Agora todo mundo sabe quais os compromissos que têm e o que precisamos para realizar a melhor Copa de todos os tempos".

O tempo, porém, mostrou que o compromisso de então, definido como "realista" pelo governo, era na realidade fantasioso. Das 61 obras da matriz original, ou seja, as 82 previstas menos as 21 retiradas, 37 já deveriam ter sido entregues, mas somente duas estão concluídas. Pelo estabelecido em 2010, apenas uma das 61 obras seria entregue em 2014, às vésperas do evento. Agora, já são 23. Das 28 novas ações incluídas nas áreas de mobilidade urbana, portos e aeroportos, 11 têm previsão para 2013 e outras 10 só devem ser concluídas em 2014. Todas as obras que estão dentro do cronograma ou que já foram entregues são relacionadas aos aeroportos.

O planejamento inicial para as 82 obras previa orçamento de R$ 17,89 bilhões. Agora, a estimativa para as 61 obras da matriz original mais as 28 incluídas (89 no total) é de R$ 16 bilhões. A razão é que intervenções de maior impacto foram substituídas por outras mais modestas e em alguns casos a obra será entregue de forma parcial.

A matriz de responsabilidades reúne os compromissos dos governos federal, estaduais e municipais. No caso de mobilidade urbana, a União faz o financiamento, mas a execução fica a cargo de governos estaduais e prefeituras. Portos e aeroportos são de responsabilidade da União, mas com a privatização de três deles algumas obrigações cabem agora à iniciativa privada. O documento é atualizado quando há retirada ou inclusão de alguma ação ou alteração significativa.


DINÂMICA DO PROCESSO
A Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirma que as mudanças "são decorrentes da dinâmica do processo federativo e de outros fatores externos ao setor público, e não podem ser vistos como sinal de inadequação do planejamento inicial". Classifica ainda como natural "ajustes" no plano inicial e afirma que a existência da matriz "mostra o compromisso do Governo com o alcance dos objetivos e com o compartilhamento de informações com toda a sociedade", diz nota enviada ao Estado.

As obras de mobilidade urbana são as que registram os maiores problemas. As intervenções de responsabilidade exclusiva do governo federal, porém, também foram sensivelmente alteradas ao longo dos anos. Das 25 obras previstas em aeroportos, oito foram canceladas. Outras 12 ações foram incluídas. Segundo dados do governo, nove obras foram entregues. Destas, porém, quatro são módulos operacionais, estruturas concebidas para uso provisório.

Uma outra obra considerada concluída é a terraplenagem da área onde será construído o terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos. A justificativa para a inclusão é que a ação foi realizada pela Infraero antes da concessão para a iniciativa privada. A Secretaria de Aviação Civil afirma que o terminal será construído até o evento.

Nos empreendimentos de portos as mudanças foram de calendário, orçamento e estrutura. A maior alteração foi na promessa de construção de um píer em Y no porto do Rio para atrair navios de cruzeiro. O píer custaria R$ 314 milhões e seria entregue em dezembro. Agora o governo deve entregar apenas a primeira parte do projeto, orçado em R$ 91 milhões, em fevereiro de 2014.

Os ministérios envolvidos diretamente no planejamento, Esporte, Cidades, Portos e Aviação Civil, negam ter ocorrido falha no programa. O secretário executivo do Ministério do Esporte e coordenador do Grupo Executivo da Copa do Mundo de 2014 (Gecopa), Luís Fernandes, classifica como natural as profundas alterações. "Considero que o planejamento feito no início foi realista."

Entre os motivos para as mudanças, União, estados e municípios citam decisões judiciais, problemas com licenciamento ambiental, alterações nos projetos e a elaboração da matriz original, em muitos casos, sem a realização prévia de projetos executivos.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,so-tres-das-82-obras-prometidas-para-a-copa-mantem-gastos-e-cronograma,983610,0.htm

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Dilma veta isenção fiscal para empresas de infraestrutura dos Jogos do Rio em 2016


A presidenta Dilma Rousseff vetou artigo que incluía as empresas responsáveis pelas obras de infraestrutura urbana entre as beneficiárias da lei que concede isenções fiscais relativas à organização dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, informou o Diário Oficial da União, nesta quinta-feira.

Como parte dos compromissos assumidos pelo Brasil para a realização dos Jogos, o governo concedeu isenções de tributos federais ao Comitê Olímpico Internacional (COI), ao comitê organizador do Rio-2016 e às empresas responsáveis pela execução de atividades relacionadas aos Jogos Olímpicos.

