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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Diretor admite briga “superada” com Patrícia Amorim


Por Lucas Turco

Henrique Brandão, vice-presidente de marketing do Flamengo, confirmou que houve um desentendimento com Patricia Amorim, presidente do clube, mas o fato foi superado.

O dirigente ameaçou entregar o cargo depois que Patricia declarou, em entrevista ao portal UOL, que estaria insatisfeita com o trabalho do departamento de marketing do clube e pretendia mudanças. A situação foi contornada depois de uma reunião entre as duas partes e o pedido de desculpas da presidente.

Henrique se mostrou contra a ideia de Patricia de criar de um departamento de comunicação que atuasse em parceria com o marketing. A intenção da presidente era colocar o dirigente como vice-presidente do setor.

“Cada coisa do seu lado. Ter a comunicação trabalhando junto com o marketing pode desencadear alguns problemas. Cada um pensa de um jeito e se as visões não batem sempre causa um desconforto. Além disso, a comunicação já nos ajuda, as redes sociais, por exemplo, são geridas pelo pessoal da comunicação e, ao mesmo tempo, servem como estratégia de marketing”, comentou Henrique Brandão.

O dirigente ainda revelou ser contrário à demissão de Marcus Duarte, diretor de marketing do Flamengo. A cúpula do clube estaria analisando um possível substituto, pois estaria insatisfeita com os resultados do diretor.

“Marcus é um excelente profissional e, enquanto eu estiver à frente do marketing do Flamengo, o quero trabalhando junto comigo”, comentou Henrique Brandão.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27412/Diretor-admite-briga-%E2%80%9Csuperada%E2%80%9D-com-Patricia-Amorim/index.php

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Vereadora Patrícia Amorim lota gabinete com pessoas do Flamengo e familiares


Por Gabriela Moreira e Lucio de Castro, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br

Três mandatos como vereadora. Um como presidenta do Flamengo. Patrícia Amorim nomeou em seu gabinete na Câmara dos Vereadores 25 pessoas do clube. Nomes ligados à base política que sustenta o mandato rubro-negro. É o que mostra levantamento feito pela ESPN no gabinete da vereadora-presidenta. 

Entre os nomeados, há até quem tem o poder de fiscalizá-la no clube. Como o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, o capitão Léo. Ex-chefe de torcida organizada, Leonardo ficou no gabinete de Patrícia entre os anos de 2003 e 2007, recebendo salário entre R$ 4 mil e R$ 7 mil. No ano em que assumiu o Conselho Fiscal, deu lugar ao sócio dele na empresa Leson Auditoria e Contabilidade, Nelson Santos de Souza. A sociedade ainda está ativa. Nelson segue até hoje no gabinete de Patrícia. 

A presença do poder que fiscaliza a presidenta no clube em seu gabinete é mais ampla. Izamilton Mota gois, também do Conselho, também já esteve entre os funcionários de Patrícia. De acordo com o estatuto do Flamengo, o Conselho Fiscal é “um poder totalmente independente, eleito a cada 3 anos pelos membros do Conselho Deliberativo”. 

O momento de maior repercussão de Leonardo Ribeiro no Flamengo foi o conflito com Zico, então diretor de futebol. No cargo, o ex-jogador criticou a forma como as divisões de base eram gerenciadas e bateu de frente com dirigentes de Patrícia. 

Na ocasião do confronto Zico x Capitão Léo, Patrícia optou por não confrontar o ídolo. Coube a Leonardo Ribeiro tomar a frente do confronto, poupando a presidenta e seus diretores mais próximos do desgaste. Durante o embate, Patrícia limitou-se a protocolares declarações formais de que “respeitava a história de Zico no Flamengo e a figura do ídolo”. 

Sobre os ataques de Leonardo Ribeiro, Patrícia declarou que o conselho fiscal era um poder independente no clube e que não tinha ingerência nas atitudes do seu mandatário. Na despedida do elenco, diante da presidenta, Zico afirmou que “não foi protegido por ela”.

Patrícia disse à ESPN que não vê conflito de interesse no fato do sócio do presidente do conselho que a fiscaliza receber salário do seu gabinete. 

