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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Em reestruturação, Puma deve deixar o rúgbi


2012 não foi um ano bom para a Puma. A marca alemã perdeu espaço no mercado, tanto para suas principais rivais, Adidas e Nike, quanto para marcas menores. Segundo a revista Forbes, a empresa já não está entre as dez marcas esportivas mais lucrativas. Isso vem motivando uma grande reforma na companhia, onde tudo indica que deve deixar um dos esportes mais populares do planeta: o rúgbi.

Na última semana, a Irish Rugby Football Union, responsável pela seleção da Irlanda, anunciou um acordo com a marca para finalizar sua parceria no fim da temporada 2013/2014. A seleção local é o maior contrato da fornecedora alemã no esporte da bola oval. 

A medida é o primeiro sinal da saída da Puma do rúgbi, em um processo que foi confirmado por porta-vozes  da companhia: “Essa decisão é reflexo de uma grande mudança de estratégia no marketing internacional e no foco dos produtos da marca”, declarou Tony Ward, gerente geral da Puma na Irlanda.

No fim do ano passado, a empresa já havia decidido não renovar os contratos de patrocínio pessoal de alguns atletas da seleção irlandesa, como Tommy Bowe, Luke Fitzgerald e o capitão Jamie Heaslip.

Recentemente houve uma troca de comando na Puma, onde Jean-François Palus assumiu o cargo de presidente no lugar de Jochen Zeitz, que comandou a companhia por 18 anos. Além de Zeitz, Franz Koch, diretor executivo da empresa, também deixará seu cargo no próximo mês de março.

Em 2007, o grupo francês de artigos de luxo Pinault-Printemps-Redout (PPR) adquiriu 27,1% das ações da Puma pelo preço de 1,4 bilhões de euros. Atualmente, o grupo, que controla marcas como Gucci, Yves Saint Laurent e Balenciaga; é dono de 82,4% da marca alemã.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28295/Em-reestruturacao-Puma-deve-deixar-o-rugbi/index.php

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Fluminense cria nova imagem para time de basquete


A recém-criada equipe de basquete do Fluminense divulgou nesta segunda-feira o novo mascote e a nova identidade visual do time para sua primeira competição na volta às quadras, a Copa Sudeste.

A tarefa de criar uma nova imagem para o time ficou a cargo do designer gráfico Guilherme Pecegueiro, torcedor do clube. O novo mascote é um gladiador, em referência à identidade guerreira que o clube adotou nos últimos anos, graças às campanhas no futebol.

“A ideia foi criar um mascote com uma pegada mais do basquete. A gente utilizou a máscara do gladiador como uma referência ao atual momento de renascimento do clube”, disse o designer ao site Basketeria.

O Fluminense volta ao basquete profissional após dois anos, sendo a terceira colocação no Campeonato Carioca de 2011 sua última campanha.  Apesar de seu constante trabalho nas categorias de base, o clube não disputa uma competição adulta de caráter nacional desde 2001.

Desde dezembro do ano passado, a gestão do clube está a cargo da agência Garra Sports Marketing, que cuidará do basquete tricolor pelos próximos quatro anos e meio.

A atual meta do time das Laranjeiras é disputar a sexta edição do NBB, Novo Basquete Brasil, que começa no fim de 2013. Para isso, o clube disputará a Copa Brasil Sudeste, onde os três primeiros colocados terão direito a uma vaga na Super Copa Brasil. Campeão e vice desse torneio disputarão um quadrangular com as duas piores equipes do NBB 5 para definir os dois times que estarão na edição 2013/2014 do maior campeonato de basquete do país. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28210/Fluminense-cria-nova-imagem-para-time-de-basquete/index.php

domingo, 20 de janeiro de 2013

Por nova identidade visual, FPHb troca de mascote


Por Mauro Zafalon

A Federação Paulista de Handebol (FPHb) deixou seus fãs curiosos no Facebook. A entidade anunciou por meio da rede social que apresentará, em breve, seu novo mascote. O projeto faz parte de um processo de reestruturação de sua marca e busca dar uma nova identidade visual ao personagem, representado anteriormente pelo leão.

“Posso adiantar que não é um animal. É algo que só existe no handebol. A ideia é que sempre que olharem para o novo mascote, as pessoas possam imediatamente associá-lo à modalidade”, explicou Fernando Guifer, gerente de comunicação da FPHb.

A organização, que até o momento divulgou apenas a silhueta em sua página (http://www.facebook.com/FederacaoPaulistadeHandebol), visa, através da iniciativa, aproximar o público mais jovem e realizar um trabalho comercial com seu novo representante, que será figurinha carimbada em jogos e eventos.

Embora a entidade deva desvendar o mistério do novo mascote por meio de um protótipo oficial, o público só irá conhecê-lo pessoalmente durante o evento “Melhores de 2012”, ainda sem data definida, mas previsto para o mês de fevereiro.

A criação do personagem ratifica a reestruturação da marca da FPHb, iniciada em 2011. Na ocasião, quando assumiu o presidente Eduardo Macedo, seu escudo foi modificado, tendo como principal alteração a saída do ex-mascote leão do símbolo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28048/Por-nova-identidade-visual-FPHb-troca-de-mascote/index.php

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Fluminense planeja criar embaixadas tricolores pelo mundo em 2013


O Fluminense planeja pintar o mundo de verde, branco e grená. O clube trabalha para estabelecer embaixadas tricolores ao redor do mundo, já em 2013. A ação faz parte de uma das prioridades para o ano que vem: a internacionalização da marca.

– É uma meta nossa criar embaixadas pelo mundo. Todo o esforço está sendo feito para termos no ano que vem pelo menos uma embaixada inaugurada – disse o vice-presidente de Relações Institucionais do Fluminense, Alexey Dantas, ao L!Net.

O projeto ainda está em fase embrionária, até porque os departamentos envolvidos estudam como conseguir condições de investimento e parcerias para viabilizá-lo. Uma alternativa seria utilizar torcedores espalhados pelo planeta como pontos locais de referência.

Criar embaixadas é apenas uma das ações para a internacionalização da marca. A excursão que deverá ocorrer em junho, nos Estados Unidos, e a firmação de mais convênios são outras medidas previstas para 2013. Hoje, o Tricolor possui algum tipo de laço com oito clubes (um argentino, um croata e seis chineses).

A construção desses vínculos e a expansão da marca estão relacionadas com a melhora da imagem do Fluminense. De um lado, o futebol conquistou resultados expressivos nos últimos anos. Do outro, o clube tomou iniciativas que geraram mídia positiva, como por exemplo a reforma da sala de troféus, a criação do bar temático, a volta ao Ato Trabalhista, participação em eventos internacionais e ações sociais.

Por conta disso tudo, o Fluminense tem sido procurado, sejam por empresas especializadas em captação de novos mercados ou outros clubes de fora. A marca está em alta.

Principais alvos são China e EUA

O Fluminense tem grande interesse em expandir o reconhecimento da marca nos mercados chinês e norte-americano. Os dois são vistos como os de maiores potenciais a serem explorados.