Segundo a Agência Câmara Notícias, o governo estima que as desonerações vão acarretar uma renúncia de receita de R$ 3,8 bilhões até 2017. Durante a tramitação no Congresso, foi incluída na MP a isenção dos tributos também para empresas domiciliadas no Brasil que realizem obras e serviços de infraestrutura na cidade do Rio de Janeiro e outras operações urbanas descritas no dossiê de candidatura da cidade, mas a presidente vetou o artigo.

Segundo o Diário Oficial, o ministério da Fazenda considerou que "o dispositivo amplia benefícios fiscais para além dos compromissos assumidos pelo país e cria sistemática tributária de custosa operacionalização para transposição de questão de natureza financeira".

Os benefícios fiscais valerão para o período entre 1o de janeiro de 2013 e 31 de dezembro de 2017. Dilma também vetou artigo que determinava que os recolhimentos tributários referentes a 2012 de operações realizadas para o planejamento e organização dos Jogos poderiam ser revistos pela Receita Federal.

Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/302669_dilma-veta-isencao-fiscal-para-empresas-de-infraestrutura-dos-jogos-do-rio-em-2016

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Jornalista aponta falhas na preparação do Brasil para Copa do Mundo de 2014


Plínio Fraga ressalta dificuldade de acesso à internet nos estádios do Rio de Janeiro, prejudicando trabalho da imprensa, e falta de organização do país

A pouco mais de um ano da realização da Copa do Mundo no Brasil, o jornalista Plínio Fraga, do jornal "O Globo", ressaltou em entrevista ao "SporTV" que problemas de conectividade podem afetar a cobertura do evento esportivo.
Plínio revelou que a rede de internet dos estádios cariocas já não suporta o grande número de usuários, membros da imprensa e torcedores, que tenta enviar dados durante as partidas de menor público, como as disputadas pelos campeonatos Carioca e Brasileiro. Ele teme que a a situação se torne ainda pior e os jornalistas não consigam trabalhar durante o Mundial, caso um sistema de conexão mais potente não seja instalado.
- Em qualquer jogo no Engenhão ou no antigo Maracanã, enviar uma matéria ou foto pela internet é uma dificuldade. Na cobertura de final de Campeonato Brasileiro, conseguir um sinal de internet no estádio é muito complicado, porque todo mundo começa a transmitir coisas e dá uma espécie de apagão geral. O torcedor tenta colocar suas próprias fotos nas redes sociais e as pessoas não conseguem acesso. Imagina o volume de acesso de mídia na Copa do Mundo - observou o jornalista.
Quanto à infraestrutura do Rio de Janeiro para receber a Copa do Mundo, o jornalista acredita que o maior problema é a desorganização. Para Plínio, embora melhorias já estejam sendo feitas, o transporte carioca será uma das deficiências locais. Ele citou recentes confusões nos aeroportos da cidade como exemplos de falta de organização que não podem se repetir.
- As mudanças no transporte estão adiantadas, tudo está razoavelmente andando, o que não significa que vá funcionar, vai haver gargalos. Quanto à infraestrutura, já estamos tendo problemas graves nos aeroportos por questões de organização. Temos um problema geral de desorganização e de transparência nos gastos. Tem que haver uma fiscalização maior e mais empenho na organização, nosso ponto fraco - analisou.

Fonte: http://sportv.globo.com/site/programas/redacao-sportv/noticia/2013/01/jornalista-aponta-falhas-na-preparacao-do-brasil-para-copa-do-mundo-de-2014.html

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Alstom anuncia construção de fábrica de trens no Brasil


Instalação ocorrerá no Rio de Janeiro; 20 composições serão construídas na cidade

A empresa francesa Alstom anunciou nesta segunda-feira (3) que instalará uma fábrica no Rio de Janeiro a fim de atender, inicialmente, a encomenda da operadora de trens urbanos da cidade para a construção de 20 composições.

O anúncio foi realizado nesta segunda-feira em cerimônia que contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; o presidente de Alstom no Brasil, Marcos Costa e o presidente da operadora de trens SuperVia, Carlos José Cunha.

Segundo o acordo assinado na cerimônia, a SuperVia, uma empresa controlada pelo conglomerado Odebrecht e que opera os trens urbanos na cidade do Rio de Janeiro, investirá R$ 300 milhões na compra de 20 novas composições, com um total de 80 vagões.

Os trens já tinham sido encomendados à companhia, mas o contrato inicial previa sua construção na França e a entrega entre 2016 e 2020.

O novo contrato antecipa a entrega das composições, que terão que começar a operar em sua totalidade antes de setembro de 2014, e prevê que seja montada em uma fábrica em Deodoro, um bairro na zona norte do Rio de Janeiro.

Dos R$ 300 milhões investidos pela SuperVia, R$ 20 milhões serão destinados à construção da fábrica de trens em um terreno de 32 mil metros quadrados que a operadora ferroviária tem em Deodoro.