“Eu não preciso abrir mão do trabalho de uma pessoa bacana porque o sócio, o amigo, o pai ou a mãe ou quem quer que seja, se relacione com ele, resolve tomar uma outra linha. O Léo tomou uma linha política, assumiu os riscos dele. Eu fui candidata e ele foi contra. Eu não tenho nenhum desconforto em falar sobre isso”, disse Patrícia Amorim. 

Leonardo Ribeiro confirmou que foi ele quem indicou Nelson para sua vaga. E afirmou não ver conflito de interesse no fato de seu sócio receber salário de Patrícia. Leonardo disse que, mesmo assim, tem independência em suas ações. 

Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/279284_vereadora-patricia-amorim-lota-gabinete-com-pessoas-do-flamengo-e-familiares

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Situação e oposição divergem sobre marketing do Flamengo


Por Daniel Zalaf

Em ano de eleição, oposição e situação sempre buscam questões para debater. E nos clubes de futebol, entre eles o Clube de Regatas Flamengo, não é diferente. Em dezembro, um novo processo eleitoral acontecerá no clube da Gávea e diversas correntes já se manifestam em torno dessas eleições.

Um destes grupos é o Planeta Fla, movimento liderado pelo advogado, empresário e jornalista Ricardo Gomlevski, candidato ao posto de presidente do Flamengo, e que busca, principalmente, a reforma do departamento de marketing do clube, que consideram “sucateado” pela atual gestão Patrícia Amorim.

“A gestão Patrícia Amorim está cheia de falhas. Houve uma surpreendente piora em relação ao marketing. Nada foi feito. Em três anos de seu mandato, o clube não conseguiu vender sequer um patrocínio máster”, afirmou Gomlevski, em entrevista à Maquina do Esporte.

“Nós estamos projetando a próxima gestão de marketing do Flamengo. Hoje em dia o Flamengo tem apenas o quinto faturamento com marketing no Brasil, sendo que tem a maior torcida não só do país, e sim do mundo. Não há razão para que isso aconteça, a não ser por incompetência e despreparo da atual gestão”, declarou.

Em resposta as declarações da oposição, Henrique Brandão, vice-presidente de marketing do Flamengo afirma que o marketing do clube é profissional e, ao mesmo tempo, realista em relação ao mercado atual. “O marketing do Flamengo é totalmente profissionalizado. Nós somos a gestão que mais ampliou o departamento, chegando ao máximo que o estatuto nos permite. O Flamengo não está acima do mercado. O momento econômico em geral é complexo, não podemos pensar em valores estratosféricos”, afirmou Brandão.

“Nós somos o clube que mais ganhou com patrocínios na camisa este ano no Brasil. Mesmo sem um patrocínio máster, conseguimos arrecadar 20 milhões líquidos. Muita se ouve de clubes como Corinthians e São Paulo, que ganhariam valores absurdos, alguns falam até em 70 milhões. Mas cadê esse dinheiro? Hoje em dia nenhum deles tem patrocínio máster vendido. Nós não alardeamos, somos concretos”, completou.

O Planeta Fla alega ainda que as atitudes da atual gestão prejudicam também a valorização do Flamengo como marca. “A presidente mente para a imprensa, tem mau relacionamento com os jogadores, permite a saída conturbada de atletas, como no caso do Ronaldinho, põe cláusulas de rescisão absurdas nos contratos dos técnicos e depois manda embora[...] Ela está tendo uma má performance como dirigente porque é despreparada e desqualificada para o cargo.”, disse o candidato.

“É uma boa moça, representou muito bem o clube como atleta, mas não tem capacidade de dirigir um clube como o Flamengo.”, completou Gomlevski.

Já Brandão acredita que a marca do clube se mantém forte apesar do período turbulento do futebol. “A saída desses técnicos não mexeu com a marca. Não sei se o método é certo ou errado, mas é algo normal no futebol brasileiro. Não estamos na Inglaterra, onde os técnicos duram décadas, como o Ferguson e o Wenger. Aqui, o técnico é algo que não tem relação direta com a marca, é algo que não influi. O que influi na valorização da marca dos clubes é a conquista de títulos e o bom desempenho em campo. Em 2009 trocamos de técnico mais de uma vez, mesmo assim fomos campeões e vendemos mais de um milhão de camisas com a Olympikus”, afirma.

