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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Exposição é prioridade comum a Caixa e Corinthians


Por Guilherme Costa e Mauro Zafalon

Ainda que tenham mencionado outros focos para o acordo, Caixa Econômica Federal e Corinthians estabeleceram uma prioridade comum para o contrato de patrocínio apresentado oficialmente nesta terça-feira. Ambos mostraram preocupação especial com a exposição gerada pelo negócio.

O tema foi o primeiro abordado por Ivan Marques, diretor de marketing do Corinthians. “O clube gerou mais de R$ 600 milhões de visibilidade, considerando apenas de janeiro a agosto”, disse o dirigente.

A conta também apareceu no discurso de Clauir Santos, diretor de marketing da Caixa. Questionado sobre o porquê de a instituição financeira ter escolhido o time alvinegro, ele recorreu ao tema: “Fizemos um levantamento de exposição de mídia, e o Corinthians tinha um resultado mais expressivo”.

A Caixa comprou a cota máster de patrocínio ao Corinthians. O contrato tem duração inicial até o fim de 2013, e a instituição financeira gastará R$ 31 milhões por todo esse período.

“Também conversamos com outros clubes, mas alguns já estavam vinculados a outros bancos. Nós achamos que seria antiético. O Corinthians tinha o resultado de exposição e apresentava um caminho mais fácil”, completou Santos.

Para Ivan Marques, a visibilidade precisa ser o primeiro passo em um acordo desse porte. O diretor de marketing elencou outro atributo que aproximou a Caixa do Corinthians: o tamanho da torcida alvinegra.

“É um público ávido para consumir, e a Caixa pode usufruir disso com mídia ou com o desenvolvimento de ações e produtos específicos. É um parceiro estratégico”, definiu o diretor alvinegro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27600/Exposicao-e-prioridade-comum-a-Caixa-e-Corinthians/index.php

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Canal Combate patrocina exposição de funcionário


O Canal Combate, especializado em lutas, vai patrocinar uma exposição fotográfica realizada por um funcionário. A mostra “20 anos de luta – do vale-tudo ao MMA”, que pretende contar a história da modalidade que se tornou febre no Brasil, será realizada no Riosul Shopping Center e terá abertura para convidados no dia 11 de outubro.

A exposição fotográfica terá 270 imagens sobre a história do MMA. O acervo foi montado por Marcelo Alonso, jornalista do Canal Combate, e pelo japonês Susumu Nagao.

“Tentamos remontar através de fotos os 20 anos de história e a evolução do esporte. A exposição conta com imagens emblemáticas, desde as primeiras lutas de Royce Gracie no UFC 1”, disse Alonso.

Detalhes sobre o patrocínio do Canal Combate, que é das Organizações Globo, não foram revelados. O evento também terá apoio do Riosul.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27125/Canal-Combate-patrocina-exposicao-de-funcionario/index.php

terça-feira, 25 de setembro de 2012

UniCEUB expõe troféu da NBB nas escolas


Por Rodolfo Gomes

O Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), um dos patrocinadores do time de basquete da cidade, iniciou uma exposição itinerante do troféu de campeão do Novo Basquete Brasil (NBB).

O projeto está percorrendo escolas do ensino médio de todo o Distrito Federal, públicas e privadas, para que os alunos tenham acesso à taça que premiou a equipe do UniCEUB/BRB/Brasília com o tricampeonato do NBB.

A exposição conta com displays em tamanho real de jogadores da equipe brasiliense e a presença de pelo menos um atleta da equipe para interagir com os alunos, seja concedendo autógrafos, tirando fotos ou até mesmo participando de uma clínica de basquete.

Há também sorteios de kits promocionais cedidos pela Rede Globo e pela Liga Nacional de Basquete (LBN). O projeto vai se estender até o início da temporada 2012/2013 do NBB, prevista para 24 de novembro, e a cada semana duas escolas são percorridas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26917/UniCEUB-expoe-trofeu-da-NBB-nas-escolas/index.php

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

América-MG aposta em jogos de rivais para se expor


Por Lucas Turco

O América Mineiro está apostando no seu reformado estádio Independência para se manter na mídia. O clube vem decorando o local com diversos escudos e símbolos que remetem à equipe.

Com o América-MG atualmente na série B do Campeonato Brasileiro, o número de jogos televisionados é pequeno, então a equipe aposta na popularidade de seus vizinhos Cruzeiro e Atlético Mineiro.

