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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Mercado de franchising deve dobrar até a Copa


Franchising deve duplicar de tamanho até a Copa
A combinação de diversos fatores deve fazer o franchising duplicar de tamanho até 2014. Até lá as empresas devem movimentar mais de R$ 150 bilhões, prevê o presidente da rede Bobs e da Associação Brasileira de Franchising, Ricardo Bomeny. Antes o mercado de franchising duplicava de tamanho a cada cinco anos e agora parece encurtar este prazo para apenas três anos. É uma tendência?

Sim, é uma tendência,  como reflexo do excelente desempenho que o franchising tem no Brasil. Nos últimos cinco anos o setor cresceu dois dígitos por período, pelo menos. Fechamos 2010 com um crescimento de quase 20% maior em relação ao ano passado. O faturamento ficou em  R$ 75 bilhões e o número de marcas chegou a 1.774, com  90 mil pontos de venda. A expectativa de crescimento para 2011 é de 15% de aumento no faturamento, 8% em novas redes (1920 marcas) e 12% em número de unidades franqueadas (quase 100 mil pontos de venda). O setor deve gerar 12% a mais de empregos diretos, no total de 890 mil vagas.

Quais as razões do rápido crescimento do setor de franshising?
É uma combinação de diversos fatores positivos. Primeiro, o bom desempenho da economia, do emprego e da renda. O setor de franshising também passou a atrair mais empresas. Atualmente, existem no País 1.643 marcas com 80 mil lojas franqueadas. Outro fator é a grande expansão dos shopping center, em especial no interior do país. Hoje, quase 60% dos lojistas que ocupam os novos shopping são de marcas franqueadoras. Ou seja, temos ótima sinergia com outro segmento que vive boa fase de expansão.

O acesso a crédito em condições mais favoráveis também alavanca o setor. Cinco anos atrás não existiam financiamentos especiais  e o crédito disponibilizado era muito caro. Mas nos últimos cinco anos a ABF fez um trabalho mais agressivo, primeiro junto aos bancos federais como Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco de Nordeste, Bndes,  no sentido de ampliar a oferta de financiamentos ao franchising. O mesmo aconteceu com os bancos privados (Bradesco, Itaú, HSBC). Além de abrir portas junto aos bancos públicos também conquistamos maior oferta de crédito na rede privada. Mostramos o potencial do nosso mercado aos bancos, o crédito aumentou e as taxas estão um pouco mais baixas.

Com os ventos favoráveis, o franchising tende a duplicar de tamanho até a Copa, com faturamento acima de R$ 150 bilhões.

E o número de marcas, cresce na mesma proporção?
O número de marcas de franquias cresce menos, ao redor de 10% ao ano. Neste ano deve chegar a 1.774 ,  com  90 mil pontos de venda. Até a Copa deveremos ter 40% mais de marcas, ou seja perto de 2.500. Outro fenômeno interessante é o forte desejo de investidores virem ao Brasil. Nunca sentimos este interesse de forma tão agressivo como agora.

Um reflexo positivo pôde ser observado durante recente feira de varejo em Nova Iorque. Foi recorde o numero de executivos e empresários brasileiros interessados em conhecer as tendências do varejo mundial para aplicar no Brasil. A delegação brasileira foi majoritária pela primeira vez em cem anos da história deste evento, 32% do total de visitantes estrangeiros. Em todas as palestras o mercado brasileiro foi destacado como o que oferece melhores perspectivas de retorno para o investidor internacional. O que significa dizer que está todo mundo de olho em nosso mercado.

Dá para dimensionar o número de novas franquias que devem ingressar no Brasil em 2011?
Atualmente apenas 8% do total existente são marcas internacionais. Por ser um volume baixo e existir grande interesse das multinacionais virem ao Brasil acredito que o total deva superar 15% até a Copa. Existem inúmeros consultores contratados pelas marcas estrangeiras em busca de boas oportunidades no Brasil em setores como alimentação, luxo, cosméticos, moda e hotelaria, que deverá deslanchar com a Copa e Olimpíadas.

Dentre os setores do franshisisng quais devem crescer mais?
Um dos setores mais promissores é a microfranquia, que não exige grandes investimentos em pontos comerciais, número de funcionários e cria a possibilidade de se prestar serviços a partir da casa do novo empreendedor. Também a área de serviços oferece grande potencial de crescimento, em especial na capacitação como um todo, não apenas escolas de idiomas. Também aqui haverá maior demanda  daqueles que irão estar envolvidos nos negócios da Copa e Olimpíadas.

Observe que diversos setores estão bem há muitos anos, entre eles alimentação, com crescimento bom e constante, como um relógio; cosméticos, acessórios, bijuterias e o de capacitação (computação, educação corporativa e idiomas). São negócios que crescem a taxa de 20% para cima ao ano.

O Brasil é o único país do mundo que tem cursos de MBA em franchising. Nos últimos três anos passaram por nossos programas mais de 180 executivos e empresários.

Quais as prioridades da ABF para o biênio 2011/2012?
Uma frente que daremos prioridade é a melhoria do ambiente nas relações com o governo. Já temos três excelentes vetores que irão se desenvolver mais no futuro, na forma de acordos com o Sebrae, em que já temos vários projetos relevantes, como incubadora de franquias, assim como participação nas feiras de negócios regionais organizadas pela entidade e também projetos de capacitação para o setor de franchising pelo Sebrae.

Vale destacar ainda o convênio, com bons resultados na área governamental, estabelecido com a Apex, já no sexto ano de parceria, para exportar  marcas franqueadoras brasileiras e para a troca de informações ou inteligência comercial para vender nossos produtos em diversos países. Este convênio funciona muito bem. Temos participado de várias feiras de franquias no Exterior e feito missões comerciais.

Atualmente existem 68 marcas brasileiras em 49 países. Portugal concentra o maior número delas: 29. A meta será ampliar mais o número de empresas lá fora. Nossas empresas precisam competir por maior espaço no Exterior, afinal muitas são referência de qualidade. O Boticário, por exemplo, é a maior empresa brasileira franqueadora do mundo na área de cosméticos.

Além do Sebrae e Apex,  temos convênio com o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio que cria diversas frentes de atuação da ABF com o setor público. Tais acordos colocam o franchising como setor importante da economia na interlocução junto ao governo. Geram ainda pautas para a constante melhoria do setor, com a abertura de portas em todas as esferas oficiais, seja para discutir revisão do sistema tributária, lei da franquia e demais temas de interesse. Agora mesmo a ABF foi acionada para discutir como melhorar a capacitação de pessoal a fim de atender a maior demanda prevista com a Copa e Olimpíadas.

Fonte: http://www.empreendedoronline.net.br/mercado-de-franshising/

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O Marketing Esportivo veio para ficar?


