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domingo, 20 de janeiro de 2013

Fluminense e Adidas apresentam nova camisa titular


Nesta sexta-feira, a fornecedora alemã Adidas apresentou a nova camisa titular do Fluminense para a temporada 2013.

A camisa traz de volta um estilo mais clássico para o manto tricolor, retomando a disposição tradicional das listras. As mangas são predominantemente grenás, com detalhes em verde debaixo do braço e as listras da Adidas em branco. O uniforme tem ainda gola e punhos “carecas” em branco.

A frase “Guerreiros desde 1902” também aparece como novidade, bordada em dourado na parte de trás da gola.

Outro grande diferencial é no patrocínio da Unimed, que deixa o box branco dos últimos anos e passa a ser estampado no peito em letras brancas com contorno verde.

No ano passado, a empresa lançou um modelo diferente, que alterava a configuração e a grossura das listras, tornando predominante o grená. A camisa, que deveria ser o modelo titular para o Campeonato Brasileiro, não foi bem recebida pelos torcedores, principalmente após alguns maus resultados quando utilizada em campo, e passou a ser considera como a quarta camisa da coleção.

Devido a isso, o modelo titular de 2011 continuou sendo utilizado pela equipe, junto às camisas alternativas, como a comemorativa dos 110 anos do clube, a terceira camisa toda em grená e dourado, e o uniforme reserva branco, que tornou-se uma espécie de superstição nos jogos finais do Brasileirão.

"A nova camisa remonta à tradição do clube, de glórias e conquistas. É um modelo clássico e essa nova camisa foi feita pensando na satisfação do torcedor tricolor", afirmou Idel Halfen, vice-presidente de marketing, publicidade e relações externas do clube.

As novas camisas do Fluminense já estão à venda nas lojas da Adidas ao preço de R$ 199,90 (sem número) e R$ 209,90 (com número). Já os modelos femininos e infantis estão disponíveis por R$ 149,90.

A estréia do novo uniforme será na primeira rodada do Campeonato Carioca, neste domingo, 20, contra o Nova Iguaçu. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28191/Fluminense-e-Adidas-apresentam-nova-camisa-titular/index.php

domingo, 6 de janeiro de 2013

Os valores totais e as receitas anuais garantidas dos novos contratos de patrocínio de fornecedores


Por Emerson Gonçalves

O que temos visto nos últimos meses e mais acentuadamente nas últimas semanas e dias, são declarações a respeito dos valores dos patrocínios de fornecedores dos três clubes que tiveram seus contratos recentemente assinados. São também, e não por coincidência, os clubes das três maiores torcidas brasileiras: o Flamengo, que trocou a nacional Olympikus (Vulcabrás) pela multinacional Adidas; o Corinthians, que renovou com a multinacional Nike; e o São Paulo, que trocou a Reebok – marca multinacional, mas com gestão local da Vulcabrás – pela Penalty, da nacional Cambuci.

Os valores anunciados para o acordo Flamengo/Adidas giraram entre 35 milhões, inicialmente, e depois 38 milhões de reais por ano, durante dez anos.

Para o Corinthians e o novo acordo com a Nike, circulou a informação de que o acordo gira em torno de 30 milhões por ano, pelo período de 10 anos, dois dos quais ainda faziam parte do contrato que foi substituído.

Por último, o São Paulo anunciou oficialmente o acordo com a Penalty, e o valor comentado a partir de informações obtidas no clube, e posteriormente confirmado em nota no site oficial, é de pouco mais de 35 milhões de reais por ano, até 2015.

Naturalmente, nos dois primeiros casos há cláusulas prevendo reajustes dos valores. No caso do acordo São Paulo/Penalty, talvez em função de sua curta duração (apenas três anos) não há cláusula de correção (ou não foi informada).

Sobre o acordo do Flamengo com a Adidas, o portal GloboEsporte publicou algumas matérias, a primeira delas – veja ou reveja aqui – com as informações básicas sobre o contrato, a partir de informações obtidas diretamente do próprio documento. No caso do acordo do Corinthians com a Nike, as informações que virão a seguir nesse post foram obtidas por esse blogueiro junto a uma fonte do clube. No caso do São Paulo, pelo menos até o presente momento não disponho de informações mais completas a respeito do contrato, apesar de várias tentativas para obtê-las junto ao clube, portanto trabalhei com a informação oficial do São Paulo sobre o valor – “o contrato é válido até 2015 e garante ao Tricolor mais de R$ 35 milhões por ano.”



Detalhamento de valores

A tabela abaixo detalha os principais pontos financeiros dos dois contratos sobre os quais disponho de informações, como já foi dito acima. Flamengo e Corinthians receberam luvas – 38 milhões no caso do Flamengo e 30 milhões no caso do Corinthians. Esses valores já foram ou estão sendo pagos, entrando nos caixas dos clubes no exercício 2012 ou 2013. Para efeito de valor dos contratos anualizados, elas foram divididas por 10 anos no caso rubronegro e por 8 anos no caso corintiano, por se tratar de uma extensão do contrato então em vigor, que tinha, ainda, mais dois anos de vigência e que já haviam sido contemplados por luvas.



Como mostra a tabela, o maior contrato é o da Adidas com o Flamengo. Para isso, consideramos a somatória de valores garantidos, com e sem inclusão das luvas, que resultam em 4,35 e 4,3 milhões de reais a mais, respectivamente, em relação ao contrato Nike/Corinthians. No caso da entrada de dinheiro líquido em caixa, a posição muda e o maior valor é o que a Nike paga ao Corinthians – 1,5 milhão de reais a mais.

Ainda falando em luvas, para assinar com a Adidas o Flamengo precisou pagar à Olympikus um total de 10,4 milhões de reais, parte em dinheiro – R$ 2.474.745,48 – e parte abrindo mão dos pagamentos devidos ao período setembro/12 a abril/13. Com isso, o patrocínio Adidas terá início efetivo em 1º de maio, mas o novo vice-presidente de marketing, Luis Eduardo Baptista, conseguiu negociar o pagamento das luvas antes da entrada em vigor do novo contrato (a segunda parcela, no valor de 25 milhões de reais, será paga até 15 de fevereiro). Ao analisar o negócio como um todo, esse custo deveria ser debitado na conta “novo patrocínio”, o que reduziria seus valores reais, mantendo os valores nominais. Nesse post, até para evitar interpretações incorretas, optei por manter os valores nominais.

Em termos de entradas no caixa, que é o fator mais importante para os clubes, considerei os pagamentos das cotas de patrocínio propriamente dito e os royalties garantidos, independentemente de quantas peças forem vendidas. São esses os valores com os quais os clubes podem contar e fazer previsões, além de adiantamentos.

Outros pagamentos são incertos, pois dependerão de objetivos que venham a ser alcançados pelos clubes. Se um time conquistar o Brasileiro, haverá um bônus. Estadual, outro. Libertadores, Mundial, copas do Brasil e Sul Americana também, em todos os casos. Se o número de peças vendidas de um clube exceder uma meta pré-fixada, o percentual por unidade destinado ao mesmo aumenta. As metas, entretanto, não são fáceis de serem ultrapassadas, ainda mais de forma significativa, de forma a gerar mais recursos de bom valor. É mais provável que isso ocorra justamente nos momentos em que o time estiver voando em campo, ganhando competições e empolgando os torcedores, quando um aumento nessas receitas passa até meio despercebido. Ganhando, tudo é festa.

