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domingo, 7 de outubro de 2012

Lições olímpicas: uma nova Barcelona nasceu dos Jogos


Capital catalã se planejou para aproveitar tudo o que construiu

or Priscila Guilayn

MADRI - Em 1992, uma Barcelona completamente transformada, mas com rica personalidade própria, triunfava como sede olímpica. Foram 11 anos de trabalho — começaram com o projeto da candidatura, cinco anos antes da eleição do COI, em 1986 — para conseguir uma regeneração urbana e um maior desenvolvimento econômico regional. O turismo, que hoje representa 15% do PIB barcelonês, não estava entre seus objetivos prioritários. A marca Barcelona, no entanto, ganhou projeção estratosférica, e as palavras usadas para caracterizar a cidade — design, criatividade, inovação, cosmopolitismo, cultura, qualidade de vida — continuam sendo repetidas duas décadas depois, quando o número de turistas passou de 1,7 milhão a 7,6 milhões por ano.
Embora esta seja uma consequência dos Jogos de 92, não é seu maior legado. O perfil turístico que Barcelona ganhou com as Olimpíadas é praticamente o único ponto polêmico: exaltado pela maioria, é execrado por moradores do Centro que sentem saudades dos tempos em que caminhavam tranquilamente pelas Ramblas e ruelas do chamado casco histórico, e reclamam que os turistas recebem mais atenção do que eles. Ninguém nega, porém, que a Barcelona de hoje é infinitamente melhor do que aquela da década de 1980, que lutava para sair da depressão, depois de 40 anos de ditadura franquista, e almejava, como parte integrante da Espanha, entrar na União Europeia (a adesão foi, justamente, em 1986).

Instalações foram aproveitadas
A posição unânime de que os Jogos foram extremamente positivos para Barcelona e marcaram um antes e um depois para a cidade está ligada a uma ideia central: ser sede olímpica era um pretexto para transformar a cidade. Prova disso é que somente 9,1% do orçamento total de 9,4 bilhões de euros foram gastos diretamente em projetos esportivos.
— Economicamente, a chave do sucesso foi a criação de um modelo de financiamento público e privado. A união da visão empresarial com a institucional foi fundamental para criar redes que continuam funcionando e que são responsáveis pelo aproveitamento das instalações olímpicas 20 anos mais tarde — afirma Sunsi Huertas, professora de comunicação de destinos turísticos da Universidade Rovira i Virgili.
O sucesso de Barcelona 1992 está ligado ao planejamento feito com olhos na futura digestão de tudo o que se construísse. Pensando assim, das 43 instalações usadas nos Jogos só 15 eram novas, e todas foram aproveitadas depois. O Palau Sant Jordi, em Montjuic, principal pavilhão coberto dos Jogos, realiza mais de 150 espetáculos esportivos ou musicais por ano. Outro edifício, construído para as competições de luta olímpica, se transformou em universidade. As piscinas olímpicas de Picornell recebem dois mil usuários por dia. E assim por diante.
O Estadio Olímpico de Montjuïc teve um aproveitamento mais problemático. Só ganhou uso fixo em 1997, quando o clube de futebol Espanyol, o segundo time da Catalunha, passava por dificuldades financeiras e teve que vender seu Estadio Sarriá. Em 2009, no entanto, o Espanyol voltou a se mudar. Desde então, o Estádio Olímpico é usado para competições de atletismo e shows.
Os gastos foram repartidos entre o governo regional, que desembolsou 13%; o governo central, 10%; a prefeitura, 2%, e a iniciativa privada, o restante. Enquanto uma minoria dos esforços econômicos foi posta diretamente nos Jogos, os majoritários, 91% do orçamento, foram investidos principalmente em infraestrutura urbana.
Barcelona ganhou 4,2 quilômetros de praias (nove), de sul a norte, frequentadas por 3 milhões de banhistas por ano. Foi uma transformação radicalmente positiva. A linha do trem, agora subterrânea, separava a cidade do mar, e o centro histórico — a Ciutat Vella — mal se dava conta de que o Mediterrâneo estava logo ali. Há dois anos, foram colocados 750 mil metros cúbicos de areia — de um investimento total de 33 milhões de euros em 20 anos — para consolidar as praias barcelonesas, evitando que a cada temporal ficassem sem areia.
— Não tínhamos ambição expansiva. Queríamos requalificação urbana, reestruturar o que já estava feito — conta Lluis Millet Serra, que foi diretor de Arquitetura e Planejamento Urbanístico de Barcelona 1992. — O diálogo social é fundamental. A expropriação da Vila Olímpica, que significou a obtenção de mais de 40 hectares centrais da cidade, não foi feita através de leis ou decretos e, sim, de acordos com cada um dos proprietários ou usuários do terreno.
Graças à criação da Vila Olímpica, que emerge sobre velhos terrenos industriais, o porto barcelonês é hoje um ponto de encontro diurno e noturno: o litoral do bairro de Poble Nou, que durante o século XX foi se convertendo em lixeira a céu aberto, onde o mar era um coquetel de esgoto e resíduos industriais, hoje, despoluído, é cenário de esportes aquáticos e abriga marina, shopping, bares, restaurantes, discotecas, centro de saúde, metrô e bibliotecas.
Os 1.802 apartamentos, de diferentes tamanhos, separados do mar por um parque, serviram de residência para os atletas. Encerrados os Jogos, foram vendidos, por sorteio, rapidamente: havia mais demanda do que oferta. Hoje, quando algum proprietário decide vender seu imóvel, encontra comprador em um piscar de olhos, algo praticamente impossível na atual crise na Espanha. Mais que isso, com os valores de 2007, ano anterior ao estouro da bolha imobiliária, que reduziu preços e paralisou o mercado.
— Foram poucos os erros. Mas diria que nesta obra pecaram por falta. Deveriam ter urbanizado mais dois quilômetros do litoral, na área do Fórum — avalia o economista Ferran Brunet, pesquisador do Centro de Estudos Olímpicos da Universidade Autônoma de Barcelona, referindo-se à região onde o Mediterrâneo se junta com o Rio Bèsos.

