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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Aneel aponta atraso em obras de energia para a Copa


Maioria dos atrasos não oferece risco iminente, segundo relatório. 
Diretor-geral da agência nega risco de faltar energia durante o mundial.

Por Fábio Amato

Obras consideradas prioritárias para a garantia de fornecimento de energia nas cidades-sede dos jogos da Copa de 2014 estão atrasadas, aponta relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). De acordo com o documento, publicado em dezembro, Porto Alegre é a cidade onde a situação mais preocupa. A fiscalização da agência aponta que estão atrasadas 96% das obras tocadas pela CEEE, concessionária de distribuição de energia na capital do RS.

“A situação das obras, necessárias à garantia de fornecimento de energia em Porto Alegre na Copa de 2014, causa preocupação e pode comprometer o abastecimento da cidade-sede, caso não sejam tomadas as providências necessárias para a recuperação do cronograma”, diz o relatório sobre a situação em Porto Alegre.
Nesta terça-feira (22), no entanto, o diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, disse que “em hipótese nenhuma” há risco de faltar energia nas cidades-sede da Copa. “Muitas obras daquelas ali são secundárias. Nós estamos levantando tudo e acionando as empresas para a gente recuperar tudo isso aí até a Copa”, afirmou.

Manaus, Brasília, Rio e Belo Horizonte
O documento ainda cita que “merece especial atenção” a situação das obras tocadas pelas concessionárias AmE (Manaus), CEB (Brasília), Light (Rio de Janeiro) e Cemig (Belo Horizonte). Em Manaus, diz o levantamento, foram encontradas atrasos em 5 das 10 obra consideradas prioritárias. Em Brasília, as obras em atraso “representam riscos de não abastecimento do estádio na Copa das Confederações.”

A Aneel aponta ainda que, na comparação com o relatório anterior, “houve aumento no número de obras atrasadas” entre as realizadas pela Light, que agora estão em 41%. Já a Cemig registra atraso em 15 das 37 obras que se comprometeu a fazer para atender a Belo Horizonte durante a Copa de 2014.

Apesar do diagnóstico, o documento aponta, em sua conclusão, que “a maioria desses atrasos não oferece risco iminente ao abastecimento de energia para a Copa de 2014.” De acordo com a fiscalização da Aneel, ainda é possível que as concessionárias de distribuição compensem os atrasos “com a urgente aceleração do ritmo de implantação das redes e subestações de distribuição elencadas.”

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/01/aneel-aponta-atraso-em-obras-para-garantir-energia-na-copa.html

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Monitoramento em tempo real das obras da Copa tem números defasados


Por Eduardo Bresciani

BRASÍLIA - Além do planejamento deficiente, o monitoramento em tempo real das obras da Copa do Mundo prometido pelo governo federal está longe da realidade. O Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU) - www.portaldatransparencia.gov.br/copa2014 - tem números defasados. O órgão afirma que os dados são publicados assim que recebidos dos órgãos executores, especialmente estados e municípios, que seriam os culpados por eventual desatualização.

Estádios concluídos, como Castelão, em Fortaleza, e Mineirão, em Belo Horizonte, aparecem no Portal da Transparência como tendo a execução financeira próxima a 50%. Os estádios privados, como o do Corinthians, em Itaquera, na zona leste de São Paulo, não teriam ainda nem saído do papel.

Para obter um parâmetro mais realista do andamento das obras, o governo federal instituiu um grupo interministerial coordenado pela pasta do Esporte. Este órgão, responsável pela atualização da matriz, organiza também um levantamento chamado de balanço da Copa. O último foi divulgado em dezembro e o governo preferiu dar destaque ao fato de as obras estarem em andamento em vez de dados sobre os investimentos já realizados nas obras de infraestrutura.

O balanço é divulgado em um outro portal, alimentado pelo Ministério do Esporte, o Portal da Copa (www.copa2014.gov.br). Os dados de cada sede, porém, nem sempre trazem os mesmos parâmetros. Em alguns casos há dados detalhados sobre o ritmo da obra com a execução prevista para a data e a efetivamente realizada, mas, em outras sedes, essa informação não está disponível. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,monitoramento-em-tempo-real-das-obras-da-copa-tem-numeros-defasados,983612,0.htm

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Ministério divulga balanço das obras nos estádios para a Copa


Seis estádios ficarão prontos para a Copa das Confederações. Os demais serão entregues seis meses antes do Mundial

