Páginas

Mostrando postagens com marcador Medalhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Medalhas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Qual o caminho para o sonho olímpico brasileiro?


País precisa ampliar leque de esportes para ficar entre os dez melhores

RIO - Não vai ser nada fácil. Mas nos Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil quer ser, pela primeira vez, “top 10” no quadro de medalhas. Em Londres 2012, o país obteve o recorde de 17 medalhas, sendo três ouros, cinco pratas e nove bronzes. Pelo número de ouros - critério adotado mundialmente -, ficou em 22º lugar, e pelo total de medalhas - adotado apenas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) -, em 14º (levando em conta os empates entre países com o mesmo número). Diante disso, como o Brasil conseguirá ser “top 10” em 2016?
Dinheiro, parece que não vai faltar. A presidente Dilma Rousseff anunciou, em setembro, o Plano Brasil Medalhas 2016, com um investimento de R$ 1 bilhão para pôr o Brasil entre os primeiros. Cerca de R$ 690 milhões irão para o apoio a atletas, e R$ 310 milhões, para 22 centros de treinamento (CTs). Agora, cabe aos gestores do esporte elaborar projetos. Verbas, a bem da verdade, não faltaram ao COB e ao esporte de alto rendimento, entre 2009 e 2012. O montante foi de R$ 1,7 bilhão, muito mais que os R$ 280 milhões de 2001 a 2004. Vale lembrar que em Atenas, em 2004, os atletas brasileiros obtiveram cinco ouros, duas pratas e três bronzes, num total de dez pódios. Os cinco ouros são o recorde olímpico do país.
- Nossa meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros do mundo, considerando o número total de medalhas em 2016. Para isso, começamos com antecedência, desenhando o Plano Estratégico a partir de 2009, quando o Brasil ganhou o direito de sediar os Jogos - afirma o superintendente-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire. - Começamos a aumentar o leque das modalidades medalhistas, com medalhas inéditas no pentatlo moderno, na ginástica e com as três do boxe, que não subia ao pódio olímpico desde 1968. Isso mostra que estamos no caminho certo para a nossa meta. Um CT exclusivo para o Brasil (em Crystal Palace, em Londres) e o projeto Vivência Olímpica (jovens com potencial para 2016 que foram levados a Londres para conhecer o ambiente olímpico) também foram muito bem avaliados.
Na opinião do dirigente, para que o país se torne uma potência olímpica, é preciso dedicação de governo federal, COB, confederações, federações olímpicas e patrocinadores.
- O Brasil apresenta uma curva de crescimento que tende a nos levar ao 10º lugar em casa - diz Freire.
Para alcançar o objetivo, o COB distingue as modalidades em vitais, potenciais, contribuintes e de legado. É preciso ganhar ainda mais nas vitais, as em que já se tem bom histórico (vôlei, futebol, natação, judô, iatismo); reforçar as ações nas potenciais (boxe, ginástica); apoiar as modalidades contribuintes (pentatlo moderno, levantamento de peso); e investir em modalidades de legado (para o futuro). A questão no Brasil é como em menos de quatro anos se poderia desenvolver os vários esportes. Na Grã-Bretanha, sede do megaevento deste ano, o país anfitrião festejou o terceiro lugar em ouros, com 29, atrás de EUA e China. No total, ficaria em quarto, com 65 (29 ouros, 17 pratas e 19 bronzes).
- Começamos a preparar nossa delegação há sete anos - explicou ao GLOBO, em Londres, o lorde Colin Moynihan, diretor-geral da Associação Olímpica Britânica. - Nós nos saímos melhor do que esperávamos. Tínhamos uma boa expectativa, porque temos muitos atletas de talento, mas não acreditávamos que pudéssemos bater a Rússia.
Na ocasião, Moynihan explicou que seu país contava com um fundo em favor dos atletas, com recursos das loterias. Órgão governamental responsável pelo esporte de alto rendimento, o UK Sport havia investido 264 milhões de libras (R$ 834 milhões) de 2009 a 2012.
De acordo com Freire, o COB apoia diversos projetos apresentados pelas confederações, muitos deles com foco nas equipes de base, através da Lei Agnelo Piva (percentual das loterias reverte para o esporte). O trabalho entre o COB e as confederações é feito em conjunto, com intensa troca de informações:
- Os resultados obtidos por boxe, pentatlo moderno e ginástica artística em Londres 2012 mostram que estamos ampliando o leque de modalidades medalhistas olímpicas, sem esquecer as modalidades de maior tradição no Brasil.
Em alguns casos, o COB busca as federações internacionais, como as de badminton e tiro com arco, além de contratar técnicos estrangeiros. O superintendente destaca algumas ações, como o CT Time Brasil, no antigo autódromo de Jacarepaguá; a contratação do consultor americano Steve Roush, ex-dirigente do Comitê Olímpico dos Estados Unidos; o Instituto Olímpico, que forma gestores; a aplicação da Ciência do Esporte; e alguns projetos especiais.
- O COB trabalha incessantemente, e a evolução dos resultados nas principais competições internacionais comprovam isso. Porém, descobrir talentos agora em 2012 para medalhar em 2016 é quase impossível — admite Freire.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/qual-caminho-para-sonho-olimpico-brasileiro-6531270#ixzz2AODTBTcY 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Aldo Rebelo diz que o Brasil precisa melhorar desempenho olímpico