Os dois maiores clubes de Minas Gerais estão atuando regularmente no Independência por conta da reforma do Mineirão. O América-MG espera aproveitar os jogos dessas equipes para introduzir sua marca.

O clube enfeitou o Independência com um escudo gigante de 4,5 metros, que foi introduzido atrás do gol.  Cada escanteio do estádio também foi decorado com o símbolo do time.

“Nós vamos ainda colocar algumas novidades como um coelho, mascote de clube. Tudo isso é muito importante para nós continuarmos aparecendo na televisão, mesmo sem estar jogando”, completou Olímpio Naves, representante do marketing do América-MG.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26756/America-MG-aposta-em-jogos-de-rivais-para-se-expor/index.php

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sadia troca Hypólito por Zanetti em propaganda


A Sadia, empresa patrocinadora das Confederações Brasileiras de Ginástica, Judô e Esportes Aquáticos, passou a veicular nesta quinta-feira uma nova versão de seu comercial sobre os Jogos Olímpicos de Londres-2012, onde substitui o ginasta Diego Hypólito, que teve desempenho fraco nas Olimpíadas, pelo também ginasta medalhista de ouro nas argolas, Arthur Zanetti.

No comercial, voltado para o público infantil, Hypólito costumava aparecer realizando seus movimentos do solo no espaço, saltando entre astros e planetas. Agora, o ginasta foi trocado por Zanetti, que faz seus exercícios na argola em meio a uma tenda de circo.  O recente campeão olímpico é o protagonista também das versões mais curtas do comercial, que são mostradas entre vinhetas da programação da TV.

No vídeo figuram ainda outros atletas olímpicos, como o ginasta Sérgio Sasaki, e as judocas, e também medalhistas olímpicas, Sarah Menezes e Mayra Aguiar. O nadador Bruno Fratus e o judoca Leandro Guilheiro, que protagonizavam a primeira versão da propaganda junto com Hypólito, foram mantidos em seus papéis, apesar de não conquistarem medalhas em Londres.

Diego Hypólito protagonizou uma triste cena em Londres após cair durante sua rotina no solo pela segunda vez consecutiva em Olimpíadas.  Desta forma, o ginasta não atingiu o índice para disputar a fase final da prova. Já Arthur Zanetti surpreendeu ao conquistar o ouro olímpico na prova das argolas, superando o franco favorito e campeão mundial, o chinês Yibing Chen. Aos 22 anos, Zanetti tornou-se o primeiro medalhista de ouro do Brasil na ginástica e também o primeiro sul-americano a lograr esse feito.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/26/26323/Sadia-troca-Hypolito-por-Zanetti-em-propaganda/index.php

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Acervo de jogos será exposto em museu no Rio


História inclui originais de todas as versões das medalhas de ouro, prata e bronze cunhadas desde que Atenas celebrou a primeira edição contemporânea do evento, em 1896

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - Da Grécia antiga aos Jogos Olímpicos da era moderna, há muito o que contar sobre a história de grandes campeões e recordes quebrados. Parte dessa história — que inclui originais de todas as versões das medalhas de ouro, prata e bronze cunhadas desde que Atenas celebrou a primeira edição contemporânea do evento, em 1896 — estará em exibição, a partir de novembro, no Museu Histórico Nacional, na Praça Quinze. A exposição ficará no Rio por três meses e, depois, desembarcará em São Paulo, onde ocupará os salões da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Pelo menos mais dois estados brasileiros ainda serão escolhidos para sediar o evento, que tem como objetivo estimular o espírito olímpico dos brasileiros, em contagem regressiva para receber a próxima edição da competição, em 2016. Em Londres, a mostra segue até o próximo domingo no Royal Opera House, em Covent Garden, como parte da programação cultural das Olimpíadas britânicas.

O acervo pertence ao museu do Comitê Olímpico Internacional (COI), com sede em Lausanne, na Suíça. Criado em 1990, pelo ex-presidente do COI, Juan Antonio Samaranch, o espaço cultural, que passa por reformas, se propõe a preservar a memória olímpica. Entre os materiais mais antigos estão uma escrivaninha onde trabalhava o historiador francês Pierre de Coubertin (1863-1937), considerado o pai do formato atual das Olimpíadas. Depoimentos do barão sobre o movimento olímpico também estão disponíveis em áudio.
A exposição remete à história de peças de uniformes de 16 ex-atletas, como a sapatilha usada pelo corredor americano Jesse Owens. Negro, Owens conquistou quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, em plena era hitleriana, quando o ditador alemão tentou usar os jogos para promover a pretensa superioridade da raça ariana.

