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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

TCU aponta ineficiência em obras da Copa e sugere que Dilma retire investimentos


Tribunal de Contas da União aponta que 38 de 44 obras ainda não tiveram desembolso

O TCU (Tribunal de Contas da União) apresentou uma auditoria nesta quinta-feira que coloca em alerta o andamento das obras da Copa de 2014 . Segundo o órgão, 38 das 44 obras de mobilidade financiadas pela Caixa Econômica Federal não tiveram nenhum desembolso a menos de dois anos do início do Mundial. Em algumas dessas obras o empréstimo não foi sequer pedido.

Com esse quadro o tribunal sugeriu ao governo federal que retire os investimentos para Copa das suas prioridades. A notícia vem no mesmo dia em que a Fifa anunciou as seis sedes da Copa das Confederações . Quatro delas estão com obras em atraso.

Parte das obras recebeu o maior montante de seus recursos dos Estados e municípios, mas sem o uso da verba federal correm o risco de não serem construídos. Ao todo, 35% dessas têm data de previsão de entrega meses antes da Copa, marcada para começar em 12 de junho de 2014. Atrasos podem ocorrer dada a demora nos trâmites dos financiamentos

O ministro Valmir Campelo, relator dos processos de acompanhamento da Copa no TCU, é quem sugere que o governo reavalie os investimentos já que alguns deles podem não ser concluídos antes do Mundial. 

Segundo Campeolo, o Ministério das Cidades, responsável pelo acompanhamento dos projetos de mobilidade, tem confiado nos relatórios dos Estados e municípios quando uma fiscalização mais próxima deveria estar em curso. Ele demonstra maior preocupação com a situação dos aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Cumbica, em Guarulhos, por terem previsão de entrega das obras às vésperas da Copa. Em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, a licitação para a reforma da pista não foi aprovada.

Mecanismos de fiscalização são expostos em conferência anticorrupção em Brasília 
No segundo dia da 15ª IACC (Conferência Internacional Anticorrupção), que acontece até sábado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o secretário nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Luís Antonio Paulino garantiu que o Brasil tem mecanismos para garantir que os investimentos públicos serão fiscalizados.

“Temos dois sites, um do Governo Federal e outro do Senado, que atualizam dados sobre os gastos com as obras para a Copa do Mundo”, assegurou Paulino. “E os investimentos são fiscalizados pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU)”, completou.

Fonte: http://esporte.ig.com.br/futebol/2012-11-08/tcu-aponta-ineficiencia-em-obras-da-copa-e-sugere-que-dilma-retire-investimentos.html?utm_source=twitter&utm_medium=posts&utm_campaign=social

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Dilma instala conselho para acompanhar ações das Olimpíadas


Órgão será chefiado pela própria presidente e reunirá governador e prefeito. Preparação e controle de doping estão entre os temas a serem tratados.

Por Priscilla Mendes

A presidente Dilma Rousseff instalou nesta quarta-feira (19) o Conselho dos Jogos Rio 2016, do qual será presidente. O colegiado terá caráter consultivo e será formado por autoridades públicas, como o governador do Rio de Janeiro e o prefeito da capital fluminense, e pelo Comitê Organizador Rio 2016, único representante privado do grupo, segundo informações do Ministério do Esporte.
Dilma fez a primeira reunião do conselho nesta terça. Ela conversou por quase três horas com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, o presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Márcio Fortes, e o presidente do Comitê Organizador Rio 2016, Arthur Nuzman. Nuzman também é presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Com o conselho, a presidente pretende acompanhar mais de perto as ações que envolvem o a preparação dos jogos. As reuniões serão convocadas por Dilma, segundo informou Aldo 
"A comissão reúne os três entes federativos e mais a autoridade publica olímpica, sob a presidência da presidenta da Republica, e aprecia decisões relacionadas com a três esferas de governo e principalmente com o governo federal que precisem ser adotas para a realização dos jogos", disse o ministro após a reunião.
De acordo com o ministro, o novo conselho poderá tratar de temas como a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, órgão criado em novembro do ano passado pela presidente Dilma e que vai tratar de doping nos jogos.
"Tratamos de temas relacionados com a organização dos jogos, de decisões que alcançam preparação dos Jogos Olímpicos, com a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, que já foi criada pelo governo como um departamento do Ministério do Esporte, mas que necessita de funções que será criada por medida provisória", disse Aldo Rebelo.
Na semana passada, a presidente Dilma lançou o plano Brasil Medalhas 2016, que prevê investimento de R$ 1 bilhão entre 2013 e 2016. O objetivo é colocar o Brasil entre os 10 primeiros colocados nas Olimpíadas e entre os cinco primeiros nas Paraolimpíadas.
Do montante previsto a ser investido, R$ 690 milhões serão destinados a ações de apoio ao atleta, como bolsas, equipamento e material esportivo e custo de diárias e passagens. Os demais R$ 310 milhões serão usados para construção, reforma e operação de centros de treinamento.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/09/dilma-instala-conselho-para-acompanhar-acoes-das-olimpiadas.html