Aqui há uma verdade inegável, demonstrada pelos números no decorrer de muitos anos: quando o time do coração vai bem, a torcida comparece, seja nos estádios, seja nas lojas. No caso do PPV temos visto uma manutenção, com oscilações pequenas, independentemente da campanha do time. Porque a compra é feita antes e no início da temporada, e o torcedor se alimenta de um misto-quente, onde o recheio é uma fatia de realidade e outra de esperança, tudo temperado pelo molho quente do sonho.

As verbas de marketing da Adidas para o Flamengo e da Nike para o Corinthians poderão gerar novos recursos, bem como despesas . No caso rubronegro, por exemplo, parte dela deverá bancar as despesas do time para um jogo amistoso por ano, definido pela fornecedora e especificado no contrato, que ficará com a receita de bilheteria e outras de ações localizadas. Por outro lado, o clube ficará com os direitos de transmissão da partida, que dependendo do adversário poderão gerar um dinheiro razoável. Outra parte dessa verba será usada para a produção de peças de comunicação que serão colocadas nos campos de jogos e locais de treinamento, mas sempre sobra alguma coisa.

Infelizmente, apesar de várias tentativas como disse, não consegui o mesmo nível de informações do São Paulo em relação ao acordo com a Cambuci S.A., detentora da marca Penalty. As únicas informações que circularam no mercado (até o momento em que concluía esse texto) apontam um valor de materiais a serem fornecidos ao clube no total de 13 milhões de reais, um número bastante alto para essa modalidade, e 1,5 milhão de reais para o time de futsal do clube, também incluído no valor total divulgado pelo clube.



As lojas dos clubes e para os clubes

Esse é um ponto importante: lojas. A distribuição das peças de vestuário para torcedores e público em geral é ainda muito deficiente, bastante problemática, nem tanto com relação às camisas oficiais, que são os itens com maior demanda, mas principalmente com as linhas de vestuário e outros produtos. Nesse sentido, as lojas próprias ou exclusivas têm hoje grande importância estratégica para os clubes. Ou deveriam ter.

A Reebok montou uma rede de lojas SAO, mas com o fim do patrocínio essas lojas fecham ou deixam de ser exclusivas da marca São Paulo. É uma perda razoável, pois uma parcela dos consumidores perde sua referência. Comenta-se que a Penalty montará lojas com o mesmo conceito, mas é uma tarefa que demanda tempo e custos a cada ano maiores.

O Flamengo tinha um projeto que, à época, considerei simples e genial: os Quiosques. Seriam unidades de custo relativamente baixo e com grande potencial para atingir a grande massa torcedora, fora ou dentro de shoppings em todo o país. Foi abandonado na gestão Amorim, pelas informações que tenho. A Vulcabrás tinha um projeto para criar lojas Olympikus/Flamengo, mas a falta de firmeza do clube no combate a empresas e lojas com produtos não oficiais acabou desestimulando a empresa a investir.

De seu lado, e chovam pedras sobre esse escriba, a rede de lojas “Poderoso Timão” não é da Nike. É do Corinthians, na forma de associação com empresas terceirizadas e virou um tipo de franquia. O clube poderia trocar a Nike pela Adidas e não teria problemas com sua distribuição, mantendo uma rede já conhecida do consumidor e pronta para dar saída a novos produtos, agregando receitas.

A importância das lojas próprias está também em dar ao clube maior poder de barganha e permitir-lhe antecipar-se ao mercado e buscar, ele mesmo, fornecedores para produtos únicos, específicos.

“Você mesmo cria e produz” (terceirizando, claro), como disse-me em conversa na tarde de ontem um profissional da área, que já atuou por alguns anos à frente do marketing de um dos grandes clubes brasileiros. “Ao fazer isso, o clube não fica parado, esperando que fornecedores ofereçam produtos com seus próprios preços. Pelo contrário, o próprio clube toma a dianteira, seleciona o fornecedor de acordo com o que julga mais necessário, importante e conveniente. Com tudo isso, a loja se torna um ativo valioso do clube.”

Ordens de grandeza próximas

Os três novos contratos estão em ordens de grandeza muito próximas, cada qual com seus detalhes. Como já foi apontado em diversas pesquisas e posts nesse OCE, o maior número de torcedores do Flamengo é contrabalançado por uma maior concentração da torcida corintiana em áreas com maior poder potencial de consumo. A presença do São Paulo junto aos dois clubes com torcidas maiores é explicada por dois motivos básicos (olhando de fora e interpretando o quadro): concentração da torcida em regiões com maior IPC (Índice Potencial de Consumo) e um forte investimento da Cambuci S.A. em sua marca líder, a Penalty, e dessa no São Paulo, como seu carro-chefe, já como parte do reposicionamento da marca no mercado brasileiro e visando também três objetivos: mercado internacional, Copa 2014 e Jogos Olímpicos do Rio.

Ao fim e ao cabo, como disse um dos profissionais com quem conversei, teremos uma noção real dos valores envolvidos nos novos patrocínios e das metas alcançadas ou não em maio de 2014, depois que os balanços referentes ao ano em curso forem publicados.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2013/01/04/os-valores-totais-e-as-receitas-anuais-garantidas-dos-novos-contratos-de-patrocinio-de-fornecedores/

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Antes do lançamento, camisa do Flu já está à venda em algumas lojas


Diretoria tricolor aguarda explicações da Adidas para emitir uma posição. Imagens do novo uniforme já haviam vazado na semana passada

Por Rafael Cavalieri

Após as primeiras imagens vazarem na última semana, algumas lojas de material esportivo já estão vendendo a nova camisa tricolor do Fluminense, que ainda nem foi lançada oficialmente pelo clube. Nas redes sociais circulam imagens do uniforme na vitrine. O preço é R$ 199,95. A foto que circula foi feita em Vila Velha, no Espírito Santo. No entanto, uma loja de artigos esportivos no Boulevard Shopping, de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, também colocou o produto em sua vitrine.


A diretoria do Flu aguarda uma resposta da Adidas para se posicionar sobre o caso. O departamento de marketing vem tentando contato de maneira constante, mas ainda não conseguiu uma resposta oficial para emitir o seu parecer.
O vazamento das imagens coincide com um momento de crise entre o clube e a fornecedora de material esportivo. O recente acerto da Adidas com o rival Flamengo repercutiu mal nas Laranjeiras. Parceiro da empresa alemã desde 1996 (acordo mais antigo entre os principais clubes do país), o Tricolor acompanhou atentamente as notícias sobre o caso e vem pressionando a fornecedora por melhorias no contrato que tem validade até o fim de 2014. Atualmente, o Tricolor recebe R$ 9,1 milhões por ano - o Flamengo receberá R$ 35 milhões. As exigências - como melhorias não apenas sobre os valores, mas também em royalties e distribuição - já foram feitas, mas o clube ainda aguarda uma resposta. Enquanto isso, já se movimenta nos bastidores em busca de alternativas para o caso de uma possível rescisão.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2013/01/antes-do-lancamento-camisa-do-flu-ja-esta-venda-em-algumas-lojas.html

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Fluminense vai lavar roupa suja com a Adidas em 2013


Diretoria, indignada com vazamento e proposta ao Fla, quer compensação financeira