Porto se tornou o primeiro da Europa
Erguer a Vila Olímpica numa região degradada e desprezada foi um dos grandes acertos de Barcelona. A insuficiente capacidade hoteleira não foi solucionada com a construção de muitas unidades e, sim, com o aluguel de seis navios de luxo, durante 15 dias, cada um capaz de alojar quatro mil pessoas. Para abastecer as embarcações e atender os hóspedes, o porto teve que ser reinventado. Resultado: Barcelona é, hoje, o primeiro porto de cruzeiros da Europa e o quarto do mundo. Para dar vazão à enxurrada de visitantes, o aeroporto del Prat passou por obras de ampliação: em 2011, recebeu 34 milhões de passageiros, cifra que, 20 anos antes, rondava os 10 milhões.
A capacidade de Barcelona de aproveitar o empurrão dos Jogos a fez pular do 11º lugar entre as cidades europeias mais atraentes, em 1990, para o 4º, em 2010. É a primeira em qualidade de vida para os trabalhadores, quarta para os negócios e quinta para reuniões internacionais. Mas a valorização da marca Barcelona pesou no bolso de quem mora na cidade. É a mais cara do país e a 25ª do mundo.
— O efeito inflacionário é de curto e médio prazo até que apareçam novas ofertas. Na primeira década, com o boom turístico, é normal que os preços subam. Depois, com o aumento da concorrência há uma compensação, uma moderação — afirma o economista Oscar Mascarilla, especialista em análise conjuntural da universidade de Barcelona.
Resumindo, como disse o The New York Times em 1992, sobre a festa de encerramento das Olimpíadas: “a cidade ganhou os Jogos”.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/licoes-olimpicas-uma-nova-barcelona-nasceu-dos-jogos-6242423#ixzz28cZGG2jp 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Barcelona usará cores da Catalunha em novo uniforme


De acordo com o jornal espanhol Sport, o Barcelona já está pensando nos uniformes da temporada 2013/2014. Apesar de ter lançado recentemente um novo uniforme, o clube espanhol já tem ideias para a próxima temporada.O jornal Sport conseguiu acesso à imagem da camisa 2 do Barcelona para a próxima temporada. O clube homenageará a Catalunha, província em que Barcelona está localizada, e tem as cores amarelo e vermelho. Será a primeira vez na história que o Barça homenageia a Catalunha no uniforme.Ainda de acordo com o jornal, o uniforme 1 do clube voltará a ser o tradicional azul grená , com listras verticais.

