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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Sebastian Coe: "Lotar os estádios é essencial"


O organizador dos Jogos de Londres afirma que o grande público precisa ser atraído para a Rio-2016. “O espírito olímpico é tão importante quanto as obras”

Por MAURÍCIO MEIRELES

O britânico Sebastian Coe sabe vencer em Olimpíadas. Das de 1980 e 1984, saiu com um total de quatro medalhas, duas de ouro e duas de prata, nas provas de 1.500 metros e 800 metros rasos. Foi o suficiente para que se tornasse um dos maiores corredores da história. Mais tarde, ganhou o título de Lord Coe e assumiu o comando dos Jogos de 2012, em Londres. Voltou a vencer. O sucesso da Olimpíada londrina foi unânime, da qualidade das instalações à eficiência do transporte público, passando pelo entusiasmo do público. Em visita ao Rio de Janeiro há duas semanas, para transferir oficialmente a sede olímpica, Coe, de 56 anos, disse a ÉPOCA que a capital fluminense pode realizar melhorias semelhantes às de Londres. “Fizemos em sete anos o que levaria 50.”

ÉPOCA – Rio de Janeiro e Londres são cidades muito diferentes. Que lições o Rio pode aprender com a Olimpíada de 2012?
Sebastian Coe – Sim, são muito diferentes. Mas ambas têm como foco principal na organização dos Jogos um objetivo bem parecido: usar as Olimpíadas para inspirar jovens a usar o esporte para mudar suas vidas. Sei que isso funciona. Carlos (Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro) também. Já trabalhamos juntos em projetos com esporte e vimos dar certo. Na cidade onde os implantamos, o esporte ajudou os jovens a reencontrar a autoestima e a melhorar seu desempenho escolar. Em Londres, isso ficou mais claro com a transformação da região leste.

ÉPOCA – Que tipos de transformações de Londres servem de inspiração para o projeto brasileiro?
Coe – Várias áreas pouco desenvolvidas foram recuperadas. Os índices de desemprego nelas caíram drasticamente. O mesmo aconteceu com o problema habitacional e os locais contaminados pela poluição. Fizemos em sete anos o que, de outro modo, teríamos levado 50 anos para realizar sem a ajuda dos Jogos. Temos locais para novas comunidades morarem, porque é nisso que a vila olímpica será transformada. Há instalações de alta qualidade que não existiam antes e servirão para sediar outras competições. É uma contribuição importante para a prática de esportes no país. Além disso, há o óbvio: as Olimpíadas geraram muitos empregos.

>> Em visita ao Brasil, Usain Bolt diz que está ansioso para correr nas Olimpíadas do Rio em 2016 

ÉPOCA – Há algumas semanas, o senhor mesmo disse que estava insatisfeito com as políticas para esporte nas escolas depois dos Jogos. Que erro foi esse? Como o Brasil pode evitá-lo?
Coe – Tudo o que entregamos nas Olimpíadas foi fruto de boas parcerias. Nenhum comitê sozinho consegue preparar os Jogos. Claro que o fardo maior recai sobre os organizadores. Mas eles precisam se associar às autoridades locais e nacionais, às agências reguladoras e às empresas. Minha reclamação é que um dos principais aspectos relativos ao legado olímpico, o envolvimento dos jovens com a prática esportiva e uma vida mais saudável, foi tratado como uma briga política – e não deveria. Depois dos Jogos, o legado deve ser tratado como uma questão prática.

ÉPOCA – Uma das reclamações em relação às Olimpíadas é que as obras necessárias são pagas pelos contribuintes, mas os ingressos são caros. O que pode ser feito em relação aos preços?
Coe – Tínhamos três objetivos. O primeiro, claro, era lotar nossas instalações esportivas com fãs do esporte. E conseguimos: 75% dos ingressos foram vendidos ao público britânico, o que consideramos muito importante. Outro ponto foi conseguir uma estrutura com preços acessíveis, o que também funcionou: 2,5 milhões de ingressos foram vendidos a 20 libras (cerca de R$ 70). Dois terços do total foram vendidos a 50 libras ou menos. Só um em cada dez ingressos custou mais de 100 libras. Qualquer outro tipo de entretenimento – ópera, boliche, futebol americano ou um show dos Rolling Stones – costuma ser mais caro que isso. É bom lembrar que o comitê organizador é uma instituição privada. Precisamos criar um modo de gerar faturamento, já que um quarto dele vem da bilheteria. Nosso segredo, que pode ficar como lição, foi ter atrelado a cada ingresso certa individualidade, quando, antes de as vendas começarem, consultamos o público para saber quanto ele gostaria de pagar por quais lugares. Ao todo, 1,9 milhão de pessoas se inscreveram para comprar quase 24 milhões de ingressos. A procura foi extraordinária. É um ótimo problema, mas cria vários desafios para o comitê organizador.