Ano novo, roupa nova. O ditado não poderá ser mais aplicado em relação ao primeiro uniforme do Fluminense. Depois de uma foto da camisa tricolor aparecer na internet antes do lançamento, a diretoria tricolor, já insatisfeita com a proposta milionária feita ao Flamengo, vai marcar uma reunião com a Adidas, sua fornecedora desde 1996.
O vazamento do uniforme foi o segundo deste ano. Em maio, as camisas branca e tricolor (que não agradou e foi rebaixada para quarta camisa) puderam ser encontradas em uma loja antes de o lançamento oficial ser feito pelo clube. Além de um suposto descuido em preservar o suspense, considerado primordial para o sucesso de qualquer lançamento, o novo vazamento foi tratado pela diretoria como a gota d’água de um relacionamento em ruínas.
Na reunião, os dirigentes vão cobrar explicações e reivindicar melhoria financeira em relação ao último contrato, assinado em novembro de 2011 e válido por quatro anos. O Fluminense recebe R$ 9 milhões por ano, enquanto o Flamengo receberá cerca de R$ 350 milhões em dez anos, ou cerca de R$ 35 milhões anuais.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/fluminense-vai-lavar-roupa-suja-com-adidas-em-2013-7165942#ixzz2GlpG9LZ3 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Contrato com fornecedora dá ao Fla acesso a CT europeu e tecnologia


Documento prevê regalias para clubes no topo do portfólio da Adidas, mas exige que até presidente rubro-negro não use marcas concorrentes

Por Janir Júnior e Vicente Seda

Além das cláusulas milionárias, obrigações e direitos incluídos no contrato de 87 páginas entre Flamengo e Adidas, a fornecedora alemã colocou o clube da Gávea no status de "Símbolo A Mundial", o que quer dizer que o Rubro-Negro - ao lado de Chelsea, Real Madrid, Milan e Bayern de Munique - integra o portfólio mais prestigiado entre os clubes patrocinados pela empresa. Na prática, isso representa um plano estratégico de negócios, verba anual de R$ 1,5 milhão para ações de marketing e acesso prioritário aos principais produtos da marca, incluindo testes de artigos que ainda não foram lançados no mercado.

A Adidas também colocará à disposição do Flamengo o centro de treinamento em sua sede na Alemanha, denominado "World of Sports (Mundo dos Esportes)", como centro logístico para "potenciais amistosos na Europa", conforme descrito no contrato de parceria. O espaço tem aproximadamente 39 hectares (ou 390 mil m²) usados para prática de diversos esportes e conta com cerca de 2.900 funcionários de mais de 50 nações. Há no contrato a obrigação de uma partida de exibição por ano - a Adidas ficará com todas as receitas, à exceção dos direitos de transmissão, e as despesas do clube sairão da verba de marketing.

Entre os produtos disponíveis para o clube, está um sistema de monitoramento de atividade física, o "miCoach Professional Team Training System". O sistema fornece indicadores físicos e monitoramento não invasivo. Entre os valores medidos pelo equipamento, estão velocidade, frequência cardíaca, distância percorrida com grande, média e baixa intensidades, entre outros. Entre os aparatos, estão sensores que são acoplados às chuteiras dos jogadores.

Nesse caso, a nova fornecedora abre exceção para que os atletas com contrato firmado com suas concorrentes possam usar chuteiras de outra marca, mas essa permissão se limita às chuteiras. Os demais calçados fora do gramado terão de ser Adidas.

A regra também vale para dirigentes. Nem o presidente eleito do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, estará livre do compromisso de não aparecer em trajes da concorrência. O item seis da cláusula oito do contrato diz que "membros do clube, incluindo o presidente, os diretores do clube, os gerentes jurídicos, de marketing, de futebol e a comissão técnica não usarão ou vestirão quaisquer produtos de um concorrente quando estiverem no exercício das suas funções oficiais". A multa para esse tipo de infração é de R$ 25 mil, mas não leva à rescisão contratual.

A Adidas se compromete ainda a indicar um gerente global de marketing dedicado a gerenciar a comercialização, as comunicações e a ativação do clube e dos negócios da Adidas a ele relacionados. A empresa destaca no contrato que o clube "deverá ser capaz de se beneficiar da grande rede de relações que a Adidas mantém com as entidades regulatórias do futebol, ligas, clubes, agências e marcas globais no que diz respeito ao enriquecimento e desenvolvimento" da instituição como clube de futebol ou como marca.

Pelo status do patrocínio, a Adidas se obriga ainda a produzir pelo menos 50 produtos licenciados diferentes em cinco categorias: vestimenta para jogo, para treino, tradicionais e de passeio, acessórios e hardware. Os produtos serão expostos em 1.500 lojas pelo mundo, 600 delas obrigatoriamente nos maiores mercados de futebol, descritos no contrato. A empresa ainda se compromete a criar mercado eletrônico dentro do seu site em todos os mercados habilitados para transações dessa natureza, que incluem outros países como Nova Zelândia e Coreia do Sul.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/contrato-com-fornecedora-da-ao-fla-acesso-ct-europeu-e-tecnologia.html

sábado, 22 de dezembro de 2012

Parceria entre Fla e fornecedora prevê rescisão ou multa por vexames


Ausência na Sul-Americana ou descenso para Série B acarretam multa, enquanto queda para Série C causa rescisão. Conheça as cláusulas

Por Vicente Seda

O contrato de parceria assinado entre Adidas e Flamengo na última quinta-feira traz um aporte de receitas à Gávea de fazer inveja aos rivais. Porém, a contrapartida também é digna de um clube agora incluído entre as marcas classe A da empresa alemã, no mesmo status de Real Madrid, Chelsea, Bayern de Munique e Milan. Quedas para a Série B e não classificações para a Copa Sul-Americana, por exemplo, acarretam multas que podem chegar a 50% dos pagamentos a serem feitos pela empresa. Já um rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro implica a rescisão do contrato, ao qual o GLOBOESPORTE.COM teve acesso.

Em relação ao desempenho esportivo, estão estabelecidas premiações por títulos em uma escala de metas. Com desempenho excelente, que significa dois títulos do Brasileiro da Série A e um título da Libertadores, o clube tem reajuste nos valores e gorda premiação pelas conquistas. Contudo, um desempenho pífio também será "premiado".

Se o clube for expulso ou suspenso da CBF ou Conmebol, a Adidas pode reduzir em 50% o pagamento. Caso o Flamengo não se classifique para a Copa Sul-Americana em qualquer ano do contrato, multa de 10%, e, se isso se repetir por dois anos seguidos, o percentual sobe para 25% no segundo ano. A mesma lógica vale para rebaixamento para a Série B do Brasileiro: no primeiro ano, a multa é de 15% e, se a situação se repetir na temporada seguinte, a mordida passa a 50% do valor a ser pago pela Adidas no determinado ano. Confira no fim desta reportagem a íntegra das cláusulas que tratam do tema.

Em caso de violação pelo clube do contrato que acarrete rescisão com a fornecedora, o Rubro-Negro deverá pagar todas as receitas previstas, incluindo danos e custos como honorários advocatícios. Essas receitas englobam pagamento anual, mínimo garantido, royalties e produtos a serem fornecidos em todo o período de contrato. O pagamento deve acontecer 30 dias após a Adidas informar o montante devido acompanhado de seu discriminativo. Se o contrato for rescindido em função de o clube disputar a Série C do Brasileiro, o clube ficará livre de pagamento. A responsabilidade máxima das partes no caso de rescisão é limitada a R$ 100 milhões.

Há diversos outros itens que podem acarretar a rescisão imediata da parceria. Uma das cláusulas diz que o Flamengo "não deverá tomar ou se omitir a tomar qualquer atitude ou se envolver em uma situação que causará ao clube e/ou qualquer um dos seus membros descrédito público, desprezo, escândalo, ou ridículo, ofenderá a opinião pública, ou causará danos ou refletirá desfavoravelmente sobre a reputação da Adidas". Durante a gestão Patrícia Amorim, o clube viveu problemas dessa natureza em relação a Adriano e Ronaldinho Gaúcho, que entrou com ação por danos morais contra o clube.