Fonte: http://placar.abril.com.br/barcelona-usara-cores-da-catalunha-em-novo-uniforme.html?utm_source=redesabril_Placar&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_Placar

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Barcelona-92 é modelo a ser seguido pelas cidades olímpicas


Cidade ganhou notoriedade, valorizou-se e ficou marcada pela alegria dos 20 dias de disputas

Barcelona esperou quase 70 anos para realizar suas Olimpíadas em 1992. Os Jogos haviam sido prometidos para 1924, mas o Barão de Coubertin, fundador das Olimpíadas Modernas, acabou optando por Paris para a sede daquele ano.

Mas a espera valeu a pena. A cidade catalã, antes escondida no interior da Espanha, ganhou notoriedade, valorizou-se e ficou marcada pela alegria dos 20 dias de disputas esportivas.

Uma oportunidade que foi muito bem aproveitada, de acordo com Pere Alcober, presidente do Instituto de Esportes de Barcelona.

“Durante os 20 dias dos Jogos Olímpicos tivemos uma oportunidade única, que não se sabe quando poderá se repetir. Essa oportunidade teria que servir para várias coisas. Uma delas é tentar fazer os melhores Jogos Olímpicos”.

Depois dos Jogos, a cidade se tornou reconhecida em todo mundo. Para Alcober, esse sucesso vai além da infraestrutura.

“A transformação da cidade ocorre na infraestrutura, nas moradias, vias, no aeroporto, o que é imprescindível. Isso é o tangível. Mas há outra troca, que é muito importante, que são os benefícios intangíveis, que vem a ser a autoestima da cidade, o reconhecimento de que temos um desafio e que juntos vamos assumir um objetivo e vamos fazer bem, para mostrar ao mundo que somos capazes de avançar, de nos consolidar nesse mundo globalizado”.

Orgulho 
O empresário Juan Martinez Palhares considera que as Olimpíadas foram importantes para a população de Barcelona, que passou a ter orgulho da cidade.

“Sem dúvida foram muito importantes para as pessoas que viviam em Barcelona, porque ficou um orgulho de que Barcelona estava presente em todo o mundo e vimos que não era uma coisa política, era uma coisa realmente feita para a cidade”.

Palhares explica que, além de a população aproveitar as melhorias feitas para os Jogos, a cidade passou a receber mais turistas.

“Tudo foi aproveitado: as telecomunicações, muitos hotéis e isso tudo nos permitiu avançar mais, organizar mais eventos, organizar mais férias, a cidade estava preparada para receber mais visitantes, já que a estrutura que havia sido feito era muito grande. Ainda bem que quem pagou foi o Estado e isso permitiu que os beneficiários fossem Barcelona e os barceloneses, que, de outra forma, não poderiam pagar”.

Valorização
A economista Maria Consol diz que a maior transformação foi na infraestrutura. “Depois dos Jogos Olímpicos, obviamente, a maior transformação que se pode ver, foi a infraestrutura. A cidade onde moraram os atletas, toda essa parte foi criada, com as praias, o novo porto, além de muitas outras coisas. Também tem o anel olímpico, que facilitou o transito”.

O empresário Palhares destaca que os apartamentos da Vila Olímpica foram vendidos a preços altos e a cidade toda sofreu valorização imobiliária.

“Toda a área de Barcelona se valorizou muito. Houve um disparo de preços tremendo, foi mais de 50%, porque a cidade ficou bonita, tendo cada vez menos áreas à disposição. E as pessoas queriam ir viver em Barcelona, porque deixaram a cidade muito linda”.

Criatividade - O representante do Departamento de Marketing da Infraestrutura Olímpica, Joaquim Romero, explica que cerca de 1 milhão de pessoas visitam a área olímpica de Barcelona, inclusive o Museu das Olimpíadas de 1992. De acordo com ele, muita criatividade ajuda a manter o ginásio ocupado, local que pode receber até 18 mil pessoas.

“Aqui já foi feito de tudo, pista de neve, piscina para o mundial de natação, recebeu triatlon, enduro, windsurf e jet ski também, ginástica sobre gelo, corridas de carros. Já tivemos de tudo”.