– O futebol norte-americano ainda é incipiente se comparado ao brasileiro. É muito promissor. E a China é uma porta de entrada gigante para o mercado asiático – comentou Alexey Dantas.

Em 2012, o Fluminense recebeu nas Laranjeiras diversas visitas de delegações de empresas chinesas. Em setembro, participou da Cismef (Feira Internacional das Pequenas e Médias Empresas da China) – foi o único clube de futebol do mundo no evento. Além disso, é a única instituição do tipo associada à Câmara de Comércio Brasil-China. Mas questões de logística, como fuso-horário, têm atrapalhado as tratativas.

Apesar do foco mais voltado para China e Estados Unidos, o Fluminense não descartou a entrada em outros mercados. Por já ter futebol e área de negócios do esporte mais desenvolvidos, a Europa ficou num plano um pouco mais distante.

Mas o caso da América do Sul é diferente. O Fluminense pretende estabelecer novos convênios com clubes do continente, principalmente para explorar o sócio-futebol.

Ações relacionadas à Libertadores

Para se tornar ainda mais conhecido na América do Sul, o Fluminense irá aproveitar o embalo da disputa da próxima Copa Libertadores. O clube irá expandir as ações de marketing de cunho internacional que deram certo nos últimos anos, como a agência de viagens “Vou Ver ou Flu” e o evento itinerante “Tricolor em Toda Terra”.

Outra medida será desenvolver os encontros promovidos com delegações e representantes de outros clubes que virão ao Rio de Janeiro para jogar pela Libertadores. No ano passado, o Flu entregou diplomas, trocou presentes e realizou jantares com membros do Arsenal e do Boca Juniors, ambos da Argentina. O objetivo desse tipo de iniciativa é estreitar laços para possibilitar o surgimento de convênios.

Além disso, o Fluminense promete oferecer mais serviços para a categoria sócio-futebol relacionados à competição continental. A meta é acelerar o crescimento do número de afiliados da categoria. Com mais associados, o clube teria uma maior representatividade no mercado, algo importante para negociar novas parcerias.

Bate-Bola - Alexey DantasVice-presidente de Relações Institucionais do Fluminense, ao L!Net

Porque o interesse em colocar o Fluminense no mercado chinês?Temos de buscar novos mercados e a China hoje é um mercado em franca expansão, tem a questão dos BRICS. Hoje, o país é um grande parceiro do Brasil e lá o nosso futebol ainda é visto como grande referência e com reverência.

Como a marca Fluminense é vista hoje internacionalmente?A percepção do Fluminense hoje, de cinco anos para cá, é de que ele é conhecido por pessoas que gostam de futebol em todo o mundo.

O clube pretende fazer algo de diferente para tricolores que vivem atualmente no exterior?Isso ainda está sendo analisado. Mas é preciso deixar claro que a associação ao clube pode ser feita por qualquer tricolor, em qualquer lugar do mundo. Vantagens estão sendo estudadas, tudo para aumentar nossa gama de associados.

Há parceiros estrangeiros?Por questões logísticas, tributárias, isso está sendo estudado, mas ainda não temos. Mas isso não está descartado, principalmente em termos de comércio pela internet.

Fonte: http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/clubes/fluminense/2012/12/24/noticiasfluminense,2486266/fluminense-planeja-criar-embaixadas-tricolores-pelo-mundo-em-2013.shtml

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Contratos europeus valorizam mais as marcas


Enquanto no Brasil as relações entre clubes e empresas patrocinadoras dizem respeito a estampar camisas e, assim, diminuir custos com publicidade em mídia, na Europa a história é outra.

Segundo Amir Somoggi, consultor de marketing e gestão esportiva, os times europeus fazem valer mais os investimentos das empresas ao realizarem eventos e atividades com seus patrocinadores.

"Na Europa, há um trabalho de relacionamento de parcerias entre as partes que não é feito no Brasil. Os times de lá, inclusive, conseguem trabalhar a exposição de seus patrocinadores em lugares distintos, com públicos específicos", afirma Somoggi.

Ele cita o exemplo do Manchester United. "Hoje, o clube tem mais de 2 milhões de torcedores cadastrados em seu site. É muito fácil levar qualquer informação de seus patrocinadores para esse público. Que empresa não gostaria de se associar a esse time?", diz Somoggi.

Para Eduardo Muniz, professor de "branding" e marketing esportivo da ESPM, ainda falta planejamento das empresas que patrocinam esportes no Brasil. "Numa linha mais geral, os patrocinadores não avaliam os atributos de marcas e proximidade dos clubes", afirma Muniz.

"O universo do futebol europeu é muito mais organizado do que o sul-americano", diz o diretor de marketing da Semp Toshiba, Eduardo Toni. "Mas estamos no caminho de melhorar isso no Brasil."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/84039-contratos-europeus-valorizam-mais-as-marcas.shtml

