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sábado, 10 de novembro de 2012

Maracanãzinho terá puxadinho nas Olimpíadas


Problema da quantidade de assentos surgiu na minuta do edital de concessão do Complexo do Maracanã para iniciativa privada

RIO — O Maracanãzinho deverá contar com assentos provisórios durante os Jogos Olímpicos de 2016 para atender à exigência do Comitê Olímpico Internacional (COI) de oferecer pelo menos 12 mil para as partidas de vôlei. A decisão de criar um “puxadinho olímpico” foi anunciada na sexta-feira pelo secretário-chefe da Casa Civil, Régis Fictner. O problema da quantidade de assentos surgiu na minuta do edital de concessão do Complexo do Maracanã para a iniciativa privada. A proposta vencedora da licitação terá que adaptar o ginásio a uma arena multiuso. O ginásio que tem hoje 11.424 lugares (já abaixo do limite estabelecido pelo COI) seria reduzido para 9.914 assentos.
Régis acrescentou não ver necessidade de nova audiência pública sobre o projeto, apesar do tumulto na apresentação na noite de quinta-feira. Ontem, o governo do Estado anunciou que a concessionária que vencer a concorrência ficará responsável pela demolição do presídio Evaristo de Moraes Filho na Quinta.
Sobre a Escola Friedenrich, no Complexo do Maracanã, a qual o governo estadual anunciou que será demolida, o Exército informou que não foram concluídas as negociações em relação à sua transferência para a antiga escola militar de veterinária em São Cristóvão. Por fim, o Comitê Organizador Rio 2016 anunciou que o engenheiro de produção Sidney Levy assumiu a diretoria geral do evento, substituindo Leonardo Gryner, que será o diretor de Operações da Rio 2016.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/maracanazinho-tera-puxadinho-nas-olimpiadas-6691746#ixzz2Bogb1fw5

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Dilma ativa Conselho dos Jogos de 2016 e rascunha política antidoping


Presidente comanda primeira reunião da comissão que discute organização e planejamento das Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio

A presidente Dilma Rousseff comandou nesta quarta-feira a primeira reunião do Conselho dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, órgão consultivo formado por representantes do governo e da iniciativa privada. O encontro, realizado no Palácio do Planalto, em Brasília, reuniu autoridades envolvidas na organização das Olimpíadas e Paralimpíadas que serão disputadas no Brasil. A política antidoping dos eventos esportivos foi um dos assuntos discutidos.
Além de Dilma, o encontro foi acompanhado pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo; o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman; o diretor-geral do comitê Rio 2016, Leonardo Gryner; o presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Marcio Fortes; o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; e o prefeito do Rio, Eduardo Paes.
- A reunião foi importante para instalar o conselho, sob a coordenação da presidente Dilma, e demonstrar a integração entre todos os entes envolvidos com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. A comissão aprecia decisões relacionadas com as três esferas de governo e principalmente com o governo federal que precisem ser adotadas para a realização dos Jogos - explicou o ministro Aldo Rebelo.
Após o intensificação do controle antidoping nos Jogos de Londres, o governo brasileiro apoiará a reforma do Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (Ladetec), pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O Ladetec é o único laboratório do país credenciado pela Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês), e deve ser ampliado e modernizado para atender à demanda durante as competições. As instalações da UFRJ também serão responsáveis pelos exames antidoping dos jogadores que disputarão a Copa do Mundo de 2014.
Para que o sistema antidoping dos Jogos seja eficaz, o conselho vai estruturar a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD). Por meio de uma medida provisória enviada ao Congresso Nacional, o governo vai definir as funções e nomear os servidores do órgão, criado em dezembro de 2011. A ABCD foi um dos compromissos firmados pelo plano de candidatura do Rio para sediar os Jogos de 2016, e também atende a uma exigência da Wada. Os países que recebem os eventos esportivos precisam ter um órgão específico para o controle de dopagem.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/09/dilma-ativa-conselho-dos-jogos-de-2016-e-rascunha-politica-antidoping.html

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Dilma instala conselho para acompanhar ações das Olimpíadas


Órgão será chefiado pela própria presidente e reunirá governador e prefeito. Preparação e controle de doping estão entre os temas a serem tratados.

Por Priscilla Mendes

A presidente Dilma Rousseff instalou nesta quarta-feira (19) o Conselho dos Jogos Rio 2016, do qual será presidente. O colegiado terá caráter consultivo e será formado por autoridades públicas, como o governador do Rio de Janeiro e o prefeito da capital fluminense, e pelo Comitê Organizador Rio 2016, único representante privado do grupo, segundo informações do Ministério do Esporte.
Dilma fez a primeira reunião do conselho nesta terça. Ela conversou por quase três horas com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes, o presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Márcio Fortes, e o presidente do Comitê Organizador Rio 2016, Arthur Nuzman. Nuzman também é presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Com o conselho, a presidente pretende acompanhar mais de perto as ações que envolvem o a preparação dos jogos. As reuniões serão convocadas por Dilma, segundo informou Aldo 
"A comissão reúne os três entes federativos e mais a autoridade publica olímpica, sob a presidência da presidenta da Republica, e aprecia decisões relacionadas com a três esferas de governo e principalmente com o governo federal que precisem ser adotas para a realização dos jogos", disse o ministro após a reunião.
De acordo com o ministro, o novo conselho poderá tratar de temas como a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, órgão criado em novembro do ano passado pela presidente Dilma e que vai tratar de doping nos jogos.
"Tratamos de temas relacionados com a organização dos jogos, de decisões que alcançam preparação dos Jogos Olímpicos, com a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, que já foi criada pelo governo como um departamento do Ministério do Esporte, mas que necessita de funções que será criada por medida provisória", disse Aldo Rebelo.
Na semana passada, a presidente Dilma lançou o plano Brasil Medalhas 2016, que prevê investimento de R$ 1 bilhão entre 2013 e 2016. O objetivo é colocar o Brasil entre os 10 primeiros colocados nas Olimpíadas e entre os cinco primeiros nas Paraolimpíadas.
Do montante previsto a ser investido, R$ 690 milhões serão destinados a ações de apoio ao atleta, como bolsas, equipamento e material esportivo e custo de diárias e passagens. Os demais R$ 310 milhões serão usados para construção, reforma e operação de centros de treinamento.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/09/dilma-instala-conselho-para-acompanhar-acoes-das-olimpiadas.html