>> Como virar uma potência olímpica 

ÉPOCA – Isso pode funcionar no Brasil?
Coe – O Brasil terá de encontrar sua própria política de preço. Mas esses objetivos de que falei são os três importantes para qualquer lugar do mundo. Caso contrário, os locais de competição não ficarão lotados, algo essencial para criar a atmosfera olímpica. O espírito olímpico é tão importante quanto as obras. Também é preciso dar oportunidade para as pessoas que ganham pouco assistir às competições. Mas, como comitê organizador, é preciso ganhar dinheiro. É preciso encontrar um equilíbrio.

ÉPOCA – Sobre a presença do público, uma preocupação é lotar esportes menos populares. Como isso pode ser feito?
Coe – Há esportes aos quais os brasileiros ficarão loucos para assistir. Não serão sempre os mesmos que o público britânico gostaria de ver. O judô, por exemplo, é bem mais popular aqui do que na Grã-Bretanha. O importante é se preparar. Quando sentamos para olhar nossa venda de ingressos em Londres, vimos que não havíamos vendido um único ingresso para as partidas de handebol antes dos Jogos. Quando chegou perto, vendemos 278 mil ingressos, porque trabalhamos próximos aos órgãos governamentais. Tentamos encorajar, com programas nas escolas, a popularização de esportes não tão famosos. Há quatro anos, visitei uma região de Londres onde quatro escolas se uniram para contratar um professor de handebol. Meu conselho a outros comitês organizadores é simples: não desanimem diante de esportes que não parecem tão famosos. É uma ótima oportunidade para apresentar crianças e jovens a esportes que eles podem jamais ter sonhado praticar. É um ponto importante do legado olímpico.

>> As lições de Londres para o Rio 

ÉPOCA – Algumas pessoas ficam céticas em relação às grandes construções realizadas para os Jogos. Acham que não haverá procura depois que as Olimpíadas passarem. O que pode ser feito para evitar esse problema?
Coe – Seguimos um padrão claro. Tentamos usar o máximo possível os espaços já existentes que pudessem ser transformados para receber competições. Também precisamos construir espaços permanentes que não existiam no país. Não tínhamos uma pista de corrida adequada, também não tínhamos um espaço para esportes aquáticos. Meu conselho é: só construa espaços novos e permanentes se houver chance de aquilo ser aproveitado depois. Se sua instalação não se encaixa nisso, faça construções temporárias. Depois, elas serão desmontadas completamente ou em parte. Ou serão emprestadas ou doadas.

ÉPOCA – As Olimpíadas são patrocinadas por uma rede de fast-food, o McDonald’s, e marcas de refrigerantes, tidos como opostos a uma vida saudável. Isso não é uma contradição?
Coe – O McDonald’s é o principal patrocinador global das Olimpíadas. Foram ótimos parceiros, estão envolvidos com o Comitê Olímpico Internacional desde 1976 e investem em projetos esportivos. Não vejo contradição. Se a estratégia para a venda de comida for feita corretamente, como foi em Londres, os sanduíches do McDonald’s não serão a única refeição disponível. Tivemos espaço para comidas tradicionais do Reino Unido. O McDonald’s também patrocinará os Jogos do Rio, e o mesmo pode ser feito aqui.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/12/sebastian-coe-lotar-os-estadios-e-essencial.html

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

COI aconselha a futuras sedes olímpicas que adaptem lições de Londres


Fato ocorreu na cerimônia de inauguração da apresentação do relatório oficial de Londres 2012

O Comitê Olímpico Internacional (COI) aconselhou neste sábado as futuras sedes e candidatas a abrigar os Jogos Olímpicos que adaptem as lições positivas de Londres 2012 a seus contextos locais.

Essa foi a principal mensagem do diretor-executivo dos Jogos Olímpicos, Gilbert Felli, na cerimônia de inauguração da apresentação do relatório oficial de Londres 2012 realizada no Rio de Janeiro.

O seminário, que se prolongará até quarta-feira, conta com representantes da Rio 2016, dos Jogos de Inverno de Sochi 2014 (Rússia) e de PyeongChang 2018 (Coreia do Sul) e das três candidatas a abrigar as olimpíadas de 2020: Madri, Istambul e Tóquio.

Felli considerou que Londres, "de qualquer ângulo foi muito bem-sucedida", embora tenha opinado que muitas das respostas aos problemas na organização dos Jogos "dependem do contexto local".

A diretora do COI encarregada da Rio 2016, Nawal El Moutawakel, leu uma mensagem do presidente da organização, Jaques Rogge, no qual pediu à cidade brasileira para aplicar essa lição.

Nawal afirmou que "adotar e adaptar" as lições de Londres às circunstâncias locais é "particularmente importante" para o Rio, tendo em vista seu contexto diferente e porque lhe cabe melhorar o bom papel de seus antecessores.

A representante do COI avaliou que em Londres os estádios estavam cheios, houve recordes de audiência na televisão e na internet, entre outros aspectos positivos.