BRASÍLIA - No balanço das ações do governo para a Copa de 2014, que será divulgado nesta quarta-feira, o Ministério do Esporte anunciará em que pé estão as obras para o Mundial, e para a Copa das Confederações, ano que vem, em várias áreas: estádios, mobilidade urbana, aeroportos, portos, segurança, telecomunicações, energia, saúde e outras. O relatório do ministério descreve que dos 12 estádios, seis estarão concluídos até a Copa das Confederações, que acontece um ano antes da Copa do Mundo, e os outros seis serão entregues seis meses antes do Mundial.
Dos seis estádios da Copa das Confederações, como se sabe, dois já foram concluídos: Castelão (Fortaleza) e Mineirão (Belo Horizonte). A situação dos outros quatros, dirá o ministério, é a seguinte, neste momento: Fonte Nova (Salvador), 83% concluído; Mané Garrincha (Brasília), 78%; Arena Pernambuco (Recife), 77% concluído; e Maracanã (Rio), 75% concluído.
Os estádios da Copa receberam, até agora, desembolso de R$ 1,9 bilhão estatal, cerca de 51% do total financiado. Nos projetos de mobilidade urbana, que envolvem recursos federais, montante de R$ 9 bilhões, 45 dos 53 projetos estão em andamento. Os demais, segundo o governo, iniciarão no primeiro trimestre de 2013. Envolvem 26 corredores e vias, 15 BRTs, 10 empreendimentos de estações, terminais e centros de controle de tráfego, entre outros.
Nos aeroportos, o investimento é de R$ 6,8 bilhões. Oito empreendimentos foram concluídos este ano e concessionárias assumiram operações em três deles. Ao todo, os projetos envolvem 21 novos terminais de passageiros, sete pistas e pátios de aeronaves e duas torres de controle. Além disso, cinco portos passam por obras, cuja previsão de conclusão é em 2013.
No quesito infraestrutura de suportes e serviços, o Ministério do Esporte informa que, nas telecomunicações, a Telebrás cuida de 12 projetos para expansão de rede metropolitana de fibra ótica. E que 70% dessas obras destinadas a servir a Copa das Confederações já estão concluídos.
Na área de turismo, o governo assegura que estão em andamento cerca de 400 intervenções nas cidades-sede e que, todas, serão entregues até dezembro de 2013. Na qualificação profissional para atender turistas, há 240 mil vagas oferecidas, em 117 municípios. E, até agora, 119 mil pessoas já estariam pré-matriculados e outros 54 mil já matriculados. Na segurança pública, dos 14 Centros Integrados de Comando e Controle, 12 já foram iniciados.
Chama a atenção os detalhes na estratégia de segurança para a Copa, que envolverá as tropas militares, as polícias Federal, Rodoviária, Força Nacional, GSI, além dos órgãos locais, como PMs e Bombeiros. O gasto militar previsto é de R$ 700 milhões, dinheiro que será empregado em ações como controle do espaço aéreo, defesa marítima, prevenção e combate ao terrorismo e até fiscalização de explosivos. Já foram adquiridos, segundo o documento do ministério, alguns equipamentos e sistemas, como kit antibomba, armamento e munição letal e salas cofre. Em licitação compra de máscaras anti-gás e plataforma móvel de observação.
Na área de comunicação e marketing, o objetivo é "projetar a imagem do Brasil como país competitivo e inovador, com grande potencial de negócios e capacidade de realização, que se desenvolve de maneira sustentável e com inclusão social". E mais: "reforçar a imagem do Brasil como país hospitaleiro, criativo, alegre, unido, trabalhador, aguerrido, que valoriza a diversidade e rico em belezas naturais".


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/ministerio-divulga-balanco-das-obras-nos-estadios-para-copa-7134155#ixzz2GH2KNMcI

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

TCU aponta ineficiência em obras da Copa e sugere que Dilma retire investimentos


Tribunal de Contas da União aponta que 38 de 44 obras ainda não tiveram desembolso

O TCU (Tribunal de Contas da União) apresentou uma auditoria nesta quinta-feira que coloca em alerta o andamento das obras da Copa de 2014 . Segundo o órgão, 38 das 44 obras de mobilidade financiadas pela Caixa Econômica Federal não tiveram nenhum desembolso a menos de dois anos do início do Mundial. Em algumas dessas obras o empréstimo não foi sequer pedido.

Com esse quadro o tribunal sugeriu ao governo federal que retire os investimentos para Copa das suas prioridades. A notícia vem no mesmo dia em que a Fifa anunciou as seis sedes da Copa das Confederações . Quatro delas estão com obras em atraso.

Parte das obras recebeu o maior montante de seus recursos dos Estados e municípios, mas sem o uso da verba federal correm o risco de não serem construídos. Ao todo, 35% dessas têm data de previsão de entrega meses antes da Copa, marcada para começar em 12 de junho de 2014. Atrasos podem ocorrer dada a demora nos trâmites dos financiamentos

O ministro Valmir Campelo, relator dos processos de acompanhamento da Copa no TCU, é quem sugere que o governo reavalie os investimentos já que alguns deles podem não ser concluídos antes do Mundial. 

Segundo Campeolo, o Ministério das Cidades, responsável pelo acompanhamento dos projetos de mobilidade, tem confiado nos relatórios dos Estados e municípios quando uma fiscalização mais próxima deveria estar em curso. Ele demonstra maior preocupação com a situação dos aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Cumbica, em Guarulhos, por terem previsão de entrega das obras às vésperas da Copa. Em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, a licitação para a reforma da pista não foi aprovada.

Mecanismos de fiscalização são expostos em conferência anticorrupção em Brasília 
No segundo dia da 15ª IACC (Conferência Internacional Anticorrupção), que acontece até sábado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o secretário nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Luís Antonio Paulino garantiu que o Brasil tem mecanismos para garantir que os investimentos públicos serão fiscalizados.

“Temos dois sites, um do Governo Federal e outro do Senado, que atualizam dados sobre os gastos com as obras para a Copa do Mundo”, assegurou Paulino. “E os investimentos são fiscalizados pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU)”, completou.

Fonte: http://esporte.ig.com.br/futebol/2012-11-08/tcu-aponta-ineficiencia-em-obras-da-copa-e-sugere-que-dilma-retire-investimentos.html?utm_source=twitter&utm_medium=posts&utm_campaign=social

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Paes quer diminuir uso de dinheiro público em obras dos Jogos de 2016


Prefeito do Rio apresentou projetos de lei para viabilizar construção do IBC e do campo de golfe

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, apresentou ontem (5), na Câmara dos Vereadores, três projetos de lei com alterações urbanísticas para viabilizar as obras dos Jogos Olímpicos de 2016. 