Presidente Dilma reúne conselho dos Jogos Olímpicos de 2016


Comissão vai tratar de questões relacionadas à organização e ao planejamento do evento

A presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje (19) autoridades ligadas à organização da Olimpíada do Rio de Janeiro para a primeira reunião do Conselho dos Jogos de 2016, órgão de caráter consultivo, que reúne entes públicos e privados.

Além de Dilma, que preside o colegiado, também integram o conselho o ministro do Esporte, Aldo Rebelo; o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes; o presidente do Comitê Organizador Rio 2016 e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman; o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

O conselho, segundo Aldo Rebelo, vai tratar de questões relacionadas à organização e ao planejamento dos Jogos Olímpicos, como isenções tributárias que irão beneficiar setores da economia ligados ao megaevento esportivo. “A comissão aprecia decisões relacionadas com as três esferas de governo e principalmente com o governo federal que precisem ser adotadas para a realização dos Jogos”, explicou.

Ficou definido, segundo o ministro, que o governo deve enviar ao Congresso Nacional uma medida provisória para definir as funções da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), criada em dezembro de 2011.

Entre as missões da ABCD está o fortalecimento do Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ladetec), único do país credenciado pela Agência Mundial Antidopping e que será responsável pelos exames antidopping dos atletas durante a Copa de 2014 e os Jogos de 2016.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10741/PRESIDENTE+DILMA+REUNE+CONSELHO+DOS+JOGOS+OLIMPICOS+DE+2016.html

Dow tenta usar Jogos Olímpicos para ser mais conhecida


Por Lucas Turco

A Dow Chemical Company tem há muito tempo uma participação fundamental nos Jogos Olímpicos. No entanto, a empresa nunca apareceu com destaque para o público em geral. Para mudar esse cenário a companhia resolveu se tornar patrocinadora oficial. Com um projeto sustentável, a ideia é popularizar a marca.

 A Dow é uma empresa global de produtos químicos, plásticos e agrícolas, que atua em diversos setores. A companhia tem sede em Midland, Michigan, nos Estados Unidos.

A Dow fornece produtos para os Jogos Olímpicos (verão e inverno) desde 1980, mas somente em 2010 tornou-se oficialmente parceira do evento. O acordo vencerá somente em 2020, e portanto englobará o Rio-2016.

Sandro Sato, gerente comercial e de novos negócios do time de operações olímpicas da Dow Brasil, terá um papel fundamental na nova investida da companhia. Ele será responsável pela estratégia comercial da marca para os Jogos Olímpicos de 2016, e alguns detalhes sobre esse projeto foram apresentados à Maquina do Esporte nesta entrevista exclusiva.

Confira a seguir a íntegra da entrevista:

Máquina do Esporte: Qual é a importância dos eventos esportivos no plano estratégico da Dow?
Sandro Sato: A parte mais interessante é o que a gente chama de transformação da Dow. Nós não tínhamos muito contato com o público como tem o McDonald’s, por exemplo. Hoje essa transformação visa tornar a marca mais popular. O patrocínio olímpico é a base disso.

Nós nos apoiamos em três pilares: engajamento de funcionário, que é como fazer com que os funcionários tenham orgulho e gostem da empresa, desenvolvimento da marca, que é fazer com que ela seja conhecida como algo positivo, e geração de negócios. Com os Jogos Olímpicos você aumenta a chance de gerar negócios.

ME: A Dow já fornecia equipamentos para os Jogos Olímpicos, e depois assumiu cota de patrocinador. Falando em comunicação, qual é a diferença entre as duas funções?
SS: O ponto mais importante é você conseguir deixar de fornecer produtos específicos e passar a pensar no geral. Nós deixamos de ser uma empresa que fornecia o material e a relação acabava por isso. Agora o nosso relacionamento com o evento tem uma continuidade interessante. Criamos uma rede de contatos que é muito positiva.

ME: Em relação à edição de 2012 dos Jogos Olímpicos, como foi o impacto para a marca?
SS: Nós contribuímos para o torneio com diversos produtos há mais de 30 anos. Em Londres fomos realmente parceiros e conseguimos entender a estrutura necessária para a realização do evento. Dessa vez nós conseguimos interagir diretamente com o público – antes nosso contato era apenas com outras empresas, que são nossas maiores clientes. Isso foi muito legal para o marketing.

ME: Como a empresa trabalhou para divulgar a marca em Londres-2012?
SS: Uma das coisas mais interessantes que fizemos foram os táxis especiais. Nós envelopamos e decoramos diversos táxis fazendo referências à Dow e treinamos os motoristas para falarem sobre a empresa. Dessa maneira, quando o turista entrava no veículo ele tinha uma aula sobre a nossa marca. Tinha até vídeos. Também colocamos um painel gigante da Dow na entrada do Parque Olímpico, com um material diferenciado.

ME: Como foi o trabalho da Dow na construção das instalações olímpicas?
SS: Nosso planejamento nesse ponto não era vender o maior número de produtos para as Olimpíadas, e sim ter um envolvimento duradouro. Nós precisávamos deixar o Estádio Olímpico com cara de Estádio Olímpico. Para isso, era necessário entregar beleza e sustentabilidade usando nossas tecnologias. Nós reutilizamos materiais que seriam jogados no lixo e doamos para entidades carentes. Muitos materiais que foram utilizados agora em Londres vão ser retirados e enviados para ONGs no Rio de Janeiro e na Uganda.

