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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Rio forma policiais militares em segurança de eventos esportivos


Ação tem como objetivo preparar os policiais para atuar em eventos como a Copa e as Olimpíadas

O Grupo de Policiamento em Estádios (Gepe) da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro deu início ontem (10) à etapa teórica do primeiro curso de Policiamento em Praças Desportivas, feito em parceria com a Federação de Futebol do Rio.

A ação tem como objetivo preparar os policiais para atuar nos campeonatos regionais e também nos grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações, Copa do Mundo e as Olimpíadas.

O programa tem duração de cinco semanas, e a previsão é que 80 policiais militares sejam formados até fevereiro de 2013. Nas aulas teóricas serão abordados temas como riscos de segurança, gerenciamento de crise, planejamento operacional para campeonatos internacionais, entre outros.

As disciplinas teóricas são ministradas na sede da Federação de Futebol e, eventualmente, no Batalhão de Choque da PM, como informou o comandante do Gepe, tenente-coronel João Fiorentini.

“O Gepe tem uma doutrina muito forte, bem sucedida, de atuação em eventos de uma forma geral, só não tínhamos ainda essa doutrina no campo teórico. Algumas matérias do curso eram apresentadas ao policial de forma espaçada. Então nós condensamos todos esses ensinamentos e outros já aplicados para os grandes eventos que a nossa cidade vai sediar, para que o policial esteja cada mais capacitado a atuar em todas as situações. O objetivo é simples, trazer a paz para o futebol”, disse o comandante.

Segundo o coordenador do curso, capitão Fabiano Gomes da Costa, todos os dias são oferecidas aulas expositivas e práticas. “Nós vamos passar para eles [os policiais] onde estão fundamentadas legalmente as ações do Gepe. Vamos trabalhar o comportamento social em estádio, para que possam conhecer o comportamento da massa e agir antecipadamente. Trabalhamos mais ou menos com a proporção de um homem para cada 250 torcedores. Se as ações não forem pautadas na técnica, você pode comprometer todo o trabalho da sua equipe”, disse o capitão.

As aulas práticas sobre utilização de armamento químico, munição controlada e método de defesa policial, entre outros tópicos, começaram na última segunda-feira (3). A formação será continuada e todos os 206 policiais do Gepe farão o curso.

Na ação, estão trabalhando conjuntamente as polícias Militar e Civil, além da Guarda Municipal. “Durante anos, nós tentamos resolver os problemas do futebol no Rio sozinhos, e é impressionante como este ano, só de nos juntarmos com a Polícia Civil, trabalhando de modo integrado, as coisas estão andando em uma velocidade muito maior, então a gente viu que o caminho é mesmo a integração”, avaliou Costa.

De acordo com a Polícia Militar, recentemente o Gepe foi apontado como a melhor unidade brasileira de policiamento em estádios. A premiação foi concedida no 3º Seminário de Torcidas Organizadas e Uniformizadas, promovido pelo Ministério do Esporte em junho em São Paulo. A indicação foi feita por representantes das torcidas organizadas de futebol de todo o país.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11169/RIO+FORMA+POLICIAIS+MILITARES+EM+SEGURANCA+DE+EVENTOS+ESPORTIVOS.html

domingo, 9 de dezembro de 2012

Rio define consórcios para três arenas olímpicas


Os Jogos Olímpicos do Rio-2016 estão se aproximando e a Prefeitura do Rio de Janeiro começa a definir os projetos. Foram divulgados, na última quinta-feira, 6, os consórcios que ficarão responsáveis pelos projetos de três arenas olímpicas.

O centro de tênis, que terá três ginásios, sete quadras descobertas e seis quadras para treinamento, será gerido pelo consórcio 2016 – Especialistas em Eventos Esportivos, formado pelas empresas: GMP Design e Projetos do Brasil Ltda, SBP do Brasil Projetos Ltda, Lumens Engenharia Ltda, e Sustentech Desenvolvimento Sustentável Ltda. O projeto receberá R$ 10, 2 milhões.

O mesmo consórcio ficará responsável pelo centro de esportes aquáticos. O local, com capacidade para 18 mil pessoas, será temporário e custará R$ 8,3 milhões.

O velódromo terá seu projeto assinado pelo consórcio Rio Equipamentos Olímpicos e custará R$ 5,2 milhões. A arena permanente irá substituir a pista de ciclismo criada para Jogos Pan-Americanos de 2007, que não atende às exigências olímpicas. O consórcio é formado pelas companhias: Arqhos-Consultoria e Projetos Ltda; Conen-Consultoria e Engenharia Ltda; JLA-Casagrande Serviços e Consultoria de Engenharia Ltda; M&T Mayerhofer e Toledo Arquitetura Planejamento e Consultoria Ltda.

Juntas, as três arenas custarão R$ 23,8 milhões, dinheiro que será pago pela população por meio da Empresa Olímpica Municipal (EOM).

O Maracanã, outro palco dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, também é alvo de disputa de diversas empresas. A companhia portuguesa Lusoarenas se juntou com a brasileira Traffic e formaram a Stadia, que também já é associada à norte-americana Global Spectrum. O aglomerado de empresas entrará na disputa pela gestão do Maracanã com a IMX, de Eike Batista.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/27/27823/Rio-define-consorcios-para-tres-arenas-olimpicas/index.php

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

COI alerta Rio que tempo é valioso e prazos precisam ser cumpridos


O Comitê Olímpico Internacional (COI) voltou a cobrar dos organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira, que observem estritamente os prazos estabelecidos para os preparativos da Olimpíada de 2016 de forma a evitar atrasos.

"Tenho certeza que o time do Rio está ciente da urgência e do fato que os Jogos precisam ser entregues em uma data específica, você não pode adiar. É como um jogo de futebol, mas você não tem prorrogação se perder tempo", disse a jornalistas o membro do comitê executivo do COI Denis Oswald, que foi o chefe da comissão de coordenação do COI para Londres-2012.

A prefeitura do Rio garante que todos os projetos de infraestrutura e de arenas esportivas para os Jogos Olímpicos estão dentro do cronograma, ao contrário do que acontece com várias obras das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, principalmente nos aeroportos e obras de mobilidade urbana, que estão atrasadas e correm risco de não ficarem prontas a tempo.

Por conta desses atrasos, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse este ano que o Brasil precisava de um "chute no traseiro" para acelerar os preparativos, provocando uma crise com o governo brasileiro que foi contornada posteriormente com um pedido de desculpas.

Os dirigentes do COI, por sua vez, repetiram a cobrança para que os prazos sejam cumpridos e lembraram que há bastante trabalho a ser feito.

Membros da organização da Olimpíada da capital britânica estiveram reunidos no Rio dos dias 17 a 21 para um evento organizado pelo COI para a transferência de conhecimento para futuras cidades-sedes de Olimpíadas, incluindo a Rio-2016 e os Jogos de Inverno Sochi-2014 e PyeongChang-2018.