"O sucesso não aconteceu por acidente, Londres criou uma firme visão do que queria fazer nos Jogos e depois dos 16 dias de competição", afirmou a responsável do COI.

O Rio de Janeiro assumiu o bastão por meio do presidente do comitê organizador local, Carlos Arthur Nuzman, que afirmou que a cidade brasileira se servirá do evento esportivo para realizar "a maior transformação" que uma sede pode realizar por ocasião dos Jogos.

Na mesma linha, o prefeito de Rio, Eduardo Paes, disse que o exemplo que Rio aspira a seguir é a "grande mudança" que Barcelona realizou em 1992, embora tenha assegurado que superar Londres será um "trabalho difícil".

O vice-ministro do Esporte, Luis Fernandes, disse que o Governo pretende se servir dos Jogos e da Copa do Mundo de 2014 para desenvolver a infraestrutura do país e "promover desenvolvimento social".

O responsável do comitê organizador de Londres 2012, Sebastian Coe, recomendou às futuras sedes que não esqueçam de outorgar aos atletas o lugar "central" dos Jogos.

"Viemos para compartilhar as coisas que saíram bem, as que nem tanto e as que poderíamos ter feito diferente se tivéssemos uma segunda oportunidade", afirmou Coe em relação a estas sessões de apresentação do relatório oficial.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11047/COI+ACONSELHA+A+FUTURAS+SEDES+OLIMPICAS+QUE+ADAPTEM+LICOES+DE+LONDRES.html

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Estádio de Londres-2012 não deve reabrir até 2016


Apesar do grande sucesso dos Jogos Olímpicos realizados neste ano, a cidade de Londres já começa a enfrentar problemas para garantir um legado positivo para as instalações utilizadas no evento.

Na última quarta, Dennis Hone, diretor executivo da LLDC, organização responsável pelo legado dos Jogos, declarou à imprensa inglesa que o Estádio Olímpico de Stratford, principal recinto utilizado nos Jogos, não deve poder ser utilizado pelos próximos três a quatro anos. No melhor dos casos, o estádio estaria disponível à partir de agosto de 2015.

Segundo Hone, a principal justificativa para isso são as dificuldades encontradas por parte das autoridades britânicas para determinar qual será a instituição que fique a cargo do estádio. São quatro as entidades interessadas: os clubes de futebol West Ham United e Leyton Orient, além da universidade UCFB College os Football Business e a empresa Intelligent Transport Services, que deseja utilizar o recinto para a realização de eventos automobilísticos. Executivos da liga norte-americana de futebol americano (NFL) também mostraram seu desejo por realizar partidas oficiais no Estádio Olímpico, mas a possibilidade foi descartada por Hone.

O West Ham, clube da Premier League inglesa, corre como favorito para receber os direito de arrendamento do estádio.  Mas, de acordo com Hone, caso o clube seja finalmente o escolhido, o recinto teria de permanecer fechado por mais um ano, até 2016, para poder receber as adaptações necessárias para abrigar um clube de futebol.

“Nós temos que assegurar a melhor opção à longo prazo e pelo melhor valor para o estádio. Mas é importante lembrar, que este é um acordo válido por um período de cem anos, então temos que escolher corretamente. Não queremos olhar pra trás daqui cinco anos e ver que fizemos a escolha errada”, disse Hone. “Portanto, se o processo levar alguns meses a mais, que assim seja. Se epnsamos que são cem anos, alguns meses não farão muita diferença”, completou o diretor.

Apesar de confirmar o atraso, o executivo reafirmou o compromisso feito com a Federação Inglesa de Atletismo para a realização de eventos no estádio. O recinto também está programado para receber o campeonato mundial da modalidade em 2017.

O Estádio Olímpico de Stratford está localizado na zona leste da cidade de Londres e, durante os Jogos Olímpicos, contou com capacidade para 80 mil pessoas.  A construção do recinto levou cerca de três anos para ser concluída e custou aproximadamente 490 milhões de libras aos cofres públicos ingleses.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/27/27476/Estadio-de-Londres-2012-nao-deve-reabrir-ate-2016/index.php

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Olimpíadas ajudam Grã-Bretanha a deixar recessão


Economia avançou 1% entre julho e setembro. Um quinto do resultado veio da venda de ingresso para os Jogos