domingo, 25 de novembro de 2012

Palestra mostra como Brasil deve aproveitar Copa e Olimpíada


Por MÔNICA GARCIA

O 1º Encontro Internacional de Marketing Esportivo aconteceu na cidade universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e foi realizado pelo Centro de Estudos em Marketing Esportivo da COPPEAD juntamente ao British Council.
O evento reuniu estudiosos no assunto, representantes de empresas patrocinadoras de eventos, como Olimpíada e Copa do Mundo, além do professor de estratégia e marketing esportivo do Coventry Business School e fundador do CIBS (Centre for the International Business of Sport), Simon Chadwick. Eles explicaram como o Brasil deve aproveitar os grandes eventos que receberá em breve: a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.
Considerado um dos maiores nomes do marketing esportivo europeu, Chadwick abordou os principais obstáculos e ganhos que Londres obteve a partir da experiência da Olimpíada. Ele destacou a importância que os Jogos deixaram para a capital britânica, passando principalmente pelo legado que grandes eventos podem deixar e representar para o país que o sedia.
Chadwick mostrou que estes ganhos deixados para Londres foram muito além da infra-estrutura. O legado foi uma questão primordial para que os Jogos fossem um sucesso. Segundo o professor, o Brasil já passou a imagem para o mundo todo que sabe fazer grandes festas, como o Carnaval, e que é um povo feliz. Agora precisa passar a imagem de que é uma terra de oportunidades e investimentos.
"Essa imagem do Brasil que sabe fazer festa, Carnaval e que tem lindas praias, todo mundo já conhece. Agora é hora de o Brasil passar a imagem de que é uma terra de oportunidades. Uma terra onde as pessoas e as empresas estão crescendo, prosperando e se desenvolvendo. Onde a pobreza está sendo erradicada e que tem um grande futuro", disse Chadwick.
Outro ponto abordado pelo professor londrino foi como a marca pode ficar em voga com uma simples estratégia de marketing. Chadwick mostrou propagandas simples que podem fazer um grande sucesso, como o uso de uma marca na cueca de um jogador em campo. Essa imagem chegaria a milhões de pessoas no mundo.
Para o gerente da marca Powerade, da Coca-Cola, Fernando Sá, a palestra serviu para aprender como o legado de Londres pode ajudar o Brasil pós-2016, já que é preciso ir além do financeiro. De acordo com Sá, é fundamental pensar no ser humano.
"É muito importante pensarmos como agentes transformadores da vida das pessoas. Os grandes eventos irão passar, mas precisamos ter comprometimento para que estímulos sejam além dos dias de eventos", afirmou Sá.
"Essa palestra serviu para que possamos entender a dimensão desses grandes eventos que vamos sediar. Embora esteja aqui com a lente de marketing de uma empresa patrocinadora há muitos anos, também estou como brasileiro, para entender o que eu posso através do meu trabalho deixar de legado", emendou.
A escolha do nome de Chadwick para ministrar esse primeiro encontro, de acordo com o professor Victor Almeida, da COPPEAD, foi por causa da proximidade da teoria estratégica esportiva que vem sendo desenvolvida na Europa e a prática em negócios que o fundador do CIBS tem.
"Essa palestra vem sendo pensada há cinco anos. E quando pensamos em nomes para trazer, muitos de estudiosos foram levados à mesa. Pensamos em nomes de professores americanos, que são grandes entendedores do assunto, mas o esporte no Brasil é muito diferente dos Estados Unidos, então essa visão pouco nos ajudaria", disse.
"E a teoria que vem sendo desenvolvida na Europa é mais parecida com a nossa, por isso o nome do Simon para ministrar esse primeiro encontro. O Simon circula muito bem entre a teoria e a prática, e isso é um grande diferencial. Somos um centro acadêmico, mas voltado para a prática, para os negócios, pois juntamos o mundo acadêmico com o mundo dos negócios, e o Simon também", afirmou o professor.
De acordo com Almeida, esse será apenas o primeiro encontro de muitos que acontecerão até 2016. Para o professor é preciso que os patrocinadores e estudiosos tenham uma boa teoria para que a prática seja mais bem aproveitada para todos.
"Quando as pessoas que vão fazer grandes eventos tem acesso a boas teorias, isso se reverte em uma prática maravilhosa. Penso que a prática não se dissocia da teoria e vice-versa. Por isso queremos cada vez mais reunir esses dois mundos, acadêmicos e de negócios", concluiu Almeida.
Para o diretor da British Council no Rio de Janeiro, Guilherme Guimarães, o grande conhecimento adquirido com os Jogos de Londres 2012 do professor Chadwick pode ajudar o Brasil não cometer os mesmos erros britânicos.
"Por ele ter estado tão próximo dos Jogos de Londres, acumulou grande experiência e conhecimento que podem nos ajudar a não cometer esses erros que eles cometeram, e também potencializar os acertos que tiveram. Um ponto abordado por ele que considerei fundamental foi que não temos que nos preocupar em sediar a Olimpíada mais organizadas, mas sim entender qual é a nossa essência e trabalhar em cima da nossa própria essência", concluiu.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI6294878-EI1137,00-Palestra+mostra+como+Brasil+deve+aproveitar+Copa+e+Olimpiada.html

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Ministério do Esporte e GDF lançam logomarca da Gymnasiade 2013


O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, participam nesta quinta-feira (22.11), às 15h, no ginásio do Centro de Ensino Médio Setor Leste (611/612 Sul), da cerimônia de lançamento da logomarca da Gymnasiade 2013 e do concurso para a escolha da mascote da competição. O evento esportivo estudantil reunirá em Brasília, nos meses de novembro e dezembro do ano que vem, 2 mil atletas de 45 países, na faixa etária de 14 a 17 anos.

O concurso da mascote será realizado a partir de três propostas elaboradas em conjunto pelo Ministério do Esporte e pelo Governo do Distrito Federal. Aldo Rebelo, Agnelo Queiroz e o ginasta do Setor Leste João Pedro Oliveira iniciarão a votação. Em seguida, as urnas estarão disponíveis para votação dos alunos da rede pública de ensino.

Considerada como os Jogos Olímpicos Escolares, a Gymnasiade acontece a cada quatro anos e pela primeira vez será realizada nas Américas. Os atletas, filiados à Federação Internacional de Esporte Escolar (ISF), competirão de 27 de novembro a 4 de dezembro de 2013.

Serviço:
Lançamento da logomarca e do concurso da mascote da Gymnasiade 2013
Data: quinta-feira (22.11), às 15h
Local: Colégio Setor Leste (611/612 Sul), em Brasília

Fonte: http://www.esporte.gov.br/ascom/noticiaDetalhe.jsp?idnoticia=9641

Por que a Caixa precisa pagar R$ 30 milhões ao Corinthians


Por Rodrigo Capelo

Foi só o Corinthians anunciar um patrocínio da Caixa, antes mesmo da coletiva de imprensa que revelou que o investimento seria de R$ 30 milhões anuais até 2014, que as acusações de politicagem começaram a aparecer. Nas redes sociais, são muitos os que reclamam que “dinheiro público” não deveria parar nos cofres de um clube “rico”. Que era intervenção do corintiano Lula. Que as matérias sobre o negócio deveriam ser publicadas nos cadernos de polícia e não nos de economia. Coisa de torcedor com pouca informação e muita vontade de criticar o clube do outro, meter o PT no meio e dizer que o Brasil é o país da corrupção.

Se por alguma razão patrocínio de empresa estatal a clube de futebol levanta quaisquer suspeitas de favorecimento político, não é o caso da Caixa no Corinthians, para a infelicidade dos intelectuais de Facebook e Twitter, os botecos do século XXI.

Para entender, coloque-se na posição de diretor de marketing da companhia.

A Caixa, como banco estatal, ganhou bastante dinheiro até hoje por meio da área habitacional. Fez muito financiamento de 30 anos para que as pessoas possam comprar suas casas. Mas a estratégia mudou recentemente. A Caixa ampliou a quantidade de produtos e serviços e passou a oferecer mais crédito, com juros mais baixos, em outras modalidades. Soma-se ainda que o governo federal de Dilma Rousseff colocou os dois bancos estatais – Caixa e Banco do Brasil – para reduzir taxas e forçar os privados – Itaú, Bradesco, Santander e HSBC – a diminuir suas margens de lucro e aumentar a competitividade do setor.

Neste cenário, você, como diretor de marketing da Caixa, precisa popularizar a sua marca. E qual o clube que mais tem condições de servir como meio para que você atinja seu objetivo?

O Corinthians.

O Flamengo também entraria nesta conta como um forte candidato a um patrocínio, e pode até ser que ele seja um dos que a Caixa ainda pretende anunciar em breve como novo parceiro, mas duas condições o tornam menos interessante que os paulistas. A primeira, claro, a desorganização que o Flamengo é do ponto de vista da gestão. Depois, enquanto os flamenguistas estão espalhados por todo o Brasil, com foco no Rio de Janeiro e no Nordeste, os corintianos são maioria em regiões mais ricas, como São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Torcedores com maior poder aquisitivo interessam mais a um banco, você tem de concordar.

Entre Caixa e Corinthians, há também a sinergia de que ambos têm planos para internacionalizar suas marcas. A Caixa quer ir para fora do Brasil, o Corinthians também. E a equipe, campeã da Copa Libertadores desta temporada, terá a oportunidade de jogar o Mundial de Clubes, no Japão, em dezembro deste ano. Como a Fifa permite que apenas o patrocinador máster apareça na camisa durante essas partidas, a Caixa será a única empresa com logotipo estampado no uniforme alvinegro durante o torneio. Não faz mais sentido?

