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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ministério de Esporte lança projeto de criação de centros esportivos


O Ministério do Esporte lançou um programa para a construção de diversos Centros de Iniciação ao Esporte (CIE), cujo objetivo é desenvolver algumas modalidades e deixar um legado da realização dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, a outros municípios do país, não apenas a capital carioca. A candidatura das cidades foi aberta nesta segunda-feira.
O CIE faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as cidades elegíveis estão dentro do Grupo 1, ou seja, integrantes das regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Campinas, Baixada Santista, Curitiba, Porto Alegre, Distrito Federal e Região Integrada do Entorno do Distrito Federal; também cidades com mais de 70 mil habitantes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; e aquelas com mais de 100 mil habitantes no Sul e Sudeste.
A preferência para a escolha dos municípios serão áreas de vulnerabilidade social. O programa prevê a contratação de 300 instalações ainda neste ano, com investimento de R$ 800 milhões. O CIE terá parâmetros oficiais para detectar novos talentos, estimular a formação de atletas e comportar a realizações de competição.
Os ginásios poliesportivos e as demais estruturas deverão desenvolver 13 modalidades olímpicas, sete paraolímpicas e uma não-olímpica. Há três opções de módulo para o projeto, com áreas de 2,5 mil m², 3,5 mil m² e 7 mil m², e custos de R$ 2,4 milhões, R$ 2,6 milhões e R$ 3,2 milhões, respectivamente. A prefeitura deverá escolher o que melhor se enquadra nas características do município, de acordo com o tamanho de terreno disponível.
As inscrições dos municípios interessados em receber os CIEs podem ser feitas no portal do Ministério do Esporte, até o dia 5 de abril.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/ministerio-de-esporte-lanca-projeto-de-criacao-de-centros-esportivos,e53d737e1a0ac310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Estádio de Londres-2012 não deve reabrir até 2016


Apesar do grande sucesso dos Jogos Olímpicos realizados neste ano, a cidade de Londres já começa a enfrentar problemas para garantir um legado positivo para as instalações utilizadas no evento.

Na última quarta, Dennis Hone, diretor executivo da LLDC, organização responsável pelo legado dos Jogos, declarou à imprensa inglesa que o Estádio Olímpico de Stratford, principal recinto utilizado nos Jogos, não deve poder ser utilizado pelos próximos três a quatro anos. No melhor dos casos, o estádio estaria disponível à partir de agosto de 2015.

Segundo Hone, a principal justificativa para isso são as dificuldades encontradas por parte das autoridades britânicas para determinar qual será a instituição que fique a cargo do estádio. São quatro as entidades interessadas: os clubes de futebol West Ham United e Leyton Orient, além da universidade UCFB College os Football Business e a empresa Intelligent Transport Services, que deseja utilizar o recinto para a realização de eventos automobilísticos. Executivos da liga norte-americana de futebol americano (NFL) também mostraram seu desejo por realizar partidas oficiais no Estádio Olímpico, mas a possibilidade foi descartada por Hone.

O West Ham, clube da Premier League inglesa, corre como favorito para receber os direito de arrendamento do estádio.  Mas, de acordo com Hone, caso o clube seja finalmente o escolhido, o recinto teria de permanecer fechado por mais um ano, até 2016, para poder receber as adaptações necessárias para abrigar um clube de futebol.

“Nós temos que assegurar a melhor opção à longo prazo e pelo melhor valor para o estádio. Mas é importante lembrar, que este é um acordo válido por um período de cem anos, então temos que escolher corretamente. Não queremos olhar pra trás daqui cinco anos e ver que fizemos a escolha errada”, disse Hone. “Portanto, se o processo levar alguns meses a mais, que assim seja. Se epnsamos que são cem anos, alguns meses não farão muita diferença”, completou o diretor.

Apesar de confirmar o atraso, o executivo reafirmou o compromisso feito com a Federação Inglesa de Atletismo para a realização de eventos no estádio. O recinto também está programado para receber o campeonato mundial da modalidade em 2017.

O Estádio Olímpico de Stratford está localizado na zona leste da cidade de Londres e, durante os Jogos Olímpicos, contou com capacidade para 80 mil pessoas.  A construção do recinto levou cerca de três anos para ser concluída e custou aproximadamente 490 milhões de libras aos cofres públicos ingleses.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/27/27476/Estadio-de-Londres-2012-nao-deve-reabrir-ate-2016/index.php

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A chantagem do esporte aos entes públicos


Por Erich Beting

Há algumas semanas, após a realização do UFC no Rio de Janeiro, Dana White, presidente da competição de lutas, afirmou que estava tendo dificuldades para fazer com que a cidade de São Paulo abrigasse um evento da empresa. A frase do chefão do MMA foi a seguinte:

“Estamos tendo problemas para ir a São Paulo, queremos ir para lá, estamos tentando! Faça aqueles governantes de lá ajudarem”, disse, entre risos.

A frase de White expõe uma realidade do esporte em todo o mundo, em especial nos Estados Unidos, e que felizmente aqui no Brasil não consegue ter eco na opinião pública. A força da realização de um evento esportivo faz com que, muitas vezes, o esporte chantageie os entes públicos para conseguir ter facilidades para fazer com que ele aconteça num determinado local. Em tempos de aproximação de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos por aqui, cresce o debate sobre a participação da esfera pública no financiamento do esporte de alto rendimento.

Nos EUA, é absolutamente comum a cidade ser pressionada para receber um time ou uma competição. Austin, no Texas, por exemplo, foi praticamente obrigada a investir quase US$ 200 milhões na construção de um autódromo para abrigar uma etapa da Fórmula 1 (a corrida acontece no próximo dia 18). A explicação dos gastos é a geração de receita a partir da realização da corrida de F1 na cidade, com a movimentação do turismo, do pagamento de impostos, etc.

Já na Europa, a profissionalização do esporte levou também ao surgimento de fenômeno parecido. Munidos de informações mais precisas sobre o impacto positivo da realização de um determinado evento, os executivos do esporte pressionam os governos a fazer investimentos ou conceder benefícios para que consigam pagar menos para alcançar seus objetivos.

É o tal conceito do “pão e circo” que domina a humanidade desde os tempos da Roma Antiga. Na gestão moderna de eventos esportivos, o conceito de que é função de governo ajudar a investir no entretenimento das pessoas ganha força. Em troca de popularidade, o governante muitas vezes cede aos caprichos do organizador e atende à “chantagem”.

Aqui no Brasil a moda ainda não pegou. A maior explicação para isso é, sem dúvida, a falta de capacitação de quem gerencia o esporte em mostrar para a esfera pública o benefício de investir nisso. O único caso até agora, e que causou imensa repercussão negativa, foi o pacote de isenções fiscais ao estádio do Corinthians para a Copa do Mundo. A prática, porém, vai começar a ser cada vez mais comum, especialmente depois dos megaeventos, que trabalham ferozmente esse conceito.