"Os Jogos são um projeto incrivelmente complexo, como todos nós sabemos, mas o tempo é um artigo realmente valioso e o Rio, como Londres, deve garantir a maximização do tempo disponível para cumprir os altos padrões que eles próprios estabeleceram", disse Nawal El Moutawakel, vice-presidente do COI e presidente da comissão de coordenação do COI para a Rio-2016.

"Receber os Jogos Olímpicos é um projeto complexo e não há tempo a perder. O Rio 2016 está ciente disso e sabemos que fará um bom trabalho", acrescentou.

Entre as principais obras dos Jogos de 2016, a construção do Parque Olímpico está na fase de demolição do Autódromo de Jacarepaguá, onde será erguido o complexo esportivo, e a Vila Olímpica está no estágio inicial de obras. A cidade também está passando por obras de mobilidade urbana e expansão do metrô para a Barra da Tijuca, onde será realizada a maior parte dos Jogos.

(Por Pedro Fonseca, com reportagem da Reuters TV) 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,coi-alerta-rio-que-tempo-e-valioso-e-prazos-precisam-ser-cumpridos,963124,0.htm

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Globo anuncia transmissão ao vivo de UFC Rio III


A TV Globo vai exibir ao vivo no próximo sábado a luta entre Anderson Silva e Stephen Bonnar, principal embate do UFC Rio III (UFC 153), evento de artes marciais mistas (MMA). O duelo será realizado na Arena da Barra, no Rio de Janeiro, com narração de Galvão Bueno e comentários do lutador Júnior Cigano.

Bonnar é vice-campeão da primeira edição norte-americana do reality show “The Ultimate Fighter”. O combate com Anderson Silva será válido pela categoria meio-pesado (até 93 kg) – o brasileiro é o atual campeão dos médios (até 84 kg).

A luta, aliás, não estava prevista no card inicial do UFC Rio III. O evento perdeu José Aldo e Quinton “Rampage” Jackson, ambos lesionados, e corria o risco de não ter nenhuma estrela do circuito. Usar Silva foi a solução encontrada pela organização para esse problema.

Para exibir a luta entre Silva e Bonnar, a Globo deixará de mostrar a sessão de filmes “Supercine”. Além disso, o semanal “Altas Horas” será deslocado para mais cedo.

Neste ano, as transmissões da Globo foram motivos de grande polêmica no UFC. Em maio, por exemplo, a emissora anunciou que mostraria ao vivo o embate entre Júnior Cigano e Frank Mir pelo UFC 146. No momento em que a luta começou, porém, o canal exibia o “Supercine”.

Em julho, Anderson Silva enfrentou Chael Sonnen no UFC 148, em Las Vegas, e a Globo também não mostrou o duelo ao vivo. Na época, a emissora chegou a emitir uma nota oficial para explicar o porquê disso.

“Não transmitimos – e nem transmitiremos mais ao vivo as lutas realizadas no exterior – por não termos direitos para isso. Temos somente o direito de transmissão com atraso mínimo de 30 minutos”, explicou o texto do canal.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/27/27107/Globo-anuncia-transmissao-ao-vivo-de-UFC-Rio-III/index.php

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Rio promove fórum para incentivar uso da bicicleta como transporte


2º Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta (BiciRio) acontece a partir desta sexta (21)

Reforçar a cultura da bicicleta como meio de transporte é o principal objetivo do 2º Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta (BiciRio), que a Secretaria Municipal do Meio Ambiente promove a partir do próximo domingo (23), na capital fluminense.

O secretário Altamirando Moraes adiantou  hoje (20) à "Agência Brasil" que o evento vai começar informalmente amanhã (21) com o lançamento do primeiro mapa cicloviário da cidade do Rio de Janeiro, destinado aos turistas nacionais e estrangeiros.

“Você tem todas as atrações turísticas do Rio de Janeiro e como chegar até elas de bicicleta. Tem todas as rotas. Se você tiver algum problema, há indicação de onde está delegacia, hospital, onde você pode consertar a bicicleta”. O mapa terá distribuição gratuita e informará também as regras para uso da bicicleta no município. “O mapa vai entrar no portfólio da cidade”, disse.

No sábado (22), segundo Moraes, a SuperVia, concessionária que explora o transporte ferroviário urbano, a exemplo do que ocorreu com o Metrô do Rio, vai permitir a entrada gratuita de bicicletas nos trens, nos fins de semana. “A pessoa poderá entrar com sua bicicleta no trem,  saltar em uma estação e fazer a complementação [do percurso] com a bicicleta”.

A programação do fórum será aberta no domingo (23), pela manhã, com um passeio ciclístico que sairá do Museu de Arte Moderna, no Parque do Flamengo, até o Mourisco, em Botafogo, retornando ao parque. O passeio já tem mais de  20 mil inscritos até agora. “Vai ser um grande passeio para incentivar e consolidar  cada vez mais a questão da bicicleta como meio de transporte complementar e alternativo na cidade”.

Na segunda-feira (24), serão feitas visitas técnicas para mostrar aos participantes do fórum que é possível fazer a integração da bicicleta com os demais meios de transporte público, “na tentativa de retirar mais veículos individuais da cidade”.

No dia 25, haverá palestras e debates técnicos, no Centro Empresarial Rio. Na oportunidade, serão apresentadas experiências de projetos implantados em outras cidades do Brasil e do mundo.

A cidade do Rio de Janeiro é líder no país em quilômetros de ciclovias construídas. Altamirando Moraes disse que o município conta atualmente com 282 quilômetros de malha cicloviária em operação e deverá alcançar 300 quilômetros antes do final do ano. O objetivo a cada ano é somar mais 50 quilômetros, de modo a chegar a 2016 com 450 quilômetros de ciclovias.

“A meta é chegar, pelo menos, a 10% das pessoas que usam a bicilcieta como meio de transporte na cidade. Isso dá mais de 2 milhões de viagens de bicicleta por dia”. Hoje, são feitas 1 milhão de viagens diárias de bicicleta no Rio de Janeiro, considerando o sistema de bicicletas de aluguel e o deslocamento das pessoas com suas próprias “magrelas”.  

O secretário lembrou, ainda, que  além de constituir uma alternativa de  transporte, a bicicleta contribui para a redução dos gases de efeito estufa. Metodologia desenvolvida pelo Banco Mundial (Bird) está sendo aplicada pela secretaria para ver como o uso da bicicleta está reduzindo a emissão de gases poluentes na cidade. “A gente tem uma meta de chegar até o final do ano emitindo menos 8% do que emitia em 2005”.

O objetivo é mostrar que a cidade pode crescer de maneira sustentável. “E o uso da bicicleta contribui para isso”. Estudo que está sendo elaborado pela prefeitura, em parceria com o  Banco Mundial e a Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), vai calcular a diminuição de gases poluentes alcançada com a utilização da bicicleta, nos últimos anos.  