Entre as propostas está o aumento do gabarito dos prédios do IBC (International Broadcast Center, o Centro Internacional de Transmissão) e a ampliação da área do campo de golfe no Parque Municipal de Marapendi, na zona oeste do Rio.

De acordo com Paes, os dois projetos transferem para a iniciativa privada o ônus de construir as obras, que antes seriam custeadas pelos cofres públicos.

Além disso, uma terceira proposta garante isenções de impostos para obras na região portuária do Rio, dentro do projeto Porto Maravilha.

Sobre o IBC, a proposta é aumentar o limite de pavimentos, que hoje é de 12 andares, para 18. Assim, o empreendimento se torna rentável para a exploração de um consórcio de empreiteiras, nos mesmos moldes do que acontece no Parque Olímpico.

Segundo a presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Sílvia Bastos Marques, "pela primeira vez numa Olimpíada encontrou-se uma fórmula para fazer um IBC com recursos privados".

"No Rio, estimamos que o custo possa chegar a quase R$ 400 milhões. É um investimento que exige obras completas, para atender a emissoras de TV que transmitem o evento, e que não deixa qualquer legado para a cidade. Um prédio desses tem uma série de particularidades, como pé-direito alto, já que por dentro chegam a circular caminhões. São apenas dois pavimentos, mas a altura equivale à de um prédio de cinco andares", disse.

Já a proposta para o campo de golfe da Olimpíada visa a ampliar os limites de uma Área de Proteção Ambiental (APA) em um parque natural em Marapendi, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Paes pediu caráter urgência na votação dos projetos de lei, o que deve acontecer até o dia 15 de dezembro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11000/PAES+QUER+DIMINUIR+USO+DE+DINHEIRO+PUBLICO+EM+OBRAS+DOS+JOGOS+DE+2016.html

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

60% das pessoas acreditam na conclusão das obras da Copa, diz pesquisa


Otimismo acontece porque monitoramento da Fifa é constante, diz empresa que realizou o levantamento

A maioria dos brasileiros acredita que as obras da Copa estarão prontas a tempo. É o que aponta pesquisa realizada pelo Skyscanner, buscador online de passagens aéreas promocionais e hotéis.

De acordo com a pesquisa, 59,2% dos entrevistados se mostraram otimistas com a conclusão das obras do Mundial dentro do prazo. Em relação ao levantamento anterior, realizado em março, o número mais que dobrou --na ocasião, só 26% diziam acreditar na conclusão das obras. 

Para o diretor da empresa, Mateus Rocha, a mudança de percepção dos entrevistados se deve ao fato de que a Fifa está cobrando e monitorando de perto os gestores da Copa no Brasil.

"Ao que tudo indica as pressões feitas pela Fifa estão surtindo efeito e levando a população a acreditar no cumprimento dos prazos”, explica.

Quase 4 mil pessoas foram entrevistadas no último mês de setembro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10953/60+DAS+PESSOAS+ACREDITAM+NA+CONCLUSAO+DAS+OBRAS+DA+COPA+DIZ+PESQUISA.html

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BNDES aprova R$ 920 mi para obras em áreas portuárias de Pernambuco


Trabalhos serão feitas diretamente pelo estado ou por meio do Complexo Industrial Portuário de Suape

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou o financiamento de R$ 920,3 milhões para o governo de Pernambuco implantar o Programa de Desenvolvimento da Infraestrutura de Áreas Portuárias no Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros (Suape), localizado nos municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.

As intervenções serão feitas diretamente pelo estado ou por meio do Complexo Industrial Portuário de Suape, informou a assessoria de imprensa do BNDES. A expectativa é que as obras gerem em torno de 2 mil empregos.

Além de intervenções portuárias, rodoviárias, ferroviárias e retroportuárias, o projeto prevê a construção do Centro de Tecnologia Ambiental, onde serão feitas pesquisas e estudos sobre recuperação de áreas degradadas e a produção de mudas.

O Complexo de Suape abriga hoje empreendimentos como o Estaleiro Atlântico Sul. Outros empreendimentos, entre os quais a  Refinaria Abreu e Lima e o terminal ferroviário da Transnordestina, também ficarão no local.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10706/BNDES+APROVA+R+920+MI+PARA+OBRAS+EM+AREAS+PORTUARIAS+DE+PERNAMBUCO.html

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Câmara fiscaliza obras para Copa do Mundo e Olimpíada


Infraestrutura requerida, a aplicação de dinheiro público e os prazos são alguns temas discutidos

A infraestrutura requerida, a aplicação de dinheiro público, o cumprimento do prazo das obras e sua sustentabilidade, o sistema de transportes, a capacitação de trabalhadores e o aumento no número de turistas durante o mundial foram alguns dos temas discutidos na Câmara. O andamento de algumas obras também foi conferido em visitas de parlamentares às cidades-sede da Copa.

O governo federal garante que o Brasil não fará feio. “O calendário está em dia, não há atraso. Nós acompanhamos as obras semanalmente”, diz o ministro do Esporte, Aldo Rebelo. “Temos apenas o plano A, que é concluir tudo antes do prazo. Há as obras essenciais para a Fifa [Federação Internacional de Futebol] e as que o governo acrescentou, como a ampliação de aeroportos e a infraestrutura de acesso aos estádios.”

O governo promete entregar até 85% das obras até 2013, mas até abril desse ano só 20% delas haviam sido concluídas. “Temos ciência de que algumas obras estão atrasadas”, admite o assessor especial de Grandes Eventos do Ministério do Esporte, Eugenius Kaszkurewicz.