Essa prática, aliás, talvez seja um dos legados que Copa e Olimpíada deixarão para o país. Infelizmente.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/11/01/a-chantagem-do-esporte-aos-entes-publicos/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Estudo aponta para risco de legado negativo pós-2014


Por Erich Beting

O Brasil precisa, urgentemente, aumentar a frequência de torcedores nos estádios se quiser ter um impacto positivo com a realização da Copa do Mundo no país. Esse é o principal resultado de um estudo inédito feito sobre os 12 estádios que abrigarão os jogos do Mundial.

O relatório faz parte do levantamento “World Stadium Index”, criado neste ano pelo Instituto Dinamarquês de Estudos do Esporte (IDAN ) para mapear o uso de arenas esportivas após os megaeventos. O Brasil foi alvo de um estudo à parte que será apresentado na próxima quarta-feira, durante uma conferência que será realizada no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, e organizada pela entidade dinamarquesa Play The Game, que defende a transparência no esporte.

Segundo o relatório enviado com exclusividade à Máquina do Esporte pelos pesquisadores Jens Alms e Jens Sejer Andersen, o Brasil corre sério risco de ter 12 “elefantes brancos” após a realização da Copa do Mundo. A perspectiva, aliás, é de que os estádios brasileiros fiquem abaixo do índice médio obtido no relatório mundial do IDAN.

Segundo os pesquisadores, nenhum estádio brasileiro alcançará a média internacional de 13.4 pontos do ranking, o que significa que, durante um ano, o estádio só receberá o número de torcedores que corresponde a 13,4 vezes a capacidade total dele.

“Para evitar o aparecimento de mais elefantes brancos, deveria ter sido previsto o uso de mais estádios já existentes para a Copa do Mundo. Na África do Sul o mesmo erro foi cometido pela Fifa, que priorizou a construção de novas arenas”, dizem os autores do estudo.

Uma vez que boa parte das arenas construídas para a Copa de 2014 são novas (apenas Beira-Rio e Arena da Baixada foram reformadas, sendo que o Maracanã e o Mineirão só preservaram as fachadas). Para chegar ao número, os pesquisadores basearam-se na média de público dos clubes que deverão usar os estádios após o término da Copa do Mundo.

Na visão de Alms e Andersen, as situações mais preocupantes são da Arena da Amazônia (Manaus), da Arena Pantanal (Cuiabá), do Estádio das Dunas (Natal) e do Estádio Nacional de Brasília.

“As regras estabelecidas pela Fifa não estão em harmonia com a demanda futura dos estádios assim que a Copa do Mundo acabar. A base de audiência desses estádios é muito pequena. Os clubes-âncoras são equipes nas séries B, C e D, com média de público de 2 mil a 4,5 mil torcedores por partida. Mesmo em casos em que o estádio é dividido com outros clubes, é impossível que eles terão público suficiente”, afirmam os autores do estudo.

O caso do estádio de Brasília é, para os autores, o mais emblemático:

“Mesmo que ele foque em shows e eventos culturais, são poucos os eventos que levarão de 60 a 70 mil pessoas semanal ou mensalmente”.

Alms e Andersen ressaltam que o estádio com maior chance de ter um bom legado depois da  Copa é a Arena Corinthians, em Itaquera. Por conta da alta média de público do clube em 2011 (cerca de 30 mil torcedores), a expectativa é de que o novo estádio consiga ter sua taxa de ocupação mais alta.

Veja a seguir o ranking dos estádios brasileiros:
Ranking


Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/copadomundo/27/27262/Estudo-aponta-para-risco-de-legado-negativo-pos-2014/index.php

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Copa 2014 deixará importante legado ao Paraná, diz secretário


Em evento realizado nesta quarta-feira (10) para empresários no Fórum de Marketing Esportivo, promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), em Curitiba, o secretário estadual da Copa, Mario Celso Cunha, falou sobre a importância de se conquistar um legado para a sociedade paranaense com a realização do Mundial na capital, em 2014. “Nossa maior preocupação é com a captação de recursos, visando os diversos tipos de legado para o Estado”, disse o secretário. 

O secretário lembrou que a Fifa vai selecionar 7 mil voluntários para a Copa das Confederações e mais 15 mil para a Copa do Mundo de 2014. Segundo ele, o Brasil bateu um recorde de inscrições de voluntários, com 130 mil cadastrados. Na Alemanha, em 2006, foram 48 mil inscritos, e na África do Sul um total de 70 mil inscritos. “A partir de dezembro o COL/Fifa entrará em contato com os candidatos para uma avaliação preliminar e, depois de aprovados, uma segunda etapa de treinamentos acontecerá”, disse Cunha. 

O encontro foi na sede da Amcham Curitiba e reuniu dezenas de pessoas ligadas a diretorias de grandes empresas, como Grupo Positivo, IBM, Kraft, Nutrimental, Philip Morris Internacional, GRPCom, Siemens, Spaipa, Cimentos Itambé e tantas outras. 

Em seu quadro nacional de associados a Câmara Americana de Comércio conta com 5.200 empresas, das quais 420 são paranaenses. “O Fórum de Marketing pretende mensurar as oportunidades, através de cases bem sucedidos, de forma a inspirar os associados para que tirem o máximo de proveito de um megaevento como a Copa, que indubitavelmente atrairá os olhos do mundo, abrindo assim muitas portas para o futuro”, disse a coordenadora do evento, Flávia Maciel.

Fonte: http://www.aquisudoeste.com.br/ESPORTES/copa_2014_deixara_importante_legado_ao_parana_diz_secretario,9740.html

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Com a cabeça em 2016


Projeto da Confederação Brasileira da modalidade nas Vilas Olímpicas da cidade pretende levar a modalidade a mais de 18 mil crianças de baixa renda

Por Lorrane Melo

Difícil acreditar, mas o que faz mesmo sucesso com as crianças e adolescentes das Vilas Olímpicas do Distrito Federal é o tênis — o esporte ganha até do futebol. Com a bolinha e a raquete na mão, eles sonham em ser o novo Gustavo Kuerten. As vagas para a modalidade, considerada de elite, acabam em poucas horas. Inspirada no sucesso do tênis, a Confederação Brasileira de Golfe (CBG) tentará implantar o esporte, pouco praticado no Brasil por conta dos altos custos, entre os jovens.

Um projeto que começou no início do ano com escolas de Curitiba e Porto Alegre, busca aumentar a base da modalidade no país. E criar ídolos não só para a volta do golfe às Olimpíadas, no Rio de Janeiro, em 2016, mas também para o futuro. De forma lúdica, com materiais de velcro, tacos de plástico e bolinhas de tênis, que proporcionam maior mobilidade aos pequenos, o golfe já foi apresentado a 1.050 crianças em cada uma das duas cidades. O projeto em Brasília, no entanto, será ainda maior.

Três professores de cada um dos nove centros olímpicos e dois profissionais do Clube de Golfe de Brasília foram capacitados para ensinar as tacadas. Ao todo, mais de 18 mil alunos de baixa renda serão introduzidos no esporte. O treinamento foi realizado na Vila Olímpica de São Sebastião, que fica mais perto do Clube de Golfe, localizado no Setor de Clubes Sul.