A Adidas também tem o direito de rescindir, apesar de poder optar por redução de pagamento, "se o clube não participar, por expulsão ou suspensão (ficando excluída a não participação por não qualificação), em reconhecida competição CBF, Fifa ou Conmebol, nacional e internacional, a qualquer momento durante o contrato". A empresa alemã se resguarda também quanto à utilização de produtos de outras marcas. Se qualquer membro do clube for flagrado usando produtos de concorrente, a multa é de R$ 25 mil.

Caso a empresa atrase a entrega de qualquer pedido de produtos Adidas e do clube com a marca da fornecedora, o clube deverá notificar por correio eletrônico com aviso de recebimento ou por carta com AR, para que a entrega do pedido ocorra em até 60 dias. Caso o prazo não seja cumprido, o clube poderá rescindir o contrato através de notificação escrita com efeito imediato. Uma diferença de 10% entre o pedido e a entrega efetiva não provocará rescisão, sendo certo que o clube poderá cobrar os 10% que faltaram, como reza o contrato.

O Flamengo só poderá buscar novos fornecedores de material e negociar outro contrato 12 meses antes do fim da parceria. Havendo oferta de terceiros, o clube é obrigado a comunicar a Adidas, que tem 30 dias para igualar ou não aceitar os termos-chave da oferta de terceiros. Cobrindo ou igualando a oferta, a Adidas terá o direito de exigir que o Flamengo inicie imediatamente procedimentos que possibilitarão a assinatura de um novo contrato com a empresa alemã. Na hipótese de rescisão antecipada de contrato, o clube será obrigado a pagar uma proporção pró-rata de taxa de início de parceria, em razão de uma parceria de dez anos.

O valor mínimo da parceria do primeiro ao quinto ano de contrato é de R$ 30,3 milhões (resultado da soma do mínimo de royalties, R$ 8 milhões, teto de material fornecido, R$ 9,8 milhões, e pagamento fixo anual em dinheiro de R$ 12,5 milhões). Somadas a taxa de início de parceria (R$ 38 milhões), e a verba de ações de marketing da Adidas (R$ 1,5 milhão), chega-se a R$ 35,6 milhões por ano, número que passa a R$ 40,6 milhões (fixo anual em dinheiro aumenta para R$ 17,5 milhões) do sexto ao décimo ano de contrato (não incluída a correção monetária) e pode crescer ainda mais dependendo do sucesso de vendas de produtos, uma das alterações obtidas pela nova diretoria do clube.

Além da taxa de início de parceria, de R$ 38 milhões, a Adidas deve antecipar mais R$ 20 milhões ao Flamengo, acordo que foi feito às vésperas da aprovação no Conselho Deliberativo por conta de uma investida da rival americana Nike, ex-fornecedora do clube que deu lugar à Olympikus. Essa antecipação, contudo, não consta no contrato que foi enviado para análise dos conselheiros.

Os alemães ainda ressaltam em contrato que, após uma eventual rescisão, o clube tem de ser respeitoso com a empresa na nota oficial para noticiar e justificar o fim da parceria. O contrato entre Flamengo e Adidas se encerrará em 30 de abril de 2023.
Cláusulas do contrato:
13.1 - Caso o clube não participe da(s) competição(ões) nacional(is) de mais alto nível (atualmente Campeonato Brasileiro da Série A e/ou Copa Sul-Americana), por motivo de expulsão ou suspensão, e se o clube for suspenso ou expulso da CBF ou Conmebol durante o período do contrato, a Adidas poderá, a seu critério, reduzir o pagamento anual e o mínimo garantido em 50% para cada ano de contrato que perdurar esta situação. O clube deverá a voltar a receber o montante no nível anterior quando voltar a participar da competição respectiva de mais alto nível.
13.2 - Se o clube não jogar a Copa Sul-Americana em qualquer ano de contrato, por motivo de não qualificação devido ao desempenho, durante o período do contrato, a Adidas poderá, a seu exclusivo critério, reduzir o pagamento anual e o mínimo garantido ao clube em 10%, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada. Caso o clube não consiga qualificação por igual motivo para a Copa Sul-Americana a partir do segundo ano consecutivo, a redução, a exclusivo critério da Adidas, será de 25% do pagamento anual e do mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada.
13.3 - Se o clube não jogar o Campeonato Brasileiro da Série A em qualquer ano de contrato, por motivo de não qualificação devido ao desempenho, durante o período de contrato, a Adidas poderá, a seu exclusivo critério, reduzir em 15% o pagamento anual e o mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada. Caso o clube não consiga qualificação por igual motivo para a partir do segundo ano consecutivo para o Campeonato Brasileiro da Série A, a redução será de 50% do pagamento anual e do mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada.
13.5 - Caso ocorram simultaneamente as hipóteses previstas nas cláusulas 13.1 e/ou 13.2 e/ou 13.3 em um mesmo ano de contrato, as partes acordam que a redução máxima do pagamento anual e do mínimo garantido será limitada ao percentual de 50%.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/parceria-entre-fla-e-fornecedora-preve-rescisao-ou-multa-por-vexames.html

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Flamengo aprova parceria com a Adidas. Veja detalhes do contrato


Conselho Deliberativo autoriza assinatura até 2023. Reajuste é atrelado a desempenho e clube receberá de R$ 12,5 milhões a R$ 17,5 milhões por ano