Ministro do Esporte admitiu que esperava mais medalhas nos Jogos de Londres

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse na noite de ontem (20) que o Brasil, nos Jogos Olímpicos de 2016, precisará aumentar expressivamente o número de medalhas conquistadas. “Acho que para o Rio de Janeiro nós precisamos melhorar bastante, porque o nosso desempenho de medalhas tem que estar relacionado com a nossa condição de país-sede e com o nosso status de país que acolhe pela primeira vez os Jogos Olímpicos”, ressaltou ao participar da cerimônia do Prêmio Empresário Amigo do Esporte, na capital paulista.

Rebelo admitiu que esperava mais medalhas nos Jogos de Londres, apesar de o resultado ter ficado dentro da previsão do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). “O resultado de Londres ficou dentro da previsão do Comitê Olímpico Brasileiro. Nós alcançamos 17 medalhas, eu imaginei que poderíamos chegar a 20 pelo investimento ampliado de Pequim para Londres”, disse.

Para melhorar o desempenho do país nos esportes de alto rendimento, o ministro destacou a importância da premiação que serve como ato promocional da Lei de Incentivo ao Esporte. A legislação permite que empresas obtenham renúncia fiscal ao patrocinar atividades esportivas de alto rendimento, educacionais ou recreativas.

“Nós fazemos um esforço grande de divulgação e esclarecimento, porque muitas empresas ou não conhecem o programa, ou tem receio de que o programa entre em conflito com a Receita Federal. O que não é verdade. Esse é um programa do governo, oficial e tem apoio do Estado brasileiro e da sociedade brasileira”.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10566/ALDO+REBELO+DIZ+QUE+O+BRASIL+PRECISA+MELHORAR+DESEMPENHO+OLIMPICO.html

domingo, 12 de agosto de 2012

COM IMPOSTO SOBRE MEDALHAS, EUA JÁ ARRECADARAM R$ 2,1 MILHÕES


EM VEZ DE DAR BÔNUS FINANCEIRO AOS MEDALHISTAS, COMO OUTRAS NAÇÕES, PAÍS NORTE-AMERICANO COBRA TAXA SOBRE CADA OURO, PRATA E BRONZE CONQUISTADOS EM LONDRES

Como é comum em competições esportivas, o Comitê Olímpico Internacional (COI) premia os ganhadores de ouro, prata e bronze com uma quantia em dinheiro. Eis o início da polêmica. Nos Estados Unidos, que junto com a China lidera o quadro de medalhas e, logo, seria um dos países mais beneficiados por essa recompensa, os atletas têm de pagar taxas sobre esse valor, referentes ao Imposto de Renda dos norte-americanos.