O processo para encontrar futuros talentos será feito em dois blocos. No primeiro, os professores serão treinados para introduzir os alunos no golfe com uma metodologia e treinamento adequados. As aulas, que foram ministradas durante dois dias pelos campeões brasileiros Nico Barcellos e Reginaldo Coelho misturaram teoria e prática — e para receberem o certificado tiveram até de fazer prova. Depois, os melhores alunos serão levados para um trabalho especial no Clube de Golfe. O material será todo doado pela confederação, que o compra a R$ 707 de uma empresa britânica com o 
dinheiro recebido da organização mundial.

“É claro que a entrada do golfe nas Olimpíadas deu um ponto de partida forte nesse processo, mas os golfistas já pediam uma popularização do esporte”, admite o diretor executivo da CBG, Márcio Galvão, acreditando que os valores do esporte só farão bem aos pequenos. “No golfe, se exercita a honestidade. Nele, você mesmo é o juiz. Também tem a parte da disciplina e concentração”, alega.

Fonte: http://www.superesportes.com.br/app/19,66/2012/09/24/noticia_maisesportes,36961/com-a-cabeca-em-2016.shtml

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Projetista mostra maquetes do Parque Olímpico do Rio: 'Legado será real'


Bill Hanway, arquiteto responsável pelo projeto vencedor, garante que a principal área dos Jogos poderá assumir novas funções após o evento
O escritório de arquitetura britânico responsável pelo projeto do Parque Olímpico dos Jogos de 2016 divulgou nesta terça-feira maquetes e um vídeo com novos detalhes sobre as instalações que serão erguidas no terreno do antigo Autódromo de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro. Bill Hanway, coordenador do projeto, explicou que a principal área das próximas Olimpíadas refletirá a beleza do Rio, mas também permitirá a utilização dos espaços pela população após a realização do evento.
- Nossa abordagem sempre foi deixar um legado para a cidade. Já estamos conversando sobre ideias interessantes para a conversão de alguns dos locais temporários em prédios públicos, como escolas. Isso é realmente emocionante - disse o arquiteto Bill Hanway em entrevista ao jornal britânico “Daily Mail”.
Para Bill Hanway, o legado deixado pelo Parque Olímpico será definitivo e as instalações também poderão ser transformadas em conjuntos residenciais, centros de compras e prédios comerciais após os Jogos. O arquiteto aponta o transporte público como principal desafio para a organização do evento no Brasil, porque a cidade com mais de seis milhões de habitantes possui apenas duas linhas de metrô.
- As autoridades brasileiras já estão trabalhando na expansão do metrô para facilitar o acesso ao Parque Olímpico. Nós tivemos sorte porque alguns dos investimentos necessários já estão sendo feitos para a Copa do Mundo de futebol, em 2014 - afirmou o britânico.


Segundo o arquiteto, o projeto do Parque Olímpico do Rio é mais simples do que o de Londres, criado pelo mesmo escritório. A capital britânica, que sediou os Jogos este ano, desafiou os projetistas pela rede de canais e a grande quantidade de prédios de indústrias desativadas. No Brasil, algumas das instalações que farão parte do complexo olímpico já estão em atividade, como o Centro Aquático Maria Lenk, e passarão apenas por ajustes para alcançar o padrão da competição.
O Parque Olímpico, que ocupará uma área de 1,18 milhão de metros quadrados, sediará as disputas de 14 modalidades olímpicas (basquete, judô, taekwondo, lutas, handebol, tênis, ciclismo, saltos ornamentais, pólo aquático, natação, nado sincronizado, ginástica artística, ginástica rítmica e ginástica de trampolim). Além disso, vai abrigar um centro de mídia que receberá 20 mil jornalistas de todo o mundo.


Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/09/para-projetista-do-parque-olimpico-de-2016-rio-tera-legado-definitivo.html

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Intervenções urbanas para a Copa vão deixar diferentes legados


Salvador e São Paulo têm expectativas distintas no pós-evento; debate ocorreu ontem em Brasília

Cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, São Paulo e Salvador têm expectativas distintas quanto aos legados que o evento deixará. Enquanto Salvador vê na Copa uma oportunidade para modernizar seu velho centro, estimulando ainda mais o turismo, São Paulo quer aumentar a capacidade do sistema de transporte para promover sua utilização pelos proprietários de automóveis, mudando a cultura local.

Essas foram algumas das vantagens apresentadas por representantes das duas prefeituras e governos estaduais, ontem (13), durante o  seminário Copa 2014: Oportunidades para a Sustentabilidade Urbana – evento promovido pelo Ministério do Esporte em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), onde foram apresentados estudos de caso de sustentabilidade a partir das intervenções urbanas.

“Quando o planejamento para a Copa foi feito, optamos por dar prioridade à infraestrutura já instalada, até porque já existe estrutura para a ida ao estádio. Nossos planos de investimentos não foram para aumentar essa infraestrutura, mas para aumentar a capacidade dessas linhas [de transporte]”, disse o representante do governo do estado de São Paulo, Daniel Glaessel Ramalho.

“A cereja do nosso bolo será a conscientização da população de que é muito melhor se locomover por meio desse tipo de transporte. Não adianta investimentos e não adianta fazermos nada, se não promovermos, antes, uma mudança cultural, de forma a, ao experimentar o transporte público, a população veja o ganho de tempo que ele proporciona, se comparado ao carro. Dessa forma, a opção passará a ser natural”, acrescentou.

Para se conseguir fazer isso, haverá diminuição do intervalo entre veículos coletivos, controle automatizado de tráfego e, principalmente, investimento em sinalização. Atualmente, 45% dos deslocamentos em São Paulo são feitos por meio de veículos individuais. A meta dos governos estadual e municipal é que, na Copa, esse percentual caia para 40%, e, até 2020, para 30%.

Em Salvador, os benefícios serão mais estéticos. “Como o estádio fica em uma área próxima ao centro da cidade e ao Centro Histórico, estamos aproveitando a oportunidade para revitalizá-los, de forma a estimular o turismo”, disse a coordenadora de Infraestrutura da Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo, Adriana Diniz, representante do governo baiano.

“A estimativa de fluxo de turistas [em decorrência da Copa] não nos assusta porque a Bahia já recebe mais de 2 milhões de turistas por ano, número bem superior ao esperado para o evento”, acrescentou o superintendente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Antônio Brito.

Para embelezar ainda mais a cidade, está prevista a derrubada de alguns armazéns do Porto de Salvador. “Nossa cidade tem sol nascente e poente no mar. Esses armazéns serviam de barreira visual para a Baía de Todos os Santos de quem está no bairro do Comércio [um dos principais pontos turísticos, onde está localizado o Mercado Modelo]”, explicou o presidente da Fundação Mário Leal Ferreira, Luiz Cézar Baqueiro.