A Alstom, que será responsável pelo local, começará a construir a fábrica em janeiro e prevê terminá-la em sete meses.

A instalação da fábrica no Rio de Janeiro permitirá que os trens contem com, pelo menos, 70% de seus componentes de procedência nacional e a obtenção de créditos oficiais no Brasil.

O acordo também prevê a contratação e a formação de mão de obra local. Na fábrica, trabalharão cerca de 50 pessoas e o início da produção está previsto para meados do próximo ano.

"Confiamos em contar, já em 2014, com novos trens em circulação produzidos no Brasil e que ajudarão a renovar a frota da SuperVia, que atualmente conta com 29 novos trens", afirmou o presidente da operadora ferroviária.

"A instalação da fábrica em Deodoro gerará benefícios tanto para a indústria ferroviária brasileira, já que favorecerá o crescimento do setor e gerará novos empregos, como para nossos passageiros", acrescentou Cunha.

Os trens que a Alstom irá construir no Rio de Janeiro contarão com desenho inovador, ar condicionado, passadiços entre os vagões, telas de televisão e capacidade para 250 passageiros em cada composição, segundo um comunicado do governo do Rio de Janeiro.

Os vagões serão integrados em comboios de entre quatro e oito carros, que serão dotados de piloto automático que permite controlar a aceleração, assim como manter uma velocidade regular e frear com suavidade.

"A Alstom está comprometida com o desenvolvimento do transporte público brasileiro há décadas. Agora, temos a oportunidade de reforçar nossa presença com um importante projeto e uma nova unidade fabril", afirmou o presidente no Brasil da multinacional francesa.

O investimento na fábrica e os 20 novos trens fazem parte de um acordo entre a SuperVia e o governo do Rio de Janeiro para investir R$ 2,4 bilhões na modernização do sistema ferroviário de passageiros. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11129/ALSTOM+ANUNCIA+CONSTRUCAO+DE+FABRICA+DE+TRENS+NO+BRASIL.html

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Infraero publica edital para novas reformas no aeroporto de Manaus


Obras irão ampliar estacionamento em 43% e terminal 2 em 90%

A Infraero publicou, na semana passada, edital de licitação para contratar a empresa responsável pelo projeto executivo e pela execução da reforma e ampliação do terminal de passageiros 2 e do estacionamento do aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus.

O certame será realizado nos moldes do Regime Diferenciado de Contratações (RDC). O edital foi publicado no Diário Oficial da União da última quinta-feira (8).

Para o gerente de Empreendimentos da Infraero, Adelcio Guimarães, "objetivo é prover condições e nível de conforto adequados para atendimento pleno aos passageiros que utilizam o terminal". 

Além da ampliação do estacionamento de veículos em 43%, as intervenções abrangem a climatização do saguão de embarque e desembarque, as adequações às normas de acessibilidade e a construção de uma praça de alimentação.

Quando estiver pronta, a nova área do terminal 2 do aeroporto de Manaus será ampliada em 90%, passando de 3.658 m² para 6.959 m².

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11032/INFRAERO+PUBLICA+EDITAL+PARA+NOVAS+REFORMAS+NO+AEROPORTO+DE+MANAUS.html

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Fifa teme novo apagão durante a Copa


Queda de energia na semana passada afetou Fortaleza, Natal, Recife e Salvador

O apagão que aconteceu no Nordeste do país na semana passada preocupa a Fifa, de acordo com o jornal "Folha de S.Paulo". 

A entidade se queixou porque o problema aconteceu no último dia 25 em quatro sedes da Copa na região: Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. Alguns dias antes, Brasília também foi afetada por uma falha na distribuição de energia.

A Fifa tem o receio de que os apagões voltem a acontecer novamente durante a Copa da Confederações e a Copa do Mundo. 

O governo federal se defende dizendo que autorizou, na última sexta-feira (26), as empresas estaduais de energia elétrica a contratarem empréstimos de até R$ 850 milhões para melhorar o fornecimento de energia.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10964/FIFA+TEME+NOVO+APAGAO+DURANTE+A+COPA.html

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Governo do Amazonas discute demanda do setor de energia


Encontro desta segunda-feira aborda o andamento das obras de transmissão e distribuição

O governo do Amazonas discute na tarde desta segunda-feira (8) o atendimento das demandas do setor de energia durante a Copa do Mundo. O encontro terá a participação do secretário de Energia Elétrica do Ministério das Minas e Energia (MME), Ildo Wilson Grüdtner, e de representantes das Transmissoras de Energia Elétrica da Região Norte.