Presidente Dilma reúne conselho dos Jogos Olímpicos de 2016


Comissão vai tratar de questões relacionadas à organização e ao planejamento do evento

A presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje (19) autoridades ligadas à organização da Olimpíada do Rio de Janeiro para a primeira reunião do Conselho dos Jogos de 2016, órgão de caráter consultivo, que reúne entes públicos e privados.

Além de Dilma, que preside o colegiado, também integram o conselho o ministro do Esporte, Aldo Rebelo; o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes; o presidente do Comitê Organizador Rio 2016 e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman; o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

O conselho, segundo Aldo Rebelo, vai tratar de questões relacionadas à organização e ao planejamento dos Jogos Olímpicos, como isenções tributárias que irão beneficiar setores da economia ligados ao megaevento esportivo. “A comissão aprecia decisões relacionadas com as três esferas de governo e principalmente com o governo federal que precisem ser adotadas para a realização dos Jogos”, explicou.

Ficou definido, segundo o ministro, que o governo deve enviar ao Congresso Nacional uma medida provisória para definir as funções da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), criada em dezembro de 2011.

Entre as missões da ABCD está o fortalecimento do Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ladetec), único do país credenciado pela Agência Mundial Antidopping e que será responsável pelos exames antidopping dos atletas durante a Copa de 2014 e os Jogos de 2016.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10741/PRESIDENTE+DILMA+REUNE+CONSELHO+DOS+JOGOS+OLIMPICOS+DE+2016.html

terça-feira, 18 de setembro de 2012

L! Opina: Tem que ser além de 2016


Anunciado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff, o projeto Brasil Medalhas 2016 representa um avanço, mas não pode ser visto como um fim. É apenas uma parte das transformações de que o país precisa. Para o Brasil tornar-se de fato uma potência olímpica, é indispensável uma política nacional de esportes, a construção de um sistema que seja sólido e tenha êxito em duas dimensões: a prática esportiva de base e o esporte de alto rendimento. Uma não existe sem a outra.
Não há país olimpicamente forte se não houver a massificação do esporte. A própria presidente, em seu discurso, reconheceu a necessidade de investimentos na base. Pois a mudança está nas mãos dela. Seu governo precisa fazer cumprir o que recomenda a Organização Mundial de Saúde: incluir um mínimo de cinco horas semanais de prática esportiva no currículo escolar. Este é, inclusive, compromisso de legado da Olimpíada do Rio para rede municipal de ensino. Que não apenas tem de ser cumprido, mas que deve ser ampliado para todo o país.
Ao Brasil cabe qualificar e reconhecer os professores de educação física, integrar os programas federais, estaduais e municipais de educação e estimular competições estudantis nos três níveis. São elas que vão fazer surgir os novos talentos. Aqueles que passarão às disputas de alto rendimento. E que, neste ponto, entrarão na segunda dimensão do sistema.
A proposta do governo é ambiciosa nesta área. Mas balança entre a virtude da intenção e o equívoco do tempo. Foca nos atletas, através dos programas de bolsas, assegurando uma vida digna e condições ideais de treinamento. Foca na compra de equipamentos e na construção de centros de excelência para os esportes olímpicos e paralímpicos. Medidas que podem e devem até gerar avanços pontuais no quadro de medalhas. Mas que para dar resultados significativos devem ir muito além de 2016, transformando o Brasil num país verdadeiramente esportivo.
Das federações e confederações cabe ao governo exigir contrapartidas. É fundamental termos uma gestão profissional em que os dirigentes possam ser remunerados, respondam a conselhos independentes e tenham metas objetivas de resultados a serem atingidas como requisito básico para receber os recursos públicos. E os que não cumpri-las devem sair.
A hora é de decidirmos onde queremos chegar. Não queremos ser uma Espanha ou uma Grécia, que jamais conseguiram repetir sequer os resultados medianos que obtiveram em Barcelona-1992 ou Atenas-2004, deixando à mostra a fragilidade de uma política oportunista de uma Olimpíada só. Melhor ser um Reino Unido, que a cada quatro anos evolui em suas conquistas encerrando, em Londres, sua melhor participação nos Jogos da era moderna. Estamos atrasados. Mas a partida pode não estar perdida. Vontade política de fazer é o início da virada.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/LANCE-Opina_0_776322368.html#ixzz26pAKCng0 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Atletas elogiam Plano Medalhas e aumentam otimismo para Rio 2016