Outro ponto é que a instituição financeira pretende lançar cartões de crédito e débito para torcedores no ano que vem, com alguns benefícios para quem for sócio-torcedor do time e um sistema atrelado ao estádio, cuja previsão é ser inaugurado em dezembro de 2013. Não há outro clube como o Corinthians, com 103 mil associados e uma torcida estimada de 30 milhões de pessoas, que ofereça melhores condições para que a Caixa tenha sucesso.

Ou então, por teimosia, desconsidere todos esses fatores. Tamanho de torcida, poder aquisitivo e internacionalização. A pura exposição de marca na camisa do Corinthians já é muito superior do que qualquer outra equipe do futebol brasileiro, porque a equipe está na Globo e na Bandeirantes com muito mais frequência que outros clubes. E ainda dá mais audiência. Pesquise.

Você, quando se coloca na posição de diretor de marketing da Caixa, precisa lembrar que a sua empresa é estatal, sim, mas ela precisa sobreviver em um setor extremamente concorrido. E usar a publicidade é uma das ferramentas à disposição. Em vez de comprar mais cotas para propaganda na televisão e em outras mídias, a companhia optou por usar um time de futebol como outdoor.

É engraçado notar que empresas estatais já usam o tal dinheiro público para comprar espaços publicitários em emissoras de televisão privadas sem quaisquer críticas. No caso do futebol, pregam que estatais deveriam patrocinar a competição como um todo. Todos clubes ou nenhum. Mas ninguém cobra da Caixa e do Banco do Brasil que façam investimentos iguais em todos os canais para veicular propagandas. Seria algo como: ou investe igual em Globo, SBT, Record, RedeTV!, Bandeirantes e demais, ou não investe em ninguém. Ou, então, que gaste todo o dinheiro na programação da Cultura, que afinal também é estatal.

A relação entre estatais e futebol é sempre desgastante. A Petrobras investiu na camisa do Flamengo por 25 anos para ganhar mídia. A Eletrobras está na camisa do Vasco desde 2009, um patrocínio assumidamente costurado pelo governador do Rio de Janeiro, o vascaíno Sergio Cabral. No Rio Grande do Sul, o Banrisul, banco estatal gaúcho, patrocinava Internacional e Grêmio e teve de ampliar o investimento depois que foi criticado por “esquecer” os menores. Pegou alguns milhões e dividiu entre 43 (!!!) times de futebol da primeira e da segunda divisões gaúchas.

Mas cada caso é um caso.

E no caso Caixa e Corinthians o patrocínio faz todo sentido, porque há toda uma estratégia do banco montada para ter um retorno.

Ou você acha que patrocinar Atlético-PR, Avaí, Figueirense seria suficiente para concorrer com Itaú (Copa do Mundo e seleção brasileira), Bradesco (Jogos Olímpicos) e Santander (Copa Libertadores, Pelé e Neymar)? Reflita.

Fonte: http://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/negociosfc/2012/11/21/por-que-a-caixa-precisa-pagar-r-30-milhoes-ao-corinthians/

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Coritiba aproveita prêmio para divulgar marca


Por Mauro Zafalon

Até o início desta semana, alguns executivos do Coritiba não se encontravam no Brasil. Estavam em Londres, Inglaterra, onde receberam, em nome do clube paranaense, o prêmio Football Business Awards 2012, obtido pela campanha de marketing “O Mais Vitorioso do Mundo”, referente ao feito de 24 vitórias consecutivas do time em 2011.

Apesar de a premiação ter sido o apogeu da viagem, dirigentes da equipe alviverde aproveitaram a oportunidade para trocar experiências com cartolas de agremiações europeias e divulgar a marca Coritiba, promovendo sua internacionalização.

Os diretores brasileiros também visitaram os estádios de Arsenal, Chelsea e Fulham. A passagem pelas arenas se deu pelo fato de o clube estar prestes a reformar o Couto Pereira, local onde manda suas partidas. Com as visitas, o time do Paraná pôde ter algumas ideias para aperfeiçoar sua casa.

Os reparos se darão na reta da Mauá, um dos setores do estádio. A “nova Mauá”, como ficará conhecido o ambiente, possuirá mais de 4 mil metros quadrados. Serão três anéis com cadeiras sociais, lanchonetes, lounges e camarotes. O espaço abrigará 4.754 pessoas.

A reforma no Couto Pereira, cujas obras estão previstas para começar e terminar em 2013, conta com a participação da GEO Eventos, empresa pertencente à Globo e que atua na realização de eventos das áreas de esporte, entretenimento e negócios.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27551/Coritiba-aproveita-premio-para-divulgar-marca/index.php

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Esporte como entretenimento: força estratégica para as marcas


Com novas arenas, marcas que investem no futebol poderão ampliar relacionamento com clientes

Por Fernando Trevisan

Esporte e entretenimento sempre andaram de mãos dadas, mas nunca estiveram tão juntos quanto agora. As tecnologias digitais e a evolução das instalações colocam o produto esportivo em um novo patamar e permitem ao público intensificar a sua experiência de consumo. O resultado é a amplitude cada vez maior da cobertura da mídia: o Superbowl 2011, finalíssima do campeonato de futebol americano, atraiu uma audiência média recorde de 111 milhões de pessoas para um evento que vai muito além do jogo propriamente dito. 

Mas nada se compara aos números relacionados aos megaeventos esportivos: quase metade da população global acompanhou a Copa do Mundo de 2010 pela televisão, e as Olimpíadas de Londres, a primeira a ser transmitida em alta definição e em 3D, além de poder ser acompanhada quase que integralmente pela web, atingiu uma audiência global de 4,8 bilhões. Como sede dosdois maiores eventos do planeta nos próximos quatro anos, abre-se no Brasil uma série de oportunidades inéditas para as marcas vinculadas ao esporte.

No caso específico da Copa do Mundo, atrelar a marca ao evento significa falar diretamente com 3,5 bilhões de fãs do esporte mais popular do planeta. Não é por acaso que a Fifa arrecadou US$ 2,4 bilhões somente com a venda dos direitos de transmissão da última edição, que foi acompanhada em cada um dos países e territórios do globo, nas mais diversas plataformas e formatos: televisão, rádio, celular, banda larga, alta definição e 3D.

A relevância do evento pode também ser medida pelos valores investidos pelos patrocinadores para terem o direito de utilizar a marca Copa do Mundo nas suas ações de marketing: de 2007 a 2010, a receita da Fifa com este item foi de mais de US$ 1 bilhão. Assim, os 18 patrocinadores atuais da entidade e do evento têm uma oportunidade ímpar deexposição global das suas marcas e de se relacionar com uma base imensa de potenciais consumidores. Mas e o restante do mercado, como pode aproveitar o impacto de um evento dessa magnitude no País?