O 2º Fórum Internacional  da Mobilidade por Bicicleta (BiciRio) ocorre dentro da Semana Nacional do Trânsito. A agenda técnica terá mais de 300 participantes. Ela será aberta  pelo vice-presidente da Federação Europeia de Ciclismo (ECF, na sigla em inglês), Frans Van Schoot. A entidade representa mais de 100 cidades europeias e responde pela organização da Conferência Internacional Velo-City Global.

O secretário acredita que a vinda de Van Schoot ao Rio pode levar esse evento mundial a ser realizado, pela primeira vez, fora da Europa, na capital fluminense. “A gente está planejando fazer isso  até 2016”. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10750/RIO+PROMOVE+FORUM+PARA+INCENTIVAR+USO+DA+BICICLETA+COMO+TRANSPORTE.html

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Dirigentes do Rio sugerem limitação de membros de organizada nos estádios


Ao TJ-RJ, cartolas recomendam liberação de venda de bebidas alcoólicas dentro das arenas

A Federação de Futebol do Rio (Ferj) divulgou nesta quinta-feira o documento enviado nesta semana ao Tribunal e Justiça do Estado TJ-RJ) com sugestões para reduzir a violência das torcidas organizadas do estado. Os pontos foram definidos durante reunião com representantes dos quatro grandes do Rio, há uma semana.
Entre alguns pontos, os dirigentes entendem que a violência perderia força se fosse limitado o número de membros das torcidas organizadas nos estádios, houvesse identificação biométrica e fosse vetada a venda de bebidas alcoólicas no entorno do estádio nas horas que antecedem e sucedem o jogo, liberando a comercialização no interior, mas só enquanto a bola não rolar.

PONTOS SUGERIDOS:

JECRIM
1 - Presença do Juizado Especial Criminal (Jecrim) por período mínimo de 3 horas, antes do inicio da partida e até 3 horas, após o término, em todos os estádios onde ocorrerem jogos com a participação de pelo menos um grande. Também foi sugerida a criação de uma unidade da Polícia Civil para centralizar os flagrantes nos eventos especiais.

TORCIDAS ORGANIZADAS NOS ESTÁDIOS
2 - Limitar a entrada de membros até 5% da capacidade do estádio. Nos clássicos, essa fatia seria dividida pela metade entre os clubes. Definir locais específicos para as organizadas dentro dos estádios. A entrada das facções deve ocorrer em catracas com identificação biométrica, em um portão separado só para isso. A polícia ainda deve ter carta branca para revistar qualquer membro da organizada.

EFETIVO POLICIAL
3 - Clubes pedem presença de policiais militares nos locais dos estádios destinados às torcidas organizadas em número suficiente para garantir a ordem, bem como, nas estações de trem e metrô em dias de jogos, além das principais vias de acesso aos estádios. Solicitam ainda a instalação de esquema de segurança similar ao de aeroportos.

CADASTRAMENTO
4 - Pedem cadastramento dos membros das torcidas organizadas, ressaltando que o Ministério do Esporte chegou a dar início ao procedimento pelo estado do Paraná e sinalizou com a continuidade dos trabalhos no Rio. Alguns clubes chegaram a ser procurados, mas o programa, segundo os dirigentes, foi suspenso.

RESPONSABILIZAÇÃO
5 - Clubes pedem responsabilização civil de toda a direção da torcida organizada que tiver qualquer de seus membros envolvido em delitos. Solicitam ainda monitoramento das redes sociais e até telefones para que a violência das organizadas seja desarticulada.

BEBIDA
6- Dirigentes sugerem proibir a venda de bebida alcoólica em determinado perímetro dos estádios, desde três horas antes do início das partidas e até uma hora depois do término. Clubes consideram relevante a liberação da venda de bebidas no interior dos estádios, mas só antes de a bola rolar e fora do assento dos torcedores.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Dirigentes-Rio-limitacao-organizada-estadios_0_773322843.html#ixzz26ODCqTbg 

Rio plantará 34 milhões de mudas para reduzir emissão de gases


Programa de replantio foi anunciado hoje (13) pelo secretário estadual Carlos Minc

A Secretaria Estadual do Ambiente pretende plantar 34 milhões de mudas de espécies de Mata Atlântica até 2015. O programa de replantio foi anunciado hoje (13) pelo secretário Carlos Minc.

O reflorestamento faz parte do plano de encargos assinado pelo governo do estado para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016. Uma das obrigações estabelecidas no documento trata da redução das emissões de gases de efeito estufa no período do evento.

Foram demonstradas, por meio de um mapa, as áreas que receberão as mudas. Empresas que, por algum motivo, precisaram desmatar alguma área de preservação ficarão responsáveis pelo replantio. Para fiscalizar os envolvidos no reflorestamento, o cidadão terá, no próximo mês, uma página na internet com acesso a essas informações.

Minc informou que o número de mudas a serem plantadas é mais do que o dobro da necessidade real do estado, que está em aproximadamente 15 milhões de árvores. Ele disse que, para aumentar a precisão dos dados, uma empresa foi contratada para fazer a análise imparcial das áreas degradadas, com previsão de conclusão até dezembro.

A secretaria estima que, com a iniciativa, 5 mil empregos diretos sejam criados. Para suprir a necessidade da produção das mudas, 15 viveiros estão sendo construídos na região noroeste do estado e no Vale do Paraíba. Essas duas regiões vão ganhar também um projeto de criação de renda com a plantação de seringueiras para extração de látex.

“Além de preservar, nós vamos criar muitos empregos. Não é só plantar, é preciso fazer também a manutenção dessas árvores. Isso é um benefício que vai além da redução dos gases [de efeito] estufa durante as Olimpíadas”, destacou Carlos Minc.

De acordo com a secretaria do Ambiente serão investidos, até o final de 2015, cerca R$ 500 mil na iniciativa. A quantia envolve investimentos dos governos federal e estadual , além de recursos de empresas privadas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10696/RIO+PLANTARA+34+MILHOES+DE+MUDAS+PARA+REDUZIR+EMISSAO+DE+GASES.html

sábado, 8 de setembro de 2012

Rio sediará próximas edições do 'Oscar do esporte'