ME: Como será o trabalho para o Rio-2016?
SS: O grande objetivo é conseguir fazer com que o Rio de Janeiro seja o grande exemplo de como transformar uma cidade numa coisa melhor e mais sustentável. Queremos tornar o transporte eficaz e acelerar as obras utilizando materiais melhores. Um trabalho de colaboração com o lado da infraestrutura, e para isso é necessário um relacionamento muito bom com o comitê organizador.

ME: Como esperam associar a marca ao Brasil?
SS: Essa pergunta é muito interessante, pois coincidentemente a Dow, em 2016, completará 60 anos de atuação no Brasil. Apenas isso já garante uma relação bastante positiva. Além disso, nós vamos trabalhar o conceito de comprometimento de longo prazo. Nada será investido visando apenas 15 dias. Trabalharemos para criar projetos que durarão para sempre.

ME: Qual a expectativa de crescimento da Dow para o mercado no Brasil?
SS: A mais positiva possível. Hoje o mundo apresenta um cenário econômico de incertezas. No entanto, a América Latina é um mercado emergente, que representa 12% de nossas receitas globais. Com a parceria com os Jogos Olímpicos não temos como falar de um crescimento apenas local. Nossas expectativas são globais. Falamos em um crescimento que gira em torno de R$ 1 bilhão. Isso no nosso ciclo olímpico que começou em 2010 e vai até 2020.

ME: Quais são as diferenças entre Londres e Brasil?
SS: São países com estruturas completamente distintas. Londres já recebeu outras Olimpíadas, a estrutura de transporte era muito mais desenvolvida. Os desafios de lá e daqui são muitos diferentes. Aqui visamos a sustentabilidade. O grande desafio vai ser integrar infraestrutura e sustentabilidade.

ME: A Dow está presente, atualmente, em outros eventos esportivos?
SS: Temos o patrocínio da PGA Tour nos Estados Unidos, mas nosso maior foco realmente será os Jogos Olímpicos.

ME: Existe o interesse futuro em apoiar uma Copa do Mundo de futebol?
SS: A Copa do Mundo não foi um evento que buscamos patrocinar. Nós com certeza estaremos presentes nas construções dos estádios e de toda estrutura, mas indiretamente. São outras empresas que comprarão nossa tecnologia para as obras. Nós não vamos construir, mas, de qualquer forma, haverá material nosso envolvido.

ME: Apesar de ser um assunto delicado, o acidente de Bhopal (Índia), em 1984, teve muita repercussão na época dos Jogos Olímpicos de 2012. A empresa responsável pelo desastre foi a Union Carbide, que em 2001 foi adquirida pela Dow, e isso gerou uma série de protestos. Houve algum prejuízo à comunicação da empresa?
SS: O que eu posso comentar é que o patrocínio olímpico é algo muito bem planejado pela Dow. Todos os protestos que foram feitos serviram como oportunidade para a empresa falar sobre esse assunto e acertar certos pontos que estavam mal entendidos.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/entrevistas/view/0/314/Sandro-Sato/index.php

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Governo anunciará Plano Medalha para o apoio a atletas dos Jogos 2016


Objetivo é dar apoio às modalidades esportivas de forma que se alcance a meta do COI

O Ministério do Esporte vai anunciar, no final da próxima semana, o Plano Medalha, idealizado pelo governo para apoiar os atletas brasileiros que vão participar das Olimpíadas de 2016.

O objetivo é dar apoio às modalidades esportivas de forma que se alcance a meta do Comitê Olímpico Brasileiro de que o Brasil figure entre os dez países de maior destaque nos Jogos de 2016.

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse que o Plano Medalha será "um projeto social muito importante para manter a supremacia do país no esporte mundial. O Plano Medalha deverá ser feito dentro dos parâmetros da Lei de Incentivo ao Esporte”.

Rebelo recebeu, em seu gabinete, a judoca piauiense Sarah Menezes, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, que entrou para a história do esporte como a primeira mulher brasileira a conquistar uma medalha de ouro na categoria, em Olimpíadas.


Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10665/GOVERNO+ANUNCIARA+PLANO+MEDALHA+PARA+O+APOIO+A+ATLETAS+DOS+JOGOS+2016.html

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Projetos executivos de ampliação do Elevado do Joá e de túneis ficam prontos até dezembro


Há mais de um ano, obras foram anunciadas pela prefeitura como solução para o trânsito entre a Barra e a Zona Sul

Por Isabela Bastos

RIO - Mais de um ano após ser ressuscitada pela prefeitura como solução para o trânsito entre a Barra da Tijuca e a Zona Sul, a tempo dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a ampliação do Elevado do Joá e dos túneis do Joá e de São Conrado começa a tomar forma. A Geo-Rio deverá concluir até dezembro os projetos executivos de implantação de uma terceira faixa de rolamento na pista superior do elevado, junto à encosta. O início das obras está previsto para o segundo semestre de 2013, com prazo de duração de pelo menos dois anos.

A quatro anos dos Jogos, contudo, a prefeitura ainda não anunciou o que fará para eliminar a outra ponta do gargalo, entre o Leblon e São Conrado. O projeto de duplicação da Avenida Niemeyer foi engavetado. E o plano de transportes das Olimpíadas, com as medidas para garantir a circulação de atletas, visitantes e moradores, só deverá estar pronto em 2013.