Por Caio Lauer

A paixão pelos esportes é algo que está no DNA dos brasileiros. Emoção, adrenalina, velocidade e competição são elementos nos quais nos identificamos muito. No entanto, as empresas envolvidas no universo esportivo exploram isto de maneira profissional? Neste contexto, o Marketing Esportivo ganha espaço como o protagonista de um segmento ainda pouco explorado no país.
Assim como todo brasileiro é um pouco técnico de futebol, existe muito deslumbramento pela área – a paixão pelo esporte não pode ser confundida com o profissionalismo. Grandes clubes de futebol, por exemplo, funcionam, hoje, como uma empresa comum, e exigem pessoas capacitadas para atingir metas e resultados. Outro ponto é que muitos subestimam a atuação no Marketing Esportivo, pois pensam que gostando de esportes, será fácil trabalhar na área.
“Se a marca precisar usar o esporte como veículo de comunicação é fundamental que se tenha um profissional capaz de avaliar as possibilidades, independente da sua vocação ou paixão pelo esporte A ou B, e tomar decisões que conectem ao máximo os valores do esporte ao público-alvo, a estratégia e o valor da marca”, explica Leo Delamanha, especialista em Marketing Esportivo e fundador da Playground, consultoria esportiva que atende marcas, agências e confederações. Para ele, existe muito deslumbramento pela área: “as pessoas enxergam como uma herança da carreira de marketing e publicidade, onde, em alguns casos, se faz muito dinheiro, e isso cria uma imagem falsa de glamour, escritórios caríssimos, viagens etc”.
Segmentos em alta
Por conta dos investimentos feitos nos grandes eventos de Copa do Mundo e Olimpíadas, o setor tem se estruturado melhor. Os números em patrocínios também aumentam a cada ano e o mercado, naturalmente, exige profissionais mais preparados. Confira, abaixo, alguns dos segmentos em alta:
Instituições: seja em clubes, federações ou em segmentos públicos como uma secretaria de esportes, por exemplo, o profissional pode atuar no planejamento, na gestão de patrocínios, produtos licenciados e novos negócios.
Patrocinadores: estas empresas, geralmente, possuem um departamento de Marketing, onde algumas estão se especializando em Marketing Esportivo, contratando profissionais da área.
Agências: fazem o “meio campo” entre a propriedade esportiva e o patrocinador. Estas empresas podem atuar com a gestão de imagens de atletas, de produção de evento, ou mesmo voltadas para consultoria a empresas que querem investir no esporte.
Gestão de arenas: impulsionada pela Copa do Mundo, estão surgindo diversas arenas pelo país. O licenciamento de produtos dentro destes espaços é uma forte atuação, seja do clube ou da empresa proprietária. Outra opção é atuar como gestor de uma arena, definindo que tipos de atrações e opções existirão, além do jogo de futebol.
“A administração de arenas demanda muitos profissionais, pois corre-se o risco de muitos destes espaços construídos para a Copa não serem rentáveis. A manutenção delas é muito cara, então é preciso transformar o jogo do futebol em apenas uma das atrações, oferecendo outras opções no local, como shoppings, academias, bares, restaurantes e até universidades”, relata Rafael Zanette, vice-presidente e diretor de Marketing do Instituto Brasileiro de Marketing Esportivo (IBME).
O profissional de Marketing Esportivo
Muitos profissionais de Marketing estão migrando para o segmento esportivo, mas, apesar de terem a mesma raiz, existem conhecimentos específicos em ambos. Existe uma escassez de profissionais para empresas que não possuem bagagem suficiente para atuar no ramo.
“No Brasil, sabemos executar eventos tipo A e fechar bons e polpudos acordos, mas o mercado ainda é carente de expansão, pois, no geral, a base de consumidores da indústria do esporte ainda é pequena, e de profissionalização, já que nem todo mundo entende de esporte e sabe enxergá-lo como uma plataforma a longo prazo”, conta Delamanha.
Os cursos oferecidos também são uma grande preocupação, pois por ser uma área relativamente nova, existem poucos estudiosos em Marketing Esportivo. “Os maiores conhecedores são os próprios profissionais que atuam no ramo, existindo uma escassez de conhecimentos considerados acadêmicos”, finaliza Zanette.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Com SPR, Kappa retornará ao mercado em janeiro


Por Mauro Zafalon

No mês de abril, a SPR Indústrias, uma divisão da empresa que também gerencia franquia e vestuário de vários clubes brasileiros de futebol, assinou um acordo de licenciamento da marca de material esportivo Kappa, no Brasil, até 2022. No momento, as mercadorias ainda estão sendo produzidas. Em janeiro, na feira Couromoda, contudo, elas estarão finalmente à disposição dos consumidores.

A Couromoda é um evento que ocorre anualmente no Anhembi, em São Paulo. Durante quatro dias, mais de 3 mil fabricantes de calçados, tênis, bolsas, artigos esportivos, artefatos de couro e acessórios de moda apresentam suas novidades. Em 2013, a iniciativa será realizada de 14 a 17 de janeiro.

A Kappa esteve presente no país até 2009. No fim da década de 1990, foi fornecedora de material esportivo do Vasco da Gama, que, na época, se sagrou campeão brasileiro e da Copa Libertadores da América. Pelo menos nos primeiros anos de parceria com a SPR, a companhia não deverá se associar aos times nacionais, até que esteja financeiramente estruturada.

Oriunda da cidade italiana de Turim, em 1916, a Kappa patrocinou uma equipe do cenário mundial do futebol, pela primeira vez, apenas 63 anos mais tarde, quando acertou com a Juventus. Com a popularidade aumentando, a empresa cresceu e, nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, viveu um de seus melhores momentos, vestindo os principais atletas da competição. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27256/Com-SPR-Kappa-retornara-ao-mercado-em-janeiro/index.php

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Brasil 2014: estádios e arquitetura para exportação


Seminário profissional no dia 23 discutirá preparação de empresas brasileiras para o mercado mundial

Depois de enfrentar os projetos das grandes arenas de futebol para 2014 e todo o planejamento dos equipamentos esportivos para a Olimpíada de 2016, além de terminais de aeroportos, metrôs e outros sistemas de mobilidade urbana, os arquitetos brasileiros querem agora levar essa expertise para outros países.

O Brasil tem cerca de 9.200 escritórios de arquitetura, cujo mercado é estimado em cerca de R$ 1 bilhão anualmente. Num cenário internacional marcado pela crise econômica que afeta as principais economias desenvolvidas, o mercado brasileiro e os cerca de R$ 1,7 trilhão a serem investidos em obras de infraestrutura no país até 2016 acirram a competição dos escritórios locais com os grandes e médios escritórios de arquitetura mundiais. Nesse contexto, os escritórios brasileiros de arquitetura começam a se preparar para disputar mercados, nopaís e no exterior. 