Premiações do Laureus de 2013 e 2014 serão realizadas na cidade

RIO - O Rio será a sede das edições de 2013 e 2014 do Laureus World Sports Awards, a maior premiação esportiva do mundo. A escolha foi anunciada na manhã deste sábado em Londres, pelo presidente da Academia Laureus, Edwin Moses.
O governador Sérgio Cabral estava no evento, e afirmou que a escolha chega para “coroar o extenso calendário internacional que o Rio tem para os próximos anos”.
– O Laureus se soma a outros eventos que dão ao Rio de Janeiro esse caráter, que a cidade voltou a ter, de referência no Brasil e na América do Sul. Ele coroa todo o extenso calendário internacional de grandes eventos que teremos nos próximos anos, é cereja do bolo desse grande momento que o Rio e o Brasil vivem, de desenvolvimento acelerado e de grandes conquistas. O Rio vai ganhar mais dois programas sociais para se juntar ao que a Fundação Laureus já realiza, na comunidade da Maré. O legado social é sem dúvida o grande legado que vai ficar de todas as conquistas esportivas – afirmou Cabral, que estava acompanhado da secretária de Estado de Esporte e Lazer, Márcia Lins, e do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.
O Laureus, considerado o "Oscar do esporte", foi criado em 2000. Com um painel de 46 grandes atletas, escolhe os esportistas que mais se destacaram em cada ano. Em 2012, o jogador Raí foi premiado como "Atleta pelo Bem" por suas atividades filantrópicas. Já o supercampeão da natação paralímpica Daniel Dias, que este ano é foi o porta-bandeira do Brasil em Londres, foi premiado em 2009 como melhor esportista paralímpico. Outros brasileiros premiados incluem Pelé (2000, com prêmio pela sua trajetória), Bob Burnquist (2002, Esportes Radicais), a seleção brasileira (2003, Equipe do Ano) e Ronaldo (2003, Melhor Volta aos Campos).
Além das premiações, o Laureus desenvolve projetos de incentivo ao esporte ao redor do mundo. No Rio, a Sport For Good Foundation, que é ligada ao prêmio, financia o projeto “Luta pela Paz”, no Complexo da Maré, que forma jovens lutadores de boxe.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/rio-sediara-proximas-edicoes-do-oscar-do-esporte-6034657#ixzz25udT41al 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Centro de Comando e Controle do Rio começa a funcionar em 2013


Projeto de segurança da Copa e da Olimpíada prevê local para oito órgãos

As obras do Centro Integrado de Comando e Controle do Rio de Janeiro deverão ser concluídas no próximo mês de outubro, disse hoje (4) o subsecretário de Tecnologia da Secretaria de Segurança (Seseg) do Rio de Janeiro, Edval Novaes, ao participar de painel no Rio Info sobre projetos de tecnologia da informação na área de segurança pública.

“Mais do que ser um projeto para a Copa e para as Olimpíadas, é um projeto para o dia a dia da cidade do Rio de Janeiro, da região metropolitana e, por que não dizer, de todo o estado, no caso de gerenciamento de crises e de acompanhamento de grandes eventos”, manifestou Novaes.

A expectativa é que o centro esteja funcionando no início de 2013. No local trabalharão de forma integrada a Polícia Federal, Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros, a Guarda Municipal, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a Polícia Rodoviária Federal, Defesa Civil Municipal e a Companhia de Engenharia de Tráfego do município do Rio de Janeiro (CET-Rio).

“Esses órgãos estarão trabalhando diretamente ali, cuidando da região metropolitana do Rio de Janeiro, cuidando da segurança pública, especificamente”, ressaltou Novaes. A unidade também vai abrigar um centro de gerenciamento de crise e um centro de comando e controle, ou de acompanhamento de grandes eventos, como já vem sendo chamado.

“Esse andar de cima permanecerá fechado. Ele só irá funcionar caso nós tenhamos uma crise ou estejamos acompanhando um grande evento qualquer, como é o caso da Copa do Mundo de Futebol, das Olimpíadas, da Jornada Mundial da Juventude”, disse.

Entre obras físicas, mobiliário interno e a parte de tecnologia da informação (TI), o projeto envolve investimentos de R$ 103 milhões, dos quais 30% são recursos federais.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10653/CENTRO+DE+COMANDO+E+CONTROLE+DO+RIO+COMECA+A+FUNCIONAR+EM+2013.html

De olho em megaeventos, Rio vai tomar R$ 7 bi em empréstimos


De acordo com governador, financiamento pode ser empregado em obras da Copa e da Olimpíada

O estado do Rio de Janeiro poderá pegar R$ 7,055 bilhões em empréstimos para investir em programas de desenvolvimento econômico e social. O acordo que permite a ampliação do endividamento foi assinado ontem (3) entre o governador Sérgio Cabral e o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Em troca da elevação dos limites de operações de crédito, o governo fluminense terá de cumprir metas fiscais, que levam em conta a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de parâmetros adicionais estabelecidos pelo Tesouro Nacional.

O Rio de Janeiro segue o exemplo de mais 17 estados que, no mês passado, foram autorizados a contratar mais R$ 42,2 bilhões em empréstimos e financiamentos.

Os R$ 7 bilhões adicionais concedidos ao Rio de Janeiro poderão ser contratados ao longo dos próximos anos. Segundo o governador Sérgio Cabral, a primeira parcela desse recurso será usada para contrair um empréstimo de US$ 600 milhões com o Banco Mundial para renovar a frota de trens urbanos na região metropolitana do Rio.

Cabral também destacou que o governo fluminense pretende financiar a conclusão da linha do metrô carioca que ligará a zona sul à Barra da Tijuca, prevista para ser inaugurada em março de 2016.

“O investimento em mobilidade urbana é prioridade para uma cidade que vai sediar grandes eventos nos próximos anos”, declarou o governador, referindo-se à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.

O dinheiro, ressaltou Cabral, também será investido na prevenção de desastres naturais, na pacificação das favelas e no tratamento do esgoto despejado na Baía de Guanabara. Os recursos também poderão financiar a contrapartida do governo estadual no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

De acordo com Cabral, a dívida do governo fluminense soma cerca de R$ 50 bilhões – podendo chegar a R$ 57 bilhões com a ampliação dos limites de crédito. O estado atualmente paga R$ 3,5 bilhões por ano ao governo federal como serviço dessa dívida, que é corrigida pelo IGP-DI mais 6% ao ano.

Com o acordo assinado hoje, informou o governador, o Rio de Janeiro foi autorizado a pegar R$ 21,5 bilhões em operações de crédito desde 2007.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10647/DE+OLHO+EM+MEGAEVENTOS+RIO+VAI+TOMAR+R+7+BI+EM+EMPRESTIMOS.html

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Rio terá quatro anos de críticas e incertezas com os Jogos, diz Blair


Ex-ministro britânico lembrou da preparação para os Jogos 2012 e disse que Brasil vai superar fase

O Brasil vai passar por quatro anos de críticas e incertezas em relação aos preparativos para os Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro. A afirmação é do ex-ministro britânico, Tony Blair.

Blair ocupava o cargo de primeiro-ministro da Grã-Bretanha no período preparatório para as Olimpíadas de Londres, realizadas há menos de um mês. “Acabei de dizer para [a presidenta] Dilma Rousseff que teve muita crítica, mas o resultado foi excelente e tenho certeza que será brilhante aqui também”, disse.

Mantendo o otimismo sobre os resultados dos esforços brasileiros para receber a competição, Tony Blair afirmou que o Brasil vai superar esta fase de incertezas. “É minha aposta. O Rio de Janeiro é uma cidade fantástica e todos vão querer participar, inclusive eu”, afirmou.

Atualmente, Tony Blair lidera uma organização não governamental (ONG) com atuação em política internacional e consultorias de gestão pública. O Rio de Janeiro tem recebido orientações da equipe de Blair para a preparação dos Jogos Olímpicos de 2016.