O Estádio Palácio São Jorge recebe concertos e grandes jogos, mas ainda encontra problemas para sua manutenção. Já o ginásio é utilizado cerca de 200 dias por ano e os lucros são convertidos para manter outras áreas do parque olímpico.

Mas o grande exemplo de Barcelona para o mundo é como 20 anos depois a cidade ainda vive da boa lembrança dos Jogos Olímpicos. A cidade se valoriza e se reconstrói, mas a recordação dos 20 dias de disputa está presente em toda sua população, que valoriza os visitantes, que sempre ficam com vontade de voltar.

*Colaborou Akemi Nitahara
*As entrevistas foram feitas em Barcelona, em abril de 2010

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10424/BARCELONA92+E+MODELO+A+SER+SEGUIDO+PELAS+CIDADES+OLIMPICAS.html

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Barcelona-92 sofreu tentativa de atentado, diz ex-secretário


Segundo Rafael Vera, bomba estava escondida no teto do pavilhão de esportes

Vinte anos depois, o ex-secretário de Estado de Segurança espanhol, Rafael Vera, revelou que poucos dias antes dos Jogos Olímpicos de Barcelona, uma bomba foi encontrada pela polícia no teto do ginásio de basquete Palau Sant Jordi, e que nunca foram descobertos os responsáveis pela ameaça.

A declaração foi feita por Vera, que ocupava a pasta em 1992, com exclusividade à Agência Efe, pelos 20 anos dos Jogos realizados na cidade catalã. Segundo o político espanhol, a principal suspeita recai sobre a organização separatista basca ETA.

A bomba estava escondida na estrutura tubular do teto do pavilhão de esportes e estaria programada para explodir poucos dias antes da cerimônia de abertura dos Jogos, realizada no dia 25 de julho de 1992, no Estádio Olímpico de Montjuic.

Diante da ameaça terrorista que recaía sobre a Espanha, as Forças de Segurança do país começaram a inspecionar e vigiar as obras olímpicas desde a pedra fundamental, para evitar possíveis atentados ou sabotagens. Segundo Vera, isso foi o que permitiu a localização do artefato, que nunca foi reivindicado por nenhum grupo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10350/BARCELONA92+SOFREU+TENTATIVA+DE+ATENTADO+DIZ+EXSECRETARIO.html

terça-feira, 17 de julho de 2012

Fluminense, Barça carioca e até CBF ganham com a venda de Thiago Silva


Clubes formadores dividem 5% dos R$ 102 milhões que o Milan receberá do PSG, mas entidade ainda terá que aguardar. Veja quanto cada time vai lucrar

Por Lucas Loos

A transferência de Thiago Silva para o PSG por € 41 milhões (R$ 102 milhões) não vai encher apenas os cofres do Milan. Segundo o advogado Marcos Motta, que cuida da transferência, Fluminense, RS Futebol Clube, Juventude, Porto (de Portugal), Dínamo de Moscou (da Rússia), CBF e até o Barcelona (só que a versão carioca do gigante catalão) vão dividir a parcela destinada aos clubes formadores (confira os valores na tabela ao lado). Isso porque, por conta de normas da Fifa, as equipes por onde o zagueiro atuou entre os 12 e 23 anos têm direito a receber 5% do valor da transação, o que representa € 2,05 milhões (R$ 5,1 milhões).
A conta da divisão entre os clubes formadores é relativamente simples. Os times defendidos por um atleta no período em que ele tinha entre 12 e 15 anos recebem, por cada temporada de serviço, 0,25% do valor total da transferência. Entre 16 e 23, o valor sobe para 0,5 % ao ano.
- Este mecanismo, que hoje existe também no Brasil, foi criado pela Fifa em 2001 e é uma forma de incentivar o clube formador. O Thiago passou por outros times até chegar ao PSG. É justo que todos esses clubes que o ajudaram até chegar ao valor de 41 milhões de euros sejam beneficiados - disse Marcos, responsável, entre outras coisas, pela divisão do valor de direito de cada clube formador.
No caso da CBF, a entidade será beneficiada pelo período no qual o zagueiro ficou sem vínculo com nenhuma equipe entre os 12 e 23 anos e pode reivindicar o valor restante. Na soma da divisão feita pelo advogado, cerca de € 1,35 milhão (R$ 3,5 milhões) iriam parar nos cofres dos clubes formadores, sobrando € 700 mil (R$1,75 milhão), que poderiam ficar com a CBF.
- A CBF tem direito a uma parcela, caso nenhum outro clube que se diga formador apareça para exigir parte da quantia nos próximos 18 meses - diz Marcos, que baseou os cálculos de acordo com o Passaporte da CBF, documento que serve como registro oficial dos jogadores.
Os clubes formadores vão receber da mesma forma que o Milan. Ou seja: mesmo se o pagamento for parcelado (forma mais comum neste tipo de transferência, segundo o advogado), todos os clubes vão receber o valor na mesma data.

