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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Nike cria série de eventos em homenagem a seleção


Por Erich Beting

Na próxima quinta-feira, no Rio de Janeiro, a Nike vai apresentar a camisa amarela que será usada pela seleção brasileira na disputa da Copa das Confederações, em junho. O evento é o primeiro de uma série de ações que a fabricante americana fará para celebrar o patrocínio ao time nacional.

Segundo a Máquina do Esporte apurou, a grande atração da cerimônia na quinta-feira será o atacante Neymar. Principal estrela do time brasileiro, o jogador do Santos estará no Rio de Janeiro para apresentar o modelo amarelo, numa arena montada na praia de Copacabana.

A praia mais famosa do Rio, aliás, será o palco para diversas atrações nos dias seguintes ao lançamento do modelo amarelo. Na sexta, um show com o cantor Seu Jorge e a bateria da Mangueira está programado para Copacabana. A ideia é que os músicos que se apresentarem vão trajar a camisa azul, promovendo a “estreia” da camisa.

A partir de sexta-feira também a Nike promoverá a “Batalha das Quadras”. No molde do duelo que foi promovido no passado entre os tenistas Rafael Nadal e Roger Federer, que fizeram uma disputa em quadras de saibro e grama, diferentes times disputarão jogos em quadras de grama sintética, areia e cimento.

A ação é voltada ao público entre 16 e 19 anos. Ao todo foram 4.299 inscritos para as disputas, em seletivas que culminaram numa fase final com oito times representando diferentes capitais do país: São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador. O projeto faz parte do lançamento da nova campanha da Nike para o Brasil. O mote é “Mostra o Seu Jogo”.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28293/Nike-cria-serie-de-eventos-em-homenagem-a-selecao/index.php

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A TV tem “matado” a ida das pessoas aos eventos esportivos


Por Erich Beting

O alerta foi dado recentemente pelo vice-presidente de novos negócios da NFL, Eric Grubman. Segundo ele, a queda de público presente nos estádios da liga de futebol americano tem, entre outros motivos, a melhoria da transmissão pela TV. A lógica, segundo o executivo, é a de que há tantos recursos hoje para quem está em casa assistindo a uma partida que a experiência de ver o jogo ao vivo pela telinha é melhor do que aquela de quem vai ao estádio.

O raciocínio é interessante e levanta um alerta para o esporte em geral.

Com a melhoria da qualidade das imagens, com o uso de dezenas de câmeras e com o barateamento do acesso à alta tecnologia, a televisão, que é uma das principais fontes de financiamento da atividade esportiva profissional, também tem sido responsável, em parte, pela fuga do torcedor do local do evento.

No mercado americano, em que a NFL, por exemplo, tem também transmissão de jogos em 3D, acaba sendo mais barato e de maior qualidade para o torcedor assistir a um jogo em sua casa. Num momento de crise como agora, então, é ainda mais lógico para o consumidor dos EUA ficar confortável na sala de casa equipada com home theater e uma TV LED com 3D. Isso sem falar do aconchego do sofá, da pipoca, da cerveja e do que mais quiser no colo.

No Brasil castigado pela falta de infraestrutura de transporte e também de esporte, a diferença é ainda mais gritante. E isso que ainda não entramos na era em que as transmissões sejam todas em HD e com o pay-per-view acessível a todos. Além disso, ao contrário do mercado americano, a abundância de renda em solo tupiniquim faz com que o torcedor não veja tanto problema em gastar mais dinheiro indo ao estádio.

Só que, nos EUA, o esporte já começa a se mobilizar para fazer com que o torcedor seja “incentivado” a ir para o estádio. Promoções com desconto em lojas para a aquisição de produtos, instalação de rede wifi gratuita em toda a arena, aluguel de TV portátil e outros “mimos” têm sido cada vez mais frequentes nos estádios e ginásios das principais ligas esportivas dos EUA.

Por aqui, ainda está muito distante esse debate.

Mas com um mercado cada vez mais dependente do dinheiro da televisão, é cada vez mais assustador o futuro dos eventos esportivos. Pode ser que a melhoria das arenas esportivas por conta de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, associada à manutenção da renda em alta do brasileiro, ajude a mantermos os estádios e ginásios cheios. Mas teremos de caminhar, muito, no sentido de entender a importância de fazer da experiência de ir a um evento esportivo um momento de diversão, e não de aventura para o consumidor.