LONDRES — A Grã-Bretanha recuperou-se bem da recessão no terceiro trimestre, registrando o maior crescimento trimestral do Produto Interno Bruto (PIB) em cinco anos, com um impulso ao menos parcial dos gastos com os Jogos Olímpicos, mostraram dados oficiais nesta quinta-feira.
O salto no crescimento deve-se a uma série de fatores temporários, incluindo a Olimpíada, o que pode mascarar um cenário mais fraco. Mas ainda assim foi muito melhor do que o esperado e pode significar que a economia britânica no ano de 2012 não terminará no vermelho.
O Escritório de Estatísticas Nacionais informou que o PIB britânico avançou 1% entre julho e setembro, superando as expectativas de um ganho de 0,6%, depois de ter contraído 0,4% entre abril e junho.Na comparação anual, a economia ficou estável, também melhor do que o esperado.
Entretanto, a alta do terceiro trimestre foi impulsionada pelas vendas de ingressos para as Olimpíadas de Londres — que segundo o escritório de estatísticas respondeu por um quinto da alta trimestral — e foi uma recuperação após um feriado público extra no segundo trimestre.
Excluindo esses efeitos extraordinários, economistas disseram que o crescimento da economia britânica foi fraco e que obstáculos provenientes da zona do euro devem agir como um peso nos próximos meses.
—Foi um número muito bom, mas compreensivelmente bom — disse o economista do Scotiabank Alan Clarke, destacando a ajuda das vendas de ingressos olímpicos e o que ele estimou ter sido o impulso de meio ponto percentual após o peso do feriado extra em junho. — Existe agora uma boa chance de que a economia não irá de fato contrair na média para este ano... Provavelmente ficará estável e, no contexto da política monetária, isso reforça o cenário para o Banco da Inglaterra (banco central) dar uma pausa no quantitative easing (compra de títulos).
Após quedas no desemprego e na inflação na semana passada, o ministro das Finanças, George Osborne, afirmou que os números justificam as políticas econômicas do governo.
— Ainda há um caminho bastante longo, mas esses números mostram que estamos no caminho certo — disse Osborne. —Os dados fracos de ontem da zona do euro foram uma lembrança de que ainda enfrentamos muitos desafios econômicos em casa e no exterior.
A produção do setor de serviços da Grã-Bretanha — que responde por mais de três quartos do PIB — subiu 1,3% no terceiro trimestre, depois de cair 0,1% no segundo. Esse foi o crescimento trimestral mais forte desde o terceiro trimestre de 2007.
A produção industrial cresceu 1,1%, a alta mais forte desde o segundo trimestre de 2010. A construção — que responde por menos de 7% do PIB — contraiu 2,5%.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/olimpiadas-ajudam-gra-bretanha-deixar-recessao-6521568#ixzz2ALrOee4A 

Londres-12 revela economia de 480 mi do orçamento


Os Jogos Olímpicos de Londres-2012 mostraram ao mundo como fazer um megaevento de qualidade sem desperdícios ou excesso de gastos. Nesta quarta, o site BBC Sport apresentou relatórios do LOCOG, comitê organizador dos Jogos, que mostram um superávit de cerca de 480 milhões de libras em relação ao orçamento inicial dos gastos para o evento, de cerca de 9,4 bilhões.

As informações fazem parte do relatório econômico trimestral do governo britânico. Ainda segundo os reportes, os setores onde houve mais economia foram construção, segurança e transporte.

O ministro britânico do Esporte, Hugh Robertson, reforçou os resultados dos relatórios: “Londres-2012 foi um tremendo sucesso e uma conquista significativa por cumprir um enorme e complexo planejamento de forma pontual e abaixo do orçamento”.

“Eu não tenho dúvidas de que Londres-2012 impôs um novo padrão para o gerenciamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no futuro”, completou.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/27/27296/Londres-12-revela-economia-de-480-mi-do-orcamento/index.php

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Coca-Cola atinge meta de reciclagem de Londres-12

A Coca-Cola anunciou nesta segunda-feira que atingiu a meta de reciclagem de 10,5 milhões de garrafas plásticas usadas durante os Jogos Olímpicos de Londres-2012. O desafio fazia parte do objetivo dos organizadores de fazer de Londres-2012 os primeiros Jogos sustentáveis da história.
Para atingir a meta, a empresa começou suas pesquisas muito tempo antes do evento, buscando maneiras de maximizar a reciclagem com latas de lixo com um desenho e localização mais atraentes para o público.
Os produtos da Coca-Cola vendidos durante os Jogos vinham em embalagens plásticas 100% recicláveis e fabricadas com 25% de material já reciclado, a partir de um método que também reduz as emissões de gás carbônico durante o processo. Estima-se que grande parte dessas embalagens já tenha passado novamente pelas prateleiras seis semanas após a Olimpíada.
Pesquisas organizadas pela empresa mostram que 70% do público entrevistado durante os Jogos afirma que tentaria reclicar mais também em suas próprias casas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/27/27103/Coca-Cola-atinge-meta-de-reciclagem-de-Londres-12/index.php

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A quatro anos dos Jogos, Rio 2016 supera Londres em patrocínios


Copa 2014 não afastou investimentos olímpicos, e sim ajudou a fomentá-los, disse ministro Rebelo

Com as principais cotas vendidas, a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro já superou em 50% a projeção inicial de patrocínios, deixando para trás até mesmo os números obtidos em Londres 2012, informou a colunista Monica Bergamo, do jornal "Folha de S.Paulo". 