O papel de cada clube formador
Nascido no dia 22 de setembro de 1984 no Rio de Janeiro, Thiago Silva, hoje com 27 anos, começou a carreira como profissional em 2003, no RS Futebol, time do Rio Grande do Sul, após passagem - nas divisões de base - por Barcelona (RJ) e Fluminense, justamente o time onde se consagraria anos mais tarde.
Thiago deixou o clube que o revelou em 2004 para acertar com o Juventude. A primeira chance no futebol europeu ocorreria no mesmo ano, com a transferência para o Porto. O zagueiro ainda teria uma passagem sem brilhantismo pelo Dínamo de Moscou (onde teve tuberculose e precisou ficar internado) antes de voltar ao Brasil, em 2006, para defender o Fluminense.
O apelido de Monstro surgiu justamente nesta época. Bastaram duas temporadas e meia com a camisa tricolor para que ele ganhasse a Copa do Brasil de 2007, virasse ídolo da torcida e chegasse à seleção brasileira. O sucesso no Rio de Janeiro o fez pegar o avião de volta ao Velho Continente no fim de 2008 para defender o Milan - sua casa desde então.
Thiago precisou esperar seis meses antes de poder jogar oficialmente pelo clube italiano, por causa do limite de jogadores estrangeiros que integravam o plantel rossonero, e só foi conquistar a torcida a partir da temporada 2009/10. No Milan, o auge chegou em 2011, com a conquista do Campeonato Italiano.

Ferdinand "supera" o brasileiro
Desde o anúncio oficial por parte do PSG na tarde de sábado, a imprensa europeia especula que a negociação possa ter chegado a € 45 milhões (R$ 112 milhões). Com os documentos oficiais enviados pelo PSG para operar a parte burocrática da transferência, Marcos Motta diz que o valor que vai ser destinado aos clubes gira mesmo em torno de € 41 milhões, mas impostos e outras taxas podem elevar a quantia.
Isso faz com que Thiago não seja o zagueiro mais caro da história. Segundo os números da Pluri Consultoria, o Manchester United pagou € 46 milhões (R$ 115 milhões nos valores atuais) ao Leeds para ficar com o defensor Rio Ferdinand em 2002.
Mesmo no futebol francês, o recorde de jogador mais caro segue com o argentino Javier Pastore. No ano passado, o PSG desembolsou € 42 milhões (R$ 105 milhões, de acordo com o levantamento da consultoria) ao Palermo, da Itália, para contratar o atacante.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2012/07/fluminense-barca-carioca-e-ate-cbf-ganham-com-venda-de-thiago-silva.html

domingo, 15 de julho de 2012

TV espanhola garante que Barça comprou Neymar


Equipe espanhola ainda não teria definido se quer o jogador para essa temporada ou na próxima

As especulações da saída de Neymar para o Barcelona seguem ganhando força. Desta vez, o programa "Punto Pelota", da TV Intereconomía da Espanha, garante que o jogador já foi vendido para os culés.

O preço que teria sido pago para o Barça mostra bem que o brasileiro é um dos jogadores mais importantes do futebol mundial: 60 milhões de euros (praticamente R$ 150 milhões).
Ainda de acordo com o programa, a única dúvida no negócio é quando Neymar será incorporado ao elenco principal do Barça. Os espanhóis estão considerando a possibilidade de levá-lo para a Espanha já nesta temporada, após as Olimpíadas, contrariando o plano inicial, que previa a Joia chegando aos culés apenas para a disputa da temporada 2013-14, a última antes da Copa do Mundo do Brasil.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/santos/TV-espanhola-garante-Barca-Neymar_0_737326336.html#ixzz20jw0NSr5 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Exposição em Londres apresenta o legado urbanístico de Barcelona-92


Imagens estarão à disposição até o dia 28 e mostrarão pontos da capital catalã

O legado urbanístico, econômico e social que os Jogos Olímpicos deixaram em Barcelona, na Espanha, é a base de uma exposição na galeria Roca, em Londres, até o dia 28 de julho.