Não há lógica que faça, hoje, o torcedor deixar o conforto e a qualidade da TV para ir a um evento esportivo ao vivo.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/09/21/a-tv-tem-matado-a-ida-das-pessoas-aos-eventos-esportivos/

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Defesa decide como vai atuar em eventos


Participação das Forças Armadas incomoda PF e secretarias de Segurança

Por Paulo Celso Pereira

BRASÍLIA - O Ministério da Defesa definiu o papel das Forças Armadas durante a Copa de 2014, as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016, a Copa das Confederações de 2013 e a visita do Papa Bento XVI, também no próximo ano. As diretrizes para a atuação das três forças, previstas em portaria do Ministério da Defesa publicada na terça-feira no Diário Oficial da União, incomodaram profundamente integrantes da Polícia Federal e das secretarias estaduais de Segurança. A avaliação, feita ainda de forma reservada, é que, caso as Forças Armadas sejam de fato escolhidas para coordenar a segurança dos eventos, especialmente das copas do Mundo e das Confederações, as cidades-sede não ficarão com qualquer legado. Muitas secretarias já davam como certo que herdariam os modernos equipamentos que devem ser adquiridos para os eventos.
Os secretários de Segurança dos 12 estados onde haverá jogos da Copa do Mundo estudavam na terça-feira a possibilidade de divulgar um manifesto. A ideia é pedir que a coordenação da segurança fique com o Ministério da Justiça, responsável pelas polícias Federal e Rodoviária Federal.
A preocupação deles vem se acentuando desde o fim de julho, quando a presidente Dilma Rousseff sinalizou em Londres que os grandes eventos, cujo orçamento de segurança é de R$ 1,8 bilhão, deveriam ficar sob tutela da Defesa, como O GLOBO revelou na época.
— A escolha de quem vai coordenar a segurança é uma prerrogativa da presidente Dilma. Agora, quem coordena será dono do dinheiro. Esse legado ficará com as cidades ou com os quartéis? — disse ao GLOBO um interlocutor da PF.
De acordo com a portaria publicada na terça-feira, as Forças Armadas atuarão na defesa e no controle do espaço aéreo; na defesa de portos, rios e áreas marítimas; na segurança cibernética; no preparo e emprego de equipes antiterrorismo; na fiscalização de explosivos e na atuação de forças de contingência contra agentes químicos, biológicos, radiológicos ou nucleares em todas as cidades-sede. O Ministério da Defesa prevê também o uso de aeródromos militares para aviação civil.
O Ministério da Defesa decidiu ainda como será feita a divisão do comando das Forças Armadas, de acordo com cada cidade-sede da Copa do Mundo. O Exército indicará os coordenadores de defesa de Rio, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Fortaleza, Cuiabá, Manaus, Porto Alegre e Recife. A Marinha indicará os coordenadores de Salvador e Natal. Já a Aeronáutica apontará o responsável por Curitiba.
O Exército também ficará responsável pela coordenação das Forças Armadas durante a Jornada Mundial da Juventude, que trará o Papa ao Rio no próximo ano, e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
Apesar de o Ministério da Justiça já manter em funcionamento a Secretaria Extraordinária de Segurança Para Grandes Eventos, a portaria de ontem determinou que o Estado-Maior das Forças Armadas criará uma Assessoria Especial Para Grandes Eventos.
No último dia 15, durante uma reunião realizada em Brasília, o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, cobrou do governo federal a apresentação da proposta de ajuda financeira da União para a realização dos grandes eventos. Beltrame estava ao lado de outros 11 secretários estaduais de Segurança.
— Quando tivermos a definição do que virá de recursos federais, estaremos prontos para comprar e fazer — disse Beltrame na época.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/defesa-decide-como-vai-atuar-em-eventos-5858896#ixzz24HqluFj7

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O futuro da hospitalidade corporativa em estádios


Como entreter clientes e construir relacionamentos em um ambiente informal enquanto indivíduos com alta renda procuram um nível diferenciado de conforto e serviço.


Por Cláudio Borges.

O conceito de hospitalidade em estádios é simples. Além do espetáculo ao vivo, o ingresso inclui acesso a uma área exclusiva (podendo ser uma suíte, um restaurante, um bar ou um camarote) e em alguns casos uma refeição antes do jogo e entretenimento no intervalo.

Colocando de forma simples, a razão mais comum para empresas comprarem hospitalidade em estádios é entreter clientes e construir relacionamentos em um ambiente informal enquanto indivíduos com alta renda procuram um nível diferenciado de conforto e serviço.