Para isso, membros de associações brasileiras de arquitetura reúnem-se no dia 23 de outubro, em São Paulo, num encontro com arquitetos estrangeiros. O objetivo é intercambiar experiências com profissionais da Espanha, EUA e Colômbia, com a meta de exportar serviços de consultoria e projetos a países da América Latina, África e Oriente Médio. O workshop é organizado pela AsBEA (Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura), com apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Associações brasileiras e internacionais
Além da AsBEA, estarão representados o IAB (Instituto Brasileiro de Arquitetos) e o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). Da Espanha, virão os arquitetos Lluís Comeron, diretor do Colégio de Arquitectos de Catalunya; e Fermin Vazquez, do escritório b720 (Barcelona). A experiência da Colômbia será apresentada pela arquiteta Ximena Samper, do escritório German Samper, de Bogotá. Dos Estados Unidos virá o arquiteto RK Stewart - ex presidente do AIA (The American Institute of Architects).

Segundo o presidente da AsBEA, o arquiteto Eduardo Sampaio Nardelli, a articulação promovida nestes encontros é o primeiro passo para os escritórios de arquitetura se capacitarem para uma atuação global, tanto para exportação de serviços de arquitetura quanto para receber parceiros internacionais. 

O encontro acontece na ocasião do Seminário Internacional AsBEA: Honorário, Autoria e Contratos: a realidade brasileira e global, no dia 23 de outubro, em São Paulo. O próximo seminário acontecerá em novembro e terá como tema os Sistemas de Aprovação de Projetos: Eficiência, Transparência e Responsabilidade.

Mais informações no site da AsBEA 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10823/BRASIL+2014+ESTADIOS+E+ARQUITETURA+PARA+EXPORTACAO.html

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Santos quer usar Neymar para aumentar verba arrecadada com TV


O Santos pretende utilizar a popularidade de Neymar para aumentar o valor arrecadado com o pagamento do pay-per-view do Campeonato Brasileiro. O clube santista argumenta que os jogos em que o astro atua geram muita audiência, não só de sua torcida.

A informação é da coluna Painel FC, assinada por Bernardo Itri, desta segunda-feira.

Na última reunião entre a Globo e os clubes, há menos de duas semanas, o presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro levantou essa questão e a discutiu com outros cartolas e executivos da emissora, que detém os direitos de TV do Nacional até 2018.

Luis Alvaro argumentou que muitos torcedores que não são santistas assinam o pay-per-view só para ver Neymar. Mas não geram lucro ao clube, já que a distribuição do dinheiro da modalidade de TV se baseia no clube para o qual o assinante torce.

Hoje, o pagamento às equipes é proporcional à quantidade de torcedores assinantes que cada time possui, baseado em pesquisas. Assim, Flamengo e Corinthians, clubes de maior torcida, são os que mais recebem.

Dirigentes de Corinthians e Flamengo discordam da proposta do Santos. Entendem que o modelo é inviável de ser mensurado, pois não se trata de uma resposta exata.

Corinthians e Flamengo foram beneficiados também pelo novo contrato assinado com a TV Globo pelos direitos de transmissão até 2015. Os dois clubes passaram a receber neste ano cerca de R$ 100 milhões, cada, por temporada.

Já o Santos recebe cerca de R$ 55 milhões --está atrás de São Paulo (R$ 85 milhões) e Palmeiras (R$ 82 milhões) entre os que mais arrecadam com a TV.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1161966-santos-quer-usar-neymar-para-aumentar-verba-arrecadada-com-tv.shtml

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Seara usa acordos menores para conhecer mercado


Por Guilherme Costa

“Você deve imaginar a quantidade de ofertas de patrocínios que nós recebemos. Oportunidades aparecem em todos os dias”. A constatação de Antonio Zambelli, diretor de marketing da Seara, torna ainda mais curiosa a discrepância entre os contratos de patrocínio mantidos pela marca do grupo Marfrig. Parceira da Copa do Mundo de 2014, da seleção brasileira e do Santos, a empresa investe também no Criciúma, que está na segunda divisão do futebol nacional, e no Grêmio Esportivo Osasco, que conseguiu neste ano o acesso para a Série A2 do Campeonato Paulista.

Os contratos com Criciúma e Grêmio Esportivo Osasco têm patamares diferentes, evidentemente, mas são igualmente estratégicos para o grupo Marfrig. A companhia usa essas parcerias para extrair métricas de mercado e balizar outros negócios.

“São dois parceiros muito importantes para nós. Trabalhamos a imagem da empresa, temos interesses locais e usamos esses contratos para tirar uma série de métricas relevantes”, ratificou Zambelli.

A decisão de turbinar investimentos no futebol brasileiro foi tomada em 2010. Naquela temporada, o grupo Marfrig fechou com a seleção nacional, com o Santos e com a Copa do Mundo.

O contrato com a competição internacional incluiu as edições de 2010 (África do Sul) e 2014 (Brasil). Com a seleção brasileira, a associação do grupo Marfrig é ainda mais longeva: foi renovada até 2026, com investimento de R$ 27 milhões por temporada.

O investimento no Criciúma também começou em 2010, e a parceria mais nova que a Seara assinou foi o negócio com o Grêmio Osasco. O negócio foi fechado no primeiro semestre deste ano.

“Não pretendemos aumentar essa lista, não. Decidimos investir no futebol, buscamos parceiros estratégicos e fechamos negócios que consideramos positivos. Até 2014, vamos investir fortemente no tripé formado por Santos, seleção e Copa do Mundo”, encerrou o diretor.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26952/Seara-usa-acordos-menores-para-conhecer-mercado/index.php

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A TV tem “matado” a ida das pessoas aos eventos esportivos


Por Erich Beting

O alerta foi dado recentemente pelo vice-presidente de novos negócios da NFL, Eric Grubman. Segundo ele, a queda de público presente nos estádios da liga de futebol americano tem, entre outros motivos, a melhoria da transmissão pela TV. A lógica, segundo o executivo, é a de que há tantos recursos hoje para quem está em casa assistindo a uma partida que a experiência de ver o jogo ao vivo pela telinha é melhor do que aquela de quem vai ao estádio.

O raciocínio é interessante e levanta um alerta para o esporte em geral.

Com a melhoria da qualidade das imagens, com o uso de dezenas de câmeras e com o barateamento do acesso à alta tecnologia, a televisão, que é uma das principais fontes de financiamento da atividade esportiva profissional, também tem sido responsável, em parte, pela fuga do torcedor do local do evento.