Orçados em R$ 2,7 milhões, os projetos executivos do Joá terão que indicar se haverá necessidade de corte de rocha e obras de contenção. Já está definido que, para receber a terceira faixa, a pista do elevado será aumentada de 10,8 metros para 14,2 metros de largura. Os túneis passarão de 9 para 13,7 metros de largura. O elevado ganhará uma ciclovia (com largura de até dois metros, dependendo do trecho), voltada para o mar. O objetivo é ligar a malha cicloviária de São Conrado à Barra. Haverá dois recuos de segurança (60cm cada).

Anunciado pela primeira vez nos anos 90 — quando chegou a ser licitado, mas acabou abandonado por falta de recursos —, o projeto foi reapresentado pela prefeitura ao Comitê Olímpico Internacional em abril de 2011. A ligação Barra-Zona Sul era considerada pelo COI um dos principais problemas da candidatura do Rio aos Jogos. O estado decidiu construir a Linha 4 do metrô, mas a medida foi considerada insuficiente. Outras soluções viárias foram estudadas, como a implantação de um corredor de BRT, o alargamento da Autoestrada Lagoa-Barra e a ampliação da Avenida Niemeyer.

Segundo o secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, os projetos executivos precisarão ainda mostrar a melhor solução para a Ponte da Joatinga, na Barra. A prefeitura quer aproveitar o espaço existente, refazendo a sinalização horizontal e aumentando para três as duas faixas de rolamento atuais. Mas há dúvidas sobre a viabilidade técnica da manobra. Os projetos terão que esclarecer como executar a construção com o menor impacto possível no trânsito. Pelo elevado passam 112 mil veículos por dia, segundo estatísticas da CET-Rio.
Projetos Executivo
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/projetos-executivos-de-ampliacao-do-elevado-do-joa-de-tuneis-ficam-prontos-ate-dezembro-5977187#ixzz25Ph7808Q 

sábado, 1 de setembro de 2012

Banco Mundial aprova empréstimo de US$ 300 milhões para estado do Rio


Financiamento deverá ser aplicado em educação e saúde, de olho na Copa e na Olimpíada

O Banco Mundial aprovou ontem (30) um empréstimo de US$ 300 milhões (cerca de R$ 615 milhões) para melhorar o sistema financeiro e tributário do estado do Rio de Janeiro e apoiar seus serviços de educação e de saúde.

"Com esse novo empréstimo podemos consolidar políticas fiscais que já nos permitiram ter um relevante crescimento econômico. Os fundos permitirão desenvolver a eficácia de nosso sistema de saúde e a qualidade de nossa rede educativa", disse o governador Sérgio Cabral.

Os fundos serão destinados a aumentar a transparência e a gestão dos investimentos públicos, promover parcerias público-privadas, concentrar os investimentos públicos em saúde nas áreas mais necessitadas e fomentar a meritocracia nos concursos públicos, segundo um comunicado do BM.

Diante da chegada dos grandes eventos esportivos previstos para os próximos anos (Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016), o Rio aumentou notavelmente os investimentos em infraestrutura e desenvolvimento social.

Além disso, a diretora do BM para o Brasil, Deborah L. Wetzel, declarou que o programa financeiro "pode servir como modelo para outros estados que querem utilizar seus recursos de maneira mais eficiente e otimizar os serviços de educação e saúde para todos os grupos da população".

O empréstimo tem um período de amortização de 23 anos e 5 anos de carência.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10632/BANCO+MUNDIAL+APROVA+EMPRESTIMO+DE+US+300+MILHOES+PARA+ESTADO+DO+RIO.html

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Defesa decide como vai atuar em eventos


Participação das Forças Armadas incomoda PF e secretarias de Segurança

Por Paulo Celso Pereira

BRASÍLIA - O Ministério da Defesa definiu o papel das Forças Armadas durante a Copa de 2014, as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016, a Copa das Confederações de 2013 e a visita do Papa Bento XVI, também no próximo ano. As diretrizes para a atuação das três forças, previstas em portaria do Ministério da Defesa publicada na terça-feira no Diário Oficial da União, incomodaram profundamente integrantes da Polícia Federal e das secretarias estaduais de Segurança. A avaliação, feita ainda de forma reservada, é que, caso as Forças Armadas sejam de fato escolhidas para coordenar a segurança dos eventos, especialmente das copas do Mundo e das Confederações, as cidades-sede não ficarão com qualquer legado. Muitas secretarias já davam como certo que herdariam os modernos equipamentos que devem ser adquiridos para os eventos.
Os secretários de Segurança dos 12 estados onde haverá jogos da Copa do Mundo estudavam na terça-feira a possibilidade de divulgar um manifesto. A ideia é pedir que a coordenação da segurança fique com o Ministério da Justiça, responsável pelas polícias Federal e Rodoviária Federal.
A preocupação deles vem se acentuando desde o fim de julho, quando a presidente Dilma Rousseff sinalizou em Londres que os grandes eventos, cujo orçamento de segurança é de R$ 1,8 bilhão, deveriam ficar sob tutela da Defesa, como O GLOBO revelou na época.
— A escolha de quem vai coordenar a segurança é uma prerrogativa da presidente Dilma. Agora, quem coordena será dono do dinheiro. Esse legado ficará com as cidades ou com os quartéis? — disse ao GLOBO um interlocutor da PF.
De acordo com a portaria publicada na terça-feira, as Forças Armadas atuarão na defesa e no controle do espaço aéreo; na defesa de portos, rios e áreas marítimas; na segurança cibernética; no preparo e emprego de equipes antiterrorismo; na fiscalização de explosivos e na atuação de forças de contingência contra agentes químicos, biológicos, radiológicos ou nucleares em todas as cidades-sede. O Ministério da Defesa prevê também o uso de aeródromos militares para aviação civil.
O Ministério da Defesa decidiu ainda como será feita a divisão do comando das Forças Armadas, de acordo com cada cidade-sede da Copa do Mundo. O Exército indicará os coordenadores de defesa de Rio, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Fortaleza, Cuiabá, Manaus, Porto Alegre e Recife. A Marinha indicará os coordenadores de Salvador e Natal. Já a Aeronáutica apontará o responsável por Curitiba.
O Exército também ficará responsável pela coordenação das Forças Armadas durante a Jornada Mundial da Juventude, que trará o Papa ao Rio no próximo ano, e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
Apesar de o Ministério da Justiça já manter em funcionamento a Secretaria Extraordinária de Segurança Para Grandes Eventos, a portaria de ontem determinou que o Estado-Maior das Forças Armadas criará uma Assessoria Especial Para Grandes Eventos.
No último dia 15, durante uma reunião realizada em Brasília, o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, cobrou do governo federal a apresentação da proposta de ajuda financeira da União para a realização dos grandes eventos. Beltrame estava ao lado de outros 11 secretários estaduais de Segurança.
— Quando tivermos a definição do que virá de recursos federais, estaremos prontos para comprar e fazer — disse Beltrame na época.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/defesa-decide-como-vai-atuar-em-eventos-5858896#ixzz24HqluFj7