“O novo porto [com terminal de passageiros para navios de turismo] é um sonho antigo que resgatará [na região] a relação com o mar. Com a derrubada dos armazéns, vamos proporcionar a integração da paisagem com a Baía de Todos os Santos, já que a cidade, com o passar do tempo, foi dando as costas a ela, o que muito degradou sua imagem”, disse Baqueiro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10701/INTERVENCOES+URBANAS+PARA+A+COPA+VAO+DEIXAR+DIFERENTES+LEGADOS.html

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Autoridade Olímpica evitará erros do Pan, diz secretário de Esporte


Segundo Ricardo Leyser, órgão vai gerenciar o orçamento da Olimpíada de 2016

A criação da Autoridade Pública Olímpica (APO) para gerenciar o orçamento das Olimpíadas de 2016 é a principal medida adotada pelo governo a fim de evitar que os erros dos Jogos Pan-Americanos de 2007 se repitam, segundo opinião do secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser Gonçalves. Ele participou, nesta quarta-feira (22), de audiência pública da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara sobre o início do ciclo olímpico brasileiro.

A comparação com o Pan foi levantada pelo deputado Romário (PSB-RJ), preocupado com a má utilização do dinheiro público. Segundo o parlamentar, o orçamento inicial do evento continental era de R$ 400 milhões e foram gastos quase R$ 4 bilhões.

Leyser ponderou que o Pan deixou o legado da segurança, com R$ 600 milhões aplicados no Rio de Janeiro, mas reconheceu que o orçamento foi um problema. "Acho correta a preocupação do deputado. Para os Jogos Olímpicos, propomos uma melhor institucionalização da gestão orçamentária com a criação da APO”, afirmou. O secretário ressaltou que Autoridade Pública Olímpica é um consórcio que envolve a União, o estado e o município do Rio de Janeiro e vai atuar para impedir que “haja uma variação tão grande entre o planejado e o executado, como aconteceu nos Jogos Pan-Americanos."

Metas
Quanto ao ciclo olímpico brasileiro, período iniciado com o encerramento dos Jogos de Londres deste ano e que se estende até as Olimpíadas de 2016 no Rio, Leyser lembrou que, com a Lei 12.395/11, que estabelece critérios de desempenho e planejamento para o período, o ministério passou a contar com mais recursos para apoiar o esporte de alto rendimento.

Conforme o secretário, uma das metas é tornar o Brasil uma das dez potências olímpicas. Leyser destacou que, para alcançar esse objetivo, o governo possui vários programas de incentivo à prática desportiva, como o Bolsa Atleta. “Tivemos a felicidade de ver em Londres muitos medalhistas que vieram do Bolsa Atleta, como a Sara Menezes [ouro] e o Felipe Kitadai [bronze], no judô, e o Esquiva Falcão [prata] e o Yamaguchi Falcão [bronze], no boxe, que há muitos anos contam com esse apoio."

Legado
Por outro lado, o presidente do Conselho Federal de Educação Física, Jorge Steinhilber, fez um apelo para que a educação física nas escolas tenha a mesma prioridade dispensada aos investimentos na construção de ginásios e pistas de atletismo, por exemplo. Conforme ele, o maior legado que os Jogos Olímpicos podem deixar é a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros. "Temos de ensinar as crianças que elas devem praticar atividade física ao longo de toda a vida, para que possam prevenir doenças e criar vínculos sociais”, argumentou.

Para Steinhilber, não adianta alcançar metas de medalhas se a população não tirar proveito disso. Ela citou o exemplo dos Estados Unidos, que conquistam muitas medalhas olímpicas, mas são campeões em obesidade.

A audiência pública foi proposta pelos deputados João Arruda (PMDB-PR), Flávia Morais (PDT-GO), André Figueiredo (PDT-CE), Otavio Leite (PSDB-RJ) e José Rocha (PR-BA).

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10584/AUTORIDADE+OLIMPICA+EVITARA+ERROS+DO+PAN+DIZ+SECRETARIO+DE+ESPORTE.html

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Chegada da bandeira olímpica ao Rio é marcada por manifestação


Grupo criticou o uso de verbas bilionárias para os Jogos de 2016, sem legados concretos

Um grupo de manifestantes fez um protesto na tarde de ontem(13) no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Galeão-Antonio Carlos Jobim, próximo ao local organizado para receber o prefeito da cidade, Eduardo Paes, que chega de Londres trazendo a bandeira olímpica. Os manifestantes criticam o uso de verbas bilionárias para os Jogos de 2016 sem que isso represente legados sociais concretos. Ligados ao Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, usando máscaras com o rosto do prefeito, os manifestantes foram impedidos pela segurança de chegar ao local onde Paes desembarcou com a bandeira.

O coordenador do comitê, Marcelo Edmundo, explicou que o motivo da manifestação é denunciar o clima festivo e fantasioso gerado em torno da Copa de 2014 e das Olimpíadas. “O objetivo é justamente fazer frente a esse grande mundo de fantasia que se criou em torno da Copa e das Olimpíadas, no qual se mostra a festa e a comemoração e se deixa de mostrar as violações de direito que estão ocorrendo nesse processo”, disse.

Na avaliação do coordenador, é preciso que os investimentos tragam benefícios diretos para a população e não violação aos direitos. “A gente quer que existam legados de fato para a população, que melhore as condições de vida das pessoas. Com todo o investimento que está sendo feito, daria para melhorar a qualidade de vida nas comunidades, em vez de removê-las. Como já teve a experiência do Pan-Americano [em 2007], que não deixou legado nenhum, apenas no discurso”, ressaltou.

Uma das divergências dos manifestantes é sobre a remoção da Vila Autódromo, na Barra da Tijuca, que dará espaço para o Parque Olímpico. Sobre os investimentos bilionários que estão sendo feitos em estádios e arenas olímpicas, Edmundo considerou que vão gerar dívidas pesadas para os próximos governos. “A dívida do Rio de Janeiro em 2017 será impagável, por gastos sem controle. Quem vai pagar essa conta seremos todos nós.”

Ele disse que o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas está preparando uma ação para ingressar no Ministério Público pedindo acompanhamento nos gastos públicos das duas competições esportivas. “Já estamos com várias ações programadas para ingressar no Ministério Público, que já deveria estar sendo mais efetivo em relação a todo mau uso de verba pública e toda violência que está acontecendo em nome dos jogos. Por conta disso, justifica-se tudo; alterar gabarito na cidade, construir onde não se deveria, leis de exceção que passam por cima de tudo.” De acordo com Edmundo, novos protestos serão feitos nas próximas semanas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10529/CHEGADA+DA+BANDEIRA+OLIMPICA+AO+RIO+E+MARCADA+POR+MANIFESTACAO.html

Londres 2012 deixa região revitalizada, parque público e mudança cultural


Com direito ao maior shopping da Europa e Parque Olímpico, uma das áreas mais pobres e abandonadas da cidade ganha vida nova após as Olimpíadas

Por Lydia Gismondi

Legado, legado, legado. Seria quase impossível calcular quantas vezes os políticos e organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres pronunciaram esta palavra ao longo dos últimos nove anos, desde quando foi escolhida sede da competição. O item, que virou o destaque das campanhas das cidades ultimamente, foi muito bem explorado pela capital inglesa, que precisava provar o poder de transformação da competição, apesar de já receber sua terceira edição. Ressabiada, a própria população local viu todas as promessas com certa desconfiança. Passado o evento, a sensação que ficou é que uma grande região pobre foi recuperada e o envolvimento com o esporte deu passos firmes rumo a um futuro promissor.