No mercado americano, em que a NFL, por exemplo, tem também transmissão de jogos em 3D, acaba sendo mais barato e de maior qualidade para o torcedor assistir a um jogo em sua casa. Num momento de crise como agora, então, é ainda mais lógico para o consumidor dos EUA ficar confortável na sala de casa equipada com home theater e uma TV LED com 3D. Isso sem falar do aconchego do sofá, da pipoca, da cerveja e do que mais quiser no colo.

No Brasil castigado pela falta de infraestrutura de transporte e também de esporte, a diferença é ainda mais gritante. E isso que ainda não entramos na era em que as transmissões sejam todas em HD e com o pay-per-view acessível a todos. Além disso, ao contrário do mercado americano, a abundância de renda em solo tupiniquim faz com que o torcedor não veja tanto problema em gastar mais dinheiro indo ao estádio.

Só que, nos EUA, o esporte já começa a se mobilizar para fazer com que o torcedor seja “incentivado” a ir para o estádio. Promoções com desconto em lojas para a aquisição de produtos, instalação de rede wifi gratuita em toda a arena, aluguel de TV portátil e outros “mimos” têm sido cada vez mais frequentes nos estádios e ginásios das principais ligas esportivas dos EUA.

Por aqui, ainda está muito distante esse debate.

Mas com um mercado cada vez mais dependente do dinheiro da televisão, é cada vez mais assustador o futuro dos eventos esportivos. Pode ser que a melhoria das arenas esportivas por conta de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, associada à manutenção da renda em alta do brasileiro, ajude a mantermos os estádios e ginásios cheios. Mas teremos de caminhar, muito, no sentido de entender a importância de fazer da experiência de ir a um evento esportivo um momento de diversão, e não de aventura para o consumidor.

Não há lógica que faça, hoje, o torcedor deixar o conforto e a qualidade da TV para ir a um evento esportivo ao vivo.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/09/21/a-tv-tem-matado-a-ida-das-pessoas-aos-eventos-esportivos/

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Por mercado, Adidas fecha com jogador do Zimbábue


O meio campista Khama Billiat tornou-se o primeiro jogador de futebol do Zimbábue a assinar um acordo de patrocínio com a Adidas. O contrato terá duração de três anos e os termos financeiros não foram divulgados.

A ideia da empresa de material esportivo é utilizar o perfil do jogador, que atua no Ajax Cape Town, para aumentar as vendas no Zimbábue. 

"Eu espero que mais jogadores do meu país possam assinar um contrato semelhante, porque isso certamente irá ajudar a melhorar a qualidade jogo no nosso país", disse Billiat.

A Adidas também negocia com a Zimbábue Premier Soccer League para patrocinar três equipes do país: Dynamos, Highlanders e Black Mambas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26857/Por-mercado-Adidas-fecha-com-jogador-do-Zimbabue/index.php

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Esporte é responsável por R$ 67 bilhões do PIB


Por Isa Sousa

O setor esportivo foi responsável por 1,6% do PIB brasileiro, índice que representa R$ 67 bilhões dos R$ 4,1 trilhões arrecadados pelo país em 2011. A informação é parte do estudo “O PIB do Esporte no Brasil” e foi divulgada nesta semana pela Pluri Consultoria, durante abertura do seminário “O Futuro dos Clubes Brasileiros”.

De acordo com a pesquisa, o valor arrecadado inclui as atividades esportivas em si e tudo que se movimenta em seu entorno, dos direitos de transmissão de jogos aos serviços de alimentação oferecidos no estádio, por exemplo. O objetivo do evento é que o governo federal amplie o incentivo dado ao setor no país e impulsione a profissionalização do futebol feminino.

Comparado aos Estados Unidos, o investimento brasileiro ainda é baixo. No Super Bowl, jogo de encerramento do campeonato de beisebol e um dos mais importantes eventos esportivos no país, são arrecadados US$ 11 milhões. Somados, os esportes norte-americanos equivalem a 2,1% do PIB, índice ainda inferior ao da Nova Zelândia, que atinge 2,8% do total das receitas.

Além de discussões sobre o esporte no Brasil, o seminário também marcou o lançamento do Brasil Sport Market (BrSM), fórum permanente de Gestão e Marketing Esportivo criado em parceria pela Trevisan Escola de Negócios e a Pluri Consultoria. Além de mesas de debates abordando “A nova Geração de Arenas Brasileiras” e “O Futuro do Marketing dos Clubes”, o evento comportou a entrega dos prêmios “Melhor Executivo de Futebol” e “Melhor Executivo de Marketing” de Clubes de Futebol, promovido pelo BrSM.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/blogs/mundo-do-marketing-esportivo/ultimas-noticias/25369/esporte-e-responsavel-por-r-67-milhoes-do-pib.html

Nova dimensão das receitas no futebol


Por Amir Sommoggi

No meu último texto, escrevi que retornaria a falar sobre o desenvolvimento comercial do futebol europeu e como as fontes de receitas dos clubes ganharam novas dimensões. Esse será o caminho a ser trilhado pelos nossos clubes e a razão para a discrepância dos valores elevados gerados pelos gigantes europeus, em relação ao produzido atualmente pelos clubes brasileiros.

O segredo do sucesso do futebol europeu foi uma melhora contundente do conteúdo dos projetos de marketing e comunicação dos clubes. Os projetos com os estádios e a exploração da marca e mídia possuem um alto grau de criatividade e eficiência comercial. 

Essa visão foi aplicada com êxito na Europa e deve servir de modelo para evoluirmos no processo de geração de receitas dos clubes brasileiros. As receitas dos clubes brasileiros devem passar por um amplo projeto de expansão, saindo da dependência de poucas fontes de recursos para uma diversificação ampla, com o estádio, marketing e mídia.

As novas dimensões das fontes de receitas para os clubes brasileiros

Patrocínios: são incorporados a uma visão mais abrangente, como receitas de marketing, que incluem muitas ações, além da venda das cotas de patrocínio, com dezenas de marcas parceiras, grande parte sem aparecer nos uniformes dos times. Essa fonte de receitas é alavancada pelas verbas de ativação das marcas patrocinadoras. Além do patrocínio, outras receitas importantes são o licenciamento, franquias, ações constantes com o torcedor, ações com empresas, ações promocionais e marketing experiencial.

Bilheteria: Ganha uma nova importância, dentro de um contexto do estádio, que incorpora a visão das receitas do dia do jogo, como consumo em bares, restaurantes, camarotes, lojas e inúmeras ações nos estádios e outras ações em dias sem partidas e em explorações comerciais das mais variadas.

Direitos de TV: são incorporados às receitas de mídia, que incluem receitas publicitárias e promocionais do site oficial, Facebook, Twitter, além de inúmeras receitas de e-commerce que podem ser desenvolvidas. Há ainda projetos em diferentes plataformas que apresentarão um crescimento acentuado nos próximos anos.