Apesar de acompanhar de perto as decisões preparatórias para os Jogos, como investimentos e contratações, o ex-ministro britânico preferiu não se posicionar oficialmente sobre as críticas feitas a estratégias do governo para o evento. Perguntado sobre os problemas, o ex-ministro britânico limitou-se a repetir o alerta: “Vocês passarão pelo mesmo processo que passamos que é muita critica, preocupações e dificuldades”.

Tony Blair está no Brasil, onde participou de um congresso internacional sobre competitividade brasileira. O evento reuniu, em Brasília, especialistas brasileiros e estrangeiros que discutiram soluções para gargalos em áreas como infraestrutura e logística, que afetam a competitividade dos produtos brasileiros no mercado mundial.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10614/RIO+TERA+QUATRO+ANOS+DE+CRITICAS+E+INCERTEZAS+COM+OS+JOGOS+DIZ+BLAIR.html

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Rio recebe Road Show Olímpico


Evento do Sinaenco e Portal 2014 reúne autoridades para debater a renovação urbana na cidade

Por Pedro Carrion

Começou na tarde desta quinta-feira (23) o evento "Rio de Janeiro e os preparativos para os megaeventos: 2013, 2014 e 2016", reunião que segue até o final do dia no Hotel Caesar Park, em Ipanema, Rio de Janeiro. Organizado pelo Portal 2014 e pelo Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), com patrocínio da Gerdau, o encontro conta com palestrantes, jornalistas, empreendedores e interessados em tudo que se refere às obras e ações referentes aos grandes eventos esportivos que estão por vir na cidade carioca. Quase 200 pessoas lotaram o auditório do hotel.

Após apresentação de Márcio Amorim, presidente do Sinaenco/RJ, o diretor de Marketing do Portal 2014, Rodrigo Prada, mediou o painel de exposições "A Olimpíada de 2016 e a nova face do Rio de Janeiro". A mesa de debates conta com Elcione Diniz Macedo, diretor da Autoridade Pública Olímpica; Alberto Gomes Silva, assessor especial da CDURP – Cia. De Desenvolvimento Urbano da Região Porto Rio de Janeiro; e Adriana Figueiredo, coordenadora de Arquitetura da Aecom - empresa responsável pelo Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico. 

Na sequência, haverá o painel "Rio de Janeiro na Copa das Confederações – o grande teste para 2014", com Ícaro Moreno Júnior, presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop); Alexandre Pinto da Silva, secretário de Obras do Município do Rio de Janeiro; e Pedro Augusto de Guimarães, secretário de Turismo do Município do Rio de Janeiro.

Legado
“Estamos aqui para discutir como serão as obras e intervenções que beneficiarão os eventos que já começam em 2013. Sem dúvida teremos muitas melhorias na cidade, como nos seus centros esportivos ou na mobilidade urbana. Mas para isso tudo acontecer é muito importante a excelência no planejamento e gerenciamento destes projetos”, disse Rodrigo Prada.

Antônio Moreira Salles, vice-presidente de Gestão e Assuntos Institucionais do Sinaenco Nacional, falou sobre os estádios brasileiros de futebol, os projetos e obras. “Os estádios brasileiros são uma metáfora do que é a organização e os serviços em nosso país. Se não tivessemos esses eventos, as cidades demorariam talvez cem anos para evoluir em todos os aspectos que estão sendo trabalhados. Por isso, a estratégia dos políticos que estiveram à frente da escolha da cidade como sede foi muito bem executada”, afirmou.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10587/RIO+RECEBE+ROAD+SHOW+OLIMPICO.html

terça-feira, 14 de agosto de 2012

‘Olimpíadas são uma conquista do Rio e não dele’, diz Otavio Leite


Tucano entra com uma representação no TRE contra o prefeito Eduardo Paes

Por Renato Onofre

RIO — O candidato do PSDB à prefeitura do Rio, Otavio Leite, acusa o prefeito e candidato à reeleição, Eduardo Paes (PMDB) de “se apoderar dos Jogos Olímpicos” para a promoção pessoal nesta eleição. O tucano declarou nesta segunda-feira que a agenda programada pelo prefeito para marcar o início da jornada olímpica o Brasil configura abuso do poder político e uso da máquina pública. Os advogados do PSDB entram, ainda nesta segunda, com uma representação contra o prefeito no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
A assessoria da Prefeitura do Rio informou que a delegação trazendo o símbolo olímpico chega no fim da tarde desta segunda-feira. O prefeito, acompanhado de alguns atletas, concede entrevista coletiva no aeroporto internacional e apresenta a bandeira olímpica que ficará na guarda do município do Rio até a cerimônia de encerramento dos Jogos do Rio 2016. Está previsto ainda, na quarta-feira, uma carreata pela cidade e o hasteamento da bandeira no Complexo do Alemão e na Zona Oeste. Há possibilidade que ela seja conduzida em carro aberto pelo próprio prefeito.
Através da assessoria do Ministério Público Federal, o procurador-geral eleitoral Maurício da Rocha Ribeiro informou que é “prematuro” avaliar o caso, mas que “em princípio” não haveria violação da legislação eleitoral já que o evento marcado se trataria de um ato de promoção da cidade e não do candidato. Sobre os eventos marcados em outras áreas da cidade, o procurador informou que é preciso aguardar os fatos para avaliar o caso.
— As Olimpíadas são uma conquista do Rio e não dele. Uma coisa é chegar com a bandeira como um representante do Rio, outra é fazer oba-oba. Carreata olímpica não pode. Vamos entrar com uma representação ainda hoje — anunciou Otavio Leite.
Depois dos eventos agendados, a bandeira olímpica ficará em exposição no Palácio da Cidade, sede oficial do Executivo. A campanha do prefeito Eduardo Paes ainda não se manifestou sobre a representação.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/olimpiadas-sao-uma-conquista-do-rio-nao-dele-diz-otavio-leite-5775123#ixzz23ZDLgZxk 

Chegada da bandeira olímpica ao Rio é marcada por manifestação


Grupo criticou o uso de verbas bilionárias para os Jogos de 2016, sem legados concretos

Um grupo de manifestantes fez um protesto na tarde de ontem(13) no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Galeão-Antonio Carlos Jobim, próximo ao local organizado para receber o prefeito da cidade, Eduardo Paes, que chega de Londres trazendo a bandeira olímpica. Os manifestantes criticam o uso de verbas bilionárias para os Jogos de 2016 sem que isso represente legados sociais concretos. Ligados ao Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, usando máscaras com o rosto do prefeito, os manifestantes foram impedidos pela segurança de chegar ao local onde Paes desembarcou com a bandeira.

O coordenador do comitê, Marcelo Edmundo, explicou que o motivo da manifestação é denunciar o clima festivo e fantasioso gerado em torno da Copa de 2014 e das Olimpíadas. “O objetivo é justamente fazer frente a esse grande mundo de fantasia que se criou em torno da Copa e das Olimpíadas, no qual se mostra a festa e a comemoração e se deixa de mostrar as violações de direito que estão ocorrendo nesse processo”, disse.