Na avaliação do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, a Copa de 2014 não retirou investimentos da Olimpíada, como se temia. "Ao contrário, um evento puxou o outro," disse. 

A pouco menos de quatro anos para os Jogos, cinco patrociníos masters já foram fechados: Bradesco, Bradesco Seguros, Claro, Embratel e Nissan, além da Ernst & Young, apoiadora oficial. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10851/A+QUATRO+ANOS+DOS+JOGOS+RIO+2016+SUPERA+LONDRES+EM+PATROCINIOS.html

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Mais um demitido vai à Justiça contra Comitê Rio 2016


Nomes são revelados. Especialista em celulares alega inocência

Por Rogério Daflon

RIO - Mais um funcionário demitido pelo Comitê Rio 2016 planeja entrar na Justiça contra a entidade. Especialista em telefonia celular, Otávio Scardelato Junior é um dos nove técnicos acusados de copiar, em Londres, documentos sigilosos relativos aos Jogos Olímpicos de 2012.
A intenção foi confirmada pelo pai do ex-funcionário, Olávio Scardelato, advogado e ex-prefeito da cidade paulista de Pirangi. Ele afirmou que seu filho se considera injustiçado e teme ser prejudicado profissionalmente:
— Ele negocia voltar ao antigo emprego numa empresa no Chile e teme que a repercussão do caso o leve a perder essa oportunidade.
Na quinta-feira, o jornalista Juca Kfouri divulgou em seu blog no portal UOL os nomes de sete funcionários demitidos pelo Comitê Rio 2016, que os vinha mantendo em sigilo. Também demitida, Renata Santiago foi a única a se manifestar publicamente antes da divulgação da lista. Na quinta, ela reafirmou que pensa em recorrer à Justiça. Renata enfatizou que agiu sem saber que fazia algo ilícito, já que seu chefe direto, o argentino Mário Cilenti, aprovara todo o procedimento:
— Depois, soube que o contrato com o Comitê de Londres nos impedia até de falar o que ouvíamos. Diante disso, nosso trabalho não deveria sequer ter existido. Conheço Mário há oito anos, e fiquei impressionado com o fato de ele não me defender.
Além de Otávio, os demais demitidos são: Bruno Olivieri, Daniela Cäsar; Gustavo Leonette Estevão; Thomaz Capella da Silva; Eduardo Pereira Neto; e Sabrina Lavrado. Ainda falta um nome a ser revelado, que Renata disse saber qual é. Ela, no entanto, afirmou que não vai divulgá-lo. O Comitê Rio 2016 voltou a dizer que que não comentará o assunto.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/topico-rio-2016/mais-um-demitido-vai-justica-contra-comite-rio-2016-6293947#ixzz28Pbq4fwk 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Funcionária diz ter sido instruída a acessar dados dos Jogos de Londres


Em carta no blog de Juca Kfouri, ela afirma, no entanto, que não obteve informações sigilosas

RIO - Um dos dez funcionários demitidos do Comitê Rio 2016 por envolvimento no furto de informações da organização dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 divulgou, nesta terça-feira, ao blog do jornalista Juca Kfouri, uma carta endereçada ao presidente do comitê, Carlos Arthur Nuzman. Nela, Renata Santiago diz que foi instruída a acessar os dados do sistema do evento, com o objetivo de obter informações para aprimorar a organização das Olimpíadas do Rio. “Ao longo das primeiras semanas, fui instruída a acessar o sistema do LOCOG para estudar alguns documentos necessários para a realização do meu trabalho lá em Londres. (...)acessei o sistema para visualizar e tentar aprender como eles planejaram, desenvolveram e iriam executar o projeto para a Área de NOC/NPC Relations and Services, sempre pensando em adquirir mais conhecimento e poder desenvolver melhor a minha Área de NOC/NPC Relations and Services no Rio 2016 (...). ”, diz um trecho da carta.
Ela ressalta, no entanto, que não se apropriou de informações confidenciais ou comerciais. Como Renata relata na carta, estas informações não estariam acessíveis. “Hora nenhuma me apropriei de informações confidenciais ou comerciais. Sabemos bem que estas informações confidenciais ou comerciais não estariam ao acesso de todos nós secondees da Rio 2016, que recebemos login e senha do próprio LOCOG”, afirma a funcionária.
Renata trabalhava há 12 anos com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e ficou dia 11 de junho até o dia 15 de agosto na Vila Olímpica de Londres. Ela disse que foi chamada no dia 18 de setembro para assinar a carta de demissão porque integraria o grupo de violou informações confidenciais do Comitê Organizador das Olimpíadas deste ano, mas não recebeu mais esclarecimentos sobre a acusação.
O furto dos documentos veio à tona na noite da quinta-feira passada, mas teria chegado ao Comitê Rio 2016 no dia 1º deste mês, após o início dos Jogos Paralímpicos de Londres. Na sexta-feira, o jornal britânico “The Daily Telegraph” trouxe uma reportagem sobre o episódio. No mesmo dia, O GLOBO encaminhou uma série de perguntas ao Comitê Rio 2016, que se limitou a divulgar uma nota, na qual confirmava o furto. Procurados pelo GLOBO, o comitê disse que os dez funcionários fizeram uma cópia ilegal de arquivos confidenciais dos organizadores dos Jogos Olímpicos de Londres agiram por conta própria. Os documentos, segundo a equipe, já foram devolvidos e destruídos.