“Os relatórios do Tribunal de Contas da União são assustadores, eles mostram que há problemas de atraso”, afirma o jornalista esportivo José Cruz. Ele também critica a falta de informações dos órgãos do governo. “A transparência existe, mas com atraso de seis, sete, oito meses. Então, contrariando o discurso do então presidente Lula de que teríamos a Copa mais transparente, isso não está acontecendo.”

Estádios
Os estádios das 12 cidades-sede receberão R$ 6,8 bilhões. O ministro Aldo Rebelo reforça que seis deles – os de Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e Recife – serão entregues até fevereiro de 2013, a tempo da Copa das Confederações, marcada para o próximo ano.

Os outros seis – em Cuiabá, Manaus, São Paulo, Natal, Porto Alegre e Curitiba – têm entrega prevista até o fim de 2013.

Em relação aos estádios, os deputados estão tranquilos. Eles acreditam que as arenas realmente ficarão prontas no prazo “[No Maracanã] já foram concluídos 59% das obras e as irregularidades encontradas pelo TCU [Tribunal de Contas da União] foram corrigidas”, exemplifica o presidente da Subcomissão Permanente da Copa de 2014 e Olímpiadas de 2016, deputado Marcelo Matos (PDT-RJ). O Maracanã, no Rio de Janeiro, foi uma das obras visitadas pelos parlamentares.

A subcomissão presidida por Matos é vinculada à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Até o fim do ano, o grupo deve concluir um relatório sobre a situação dos aeroportos de Guarulhos e de Brasília, que ainda serão visitados.

Os parlamentares também estão tranquilos quanto à ampliação de aeroportos das cidades-sede. Conforme os dados do governo, 85% dos empreendimentos serão concluídos até 2013. Os investimentos no setor somam R$ 7,4 bilhões, sendo R$ 3,6 bilhões do setor privado.

No entanto, um levantamento da Embratur estima que no dia do jogo da abertura da Copa do Mundo, que acontecerá em São Paulo, essa capital vai receber 600 voos a mais do que os programados. "Nós temos aeroportos preparados para receber esses voos?” pergunta o jornalista José Cruz.

Eugenius Kaszkurewicz garante que não haverá problemas. “Vários aeroportos subsidiarão esse movimento durante a Copa, inclusive bases militares que também serão utilizadas.”

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10688/CAMARA+FISCALIZA+OBRAS+PARA+COPA+DO+MUNDO+E+OLIMPIADA.html

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Londres inicia obras de transformação de áreas olímpicas


Trabalhos devem demorar dois anos e o projeto prevê a remodelação da zona olímpica em um parque

A cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos, realizada neste domingo, marcou o fim das festividades esportivas na cidade de Londres, após um período no qual a capital britânica foi palco de diversas provas esportivas, incluindo as dos Jogos Olímpicos.

Nesta segunda-feira, um desfile de atletas paralímpicos pelo centro da cidade sela o começo da transformação das instalações olímpicas em áreas urbanas para uso da população. As obras devem demorar dois anos e o projeto prevê a remodelação da zona olímpica em um parque, que terá o nome de Rainha Elizabeth.

Dentro de um ano, no verão europeu de 2013, deve ser aberta a parte norte de um espaço que, quando estiver completo, contará com 180 hectares de área verde e outros 50 de praça urbana. Atualmente, o local é ocupado pelo Estádio Olímpico, o Centro Aquático e a torre Orbit, do escultor anglo-indiano Anish Kapoor.

As máquinas de construção, que abandonaram o Parque há apenas um mês e meio, voltarão ao local na semana que vem para começar a remodelação dos recintos esportivos permanentes e para desmontar os provisórios.

Um deles é a Arena de Basquete, uma instalação com capacidade para 12 mil espectadores, que custou 40 milhões de libras (R$ 129,8 milhões), e que desaparecerá totalmente.

Outra grande remodelação será realizada no Estádio Olímpico, que terá a capacidade reduzida de 80 para 55 mil espectadores, e apesar de não haver uma definição sobre qual uso terá o espaço, o time de futebol West Ham surge como interessado pelo local.

O Centro Aquático, desenhado pela arquiteta anglo-iraquiano Zaha Hadid, sofrerá mudanças drásticas ao ter duas arquibancadas laterais retiradas, diminuindo a capacidade de 17 mil para 2.500 espectadores e transformando as características do local onde o americano Michael Phelps se tornou uma lenda do esporte ao somar 22 medalhas olímpicas.

O novo Parque Rainha Elizabeth faz parte de um projeto de reconstrução do bairro de Stratford. Em uma primeira fase, serão colocados à venda 2.818 apartamentos que foram usados pelos atletas na Vila Olímpica, dos quais 625 serão habitações populares.

Além disso, o governo britânico quer dar um impulso, durante as próximas duas décadas, para construções nos arredores da zona olímpica.

O plano urbano da Companhia do Legado do Parque Olímpico para a zona residencial em questão inclui uma grande quantidade de casas rodeadas de espaços abertos, com diversas áreas verdes e de recreação.

O surgimento de um novo bairro em Stratford é bem visto, já que a cidade está imersa em uma crise imobiliária, com 10% dos londrinos em uma lista de espera para conseguir habitações populares. O preço médio de aluguéis em Londres hoje é de 1.038 libras (R$ 3,3 mil), 46% acima do que no resto do Reino Unido.