Sócios do futebol - Tornam-se essenciais para os projetos de marketing: são os heavy users. Devem ser tratados de forma diferenciada e serem vistos muito além da mensalidade paga, com inúmeras ações promocionais e comerciais, que rentabilizem essa relação. O potencial é que as receitas geradas com o sócio-torcedor possam dobrar com essas ativações.

Comparando as receitas dos maiores clubes brasileiros com os maiores europeus, fica claro o grau de amadurecimento da Europa. Por outro lado, o Velho Continente vive uma crise financeira difícil, sem precedentes. 

Esse ambiente permite uma melhora nos projetos de marketing dos clubes brasileiros, para que atraiam mais empresas patrocinadoras globais e novos investidores. 

Há espaço para as receitas de marketing, mídia e estádios de nossos clubes crescerem muito em uma nova dimensão mercadológica. 

E a perspectiva com a Copa de 2014 é extremamente positiva, o que torna esse momento atual fundamental para esse processo de mudanças. 

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2012/09/19/Nova-dimensao-das-receitas-no-futebol

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Governo reclama da falta de preparo de profissionais para a Copa


Para o deputado José Rocha, qualificação ainda não deslanchou; Mundial vai gerar 700 mil empregos

Neste ano, a Comissão de Turismo e Desporto realizou diversas audiências para avaliar a qualificação dos profissionais que vão lidar com os 600 mil turistas estrangeiros que são esperados durante a Copa.

Segundo o Ministério do Esporte, a Copa do Mundo vai gerar 330 mil empregos permanentes e 380 mil temporários. Os profissionais serão absorvidos pelo evento nas áreas de hospedagem, alimentação, recepção, segurança e serviços em geral. Os novos trabalhadores atenderão a oito milhões de visitantes em 2014, 600 mil somente no mês da competição.

“A qualificação ainda não deslanchou. Os cursos precisam ser reavaliados e isso demanda tempo. Precisamos fidelizar o turista, o que ocorrerá se ele receber um bom tratamento”, afirma o presidente da Comissão de Turismo, deputado José Rocha (PR-BA).

“As qualificações são feitas no escuro. O governo precisa fazer esse diagnóstico em cada cidade”, reclamou o diretor-presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), Moacyr Roberto Tesch Auersvald, num dos debates realizados pela comissão.

Para resolver o problema, o Ministério do Turismo pretende oferecer 250 mil vagas até 2014 em diversos cursos de capacitação profissional com recursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec).

Legado
Além de fiscalizar os preparativos para a Copa do Mundo, a Câmara está empenhada em discutir o legado do mundial. Os parlamentares questionam o destino que será dado aos estádios nas cidades que não têm times fortes de futebol, como Brasília e Manaus. Os investimentos, defendem os deputados, devem retornar para a população, mesmo após o torneio.

“A Câmara tem a dívida de construir esse legado imaterial. Deve pensar em políticas para a prática esportiva, a formação de atletas, o fortalecimento dos clubes”, diz o deputado Vicente Candido (PT-SP), que foi relator da Lei Geral da Copa (12.663/12).

O jornalista esportivo José Cruz vê com reservas os planos de se aproveitar esse legado. “Quando o governo fala em legado temos que nos lembrar do legado anunciado pelos jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007, que foi um verdadeiro fracasso, um prejuízo enorme para a cidade, para a população, para o esporte principalmente.”

“Precisamos de uma Copa do Mundo, de uma Olimpíada para projetar melhorias de uma cidade? Sem elas não seria obrigação dos governos fazerem melhorias?”, questiona o jornalista.

Mas para o assessor especial de Grandes Eventos do Ministério do Esporte, Eugenius Kaszkurewicz, a Copa do Mundo é uma oportunidade. “Sim. É uma chance de ter esforços para que essas obras sigam adiante. Essas obras serão exemplos a serem seguidos pelas cidades, e para ter um transbordamento para toda a cidade ou toda a região.”

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10692/GOVERNO+RECLAMA+DA+FALTA+DE+PREPARO+DE+PROFISSIONAIS+PARA+A+COPA.html

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Bundesliga fecha com TV da Coréia do Norte


A Bundesliga assinou um novo acordo de transmissão com a Korean Central Television (KCTV), emissora da Coréia do Norte. O contrato foi intermediado pela agência Evolution e os termos financeiros não foram divulgados. A KCTV adquiriu os direitos para transmitir uma partida por semana. 

De acordo com o diretor-executivo da DFL Sports Enterprises, Jörg Daubitzer, o acordo, que entrará em vigor a partir de setembro, não terá nenhum valor econômico. "Nosso objetivo é promover o nosso produto na Coréia do Norte, de modo que a Bundesliga se torne mais popular nesse mercado". 

"Há apenas duas opções no mercado norte-coreano, ou não há cobertura, ou de um tipo de cobertura que é vendido abaixo do valor", completou Daubitzer.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26710/Bundesliga-fecha-com-TV-da-Coreia-do-Norte/index.php

sábado, 8 de setembro de 2012

O mercado expandiu ou as pessoas mudaram de emprego?


Por Erich Beting

O São Paulo anunciou há pouco um acordo para que a Semp Toshiba seja a nova patrocinadora do clube até 2014. O negócio marca a volta da empresa de eletroeletrônico para o esporte (estava ausente desde que saiu do Santos, em 2009, e tinha feito um acordo pontual com o mesmo Santos neste ano) e, mais do que isso, dá fim a uma angústia que perdurava desde o início do ano no São Paulo, que não tinha um patrocinador principal na camisa.

Mas a pergunta subsequente ao anúncio é óbvia. O mercado de patrocínio esportivo voltou a viver um processo de expansão?

Para a Semp Toshiba o negócio é extremamente coerente. Perdendo espaço para as rivais de peso como Samsung, Sony, Panasonic e LG, a empresa brasileira explora exatamente a tática de seus rivais coreanos no passado. Patrocina o futebol para dar visibilidade à marca e, assim, aumentar a popularidade, o que pode vir a gerar mais vendas.

O problema é que o setor de eletrônicos, que é um dos principais investidores do esporte ao redor do mundo, está um tanto quanto estagnado por aqui, ainda mais depois das desastrosas saídas de LG e Samsung dos seus clubes patrocinados. Sim, as marcas seguem investindo, não mais em clubes, mas em campeonatos.

Por isso mesmo a volta da Semp para apoiar um time de grande visibilidade é um tanto quanto óbvia. Mas aí é outro ponto importante. Ela acontece não tanto pela decisão da empresa em adotar como filosofia investir no esporte, e sim pela presença de executivos que já tiveram, no passado, a experiência de usar o futebol para alavancar vendas e formar a marca da companhia.