Desabafo olímpico parte 2. Pós olimpíadas


Hoje o post não tem nada a ver com tênis. Tem a ver com esporte. Com Brasil. Com RIo 2016

Ontem tive o prazer de entrevistar para meu programa de radio o judoca Felipe Kitadai

Mais uma vez saí de uma entrevista com um atleta brasileiro impressionado com sua força, alma guerreira e triste pela condição que nosso país dá a um atleta.

Felipe Kitadai foi medalha de bronze em Londres na categoria 60 kg e nas lutas mostrou muita garra, muito brio e amor ao nosso país. Ontem na entrevista fiquei muito impressionado com a força de um atleta que não tem tantos recursos.

Tenho escutado que os judocas tiveram a melhor preparação da história do nosso esporte. Pode ser verdade. Eles ganharam treinamento, estrutura, ajuda para competir bem. Ok, muitooooo legal. Mas e o dia a dia do atleta? Quem paga?

Ontem quando ele entrou no estúdio e começou a falar que não tinha patrocínio pessoal e que devia tudo ao João Derli que o ajudou muito, ao clube Sogipa e a federação caiu a ficha do nosso esporte. Não adianta apenas dar estrutura aos nossos atletas. Eles têm que ter um pouco de dinheiro para sobreviver e viver.

Temos que lembrar que eles são campeões olímpicos, medalhistas olímpicos e basicamente são sustentados pelos pais. 

Fico claramente indignado quando vejo que esses grandes atletas são cobrados e esquecidos. Perguntamos se tinha melhorado a situação dele e de resposta veio um sorriso envergonhado. Com vergonha provavelmente do nosso país.

Ele não fala mas é uma vergonha um atleta olímpico não ter uma condição legal no nosso país. Estamos prestes a ter uma olimpíada e nossos atletas precisam ter condição. E deixo claro que condição não é apenas estrutura de treino. Condição é poder ter um dinheiro para viver o dia a dia e não depender apenas do pai e mãe.

Com tudo isso tenho que dizer que fiquei encantado com a força desse garoto de 23 anos que quer muito estar no Rio 2016 e seu brilho nos olhos mostra o quanto ama seu país e o que faz.
Acorda esporte brasileiro. 

Acordem patrocinadores que gostam de investir 1 ano antes dos jogos. Peguem esse menino e caminhem com ele nessa linda e dura caminhada até os jogos no Rio de Janeiro.

Fonte: http://espn.estadao.com.br/post/276900_desabafo-olimpico-parte-2-pos-olimpiada

Aldo Rebelo diz que o Brasil precisa melhorar desempenho olímpico


Ministro do Esporte admitiu que esperava mais medalhas nos Jogos de Londres

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse na noite de ontem (20) que o Brasil, nos Jogos Olímpicos de 2016, precisará aumentar expressivamente o número de medalhas conquistadas. “Acho que para o Rio de Janeiro nós precisamos melhorar bastante, porque o nosso desempenho de medalhas tem que estar relacionado com a nossa condição de país-sede e com o nosso status de país que acolhe pela primeira vez os Jogos Olímpicos”, ressaltou ao participar da cerimônia do Prêmio Empresário Amigo do Esporte, na capital paulista.

Rebelo admitiu que esperava mais medalhas nos Jogos de Londres, apesar de o resultado ter ficado dentro da previsão do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). “O resultado de Londres ficou dentro da previsão do Comitê Olímpico Brasileiro. Nós alcançamos 17 medalhas, eu imaginei que poderíamos chegar a 20 pelo investimento ampliado de Pequim para Londres”, disse.

Para melhorar o desempenho do país nos esportes de alto rendimento, o ministro destacou a importância da premiação que serve como ato promocional da Lei de Incentivo ao Esporte. A legislação permite que empresas obtenham renúncia fiscal ao patrocinar atividades esportivas de alto rendimento, educacionais ou recreativas.