O fato de sediar uma Copa do Mundo coloca o esporte em geral e mais especificamente o futebol em evidência por longos anos. Mesmo no Brasil, em que o futebol já desperta o interesse de 57% dos jovens segundo pesquisa recente da Olympikus feita pelo "Datafolha", o aumento da exposição da modalidade na mídia por conta do evento em 2014 pode significar um salto ainda maior nesse interesse. Daí que as marcas que se associam ao futebol tendem a colher os frutos desse crescimento.

Além disso, é inegável que as exigências do organizador do evento, em que pesem em algunscasos serem bastante conflitantes com os interesses da nação, funcionam em linhas gerais como um novo padrão de referência e profissionalismo para o futebol brasileiro. Em primeiro lugar, a proteção que a entidade oferece a seus patrocinadores é seguramente uma das mais rigorosas e eficientes do planeta.

O trabalho constante de evitar o chamado marketing de emboscada serve de exemplo para qualquer entidade esportiva brasileira que deseje aumentar o retorno de seus patrocinadores. E um outro grande benefício diz respeito às novas arenas multiuso que estão sendo construídas e reformadas segundo os mais altos padrões de conforto, segurança e qualidade mundial.

O trabalho de adequação dos doze estádios que serão sedes da Copa em 2014 gera também um efeito multiplicador interessante e outros projetos próprios já têm aparecido, como as novas arenas do Palmeiras e do Grêmio. Isso significa que de teremos em um curto espaço de tempo ao menos 700 mil lugares disponíveis nestes novos ambientes, com possibilidade de utilização não só para o futebol, mas também para uma série de outras atividades esportivas, de lazer ou de negócios.

Abre-se então um novo campo de atuação das marcas que investem no futebol, tanto em termos de possibilidades de ativação de seus patrocínios, quanto de estratégias de relacionamento e hospitalidade nos centenas de camarotes e business seats que passarão a ser oferecidos.

Ao se aproximar do conceito de entretenimento, o esporte passa a participar de uma indústria que deve movimentar mais de US$ 2 trilhões em 2016. O aumento da renda per capita das famílias brasileiras, que cresceu 23,5% de 2001 a 2009, significa mais dinheiro disponível no orçamento para gastos com entretenimento e lazer. A Copa do Mundo de futebol pode ser um grande catalisador desse movimento no esporte nacional e contribuir para torná-lo definitivamente uma opção de lazer para a família brasileira e de estratégia mercadológica para as empresas do país.

*Fernando Trevisan é pesquisador e consultor da Trevisan Gestão do Esporte e diretor da Trevisan Escola de Negócios

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11041/ESPORTE+COMO+ENTRETENIMENTO+FORCA+ESTRATEGICA+PARA+AS+MARCAS.html

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A urgência do branding para o esporte


Por Erich Beting

Uma das coisas mais fantásticas que existe no esporte é que, sem o menor esforço, clubes e atletas tornam-se marcas extremamente poderosas. O que, no mercado corporativo é a chave para o sucesso de grandes empresas, no meio esportivo é praticamente algo natural. Os clubes são instituições centenárias e de extremo valor para o consumidor. Tão valorosa que o torcedor “das antigas” recusa o termo consumidor para defini-lo. A relação é muito mais profunda do que isso.

Por conta desse cenário, o tema “branding” nunca fez parte das necessidades do esporte durante muito tempo. No Brasil, especialmente, essa é uma realidade ainda muito distante do cotidiano. Só que, com o desenvolvimento do esporte como negócio, ainda mais no futebol, o assunto tem de vir cada vez mais à pauta. Por uma questão de sobrevivência dos clubes.

O caso mais recente é o que envolve o Corinthians e a “Apito Promocional”, empresa que havia fechado um pacote de patrocínio de sete jogos do time pelo valor de R$ 1,5 milhão. Agora, o patrocínio foi parar no departamento jurídico alvinegro, que cobra a falta de pagamento de uma das parcelas.

O imbróglio não deixa de ser uma espécie de “castigo” para o próprio Corinthians.

Quando o clube criou, em 2009, o “Projeto Ronaldo”, provocou exatamente uma depreciação de sua imagem, mesmo achando que faria o contrário. Sim, Ronaldo ajudou e muito a mudar a percepção da imagem do Corinthians. Mas o meio encontrado para isso foi prejudicial no longo prazo. Quando fragmentou a camisa para diversos patrocinadores, o clube matou seu ativo mais valioso para um acordo de patrocínio. Para piorar, a partir do momento em que fez contratos diferentes, com prazos de duração distintos, piorou isso .

Quem acompanha o blog há três anos sabe que falávamos disso desde o início. Hoje, as grandes empresas perceberam que patrocinar o esporte é ir além da exposição na camisa. Por isso mesmo, o mercado passou a ser mais criterioso antes de investir.

E aí entra o problema hoje para o Corinthians. O clube cobra um valor para o patrocinador principal que nenhuma empresa está disposta a investir para ter de dividir a exposição com outras marcas. Com o passar do tempo e a necessidade de “fazer caixa”, o clube acaba depreciando o valor de sua camisa aceitando empresas menores que fazem aportes pontuais. E, nessa roda, a marca Corinthians, que está hoje num momento de extrema valorização, não consegue provar para um eventual patrocinador que vale a pena aplicar um certo dinheiro para estar aliado a ela. Quando notícias como essa da Apito Promocional vem à tona, então, a situação só piora.

O grande segredo para que clubes como Manchester United, Barcelona, Real Madrid, Chelsea e outros se tornassem potências mundiais foi um consistente trabalho para formação de um conceito de marca que acompanha o clube. O Manchester foi o primeiro a fazer isso, lá nos anos 90. Na década passada, os demais grandes europeus acompanharam o movimento.

Agora é o momento de os clubes no Brasil passarem pelo doloroso processo de fortalecimento de suas marcas. Doloroso porque isso implica, num primeiro momento, a reduzir os ganhos com quaisquer patrocínios e buscar projetos de longo prazo, que pagam menos a princípio, mas que fortalecem os relacionamentos no futuro e, assim, geram um aumento de receita.

Ou os clubes começam a fazer isso ou, passado os furacões de Copa e Olimpíadas, as empresas vão procurar outra área para se engajar.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/10/18/a-urgencia-do-branding-para-o-esporte/

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A construção da marca pelo esporte


Por Erich Beting

Na noite desta segunda-feira recebi um e-mail marketing da fabricante de material esportivo Asics. A peça me convidava a preencher um cadastro da empresa para receber mensalmente informações sobre esportes.

Num mundo em que cada vez mais o consumo da informação é segmentado, o e-mail recebido da Asics foi um sinal de que, aos poucos, as marcas têm percebido que o conteúdo assumiu o caráter de elemento fundamental para o fortalecimento de uma relação com o consumidor.

O desenvolvimento tecnológico e a internet alçaram qualquer pessoa à condição de produtor de conteúdo. Com isso, o consumidor dita o que e como ele quer consumir a informação. E, por sua vez, o acesso à notícia em si virou algo comum, disponível e, até certo ponto, banal. Eu não preciso mais do jornal ou da TV para me informar. Eu não preciso chegar até a informação, já que ela vem até mim de diferentes formas.