Ainda sobre a influência sobre a marca, Brandão afirma que alguns casos tiveram sim certos efeitos negativos para a instituição. “O caso do Ronaldinho afetou um pouco nossa marca porque ele é a figura do ídolo. O ídolo é algo que sempre ajuda a valorização da marca, é um símbolo do clube. O caso Bruno também foi ruim para nós, mas o clube se recupera rapidamente. Acho que o que sai mais afetado é a visão da garotada, dos jovens torcedores, que tem seus ídolos como referência, mas que não entendem bem o que está acontecendo”, disse o dirigente.

O grupo opositor à gestão atual defende também a autonomia do departamento de futebol do clube: “Nós queremos a autonomia do departamento de futebol. Com dirigentes profissionais, orçamento próprio, um gerente e uma equipe capacitados para administrar uma equipe como deve ser feito.” O Futebol passaria a ter gestão própria, independente dos demais setores do Clube, regulada e controlada por um instrumento de delegação planejada, aprovado pelo Conselho do Flamengo”.

 O Planeta Fla é um projeto sustentado por doações de sócios e torcedores do clube e não conta com ajuda de empresas. O projeto foi lançado em marco deste ano e visa às eleições presidenciais do Flamengo em dezembro, onde a atual comandante, Patrícia Amorim, poderá ser reeleita.

Além de Gomlevski e Amorim, Marcus Braz, ex-diretor da gestão Patrícia Amorim é outro possível candidato à presidência do clube. O empresário e ex-nadador do clube, Lysias Itapicurú, e o publicitário Affonso Romero são outros candidatos da lista.

Já a coluna “Gois de Papel”, do jornalista Anselmo Gois, do jornal O Globo, e o blog “O Cronista Esportivo” afirmam que outro grupo da oposição, o movimento “Ocupe o Flamengo”, comandado pelos ex-presidentes do clube Márcio Braga e Kléber Leite, haveria contatado os executivos Carlos Geraldo Langoni, ex-presidente do Banco Central do Brasil, Rodolfo Landim, ex-executivo da OGX, Luís Eduardo Baptista, presidente da Sky, e Flávio Godinho, executivo da MPX para preparar um projeto com diretrizes básicas para a modernização do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26275/Situacao-e-oposicao-divergem-sobre-mkt-do-Flamengo/index.php

sábado, 4 de agosto de 2012

Sem prestação de conta: contador não explica rombo em adiantamentos


Rogério da Encarnação critica em reunião do Conselho: 'Sou colocado de costas e tenho de pedir desculpas a alguém que passa a mão na minha b...'

Por Vicente seda

Na noite de terça-feira, uma reunião ordinária do Conselho Fiscal do Flamengo constatou um grave problema na contabilidade do clube: um rombo de R$ 7 milhões de adiantamentos sem a devida prestação de contas nas finanças rubro-negras. O tema foi levantado na presença do contador Rogério Tosca da Encarnação, que presta serviços e assina os balanços da gestão de Patrícia Amorim. O órgão anunciou ter requisitado informações sobre o montante ao Conselho Diretor no dia 19 de junho, até agora sem resposta.
O contador não conseguiu esclarecer os questionamentos dos sócios e conselheiros presentes sobre o rombo ou a ausência dos balancetes financeiros trimestrais deste ano. Rogério fez um discurso duro, expondo diversas mazelas internas da administração do clube, como transcrito nos trechos abaixo. As declarações do contador foram retiradas da transmissão da reunião do Conselho Fiscal realizada pelo site "Mengonet.com.br"
- As diretorias não se mobilizam e não se qualificam para tal. Esta é a situação. Não é uma denúncia, é uma colocação. Eu me sinto capaz de responder a qualquer um de vocês. Mas nessa colcha de retalhos que vivemos aqui, eu me sinto incapaz de fazê-lo. Isso não é certo. (...) O Flamengo carece de uma consciência profissional. Não existe. As diretorias são formadas de maneira indigna. Basta ser meu amigo que eu vou conservá-lo aqui dentro para fazer uma série de coisas - afirmou o contador na reunião.
Em seguida, Rogério relatou as razões do buraco na contabilidade que, de acordo com um dos presentes que se pronunciaram sem prévia identificação, e sem ser corrigido posteriormente, já existe há 18 meses.