DIOGO ALCÂNTARA

Prestes a ouvir da presidente Dilma Rousseff o anúncio de investimentos para melhorar o desempenho do Brasil nos Jogos Olímpicos, visando Rio 2016, atletas brasileiros medalhistas estão otimistas com o chamado Plano Brasil Medalhas, que deve injetar cerca de R$ 1 bilhão na formação e aprimoramento de esportistas e comissão técnica. Em Londres, o Brasil ficou em 22º lugar no quadro de medalhas da Olimpíada e em sétimo na Paralimpíada.
"É ótimo, dá uma tranquilidade enorme para o atleta", avaliou a judoca Mayra Aguiar, medalhista de bronze na última Olimpíada. Ela diz que é importante bolsas para manutenção dos esportistas. Segundo a judoca, um quimono profissional não sai por menos de R$ 600, por exemplo. Mayra acredita no potencial dos atletas brasileiros que disputarão em casa os próximos Jogos. "O brasileiro é muito torcedor. Eu adoro lutar em casa. Isso me anima bastante", disse.
Técnico da Seleção medalha de ouro no vôlei feminino, José Roberto Guimarães acredita que novos investimentos não terão impactos apenas no quadro de medalhas do Rio 2016, mas devem formar um legado. "É muito mais importante o que vai ser deixado de incentivo", afirmou.
Zé Roberto revelou que recebeu telefonema da presidente Dilma Rousseff pouco depois da conquista do bicampeonato olímpico. Dilma em mais de uma oportunidade usou o exemplo das jogadoras de vôlei para falar sobre persistência. Em uma partida dramática, as brasileiras bateram as russas nas quartas de final por 3 sets a 2. "Foi um exemplo importante para as mulheres do Brasil de superação e de garra", disse, em tom orgulhoso.
Recordista do Brasil em medalhas paralímpicas, o nadador Daniel Dias elogia incentivos financeiros. Ele acredita que os investimentos melhorarão a performance da delegação brasileira no quadro de medalhas daqui a quatro anos. "Conseguimos ficar em sétimo e acho que conseguiremos chegar em quinto, sim", disse, sobre o que projeta o Brasil para 2016. Dias já subiu 15 vezes ao pódio em Paralimpíadas e conseguiu dez ouros, sendo seis em Londres.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI6152709-EI14532,00-Atletas+elogiam+Plano+Medalhas+e+aumentam+otimismo+para+Rio.html

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Presidenta Dilma Rousseff e ministro Aldo Rebelo lançam plano Brasil Medalhas 2016


O esporte olímpico e paraolímpico brasileiro ganha uma série de medidas para o desenvolvimento de modalidades visando aos Jogos Rio 2016. O plano Brasil Medalhas 2016, lançado nesta quinta-feira (13.09) pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, tem como objetivo colocar o Brasil entre os 10 primeiros países nos Jogos Olímpicos e entre os cinco primeiros nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

“Esse plano vai aprimorar o que consideramos essencial – o apoio diretamente ao atleta – por meio do Bolsa-Pódio e do Bolsa-Técnico, entre outras coisas. Também, dando suporte de infraestrutura, tecnologia, através de centros de treinamento”, disse a presidenta Dilma Rousseff. “É fundamental que nosso País tenha centros de treinamento de alta qualidade. Vamos ofertar 22 centros de treinamento para que os atletas tenham suporte para treinar e levar à frente essa ambição que cada atleta tem dentro de si. É também a ambição de 194 milhões de brasileiros, expressas em vocês [atletas]”, acrescentou a presidenta, dirigindo-se aos atletas presentes na cerimônia de anúncio, no Palácio do Planalto.