Na segunda-feira, Eduardo Toni foi apresentado como diretor de marketing da empresa. Não à toa, Toni foi quem gerenciou boa parte do contrato São Paulo-LG, quando era o diretor de marketing da multinacional coreana. Ele já sabe o quanto dá retorno para uma marca injetar dinheiro no esporte. A decisão, aí, fica mais fácil de ser tomada, ainda mais quando o responsável por planejar a verba é o próprio executivo que tem o conhecimento prévio do negócio.

Para o São Paulo, sem dúvida o negócio é espetacular. E o clube terá de trabalhar para criar um relacionamento que dure novamente tanto tempo quanto foi o antigo acordo da LG. Mas, para o mercado, o questionamento permanece.

Será que o mercado aqueceu/expandiu ou os patrocinadores é que continuam a atuar conforme as pessoas que são responsáveis por ele mudam de emprego?

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/09/05/o-mercado-expandiu-ou-as-pessoas-mudaram-de-emprego/

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Janela de verão afeta valor de mercado dos clubes brasileiros


Por Emerson Gonçalves

Fechada a janela de transferências de verão do futebol europeu, podemos avaliar seu impacto sobre os clubes brasileiros. Segundo estudo da Pluri Consultoria, o valor de mercado dos elencos dos clubes brasileiros da Série A caiu 4% ou 43 milhões de euros, equivalentes a 108 milhões de reais, passando de um total de 1,02 bilhão de euros para 0,978 bilhão,  De acordo com a consultoria, essa queda só não é maior porque Lucas permanece no São Paulo até o final dessa temporada.

O Brasil continua tendo o 6º campeonato mais valioso do mundo, atrás da Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França, e imediatamente acima da Rússia. Santos, São Paulo e Corinthians permanecem com os três elencos mais valiosos e com a valorização de Lucas o São Paulo passar a ser o segundo time a superar a marca de 100 milhões de euros no valor do elenco.


Quem ganhou, quem perdeu

Ainda graças à permanência de Lucas, o elenco do São Paulo foi o que mais se valorizou, embora seja uma situação com prazo de validade determinado (31 de dezembro desse ano). Na sequência, tivemos as valorizações dos elencos do Atlético Mineiro (graças, sobretudo, a Bernard) e o Sport Recife.

No total, além do São Paulo somente oito outras equipes saíram desse período de janela com elencos mais valorizados: Náutico, Sport, Ponte Preta, Figueirense, Bahia, Coritiba, Atlético Mineiro e Cruzeiro.

Na outra ponta, o elenco que mais sofreu com a janela foi o do Internacional, principalmente pela perde de Oscar, com uma redução de 20% no seu valor: de de 82,0 para 65,5 milhões de euros. Depois vem o Vasco, com uma redução de 24%, equivalente a 16,3 milhões, com as saídas de Rômulo, Diego Souza, Fagner e Alan. Na sequência vem o elenco do Santos, cujo elenco perdeu valor graças à desvalorização do valor de mercado de Ganso.

Considerando o ranking, o Atlético Mineiro foi o que mais subiu, da 9ª para a 6ª posição, enquanto Vasco perdeu 4 posições – da 6ª para a 10ª – e o Internacional perdeu duas, passando de 3º para 5º elenco mais valioso.

Os analistas da Pluri consideram que é fundamental ajustar o calendário do futebol brasileiro ao europeu (e hoje mundial, praticamente), para evitar essas mexidas justamente no meio do Campeonato Brasileiro, agravadas pela impossibilidade de contratar jogadores de outros clubes na disputa, devido ao limite de sete jogos, nessa altura, já ter sido atingido pela maioria dos atletas de maior interesse.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2012/09/03/janela-de-verao-afeta-valor-de-mercado-dos-clubes-brasileiros/

sábado, 25 de agosto de 2012

Em contagem regressiva para megaeventos, abriesp foca na cadeia produtiva no esporte


EM CONTAGEM REGRESSIVA PARA MEGAEVENTOS, ABRIESP FOCA NA CADEIA PRODUTIVA NO ESPORTE

  O Brasil será o País do esporte com a Copa do Mundo e as Olimpíadas nos próximos quatro anos e deve gerar impacto econômico de mais de R$ 280 bilhões

  São Paulo (SP) – Associação Brasileira da Indústria do Esporte (Abriesp) está preparada para atender a demanda prevista para os megaeventos, que serão realizados no País a partir de 2014, com a Copa do Mundo de Futebol. A entidade, com 44 filiados, tem projetos especiais para a cadeia produtiva do esporte, que movimenta materiais, equipamentos, infraestrutura e prestação de serviços. O chamado ciclo virtuoso inclui também as Olimpíadas de 2016 e deve gerar impacto de R$ 280 bilhões na economia nacional. Para aproveitar e ampliar essas oportunidades, a Abriesp estuda ampliar a aproximação com o poder público e outras instituições como a FIESP. As ações conjuntas são fundamentais para as nossas empresas se fortalecerem. Estimulamos, desde a última gestão, intercâmbio, geração de negócios e transferência de tecnologias, revela Maurício Fernandez, presidente da Associação.

O Ministério do Esporte indica que o investimento nas cidades-sedes da Copa do Mundo está orçado em R$ 30 bilhões. As ações devem resultar na criação de 710 mil vagas divididas entre as áreas de infraestrutura esportiva, máquinas, equipamentos, materiais, acessórios e prestação de serviços.

A indústria do esporte precisa estar atenta ao crescimento econômico do Brasil. Os megaeventos serão fundamentais nesse processo, mas é preciso sensibilizar os governos em suas três esferas, sobre um tratamento tributário diferenciado, que permita que a indústria nacional possa investir em modernização e novas tecnoçogias, explica o presidente da Abriesp. O empresário Maurício Fernandez reforça que a atual gestão, periodicamente, cobra dos órgãos públicos apoio à cadeia produtiva do esporte, além de incentivar a criação de novas leis de incentivo ao esporte em estados e municípios que ainda não as possuam.

Segundo Eduardo Sayeg, Secretário Executivo da entidade desde 2007, a Abriesp realizará em novembro, durante o Sports Business Congress, uma importante rodada de negócios entre empresas nacionais e 25 empresas internacionais, selecionadas pela Messe-Muenchen (Feiras de Munique), que virão a São Paulo para esse fim. O encontro terá apoio da FIESP e do SEBRAE.

Sobre a Abriesp – A Associação Brasileira da Indústria do Esporte foi fundada em março de 2005 e reúne 44 empresas divididas em quatro Câmaras Setoriais: infraestrutura esportiva, máquinas e equipamentos, materiais e acessórios esportivos e prestação de serviços no setor. O objetivo da associação é assessorar todas as afiliadas junto aos órgãos públicos e entidades privadas, além de criar oportunidades de negócios.