Dos sete bairros com as maiores listas de espera, três deles estão nas imediações de Stratford (Newham, Tower Hamlets e Barking and Dagenham), uma área abandonada que Londres espera recuperar para a classe média após os Jogos Olímpicos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10671/LONDRES+INICIA+OBRAS+DE+TRANSFORMACAO+DE+AREAS+OLIMPICAS.html

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Retomadas obras de mobilidade urbana em Fortaleza


Atraso ocorreu devido à quebra de contrato entre a prefeitura de Fortaleza e a construtora Delta

Por Roberta Maia

Após a quebra de contrato entre a prefeitura de Fortaleza e a construtora Delta, as obras de mobilidade urbana de Fortaleza foram retomadas. Por outro lado, avançam as intervenções no aeroporto Pinto Martins e no estádio Castelão, já com mais de 83% dos trabalhos prontos.

No entorno do arena cearense, as obras de mobilidade urbana, que estavam suspensas desde maio em função do caso Delta, foram retomadas no último dia 13. Indispensáveis para a Copa de 2014, as transformações começarão pela avenida Alberto Craveiro, que será alargada e passará a ter quatro faixas em cada sentido. A prefeitura de Fortaleza avalia o custo destas obras em R$ 22,8 milhões.

A construtora Serveng-Civilsan, vencedora da nova licitação, prevê também iniciar até o final de setembro as obras do túnel ligando as avenidas Alberto Craveiro e Paulino Rocha, bem como a construção de quatro túneis na Via Expressa, que liga os bairros do Mucuripe às proximidades do Castelão, cortando boa parte da capital cearense. O contrato assinado entre a prefeitura e a construtora é de R$ 232,6 milhões.

Ainda para melhorar a mobilidade urbana em Fortaleza, a avenida Bezerra de Menezes, uma das principais da cidade, ganhou faixas exclusivas para ônibus. O transporte público de ônibus, vans e táxis dispõe agora de duas faixas exclusivas, em cada sentido --de um total de quatro faixas de trânsito por sentido. 

Metrô de Fortaleza
Dois meses após a entrega do primeiro trecho do metrô de Fortaleza, dados da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos indicam que estão sendo realizadas 26 viagens diárias, de cerca de 20 minutos, ligando a cidade de Pacatuba, na Região Metropolitana, ao bairro de Parangaba, em Fortaleza. Nesta fase de testes, em que o metrô opera apenas de segunda à sexta-feira, das 8 horas ao meio-dia, mais de 150 mil usuários vem sendo beneficiados.

Rômulo Fortes, presidente da Companhia, promete para breve a conclusão da linha, com extensão até o centro: “Vamos ter o metrô em operação assistida até o fim do ano. Já no ano que vem, com certeza no segundo semestre, entraremos em operação comercial com o sistema inteiramente completo”, garante.

Duas das estações que passarão a integrar a linha sul do metrô, a Juscelino Kubitschek e a Padre Cícero, foram incluídas nas obras da Copa de 2014. No momento, a obra está em fase de cravação de estacas e de escavações. 

Quanto à linha leste, a norte-americana The Robbins Company ganhou a licitação para fornecimento das tuneladoras, equipamentos de escavação dos túneis do metrô. As duas primeiras máquinas estão previstas para chegar ao país em maio do ano que vem. E a empresa já está instalando uma fábrica no complexo portuário do Pecém, para prosseguir produzindo localmente estes equipamentos. 

Outras obras para a Copa de 2014
O estádio da Copa em Fortaleza é o Castelão que, segundo o secretário especial da Copa, Ferruccio Feitosa, está previsto para ser inaugurado no dia 15 de dezembro de 2012, com um amistoso entre Brasil e Argentina. No momento, a obra do estádio está na fase de instalação da cobertura, que já ultrapassa 60%. Outro projeto em andamento é a reforma e ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins, com investimentos de R$ 336,6 milhões.

*Reportagem publicada originalmente no portal Mobilize Brasil 

Fonte: Mobilize Brasil

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10571/RETOMADAS+OBRAS+DE+MOBILIDADE+URBANA+EM+FORTALEZA.html

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Seminário em Porto Alegre discute obras de mobilidade urbana da Copa


Debate terá a participação do ministro do TCU, Valmir Campelo, e representantes do TCE

A Comissão de Desenvolvimento Urbano realiza nesta sexta-feira seminário em Porto Alegre para discutir o andamento das obras de mobilidade urbana para a Copa de 2014. Porto Alegre é uma das doze cidades-sede do evento. O debate foi proposto pelo deputado Paulo Ferreira (PT-RS).

Segundo o deputado, o Tribunal de Contas da União (TCU) apresentou em abril um relatório sobre a situação das obras de mobilidade urbana para a Copa, e Porto Alegre apareceu com um dos desempenhos mais preocupantes.

O deputado lembra que a cidade foi contemplada com o maior número de obras de mobilidade urbana, com investimentos previstos de R$ 426,7 milhões, mas apresenta o menor índice de valor desembolsado, de acordo com o relatório do TCU.