Em uma cidade de primeiro mundo, com transporte público de qualidade, e experiente em receber os Jogos Olímpicos, a missão de deixar um legado também pode ser desafiadora. Londres foi atrás da parte mais pobre e abandonada da cidade, na zona leste, para usar como base de sua campanha de transformação. A ideia deu certo. Pelo menos em um primeiro momento. O abandonado bairro de Stratford, antes predominantemente formado por indústrias, foi ressuscitado após um investimento de 12,5 bilhões de libras (cerca de R$ 40 bilhões). Muitas obras de infraestrutura foram feitas, novos prédios foram erguidos, novas linhas de metrô e trem surgiram, o comércio se expandiu, e a região ainda ganhou o maior shopping da Europa.
Antes sombrio e poluído, o bairro ganhou vida, principalmente com a chegada do Parque Olímpico. Principal equipamento dos Jogos de Londres, o local será transformado e ficará como herança para a população. A prefeitura ainda não sabe detalhar exatamente como ele funcionará quando for reaberto, em 2013, mas garante que será um espaço para ser usufruído pelos moradores. É possível que se torne uma opção de lazer parecida com o Hyde Park. Em contrapartida, os pessimistas ainda acreditam que o lugar de cerca de 2,5 quilômetros quadrados se tornará um enorme elefante branco.
- Assim que o Parque Olímpico, que vai ganhar o nome de Rainha Elizabeth, for completamente reaberto, vai atrair cerca de 9 milhões de pessoas por ano. Vai ser um dos dez pontos turísticos imperdíveis de Londres, com as maiores facilidades de transporte do país. Vamos criar mais cinco bairros ao longo dos próximos 20 anos, com três escolas, nove creches, três centros de saúde e 29 parquinhos. Tudo isso e mais as 8 mil novas casas já existentes - ressaltou, orgulhoso, o prefeito Boris Johnson.

A utilização das instalações esportivas do parque estão sendo negociadas por clubes e associações. Já o Centro de Imprensa passará a abrigar um centro de inovação e tecnologia. A Vila Olímpica, outra grande preocupação na questão do legado, já foi vendida para um fundo de investimento do Catar e será transformada em condomínio residencial. Os quase 3 mil apartamentos serão adaptados. O legado, neste caso, é que a metade das unidades estará disponível a preços populares.
As heranças dos Jogos Olímpicos de Londres não devem se limitar apenas ao legado físico. Com a conquista do direito de receber a competição, o governo passou a investir mais no esporte e aumentou o número de programas relacionados a este setor, em especial nas escolas. O desempenho da Grã-Bretanha, terceira colocada na classificação geral com 29 ouros, dez a mais do que em Pequim, já parece ser uma resposta clara dos benefícios culturais que as Olimpíadas de 2012 proporcionou à sociedade.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/08/londres-2012-deixa-regiao-revitalizada-parque-publico-e-mudanca-cultural.html

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Governo: Olimpíada deixará legado gigantesco


Secretário Luis Fernandes disse que a realização dos Jogos do Rio e da Copa trarão retorno financeiro e esportivo ao Brasil

Os Jogos de Londres terminaram com sucesso e teve início um novo ciclo olímpico visando às competições do Rio de janeiro, em 2016. Nesta segunda-feira, o secretário executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, disse que a realização tanto da Copa do Mundo de 2014 quanto das Olimpíadas de 2016 trarão um retorno financeiro “gigantesco” ao Brasil, além do legado imaterial que, segundo ele, deve melhorar as condições de vida da população e elevar o patamar esportivo do país.

Ao comparar os legados das competições no Reino Unido e no Brasil, Fernandes afirmou que uma grande diferença é que, enquanto um foi o berço da Revolução Industrial no mundo, o outro é um país em desenvolvimento. Segundo ele, sediar esses eventos é uma oportunidade para investir de forma massiva em obras de infraestrutura que poderiam demorar até 20 anos para ser construídas. 

“O retorno econômico para o país é gigantesco. O que estamos montando são infraestruturas que vão alavancar o desenvolvimento do país por mais de uma geração, ou várias gerações”, disse. 

Quanto ao legado imaterial, o secretário destacou os investimentos feitos em segurança nas cidades-sede, que serão permanentes, a promoção da saúde por meio do estímulo à prática esportiva, e a melhor estruturação do esporte nas escolas. 

“As deficiências do nosso esporte de base se referem, sobretudo, às deficiências do esporte no sistema educacional brasileiro”, acrescentou Fernandes, em coletiva na Embaixada do Brasil em Londres.

Luis Fernandes destacou que faz parte da agenda olímpica “a massificação da prática esportiva” nas escolas, com investimento em infraestruturas esportivas. Segundo ele, um projeto de escolas olímpicas está sendo construído em conjunto com o Ministério da Educação, com um novo desenho das Olimpíadas escolares. 

“Há uma perspectiva de promoção do desenvolvimento nacional a partir desses dois megaeventos esportivos que é a verdadeira razão pela qual nós lutamos tão duramente para sediá-los no Brasil”, encerrou. 

Fonte: http://bandsports.band.com.br/olimpiadas/noticia.asp?id=100000524638

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Rio pretende triplicar uso do transporte público até Jogos de 2016


Com implantação das linhas de BRTs, cidade da próxima Olimpíada terá mais opções de transporte

Por Pedro Carrion

A quatro anos da próxima Olimpíada, a Prefeitura do Rio de Janeiro apresentou, nesta sexta-feira (5), o projeto Olímpico 2016.

Uma coletiva de imprensa no Centro de Operações da prefeitura, no centro da cidade, contou com presença do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e da presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Maria Silvia Bastos Marques. Entre os assuntos abordados, destaque para as obras que visam a melhorar o transporte público na cidade. 

O legado que as obras deixarão para a cidade também foi muito citado no evento. Segundo a presidente da EOM, o objetivo é tornar o Rio de Janeiro uma cidade modelo.

"Com a implantação de todas as BRTs, pretendemos alcançar um grande aumento no uso do transporte público na cidade, ao ponto de triplicar o número de usuários. Com essa e outras melhorias em demais áreas, acreditamos que até 2020 o Rio de Janeiro seja a melhor cidade para viver, visitar e trabalhar da América do Sul", disse Maria Silvia.

Com a linha expressa BRT Transoeste já em funcionamento e a Transcarioca e a Transolímpica com obras adiantadas, apenas a linha Transbrasil ainda não começou a ser construída, o que está previsto para acontecer em junho de 2013.

"Há dois anos e meio ninguém imaginaria que estivéssemos com algumas obras tão avançadas. Já viabilizamos a linha Transoeste e a conclusão dos demais BRTs está em andamento. Assim como outras intervenções, caso do Porto Maravilha, que contará com os Veículos Leves sobre Trilhos. E do estádio Maracanã, que está com mais de 50% das obras concluídas", afirmou Eduardo Paes.