Um atleta que ganha ouro, por exemplo, ganha R$ 50,7 mil (US$ 25 mil), enquanto medalhas de prata valem R$ 30,4 mil (US$ 15 mil) e as de bronze, R$ 20,3 mil (US$ 10 mil). Desses valores, o governo norte-americano cobra um imposto de até 35%. As atuais 56 medalhas conquistadas até este domingo (05/08), então, farão com que os cofres públicos recebam aproximadamente R$ 2,1 milhões.

A pergunta que tem permeado a imprensa dos Estados Unidos, em geral revoltada com a taxação, é: há justiça em cobrar Imposto de Renda sobre as medalhas conquistadas por atletas que, acima de tudo, estão representando o país em um megaevento internacional? Principalmente para atletas que ganharam uma quantidade maior de medalhas, como o nadador Michael Phelps, a contribuição se torna significativa.

Antes do início dos Jogos Olímpicos, o senador da Flórida, Marco Rubio, tentou emplacar uma isenção dessa taxa aos atletas que estão em Londres. "Nós todos podemos concordar que essas pessoas que dedicam suas vidas à excelência esportiva não deveriam ser punidas quando a conquistam", disse o político na defesa do projeto de lei. Ainda sem sucesso.

A taxação contrasta, inclusive, com a política de outros países. Além dos prêmios pagos pelo COI, a Itália dá um bônus aos medalhistas de R$ 370 mil (US$ 182,4 mil) aos vencedores. A Rússia é a segunda, nesse ranking de incentivos, com R$ 274 mil (US$ 135 mil), seguida pela França, com R$ 132 mil (US$ 65,2 mil). A Grã-Bretanha, sede da Olimpíada de 2012, não paga nada.

O Imposto de Renda dos Estados Unidos causa mais queixas no caso de atletas mais jovens, que naturalmente ainda não têm altas remunerações. A nadadora Missy Franklin, por exemplo, tem 17 anos e conquistou até agora duas medalhas de ouro e uma de bronze. Essas conquistas a recompensariam com R$ 121,7 mil, mas uma parte já pertence ao leão.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Olimpiada/noticia/2012/08/com-imposto-sobre-medalhas-eua-ja-arrecadaram-r-21-milhoes.html

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Quais os países mais eficientes nas últimas Olimpíadas?


Propomos uma forma diferente de enxergar o quadro de medalhas das Olimpíadas: em vez de contar apenas os números totais, calculamos o desempenho de cada país proporcionalmente à sua riqueza (o PIB) e ao seus recursos humanos (o tamanho de sua população). Para isso, somamos as medalhas de ouro dos últimos três Jogos Olímpicos (Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008) e dividimos pelos seus indicadores. O Brasil não vai bem em ambos os rankings. Veja os dados completos abaixo.

Eficiência por Riqueza: http://t.co/0dJNuxqK
Eficiência por RH: http://t.co/mEK7QfXB

FOnte: http://oglobo.globo.com/infograficos/olimpiadas-2012-eficiencia/

Governo promete mais recursos para delegações em 2016


Aldo Rebelo diz que objetivo é garantir mais medalhas para o Brasil nas Olimpíadas do Rio