Por Vicente Seda

O Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou por unanimidade na noite desta quarta-feira a assinatura do contrato de fornecimento de material esportivo pelos próximos dez anos com a Adidas. As alterações feitas em negociação com a nova diretoria do clube se resumem a aumento significativo nas premiações e tabela de aumento do percentual de royalties a partir do cumprimento de metas de vendas. O reajuste previsto no contrato de 87 páginas - ao qual o GLOBOESPORTE.COM teve acesso - está atrelado ao desempenho do time, e o valor anual que vem sendo divulgado, em torno de R$ 35 milhões, é calculado com base em estimativas de vendas de produtos. Os valores fixos reais estão bem abaixo desse montante.
Haverá o pagamento de "taxa de início de parceria", no valor de R$ 38 milhões (R$ 13 milhões até 30 dias após a assinatura do contrato e R$ 25 milhões até 15 de fevereiro). Do primeiro ao quinto ano de contrato, o Flamengo receberá um pagamento fixo de R$ 12,5 milhões. Do sexto ao décimo ano, o montante passa para R$ 17,5 milhões. O valor pode crescer ainda mais de acordo com o desempenho da equipe de futebol profissional. No contrato entre Flamengo e Adidas existe uma tabela para classificar os resultados obtidos pela equipe. No caso de um desempenho excelente, haverá reajuste de 10% no valor, além da correção acumulada pelo índice oficial IPC-FIPE, ou seja, o clube passará a receber, a partir do sexto ano, R$ 19,25 milhões (mais a correção).
Para ter seu desempenho classificado como excelente, o Flamengo terá de conquistar pelo menos dois títulos do Campeonato Brasileiro da Série A e um título da Copa Libertadores nos primeiros cinco anos de contrato. No caso de ter desempenho classificado como excelente em uma das competições e fraco na outra, o desempenho geral será classificado como mediano, e o reajuste passa a ser de 5%. No caso de desempenho geral fraco, que significa uma classificação para a Libertadores e nenhum título nas duas competições, não há reajuste.
As alterações conseguidas na negociação conduzida nas últimas semanas pelo presidente da Sky e vice de marketing da gestão que assumirá em 2 de janeiro, Luís Eduardo Baptista, o Bap, representam essencialmente um aumento nas premiações por títulos e o estabelecimento de metas de vendas que, se superadas, garantem aos rubro-negros percentuais maiores.
Realizadas as modificações, a cada ano de contrato, se o valor das vendas líquidas (descontados os custos de produção) de produtos do clube com a marca Adidas não ultrapassar R$ 127,5 milhões, o Flamengo receberá 10% de royalties, sendo o mínimo obrigatório de R$ 8 milhões. Se o valor das vendas líquidas for entre R$ 127,5 milhões e R$ 153 milhões, o clube passará a receber 12%. Ultrapassando os R$ 153 milhões, a fatia rubro-negra sobe para 14%. Os pagamentos desses montantes serão feitos nos dias 1 de abril e de outubro de cada ano, sendo 50% do valor em cada data. Para produtos do clube sem a marca Adidas, o percentual da proposta original foi mantido e não obedece à tabela de metas: 4%.
Na proposta original da Adidas, o clube receberia as seguintes premiações por títulos: Carioca, R$ 200 mil; Copa do Brasil, R$ 200 mil; Copa Sul-Americana, R$ 200 mil; Brasileiro Série A, R$ 750 mil; Copa Libertadores, R$ 750 mil; Mundial da Fifa, R$ 800 mil. Após as negociações com a nova diretoria rubro-negra, os números engordaram.
Do primeiro ao quinto ano de contrato, o Carioca passou a valer R$ 250 mil; Copa do Brasil, R$ 300 mil; Copa Sul-Americana, R$ 400 mil; Brasileiro Série A, R$ 1 milhão; Copa Libertadores, R$ 1,5 milhão; e Mundial da Fifa, R$ 800 mil. Do sexto ao décimo ano de contrato, os valores são ainda mais vultosos: Carioca, R$ 300 mil; Copa do Brasil, R$ 380 mil; Copa Sul-Americana, R$ 400 mil; Brasileiro da Série A, R$ 1 milhão; Copa Libertadores, R$ 2 milhões; e Mundial da Fifa, 800 mil. Curiosamente, a única premiação que não recebeu reajuste e ficou em menos da metade da Libertadores foi o Mundial da Fifa, que permaneceu com o valor da proposta original.
Outro ponto importante do contrato são as regras para entrega de material. A Adidas se compromete a despender R$ 1,5 milhão por ano a título de verba de marketing, de acordo com o planejamento da empresa. Serão entregues de 90 a 110 mil peças por ano de contrato, limitadas ao valor global de varejo máximo de R$ 9,8 milhões. A Adidas tem obrigação de fornecer o mínimo de 90 mil peças, ainda que o valor ultrapasse esse montante.
O contrato determina que clube e empresa deverão se reunir sete meses antes de cada temporada para determinar quantidade e tamanhos dos produtos solicitados. O pedido de produtos com a marca Adidas fabricados no exterior terá de ser feito com sete meses de antecedência. Produtos fabricados no Brasil têm de ser solicitados com 120 dias de prazo para a entrega. Até nove meses antes do lançamento dos uniformes, o clube deve notificar a Adidas por escrito de quaisquer alterações, para que a linha comercial seja lançada simultaneamente no mercado brasileiro e internacional, com a mesma aparência.
Para uniforme do time e vestuário de treino, se os prazos não forem cumpridos, a Adidas produzirá os uniformes sem quaisquer logos de patrocinadores. Para a linha comercial, se o clube fizer qualquer alteração fora do prazo, os lançamentos no Brasil e no exterior não serão simultâneos, e a Adidas poderá incorrer em custos adicionais, que serão de responsabilidade do Flamengo. A Adidas Brasil pode colocar as camisas com as alterações no mercado em 120 dias após o envio da arte pelo clube ou nove meses para o mercado internacional.
Na questão de limitação de patrocínios, o contrato prevê um modelo de exceção para 2013, mas, a partir de janeiro de 2014, a Adidas não permitirá que o clube exiba mais de duas marcas no uniforme, além da logo do Unicef, parceiro rubro-negro. O novo acordo permitirá a permanência dos patrocinadores atuais TIM e Cosan, com os quais o Flamengo tem contrato em vigor. Para novos acordos, terão de ser seguidas as normas do contrato com a Adidas. Pelas regras da empresa alemã, o patrocinador principal do Flamengo deve assinar contrato de vigência mínima de dois anos. Em 2013, serão permitidos até cinco patrocinadores e oito logotipos no uniforme. Só é permitida a assinatura de patrocínios secundários até o fim de 2013. A partir de janeiro de 2014, o Flamengo passa a ter o limite de dois patrocinadores e quatro logotipos a serem exibidos no uniforme.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/flamengo-aprova-parceria-com-adidas-veja-detalhes-do-contrato.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Fla marca para quarta votação para aprovar Adidas


Por Lucas Turco

O Flamengo está cada vez mais perto de fechar acordo com a Adidas, possível nova fornecedora de material esportivo do clube. A votação do Conselho Deliberativo para aprovação do acordo acontecerá na próxima quarta-feira, às 19h.

Apesar de ter sido convocada com caráter de urgência, a votação só poderá ser efetuada 48 horas depois de anunciada, por conta das cláusulas estatutárias do clube, que exigem um prazo para que os 1500 conselheiros possam realizar suas análises.

Para que seja autorizado, o contrato precisa ser aprovado pela maioria simples dos votos do Conselho Deliberativo. Caso isso ocorra, a etapa seguinte é a assinatura do acordo.

No contrato de R$ 363 milhões, o Flamengo receberá em dez anos R$ 38 milhões de imediato, R$ 150 milhões de patrocínio, R$ 80 milhões em materiais esportivos, R$ 80 milhões de garantia mínima por venda de produtos licenciados e R$ 15 milhões para ações de marketing. No entanto, algumas cláusulas como um limite no número de patrocínios e a rigidez no comportamento dos atletas, desagradam a diretoria e podem ser alteradas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27927/Fla-marca-para-quarta-votacao-para-aprovar-Adidas/index.php

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Fluminense espera ser mais valorizado pela Adidas, próxima do Flamengo


Clube aguardará aprovação do contrato com o rival para tomar possíveis medidas

Por Rodrigo Lois 

O Fluminense irá esperar o desfecho das tratativas entre Flamengo e Adidas para tomar qualquer medida em relação à parceria com a fornecedora de material esportivo. A empresa alemã ofereceu ao rival um contrato de dez anos, no valor de R$ 363 milhões. Para o Tricolor, se a companhia tem a capacidade de fazer uma proposta dessa proporção, é sinal de que o trabalho em conjunto com o Tricolor nos últimos anos vem dando certo, e que merece ser mais valorizado.
- Se eles (Adidas) estão com tanto dinheiro para oferecer a algum clube, é sinal de que o modelo de negócio deles está dando certo, e o Fluminense é personagem importante nisso. Em termos mercadológicos, minha conversa com a Adidas é por uma valorização maior da marca Fluminense perante eles mesmos, independentemente de entrar em outro clube ou não - afirmou o vice-presidente de marketing do Fluminense, Idel Halfen.
Atualmente, o Fluminense recebe da Adidas cerca de R$ 9 milhões por ano, além de outras vantagens. O contrato entre as partes vai até 2014, mas o clube já negocia algumas alterações no vínculo, para atender as suas novas demandas e valorizar um clube que foi nos últimos anos duas vezes campeão brasileiro, além de frequentador da Libertadores. 
- Primeiramente, temos que esperar ser aprovado (o contrato com o Flamengo). Em se tratando de conselhos de clube, qualquer coisa pode acontecer, já vimos isso aqui no Fluminense. Vamos continuar as negociações que já temos com a Adidas. Temos um contrato em vigor e vamos ver o que ele permite. O Fluminense proporcionou parte desse sucesso da parceira porque tem uma gestão séria, além de ter obtido bons resultados também dentro de campo - comentou.