A Abriesp, uma entidade de âmbito nacional, sem fins lucrativos e que congrega e representa empresas de produtos e serviços do esporte, é presidida por Maurício Fernandez, da GMF Promoções Esportivas, e tem como vice-presidente Sérgio Schildt, da Recoma.

Mais informações : www.abriesp.com.br

Flávio Perez – Mtb.: 45562
E-mail: flavio@zdl.com.br
Tel: 55 11 7803-5831 Nextel 86*87510
Siga a ZDL no twitter:twitter.com/ZDLcomunica e no facebook ZDL Comunicação

Fonte: http://www.dinheironaconta.com/2012/08/24/em-contagem-regressiva-para-megaeventos-abriesp-foca-na-cadeia-produtiva-no-esporte/

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SysPET fecha com clubes e cresce no mercado


Por Mauro Zafalon

A paixão por clubes de futebol não é mais uma exclusividade dos armários de donos. A SysPET começou a desenvolver há quatro meses uma linha de artigos para animais domésticos com marcas de times de futebol. A marca já fechou com Grêmio, Internacional e sete equipes do Estado de São Paulo.

“No início, até pelo fato de a companhia ser do Rio Grande do Sul, fechamos com o Grêmio e o com o Internacional. Posteriormente, decidimos investir no mercado do Estado de São Paulo”, relembrou Carlos Hallai, diretor comercial da empresa Planejar, que controla a SysPET.

Até o momento, a empresa possui vínculo com sete equipes paulistas: Corinthians, Palmeiras, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano e São Paulo. O lançamento oficial dos produtos dos quatro grandes ainda não foi realizado. No entanto, os artefatos já estão sendo vendidos normalmente.

O trabalho da marca não se restringe a apenas fabricar mercadorias. Ela também ajuda na recuperação de animais perdidos. Além de se mobilizar pela causa, a companhia possui um registro com todos os dados dos bichos que utilizam suas peças, o que facilita encontrá-los caso eles se percam.

“Ver um animal perdido é uma sensação tão triste quanto ver uma criança nas mesmas condições. Fazemos um grande esforço para ajudá-los a achar seus donos. Com os nossos procedimentos, a probabilidade de sucesso aumenta em 80%”, afirmou Hallai.

Apesar de pouco tempo de relação com os times de futebol, a SysPET sonha alto. Após o êxito com gaúchos e paulistas, a empresa projeta expansão nacional. “Nosso próximo objetivo é fazer parcerias também com os quatro grandes do Rio de Janeiro”, completou o diretor da marca.      

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26492/SysPET-fecha-com-clubes-e-cresce-no-mercado/index.php

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Olimpíadas ajudam a baixar desemprego no Reino Unido a 8%


Foi a quinta queda consecutiva do indicador

LONDRES — A taxa de desemprego do Reino Unido caiu para 8% no segundo trimestre do ano, ante os 8,1% reportados nos três meses até maio, informou nesta quinta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas britânico (ONS, na sigla em inglês).
Apesar da recessão, é a quinta queda consecutiva no indicador, um provável reflexo do aumento da demanda de mão de obra em Londres, por causa das Olimpíadas.
O ONS diz que o número de desempregados em Londres caiu em 42 mil nos três meses até junho. O número de desempregados em todo o Reino Unido caiu em 46 mil de abril a junho, para 2,56 milhões. Já os pedidos de seguro-desemprego em julho recuaram em 5,9 mil, contrariando a previsão de analistas, que esperavam aumento de entre 6 mil e 7 mil pedidos.
O número de empregados subiu em 201 mil nos três meses até junho, a maior alta desde o período de maio a julho de 2010, elevando o total para 29,5 milhões. A taxa de emprego, no entanto, caiu para 71%, a menor desde maio de 2009.
Dados complementares do ONCS mostram que os ganhos médios — excluindo o pagamento de bônus — subiram 1,8% nos três meses até junho, estável na comparação com a pesquisa de maio. Incluindo o pagamento de bônus, os ganhos médios subiram 1,6% de abril a junho.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/olimpiadas-ajudam-baixar-desemprego-no-reino-unido-8-5793829#ixzz23chK13tF

domingo, 12 de agosto de 2012

LONDRES "ESQUECE" JOGOS PARALÍMPICOS


NAS RUAS DA CAPITAL BRITÂNICA HÁ POUCAS MENÇÕES À PARALIMPÍADA, QUE PARA MUITAS EMPRESAS REPRESENTA UMA OPORTUNIDADE ÚNICA DE MOSTRAR PRODUTOS E FAZER NEGÓCIO

Por Rodrigo Capelo

Durante os Jogos Olímpicos de Londres, um dos personagens que mais ganhou destaque na mídia foi Oscar Pistorius, velocista sul-africano que teve as duas pernas amputadas dos joelhos para baixo quando tinha apenas 11 meses de vida, mas que conseguiu um tempo alto suficiente para disputar a Olimpíada britânica. Mas, apesar de o caso dele ter comovido muita gente em todo o mundo, os Jogos Paralímpicos ficaram em segundo plano na cidade.

Nas ruas de Londres, infestadas com propagandas de empresas, as referências à Paralimpíada deste ano são bastante escassas. A pedido da Época NEGÓCIOS, Edwin Asberg, brasileiro que atua na agência de marketing esportivo Sport+Martk AG e está na Alemanha cursando mestrado em gestão desportiva pela Universidade Alemã do Esporte de Colônia, conta sobre o cenário que encontrou no país.

"Os Jogos Paralímpicos vão acontecer logo após os Olímpicos, porém quase nada é visto em relação ao evento, além de algumas sinalizações oficiais pela cidade. O foco, naturalmente, está na Olimpíada, evento maior e com maior retorno às empresas envolvidas", relata Asberg. É bom lembrar que um grupo de 42 companhias, interessadas nas competições "principais", despejou R$ 3,4 bilhões em patrocínios na edição de Londres.

Outro mercado
A justificativa pela menor exposição, conforme explicou Asberg, está no fato de a maioria dos patrocinadores se interessar mais pelos Jogos Olímpicos. Mas também há espaço para fazer negócio nos Paralímpicos. Novamente traçando um paralelo, enquanto fabricantes de materiais esportivos como Nike, Adidas e Puma se enfrentam para conseguir espaço para suas marcas em Londres, o mesmo desafio tem a Otto Bock, fabricante de próteses.

A lógica é simples: centenas de atletas com mobilidade reduzida estarão disputando medalhas de ouro, prata e bronze entre 29 de agosto e 9 de setembro. A maioria deles, por sua vez, usa algum equipamento durante as competições. "É como uma feira mundial de tecnologia ortopédica", definiu Rüdiger Herzog, porta-voz da Otto Bock, patrocinadora da Paralimpíada há 24 anos, à revista The Economist.