Por Luiz Ernesto Magalhães

LONDRES - O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, anunciou na manhã desta quarta-feira em Londres que logo após os Jogos Olímpicos a presidente Dilma Rousseff irá anunciar no Brasil um plano para aplicar volume maior de recursos para ajudar na preparação das delegações para 2016, quando o evento será disputado no Rio de Janeiro. O apoio financeiro tem o objetivo de tentar garantir mais medalhas para o país daqui a quatro anos. As declarações foram feitas na chegada da presidente e dos ministros à capital inglesa.
- Nós teremos um plano detalhado para 2016 para apoiar a preparação do Brasil, compatível com a nossa responsabilidade - disse Aldo, sem querer entrar em maiores detalhes.
Negando que o governo estivesse fazendo uma cobrança ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Aldo disse que confia que o Brasil supere as 15 medalhas obtidas em Pequim. Rebelo não falou em números, mas na terça-feira disse em Brasília, antes de embarcar para Londres, que o governo esperava que o país conquistasse 20 medalhas. O COB, porém, estaeleceu a meta de 15 conquistas em Londres.
- Não somos nós que estamos cobrando mais a sociedade. Quanto maior o volume de recursos, mais a sociedade cobra resultados - disse.
O ministro definiu como o desafio mais importante para os atletas brasileiros a conquista da medalha de ouro no futebol.
- São 60 anos de futebol nos Jogos Olímpicos. Essa medalha nos faz falta num país que já foi cinco vezes campeão mundial de futebol. Nossa seleção já está madura enquanto adversários tradicionais como a Espanha tem poucos atletas em idade olímpica. E derrotamos o Reino Unido no último amistoso - acrescentou o ministro do Esporte.
A comitiva presidencial enfrentou retenções para chegar ao Ritz Hotel no centro de Londres. Dilma desembarcou no aeroporto de Famborough. O deslocamento até o centro de Londres levou quase 1h30, quando em média leva 40 a 50 minutos. A presidente entrou pelo hotel às 10h40 (6h40 no Brasil) por um acesso secundário evitando jornalistas. Às 11h, chegou uma van com seis ministros e o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Antonio Maia. Aldo, único que falou com a imprensa, resumiu o que viu da cidade.

- Engarrafamento. engarrafamento. Nehuma novidade
A comitiva tem uma série de compromissos em Londres: à tarde, Dilma se encontra com o primeiro ministro David Cameron e em seguida participa da cerimônia de lançamento da nova campanha do Brasil no exterior. A presidente volta ao Brasil no sábado. Na véspera, entre os compromissos está a participação na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/governo-promete-mais-recursos-para-delegacoes-em-2016-5580296#ixzz21dwP6AYh 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Banco de investimento aposta que Brasil terá seis ouros em Londres


Relatório do Goldman Sachs ainda aponta que os brasileiros terão 18 medalhas no total

O banco de investimento americano Goldman Sachs divulgou nesta quarta-feira previsão das medalhas dos Jogos Olímpicos de Londres, apontando que o Brasil terá desempenho melhor do que há quatro anos.

A previsão, elaborada com base em um complexo cálculo, apontou que os atletas brasileiros trarão 18 medalhas para o país, três a mais que as obtidas nos últimos Jogos, terminando o evento na 15ª posição.

O relatório do Goldman Sachs ainda aponta que os brasileiros terão seis medalhas de ouros, três a mais do que as conquistadas em Pequim.

Ainda segundo o banco de investimento, os Estados Unidos retomarão da China a liderança da tabela de medalhas dos Jogos Olímpicos. Os americanos sairiam de Londres com 108 medalhas, sendo 37 de ouro, enquanto os chineses teriam 98 medalhas, sendo 33 de ouro.

Os britânicos, por sua vez, serão destaque dos Jogos, segundo a previsão, aparecendo como terceiro no quadro geral de medalhas. Ao todo seriam 65 medalhas, sendo 30 de ouro. Em Pequim, foram 47 medalhas britânicas, 19 delas de ouro.

Além das previsões sobre o número de medalhas, o banco de investimento americano analisa em seu relatório "Os Jogos Olímpicos e a Economia 2012" o impacto do evento na economia britânica.

Os analistas da Goldman Sachs acreditam que o fato de sediar os Jogos trará "benefícios a curto prazo" para o Reino Unido, principalmente no setor de bens e serviços.

Quanto aos de "longo prazo", os analistas consideram que estes serão menos tangíveis, como a promoção como destino turístico e local para potenciais investimentos. O banco ainda acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) britânico crescerá entre julho e setembro cerca de 3 a 4%.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10295/BANCO+DE+INVESTIMENTO+APOSTA+QUE+BRASIL+TERA+SEIS+OUROS+EM+LONDRES.html