Só que essa situação, ironicamente, elevou o conteúdo a um patamar fundamental. Na era em que o consumidor escolhe o que quer ler/ver/sentir/ouvir, faz muita diferença apresentar algo que atenda exatamente os desejos daquela pessoa.

Paralelamente, com a produção globalizada de produtos, cada vez mais os preços de marcas concorrentes se assemelham, em todos os segmentos de mercado. A escolha por uma ou outra marca passa, fundamentalmente, pela imagem que a empresa forma na cabeça do consumidor.

E é nesse ponto que voltamos ao tal e-mail da Asics. Quando uma marca se propõe a fornecer um conteúdo para o consumidor daquele tema que é de interesse dele e que tenha relação com a empresa, ela passa a fazer a diferença para ele. Não é mais apenas um bom produto que leva a pessoa a lembrar e consumir uma marca, mas sim a experiência que ela proporciona ao consumidor.

Nesse sentido, o esporte passa a ser um conteúdo de primeiríssima qualidade. O que mais impressiona é que, quando falamos do mercado brasileiro de patrocínio esportivo, poucas marcas perceberam que podem se apropriar do conteúdo que o esporte produz para ser diferente para o consumidor.

Geralmente esse movimento começa com as marcas que trabalham com o fornecimento de artigos esportivos. Vamos ver se ele vai se espalhar para os outros segmentos ou se as marcas continuarão a achar que a exposição de mídia é realmente o grande benefício do investimento no esporte.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/10/16/a-construcao-da-marca-pelo-esporte/

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Embratel mira carro de B. Senna para expor marca


A Embratel, empresa de telecomunicações, fará uma exposição itinerante do carro de Bruno Senna, piloto de Fórmula 1, para divulgar sua marca. A empresa, que completa 47 anos neste mês, levará o automóvel para Rio de Janeiro e São Paulo.

Até o dia 14 de setembro o veículo estará na sede da empresa, no Rio de Janeiro. Entre 29 de setembro e 3 de outubro o carro poderá ser visto no São Paulo Boat Show. O estande da Embratel na Futurecom, maior evento de comunicação da América Latina, receberá o veículo entre os dias 8 e 11 de outubro. Por último, de 30 de outubro a 8 de novembro, o automóvel estará exposto no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

“A Embratel está muito feliz em oferecer aos brasileiros apaixonados por automobilismo a oportunidade de conhecer de perto o carro do Bruno Senna. No mês do aniversário da empresa possibilitamos uma emoção especial para todos nós que acompanhamos o esporte e a trajetória do piloto”, comentou Marcello Miguel, diretor executivo da Embratel.

O apoio da Embratel a Bruno Senna começou em 2006, quando o brasileiro ainda disputava a Fórmula 3 inglesa. Desde então a empresa investe no piloto.

A Embratel é a patrocinadora da escuderia Williams, equipe de Bruno Senna. A companhia ainda é a fornecedora oficial de telecomunicações do GP Brasil de Fórmula 1.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26737/Embratel-mira-carro-de-B-Senna-para-expor-marca/index.php

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Por que medir o retorno do patrocínio de uma equipe de futebol?


Por Fabio Kadow

Uma das maiores discussões no marketing esportivo, que dura muitos anos e provavelmente não acabará tão cedo, é sobre o real retorno que uma marca pode ter ao patrocinar uma equipe ou competição, seja de qual modalidade for. Não que isso seja impossível, existem várias ferramentas capazes de medir, por exemplo, o retorno de mídia, mas esta é apenas uma das ações. 
Por isso que o argumento utilizado nos últimos anos pelos clubes brasileiros de que a exposição na televisão, mídia impressa e outras para conseguir aumentar consideravelmente seus contratos já está caindo por terra. Este fato também foi o responsável pela poluição que predomina os uniformes, como se o consumidor realmente percebesse a presença daquela marca na omoplata.
Esta semana um novo estudo foi divulgado na Europa que pretende, ao menos tentar, responder esta questão. Alunos da Universidade de Samford escolheram o Manchester United, considerada a marca mais valiosa do futebol mundial em diversos rankings, para estudar o retorno do patrocínio da AON, que deu total apoio para os pesquisadores.
A AON está no time inglês desde 2009 quando fechou então o maior contrato de patrocínio do mundo (em 2014 a GM irá substituir a seguradora).
Detalhes da pesquisa ainda não foram reveleados, mas a conclusão, em linhas gerais, é que não basta apenas colocar o logo na camisa de uma equipe e esperar que os resultados apareçam. O primeiro ato é entender  se a sua marca tem pertinência com aquele clube e aquela modalidade. Depois disso, com a definição da estratégia, quais outras ações serão realizadas para complementar a presença no uniforme, que podem ser tão ou mais importantes do que esta mídia espontânea.
Ou seja, cabe as empresas buscarem agências e profissionais especializados para este serviço. Mas cabe aos clubes também entenderem o que eles podem oferecer neste sentido. E então justificar com o valor pedido não só pela conta "x" minutos na televisão valem "x" milhões de reais.

Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/jogodenegocios/blog/2012/09/06/qual-o-real-retorno-ao-patrocinar-uma-equipe-de-futebol/

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Por mercado chinês, Santos conta com Nike


Por Rodolfo Gomes

Convidado para fazer dois amistosos na China, ainda em 2012, o Santos conta com a parceira Nike para divulgar os seus produtos no mercado emergente.  

"Recebemos o convite para fazer dois jogos, mas ainda estamos estudando com a televisão e com a CBF sobre as possibilidades. Além dos R$ 2 milhões que receberemos, a Nike irá comercializar os nossos produtos no território chinês", disse o presidente do Santos, Luiz Álvaro Ribeiro. 

A internacionalização da marca vem constantemente sendo repetida por dirigentes do Santos, desde o momento em que o clube assinou com a empresa de material esportivo. No entanto, a comercialização nacional vem sofrendo desde que o acordo foi assinado, no fim de 2011.

"Estamos enfrentando alguns problemas, inclusive já perdemos as vendas de agasalhos para o inverno. Esperamos resolvê-los juntamente com a Nike até o fim do ano", finalizou.

Em meio às dificuldades, o dirigente santista confirmou que o novo uniforme número dois (listrado) será lançado no dia 15 de setembro, em uma cerimônia na Vila Belmiro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26329/Por-mercado-chines-Santos-conta-com-Nike/index.php

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Time britânico é a “limonada” da Adidas


Por Erich Beting

Desde Pequim, a Adidas perdeu uma batalha que levava há tempos com as outras marcas. O COI proibiu que as três listras fossem colocadas nos uniformes dos atletas. A “marca das três listras” deixava de ter a imagem que mais a caracterizava aos olhos do torcedor, mesmo à distância.

Em Londres, porém, a marca acredita que a mudança foi benéfica. Para o vice-presidente da Adidas, Simon Cartwright, o fim das listras marcou o começo de um relacionamento mais próximo da marca com o torcedor (leia detalhes aqui).

No final das contas, é a velha história de fazer, do limão, a limonada.