Será aportado R$ 1 bilhão a mais de investimentos públicos federais no próximo ciclo olímpico, entre 2013 e 2016. Desse R$ 1 bilhão, dois terços virão do Orçamento Geral da União (OGU) e um terço de investimentos de empresas estatais. Esses recursos são novos, ou seja, adicionais em relação ao orçamento usual do Ministério do Esporte para o alto rendimento e a fontes de financiamento como a Lei Agnelo/Piva e a Lei de Incentivo ao Esporte.

“As Olimpíadas de 2016 abrem os horizontes e nos desafiam a valorizar e procurar fazer um esforço para que possamos alcançar mais medalhas. O Plano Brasil Medalhas representa um recurso extraordinário de R$ 1 bilhão para os próximos 4 anos, já presentes e figurados no orçamento de 2013 até 2016, além de R$ 1,5 bilhão que já estavam regularmente destinados ao esporte de alto rendimento. “, afirmou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

O Ministério do Esporte priorizará os investimentos nas modalidades com mais chances de obter medalhas. Foram escolhidas 21 olímpicas e 15 paraolímpicas. A estratégia é obter, paralelamente, crescimento intensivo e extensivo no desempenho esportivo. Isso significa conquistar mais medalhas nas modalidades que já as obtiveram e chegar ao pódio nas que ainda não conseguiram.

As modalidades olímpicas selecionadas são: águas abertas (novo nome para maratona aquática), atletismo, basquetebol, boxe, canoagem, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica artística, handebol, hipismo (saltos), judô, lutas, natação, pentatlo moderno, taekwondo, tênis, tiro esportivo, triatlo, vela, vôlei e vôlei de praia. As paraolímpicas são: atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, esgrima em cadeiras de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, remo, tênis de mesa e voleibol sentado.

As demais modalidades continuarão sendo apoiadas pelo Ministério do Esporte e seguirão recebendo recursos pelas fontes tradicionais de financiamento federal.

Apoio ao atleta
O Brasil Medalhas 2016 regulamenta instrumentos previstos na Lei 12.395, sancionada em março de 2011, que lançou as bases para elevar o nível do esporte de alto rendimento. A vertente “apoio ao atleta” institui o Programa Pódio, que inclui nova categoria no Bolsa-Atleta – a Bolsa-Pódio – e cria a Bolsa-Técnico, que pagarão, respectivamente, até R$ 15 mil e até R$ 10 mil mensais. Os beneficiados do Pódio serão atletas de modalidades individuais que, entre outros critérios, estejam situados entre os 20 melhores do ranking mundial e com reais chances de medalhas, além de seus treinadores e equipe multidisciplinar (preparador físico, nutricionista, atleta-guia etc.).

O Brasil Medalhas também contempla recursos para aquisição de equipamento esportivo (até R$ 20 mil por atleta) e apoio a treinamento e competições de atletas no Brasil e no exterior, por meio do pagamento de custos com diárias e passagens.

As demais categorias do Bolsa-Atleta (Estudantil, de Base, Nacional, Internacional e Olímpica/Paraolímpica) serão mantidas com os critérios atuais e dentro do orçamento regular do Ministério do Esporte.

Centros de treinamento
Outra vertente do plano Brasil Medalhas 2016 é a destinação de recursos para construção, reforma e operação de 22 centros de treinamento, selecionados em conjunto com os comitês Olímpico e Paralímpico, as confederações nacionais, clubes, estados e municípios. Desses, 21 são centros de modalidades olímpicas e um paraolímpico, seguindo a recomendação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que vai unificar todas as modalidades em um só local de treinamento. O apoio também prevê a aquisição de equipamentos esportivos.

Apoio de estatais
Ao todo, oito empresas estatais apoiarão modalidades esportivas em formato diferente do patrocínio que a maioria delas já dá a vários esportes. O novo apoio será focado na preparação de atletas e seleções para os Jogos Rio 2016. São elas:

Banco do Brasil: vela, vôlei de praia, vôlei e pentatlo moderno
Banco do Brasil e Correios: handebol
Banco do Nordeste (BNB): triatlo
BNDES: canoagem e hipismo
Caixa: atletismo, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica, lutas, modalidades paraolímpicas e tiro esportivo
Correios: natação, águas abertas (maratona aquática) e tênis
Eletrobras: basquetebol
Infraero e Petrobras: judô
Petrobras: boxe e taekwondo

Gestão integrada
A gestão dos recursos será realizada de forma integrada por Ministério do Esporte, comitês Olímpico e Paralímpico, confederações e estatais. Faz parte dos objetivos dessa integração o apoio ao aprimoramento da gestão das confederações esportivas.