Veja a íntegra da carta:
“Prezado Dr. Nuzman,
Antes de mais nada gostaria de agradecer por ter tido a oportunidade de trabalhar com o senhor durante todos estes quase 12 anos.
Tenho plena consciência de que me dediquei ao máximo e sempre cumpri minhas tarefas, e muito além das minhas tarefas, com excelência.
Nunca, em momento algum, os meus colegas, chefes ou os seus clientes se queixaram do meu trabalho, pelo contrário, sempre elogiaram e sempre mostraram satisfação devido ao meu comportamento impecável e ao meu desempenho profissional.
Em relação ao ocorrido em Londres com os secondees Rio 2016, não sei até que ponto a informação correta e completa chegou até o senhor.
Não falo por nenhum deles, mas falo por mim, que sempre trabalhei com um cargo de confiança e nunca lhe decepcionei.
No entanto, na terça-feira, dia 18 de setembro, fui chamada para assinar minha carta de demissão e a explicação que me deram foi que a ordem veio de cima, de nosso presidente, para demitirem a todos os secondees pela acusação de violação de informações confidenciais e comerciais por parte do LOCOG.
Eu era uma das secondees, trabalhei em Londres desde o dia 11 de junho até o dia 15 de agosto no Centro de Serviços aos CONs, na Vila Olímpica.
Ao longo das primeiras semanas, fui instruída a acessar o sistema do LOCOG para estudar alguns documentos necessários para a realização do meu trabalho lá em Londres, já que eu era uma dos NOC Services Team Member.
Outras vezes, acessei o sistema para visualizar e tentar aprender como eles planejaram, desenvolveram e iriam executar o projeto para a Área de NOC/NPC Relations and Services, sempre pensando em adquirir mais conhecimento e poder desenvolver melhor a minha Área de NOC/NPC Relations and Services no Rio 2016.
Afinal de contas nós fomos enviados ali para observar, aprender e reunir informações que nos dessem a capacidade de melhorar nosso planejamento.
Hora nenhuma me apropriei de informações confidenciais ou comerciais.
Sabemos bem que estas informações confidenciais ou comerciais não estariam ao acesso de todos nós secondees da Rio 2016, que recebemos login e senha do próprio LOCOG.
Todas as informações (arquivos eletrônicos, documentos impressos, fotos) reunidas e trazidas ao Rio 2016 por mim, ratifico, não eram confidenciais e muito menos comerciais e foram fruto de um trabalho árduo visando uma melhor organização para os nossos Jogos, sem nenhuma pretensão diferente desta.
Estou muito decepcionada e profundamente triste de ter sido envolvida e nivelada aos demais que realmente podem haver apropriado-se de muitas informações confidenciais e/ou comerciais de suas áreas e de outras.
Não consigo realizar que o senhor tenha acreditado que eu fosse ou que eu seja capaz de cometer atos fraudulentos e criminosos já que sempre demonstrei-lhe minha honestidade e fidelidade e às instituições das quais o senhor é ou foi presidente como o Comitê Olímpico Brasileiro, o Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos Rio 2007, a Organização Desportiva Sul-americana e, por fim, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
Nunca estive nesses projetos por motivos financeiros e sim por um ideal. Por acreditar no senhor e no seu discurso sobre Movimento Olímpico e Paralímpico.
Não foram apenas 12 dias, foram 12 anos.
E doze anos de muito amor, muita abdicação, muita determinação, muita dedicação, muito profissionalismo e muito caráter.
Despeço-me com a certeza de que sempre fiz mais que o melhor e com a toda a integridade para levar adiante o seu sonho, o sonho de trazer e entregar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio de Janeiro, que passou a ser o meu também e que me foi tirado abrupta e injustamente.