De acordo com o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP-Copa), Miguel Capobiango Neto, a reunião tem o objetivo de avaliar o andamento das obras de transmissão e distribuição para garantir o suprimento durante a Copa em Manaus. 

Um dos temas é a chegada do Linhão de Tucuruí, prevista para o ano que vem. Nesta mesa, ocorrerá um debate entre representantes das Linhas de Macapá Transmissora de Energia S.A, Linhas de Xingú Transmissora de Energia S.A., Manaus Transmissora de Energia S.A. e Eletrobrás Eletronorte.

Manaus será palco de quatro jogos da Copa do Mundo. A Arena da Amazônia segue com 45% de obras executadas. O término da obra está previsto para dezembro de 2013.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10852/GOVERNO+DO+AMAZONAS+DISCUTE+DEMANDA+DO+SETOR+DE+ENERGIA.html

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Cenoura & Bronze mantém aporte a projeto de Virna


Por Mauro Zafalon

A empresa Cenoura & Bronze, pertencente à gigante Hypermarcas, permanecerá apoiando o projeto Virna Vôlei, iniciativa de caráter social da ex-jogadora de voleibol Virna. O aporte, contudo, é realizado sobretudo de maneira estrutural, mas a companhia também faz ações em que o público pode brincar com a ex-atleta e ganhar prêmios, entre outras atrações.  

“A marca Cenoura & Bronze fornece toda a infraestrutura necessária para o treinamento de crianças carentes, desde a equipe técnica até a infraestrutura de um ponto específico na praia, com rede, bolas, marcação de quadra, professores especializados e protetor solar adequado”, afirmou Bernard Paiva, diretor comercial da ESM, agência de marketing esportivo responsável pela execução do projeto.

“A Virna, com o apoio da Cenoura & Bronze, realizou seu grande sonho: uma escolinha de vôlei de praia para crianças carentes no Rio de Janeiro. Contando com a colaboração de profissionais capacitados, ela usa a experiência adquirida nas quadras e nas areias para ensiná-las”, acrescentou Paiva.

Com a renovação do patrocínio da empresa, a iniciativa, que atendia 35 jovens, passará a atender 50. Todos são moradores das comunidades de Pavão e Pavãozinho e têm de sete a 12 anos.

A seleção dos pequenos é realizada através do rendimento escolar e com proveniência obrigatória de escolas municipais. O acompanhamento do desempenho também é feito pela coordenação do projeto, como forma de incentivar a evolução disciplinar. As aulas do Virna Volei acontecem na praia de Copacabana.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27017/Cenoura---Bronze-mantem-aporte-a-projeto-de-Virna/index.php

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Imagina na Copa!


Por Erich Beting

O bordão já virou prática em qualquer lugar do país. Até mesmo a Ambev brincou com isso no comercial que fez sobre o evento. Mas o fato é que a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos representam só mais um dos problemas atuais do Brasil que cresce a taxas altas mas não tem o seu desenvolvimento acompanhado, especialmente, no setor de infraestrutura.

O anúncio de que Brasília desistiu do projeto de construir um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos ou “Aerotrem”, como prega o Levi Fidélix) é mais um reforço do bordão que começa a ser o fato que mais une o país em torno da Copa.

Precisamos melhorar a infraestrutura das cidades não por causa dos megaeventos esportivos, mas porque, atualmente, não temos mais como comportar o crescimento que vivemos nos últimos 30 anos no país. E aí entra o inevitável “imagina na Copa”.

No final das contas, os megaeventos pagam o pato e canalizam uma sensação de insatisfação do brasileiro com o seu país que independe desses eventos. Na verdade, o anúncio de investimentos bilionários na Copa e na Olimpíada serve de complicador da história. E, com a falta de planejamento da execução dos projetos ligados aos eventos, o clima de insatisfação só aumenta.

Do jeito que estão caminhando as coisas, é mais do que necessário o governo começar uma campanha para mostrar o que foi feito até agora para a população por conta dos megaeventos. Do contrário, imagina depois da Copa como será aguentar a bronca da população ao ver que o evento passou e nada mudou…