Na avaliação do coordenador, é preciso que os investimentos tragam benefícios diretos para a população e não violação aos direitos. “A gente quer que existam legados de fato para a população, que melhore as condições de vida das pessoas. Com todo o investimento que está sendo feito, daria para melhorar a qualidade de vida nas comunidades, em vez de removê-las. Como já teve a experiência do Pan-Americano [em 2007], que não deixou legado nenhum, apenas no discurso”, ressaltou.

Uma das divergências dos manifestantes é sobre a remoção da Vila Autódromo, na Barra da Tijuca, que dará espaço para o Parque Olímpico. Sobre os investimentos bilionários que estão sendo feitos em estádios e arenas olímpicas, Edmundo considerou que vão gerar dívidas pesadas para os próximos governos. “A dívida do Rio de Janeiro em 2017 será impagável, por gastos sem controle. Quem vai pagar essa conta seremos todos nós.”

Ele disse que o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas está preparando uma ação para ingressar no Ministério Público pedindo acompanhamento nos gastos públicos das duas competições esportivas. “Já estamos com várias ações programadas para ingressar no Ministério Público, que já deveria estar sendo mais efetivo em relação a todo mau uso de verba pública e toda violência que está acontecendo em nome dos jogos. Por conta disso, justifica-se tudo; alterar gabarito na cidade, construir onde não se deveria, leis de exceção que passam por cima de tudo.” De acordo com Edmundo, novos protestos serão feitos nas próximas semanas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10529/CHEGADA+DA+BANDEIRA+OLIMPICA+AO+RIO+E+MARCADA+POR+MANIFESTACAO.html

Fisk patrocina Meia Maratona do Rio


A Fisk, escola de idiomas, patrocinará a 16° edição da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que acontecerá no dia 19 de agosto, com previsão de 20 mil corredores. A empresa atua também em outros ramos do esporte.

Ao longo dos 21km do percurso, a Fisk contará com 18 placas de publicidades. O logotipo da companhia estará presente também no site oficial do evento, no manual do atleta, no uniforme dos atletas de elite e no painel de imprensa.

“O patrocínio à Meia Maratona do Rio faz parte da nossa estratégia de associar a rede cada vez mais ao desenvolvimento dos esportes no país”, afirmou Christian Ambros, diretor da Fundação Fisk.

A empresa foi parceira da Rede Globo durante a transmissão das competições do Verão Espetacular, entre dezembro e março deste ano. Com a exposição, a companhia vinculou sua marca a 16 eventos, envolvendo diversas modalidades.

Além da emissora, a Fisk patrocina o Corinthians. O contrato gira em torno de R$ 10 milhões.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26354/Fisk-patrocina-Meia-Maratona-do-Rio/index.php

Londres faz 'Jogos da Organização' e deixa série de exemplos para o Rio


Capital inglesa supera algumas pequenas falhas com esforço e dedicação

Por João Gabriel Rodrigues e Lydia Gismondi

Um desavisado poderia pensar: "Londres, casa dos Jogos Olímpicos em 1908 e 1948, tinha tarimba suficiente para receber mais uma edição". Mas nem todo mundo lembra dos cenários atípicos das vezes anteriores. Uma, realizada de última hora depois que um vulcão arrasou Roma, cidade escolhida para receber o evento. A outra, sede do retorno da competição após 12 anos de jejum, por causa da 2ª Guerra Mundial. Diante de números impressionantes, desafios transformadores e a difícil missão das "Olimpíadas Verdes", a capital inglesa era quase uma novata em 2012. Com mais acertos do que erros, agradou em sua "estreia" pela organização e deu o caminho das pedras para o Rio de Janeiro, a casa das próximas Olimpíadas, em 2016.
Não dá para dizer que o mundo comprou a ideia dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres desde o início. Até um mês atrás, sequer os londrinos pareciam acreditar no sucesso dos Jogos. Mas os organizadores viraram o jogo. Com categoria. Entregaram aos locais e às pessoas de cada canto do planeta um evento organizado, bonito, consciente, limpo, seguro e contagiante. Nem tudo foram flores, é verdade. No caminho, gafes, acidentes e algumas arquibancadas vazias. Ainda assim, foi uma lição ao Rio de como envolver 8 milhões de pessoas em um mesmo espírito.

- Londres está em um estágio diferente do nosso. É incrível a cidade funcionar assim. Eles têm um ótimo sistema de transporte, mas colocaram para funcionar com muita competência. Os ginásios são funcionais, não vão ficar "elefantes brancos". O de vôlei eu diria que é muito simplório, mas ótimo de assistir e também ver na televisão. Temos de olhar as Olimpíadas e priorizar o que ela deixa para a cidade. Londres fez muito isso, e é o que vamos fazer também - disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes, logo após o fim da cerimônia de encerramento.
Instalações agradam
Tradicionalmente conhecidas como as estrelas dos Jogos Olímpicos, as instalações de Londres agradaram. Fora algumas exceções, como a Arena do Vôlei, todas apresentaram design moderno, além de serem bonitas e funcionais. O destaque, como era de se esperar, foi o Parque Olímpico. Em uma área extensa de 2,5 quilômetros, reuniu oito novos equipamentos. Londres investiu cerca de R$ 30 bilhões na "menina dos olhos", que teve, como curiosidade, 98% de material reciclado em sua construção.
A organização, ponto crucial para o bom andamento da competição, surpreendeu. A casa estava arrumada. Tirando o trânsito, tudo ocorreu na mais perfeita ordem. As linhas de metrô levaram o torcedor para qualquer instalação. Placas espalhadas por todo canto indicavam em qual estação o público deveria descer de acordo com cada arena. As ressalvas ficaram por conta da lotação, de alguns atrasos em horários de pico e de um "apagão" logo no início dos Jogos.

O atropelamento de um ciclista por um ônibus da competição também nos primeiros dias colocou em risco a boa imagem dos organizadores. E, ainda que o esquema de segurança funcionasse bem, com um bom número de militares envolvidos, algumas falhas foram expostas, como a invasão de um brasileiro à estreia da seleção masculina de vôlei.
O exército de voluntários também foi essencial para manter a ordem na capital inglesa nas duas últimas semanas. Cerca de 70 mil pessoas se espalharam por todos os cantos de Londres. E eles não tinham apenas como objetivo auxiliar os torcedores. O grupo teve um papel fundamental para os planos da cidade de mudar a imagem do britânico para o mundo. As Olimpíadas de 2012, então, viraram os "Jogos da Simpatia".