Foram convidados para o debate o ministro do TCU, Valmir Campelo, relator dos processos de fiscalização das obras para a Copa do Mundo; e representantes do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, do governo estadual e da Prefeitura de Porto Alegre.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10553/SEMINARIO+EM+PORTO+ALEGRE+DISCUTE+OBRAS+DE+MOBILIDADE+URBANA+DA+COPA.html

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O salto olímpico que o Rio tem que dar até 2016


Com obras adiantadas como o Maracanã, megapacote dos Jogos enfrenta desafios com projetos que ainda não começaram

RIO - O Rio terá que dar um salto olímpico para chegar com tudo pronto aos Jogos de 2016. Há projetos quase concluídos — como o Maracanã que será o palco principal da Copa, dois anos antes —, mas outros mais ou menos atrasados por entraves jurídicos ou burocráticos que vão exigir uma maratona nos próximos quatro anos. Os investimentos são tantos e tão altos que os números oficiais, estimados inicialmente R$ 28,2 bilhões, ficaram para trás. Neste caderno especial, serão revelados os detalhes do megapacote de obras que promete uma transformação radical no visual e no futuro da cidade.

Uma corrida que começa pelo parque olímpico, para onde todos os olhos estão voltados. Com 1,18 milhão de metros quadrados, o centro do espetáculo está dentro do cronograma e a promessa é apesentá-lo ao grande público ainda 2015. Somente parte das instalações — infraestrutura e três arenas de treinamento — custará R$ 1,35 bilhão. O HSBC Arena será aproveitado —e depois, liberado —, assim como o Parque Aquático Maria Lenk. O início do bate-estaca envolve certa tensão, com a demolição do autódromo. Algumas arquibancadas já estão sendo demolidas. A favela Vila Autódromo, onde vivem duas mil pessoas, será removida. São ações delicadas, com custos que vão além dos financeiros.

Até os Jogos, quatro corredores expressos
A área de transporte, que deixará um dos principais legados para a cidade, é outro ponto de preocupação. Estado e prefeitura estão confiantes, ainda que seja necessário um sprint final. O mais vistoso empreendimento é a Linha 4 do metrô, que vai ligar a Zona Sul à Barra. É mais do que um sonho olímpico, é uma promessa de dias melhores na rotina demoradores do Rio. Com 15 quilômetros, o trecho poderá transportar 300 mil pessoas diariamente. Na conta das autoridades, o ramal novo, depois de testes, entra em operação ainda no primeiro semestre de 2016. Há novidades também nas Linhas 1 e 2, que ganharão 19 trens até março do ano que vem. Além disso, a Estação Uruguai, na Tijuca, está prevista para em 2014. Sem falar nos quatro BRTs: o Transoeste já funciona parcialmente, mas ainda há os Transcarioca, Transolímpico e Transbrasil. A responsabilidade tem o peso das promessas.
— Não há o menor risco de os BRTs não ficarem prontos. O tempo que temos é mais do que suficiente — garante o secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, acrescentando que, com as licitações feitas até o fim do ano, tudo estará pronto até 2015.

O Porto Olímpico chegou por último, e inspira cuidados. Embora a região não estivesse originalmente no pacote dos Jogos de 2016, a transferência da Vila de Mídia para lá fez tudo mudar de figura. A revitalização já em curso ficou mais ambiciosa. Novos píeres, por exemplo, vão aumentar a capacidade do porto para receber carga e turistas. Os armazéns terão lojas e restaurantes. O terminal de passageiros será reformado. Há licitações em meio a brigas jurídicas. Só depois de resolvê-las, as intervenções de R$ 662 milhões, com verba do PAC, terão início. Ainda espera-se parte dos píeres pronta para a Copa.
— Os portos não podem ser o gargalo do crescimento econômico, e por isso os investimentos do governo federal têm sido intensos — diz o ministro da Secretaria Especial de Portos, Leônidas Cristino. — Na Copa e nas Olimpíadas, os navios serão usados como hotéis flutuantes. Como legado, teremos um porto mais moderno. A capacidade de receber turistas em cruzeiros crescerá em até 250%.

Cifras olímpicas são sigilosas
A recepção de turistas em terra firme é outra prioridade. O secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, prevê que a cidade ganhará mais 106 hotéis, a maioria na Barra.

As cifras da empreitada são sigilosas. Presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Márcio Fortes explica:
— Não há a mínima hipótese de se fazer estimativas. Não quero que especulações joguem os valores das licitações lá para cima. Nossos Jogos têm que ser competitivos. Vamos fazer coisas bonitas como em Beijing e Londres, mas espartanas nos custos.

Campanha uniu os cariocas
Eram 13h50m do dia 2 de outubro de 2009, no Brasil. Em telões na Praia de Copacabana, a imagem de um envelope numa bandeja deixou em silêncio milhares de pessoas. A tensão durou até que o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, anunciasse o resultado: o Rio iria sediar as Olimpíadas de 2016. No palco armado em frente ao Copacabana Palace, a comemoração começou com o samba do Salgueiro, de 1993, cujo refrão sintetizava o clima do momento: "Explode coração, na maior felicidade". Era a hora de festejar.

Em meio a atrasos nas obras de infraestrutura e das instalações para os Jogos Pan-Americanos de 2007, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, lançou em setembro de 2006 a candidatura do Rio para sediar os Jogos de 2016. Era a terceira tentativa em dez anos. Nas duas vezes anteriores — para as Olimpíadas de 2004 e 2012 — a cidade foi eliminada na primeira seleção. Em 2007, sete cidades se candidataram. No ano seguinte, o Rio foi anunciado como uma das quatro finalistas, junto com Madri, Chicago e Tóquio. A Cidade Maravilhosa saiu na frente.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/o-salto-olimpico-que-rio-tem-que-dar-ate-2016-5766561#ixzz23QpYEaDD 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Auditoria do TCU rende economia de R$ 16 mi na reforma do Galeão


Após revisão dos valores, tribunal decide arquivar o processo de fiscalização de um dos contratos de reforma do terminal 2 de passageiros