Ministério do Esporte, comitês, confederações e entes públicos elaborarão, em conjunto, um Plano Esportivo e de Investimento, que deverá ser aprovado até dezembro de 2012. A formalização dos convênios com confederações e entes públicos, além da lista de atletas inscritos no Programa Pódio, deverá ser finalizada em janeiro de 2013.

Comitê gestor
Além do lançamento do plano Brasil Medalhas 2016, a solenidade no Palácio do Planalto teve a assinatura, pela presidenta Dilma Rousseff, de decreto criando o Comitê Gestor dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro.

A estrutura, que funcionará de forma semelhante ao Comitê Gestor da Copa (CGCOPA), reunirá os ministérios envolvidos na organização dos Jogos, sob coordenação do Ministério do Esporte.

Fonte: http://www.esporte.gov.br/ascom/noticiaDetalhe.jsp?idnoticia=9370

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Governo anunciará medidas sobre a concessão de portos e aeroportos


Dilma Rousseff adiantou que a intenção é estabelecer um padrão de prestação de serviços

A presidente Dilma Rousseff disse hoje (30) que anunciará, na metade do mês de setembro, medidas sobre a concessão de portos e aeroportos. No caso dos aeroportos, Dilma adiantou que a intenção é estabelecer um padrão de prestação de serviços compatível com o tamanho da movimentação aeroportuária brasileira.

O pacote de concessão de aeroportos levará em conta critérios como a polarização econômica, a movimentação turística e a acessibilidade para regiões mais distantes. A presidente explicou que, em alguns casos, haverá subsídios para aeroportos regionais.

“Essas medidas são úteis e necessárias para melhorar nossa situação conjuntural, mas não estão sendo tomadas só para aumentar o nível de investimentos. É para ter um sentido de longo prazo, que significa reduzir o custo do país. Essa é a única forma para enfrentarmos as décadas que virão. Temos de ter maior eficiência a produtividade", disse Dilma, na 39ª reunião do pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

As medidas a serem anunciadas completam o que foi iniciado com a concessão de rodovias e ferrovias, anunciada no último dia 15. Nessa área, o governo estipulou o investimento de R$ 133 bilhões em 25 anos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10627/GOVERNO+ANUNCIARA+MEDIDAS+SOBRE+A+CONCESSAO+DE+PORTOS+E+AEROPORTOS.html

sábado, 25 de agosto de 2012

A lição de Dilma após as Olimpíadas


Por Erich Beting

O assunto já está ficando velho, mas não deu para escrever na semana pós-Londres. O fato é que a presidente da República, Dilma Rousseff, talvez tenha sido a primeira autoridade pública da história a não fazer oba-oba em cima do desempenho brasileiro após um grande evento.

Depois de dois mandatos de Lula e seu populismo em torno do esporte (como não lembrar da promessa ao futebol feminino depois de Atenas-04 ou das infindáveis recepções a esportistas nacionais e promessas de incentivos?), ou de FHC e a pataquada da cambalhota de Vampeta no Palácio do Planalto, não tivemos simplesmente qualquer barulho em torno da volta dos atletas brasileiros dos Jogos Olímpicos de 2012.

Pelo contrário.

Dilma tão somente recepcionou a bandeira olímpica (que trouxe a tiracolo os irmãos Falcão, do boxe) num evento muito mais protocolar porque os Jogos de 2016 serão em solo nacional. E olha que não faltariam motivos para festas. Além das inéditas conquistas do judô, da ginástica e do bi do vôlei feminino, o Brasil encerrou Londres com o maior número em sua história de medalhas conquistadas numa mesma edição de Jogos Olímpicos.

Qualquer que fosse o político, teríamos sem dúvida um tremendo carnaval, com promessas de mais ouros e mais investimentos até 2016 e quetais. Dilma recepcionou a bandeira olímpica, beijou as medalhas de Esquiva e Yamaguchi e cobrou mais determinação do país para que conquiste mais do que as 17 medalhas londrinas nos Jogos do Rio de Janeiro.

Não parece muita coisa, mas sem dúvida é um tremendo benefício para o esporte brasileiro alguém que comanda o país não querer tanto aparecer na foto com os campeões e sim poder celebrar mais esportistas bem-sucedidos. Nunca antes na história deste país tivemos tão pouca promoção em cima de uma participação brasileira num evento esportivo de grande porte.