Direto de Londres, o diretor-geral do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, Leonardo Gryner, participou do evento por videoconferência. Ele falou sobre suas impressões e o que pode tirar de positivo da Olimpíada que está sendo disputada na capital londrina. 

"A metodologia do planejamento utilizado aqui em Londres é bastante inspiradora, eles são muito bons nisso. Mas é preciso entender que as dimensões e características daqui e do Rio de Janeiro são diferentes. O importante é deixarmos um legado. Para as Olimpíadas, 47% das instalações que serão usadas já estão construídas, 25% vão ser temporárias e 28% serão novas", afirmou Gryner.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10469/RIO+PRETENDE+TRIPLICAR+USO+DO+TRANSPORTE+PUBLICO+ATE+JOGOS+DE+2016.html 

Prefeito diz que reforma de R$ 70 mi é melhor que demolir velódromo


Eduardo Paes voltou a defender as mudanças nas instalações usadas no Pan 2007

O prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes, voltou a defender hoje (3) que o velódromo construído no Rio para os Jogos Pan-Americanos de 2007 seja reformado, e não derrubado. Segundo ele, para atender às exigências do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de 2016, a reforma da instalação, que, na época do Pan, custou R$ 14 milhões, sairá mais barata que a construção de um novo.

Em entrevista à imprensa, transmitida ao vivo para Londres, o prefeito disse, no Rio, que, de toda a infraestrutura construída, uma boa parte pode ser aproveitada. Ele descartou a oferta do Ministério do Esporte de desmontar o velódromo e remontá-lo em outra cidade. Para o prefeito, vale a pena fazer a reforma mesmo que o custo seja alto. Avalia-se que a obra custará R$ 70 milhões.

"A conta não é só matemática", disse Paes. "Uma coisa é a pista, que pode não servir, mas outra coisa é a base, a infraestrutura embaixo, aquilo não serve para nada, vamos jogar fora?", perguntou. "O Brasil não é um país rico, o Rio não é uma cidade rica. Nossa lógica é o legado para a cidade. Não vamos fazer derrubar daqui e um elefante branco acolá".

A decisão de reformar ou não a instalação será anunciada até o final deste ano por um grupo de trabalho formado pelo Poder Público e o comitê organizador. Eles aguardam a conclusão do projeto executivo da obra no velódromo, que deve ser licitado em setembro, para bater o martelo, explicou a presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos.

A demolição da instalação construída pela prefeitura do Rio e pelo governo federal foi defendida pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 porque a estrutura não atende à recomendações da Federação Internacional de Ciclismo.

A inadequação era conhecida, e constava do dossiê da candidatura da cidade às Olimpíadas de 2016 fazer as modificações, dentre as quais a ampliação da capacidade do velódromo de 1,5 mil para 5 mil lugares. A reforma tinha sido estimada em R$ 70 milhões pela Empresa Olímpica Municipal.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10468/PREFEITO+DIZ+QUE+REFORMA+DE+R+70+MI+E+MELHOR+QUE+DEMOLIR+VELODROMO.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Parque dos Atletas reabre com várias escolinhas


Espaço na Barra é o primeiro construído para os Jogos a ficar pronto

Por Elenice Bottari

RIO - Uma das maiores áreas de lazer da Barra, o Parque dos Atletas, na Avenida Salvador Allende, em frente ao Riocentro, foi reaberto na terça-feira ao público depois de ficar dois meses reservado às exposições da Rio+20, realizada em junho passado. Com 123 mil metros quadrados e capacidade para até cem mil pessoas, o parque foi o primeiro espaço construído para as Olimpíadas de 2016 a ficar pronto. Inaugurado em agosto de 2011, o lugar foi palco do último Rock in Rio.
— Ele é um legado antecipado. Foi entregue cinco anos antes das Olimpíadas e já é o novo point da região. Está sempre cheio, especialmente no fim de semana, quando recebe muitas famílias — diz o subprefeito da Barra e de Jacarepaguá, Thiago Mohamed.
De acordo com a subprefeitura, cerca de mil moradores de diversas faixas etárias estão inscritos nas escolinhas de futebol, vôlei, tênis e caminhada orientada oferecidas pela Secretaria de Esporte e Lazer no local. O parque tem entrada franca e amplo estacionamento. Além do espaço de lazer, dispõe de duas quadras poliesportivas, um campo de futebol de grama sintética, dois muros de escalada, um parque infantil, dois conjuntos de aparelhos de ginástica (um deles voltado a atletas da terceira idade), bebedouros e vestiários com chuveiros.
O espaço faz parte de um conjunto de obras e de ações ecológicas da prefeitura pela recuperação do sistema lagunar da Baixada de Jacarepaguá. Em dezembro, ele voltará a ser fechado para o show de Madonna, previsto para o início daquele mês. No ano que vem, a área de lazer deverá receber, mais uma vez, uma nova edição do Rock in Rio.
— O parque é um espaço multiuso, para sediar grandes eventos. Ele foi concebido para receber estruturas diferentes. Sendo assim, os equipamentos são aparafusados para que possam ser desmontados — explicou Mohamed.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/parque-dos-atletas-reabre-com-varias-escolinhas-5651888#ixzz22J07Cdvl 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Aldo Rebelo diz que Olimpíada e Copa impulsionarão desenvolvimento


Para o ministro do Esporte, eventos deixarão legado esportivo e modernizarão gestão dos clubes

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou nesta segunda-feira que a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016 são "duas grandes oportunidades para o desenvolvimento" do Brasil.

"Os Jogos Olímpicos e o Mundial não são só dois eventos esportivos de grande importância", explicou Rebelo em entrevista em Londres.

O ministro disse que ambos os eventos deixarão um grande legado esportivo, com centros de treino em todo o país, e além disso, permitirão a modernização da gestão dos clubes de futebol.

Rebelo explicou que o governo da presidente Dilma Rousseff traçou grandes objetivos para a organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, para demonstrar o "valor" que o Brasil dá ao evento.

Rousseff manifestou na semana passada, durante sua visita a Londres, que o Rio de Janeiro organizará os "melhores" Jogos Olímpicos da história, superando Pequim e Londres.

Além disso, Rebelo reiterou a confiança em terminar todas as obras a tempo, apesar das crescentes críticas do Comitê Olímpico Internacional (COI) pela demora no começo dos trabalhos no parque olímpico.

"O Brasil fez coisas mais importantes e mais difíceis que os Jogos. Conhecemos e vamos cumprir nossas obrigações. O COI e a imprensa cumprem sua parte ao fazer exigências", afirmou. "Nós fazemos nossa parte, que é acelerar as obras. Estamos trabalhando para isso", acrescentou.

Em relação à segurança, Rebelo disse que nos dois eventos esportivos as Forças Armadas serão mobilizadas, e empresas privadas não serão contratadas.

A segurança causou polêmica em Londres 2012 porque o governo teve que aumentar o contingente de militares depois que a empresa G4S anunciou, semanas antes do início dos Jogos, que não poderia recrutar aos 10.400 guardas de segurança privada estipulados previamente

Outro problema que o Brasil pode apresentar é na infraestrutura aeroportuária. Porém, Rebelo disse que o país está fazendo grandes investimentos na área e que aeroportos regionais e militares podem ser usados para aumentar a capacidade operacional no país.