Apesar do conceito ser simples, a estratégia por trás de um projeto de hospitalidade é relativamente complexa quando comparada com ingressos de arquibancada. As expectativas do mercado corporativo e do torcedor VIP são muito maiores. Por outro lado, o potencial financeiro também é maior e requer um plano comercial detalhado para que seja explorado ao máximo:

1. Definição de capacidades e número de camarotes
2. Avaliação do potencial do mercado consumidor
3. Contratos com empresas de serviços de alimentação
4. Definição de pontos ótimos de preço
5. Criação de uma equipe de vendas
6. Formulação de pacotes
7. Plano de Marketing Corporativo
8. Estratégias de aquisição e retenção de clientes
9. Itinerário de entretenimento
10. Planos para eventos e conferências (requer um projeto a parte)

Além dos elementos comerciais, um clube de futebol precisa levar em consideração as tendências do setor para criar uma oferta de hospitalidade capaz de competir pelo orçamento de pequenas, médias e grandes empresas.

As tendências atuais do setor de hospitalidade e eventos pode ser resumidas em duas palavras: experiências e diferenciação.

O consumidor de hoje em dia não está apenas em busca de produtos, ele está em busca de experiências. É o chamado “marketing de interação”, uma estratégia de marketing que promove a interação direta com o consumidor (ou torcedor) e o convida a participar na evolução da marca.

A criação de experiências possibilita atrair segmentos especificos, constrói a fidelidade e abre o caminho para o conceito de diferenciação.

A diferenciação consiste em segmentar a oferta e construir vantagem competitiva para o clube. Esse conceito é importante não só para permitir que o clube concorra com outras formas de entretenimento no mercado de hospitalidade, mas também para assegurar que a oferta do clube atinja diferentes segmentos.

O primeiro passo para qualquer marca ou oferta ser diferente é realizar um trabalho de benchmarking para conhecer o que está sendo feito pelo mundo, tanto nos esportes, quanto em outras formas de entretenimento. Dois exemplos dos Estados Unidos que refletem as tendências descritas acima podem ser destacados.

O primeiro exemplo é o “Heineken Lounge”, na Philips Arena, situada nos Estados Unidos. Trata-se de um bar localizado no centro da arena que fornece assentos privilegiados e acesso a eventos exclusivos como sessões de autográfos.

Vale lembrar que a hospitalidade pode representar uma importante peça no inventário de patrocínios. O grande diferencial é a ativação da parceria com a Heineken, permitindo conectar a experiência do jogo diretamente com a marca de uma maneira relevante para o produto oferecido pelo patrocinador.

O segundo exemplo é o projeto do Madison Square Garden, em Nova Iorque. A arena que abriga jogos de hóquei, basquete e shows de música focou diretamente na criação de experiências únicas para o torcedor premium.

A fim de explorar ao máximo a infraestrutura da arena, foram criados camarotes subterrâneos. Dependendo do gosto do cliente, esses camarotes podem possuir lareira, adega de vinhos e telas de plasma de diferentes tamanhos.

Foi ainda criada uma suíte com um túnel de vidro que permite os convidados observarem os jogadores entrando em campo.

O mercado de hospitalidade corporativa dos Estados Unidos é o mais desenvolvido do mundo. Além disso, a cultura americana fortalece a criação de conceitos diferentes daqueles que seriam criados no Brasil ou na Inglaterra.

A fim de capturar os conceitos das melhores experiências de hospitalidade no mundo e adequá-las ao mercado de Manchester, tive o prazer de liderar uma equipe cross-funcional, envolvendo as áreas de estratégia comercial, marketing corporativo, infraestrutura e vendas – em um projeto de longo prazo para reformular a experiência de hospitalidade no Etihad Stadium.

A visão era criar uma oferta de hospitalidade ao mesmo nível do que fosse conquistado no gramado. O foco sendo nos desejos do mercado consumidor e nas expectativas de uma marca premium. Os objetivos comerciais eram claros:

• Aumentar a receita por cabeça de clientes de hospitalidade
• Aumentar a retenção de clientes existentes
• Aumentar a aquisição de novos clientes que nunca frequentaram o estádio
• Mover torcedores comuns para clientes de hospitalidade
• Transformar clientes de jogos individuais em compradores de pacotes anuais
• Aumentar a utilização das suítes fora dos dias de jogo

Nosso primeiro teste foi a criação de um conceito único para os camarotes do estádio. Incorporamos a experiência do dia de jogo às nossas parcerias como nunca havia sido feito antes. Além de apoiar a ativação de parcerias, isso gerou alto retorno em mídia.

A segunda etapa envolveu um amplo trabalho de pesquisa de mercado e planejamento financeiro, em que selecionamos dentre as seis suítes do estádio, duas para serem renovadas para a temporada 2012/13: o Connell Club e o The Mancunian.

Ambos espaços foram projetados minuciosamente para representar os aspectos da marca do clube, como sua história, originalidade, Manchester e torcida.