Londres também permitiu a venda de bebidas alcoólicas nos locais de competição. E isso não resultou em problemas nas arquibancadas. Na cidade dos pubs, os torcedores mantiveram a tradição nos eventos, mas tudo de maneira organizada e moderada.
Problemas com ingressos
As tais flores que faltaram vieram, principalmente, da má distribuição dos ingressos. Em vários eventos, como o vôlei, enormes clarões se formaram nas arquibancadas. Em contrapartida, muitas pessoas ficavam na porta de algumas instalações implorando por bilhetes. Para amenizar a situação, a organização colocou à venda as entradas que encalharam a preços mais baratos.
Por outro lado, os parques da cidade viraram um refúgio de quem não conseguiu ingressos para os eventos. Com grandes telões espalhados por Londres, locais como o Hyde Park e a Trafalgar Square foram tomados por torcedores e se transformaram em um ponto de encontro entre esporte e música, com shows de bandas britânicas e a presença de medalhistas olímpicos.
A estrutura para os jornalistas, de maneira geral, agradou. O centro de imprensa contou com salas de conferência, locais de alimentação, farmácia e até serviços diversos como massagem, salão de beleza e sala de descanso. Havia também um sistema de transporte eficiente, com ônibus de meia em meia hora para todas as instalações dos Jogos, de competição e de treino. Em algumas instalações, as distâncias eram grandes, mas tudo bem sinalizado e um bom número de voluntários. As tribunas também possuíam uma boa estrutura, com informações impressas sobre o evento.

As opções de alimentação, no entanto, não foram das melhores. Dona de uma culinária malvista na Europa, Londres abriu espaço para comidas tradicionais de outros países. Com a forte imigração, a capital inglesa foi invadida por restaurantes indianos e orientais. Mas quem preferia outros tipos de pratos teve problemas para se virar durante os Jogos. Nos locais de competição, o público teve poucas opções. Salvo na Arena de North Greenwich, que conta com um shopping em seu complexo.
O forte calor em alguns dias dos Jogos fez até o teleférico que ligava a Arena de North Greenwich ao Complexo Excel parar por problemas técnicos. Na Vila Olímpica, atletas também sofreram com a temperatura, principalmente no início das Olimpíadas.
E também houve espaço para gafes. Antes mesmo da cerimônia de abertura, surgiu a primeira delas. A seleção feminina de futebol da Coreia do Norte não queria entrar em campo na primeira rodada dos Jogos de Londres. O motivo? A organização colocou a bandeira da Coreia do Sul no telão durante o protocolo de início da partida. Dados geográficos também foram motivo para mico. Os organizadores atribuiram à Rússia cidades e regiões da Ucrânia onde nasceram alguns atletas. E, segundo o site oficial, "Mono" Menezes foi o técnico das seleções masculina e feminina de futebol do Brasil.
Com muito mais acertos do que erros, Londres deixa uma série de ensinamentos, que o Rio de Janeiro tem quatro anos para aprender.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/08/londres-faz-jogos-da-organizacao-e-deixa-serie-de-exemplos-para-o-rio.html

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Rio recebe nesta terça o lançamento do Projeto Cidades da Copa


Qual o legado que a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 deixarão para o Rio de Janeiro? O Projeto Cidades da Copa, que será lançado na capital fluminense nesta terça-feira (14), irá levantar justamente a discussão de ações que revertam para os cariocas o investimento recebido pelo município na preparação desses megaeventos.

Idealizado pelo Instituto Esporte & Educação (IEE), com apoio da Secretaria de Esporte do Rio de Janeiro, da Rede Esporte Pela Mudança Social - REMS, do UNICEF e da Atletas pela Cidadania; o programa reunirá entidades da sociedade civil e órgãos da administração pública, que, juntas, formularão ações voltadas para a educação, o desenvolvimento humano, a justiça e a inclusão social. Buscando garantir o reconhecimento do esporte como direito, o projeto tem como metas, até 2016, dobrar o número de praticantes de atividades esportivas no País e oferecer Educação Física de qualidade em todas as escolas.

A cerimônia de lançamento acontece às 19h, na sede do Clube de Regatas Flamengo (Av. Borges de Medeiros, 997, Lagoa). O evento é aberto ao público.

“O Projeto Cidades da Copa pretende facilitar a criação de um ambiente onde as pessoas que fazem e se preocupam com o esporte possam se encontrar e debater sobre os caminhos para ampliar e qualificar a acesso de todos ao esporte. Governos, instituições e pessoas, todos comprometidos em estabelecer o legado social e esportivo dos grandes eventos,” declarou a ex-jogadora de vôlei Ana Moser, Presidente do Instituto Esporte & Educação e da Atletas pela Cidadania.
Localmente, a iniciativa conta com o apoio também do Instituto Trevo, da Rede BEM TV, do Instituto Reação e do Clube de Regatas do Flamengo.

Brasília
Sede do lançamento nacional do projeto, realizado em junho, Brasília trouxe como avanço a elaboração de metas assinadas por dezenas de entidades, secretarias municipais e o Governo do Distrito Federal. O Plano de Ação Juntos pelo esporte: Brasília Jogando Limpo, que visa promover a ampliação da prática esportiva e a universalização das atividades físicas nas escolas, traçou os seguintes planos para execução das metas:

1.         Elaborar um calendário organizado de todas as práticas esportivas no Distrito Federal;
2.         Qualificar sistematicamente os gestores de esportes;
3.         Otimizar o uso dos equipamentos públicos esportivos, ampliando a disponibilidade de materiais esportivos e revitalizando as estruturas físicas;
4.         Garantir aulas de educação física com professores especialistas nos anos iniciais do ensino fundamental;
5.         Organizar um fórum de debates permanente sobre esporte no Distrito Federal;
6.         Aproximar e articular as ações dos gestores, diretores, administradores e as secretarias;
7.         Criar uma carreira de estado específica para profissionais de educação física.

Depois de Brasília e Rio, o Projeto Cidades da Copa será realizado ainda nas seguintes capitais: Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e Curitiba.
O programa conta com o patrocínio da CCR e do Instituto Votorantim, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte.

Sobre o Instituto Esporte & Educação - O Instituto Esporte & Educação é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2001 pela ex-atleta Ana Moser. Tem como missão: “Contribuir para a formação do cidadão crítico e participativo, por meio da educação física e esporte, favorecendo o desenvolvimento de comunidades de baixa renda”.

Atualmente, desenvolve suas ações com três grandes focos:
*Atendimento Diretos de Crianças / Adolescentes e Formação de Professores em Esporte Educacional
*Sensibilização de Políticas Públicas com Formação de Professores
*Desenvolvimento de tecnologias e Redes Sociais.

Sobre a Atletas pela Cidadania - A Atletas pela Cidadania é uma ação pioneira no mundo, que soma a imagem da vitória, o talento e o engajamento de atletas brasileiros, de diversas gerações e modalidades esportivas, em prol de uma causa comum. A organização sem fins lucrativos é composta por atletas, ex-atletas e outras importantes figuras da comunidade esportiva. Este grupo uniu esforços para chamar a atenção e mobilizar os cidadãos no apoio às causas sociais de relevância nacional, em projetos que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Conheça mais sobre a organização em www.atletaspelacidadania.org.br.

Algumas das metas da Atletas em relação ao legado esportivo da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 são:

ATIVIDADE FÍSICA:
2014 a 2016: Dobrar a prática de atividade física da população nas cidades-sede da Copa até 2016.
2022: Dobrar a prática de atividade física no país até 2022.