É uma lição que fica para o esporte pelos próximos anos.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/08/24/a-licao-de-dilma-apos-as-olimpiadas/

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Anúncio da concessão do Galeão deve ser feito até outubro, diz Cabral


Segundo o governador do Rio de Janeiro, data foi divulgada pela presidente Dilma Rousseff

Parte da estratégia do governo federal de investir em infraestrutura, a concessão do Aeroporto Internacional do Galeão - Antonio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, deve ser anunciada até outubro, informou hoje (16), o governador Sérgio Cabral. A presidenta Dilma Rousseff anunciou ontem (15) o Programa de Investimentos em Logística para ferrovias e rodovias e disse que, na sequência, estão previstas ações para aeroportos e portos.

"Ela [a presidenta Dilma] me disse que, em setembro ou outubro, coloca [para licitação o Galeão], até lá estará com essa definição pronta", afirmou o governador à imprensa durante o 1º Congresso Nacional de Procuradores-Gerais de Ministérios Públicos dos Estados e da União.

Segundo Cabral, a presidenta está convencida da necessidade de mudança na gestão de aeroportos como o do Galeão e o de Confins, em Minas Gerais, cuja administração também deve ser licitada.

"O Gustavo [do Vale], presidente da Infraero [Empresa Brasileira de Infraestrurtura Aeroportuária] concorda, e o ministro da Secretaria da Aviação Civil [da Presidência da República], Wagner Bittencourt, também é a favor. Portanto, não há divergência no governo", disse o governador do Rio, que desde 2008 defende a concessão do Galeão para grandes operadores.

Para Cabral, "a lógica atual da gestão" de aeroportos no Brasil, pela próprias limitações burocráticas, está ultrapassada. Por isso, ele acredita que a concessão à iniciativa privada tende a dar mais flexibilidade e agilidade às administrações. Oferecer conforto aos passageiros com a ampliação da oferta de serviços e lojas também está entre as vantagens da concessão.

No dia 14 de junho, foram assinados contratos de concessão para ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos internacionais de Guarulhos (São Paulo), Viracopos (Campinas) e Brasília entre a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e as empresas vencedoras do leilão. Os prazos das concessões são 30 anos para Viracopos, 25 para Brasília e 20 para Guarulhos. Os contratos poderão ser prorrogados uma única vez, por cinco anos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10551/ANUNCIO+DA+CONCESSAO+DO+GALEAO+DEVE+SER+FEITO+ATE+OUTUBRO+DIZ+CABRAL.html

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Quebrado o protocolo: todo mundo põe a mão na bandeira


Comitê disse à prefeitura o que não podia ser feito com o símbolo

Por Ludmilla de Lima e Luiz Ernesto Magalhães

BRASÍLIA E RIO - Desde que a bandeira olímpica passou para as mãos de brasileiros, o rígido protocolo que envolve o símbolo dos Jogos foi posto meio de lado. Contrariando as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI), a bandeira, feita de seda asiática para as Olimpíadas de Seul (1988), vem sendo manuseada desde segunda-feira por pessoas sem luvas. O primeiro flagrado foi o boxeador e medalhista Esquiva Falcão, que segurava o símbolo com as mãos desprotegidas no embarque em Londres. Com ele, estavam, de luvas, seu irmão Yamaguchi Falcão, o prefeito Eduardo Paes, o velejador Robert Scheidt, a atleta Maurren Maggi e o gari Renato Sorriso. Na foto, a bandeira aparece arrastando no chão.
Na terça-feira, novo descuido: a peça, que tem 2,22 metros de largura e 1,54 de altura, foi aberta por autoridades, incluindo a presidente Dilma Rousseff, sem luvas. Ao lado dela, Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Paes, Esquiva e Yamaguchi repetiam o gesto — e a falha. A apresentação da bandeira à presidente ocorreu no Palácio do Planalto.
Para receber a bandeira, o Comitê Organizador Rio 2016 assinou um compromisso que diz, entre outras coisas, que ela não pode sair da caixa em passeios de rua nem ser desfraldada. Existe ainda uma Guarda de Honra da Bandeira Olímpica, que precisa seguir um cerimonial específico. No Aeroporto Tom Jobim, Paes já havia quebrado o protocolo ao levar a urna da bandeira até o salão onde daria entrevista, papel dos guardas especiais.
O Comitê Organizador Rio 2016, em nota, diz que as regras do COI relativas à bandeira foram informadas, ainda em Londres, pelo Rio 2016 à prefeitura. Procurada, a prefeitura não se manifestou.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/quebrado-protocolo-todo-mundo-poe-mao-na-bandeira-5793295#ixzz23ci6iVaP