O antigo Boardroom foi renomeado Connel Club como homengem aos fundadores do Manchester City. Com capacidade para 220 pessoas, a suíte representa a oferta mais premium do estádio, com poltronas para uma experiência íntima e uma entrada em formato de galeria representado o passado do clube.

Já o The Mancunian, com capacidade para 250 convidados, manteve seu nome que é sinônimo daqueles nascidos em Manchester. Os conceitos para o espaco foram baseados em uma atmosfera moderna, envolvendo música, futebol e o conceito de metrópole.

O princípio central em ambos os casos é a segmentação do mercado. Na hospitalidade corporativa, nas arquibancadas e em praticamente qualquer ação de marketing, mapear e compreender os segmentos que se busca atingir é fundamental. Cada país, cada cidade e cada clube terá um mercado consumidor com expectativas diferentes.

No Brasil, a oportunidade ainda está em consolidar uma cultura de hospitalidade corporativa em estádios. Algumas empresas brasileiras e parceiros já utilizam camarotes em estádios brasileiros para negócios, entretanto, o potencial ainda é pouco explorado.

É preciso construir uma proposta comercial para empresas que foque nos benefícios e resultados que podem ser obtidos através da hospitalidade em estádios.

O setor de hospitalidade é uma área relativamente nova para os clubes brasileiros, mas que irá se desenvolver de forma muito rápida nos próximos anos. O importante é que os estádios desenvolvam experiências adequadas para o mercado brasileiro e que a criatividade local seja posta em prática para transformar a diferenciação em vantagem competitiva.

*Matéria retirada do site www.universidadedofutebol.com.br

Fonte: http://observatorio.esportes.mg.gov.br/gestao-esportiva/2012/07/o-futuro-da-hospitalidade-corporativa-em-estadios

http://universidadedofutebol.com.br/2012/07/1,15404,O+FUTURO+DA+HOSPITALIDADE+CORPORATIVA+EM+ESTADIOS.aspx?p=4

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Branding esportivo norteia entrada da Works no Brasil


Por Guilherme Costa

Criada há 23 anos, a agência Works vai operar pela primeira vez fora da Europa. A empresa montou um braço no Brasil, que será tocado em parceria com um trio de empresários. A ideia é oferecer ao mercado uma solução completa e refinada, com foco em três grandes áreas: branding, eventos e produção audiovisual.

Essas searas são os alicerces da Works no Reino Unido, principal base da companhia. A agência desenvolve média de 240 projetos anuais na região, e o faturamento se manteve na casa de R$ 21 milhões durante as últimas três temporadas.

A Works UK tem uma lista de clientes que abrange entidades esportivas e empresas. Nas últimas 14 decisões de Liga dos Campeões da Uefa, por exemplo, oito tiveram trabalho de branding da agência.

Basicamente, o que a empresa propõe é o desenvolvimento desse tipo de evento como produto. No caso da Liga dos Campeões, o trabalho abarcou comunicação visual, identidade, distribuição de espaços comerciais e suporte a patrocinadores.

O responsável pela Works UK é Roy Webber, que foi designer gráfico da BBC e também construiu carreira como músico. A operação brasileira será tocada em parceria com os empresários Adilson Afonso Tavares, Fabio Interaminense e Davis Tenório.

“Nossa ideia é trazer ao Brasil um refinamento que já existe lá fora. Temos um trabalho bastante premium. Além disso, adotamos um posicionamento de serviços completos. Fazemos um trabalho de branding esportivo e experiência de marca que ninguém por aqui desenvolve. Por isso, podemos até trabalhar em parceria com agências que fazem somente a parte de motion ou eventos, por exemplo”, explicou Interaminense.

O caso da Liga dos Campeões da Uefa é usado pelos empresários como um bom exemplo do que a Works pode fazer no mercado nacional. A agência foi contratada pela entidade que realiza a competição, criou um guia de comunicação e identidade visual para a decisão do certame e também interagiu com patrocinadores. Isso acabou gerando negócios com esses parceiros.

“Separadamente, se você olhar para o mercado, temos concorrentes bastante fortes. O que nós temos como diferencial é a possibilidade de fazer um trabalho completo”, ponderou Tavares. “As agências por aqui são mais focadas no gerenciamento de carreira de atletas, mas nós queremos desenvolver trabalhos voltados ao branding”, completou Tenório.

A meta da agência é faturar R$ 20 milhões no primeiro ano de operação no Brasil. No segundo, a ideia é ascender a R$ 35 milhões.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/25/25895/Branding-esportivo-norteia-entrada-da-Works-no-Brasil/index.php