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/09/28/imagina-na-copa/

Niterói Rugby está mais perto de ganhar sede


Projeto foi aprovado na Câmara e depende de sanção do prefeito

Por Isabel de Araújo

Os atletas do Niterói Rugby fecharam a semana com chave de ouro. Na terça-feira, a Universidade Federal Fluminense (UFF) reparou os postes que iluminam a quadra de treinamento dos jogadores, no campus do Gragoatá. Na quarta-feira, os vereadores aprovaram o projeto de concessão de um terreno, em Itacoatiara, para a construção da sede do clube. O projeto depende apenas da sanção do prefeito Jorge Roberto Silveira.
A votação do texto que solicitou a cessão do terreno para a equipe causou comoção na Câmara dos Vereadores. Os jogadores lotaram a plenária e vibraram muito quando ouviram o aguardado sim dos parlamentares. O clube lutava pelo espaço há duas décadas.
— A votação a nosso favor na Câmara foi a maior vitória do Niterói Rugby em toda a sua história. Treinávamos nesse terreno há 20 anos, mas fomos impedidos de usar o espaço. Finalmente teremos nosso campo. Poderemos construir uma sede própria e ter lugar para guardar nossos troféus. Além disso, vamos fazer uma quadra para o time de handebol treinar — comemora Daniel Gregg, jogador do clube e da Seleção Brasileira.
Criado em 1973, o Niterói Rugby coleciona vitórias e tem jogadores de alto nível que integram os quadros da Seleção Brasileira. Eles poderão fazer parte do time que jogará as Olimpíadas do Rio, em 2016, na reestreia da modalidade em Jogos Olímpicos, depois de 88 anos. A equipe conquistou pela 19ª vez o Campeonato Estadual. Além de ter a hegemonia no estado, venceu a competição nacional seis vezes. Já o time feminino, criado em 1997, levantou o título nacional apenas uma vez, em 2004. Em março do ano passado, foi anunciada a fusão com a equipe UFF Rugby.
Há seis anos, eles treinam, todas as noites de terças e quintas, no Gragoatá. Em julho, O GLOBO-Niterói mostrou a dificuldade das equipes, que chegavam a treinar até mesmo no escuro. Dos 12 postes da área, apenas metade ficava acesa, para economizar energia, segundo justificou a universidade, na época da reportagem. Na semana passada, a UFF fechou uma parceria com a Ampla para resolver o problema da iluminação.
— A Ampla nos forneceu todo o equipamento e trocamos todas as lâmpadas dos 12 postes. Agora, o campo está bastante iluminado e acredito que atendemos a demanda das equipes que treinam ali — comenta o prefeito do campus, Mario Ronconi.
Procurado, o prefeito Jorge Roberto Silveira não se pronunciou sobre o projeto de concessão do terreno, que pertence à prefeitura.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/niteroi/niteroi-rugby-esta-mais-perto-de-ganhar-sede-6234172#ixzz282tX2zTP 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Rio Grande do Sul investe R$ 235 milhões em energia para a Copa


Com financiamento do BID, projeto vai criar novas subestações e otimizar infraestrutura energética

O governo do Rio Grande do Sul vai investir R$ 235 milhões em melhorias na infraestrutura energética e em cinco novas subestações na região metropolitana de Porto Alegre, por meio do programa Pró-Energia da CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica). O contrato foi assinado na última quarta-feira (19) entre a empresa e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), financiador do projeto. 

De acordo com o governo local, a melhoria na infraestrutura energética é essencial para a Copa do Mundo na cidade de Porto Alegre. "Acreditamos que é muito importante para o futuro alavancar a energia no estado, pois agora as demandas serão crescentes, considerando a realização da Copa, por exemplo", disse o encarregado do BID no Brasil, Juan Carlos de La Hos Vinas.

Além deste investimento, estão previstas a implantaçãode 14 novas subestações de energia, ampliação e adequações em outras dez, construção de 19 linhas de transmissão, substituição de 438 equipamentos e sistema de telecomando e supervisão em 20 subestações.

O programa Pró-Energia vai beneficiar mais de 1,5 milhão de pessoas, sendo 640 mil em Porto Alegre.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10748/RIO+GRANDE+DO+SUL+INVESTE+R+235+MILHOES+EM+ENERGIA+PARA+A+COPA.html

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Guarani convoca torcida para lançamento do CT


Por Rodolfo Gomes

Prestes a lançar seu novo CT, que terá novos vestiários e uma mini arquibancada, o Guarani convocou os torcedores para conhecer as novas imediações, com direito a dois chopes por pessoa, no próximo sábado, às 9h. 

O CT foi remodelado para poder receber jogos das categorias de base do clube e, assim, preservar o gramado do estádio Brinco de Ouro. 

Embora esteja preparada para receber 2 mil pessoas, a diretoria do time campineiro espera cerca de 1,6 mil torcedores no lançamento.

O evento antecede a abertura das vendas da nova camisa e a partida diante do Vitória-BA, que também acontecem no próximo sábado, 15.   

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26773/Guarani-convoca-torcida-para-lancamento-do-CT/index.php

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Câmara fiscaliza obras para Copa do Mundo e Olimpíada


Infraestrutura requerida, a aplicação de dinheiro público e os prazos são alguns temas discutidos

A infraestrutura requerida, a aplicação de dinheiro público, o cumprimento do prazo das obras e sua sustentabilidade, o sistema de transportes, a capacitação de trabalhadores e o aumento no número de turistas durante o mundial foram alguns dos temas discutidos na Câmara. O andamento de algumas obras também foi conferido em visitas de parlamentares às cidades-sede da Copa.