A amostra em Londres serve ainda como uma aula de história sobre o movimento olímpico. Para apresentar um filme sobre as olimpíadas gregas, os ingleses usam como tela uma réplica gigante de um vaso grego. Nas paredes são exibidas informações como a que relata que o auge das competições ocorreu entre 396 a.C. ao 1º século da era cristã.

Nessa época, as olimpíadas duravam cinco dias. A pira onde é acesa a chama olímpica em Olímpia (Grécia), antes de peregrinar pelo mundo, também consta do acervo. Além disso, a exposição conta com todas as tochas dos jogos olímpicos, uma tradição iniciada na edição de Berlim (1936).

Em Londres, os visitantes entram em grupos nas salas de exibição. Após passarem um tempo observando o acervo, são levados a outro recinto. Na saída, de brinde, o visitante ainda pode tirar uma foto com uma das cópias da tocha de Londres. De acordo com a direção do museu, até 3 mil pessoas visitam a exposição todos os dias. Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o formato da exposição terá novidades no Rio.
— O formato da exibição será diferente. Queremos uma exposição com mais interatividade. Já contratamos empresas de sonorização e cenografia para desenvolver o projeto — disse Christiane Parquelet, diretora cultural do COB.

Christiane acha importante, por exemplo, contextualizar o vínculo da família de Coubertin com a cultura brasileira. Julienn Bomaventure, avô do barão de Coubertin, integrou a primeira missão artística francesa a desembarcar no Brasil em 1816, a convite do imperador Dom Pedro I. Na mesma missão, estavam o pintor Jean Baptiste Debret e o arquiteto Grandjean de Montigny, que projetou, entre outros edifícios, a fachada da Praça do Comércio (hoje Casa França-Brasil).

O custo estimado da apresentação no Brasil deverá ser de R$ 8 milhões, incluindo seguros e montagem do acervo. O projeto terá incentivos fiscais da Lei Rouanet e o COB está negociando com patrocinadores. Em Londres, onde a exposição tem entrada franca e está incluída na agenda cultural das Olimpíadas, a exibição tem sido considerada um sucesso. Até alguns ex-atletas já foram ver a mostra. Como a bielorussa Olga Koburt, campeã olímpica de ginástica em Munique (1972) com apenas 14 anos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/acervo-de-jogos-sera-exposto-em-museu-no-rio-5710226#ixzz22tOFVULk 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Exposição em Londres apresenta o legado urbanístico de Barcelona-92


Imagens estarão à disposição até o dia 28 e mostrarão pontos da capital catalã

O legado urbanístico, econômico e social que os Jogos Olímpicos deixaram em Barcelona, na Espanha, é a base de uma exposição na galeria Roca, em Londres, até o dia 28 de julho.

"A transformação de uma cidade olímpica" é uma exposição fotográfica que mostra os recintos que foram utilizados no evento e as áreas remodeladas na cidade catalã. A galeria pretende mostra ao público britânico a mudança em outra sede dos Jogos, faltando apenas 16 dias para o início de Londres 2012.

"A ideia era mostrar o processo de renovação urbanística de Barcelona a partir das quatro áreas olímpicas da cidade que se regeneraram e até hoje são modelos para outras sedes", explicou à Agência Efe, Diana Argelich, da Fundação Barcelona Olímpica, uma das organizadoras da exposição.

As imagens mostram a Vila Olímpica, a zona de Vall d'Hebron, do parque de Montjuïch, o Palau Sant Jordi, entre outras pequenas amostras da alteração da fisionomia da cidade espanhola.

"Foi uma mudança total da cidade. Houve um antes e depois. Aqui em Londres tentam fazer algo similar. Há preocupação com o legado dos Jogos e por isso tomam Barcelona como modelo", explicou Josep Manuel Suàrez, delegado da Generalitat da Catalunha em Londres.

Os visitantes ainda podem assistir a um vídeo onde é mostrada a evolução urbanística de algumas zonas da cidade, a construção de torres ou a remodelação do Estádio Olímpico Montjuïch.