- Eu sou remunerado para trabalhar aqui. Lamentavelmente, me perdoem todos que estão me ouvindo aqui, é muito fácil você ver na diretoria ou quem tem a responsabilidade de responder pelo Flamengo bater no peito e dizer: 'Não ganho um tostão para estar aqui'. Não está certo isso. Deveria ser remunerado para saber o peso de uma responsabilidade. Essa gratuidade vira leviandade (aplausos). Eu sou colocado de costas e tenho de pedir desculpas a alguém que passa a mão na minha bunda, pedir desculpas por estar de costas. (...) Quero exercer a minha função e não posso fazê-lo. Presto contas de 114 empresas. Aqui só tem um problema: muito cacique e pouco índio. É o que está aqui", analisou.

Equipe está sendo trocada e novo contador presencia desabafo
Em função de o departamento financeiro não ter emitido nenhum balancete trimestral em 2012, o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, informou que pediu a mudança da equipe de contabilidade. Os balancetes são um termômetro da situação da instituição e, posteriormente, são usados para o fechamento do balanço anual. O novo contador participou da reunião do órgão. Ribeiro afirmou que a nova equipe de contabilidade entra com a responsabilidade de emitir um balanço semestral extraordinário até o fim de agosto. Na reunião de terça-feira, o ele leu questionamentos dizendo que o "saldo de adiantamento mais do que triplicou em 2011, passando de R$ 2,1 milhões para R$ 7,2 milhões".O presidente em exercício do Flamengo, Hélio Ferraz, disse que soube do ocorrido na reunião, mas não tinha como precisar o que foi dito e, por isso, havia solicitado a gravação ao Conselho Fiscal. Ao responder por telefone sobre os adiantamentos sem prestação de contas, Ribeiro procurou minimizar o caso, dizendo que não há valores sem explicação.
- Não, valor que não conseguiu ser explicado não. Existem lançamentos contábeis que estão mal classificados. Situações que são investimentos, como por exemplo obras no Ninho do Urubu. Se pegar R$ 1 milhão para fazer o CT, isso não é despesa, é investimento. Está classificado errado, as notas estão erradas, a prestação de contas desse setor está errada. Esses erros estamos correndo atrás para a coisa ficar mais clara, o que realmente é despesa e o que é investimento - disse o presidente do Conselho Fiscal.
Ele confirmou, contudo, o problema na reunião com o contador que está saindo do clube.
- Não conseguiu fechar os balancetes, classificar as contas, disse que teve dificuldade de saber o que era investimento, despesa, tem obra, o contrato todo não vai para ele, só as notas fiscais, aí não sabia se era benfeitoria... Então deu as explicações dele lá, está certo?

Rogério Tosca da Encarnação também foi contatado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM, mas afirmou que não deseja se pronunciar sobre o assunto.
- Não me importa o que você possa escrever. Quero só que você, para bem sintonizar o que precisa ser dito, se reporte ao Conselho Fiscal. Porque tudo que é feito na contabilidade deságua no Conselho Fiscal e só ele pode falar. Se ele não tem o que lhe dizer, eu também não tenho. Respeitosamente.

Um problema, duas explicações
As justificativas do secretário-geral do Conselho Fiscal foram diferentes das alegações da presidência do órgão. Primeiro, Júlio César Barros negou que tivesse ocorrido algum problema na reunião do órgão.
- Não, foi feita uma apresentação pelo contador para os sócios que questionaram. Um grupo de sócios fez um questionamento, mas o contador foi lá e deu a justificativa para isso. Mas agora a principal questão mesmo é que o Conselho Diretor cumpriu as exigências do Deliberativo sobre as ressalvas nas contas de 2010.

Em seguida, insistiu que a informação estava equivocada, mas pouco depois mudou o discurso:
- Essa informação não procede. Existe um lançamento de um conselheiro lá que teve dúvida. O conselheiro se equivocou. É um procedimento normal. Como está na conta de adiantamentos, o conselheiro entendeu que eram adiantamentos de pessoa física, do funcionário. Mas não é. Quando o funcionário faz uma solicitação de empréstimo, aquilo sai na folha de pagamento. Mas quando um supervisor de uma delegação vai viajar e ele pega, R$ 5 mil, R$ 10 mil, R$ 30 mil, não importa, para ele viajar, poder pagar uma emergência qualquer, também sai como adiantamento. Só que quando ele volta da viagem, apresenta as notas fiscais para prestação de contas. Nessa prestação de contas é que houve atraso em alguns casos.