O governo federal garante que o Brasil não fará feio. “O calendário está em dia, não há atraso. Nós acompanhamos as obras semanalmente”, diz o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. “Temos apenas o plano A, que é concluir tudo antes do prazo. Há as obras essenciais para a Fifa [Federação Internacional de Futebol] e as que o governo acrescentou, como a ampliação de aeroportos e a infraestrutura de acesso aos estádios.”

O governo promete entregar até 85% das obras até 2013, mas até abril desse ano só 20% delas haviam sido concluídas. “Temos ciência de que algumas obras estão atrasadas”, admite o assessor especial de Grandes Eventos do Ministério do Esporte, Eugenius Kaszkurewicz.

“Os relatórios do Tribunal de Contas da União são assustadores, eles mostram que há problemas de atraso”, afirma o jornalista esportivo José Cruz. Ele também critica a falta de informações dos órgãos do governo. “A transparência existe, mas com atraso de seis, sete, oito meses. Então, contrariando o discurso do então presidente Lula de que teríamos a Copa mais transparente, isso não está acontecendo.”

Estádios
Os estádios das 12 cidades-sede receberão R$ 6,8 bilhões. O ministro Aldo Rebelo reforça que seis deles – os de Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e Recife – serão entregues até fevereiro de 2013, a tempo da Copa das Confederações, marcada para o próximo ano.

Os outros seis – em Cuiabá, Manaus, São Paulo, Natal, Porto Alegre e Curitiba – têm entrega prevista até o fim de 2013.

Em relação aos estádios, os deputados estão tranquilos. Eles acreditam que as arenas realmente ficarão prontas no prazo “[No Maracanã] já foram concluídos 59% das obras e as irregularidades encontradas pelo TCU [Tribunal de Contas da União] foram corrigidas”, exemplifica o presidente da Subcomissão Permanente da Copa de 2014 e Olímpiadas de 2016, deputado Marcelo Matos (PDT-RJ). O Maracanã, no Rio de Janeiro, foi uma das obras visitadas pelos parlamentares.

A subcomissão presidida por Matos é vinculada à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Até o fim do ano, o grupo deve concluir um relatório sobre a situação dos aeroportos de Guarulhos e de Brasília, que ainda serão visitados.

Os parlamentares também estão tranquilos quanto à ampliação de aeroportos das cidades-sede. Conforme os dados do governo, 85% dos empreendimentos serão concluídos até 2013. Os investimentos no setor somam R$ 7,4 bilhões, sendo R$ 3,6 bilhões do setor privado.

No entanto, um levantamento da Embratur estima que no dia do jogo da abertura da Copa do Mundo, que acontecerá em São Paulo, essa capital vai receber 600 voos a mais do que os programados. "Nós temos aeroportos preparados para receber esses voos?” pergunta o jornalista José Cruz.

Eugenius Kaszkurewicz garante que não haverá problemas. “Vários aeroportos subsidiarão esse movimento durante a Copa, inclusive bases militares que também serão utilizadas.”

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10688/CAMARA+FISCALIZA+OBRAS+PARA+COPA+DO+MUNDO+E+OLIMPIADA.html

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ministério do Esporte deve deliberar só no dia 18


A previsão é que o Ministério do Esporte analise e delibere sobre o pedido do Governo do Estado do Ceará de mudança na Matriz de Responsabilidades das obras da Copa 2014, em reunião do Grupo Executivo da Copa do Mundo (Gecopa), que acontece no próximo dia 18 de setembro.

O Governo Estadual enviou, na última quarta-feira, ofício ao Ministério solicitando que, em virtude da falta de concordância com a Prefeitura, as desapropriações na Via Expressa fiquem a cargo da gestão municipal. A Matriz de Responsabilidades aponta que é dever do Estado a realização das desocupações da área para a construção de quatro túneis do corredor Norte/Sul e do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) Parangaba/Mucuripe.

O documento do Ministério do Esporte foi assinado em 2010 por União, Estado e Município. Todo o impasse começou quando a Prefeitura de Fortaleza afirmou que as obras da Via Expressa estavam paradas (cabe ao Município a construção dos túneis e recuperação da via) em razão de o Estado não ter realizado as desapropriações.