Atenciosamente,
Renata Santiago”

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/funcionaria-diz-ter-sido-instruida-acessar-dados-dos-jogos-de-londres-6196422#ixzz27XN71IF5 

Roubo de dados do comitê dos jogos de Londres é ‘lição’, diz ministro


Aldo Rebelo condena episódio e espera que relação com comitê brasileiro não fique desgastada

Por Demétrio Weber

BRASÍLIA - O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse nesta terça-feira que o roubo de arquivos digitais do Comitê Organizador das Olimpíadas de Londres, praticado por funcionários do Comitê Organizador Rio 2016, é ainda mais condenável pelo fato de que as autoridades londrinas sempre demonstraram boa vontade em cooperar com o governo brasileiro. Para Aldo, o episódio deve servir de lição. Ele ressalvou, porém, que tanto o comitê inglês quanto o brasileiro são entidades privadas.
- O episódio é ainda mais condenável porque o governo do Reino Unido manifestou desde o início toda a boa vontade em cooperar com o governo brasileiro, em todas as áreas. Da segurança à mobilidade, voluntariado, telecomunicações. Então, nós vamos prosseguir o esforço de cooperação governo a governo e fazer com que esse episódio sirva de lição para não desgastar as relações entre esses entes privados que fizeram o acordo de cooperação - disse o ministro.
Aldo concedeu entrevista ao lado do ex-técnico do Palmeiras Luiz Felipe Scolari, a quem convidou para atuar como consultor informal do programa Segundo Tempo, que ensina futebol aos alunos da rede pública.
O ministro admitiu desconhecer o teor dos arquivos digitais roubados pelos funcionários do Rio 2016. Ele observou, no entanto, que o comitê inglês informou ao comitê Rio 2016 o que exatamente foi copiado, inclusive com orientações sobre o que deveria ser devolvido e o que deveria ser destruído.
- Eu não sei exatamente, porque nem os britânicos nem os brasileiros divulgaram o que havia. Mas o comitê brasileiro foi informado do que deveria destruir e do que deveria devolver e acho que isso foi feito - disse Aldo.
Indagado sobre a falta de informações em torno do caso e sobre o eventual envolvimento no episódio de outras pessoas de maior hierarquia no Rio 2016, o ministro afirmou que os dez funcionários demitidos agiram em conjunto:
- Foram identificadas dez pessoas. Então, pelo menos cada um agiu por conta dos dez. Porque eles agiram em conjunto. Duvido que tenha agido independentemente da ação um do outro. E creio que o comitê britânico, que foi a vítima desse episódio, atuou até onde julgou conveniente atuar. Não posso dizer para o comitê britânico o que ele deve divulgar ou deixar de divulgar. E naturalmente se ele identificou o que foi baixado, ele identificou quem baixou.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/roubo-de-dados-do-comite-dos-jogos-de-londres-licao-diz-ministro-6194750#ixzz27XMGbT00 

Produtos de Londres 2012 encalham e dão prejuízo


Empresa afirmou que demanda pelos produtos relacionados aos Jogos foi "menor que o esperado"

As vendas de produtos promocionais dos Jogos Olímpicos menores do que o esperado causaram perdas em uma das empresas responsáveis pela produção dos brinquedos e souvenires, a companhia Hornby.

O grupo afirmou que a demanda pelos produtos relacionados aos Jogos foi "menor que  o esperado" e por isso a empresa não terá lucro esse ano, apesar de ter anunciado anteriormente que a quantidade de pedidos "era boa".

A licença da empresa para fabricar os produtos incluía modelos de táxis e ônibus decorados com os temas de Londres 2012, assim como réplicas dos mascotes e um autorama em formato de velódromo.

A companhia, que qualificou de "fracasso" sua aposta olímpica, explicou que suas perdas respondem também aos problemas de provisão que sofre pela interrupção de seu principal colaborador na China, que está "racionalizando" sua produção, segundo a "BBC".

O grupo Hornby, afetado pela queda no consumo provocada pela recessão, obteve um lucro de 3,4 milhões de libras no último ano até 31 de março, frente aos 4,5 milhões de libras obtidos no mesmo período do ano anterior.

A histórica companhia criada no Reino Unido em 1906 está cotada na bolsa e comercializa seus produtos em vários países europeus.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10771/PRODUTOS+DE+LONDRES+2012+ENCALHAM+E+DAO+PREJUIZO.html

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Comitê Rio 2016 admite uso ilegal de arquivos de Londres


Funcionários brasileiros que prestavam serviços na capital britânica salvaram materiais de trabalho

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 admitiu que funcionários brasileiros que prestavam serviços e faziam treinamento no Comitê Organizador dos Jogos Londres 2012 (Locog) salvaram indevidamente alguns arquivos de trabalho.

O erro foi percebido pelo Locog, que informou o comitê do Rio sobre o ocorrido. Em nota, a entidade brasileira informa que os arquivos foram recuperados e devolvidos ao Comitê de Londres e os dez envolvidos foram desligados do Rio 2016.

Segundo o comitê brasileiro, os arquivos não eram confidenciais e os funcionários tinham acesso a eles. Porém, existia a regra em Londres de que o material não poderia ser salvo, o que foi desrespeitado pelos funcionários.

O Comitê Organizador Rio 2016 enviou 200 representantes para acompanhar a Olimpíada de Londres, conforme previsto em acordo de cooperação mútua.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10760/COMITE+RIO+2016+ADMITE+USO+ILEGAL+DE+ARQUIVOS+DE+LONDRES.html

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Empresa encarregada da segurança nos Jogos perdeu € R$ 160 milhões


Falha no planejamento da empresa foi a causa da falha no faturamento

A G4S, empresa privada encarregada da segurança durante os Jogos Olímpicos de Londres, revelou nesta terça-feira que esse contrato gerou perdas de £ 50 milhões (cerca de R$ 160 milhões).