Indagado então se apenas alguns casos gerariam o montante milionário, Barros respondeu:
- É porque são muitas contas. Na verdade, quatro e pouco. Teve outras coisas de adiantamento que fizeram gerar esse valor aí. Mas isso é normal, é normal, o valor não é grande não.

Nova reunião está marcada para próxima terça-feira
Uma reunião extraordinária do Conselho Fiscal está marcada para a próxima terça-feira e, a princípio, servirá para apresentação das alterações feitas a pedido do Deliberativo nas contas de 2010 e apreciação do acordo judicial para pagamento da dívida com Romário. Ele atribuiu à desorganização financeira o recente corte dos telefones do clube por falta de pagamento de um valor próximo a R$ 2, ressaltando a necessidade da conclusão do balanço semestral extraordinário até o fim de agosto.
- Urgentemente, precisamos ter noção de como está o clube. Senão acontece o que aconteceu. O Flamengo mesmo com dinheiro não pagou a conta de telefone. Isso é desorganização porque não tem o relatório lá na mesa - concluiu Ribeiro.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/08/contador-nao-explica-rombo-de-r-7-mi-em-adiantamentos-sem-prestacao-de-contas.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Flamengo tem linha de telefone 'cortada' após deixar de pagar conta de R$ 2


O momento do Flamengo não é complicado apenas dentro de campo. Nos bastidores, o clube também acumula uma série de problemas. O mais novo apareceu na última terça-feira, quando o clube teve parte das linhas telefônicas da sede da Gávea cortada por falta de pagamento de uma conta do ano de 2006 no valor aproximado de R$ 2.

Segundo o vice-presidente administrativo do clube, Cacau Cotta, o clube havia sido notificado sobre o problema ainda durante o dia, mas não conseguiu resolver as pendências até o final da noite de terça, quando os telefones do clube pararam de funcionar para discagens externas. Sem pagamento por uma falta de comunicação entre o departamento financeiro e o administrativo, as linhas apenas recebiam chamadas.

"Houve uma pequena falha de comunicação com o setor financeiro e deixamos de pagar a conta do último mês. Fomos notificados e prontamente pagamos. No entanto, a empresa responsável pela telefonia aqui do Rio de Janeiro disse que tinha mais uma conta aberta. Quando consultamos o sistema, percebemos que o problema era em função de uma conta de 2006 de pouco mais de dois reais que não havia sido paga até então", disse o dirigente, em entrevista à Rádio Tupi, acrescentando.

"Neste tempo todo, ninguém se deu conta deste valor. É pouca coisa, cerca de dois reais e sessenta e poucos centavos, mas impede o funcionamento normal dos telefones. Hoje [quarta], logo cedo, faremos o pagamento e tudo voltará ao normal", explicou Cacau Cotta.

O problema acabou gerando mais um desconforto na gestão da presidente Patricia Amorim, que está em Londres acompanhando os Jogos Olímpicos. Opositores dos mais diversos grupos políticos rubro-negros aproveitaram o episódio para fazer piadinhas e atacar a mandatária em redes sociais.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/08/01/flamengo-tem-linha-de-telefone-cortada-apos-deixar-de-pagar-conta-de-r-2.htm

terça-feira, 17 de abril de 2012

Situação do Flamengo

Os dois últimos posts foram sobre o Flamengo. No 1º, uma reportagem da Folha de São Paulo sobre uma possível quebra de contrato com a Olympikus por ela não aceitar entrar no rateio para pagar o salário de Ronaldinho. É de se estranhar essa postura, pois de acordo com a carta enviada à coluna do jornalista Renato Maurício Prado e, que foi publicada em seu blog e na edição do último domingo, 15/04, no jornal O Globo, ela comentava sobre uma suposta austeridade financeira, com o enxugamento das dívidas e abre a possibilidade de uma quebra de contrato que, poderá gerar, uma nova dívida na ordem de R$ 30 milhões para o já esvaziado cofre rubro-negro. Não seria mais interessante alinhar o discurso à prática?