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Fluminense-espera-valorizacao-Adidas_0_830317046.html#ixzz2FL1xaIYO 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Fluminense pede aumento e renegocia com Adidas


Por Lucas Turco

Após um ano de 2012 com os títulos do Campeonato Carioca e do Campeonato Brasileiro a relação do Fluminense com seus parceiros deveria ser excelente, mas esse pensamento não condiz com o cenário atual do clube. Com relação à Unimed, patrocinadora máster do time, tudo segue bem, no entanto o vínculo com a Adidas, fornecedora de material esportivo da equipe, está estremecido.

O Fluminense não viu com bons olhos o contrato milionário oferecido pela empresa alemã ao rival Flamengo, então decidiu renegociar o acordo atual, almejando um aumento dos valores. A empresa tem contrato com o clube até 31 de dezembro de 2014.

“Ao contrário do Flamengo, nós não revelamos detalhes dos nossos acordos. A Adidas tem os trâmites dela e nós temos nossos interesses, por isso estamos renegociando o contrato. Como estamos tratando de uma parceira antiga, não temos um prazo definido para concluir a situação”, declarou Idel Halfen, vice-presidente de marketing do Fluminense.

Adidas apresentou uma proposta inicial de R$ 350 milhões ao Flamengo por dez anos de contrato. Esse valor foi alterado durante as negociações e agora as duas partes trabalham com um adiantamento de R$ 38 milhões.

O Conselho Fiscal do Flamengo analisou a proposta da Adidas e apontou algumas falhas. Como se trata de um contrato de dez anos, algumas imposições feitas pela empresa, como uma redução gradual de outros patrocinadores na camisa do clube, se tornam empecilhos e serão novamente analisadas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27890/Fluminense-pede-aumento-e-renegocia-com-Adidas/index.php

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Vice de marketing do Flu: 'Pedimos valores justos à Adidas'


Idel Halfen confirma que não irá recuar nas pedidas à empresa que fornece o material esportivo ao clube e diz que conversas ainda serão retomadas

Por Bruno Saldanha

As negociações entre Fluminense e Adidas seguem em pauta nas Laranjeiras. Por conta de uma proposta amplamente maior feita pela empresa alemã ao Flamengo, o clube tricolor deu uma investida por um contrato mais valioso. A possibilidade de o rival acertar com outra fornecedora não afasta o pedido por um reajuste.
- Nós, de maneira alguma, iremos recuar com nossas pedidas. Não é que elas sejam mais altas, mas são mais justas do que os valores atuais. Seria o valor mais correto para a relação Adidas-Fluminense - disse o vice-presidente de marketing do Fluminense, Idel Halfen, ao LANCE!Net, que ainda confirmou planos com o possível aumento:
- O valor sobe e, claro, que entraria dinheiro em caixa, pensamos nisso também, mas, como eu disse anteriormente, é o valor mais justo.
Sobre as negociações com a Adidas, Idel afirmou que as negociações estão paradas por conta de demais prioridades, mas que, em breve, as conversas serão retomadas pelas duas partes.
- Tivemos o título, depois a Footecon, e isso acabou nos tomando muito tempo. Por enquanto, não houve um posicionamento positivo ou negativo da Adidas. Assim que tivermos tempo, as conversas serão retomadas - finalizou.


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/fluminense/Vice-marketing-Flu-Pedimos-Adidas_0_824317589.html#ixzz2ENdCZyyP 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Adidas topa pagar multa e deve fornecer uniforme do Flamengo por dez anos


Empresa alemã vai desbancar a brasileira Olympikus e terá mais um time parceiro no Rio

Em negociação há mais de seis meses, Flamengo e Adidas finalmente chegaram a um consenso e devem firmar até o final deste ano um acordo por dez temporadas. A empresa alemã aceitou pagar multa rescisória de R$ 3 milhões à Olympikus, atual fornecedora de material esportivo do Fla. A oficialização do acordo depende da aprovação dos conselhos Fiscal e Deliberativo do clube.

Apesar de já terem recebido o esboço do contrato que irá gerar R$ 380 milhões aos cofres do Fla, alguns conselheiros podem dificultar as negociações argumentando que o clube passa por período eleitoral e que uma decisão definitiva só poderia ser tomada após a definição da nova diretoria nas eleições do dia 3 de dezembro. A Adidas já fornece o material esportivo do Fluminense .

O grande problema é que a Olympikus estipulou como prazo para o pagamento da multa justamente para o início de dezembro, o que obrigaria os dirigentes do Fla agirem rápido após o processo eleitoral. Caso os R$ 3 milhões não forem depositados, a atual fornecedora tem como direito garantido em contrato a manutenção do atual acordo até o seu fim em 2014.

Fornecedora do Flamengo desde 2009, a Olympikus deve receber ainda mais R$ 10 milhões para somar a quantia que tem direito pela quebra contratual. Para isso, a empresa deixou de pagar os valores mensais acordados desde outubro, condição que deve manter até metade de 2013. Com isso, mesmo com contrato assinado com a Adidas, o Fla seguirá vestindo o atual uniforme durante o período.

Fonte: http://esporte.ig.com.br/futebol/2012-11-16/adidas-topa-pagar-multa-e-deve-fornecer-uniforme-do-flamengo-por-dez-anos.html?utm_source=twitter&utm_medium=posts&utm_campaign=social

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Adidas licenciará federação italiana de rúgbi


No mês de setembro, a Adidas substituiu a Kappa e se tornou fornecedora de material esportivo da seleção italiana de rúgbi. O vínculo com a federação que controla o esporte no país (FIR) ficou ainda mais consolidado após esta anunciar que a empresa alemã adquiriu seus direitos de licenciamento.

De acordo com a parceria, a Adidas gerenciará uma nova loja virtual da FIR, que será apresentada nesta semana. A companhia ainda licenciará todos os produtos oficiais da entidade.

Portanto, a marca esportiva trabalhará em nome da federação para encontrar parceiros tanto no mercado italiano quanto no mundial que produzam mercadorias que posteriormente serão comercializadas na loja online.

Embora ainda não esteja em funcionamento, o site que será administrado pela Adidas já está definido. O endereço eletrônico será www.firstore.it.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27503/Adidas-licenciara-federacao-italiana-de-rugbi/index.php

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Adidas força redução gradual de marcas no Flamengo


Por Lucas Turco

As negociações entre Flamengo e Adidas pelo fornecimento do material esportivo do clube estão mais perto de um desfecho. O Flamengo terá uma redução gradual no número de patrocinadores em seu uniforme.

O alto número de patrocinadores na camisa do Flamengo incomodava a Adidas. Para fechar o contrato, a empresa exigia que o time tivesse no máximo três marcas em seu uniforme, algo rechaçado pelo clube.

As duas partes entraram em acordo e definiram que haverá uma diminuição no número de aportes, mas ela acontecerá ao longo dos anos de contrato, até atingir três patrocinadores, quantidade pretendida pela Adidas.

O contrato reformado entre Adidas e Flamengo deverá ser enviado para o Conselho Fiscal na próxima semana, com caráter de urgência. A previsão é de que a votação para a autorização da parceria ocorra no dia 12 de novembro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27346/Adidas-forca-reducao-gradual-de-marcas-no-Flamengo/index.php

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Flamengo ainda aguarda contrato da Adidas


Por Lucas Turco

O contrato reformado da Adidas, com os reajustes propostos pelo Flamengo, previsto para chegar na última segunda-feira, 15, ainda não foi enviado ao clube, mas o time ainda aguarda o retorno. A equipe não estipulou prazos para definir a situação.