´Equívoco´

Na última terça-feira (4), o Governo Estadual havia alegado que, como a gestão municipal iria realizar intervenções no local, deveria arcar com as desocupações também. E disse se tratar de equívoco as definições presentes na Matriz. Porém, conforme publicação no Portal da Transparência Copa 2014 da Controladoria Geral da União (CGU), as desapropriações referentes à implantação do VLT são de responsabilidade do Estado.

Enquanto isso, as obras, que têm prazo de término, continuam sem definição de início. E o impasse fica sem solução, já que o Governo Estadual aguarda a deliberação do Ministério do Esporte e o Municipal, as desocupações dos imóveis para dar o ponto de partida nas obras.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1178709

Bradesco pede ‘cumplicidade do bem’ em megaeventos


Por Guilherme Costa

A infraestrutura esportiva preocupa. As intervenções urbanas são outro tema que merece atenção especial. Contudo, o Bradesco resolveu concentrar atenção em outro aspecto da preparação do Brasil para receber a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016: a criação de um sentimento nacional em torno dos megaeventos.

O tema foi levantado por Jorge Nasser, diretor de marketing da instituição financeira, no último sábado. Ele fez uma rápida intervenção na segunda edição do Fórum Nacional do Esporte, evento organizado pelo grupo Lide.

“Está na hora de termos uma cumplicidade do bem. Nós aprendemos a vibrar apenas com o primeiro lugar e criticar os medalhistas de bronze, por exemplo. Chegou o momento de assumirmos um papel e mudarmos esse comportamento. Como disse Nelson Rodrigues, nós somos um Narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Precisamos desenvolver esse sentimento”, disse o executivo.

Como exemplo, Nasser citou a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu). A entidade é uma das seis que o Bradesco patrocina via Lei de Incentivo ao Esporte. “Muita gente vem me perguntar por que o rúgbi. Eu sempre respondo com outra pergunta: por que não?”, relatou.

A defesa de um sentimento nacionalista tem relação com o que o Bradesco espera para os megaeventos – o banco é patrocinador dos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro. Prova disso é que esse tema também permeia a campanha de comunicação da instituição financeira para o esporte em 2012, sintetizada pelo slogan “Agora é BRA”.

“A campanha traduz o compromisso com a brasilidade, algo importante para os Jogos Olímpicos e para o banco”, resumiu Nasser.

Em palestra no fórum, o tema também foi abordado por Cândido Leonelli, diretor-executivo de marketing do Bradesco: “O que me marcou muito em Londres foi a valorização do orgulho nacional. A população local estava realmente envolvida com o evento”.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26699/Bradesco-pede-%E2%80%98cumplicidade-do-bem%E2%80%99-em-megaeventos/index.php

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Obras da Infraero são as primeiras a usar o RDC


Atualmente, a estatal tem 20 licitações pelo novo regime: 10 já foram homologadas

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que gerencia a maioria dos aeroportos nacionais, é o primeiro teste para o Regime Diferenciado de Contratações (RDC, Lei 12.462/11). Atualmente, a estatal tem 20 licitações pelo novo regime. Dessas, 10 já foram homologadas, 3 estão em fase de julgamento e 1 aguardando sessão de abertura.

As principais obras são a reforma e modernização de um terminal de passageiros do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro; e a reforma e a ampliação do terminal de passageiros e do pátio de aeronaves do aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza. Com a adoção do RDC, a estatal estima que houve economia de R$ 96 milhões (13,19%) em relação aos valores previstos.

De acordo com o superintendente de Licitações e Compras da Infraero, José Antonio Pessoa Neto, outra vantagem foi a redução do processo de contratação de 120 para 60 dias. “Um ganho de tempo e eficiência no processo de contratação, além da possibilidade de obter melhores preços nas etapas de lances e negociações”, afirma.

O tempo médio de uma licitação com as regras do RDC tem sido de 70 dias corridos, contado da data de publicação do edital até a respectiva homologação do processo. “Esse prazo é muito inferior quando comparado com o das modalidades convencionais [45% menor em relação à concorrência e 35% inferior em relação à tomada de preços].”

Ele também elogia a adoção da contratação integrada pelo novo regime. Segundo Pessoa Neto, a avaliação de sobrepreço com o novo regime não é feita sobre preço unitário de qualquer peça, como pregos e parafusos, mas somente dos itens considerados relevantes, além do preço global.

O líder da Minoria, deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), no entanto, afirma que esse lucro da Infraero é fictício, já que não foi declarado qual seria o valor da licitação para a sociedade.

Ele também questiona a legitimidade do processo licitatório, pela falta de projeto básico. Segundo Thame, empresas que já tenham feito licitação com a estatal terão mais facilidade para ganhar o edital e fazer a obra. “Essa empresa tem condições desiguais para ganhar”.