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Chegada da bandeira olímpica ao Rio é marcada por manifestação


Grupo criticou o uso de verbas bilionárias para os Jogos de 2016, sem legados concretos

Um grupo de manifestantes fez um protesto na tarde de ontem(13) no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Galeão-Antonio Carlos Jobim, próximo ao local organizado para receber o prefeito da cidade, Eduardo Paes, que chega de Londres trazendo a bandeira olímpica. Os manifestantes criticam o uso de verbas bilionárias para os Jogos de 2016 sem que isso represente legados sociais concretos. Ligados ao Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, usando máscaras com o rosto do prefeito, os manifestantes foram impedidos pela segurança de chegar ao local onde Paes desembarcou com a bandeira.

O coordenador do comitê, Marcelo Edmundo, explicou que o motivo da manifestação é denunciar o clima festivo e fantasioso gerado em torno da Copa de 2014 e das Olimpíadas. “O objetivo é justamente fazer frente a esse grande mundo de fantasia que se criou em torno da Copa e das Olimpíadas, no qual se mostra a festa e a comemoração e se deixa de mostrar as violações de direito que estão ocorrendo nesse processo”, disse.

Na avaliação do coordenador, é preciso que os investimentos tragam benefícios diretos para a população e não violação aos direitos. “A gente quer que existam legados de fato para a população, que melhore as condições de vida das pessoas. Com todo o investimento que está sendo feito, daria para melhorar a qualidade de vida nas comunidades, em vez de removê-las. Como já teve a experiência do Pan-Americano [em 2007], que não deixou legado nenhum, apenas no discurso”, ressaltou.

Uma das divergências dos manifestantes é sobre a remoção da Vila Autódromo, na Barra da Tijuca, que dará espaço para o Parque Olímpico. Sobre os investimentos bilionários que estão sendo feitos em estádios e arenas olímpicas, Edmundo considerou que vão gerar dívidas pesadas para os próximos governos. “A dívida do Rio de Janeiro em 2017 será impagável, por gastos sem controle. Quem vai pagar essa conta seremos todos nós.”

Ele disse que o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas está preparando uma ação para ingressar no Ministério Público pedindo acompanhamento nos gastos públicos das duas competições esportivas. “Já estamos com várias ações programadas para ingressar no Ministério Público, que já deveria estar sendo mais efetivo em relação a todo mau uso de verba pública e toda violência que está acontecendo em nome dos jogos. Por conta disso, justifica-se tudo; alterar gabarito na cidade, construir onde não se deveria, leis de exceção que passam por cima de tudo.” De acordo com Edmundo, novos protestos serão feitos nas próximas semanas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10529/CHEGADA+DA+BANDEIRA+OLIMPICA+AO+RIO+E+MARCADA+POR+MANIFESTACAO.html

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Comitiva presidencial em Londres custou R$ 900,1 mil


Filipe Marque e Guilherme Oliveira
Do Contas Abertas

A estadia da comitiva da presidente Dilma Rousseff em Londres para acompanhar a abertura dos Jogos Olímpicos 2012 custou aos cofres públicos R$ 900,1 mil. A delegação presidencial chegou à capital inglesa na última terça-feira (24) e ficou hospedada no The Ritz London Hotel, um dos mais luxuosos da Europa, até o último sábado (28), dia seguinte à abertura oficial das Olimpíadas.

Além da presidente, a comitiva foi composta por outras oito autoridades: o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS); os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Aloizio Mercadante (Educação), Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação), Aldo Rebelo (Esporte), Gastão Vieira (Turismo) e Helena Chagas (Comunicação Social); e o embaixador do Brasil em Londres, Roberto Jaguaribe. Integra ainda a comitiva o intérprete Paulo Ângelo Liégio Matão.Esse valor inclui também a hospedagem do chamado escalão avançado. Responsável pela preparação das viagens oficiais, o escalão viaja antes para garantir a segurança e preparar o terreno para a chegada da chefe de Estado brasileira.

Os maiores gastos foram com hospedagem: de R$ 783,6 mil. O Ritz London Hotel recebeu a maior quantia: R$ 588,3 mil reais. Os demais R$ 195,3 mil  foram gastos no aluguel de quartos de hotel para o escalão avançado, no Millennium Hotel London Mayfair.