Quando faltava menos de um mês para o início dos Jogos, a G4S anunciou que não estava preparada para proteger o evento por não ter conseguido recrutar os 10 mil agentes estipulados, obrigando o Governo britânico a mobilizar um total de 17 mil soldados, 3,5 mil mais do que o previsto inicialmente.

A G4S calculara que sua negligência traria perdas entre £ 35 milhões e £ 50 milhões (entre R$ 112 e R$ 160 milhões) de um contrato avaliado em £ 300 milhões (381,5 milhões de euros) para fazer a segurança olímpica.
Nesta terça-feira, a companhia anunciou os seus resultados semestrais, indicando uma queda acentuada de seu lucro antes de impostos, saindo de £ 151 milhões (aproximadamente R$ 484 milhões) para £ 61 milhões (cerca de R$ 195 milhões).

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/08/empresa-encarregada-da-seguranca-nos-jogos-perdeu-r-160-milhoes.html

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Dilma destaca desempenho de atletas brasileiros nos Jogos Paralímpicos


Com 43 medalhas, resultado foi o melhor do Brasil em toda a história da competição

A presidente Dilma Rousseff destacou no último domingo (9) como exemplo de superação e luta para o Brasil o resultado sem antecedentes obtido pelos desportistas do país nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012.

"Graças a sua força, garra e capacidade de superar limites alcançamos uma inédita sétima localização (no quadro de medalhas), com a conquista de 43 medalhas (21 de ouro, 14 de prata e oito de bronze)", afirmou a presidente em mensagem de felicitação enviada à delegação que representou o Brasil nos Jogos Paralímpicos, encerrados ontem.

Com o sétimo lugar no quadro de medalhas a delegação cumpriu a missão traçada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB): terminar, precisamente, entre os sete primeiros colocados.

O Brasil superou em dois postos o balanço dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e marcou seu melhor resultado desde a primeira competição, em 1972.

"É importante dizer, no entanto, que cada um de nossos atletas paralímpicos que está em Londres, tendo conquistado ou não medalhas, representa uma história pessoal de luta e superação, exemplo para toda nossa Nação", diz a mensagem da presidente.

Dilma citou as conquistas do nadador Daniel Dias, que obteve ouros nas seis finais que disputou, assim como o pódio triplo que o Brasil conseguiu nos 100 metros de atletismo feminino com Terezinha Guilhermina, Jerusa Santos e Jhulia Karol, além da surpreendente vitória de Tito Sena na maratona deste domingo.

Na delegação brasileira também se destacaram André Brasil, que levou três ouros e duas pratas nas provas de natação, e o time de futebol de cinco, que ganhou o terceiro título consecutivo do país na modalidade, assim como Alan Fonteles, ouro nos 200 metros T44, prova na qual era favorito o sul-africano Oscar Pistorius.

"São algumas conquistas que nos orgulham em Londres", disse Dilma, lembrando que 156 dos 182 desportistas brasileiros nos paralímpicos receberam bolsas do Governo.

"O governo brasileiro intensificará o apoio a seus atletas para que um número cada vez maior deles tenha condições de treinar e se dedicar ao esporte", afirmou Dilma.

A meta do Governo é melhorar este resultado nos Jogos Paralímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10670/DILMA+DESTACA+DESEMPENHO+DE+ATLETAS+BRASILEIROS+NOS+JOGOS+PARALIMPICOS.html

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

CEO de Londres 2012 terá cargo no governo britânico


Após ser elogiado por sua performance na organização dos Jogos Olímpicos de Londres-2012,  o inglês Paul Deighton, chefe-executivo do LOCOG, comitê organizador dos Jogos, acaba de ser nomeado pelo primeiro-ministro britânico David Cameron como o novo ministro da Fazenda do país.
Ex-banqueiro do Goldman Sachs, Deighton assumirá o posto no lugar do Lord Sassoon, titular do cargo desde 2010, vaiado pelo público durante a abertura dos Jogos Paralímpicos, na última semana. A ideia do governo britânico é aproveitar a onda de otimismo econômico causada pelos Jogos para estabilizar a situação econômica do país, que vive sua segunda crise em quatro anos.
A chegada de Deighton se dará em janeiro de 2013, após o fim de seu contrato com o LOCOG no fim deste ano.
Com um patrimônio estimado em 95 milhões de libras pelo jornal “Sunday Times”, o executivo de 56 anos, formado em economia na Universidade de Cambridge, não receberá remuneração no novo cargo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/direitoepolitica/26/26673/CEO-de-Londres-2012-tera-cargo-no-governo-britanico/index.php