Por Fabrício Marques

Auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em dos contratos de reforma do terminal de passageiros dois (TPS-2) do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, resultou em uma economia de mais de R$ 16 milhões no valor da obra. É o que afirma o ministro Valmir Campelo na decisão do tribunal que arquivou o processo de fiscalização esta semana.
- Esta fiscalização, incluída no rol de ações do Tribunal para a Copa de 2014, redundou em um benefício concreto e imediato de mais de R$ 16 milhões aos cofres públicos - declarou Campelo no texto da decisão.
De acordo com o ministro, técnicos do TCU identificaram irregularidades em alguns contratos de revitalização e modernização do TPS-2 do aeroporto durante fiscalização inciada em 2010. Na época, foi detectado sobrepreço de R$ 17,4 milhões (quantidade inadequada de materiais e execução de serviços fora das especificações técnicas) e superfaturamento de aproximadamente R$ 1,5 milhão (pagamento por serviços não executados).
Após receber alerta do tribunal, a Infraero fez revisões no orçamento da obra e reduziu em mais de R$ 15 milhões o custo. No entanto, os ministros do TCU entenderam que ainda era preciso resolver irregularidades referentes a "revisão das claraboias", o que foi feito pela empresa e resultou em um corte de mais R$ 1,6 milhão. Somadas as revisões da Infraero, o contrato em questão passou de R$ 73,9 milhões para R$ 57,1 milhões - redução de 22% no valor inicial.
Depois de avaliar os novos valores, o ministro Valmir Campelo entendeu que foram resolvidos todos os problemas referentes ao contrato e recomendou o arquivamento do processo. A sugestão foi acatada pelo plenário do tribunal na sessão da última quarta-feira.
De acordo com informações do terceiro balanço geral da Copa, divulgado pelo governo federal em maio, a reforma do terminal de passageiros 2 do aeroporto do Galeão está em andamento e a previsão de conclusão é para outubro de 2013. O custo total da obra será de R$ 354,7 milhões.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/07/auditoria-do-tcu-rende-economia-de-mais-de-r-16-mi-na-reforma-do-galeao.html

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Modernização do porto de Salvador segue em andamento


Conclusão deve ocorrer até maio de 2013; 50 operários estão no canteiro de obras

A modernização do terminal de passageiros do Porto de Salvador segue em andamento com 50 operários no canteiro de obras. A expectativa é que a obra seja concluída até maio de 2013, quando o local completará 100 anos.

Os trabalhos são realizados pelo Conjunto pela Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), em parceria com a Fundação Mário Leal Ferreira e sob coordenação do Departamento de Infraestrutura de Transporte da Bahia (Derba).

O projeto, orçado em R$ 30,2 milhões, prevê a construção de espaço de lazer com restaurantes e um receptivo turístico distribuídos numa área total de 3.400 metros quadrados. 

Segundo o presidente da Codeba, José Rebouças, a obra é um princípio do processo de revitalização do comércio. Dois armazéns antigos serão retirados do antigo porto da capita baiana.

A modernização é tocada com equipamentos modernos de perfuração. A ideia é que o entorno do porto sofra o menor impacto possível e que os prédios antigos próximos à obra seja preservados. Eles poderiam ter a estrutura abalada caso o método tradicional conhecido como bate estaca fosse usado. Dessa forma, a fixação da estrutura ocorre por meio de estacas helicoidais.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10355/MODERNIZACAO+DO+PORTO+DE+SALVADOR+SEGUE+EM+ANDAMENTO.html

Quatro sedes têm atraso em obras de mobilidade para a Copa


Segundo ministro das Cidades, problemas atingem 8% dos trabalhos previstos; 36% precisam de atenção

Faltando dois anos para a Copa do Mundo de 2014, 8% das obras de mobilidade urbana prevista para serem concluídas até o início do evento estão atrasadas. Outras 36% estão em ritmo que requer atenção e 56% estão em ritmo adequado. Os dados são de balanço apresentado hoje (19) pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.

Os locais com obras de mobilidade urbana atrasadas são Natal, Cuiabá, Manaus e o Distrito Federal. Nesse último, a licitação que faltava para as obras do veículo leve sobre trilhos (VLT) foi concluída na semana passada. Com isso, o DF pode deixar a lista das unidades com obras em atraso, segundo o ministro Aguinaldo Ribeiro.

Em Natal, os problemas estão relacionados ao atraso na entrega de projetos, desapropriação de terras, falta de licenciamentos e intervenção do Ministério Público do Rio Grande do Norte. Em Cuiabá, as dificuldades são com desapropriação, falta de licenças ambiental e de instalação e também de projetos executivos. Na cidade de Manaus, há entraves envolvendo o patrimônio histórico e questionamento quanto ao formato da licitação.

“Em outubro, haverá uma nova avaliação do ponto de vista da Copa para ver se haverá comprometimento. Estamos trabalhando para que não haja”, disse o ministro. O balanço sobre as obras de mobilidade para a Copa de 2014 foi divulgado durante o evento que lançou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, no Palácio do Planalto.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10354/QUATRO+SEDES+TEM+ATRASO+EM+OBRAS+DE+MOBILIDADE+PARA+A+COPA.html

terça-feira, 17 de julho de 2012

Obra do estádio de Brasília tem sete frentes de trabalho concluídas


Com 62% de execução, arena deve estar pronta até fevereiro, a quatro meses da Copa das Confederações

Depois de atingir 62% de obras concluídas, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, palco da abertura da Copa das Confederações, já concluiu sete frentes de trabalhos previstas até o momento. No total, outras 13 estão em andamento. A conclusão da nova arena deve ocorrer no mês de fevereiro.