Tradicional hotel cinco estrelas, o Ritz tem fama de atrair grandes celebridades, como artistas de Hollywood e membros da realeza europeia. O quarto mais caro do Ritz é a Suíte do Príncipe de Gales (Prince of Wales Suite), em que a diária custa, na alta temporada, £2,8 mil (cerca de R$ 8,9 mil). A diária mais barata também impressiona: não sai por menos de £255 (cerca de R$ 808).

O Contas Abertas questionou a assessoria de imprensa da Presidência da República sobre o restante da equipe de apoio que acompanha o grupo, a composição do escalão avançado e quais tipos e quantos quartos a comitiva brasileira ocupou, contudo, as informações não foram divulgadas por motivo de segurança.

Além do custo com hospedagem, o grupo também gastou com telefonia e internet. No Ritz, foram gastos R$ 12,6 mil para manter a comitiva conectada. Já no Millennium Hotel Mayfair, onde o escalão avançado ficou hospedado, os gastos chegaram a quase R$ 1,4 mil.

Apesar de a presidente ter inaugurado a nova embaixada do Brasil em Londres na última quinta-feira (26), o Ministério das Relações Exteriores preferiu não usar a nova sede e gastou R$ 102 mil com o aluguel de escritórios e salas. Mais uma vez, a despesa ficou dividida entre o Ritz, com R$ 68 mil, e o Millennium Hotel Mayfair: mais de R$ 34 mil.

Em comparação, a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que chefia a delegação diplomática americana, optou por ficar na embaixada do país em vez de usar os serviços de um hotel. O presidente norte-americano, Barack Obama, não compareceu à cerimônia de abertura, pois se dedica à campanha eleitoral.

Veja aqui tabela com todos os gastos

Fonte: http://www.contasabertas.com.br/WebSite/Noticias/DetalheNoticias.aspx?Id=965&AspxAutoDetectCookieSupport=1

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Dilma destaca Bolsa Atleta e deseja sorte aos brasileiros em Londres


Presidente ainda falou do esforço para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016

Quase a metade atletas brasileiros que disputarão os Jogos Olímpicos de Londres recebem auxílio financeiro de forma direta do Governo federal, destacou nesta segunda-feira Dilma Rousseff, em seu programa semanal de rádio, "Café com a Presidenta".

Dilma, que assistirá a cerimônia dos Jogos, em Londres, na próxima sexta-feira, aproveitou para desejar sorte à delegação brasileira, que disputará o evento poliesportivo.

Segundo a presidente, dos 259 brasileiros que estarão em Londres, 111 fazem parte do programa Bolsa Atleta, um subsídio que o Governo dá a vários atletas, inclusive campeões mundiais. "Trata-se do maior programa de auxílio individual e direto a esportistas no mundo", afirmou.

O valor do subsídio, que beneficia atualmente 4 mil atletas, varia de acordo com o nível e o desempenho do auxiliado, em provas mundiais e olímpicas.

"O Bolsa Atleta apoia desde os esportistas que estão começando a carreira até aqueles que já competem em Olimpíadas ou Paralimpíadas. Esse é um benefício importante porque permite que o atleta se dedique com muito mais tranquilidade aos treinamentos e às competições", explicou a presidente.

De acordo com Dilma, o Governo gastará neste ano com o programa, cerca de R$ 60 milhões. Também haverá investimento em 2012 de aproximadamente R$ 200 milhões na modernização de centros de treino e na preparação das seleções.

A presidente também destacou os valores que serão empregados na construção de quadras esportivas em 2.800 escolas públicas de todo o país: R$ 1 bilhão. Segundo a governante, a meta é atingir 6 mil ginásios até 2014.

"É na quadra da escola, nas aulas de educação física, que a maioria das crianças tem o primeiro contato com o esporte. É uma oportunidade para muitos deles revelarem seus talentos, terem uma vida mais saudável e se apaixonarem pelo esporte", comentou a presidente durante o programa de rádio.

Dilma ainda falou do esforço para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio. "Estamos investindo na estrutura do país para fazer os melhores Jogos Olímpicos da história".

Para encerrar, Dilma deixou uma mensagem para aqueles que defenderão as cores do Brasil em Londres. "Quero dizer aos atletas que estão em Londres, que tenham muita determinação e coragem, e que podem contar com o apoio e carinho de todos os brasileiros".

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10369/DILMA+DESTACA+BOLSA+ATLETA+E+DESEJA+SORTE+AOS+BRASILEIROS+EM+LONDRES.html