Depois de mais de duas décadas apoiando financeiramente essa versão da Olimpíada, a corporação credita a ela o crescimento que tem registrado em seu faturamento. Apenas em 2011, US$ 811 milhões foram arrecadados com produtos ligados à saúde. E a tendência é seguir em alta nos próximos anos, principalmente com a melhora econômica dos países emergentes, nos quais deficientes ainda não têm tanto dinheiro.

Outra peculiaridade desse mercado é que, nos Jogos Paralímpicos, os equipamentos tendem a ser menos sofisticados do que aqueles usados por cidadãos comuns. Um velocista como Oscar Pitorius, por exemplo, precisa de próteses que sejam mais leves e tenham melhor aderência à pista de corrida, enquanto as normais são feitas para vários pisos, como paralelepípedos, escadas e lama.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Olimpiada/noticia/2012/08/londres-esquece-jogos-paralimpicos.html

TURISMO AQUECE EM LONDRES, E TRANSAÇÕES COM VISA CHEGAM A US$ 1,4 BILHÃO


APENAS NA PRIMEIRA SEMANA DE COMPETIÇÕES, OPERADORA DE CARTÕES REGISTROU US$ 716 MILHÕES EM COMPRAS NA CAPITAL INGLESA E EXPÔS SUA MARCA POR TODA A CIDADE

Por Rodrigo capelo

A Visa, patrocinadora oficial desta edição dos Jogos Olímpicos, divulgou que no período entre 30 de julho e 5 de agosto, a primeira semana logo após a abertura, o volume de transações feitas por consumidores com seus cartões chegou a U$ 716 milhões. Ao todo, esse indicador já alcançou a marca de US$ 1,4 bilhão. O levantamento começou na semana anterior à passada, quando algumas competições já estavam em andamento, mesmo antes da abertura.

Vale lembrar que a companhia, por ter adquirido uma cota de patrocínio da Olimpíada, possui exclusividade nas arenas nas quais são realizadas as competições. Ou seja, nada de MasterCard ou American Express. Em termos gerais, 57% do volume total de negócios feitos em Londres correspondem às transações feitas com cartões da empresa.

A Visa, também por ser parceira oficial do Comite Olímpico Internacional (COI), expõe sua marca nas ruas da capital inglesa. Ao contrário de não patrocinadores, que têm de inventar maneiras criativas para conseguir tirar uma casquinha do evento, a operadora de cartões está amplamente inserida em locais públicos e privados.

"Os parceiros oficiais promovem campanhas de forma mais usual. São peças nos famosos ônibus britânicos, e outdoors também são largamente utilizados. No parque olímpico, patrocinadores têm suas áreas para relacionamento com público e clientes, além de ter pontos de venda, como no caso do McDonald's e sua grande loja", relata Edwin Asberg, brasileiro que atua na agência de marketing esportivo Sport+Martk AG e está na Alemanha cursando mestrado em gestão desportiva pela Universidade Alemã do Esporte de Colônia.

Ainda sobre as transações realizadas na primeira semana de Olimpíada, é interessante notar que os gastos mais do que triplicaram entre turistas das Américas Central e do Sul em comparação ao ano passado em Londres. A Nicarágua teve crescimento de 384%; Honduras, de 338%; Guatemala, de 324%; e Bolívia, de 309%. Isto é, os Jogos Olímpicos levaram um novo consumidor ao Reino Unido que, eventualmente, pode voltar no futuro.

O volume de compras muito acima do comum em Londres já era esperado, é claro, e por isso a Visa preparou esquema com mais de 140 mil estabelecimentos comerciais atendidos, incluindo cinco mil táxis apenas na cidade de Londres.

Quem gastou mais?Valor das transações
Estados UnidosUS$ 85,5 milhões
JapãoUS$ 50,9 milhões
FrançaUS$ 41,5 milhões
ItáliaUS$ 39,5 milhões
AustráliaUS$ 35,3 milhões
IrlandaUS$ 32,4 milhões
EspanhaUS$ 31,1 milhões
AlemanhaUS$ 30,9 milhões
CanadáUS$ 24,1 milhões
SuéciaUS$ 23,4 milhões
Fonte: Visa


Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2012/08/turismo-aquece-em-londres-e-transacoes-com-visa-chegam-us-14-bilhao.html

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Adidas celebra recorde de venda com Jogos


Por Erich beting

Os patrocínios ao time britânico e aos Jogos Olímpicos de 2012 fizeram com que a Adidas assistisse a um crescimento recorde no mercado inglês durante o primeiro semestre de 2012. A empresa alemã acaba de divulgar os resultados diretos do patrocínio às Olimpíadas no negócio da companhia.

“Nossa presença nos Jogos Olímpicos foi fantástica. Ela traduziu-se por um recorde nas vendas de produtos licenciados olímpicos e, também, da Adidas no Reuno Unido. O passo foi dado para alcançarmos a liderança no mercado britânico em 2015”, afirmou Herbert Hainer, CEO da fabricante alemã.

Segundo a empresa, houve um incremento de 24% nas vendas da marca no primeiro semestre de 2012, impulsionadas pelos artigos licenciados das Olimpíadas e pelos produtos do time britânico. Além disso, os produtos licenciados das Olimpíadas venderam 250% a mais do que em Pequim, quando pela primeira vez o mercado chinês, o mais populoso do mundo, recebeu o evento.

“Patrocinar o time britânico nos proporciona um alcance local muito forte. Não é como ser a bola da Copa do Mundo, que consegue vender 15 milhões de unidades em todo o mundo, mas tem um forte impacto local”, afirmou à Máquina do Esporte Thomas van Schaik, diretor global de marca da Adidas.

As vendas de produtos do “Team GB” foram uma das maiores responsáveis pelo sucesso da fabricante na Inglaterra durante as Olimpíadas. Desenhadas pela estilista Stella McCartney, as roupas usadas pelos atletas britânicos têm ocupado boa parte das prateleiras das lojas e do figurino dos ingleses em Londres.

O sucesso olímpico reforça o bom momento que a fabricante alemã já havia vivido com a Eurocopa, realizada entre junho e julho na Ucrânia e na Polônia. Segundo a Adidas, as vendas do futebol chegaram a 1,6 bilhão de euros, recorde histórico da companhia.

“Nossa associação com os principais eventos esportivos do mundo nos permite criar uma diferenciação. Nossos resultados até agora neste ano mostram claramente o quão bem sucedidos são nossos patrocínios e o quanto eles são importantes para manterem o ritmo de nossos negócios”, concluiu Herbert Hainer.

* O repórter viaja a convite da Adidas

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/26/26326/Adidas-celebra-recorde-de-venda-com-Jogos/index.php