Em nota, o Ministério do Planejamento avalia que o RDC é um avanço para ampliar a competitividade e agilidade das licitações e a eficiência das contratações.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10661/OBRAS+DA+INFRAERO+SAO+AS+PRIMEIRAS+A+USAR+O+RDC.html

sábado, 1 de setembro de 2012

Prefeitura do Rio finaliza etapa do BRT Transcarioca


Alça do mergulhão Billy Blanco, próxima ao terminal Alvorada, será inaugurada no domingo

A Secretaria Municipal de Obras do Rio de Janeiro vai inaugurar no próximo domingo (2) uma alça do mergulhão Billy Blanco, próxima ao terminal Alvorada, local de onde sairão os veículos do BRT Transcarioca. As obras da linha chegaram a 32%

O novo mergulhão tem 670 metros de extensão e oito metros de largura no entroncamento das duas alças até o final da estrutura. Na entrada, conta com as duas alças, com uma faixa em cada uma. Na saída, há uma pista com duas faixas. 

A obra custou R$ 80 milhões e contou com 350 operários. Em julho, a prefeitura entregou a primeira etapa do mergulhão. Os trabalhos tiveram duração, no total, de 17 meses.

Há quatro meses, o mergulhão do Campinho e o viaduto Negrão de Lima, que também fazer parte do trajeto da Transcarioca, foram inaugurados. Na ocasião, o BRT Transcarioca chegou a 27,5% de execução. 

A avenida Ayrton Senna terá também uma ponte estaiada de 300 metros de extensão, com conclusão prevista para dezembro deste ano. Orçada em R$ 120 milhões, a obra vai conectar as lagos de Jacarepaguá e da Tijuca. A primera etapa do BRT ainda inclui a construção de quatro viadutos e a urbanização das áreas.

A Transcarioca terá 39 quilômetros, 45 estações e três terminais. De acordo com a prefeitura, o sistema vai transportar 400 mil passageiros por dia e deve diminuir pela metade o tempo de viagem entre a Barra da Tijuca e o aeroporto do Galeão, que hoje é de duas horas.

A conclusão da linha está prevista para o final de 2013 e o investimento total é de R$ 1,5 bilhão, com financiamento de R$ 1,18 bilhão do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A obra está incluída na Matriz de Responsabilidades da Copa.

O Rio terá mais três linhas de BRT (Transoeste, Transbrasil e Transolímpica) prontas até dezembro de 2015. Além disso, ocorrerá a expansão da linha 4 do metrô, ligando a zona sul à Barra da Tijuca, com passagem por São Conrado. O objetivo é interligar os três principais modais da cidade: trem, metrô e ônibus.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10635/PREFEITURA+DO+RIO+FINALIZA+ETAPA+DO+BRT+TRANSCARIOCA.html

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Obras de ampliação avançam no aeroporto de Manaus


Segundo a Infraero, 15 frentes de trabalho estão em andamento; intervenção está 25% concluída

As obras no aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, entraram em nova fase na última semana após o início dos trabalhos na avenida Santos Dumont, via localizada em frente ao terminal de passageiros 1 que receberá um estacionamento.

A reforma do aeroporto está em andamento há nove meses e atingiu a marca de 24,72%, segundo a Infraero. São 15 frentes de trabalho em execução. As três maiores envolvem a construção do novo saguão de embarques e desembarques, o novo estacionamento e o viaduto de acesso ao terminal. 

O Eduado Gomes também passa por demolições e escavações, além de ampliações das áreas e terraços leste e oeste. O estacionamento, por sua vez, será ampliado em quase 167 mil m² e contará com 2,67 mil vagas. Também está prevista a instalação de duas novas pontes de embarque, 11 novas escadas rolantes, 15 novos elevadores e sete novas esteiras de restituição de bagagem.

Em relação às frentes de trabalho em andamento, as ampliações leste e oeste, que abrigarão as áreas em que serão feitos os embarques e desembarques remotos, já se encontram com a instalação das estruturas de concreto e alvenaria próxima da conclusão, abrindo espaço para os serviços de estruturas metálicas e cobertura. 

As ações de demolição já abriram o espaço para construção da área de desembarque internacional. Os trabalhos de construção de pré-moldados, por sua vez, também estão em estágio avançado: sapatas, pilares e vigas já estão todos prontos, e lajes e muros já estão em fase final de fabricação.

As obras do terminal de passageiros, orçadas em R$ 316 milhões, começaram em novembro de 2011. Com a ampliação, o terminal passará de 39,5 mil m² para 97,2 mil m². Assim, o aeroporto de Manaus terá capacidade de 13,5 milhões de passageiros por ano.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10611/OBRAS+DE+AMPLIACAO+AVANCAM+NO+AEROPORTO+DE+MANAUS.html