"A transformação de uma cidade olímpica" é uma exposição fotográfica que mostra os recintos que foram utilizados no evento e as áreas remodeladas na cidade catalã. A galeria pretende mostra ao público britânico a mudança em outra sede dos Jogos, faltando apenas 16 dias para o início de Londres 2012.

"A ideia era mostrar o processo de renovação urbanística de Barcelona a partir das quatro áreas olímpicas da cidade que se regeneraram e até hoje são modelos para outras sedes", explicou à Agência Efe, Diana Argelich, da Fundação Barcelona Olímpica, uma das organizadoras da exposição.

As imagens mostram a Vila Olímpica, a zona de Vall d'Hebron, do parque de Montjuïch, o Palau Sant Jordi, entre outras pequenas amostras da alteração da fisionomia da cidade espanhola.

"Foi uma mudança total da cidade. Houve um antes e depois. Aqui em Londres tentam fazer algo similar. Há preocupação com o legado dos Jogos e por isso tomam Barcelona como modelo", explicou Josep Manuel Suàrez, delegado da Generalitat da Catalunha em Londres.

Os visitantes ainda podem assistir a um vídeo onde é mostrada a evolução urbanística de algumas zonas da cidade, a construção de torres ou a remodelação do Estádio Olímpico Montjuïch.

A exposição seguirá aberta até o dia 28 de julho, um dia depois de inaugurados os Jogos Olímpicos de Londres, no Estádio Olímpico de Stratford, região degradada, que está sendo recuperada para o evento poliesportivo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10308/EXPOSICAO+EM+LONDRES+APRESENTA+O+LEGADO+URBANISTICO+DE+BARCELONA92.html

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Barcelona lança projeto para crianças no Complexo do Alemão


Iniciativa deve atender 400 meninas e meninos na Vila Olímpica Carlos Castilho

Por Claudio Nogueira

RIO - Campeão europeu pelo Barcelona, em 2005/2006, quando foi o autor do gol do título nos 2 a 1 sobre o Arsenal, em Paris, o ex-lateral Belletti foi o padrinho do lançamento do Projeto Futbol Net, uma parceria entre a Fundação Barcelona, do clube catalão, a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, o Banco Interamericano de Desenvolviment (BID) do Brasil e a Fundação Mapfre. A iniciativa, que visa a atender 400 meninos e meninas, terá lugar na Vila Olímpica Carlos Castilho, na Estrada do Itararé, no Complexo do Alemão.
De acordo com os idealizadores do projeto, este não visa a formar jogadores, mas sim, cidadãos. O Futbol Net já beneficia 4 mil crianças em 20 núcleos espalhados pela Catalunha. Esta é a primeira vez que a ação é realizada fora do território espanhol.
- O futebol oferece tudo isso. Cria oportunidades de diversas maneiras, de diversas formas e de diversos lugares. Com este projeto, o Barcelona, o melhor time do mundo, não quer revelar talentos, mas integrar as crianças. O futebol me ensinou a ter disciplina e respeito - disse Belletti. - O futebol une mundos diferentes, pode unir crianças de línguas diferentes, para se divertir. Estas crianças vão ter de escolher entre seguir uma vida boa ou outros caminhos. E o futebol vai ajudá-las a fazer a melhor escolha.
À inauguração, estiveram presentes a infanta Dona Elena de Bourbon, filha dos reis da Espanha e responsável pelos projetos culturais da Fundação Mapfre, além do secretário municipal de Esporte e Lazer, Romário Galvão. De acordo com o secretário, o projeto poderá ser estendido, ano que vem, a algumas das 18 vilas olímpicas do município.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/barcelona-lanca-projeto-para-criancas-no-complexo-do-alemao-5398683#ixzz1znc2YyDD