O Flamengo considera a discussão de cláusulas contratuais como uma das mais delicadas da negociação, pois deve ser satisfatória para os dois lados, clube e fornecedor.

Os dez anos de contrato, proposto pela Adidas, é um dos maiores empecilhos para o desdobramento das conversas. Segundo os dirigentes do clube, o período é muito longo, por isso o Flamengo propõe um aumento anual progressivo durante a vigência da acordo.

O acerto para o desligamento da Olympikus resultará no não-pagamento de royalties ao clube até o final de abril, quando a Adidas prevê lançar o novo uniforme do time. O lucro de toda a receita de produtos oficiais para a Olympikus é uma forma do Flamengo não pagar a integridade da multa rescisória, estipulada em cerca de R$ 30 milhões, e da empresa conseguir turbinar os ganhos com o clube até o fim do contrato.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27206/Flamengo-ainda-aguarda-contrato-da-Adidas/index.php

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Acordo faz Olympikus parar de pagar Flamengo


O acordo para saída da Olympikus do Flamengo resultará no não-pagamento de royalties ao clube até o fim de abril, quando o vínculo se encerra para a entrada da Adidas. Como parte do negócio, segundo apurou a reportagem com fontes ligadas ao clube, a Olympikus ficará com toda a receita de venda de produtos oficiais até o término do patrocínio.

O ajuste é uma forma de a empresa conseguir turbinar os ganhos com o Flamengo no fim do contrato. Desde o mês passado que a Olympikus já não repassa os royalties (porcentagem sobre venda de produtos oficiais). Em troca, também, o clube não precisará pagar a integridade da multa rescisória do contrato, estipulada em cerca de R$ 30 milhões.

Fazem parte do acordo, também, o reembolso do dinheiro investido pela fabricante na construção do Museu do Flamengo (que ainda não está pronto) e ainda a manutenção do vínculo até o fim de abril, para que as peças já produzidas possam ser negociadas, sem gerar prejuízo à marca.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/Patroc%C3%ADnio/27/27138/Acordo-faz-Olympikus-parar-de-pagar-Flamengo/index.php

Flamengo espera contrato da Adidas na segunda


Por Lucas Turco

As negociações para definir a fornecedora de materiais esportivos do Flamengo estão mais próximas de um desfecho. Ao menos é isso que pensa o clube, que espera receber o contrato formal da Adidas na próxima segunda-feira, 13 de outubro. O time tem nas mãos atualmente a minuta do acordo, mas pretende solicitar algumas alterações. A diretoria espera definir a situação até o fim deste mês.

O contrato de dez anos, proposto pela Adidas, é um dos principais pontos de discussão interna no Flamengo. Alguns diretores da equipe rubro-negra consideram o período muito longo, e por isso o clube estuda alternativas. Uma das ideias é um aumento anual progressivo durante a vigência do acordo.

“Dez anos é um período muito longo para definirmos as coisas. Nada permanece estático nesse período, e o mercado também se comporta dessa maneira. Estamos propondo uma cláusula de reajuste no contrato com a Adidas, que permite que os valores mudem de acordo com a valorização da marca Flamengo ao longo dos anos”, ressaltou Leonardo Ribeiro, Presidente do conselho fiscal do clube.

Atualmente, as duas partes discutem três assuntos principais: produção de materiais esportivos, licenciamento e bônus em caso de conquistas.

A Adidas fez uma oferta inicial de R$ 350 milhões por dez anos de contrato com o Flamengo. No clube, porém, a expectativa é que o montante final supere esse valor. O aumento anual progressivo, por exemplo, seria uma forma de inflacionar a receita.

Além disso, a Adidas vai investir na conclusão do museu do Flamengo. O aparato foi um dos principais projetos de campanha de Patrícia Amorim quando ela chegou à presidência do clube, e a Olympikus já havia colocado mais de R$ 10 milhões na construção. A estimativa é que o equipamento consuma outros R$ 3 milhões, que sairão dos cofres da nova parceira.

Se esses detalhes forem acertados entre Adidas e Flamengo e o contrato for assinado ainda em outubro, o time rubro-negro deve vestir a nova marca a partir de maio de 2013. Esse é o tempo estipulado pela empresa alemã para desenhar e produzir o novo enxoval.

O prazo também asseguraria as vendas de fim de ano da Olympikus. A empresa, fornecedora de material esportivo do Flamengo desde 2009, já acertou com Patrícia Amorim os termos do desenlace.

Procuradas pela reportagem, Adidas e Olympikus não comentam oficialmente o andamento das conversas com o Flamengo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27117/Flamengo-espera-contrato-da-Adidas-na-segunda/index.php

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Adidas renova com Real Madrid, antecipa com o Flamengo, conversa com o São Paulo


por Emerson Gonçalves

Até 30 de junho de 2020 o uniforme do Real Madrid continuará ostentando a marca Adidas. Em troca, bem como de outras ações diversas, o clube receberá 32 milhões de euros anuais, equivalentes hoje a 84 milhões de reais ou 7 milhões mensais. Essa renovação antecipada do atual contrato da empresa com o Real Madrid foi anunciada ontem pelo Sport Business e Sportspro, especializados na cobertura esportiva pelo lado dos negócios, principalmente.

Segundo os dois veículos esse acordo foi comunicado pelo clube a seus conselheiros na reunião preparatória de quarta-feira, antes da próxima assembleia que será realizada nesse domingo. O Sport Business ouviu ainda um diretor da Adidas que confirmou a negociação e disse que será oficializada oportunamente.

Os números do Real Madrid em 2011/2012

Um curto parêntese para falar dos números merengues. Fontes do Real confirmaram alguns números do desempenho financeiro da temporada 2011/2012, que serão apresentados oficialmente no domingo. A receita, no total de 514 milhões de euros, já havia sido anunciada por esse OCE, no post “Os resultados do Manchester United e o crescimento dos três grandes em meio à crise”. Ao lado do crescimento de 7% na receita, o clube vai apresentar uma significativa redução de 26,5% em sua dívida, com um total de 124,7 milhões de euros. Ao mesmo tempo, o lucro bruto ficou em 24,2 milhões de euros, uma queda de 31,7% em relação ao espetacular resultado de 2010/2011, que ficou em 31,6 milhões de euros.



Adidas no Brasil: Flamengo, São Paulo e Grêmio

Com a saída da Olympikus em decorrência da aceitação pelo Flamengo da proposta de patrocínio válida apenas para 2015, a vigência do novo acordo será antecipada para janeiro de 2013. Em virtude disso, a Vulcabrás, dona da marca Olympikus, já deixou de complementar o salário de Vagner Love – 50 mil reais mensais – e paralisou as obras do museu, nas quais já investiu 10,4 milhões de reais que o clube deverá restituir. Pelo acordo entre as duas partes, o montante que o clube deverá pagar à atual patrocinadora e fornecedora de equipamentos chegará a 15 milhões de reais, como o GloboEsporte.com noticiou em matéria do Janir Júnior. Há informações no mercado, como a do diário Lance, que a Adidas pagará 13 milhões a mais ao clube para cobrir o ressarcimento do rompimento. Dessa forma, o montante do contrato chegaria a 363 milhões em dez anos.