“Nós fazemos um esforço grande de divulgação e esclarecimento, porque muitas empresas ou não conhecem o programa, ou tem receio de que o programa entre em conflito com a Receita Federal. O que não é verdade. Esse é um programa do governo, oficial e tem apoio do Estado brasileiro e da sociedade brasileira”.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10566/ALDO+REBELO+DIZ+QUE+O+BRASIL+PRECISA+MELHORAR+DESEMPENHO+OLIMPICO.html

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Falta de assentos especiais pode parar obra do Maracanã


Para MP, Emop descumpre lei ao não destinar locais suficientes para deficientes e obesos e pede intervenção da Justiça

A Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop) está na mira do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Publico do estado (MP-RJ) por não ter reservado no estádio do Maracanã o número de assentos reservados previsto em lei federal.
Uma Ação Civil Pública já foi ajuizada para que uma liminar seja concedida e obrigue a Emop a cumprir o determinado. O MP requer 15 dias para que haja adequação. Se ela não acontecer, a solicitação é que as obras sejam suspensas e a verba do BNDES seja bloqueada.
A legislação prevê que 4% da capacidade total do estádio seja de assentos reservados, sendo 2% para cadeirantes, distribuídos em locais diversos e de boa visibilidade, e 2% para acomodação de pessoas com deficiência visual, mobilidade reduzida e obesas.
O número total de cadeiras seria de 3.174. No entanto, o Ministério Público só constatou a reserva 285 assentos, representando 0,35% da capacidade do Maracanã.
O número não atende nem ao que está escrito na Lei Geral da Copa. Segundo o texto, o estádio deve ter ao menos 1% de sua capacidade com assentos reservados.
Os autores da ação pedem ainda à Justiça que fixe multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento de eventual liminar. Além disso, solicitam condenação dos réus ao pagamento de indenização de R$ 197 milhões por danos morais causados à coletividade, caso não haja adequação do projeto até o início da Copa-2014.
A assessoria de imprensa da Emop já foi acionada pelo LANCENET! e prometeu resposta ainda nesta sexta-feira.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/copa-do-mundo/assentos-especiais-parar-Maracana_0_757124317.html#ixzz23q5zgm1N 

ALPINISTAS VÃO COLOCAR LONA DA COBERTURA DO MARACANÃ


O Maracanã já entrou na fase final de sua reforma para receber a Copa do Mundo e as Olimpíadas, com previsão de conclusão das arquibancadas para o mês de novembro. Segundo o Consórcio Rio 2014, assim que as arquibancadas estiverem prontas, a lona que cobrirá a cobertura do estádios será instalada por alpinistas.

A partir de setembro a estrutura metálica da cobertura começará a ser montada. Em novembro, quando as arquibancadas já estiverem prontas para “apoiar” a estrutura, a cobertura será erguida. A partir desse momento entrarão em cena os alpinistas, que já estão sendo procurados pelo Consórcio. Dos 78.639 lugares do Maracanã, 75 mil serão cobertos pela lona, que terá 68,4 metros.

O Maracanã deverá ser inaugurado em fevereiro de 2013 e será o palco da decisão das próximas edições da Copa das Confederações, da Copa do Mundo e também será o local das festas de abertura e encerramento das Olimpíadas do Rio, em 2016.

Fonte: http://www.lancenet.com.br/novomaraca/noticias/lona-da-cobertura-do-maracana-sera-colocada-por-alpinistas/

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Bandeira olímpica chega ao Complexo do Alemão, e protocolo é quebrado mais uma vez


À tarde, o símbolo será levado à Praça do Canhão, em Realengo

Pot Thamine Leta

RIO - A bandeira olímpica - vinda diretamente de Londres, após a festa de encerramento dos Jogos deste ano, que aconteceu no domingo - foi apresentada na manhã desta quarta-feira aos moradores do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Apesar de uma réplica do símbolo olímpico ter sido hasteada durante a cerimônia, a bandeira original foi mostrada e tocada por crianças que participavam do evento, quebrando novamente as regras Comitê Olímpico Internacional (COI).
Após a cerimônia, que aconteceu na comunidade Nova Brasília, o governador Sérgio Cabral, acompanhado do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, apresentou a bandeira original, que estava guardada em uma caixa de madeira. Como mostrou reportagem do GLOBO nesta quarta-feira, desde segunda, o símbolo vem sendo manuseado por diversas pessoas sem luvas. Para receber a bandeira, o Comitê Organizador Rio 2016 assinou um compromisso que diz, entre outras coisas, que ela não pode sair da caixa em passeios de rua nem ser desfraldada.
Em nota, a assessoria de imprensa do governador informou que “a mão inocente de uma criança de uma comunidade pacificada só dará mais glória à Bandeira. O verdadeiro Espírito Olímpico está ali”.
Cerca de 150 crianças acompanharam a cerimônia, que contou com a banda da Guarda Municipal e a apresentação de alunos do Afroreggae. Durante o evento, o governador Sérgio Cabral comentou a importância de o símbolo ser levado até a comunidade, ocupada desde novembro de 2010:
— Quando pensamos no Rio como cidade olímpica, pensamos nesse legado. Trazer a bandeira aqui é mostrar que o Rio acabou com o conceito de cidade partida: hoje a comunidade faz parte da cidade. A bandeira que percorreu o mundo hoje esta no Alemão. Quem diria isso?
Cabral estava acompanhado do vice-governador, Luiz Fernando Pezão, que também participou da cerimônia. Ainda nesta terça-feira, a bandeira olímpica será levada à Praça do Canhão, em Realengo, na Zona Oeste. O prefeito Eduardo Paes iria comparecer ao Complexo do Alemão, mas desmarcou o compromisso e foi ao Centro de Operações da Prefeitura, devido ao tumulto causado pelo protesto de vans no Rio na manhã desta quarta-feira.