"Acabamos de organizar a Rio+20 (Conferência da ONU) com mais de 100 chefes de Estado e milhares de visitantes e não tivemos nenhum problema. O Carnaval acontece todos os anos e recebemos centenas de milhares de turistas", disse.

O ministro ainda disse que o Rio de Janeiro precisa de mais infraestrutura hoteleira, já que é uma das cidades que mais carecem de vagas, embora, segundo Rebelo, os empresários não veem isso como problema.

Em cidades como Manaus, a ideia é usar cruzeiros transatlânticos para alojar parte dos turistas durante a Copa do Mundo. De acordo com o ministro, o Governo atuará contra os hotéis que cometerem "abusos" nos preços. "Vamos tomar medidas. Vamos atuar em todas essas situações", disse.

O ministro também se mostrou aberto à reutilização de algumas instalações esportivas temporárias que estão sendo utilizadas em Londres 2012. "Vamos aproveitar tudo o que Londres possa oferecer de bom", comentou.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10427/ALDO+REBELO+DIZ+QUE+OLIMPIADA+E+COPA+IMPULSIONARAO+DESENVOLVIMENTO.html

sexta-feira, 27 de julho de 2012

"Deixar um legado é importante", afirma Valcke


Em artigo no site da Fifa, dirigente ressalta importância do pós-Copa e confirma datas da preparação

O secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, ressaltou nesta sexta-feira (27), em artigo publicado no site da entidade, a importância do legado após a Copa do Mundo 2014. Segundo o dirigente, a Fifa não está interassada apenas nos estádios e na infraestrutura das cidades-sede.

"Um dos nossos principais objetivos é a qualificação profissional e a experiência que a população local adquire na preparação para um evento", disse Valcke.

O dirigente também confirmou algumas datas em relação à preparação brasileira. De acordo com Valcke, no próximo mês, o COL anunciará como ocorrerá o voluntariado da Copa. Também em agosto, as bases de treinamento das seleções serão apresentadas às federações dos países que disputam as eliminatórias.

No artigo, o dirigente confirma nova viagem ao Brasil. No dia 28 de agosto, Valcke visitará Manaus e Cuiabá, além de participar da reunião do Conselho de Administração do COL, no Rio de Janeiro.

Prezados amigos de futebol,

Enquanto as atenções do mundo se voltam para os Jogos Olímpicos aqui em Londres, o Brasil continua se preparando a todo vapor para receber a Copa das Confederações da FIFA em junho de 2013 e a Copa do Mundo da FIFA no ano seguinte. Isto é crucial, levando em conta que não podemos perder de vista as importantes tarefas que temos pela frente e que agosto será um mês agitado para todos nós. Afinal de contas, daqui a exatos 24 meses já teremos encerrado a fase de grupos do Mundial!

Nesta semana foi dado outro passo significativo rumo a 2014: as cidades-sede receberam o plano conceitual das instalações temporárias que são tão essenciais para a Copa do Mundo da FIFA, principalmente em termos de sustentabilidade. Para nós, é fundamental que a infraestrutura criada também contemple as necessidades dos municípios após o Mundial, e que as exigências relacionadas a um evento da magnitude da Copa do Mundo da FIFA sejam atendidas sempre que possível por meio de construções temporárias, como no caso das estruturas modulares para arquibancadas e centros de imprensa.

A FIFA e o Comitê Organizador Local (COL) conduziram diversos seminários nas cidades-sede para revisar detalhes dos contratos que elas assinaram quando da escolha dos locais do evento, em 2007. No dia 1º de agosto de 2012, as bases de treinamento das seleções serão apresentadas às federações que atualmente tentam assegurar uma das cobiçadas 31 vagas no Brasil. Até o momento já foram disputadas 313 das 820 partidas das eliminatórias.

Na condição de sede da próxima Copa do Mundo da FIFA e dos Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil já atraiu bastante interesse em Londres, na medida que as pessoas começam a pensar nos próximos grandes eventos esportivos do globo. Isto é um chamado à ação para os brasileiros e para a FIFA. Precisamos possibilitar que os torcedores vivenciem o clima especial da Copa do Mundo da FIFA no país pentacampeão mundial, realizando assim milhões de sonhos.

Aqui em Londres podemos ver a importância de temas como acomodação, transporte e logística para garantir que os milhares de visitantes aproveitem a Olimpíada e levem mensagens positivas sobre o país-sede. Pesquisas sobre os Mundiais anteriores na Alemanha e na África do Sul mostraram que mais de 80% dos turistas planejam voltar à nação anfitriã e a recomendam a amigos e familiares. De acordo com o Ministério do Turismo, o Brasil recebe atualmente 5,4 milhões de visitantes por ano. Através do seu amplo apelo e incomparável exposição na mídia, a Copa do Mundo da FIFA oferece a esse país de tantas belezas naturais e de uma cultura vibrante a plataforma ideal para fortalecer-se como destino turístico.

Entre os elementos capitais para o sucesso da Copa do Mundo da FIFA 2014 estão a paixão, a simpatia e a prestatividade demonstrada pelos voluntários, que deixam um impressão duradoura nos visitantes estrangeiros. Sem o apoio e o comprometimento dos voluntários, grandes eventos esportivos como a Olimpíada e o Mundial simplesmente não seriam possíveis. Cada um dos voluntários da Copa das Confederações da FIFA 2013 e da Copa do Mundo da FIFA 2014 dará uma contribuição fundamental para dar vida ao slogan "Juntos num só ritmo". Em retorno, todos eles podem esperar momentos inesquecíveis vividos diretamente no coração do espetáculo.

O esforço e o entusiasmo dos voluntários também destacarão a importância do seu trabalho para a comunidade e o potencial que o voluntariado pode oferecer ao Brasil. No dia 21 de agosto de 2012, o COL anunciará de que forma os brasileiros e pessoas dos quatro cantos do planeta poderão fazer parte do grande time da Copa do Mundo da FIFA.

Para a FIFA, deixar um legado no país-sede é de extrema importância. Não estamos interessados unicamente nos estádios e na infraestrutura; um dos nossos principais objetivos é a qualificação profissional e a experiência que a população local adquire na preparação para um evento como a Copa do Mundo da FIFA, assim como as atividades de desenvolvimento e responsabilidade social que apoiamos em diversas localidades brasileiras. Também é crucial que todas as instalações deixadas no país sejam utilizadas por muito tempo depois do torneio, e que a infraestrutura construída continue sendo um legado para as futuras gerações de brasileiros.

Daqui a um mês, no dia 28 de agosto, retornarei ao Brasil para visitar Manaus e Cuiabá e para participar da reunião do Conselho de Administração do COL no Rio de Janeiro. Até lá, as atenções do mundo estarão plenamente voltadas para o país-sede do Mundial de 2014.