Sem as listras, a Adidas explorou o time britânico com uma parceria com a estilista Stella McCartney. O resultado é um sucesso grande nas lojas e nas ruas por Londres. As pessoas vestem a camisa o tempo todo e conseguem refletir uma espécie de “orgulho britânico” com isso. Para a marca, não poderia ter melhor repercussão . Mesmo não tendo um alcance muito maior do que o Reino Unido em termos de compras, com certeza a exposição mundial que o uniforme tem leva as pessoas a desejarem mais a marca.

Mas o que mais me chamou a atenção da conversa com Simon Cartwright foi ele ter dito que o fim das três listras obrigou a Adidas a pensar mais em ativação da marca. Conceito mais do que batido para as empresas que vivem do esporte, como é o caso da fabricante alemã, a ativação era vista como algo menos prioritário para a marca por conta das três listras.

Como já coloquei por aqui outro dia, a saída foi buscar outros meios de encontrar o público, como a ação comercial com o jornal Metro ou as ações nas mídias sociais.

Uma das lições que as empresas precisam aprender de uma vez por todas em Londres para aplicar nos próximos anos no Brasil é que o patrocínio é apenas o começo de uma ação no esporte. Investir em mídia, ações para o público e tecnologia são pontos mais do que vitais para os próximos anos dentro do cenário de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. E saber como usar isso para os anos seguintes, também.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/08/09/time-britanico-e-a-limonada-da-adidas/

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Neymar veste a camisa de dez marcas na TV


Ambev, Baruel, Claro, Grupo Santander, Johnson Controls, Lupo, Nike, Panasonic, Unilever e Volkswagen veicularam, no primeiro semestre, 3.837 inserções comerciais com o craque na TV aberta brasileira

Por EDUARDO DUARTE ZANELATO

Levantamento do Controle da Concorrência aponta que o craque Neymar apareceu, entre janeiro e julho deste ano, 3.837 inserções comerciais na TV aberta. Apenas em julho, mês de férias, foram 1.053 inserções. Chama atenção, também, o número de marcas para as quais ele empresta a imagem. 

São dez, no total: Ambev, Baruel, Claro, Grupo Santander, Johnson Controls, Lupo, Nike, Panasonic, Unilever e Volkswagen - anunciante que, no momento, mantém dois filmes diferentes com o jogador (leia mais aqui). Em dezembro passado (período anterior ao levantamento feito pelo Controle da Concorrência), curiosamente, três comerciais estrelados pelo atleta estrearam no mesmo dia (leia mais aqui). 

Hoje, a imagem de Neymar é gerida por quatro empresas: a 9ine, de Ronaldo, Marcus Buaiz e do Grupo WPP; a IMX Talent, sociedade entre Eike Batista e IMG Worldwide; o Santos, clube ao qual ele está vinculado; e a Neymar Sports, empresa do jogador e de seu pai. Todos esses contratos passam pelo empresário do jogador, Wagner Ribeiro.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2012/08/07/Neymar-veste-a-camisa-de-dez-marcas-na-TV.html

Ampliar o alcance do patrocínio, o maior desafio olímpico


Por Erich Beting

Metrô, jornal, televisão, internet, mídias sociais, ponto de venda, aplicativo para telefone celular… Vale tudo para que as marcas tentem ampliar o alcance do patrocínio que fazem aqui em Londres. Não importa se o aporte seja para atletas ou para a própria Olimpíada, as marcas tentam conquistar de todas as formas os seus consumidores.

Por onde você anda em Londres é óbvio que encontra mensagens, diretas ou não, relacionadas às Olimpíadas. Já falei aqui da British e a campanha que pede para o inglês não sair do país durante os Jogos, e também do marketing de emboscada que diversas empresas fazem. O que me chamou a atenção hoje, porém, foi a iniciativa da Adidas.

Ao pegar o jornal Metro na estação para vir ao Parque Olímpico, deparei-me com a capa personalizada que a fabricante fez para o diário. Uma pintura estilizada de Robert Grabarz, atleta britânico que concorre à medalha de ouro nesta terça-feira no salto em altura. Além disso, o convite para o leitor pegar a capa e ir a uma loja da Adidas para retirar o pôster com a mesma pintura que foi feita para o jornal.

Tem sido assim todo dia durante os Jogos. A capa é uma pintura feita por um artista para homenagear um atleta. E o consumidor pode ir até uma loja para pegar de recordação a mesma pintura. O caso mostra dois caminhos claros de como o amadurecimento do mercado esportivo no Brasil deve causar impacto na indústria nos próximos anos de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

A primeira delas, óbvia, é de que patrocínio precisa de ativação. A quantidade de marcas envolvidas com as Olimpíadas faz com que seja humanamente impossível alguém se lembrar de quem patrocina o que ou de qual marca veste qual atleta. Quer dizer. Isso daí só vai acontecer no caso de a empresa “dormir” com o patrocínio, sem buscar ações alternativas para ampliar o alcance dessa propriedade.

O outro, que infelizmente parece que a mídia brasileira ainda não está pronta para perceber, é que o patrocínio é vital para a existência do próprio veículo. Quando a marca investe no esporte, precisa ampliar a comunicação disso. Quanto custou para a Adidas conseguir o patrocínio do jornal Metro durante talvez os 15 dias mais importantes do ano para quem gosta de esporte aqui em Londres?

A relação entre esporte, marcas e mídia é intrínseca. Cada um com seu papel, mas com certeza com todos colhendo os louros da indústria. A maior diferença para os próximos anos no mercado brasileiro é que teremos de aprender, na marra, a ir além da exposição da marca numa ação de patrocínio.

Mídia, patrocinadores, patrocinados e agência precisam estar conscientes de que o esporte será levado a um novo patamar de relacionamento no Brasil. Só assim o público estará maduro o suficiente para entender melhor as marcas e até mesmo consumir uma ou outra empresa de acordo com a ação que ela faz no esporte. Sem dúvida será um aprendizado na marra.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/08/07/ampliar-o-alcance-do-patrocinio-o-maior-desafio-olimpico/

Situação e oposição divergem sobre marketing do Flamengo


Por Daniel Zalaf

Em ano de eleição, oposição e situação sempre buscam questões para debater. E nos clubes de futebol, entre eles o Clube de Regatas Flamengo, não é diferente. Em dezembro, um novo processo eleitoral acontecerá no clube da Gávea e diversas correntes já se manifestam em torno dessas eleições.

Um destes grupos é o Planeta Fla, movimento liderado pelo advogado, empresário e jornalista Ricardo Gomlevski, candidato ao posto de presidente do Flamengo, e que busca, principalmente, a reforma do departamento de marketing do clube, que consideram “sucateado” pela atual gestão Patrícia Amorim.

“A gestão Patrícia Amorim está cheia de falhas. Houve uma surpreendente piora em relação ao marketing. Nada foi feito. Em três anos de seu mandato, o clube não conseguiu vender sequer um patrocínio máster”, afirmou Gomlevski, em entrevista à Maquina do Esporte.

“Nós estamos projetando a próxima gestão de marketing do Flamengo. Hoje em dia o Flamengo tem apenas o quinto faturamento com marketing no Brasil, sendo que tem a maior torcida não só do país, e sim do mundo. Não há razão para que isso aconteça, a não ser por incompetência e despreparo da atual gestão”, declarou.