Bandeira chegou na segunda-feira
O símbolo olímpico chegou ao Rio na última segunda-feira, trazida pelo prefeito Eduardo Paes. No dia seguinte, ele foi mostrado à presidente Dilma Rousseff, em Brasília. Após percorrer diferentes regiões do Rio, e a capital federal, a bandeira olímpica ficará exposta no Palácio da Cidade, sede da prefeitura, em Botafogo, onde poderá ser visitada pelo público. Paes embarcou na quinta-feira para Londres e voltou com o governador Sérgio Cabral, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e atletas que participaram dos Jogos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bandeira-olimpica-chega-ao-complexo-do-alemao-protocolo-quebrado-mais-uma-vez-5795024#ixzz23dWh8200 

Dilma quer turbinar desempenho no Rio-2016 com Plano Medalha


Além do Bolsa Ouro, governo prepara pacote para os Jogos Olímpicos

Por Vinicius Sassine

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff vai lançar no início do próximo mês um pacote de ações, intitulado até agora de Plano Medalha, para alavancar as conquistas de medalhas dos atletas brasileiros nas Olimpíadas do Rio, em 2016. A elaboração do plano e o lançamento em setembro foram confirmados pelo Ministério do Esporte, que define com o Palácio do Planalto os últimos detalhes do pacote de medidas.
Como o anúncio caberá à presidente, numa solenidade prevista no palácio, o ministério não dá detalhe sobre as ações previstas. Nesta terça-feira, O GLOBO mostrou que a pasta prepara o lançamento de mais uma bolsa para atletas. O Bolsa Ouro, chamado pelo governo de Bolsa Pódio, está em fase final de formatação e tem o objetivo de colocar o Brasil entre os dez primeiros colocados no quadro de medalhas em 2016. Nas Olimpíadas de Londres, com 17 medalhas (3 ouros), o país ficou em 22º lugar.
O Bolsa Ouro integra o Plano Medalha, como confirmou nesta terça-feira o Ministério do Esporte. A presidente Dilma sancionou, em março de 2011, uma mudança na Lei Pelé e instituiu a concessão de bolsas de até R$ 15 mil para atletas de alto rendimento em modalidades olímpicas e paralímpicas. A nova redação determina que o dinheiro deve ser gasto com treinamento e acompanhamento dos atletas, participação em competições internacionais, treinamento fora do país e fornecimento de materiais esportivos de alta performance. Podem pleitear o Bolsa Ouro atletas ranqueados entre os 20 primeiros do mundo em sua modalidade esportiva. A lei, na verdade, coloca o Bolsa Ouro como uma categoria do Bolsa Atleta, que paga até R$ 3,1 mil para integrantes de delegações olímpicas e paralímpicas.
Para ficar nas dez primeiras posições no quadro de medalhas, o Brasil precisa saltar de três para sete ouros, se levados em conta os Jogos de Londres — com sete medalhas de ouro, a Austrália ficou em décimo lugar. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, confirmou ontem ao GLOBO que o edital de convocação dos atletas para o Bolsa Ouro está em fase final de redação. A verba será entregue diretamente aos atletas, sem passar por confederações ou pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), segundo o ministro. A Lei Pelé diz que o COB deve participar da indicação dos atletas a serem beneficiados com o Bolsa Ouro, em conjunto com entidades nacionais de administração do desporto.
O Ministério do Esporte informou que, como o Bolsa Ouro, o Plano Medalha está em fase final de formatação. O conjunto de ações e investimentos visa a preparar os atletas para 2016. As medidas vêm sendo acompanhadas diretamente pela presidente Dilma.
A União gastou R$ 1,76 bilhão na preparação de atletas no último ciclo olímpico. As 17 medalhas conquistadas foram a maior quantidade em Olimpíadas até agora, mas não houve recorde do número de ouros, nem de participação em finais olímpicas.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/dilma-quer-turbinar-desempenho-no-rio-2016-com-plano-medalha-5791948#ixzz23dW11oYF 

COB planeja maior importação de técnicos para ciclo olímpico de 2016


Na preparação para receber os Jogos Olímpicos pela primeira vez na história, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) vê com bons olhos a importação de know-how estrangeiro. Além de aprovar a contratação de especialistas de outros países por parte das confederações, a entidade pretende aproveitar o conhecimento externo para capacitar os técnicos nacionais.

A Seleção masculina de basquete, dona de três medalhas olímpicas e dois títulos mundiais, precisou recorrer ao argentino Rubén Magnano para retornar aos Jogos Olímpicos depois de um vergonhoso tabu de 16 anos longe do torneio. Com Leandrinho, Nenê, Tiago Splitter e Anderson Varejão, o time alcançou as quartas de final em Londres.

Candidata a  uma medalha na Inglaterra, a Seleção deixou o torneio com um gosto amargo após a eliminação diante dos rivais argentinos, mas Rubén Magnano, ainda durante o torneio, já comemorava o resgate da imagem do basquete nacional. "No Brasil, as pessoas me param nas ruas com palavras elogiosas. Não tem nada mais gratificante do que isso", disse o técnico, campeão com a seleção de seu país em Atenas 2004.

Já a Seleção feminina de handebol, sob o comando do dinamarquês Morten Soubak parou apenas nas quartas de final dos Jogos de Londres, diante da poderosa Noruega, em uma derrota de virada, por somente dois gols de diferença. "Tínhamos o sonho de brigar por uma medalha nessa Olimpíada, é claro. Mas esse sonho continua. Estamos contentes por estarmos no caminho certo", disse o europeu, que levou a equipe à sexta colocação, melhor resultado do Brasil na modalidade em Jogos Olímpicos.

Ao longo do último ciclo olímpico, outras modalidades também apostaram no conhecimento de especialistas estrangeiros, a exemplo do atletismo. Fabiana Murer, por exemplo, contou com a assistência do ucraniano Vitaly Petrov, mentor do multicampeão Sergey Bubka. Marcus Vinícius Freire, superintendente do COB, aprova a iniciativa de suas afiliadas.
"Nós vamos continuar investindo nas modalidades em que precisamos de treinadores estrangeiros", avisou o dirigente da entidade, responsável por repassar verba para as confederações olímpicas. Através da Academia Brasileira de Treinadores, um segmento do Instituto Olímpico Brasileiro, espaço de ensino do COB, Marcus Vinícius espera multiplicar o conhecimento dos estrangeiros em território nacional.
"Pensando no legado para o futuro, esses treinadores têm duas metas. Além de conseguir resultados, queremos que eles transmitam o seu conhecimento para os técnicos brasileiros. A nossa Academia de Treinadores vai ajudar as confederações para que nossos técnicos também aumentem sua capacidade e para que isso seja um legado pós-2016", afirmou o superintendente do COB.