ESPORTE EDUCACIONAL:
2014 a 2016: Ter 80% das escolas púbicas das cidades-sede da Copa do Mundo com esporte educacional.
2022: Ter 100% das escolas do país com esporte educacional.

SISTEMA NACIONAL DO ESPORTE
Reestruturar o sistema nacional de esporte no país

Fonte: http://www.atletas.org.br/exibe_noticia.php?id=1311

O que o Rio vai precisar agora para 2016 não ser um novo Pan


Cerca de 500 PMs estão sendo colocados nas ruas todos os meses e o governo segue com as UPPs. Para especialistas, há méritos e perigos nessas duas políticas

Por Marcos Prates

São Paulo – Como o encerramento das Olimpíadas de Londres deixou claro, a bandeira Olímpica está agora com o Brasil. Os olhos se voltam para o Rio de Janeiro, que terá que provar estar à altura da fiscalização mundial nas áreas de transportes, instalações esportivas e – muitos gostariam de frisar especialmente esta parte – segurança. 

Será preciso manter em um clima geral de tranquilidade as delegações olímpicas, os turistas e os moradores, assim como fez Londres, apesar das previsões em contrário. Os prognósticos oficiais e não oficiais são bons. “Essa expertise de organização de segurança para grandes eventos o Rio já tem”, afirma a associada do Fórum de Segurança Pública e ex-coordenadora de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Jacqueline Muniz. 

Como exemplo, ela cita a Rio 92, a Rio+20, o famoso carnaval e os sempre lotados réveillons, quando milhões de pessoas se aglutinam na praia. “O desafio é fazer o dia a dia da segurança hoje para que até lá (2016) tudo isso esteja consolidado”, opina Jacqueline, também professora da Universidade Cândido Mendes (UCAM).

O Rio precisará provar que os gastos não ficarão restritos ao evento esportivo, como nos Jogos Pan-americanos, em 2007, quando as promessas eram de que seriam criados novos paradigmas de segurança para os cidadãos do Rio, mas tudo pareceu ficar igual.

Mais PMs

Aumentar o efetivo policial é uma das maneiras dos jogos trazerem melhorias para a população. É o que o Rio está fazendo. Só será preciso tomar cuidado com o ritmo que isso vem sendo feito, na avaliação do Coronel José Vicente da Silva Filho, consultor em segurança pública.

Uma das promessas do governador Sérgio Cabral era de elevar o efetivo da Polícia Militar dos atuais 39 mil para 60 mil até o início dos torneios. O cumprimento da promessa corre a passos largos e hoje cerca de 500 policiais militares chegam às ruas do estado mensalmente, a maioria absorvidos pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP).

“O Rio não tem condição de formar esse contingente com qualidade. Vai ser policial mal formado e que pode dar trabalho”, acredita o Coronel, que teve boa parte dos 30 anos de carreira militar na polícia paulista na área de treinamento. “Isto vai reduzir substancialmente a qualidade dos policiais formados”, afirma.

Representantes da PM carioca já disseram que a rápida fomação "não é o ideal, mas é preciso".

Com esse aumento, segundo o Coronel José Vicente, a polícia do Rio de Janeiro, que está na média do restante do país, se tornará uma das maiores do mundo em efetivo. E será preciso um grande esforço para que os policiais, na visão do especialista, não sejam tentados pelo abuso no uso da violência e pela corrupção presente em tantas favelas nas mãos de milícias e traficantes.

UPPs

“Os investimentos pontuais na Copa e Olimpíadas para segurança não são complicados. A cartilha de grandes eventos é conhecida por todos nos protocolos da FIFA e do Comitê Olímpico Internacional (COI). Tanto Brasil e África do Sul, países com desafios estruturais, conseguem fazer porque tudo tem data para começar e terminar”, afirma a pesquisadora da UCAM Jacqueline Muniz. Então como garantir serviços que tragam frutos para a população após os jogos?

"No caso do Rio de Janeiro, isso se faz com as UPPs”, diz ela.

As 25 Unidades de Polícia Pacificadora instaladas hoje já atendem bem as áreas onde ocorrerão as competições e onde ficarão os atletas, incluindo a zona sul até a Barra da Tijuca. O governo quer mais 15 UPPs até 2016. Para Jacqueline Muniz, que já atuou como diretora no Ministério da Justiça, investimentos federais serão essenciais para isso.

Em algum momento, porém, o Rio precisará diminuir o contingente policial nesses locais, que demandam muito efetivo, na avaliação do Coronel José Vicente. ”Nós temos uma base nacional de 1 PM para 400 habitantes. O morro de Santa Marta, no Rio, tem 4 mil habitantes e 120 PMs: um para cada 30 habitantes”, avalia.

É com projetos assim que, quem sabe desta vez, o Rio amanheça no dia seguinte ao fim dos jogos como uma cidade mais segura para todos, apesar do grande aparato estratégico montado para os jogos não estar mais lá. O melhor é que, agora, a cidade ainda terá a Copa de 2014 para treinar antes.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/o-que-o-rio-precisa-para-2016-nao-ser-um-novo-pan

sexta-feira, 30 de março de 2012

Simpósio Rio-Londres

Começaram as palestras do 2º dia de evento. Clique aqui e assista ao vivo às palestras de hoje.


9h às 12h30
INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO NO RIO DE JANEIRO

Coordenador: Bruno Roberto Padovano (NUTAU / USP)
Debatedor: Mauro Luiz Neves Nogueira (UFRJ)

Transformação urbana do Rio de Janeiro na oportunidade de sediar megaeventos
Roberto Ainbinder (Diretor Projetos / Empresa Olímpica Municipal)
Projeto e legado urbanístico da proposta vencedora do Concurso Nacional para o Porto Olímpico - Vila da Mídia e dos Árbitros, Rio 2016
João Pedro Backhauser (BLAC Arquitetura e Cidade)

SESSÃO TEMÁTICA: IMPACTOS DOS JOGOS OLÍMPICOS 2016 NO RIO DE JANEIRO

10h40 às 12h30

 

Coordenador: Bruno Roberto Padovano (NUTAU / USP)

A megalópole São Paulo – Rio como base de sustentabilidade dos legados urbanos dos Jogos Olímpicos 2016
Lamartine DaCosta (UGF / UEL) e Bruno Roberto Padovano (NUTAU-USP)
Debatedor: Allan Brimicombe (UEL)

Pesquisa de impactos e sustentabilidade nos Jogos Olímpicos de 2016 – Abordagens conceituais
Carla Rocha (FADEUP / UGF)
Debatedores iniciais: Allan Brimicombe (UEL) e Marcela Lobo (UGF / UERJ)

Impactos do Parque Olímpico 2016 na área da Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Cristiano Belém (UGF) e Denilson Bezerra (INPE)
Debatedores iniciais: Allan Brimicombe (UEL) e Marcela Lobo (UGF/UERJ)