Em resposta as declarações da oposição, Henrique Brandão, vice-presidente de marketing do Flamengo afirma que o marketing do clube é profissional e, ao mesmo tempo, realista em relação ao mercado atual. “O marketing do Flamengo é totalmente profissionalizado. Nós somos a gestão que mais ampliou o departamento, chegando ao máximo que o estatuto nos permite. O Flamengo não está acima do mercado. O momento econômico em geral é complexo, não podemos pensar em valores estratosféricos”, afirmou Brandão.

“Nós somos o clube que mais ganhou com patrocínios na camisa este ano no Brasil. Mesmo sem um patrocínio máster, conseguimos arrecadar 20 milhões líquidos. Muita se ouve de clubes como Corinthians e São Paulo, que ganhariam valores absurdos, alguns falam até em 70 milhões. Mas cadê esse dinheiro? Hoje em dia nenhum deles tem patrocínio máster vendido. Nós não alardeamos, somos concretos”, completou.

O Planeta Fla alega ainda que as atitudes da atual gestão prejudicam também a valorização do Flamengo como marca. “A presidente mente para a imprensa, tem mau relacionamento com os jogadores, permite a saída conturbada de atletas, como no caso do Ronaldinho, põe cláusulas de rescisão absurdas nos contratos dos técnicos e depois manda embora[...] Ela está tendo uma má performance como dirigente porque é despreparada e desqualificada para o cargo.”, disse o candidato.

“É uma boa moça, representou muito bem o clube como atleta, mas não tem capacidade de dirigir um clube como o Flamengo.”, completou Gomlevski.

Já Brandão acredita que a marca do clube se mantém forte apesar do período turbulento do futebol. “A saída desses técnicos não mexeu com a marca. Não sei se o método é certo ou errado, mas é algo normal no futebol brasileiro. Não estamos na Inglaterra, onde os técnicos duram décadas, como o Ferguson e o Wenger. Aqui, o técnico é algo que não tem relação direta com a marca, é algo que não influi. O que influi na valorização da marca dos clubes é a conquista de títulos e o bom desempenho em campo. Em 2009 trocamos de técnico mais de uma vez, mesmo assim fomos campeões e vendemos mais de um milhão de camisas com a Olympikus”, afirma.

Ainda sobre a influência sobre a marca, Brandão afirma que alguns casos tiveram sim certos efeitos negativos para a instituição. “O caso do Ronaldinho afetou um pouco nossa marca porque ele é a figura do ídolo. O ídolo é algo que sempre ajuda a valorização da marca, é um símbolo do clube. O caso Bruno também foi ruim para nós, mas o clube se recupera rapidamente. Acho que o que sai mais afetado é a visão da garotada, dos jovens torcedores, que tem seus ídolos como referência, mas que não entendem bem o que está acontecendo”, disse o dirigente.

O grupo opositor à gestão atual defende também a autonomia do departamento de futebol do clube: “Nós queremos a autonomia do departamento de futebol. Com dirigentes profissionais, orçamento próprio, um gerente e uma equipe capacitados para administrar uma equipe como deve ser feito.” O Futebol passaria a ter gestão própria, independente dos demais setores do Clube, regulada e controlada por um instrumento de delegação planejada, aprovado pelo Conselho do Flamengo”.

 O Planeta Fla é um projeto sustentado por doações de sócios e torcedores do clube e não conta com ajuda de empresas. O projeto foi lançado em marco deste ano e visa às eleições presidenciais do Flamengo em dezembro, onde a atual comandante, Patrícia Amorim, poderá ser reeleita.

Além de Gomlevski e Amorim, Marcus Braz, ex-diretor da gestão Patrícia Amorim é outro possível candidato à presidência do clube. O empresário e ex-nadador do clube, Lysias Itapicurú, e o publicitário Affonso Romero são outros candidatos da lista.

Já a coluna “Gois de Papel”, do jornalista Anselmo Gois, do jornal O Globo, e o blog “O Cronista Esportivo” afirmam que outro grupo da oposição, o movimento “Ocupe o Flamengo”, comandado pelos ex-presidentes do clube Márcio Braga e Kléber Leite, haveria contatado os executivos Carlos Geraldo Langoni, ex-presidente do Banco Central do Brasil, Rodolfo Landim, ex-executivo da OGX, Luís Eduardo Baptista, presidente da Sky, e Flávio Godinho, executivo da MPX para preparar um projeto com diretrizes básicas para a modernização do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26275/Situacao-e-oposicao-divergem-sobre-mkt-do-Flamengo/index.php

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Santos prepara plano de carreira 'à la Neymar' para jovem Victor Andrade


Clube está próximo de fechar acordo que oferecerá benefícios como curso de idiomas e treinamento de mídia para o atacante

Por Bruno Cassucci

O jovem atacante Victor Andrade é um dos "xodós" da diretoria santista. Com apenas 16 anos, o garoto, uma das grandes apostas do clube para o futuro, recebe atenção especial. Prova disso é que o Peixe está próximo de acertar um plano de carreira para o jogador, nos moldes do feito para Neymar, em 2010.

Pelo projeto, elaborado pelos departamentos de Marketing e Comunicação do clube, Victor terá direito a uma série de benefícios, como cursos de idiomas, treinamento de mídia - afim de se preparar melhor para entrevistas e ações publicitárias - e até sessões de fonoaudiologia, para aperfeiçoar a dicção. Além disso, a imagem do atacante será trabalhada e o Santos irá buscar patrocínios pessoais para ele (tendo direito a uma porcentagem dos lucros).

Já foram realizadas duas reuniões entre dirigentes alvinegros e o estafe do atleta e o acordo está próximo de ser selado. Entusiasmado, o presidente santista, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, rasga elogios ao prodígio atacante.
- Já temos essa intenção há um tempo e estamos negociando com o pai dele (Nelson Andrade). O Victor tem um potencial muito grande. Já fico imaginando ele infernizando as defesas adversárias com o Neymar, quando ele voltar da Seleção. Ele tem cabeça muito boa, além de muita vontade, disposição física e habilidade - disse o mandatário, que completou:
- Queremos vê-lo ser um ídolo e ele também ambiciona isso. Sonho com a permanência do Neymar depois de 2014, mas esperamos ter substitutos para ele e, para isso, temos de trabalhar desde já - comentou.

O plano de carreira não agregará nenhum aumento salarial a Victor Andrade. Isso porque o garoto assinou seu primeiro vínculo com o Peixe ano passado, quando completou 16 anos, e só poderá registrar novo contrato com o Santos quando fizer 18 anos ou caso seja emancipado, o que não está nos planos neste momento.

Na Vila Belmiro desde os 11 anos, quando chegou pelas mãos de Robinho, Victor tem contrato com o Peixe até 2014 e sua multa rescisória para clubes do exterior é de 50 milhões de euros (cerca de R$124 milhões). Ele foi promovido ao elenco profissional do Santos há dois meses, já realizou sete jogos, mas ainda não marcou gols.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/santos/Santos-carreira-Victor-Andrade-Neymar_0_748725264.html#ixzz22XIK1I3J