A entidade tem a meta de integrar o top 10 da classificação por número de medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Para alcançar o feito, o COB espera subir ao pódio em, pelo menos, 13 modalidades diferentes (foram nove em Londres) e promete investir em esportes individuais, o que aumenta o campo para contratação de mão de obra especializada de outros países.

Ao analisar o quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Londres, Marcus Vinícius destacou a estratégia de alguns países de pequeno porte que foram bem-sucedidos com apostas em determinadas modalidades individuais. O Cazaquistão (quatro ouros no levantamento de peso) e o Irã (três ouros na luta olímpica), por exemplo, terminaram à frente do Brasil no quadro de medalhas.

Mais do que incentivar suas filiadas a investirem na contratação de estrangeiros durante o próximo ciclo, o próprio COB conta com um americano como consultor. Steve Roush, um dos homens fortes do Comitê dos Estados Unidos em seis edições dos Jogos Olímpicos (três de inverno e três de verão), trabalha para a entidade brasileira há três anos.
"Ele realmente nos ajuda na estratégia macro e também nas ações específicas", explicou Marcus Vinícius. Roush, por sinal, foi o artífice da logística do primeiro centro de treinamento exclusivo do Brasil em uma Olimpíada, o Crystal Palace. "Ele já tinha essa experiência e ajudou bastante, principalmente na montagem", contou o superintendente do COB.

De acordo com a entidade, foram investidos exatos R$ 11.610.557,06 nos Jogos Olímpicos de Londres, R$ 3.254.159,07 para a operação do Crystal Palace. Com tamanha preparação, o Brasil bateu a meta de conquistar 15 medalhas (três ouros, cinco pratas e nove bronzes), mas, para frustração de Roush, ficou abaixo das 41 finais de Pequim, algo considerado fundamental pelo americano.

Contratar profissionais estrangeiros, no entanto, não é sinônimo de sucesso. Uma das primeiras iniciativas mal-sucedidas de Hortência como diretora de seleções da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) foi trocar o brasileiro Paulo Bassul pelo espanhol Carlos Colinas, que fracassou com a equipe no Mundial da República Tcheca 2010 e não durou até os Jogos de Londres.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI6079702-EI14532,00-COB+planeja+maior+importacao+de+tecnicos+para+ciclo+olimpico+de.html

Protesto impede ida de prefeito do Rio na chegada da bandeira olímpica


Por Lucas Vetorazzo

A bandeira olímpica chegou ao Rio de Janeiro e já foi levada para sua primeira agenda oficial, na favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, zona norte da cidade. Aguardado para hastear a réplica na comunidade, o prefeito Eduardo Paes não compareceu à cerimônia por conta de um protesto de motoristas de vans que para o trânsito da cidade, na manhã desta quarta-feira.

Em seu lugar, foi enviado o governador do Rio, Sérgio Cabral, que não estava previsto na agenda oficial. No trajeto entre a van que o levara à cerimônia, o governador cumprimentou moradores e falou muito brevemente com a imprensa.

Cabral disse que a escolha da favela para a apresentação da bandeira à cidade foi devido ao caráter simbólico do local. O Complexo do Alemão foi palco da maior operação de ocupação pela polícia em comunidades dominadas pelo tráfico de drogas, ocorrida em 2010.

"A vinda da bandeira é a mostra de que o conceito de cidade partida não existe mais no Rio de Janeiro", disse ele, antes de embarcar.

Nos próximos dias a bandeira ficará exposta à visitação no Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio, em Botafogo, zona sul do Rio.

Cabral chegou à comunidade na companhia do presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, dos irmãos boxeadores Esquiva e Yamaguchi Falcão e do gari Sorriso, que participou da cerimônia de encerramento dos Jogos de Londres. A cerimônia atrasou em uma hora e durou pouco mais de quinze minutos. Não houve discursos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1137606-protesto-impede-ida-de-prefeito-do-rio-na-chegada-da-bandeira-olimpica.shtml

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Dilma recebe bandeira olímpica e aposta no sucesso dos Jogos de 2016


Ao lado do prefeito Eduardo Paes, presidente se mostrou segura e confiante no sucesso da Olimpíada

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta terça-feira a bandeira olímpica das mãos do prefeito Eduardo Paes e se mostrou segura e confiante no sucesso dos Jogos Olímpicos que serão realizados no Rio de Janeiro em 2016.

Dilma recebeu Eduardo Paes, o governador Sérgio Cabral, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e os irmãos medalhistas no boxe, Esquiva e Yamaguchi Falcão, em seu gabinete no Palácio do Planalto.

"Nós queremos elevar o número de medalhas, precisamos de atletas como Yamaguchi e o Esquiva (...) Tenho certeza que o exemplo deles é um exemplo para todos os brasileiros e brasileiras", declarou a presidente.

O Brasil encerrou sua participação nos Jogos Olímpicos Londres-2012 na 22ª posição no quadro de medalhas, com três medalhas de ouro, cinco de prata e nove de bronze.

A bandeira olímpica, que faz parte da simbologia dos Jogos junto com a chama, foi recebida por Eduardo Paes em Londres no último domingo. Ela será exposta no Rio de Janeiro no Complexo do Alemão e em Realengo, antes de ser içada no Palácio da Cidade. No final do ano, será transferida para o "Pavilhão Olímpico" ainda em construção, no qual serão apresentados os projetos de infraestrutura relacionados aos Jogos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10530/DILMA+RECEBE+BANDEIRA+OLIMPICA+E+APOSTA+NO+SUCESSO+DOS+JOGOS+DE+2016.html