Até logo,
Jérôme Valcke

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10415/DEIXAR+UM+LEGADO+E+IMPORTANTE+AFIRMA+VALCKE.html

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Após críticas, comitê ressalta "legado positivo" dos Jogos


Por RUBEN GIEDRYS

Tentando exibir resultados positivos no processo até o momento, o Comitê Organizador de Londres 2012 (Locog, em inglês) realizou nesta segunda-feira um balanço de gestão da semana que antecede a competição. Após críticas recebidas em relação à segurança, Hugh Robertson, ministro de Esportes do governo británico, e o ex-atleta Jonathan Edwards, integrante da organização dos Jogos, falaram sobre o legado da Olimpíada para a cidade, especificando o trabalho realizado em escolas e com os jovens britânicos.

Sem entrar em detalhes e apoiando-se na projeção de vídeos, o governo e o Locog se encarregaram de destacar o êxito do programa "Inspire", uma iniciativa que busca, entre outras coisas, vincular as pessoas aos Jogos.

"Graças aos Jogos de Pequim, onde nossa equipe de ciclismo teve uma grande atuação, 500 mil britânicos passaram a praticar este esporte", afirmou Robertson, que disse que o objetivo é poder continuar nesse camino.

"Aproveitar o momento olímpico", como afirmou Robertson, é a meta do Comitê e do governo britânico, mesmo não podendo garantir que o futuro possa levar resultados concretos. "Quando Seb Coe competia, milhões de pessoas buscaram logo praticar o atletismo. Claro, não havia pistas suficientes ou instalações. Se isso pasará agora, não sabemos", afirmou.

Como integrante do governo, Robertson foi consultado sobre o colapso de trânsito que pode sofrer a cidade no começo dos Jogos. E admitu que todos os esforços foram feitos para evitar maiores inconvenientes.

"Será um desafio. Nosso sistema de gestão vai funcionar. No posso garantir, mas temos feito todo o possível para que isso funcione", afirmou.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI6012041-EI19410,00-Apos+criticas+comite+ressalta+legado+positivo+dos+Jogos.html

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Autoridades dizem que Jogos de Londres deixarão legado de R$ 41 bi


Expectativa é que valor seja alcançado em até quatro anos; evento ocorre pela terceira vez na cidade

Os Jogos Olímpicos deste ano, que começarão no próximo dia 27, deixarão no Reino Unido um legado de 13 bilhões de libras (cerca de R$ 41 bilhões) nos próximos quatro anos, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira pela Olympic Legacy, autoridade encarregada do legado do evento.

"O legado de uma Olimpíada é muito grande, e estou convencido de que Londres-2012 será um grande sucesso e servirá para que o Reino Unido demonstre do que é capaz", afirmou o diretor-executivo da Olympic Legacy, Alan Collins.

"Os Jogos serão a maior celebração a acontecer na capital britânica desde a Grande Exposição de 1851", acrescentou Collins.

Em um evento cuja audiência potencial mundial gira em torno de 4 bilhões de pessoas, as perspectivas de lucro do organismo encarregado do legado olímpico supera os R$ 41 bilhões a partir do encerramento dos Jogos Paralímpicos, em 9 de setembro, até 2016.

Com o alto investimento feito no Reino Unido desde 2005, ano no qual o Comitê Olímpico Internacional (COI) nomeou Londres sede dos Jogos de 2012, o ministro de Esportes britânico, Hugh Robertson, considera que "serão oferecidas oportunidades de negócio e turismo únicas".

"Quando ganhamos, em 2005, a situação econômica mundial era diferente da que temos agora. Grande parte da despesa já estava orçado há sete anos e agora a única coisa que podemos fazer é mostrar ao mundo o que o Reino Unido pode vir a fazer", destacou Robertson.

Perguntado se as empresas britânicas podem se deixar contagiadas pela má imagem mostrada pela companhia de segurança G4S, o ministro acredita que os Jogos "servirão para que elas demonstrem do que são capazes".

A G4S, empresa encarregada da segurança, admitiu na última semana que não terá à disposição o número de agentes suficiente para atender às exigências. Por isso, o Governo local deverá mobilizar outros 3,5 mil soldados adicionais aos 13,5 mil já anunciados.

"Podemos garantir que os Jogos Olímpicos serão seguros. A mistura entre militares e segurança privada é a melhor possível e dará resultado", ratificou o ministro de Esportes.

Assim, após sediar o evento esportivo mais importante do mundo, o Reino Unido receberá aproximadamente 2,3 bilhões de libras (cerca de R$ 7,2 bilhões) extras procedentes do turismo durante os próximos quatro anos.

A diretora-executiva da Visit Britain, autoridade do turismo no país, Sandie Dawe, descartou que a chuva prevista para a capital britânica durante os Jogos possa afetar o turismo.

"As pessoas não vem à Inglaterra pela praia. Aqui nunca faz frio demais nem calor demais. Recebemos turistas vindos dos países árabes por nosso clima, então somos os únicos preocupados com a chuva" afirmou a diretora.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10342/AUTORIDADES+DIZEM+QUE+JOGOS+DE+LONDRES+DEIXARAO+LEGADO+DE+R+41+BI.html

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Exposição em Londres apresenta o legado urbanístico de Barcelona-92


Imagens estarão à disposição até o dia 28 e mostrarão pontos da capital catalã

O legado urbanístico, econômico e social que os Jogos Olímpicos deixaram em Barcelona, na Espanha, é a base de uma exposição na galeria Roca, em Londres, até o dia 28 de julho.

"A transformação de uma cidade olímpica" é uma exposição fotográfica que mostra os recintos que foram utilizados no evento e as áreas remodeladas na cidade catalã. A galeria pretende mostra ao público britânico a mudança em outra sede dos Jogos, faltando apenas 16 dias para o início de Londres 2012.

"A ideia era mostrar o processo de renovação urbanística de Barcelona a partir das quatro áreas olímpicas da cidade que se regeneraram e até hoje são modelos para outras sedes", explicou à Agência Efe, Diana Argelich, da Fundação Barcelona Olímpica, uma das organizadoras da exposição.

As imagens mostram a Vila Olímpica, a zona de Vall d'Hebron, do parque de Montjuïch, o Palau Sant Jordi, entre outras pequenas amostras da alteração da fisionomia da cidade espanhola.

"Foi uma mudança total da cidade. Houve um antes e depois. Aqui em Londres tentam fazer algo similar. Há preocupação com o legado dos Jogos e por isso tomam Barcelona como modelo", explicou Josep Manuel Suàrez, delegado da Generalitat da Catalunha em Londres.

Os visitantes ainda podem assistir a um vídeo onde é mostrada a evolução urbanística de algumas zonas da cidade, a construção de torres ou a remodelação do Estádio Olímpico Montjuïch.

A exposição seguirá aberta até o dia 28 de julho, um dia depois de inaugurados os Jogos Olímpicos de Londres, no Estádio Olímpico de Stratford, região degradada, que está sendo recuperada para o evento poliesportivo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10308/EXPOSICAO+EM+LONDRES+APRESENTA+O+LEGADO+URBANISTICO+DE+BARCELONA92.html