A matéria do portal informa que hoje a Vulcabrás paga ao Flamengo 18 milhões pelo patrocínio propriamente dito e mais 8,3 milhões de reais em equipamentos, totalizando 26,3 milhões. O acordo com a Adidas prevê o pagamento de 27 milhões pelo patrocínio e mais 8 milhões em materiais, totalizando 35 milhões anuais. Considerando a correção do contrato e outros ajustes, ao final do contrato atual o Flamengo já estaria recebendo da patrocinadora/fornecedora um total ao redor de 32 milhões, portanto apenas 3 milhões a menos que o previsto para ser pago pela Adidas a partir do ano seguinte. Essa diferença muito provavelmente seria coberta na eventual renovação do acordo e isso desperta a possibilidade de outros interesses mais imediatos, como antecipação de cotas e luvas, além do benefício político a curtíssimo prazo.

Dirigentes do Flamengo, entretanto, apontam como um dos pontos fortes para mudar de empresa a internacionalização da marca Flamengo, mais viável com Adidas do que com Olympikus. Como objetivo isso é muito interessante, sem dúvida, mas qualquer projeto nesse sentido, independentemente de quem seja o fornecedor e patrocinador, só terá alguma chance de êxito se o time de futebol conseguir internacionalizar- se, algo que, no panorama de 2012, não parece muito próximo. Aliás, como esse OCE já adiantou inúmeras vezes, o mesmo ocorre em relação a qualquer clube brasileiro, o que inclui Corinthians, São Paulo e Internacional. Objetivos desse tipo só serão alcançados com os clubes disputando os torneios de verão na Europa e Ásia, além, evidentemente, de conseguirem boas participações na Copa Libertadores e, em menor escala, na Sul Americana, de forma consistente, ano após ano.

Fechando o tema, crescem os boatos que a Adidas já estaria negociando com o São Paulo, visando substituir a Reebok – marca internacional da própria Adidas, mas que no Brasil é administrada pela Vulcabrás – a partir de janeiro próximo.

Dessa forma, já em 2013 a Adidas passaria a ter sua marca estampada em quatro grandes clubes brasileiros, nos dois maiores mercados consumidores – São Paulo e Rio de Janeiro – e presença nacional graças à distribuição geográfica das três maiores torcidas – Flamengo, São Paulo e Palmeiras.

Esse time e essa cobertura ficariam maiores e ainda mais fortes e interessantes,  caso os rumores de negociação entre a empresa e o Grêmio sejam e se transformem em realidade. Tudo isso criaria um panorama muito interessante nesse próximo ano e permitiria à empresa estar muito bem posicionada em 2014 e melhor ainda em 2016.

Movimentações no mundo do futebol como as que estamos vendo da General Motors e outras montadoras, e as disputas entre gigantes da área de produtos esportivos, como Nike e Adidas, dão uma boa visão do peso crescente desse esporte para o marketing das empresas globalmente.

Para aproveitar melhor essa maré, os grandes clubes brasileiros precisam de menos discursos de dirigentes e melhores resultados em campo, acompanhados por administrações responsáveis e que consigam manter os clubes e seus times de futebol em boas condições de administração e competitividade. Pouco adianta conquistar um título de impacto num ano e depois lutar para escapar do rebaixamento ou meramente permanecer na zona da marola, em cheirar e nem feder, como diria minha avó. Títulos são fantásticos, mas desempenhos bons, consistentes, regulares, são essenciais para a saúde de qualquer clube, de qualquer time.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2012/09/28/adidas-renova-com-real-madrid-antecipa-com-o-flamengo-conversa-com-o-sao-paulo/

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Atletismo francês troca Adidas por Asics


Em decisão inesperada, a Federação Francesa de Atletismo anunciou nesta quarta-feira o rompimento de seu contrato com a Adidas e a assinatura de um novo acordo com a japonesa Asics como nova fornecedora oficial.

Desta forma, encerra-se uma parceria de 40 anos entre a marca alemã e o atletismo francês. Acredita-se que um dos principais motivos para a mudança seja a grande cifra oferecida pela Asics, supostamente muito superior ao valor pago atualmente pela Adidas.

Outra razão seria a maior flexibilidade que o novo acordo entrega aos atletas, por exemplo, a possibilidade de usar de calçados de outras marcas em competições oficiais.

Atualmente, a Asics é uma das maiores marcas do atletismo mundial, sendo a fornecedora oficial de oito federações de atletismo em todo o mundo, entre elas as do Japão, Coréia do Sul, Italia e Holanda. O novo acordo com os franceses entra em vigor em 1º de janeiro de 2013.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26940/Atletismo-frances-troca-Adidas-por-Asics/index.php

Quando a troca de camisas no Fla-Flu não é nada amigável


Depois de oferta milionária ao rival, tricolor quer rever seu contrato com fornecedora de material esportivo este ano

Por Gian Amato

RIO - Nelson Rodrigues imortalizou a frase “O Fla-Flu começou 40 minutos antes do nada”. Mas o clássico de domingo já começou há quatro meses. Em lados opostos no campo, os rivais prometem travar uma luta pela troca de camisas. Insatisfeita com a proposta de R$ 350 milhões por 10 anos feita em maio por sua fornecedora de material esportivo, a Adidas, ao Flamengo, a diretoria tricolor quer pedir a revisão, com valorização financeira, do seu contrato atual, de R$ 9,1 milhões por ano até 2014. A ideia é renegociar ao fim deste ano, ainda mais se o clube for tetracampeão nacional.
A empresa de material esportivo alemã ofereceu R$ 35 milhões por ano ao Flamengo para suceder a Olympikus no rubro-negro a partir de 2015, justamente um ano após o encerramento do contrato com o Fluminense. A quantia seria fixa por dez anos, tempo em que o Flamengo se tornaria um clube classe A dentro da concepção da empresa. Categoria na qual estão Milan, Chelsea, Real Madrid e Bayern de Munique.
O projeto elaborado para o Flamengo teve no Fluminense o mesmo efeito que o gol de barriga de Renato Gaúcho causou nos rubro-negros em 1995: surpresa e decepção no último minuto. Afinal, a Adidas e o Fluminense negociaram após o tricampeonato brasileiro, em 2010. Em fevereiro de 2011, chegaram a um acordo que, dentro dos antigos padrões da parceira que começou em 1996, foi considerado bom. Antes do título nacional, o Fluminense recebia R$ 1,6 milhão por ano mais participação nas vendas, podendo chegar ao total bruto de R$ 2,1 milhões. A empresa ofereceu aumento de 20%. O clube recusou e, enfim, chegaram à quantia de R$ 9 milhões, quase quatro vezes menos que os R$ 35 milhões oferecidos ao Flamengo.
— Tem mais dois anos de contrato. Se pudermos antecipar, seria bom — disse um dirigente do Fluminense.
O Fluminense ficou insatisfeito, também, ao ser surpreendido pelo vazamento das novas camisas oficiais antes de o clube fazer o lançamento. As camisas branca, tricolor número quatro, de treino e de goleiro foram enviadas a uma loja de um shopping na Zona Norte do Rio e compradas antes do anúncio oficial. Além disso, a camisa tricolor número quatro, feita para ser a número 1, no lugar da tradicional, desagradou à diretoria.
Devido ao temporal, do time titular, apenas Edinho foi a campo ontem de manhã nas Laranjeiras. À tarde, Fred prestou depoimento na Delegacia do Consumidor, na Gávea, porque um ingresso de sua cota para o jogo com o Corinthians foi parar nas mãos de um cambista. O capitão disse ter o costume de distribuir entradas que sobram para torcedores comuns. Naquele jogo, em agosto, quatro cambistas foram presos com ingressos de cortesia da diretoria tricolor, da Polícia Militar e de uma organizada.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/quando-troca-de-camisas-no-fla-flu-nao-nada-amigavel-6205492#ixzz27er1IXhY