A exposição seguirá aberta até o dia 28 de julho, um dia depois de inaugurados os Jogos Olímpicos de Londres, no Estádio Olímpico de Stratford, região degradada, que está sendo recuperada para o evento poliesportivo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10308/EXPOSICAO+EM+LONDRES+APRESENTA+O+LEGADO+URBANISTICO+DE+BARCELONA92.html

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Telão do Fielzão pode virar ‘gigantesco elefante branco’


Projetado para valorizar o estádio, tela de 3.400 m não poderá ser usada para publicidade

Por Danilo Gonçalves

O telão que o Corinthians vai instalar no Fielzão poderá marcar uma nova era no marketing esportivo no Brasil e aumentar ainda mais as receitas do clube oriundas de patrocínio, mas pode ter efeito contrário e se converter em um gigantesco elefante branco. Isso por que a publicidade na enorme tela será barrada pela Prefeitura, com base na Lei Cidade Limpa, que restringe a poluição visual na cidade.

Revelado em uma animação em vídeo, o telão de 170 m de largura por 20 m de altura foi projetado para “valorizar” o estádio e servir de chamariz para atrair parceiros comerciais ao Corinthians. Ele deve ficar visível a quem chega ao estádio pela Radial Leste, em Itaquera. Mas, sem poder fazer publicidade, como bem sabe o departamento de marketing do clube, o plano de valorização pode não dar muito resultado.

Para conseguir fazer publicidade no telão – contrapartida oferecida aos parceiros -, o Corinthians precisaria de aprovação da Prefeitura, e a chance de o Corinthians conseguir isso é praticamente zero, segundo Regina Monteiro, diretora da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.

— Se for usado para publicidade, não tem a mínima chance [de aprovação]. Eles podem alegar que vão usar para passar a história do clube, um filme para a comunidade, e, mesmo assim, vão precisar de aprovação da Secretaria. Duvido que consigam aprovar para fazer publicidade.

Ministério do Esporte usa Rio+20 como propaganda para Copa

Mesmo ciente da impossibilidade de usar a tela como espaço publicitário, o Timão segue negociando com a Osram para instalar o equipamento. O gerente de marketing do clube, Caio Campos, revelou que o departamento ainda não sabe o que fará com ele depois de pronto.

— Ainda não definimos o que irá ser veiculado na tela, mas existe uma gama de possibilidades, desde informações ao torcedor, passando por imagens de jogos, da cidade ou obras de arte, por exemplo.

A tela gigante do Fielzão será duas vezes maior que a do estádio Dallas Cowboys, que mede 49 x 22 m, o maior do mundo até o momento, e custou cerca de R$ 80 milhões. O preço do telão corintiano ainda é um segredo, assim como a tecnologia que será usada.

Se pudesse fazer publicidade, o telão corintiano poderia atrair mais parceiros para o Corinthians. O valor do naming rights do estádio, por exemplo, sofreria uma valorização ainda impossível de mensurar. Com esse dinheiro, o clube poderia facilmente custear a colocação e manutenção da tela, que não vai sair barato.

Por ser uma coisa nova no Brasil, o telão gera desconfiança também entre especialistas em marketing esportivo. Diretor-presidente da Brunoro Sport Business, José Carlos Brunoro acredita que o Corinthians deve ter um plano ‘na manga’ para explorar o telão.

— Duvido que o Corinthians vá apostar em algo que dê prejuízo.

Uma opção para o clube seria colocar uma telão com a frente voltada para dentro das dependências do Fielzão ou para o gramado, como nos estádios norte-americanos. Lá, segundo o especialista em marketing Rodrigo Barros, da Informídia, os clubes lucram com ações publicitárias, como os já conhecidos beijos e danças de torcedores, que são promovidos por patrocinadores.

Nada muda no preço do Fielzão

A colocação da tela não deve fazer aumentar o preço final do Felizão, segundo o gerente de marketing, Caio Campos.

— A construção da Arena Corinthians tem um valor fixado que não será excedido. E, como dito, o telão é uma parceria entre o Corinthians e a Osram.

O valor do Fielzão, que será palco da Copa do Mundo, gira em torno dos R$ 800 milhões. Isso sem contar as arquibancadas móveis, que serão colocadas para adequar a arena às regras da Fifa.

Fonte: http://esportes.r7.com/futebol/noticias/telao-do-fielzao-pode-virar-gigantesco-elefante-branco-20120625.html?question=0