Segundo o governo do Distrito Federal, três serviços relacionados à esplanada estão concluídos: os tubulões, os blocos e a laje do 2º pavimento. Dos 288 pilares da fachada, todos já começaram a ser instalados e 78% --ou 224 -- estão finalizados.

Além disso, os tubulões e os vãos da arquibancada intermediária também estão executados. A concretagem e o total de aço aplicado chegaram a 93% e 81%, respectivamente. Nas arquibancadas superiores, onde ocorre a instalação de 1,6 mil peças pré-moldadas, o trabalho está 33% concluído. No entanto, praticamente todas as estruturas já foram produzidas pelo Consórcio Brasília 2014, composto pelas empresas Via Engenharia e Andrade Gutierrez.

Com quatro mil operários no canteiro de obras, o processo de instalação da cobertura também foi iniciado. A previsão do governo é que a estrutura esteja pronta até janeiro. Um mês antes, o objetivo é entregar a superestrutura da arena --esqueleto do estádio, como lajes, pilares e arquibancadas.

Já a fase de acabamento e instalação de ítens complementares (gramado, TI e assentos) ocorrerá nos primeiros meses de 2013. Por determinação da Fifa, o plantio do gramado ocorresse no fim de fevereiro de 2013.

O Mané Garrincha receberá apenas um jogo da Copa das Confederações, no dia 15 de junho de 2013. Um ano depois, será palco de sete partidas do Mundial. Entre eles, uma partida da seleção brasileira na primeira fase e um confronto que decidirá o 3º lugar da competição.

Fonte:http://www.portal2014.org.br/noticias/10330/OBRA+DO+ESTADIO+DE+BRASILIA+TEM+SETE+FRENTES+DE+TRABALHO+CONCLUIDAS.html

sábado, 9 de junho de 2012

Governo vai tirar do compromisso com a Fifa obras que não ficarão prontas para a Copa


Anúncio será feito em outubro, no próximo balanço. Até lá, estados e municípios têm uma chance derradeira para se livrar de desembaraços, licitar e iniciar as construções

Por Danilo Fariello

BRASÍLIA — A dois anos do início da Copa de 2014, o governo está consciente de que muitas das 51 obras de mobilidade urbana essenciais não ficarão prontas até o mundial, sem poder cumprir, assim, a promessa feita há cinco anos, quando o Brasil foi escolhido para sediar a Copa. Na prática, trata-se de uma manobra para driblar as exigências da Fifa e a cobrança da população. Integrantes do governo federal cogitam retirar essas obras da Matriz de Responsabilidades da Copa — que define compromissos de União, estados e municípios. O anúncio será feito em outubro, no próximo balanço da Copa. Até lá, estados e municípios têm uma chance derradeira para se livrar de desembaraços, licitar e dar início às obras.
Entre as obras com maior possibilidade de serem retiradas da Matriz estão sete que nem sequer têm projeto: o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Brasília, o monotrilho de Manaus, duas obras viárias em Curitiba e duas outras em Porto Alegre. No caso de Brasília, o governo distrital já reconhece que não há tempo hábil para o VLT — obra de R$ 364 milhões — operar na Copa do Mundo. O Tribunal de Contas da União (TCU) passou a considerar a obra como “cancelada”. Em Manaus, o governo acaba de abrir edital para receber propostas até julho para essa obra de R$ 1,3 bilhão.
— Em outubro vamos ter um retrato muito mais sólido do que andou e do que não andou, daí você poderá fazer uma avaliação de cada obra específica e teremos uma situação muito mais clara para poder tomar uma decisão daquilo que pode ficar no regime e o que não tem como ficar — disse Aguinaldo Ribeiro, ministro das Cidades.
Os empreendimentos que saírem da Matriz seriam mantidos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ou no PAC Mobilidade Grandes Cidades (lançado em abril com R$ 32 bilhões), para assegurar a liberação de recursos e vantagens fiscais, mas sem pressão sobre prazos.
— Essa seria uma sinalização à população de que as obras serão feitas no futuro, mesmo que com atraso — disse uma fonte do governo.
Na proposta enviada à Fifa, quando o Brasil foi escolhido país-sede da Copa, as obras de mobilidade urbana foram classificadas como o maior legado tangível do evento à população brasileira. O balanço da Copa divulgado em maio mostra que, das 51 obras de mobilidade urbana, 23 não haviam saído do papel, mesmo quase cinco anos após o Brasil ter sido confirmado como sede da Copa.

Caso Delta provoca mais atrasos
O orçamento de mobilidade urbana para a Copa é de R$ 12 bilhões, dos quais, segundo a Controladoria Geral da União (CGU), foram contratados só R$ 4,7 bilhões, sendo que menos de R$ 700 milhões foram executados. Até março, o governo federal conseguiu liberar só 4,1% do valor de R$ 5,35 bilhões da Caixa Econômica Federal para os modais de transporte que servirão à Copa, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU).
Algumas dessas obras tinham contrato com a Delta Construções, o que contribuiu para os atrasos. A prefeitura de Fortaleza (CE) rescindiu no dia 14 de maio contrato de R$ 145 milhões para construção de BRT, que voltou ao estágio de licitação. No Rio, a Delta também desistiu de participar da construção do BRT Transcarioca, deixando sozinha a sócia Andrade Gutierrez com um contrato de R$ 798 milhões.
Estratégica na condução dessas obras, a Secretaria de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades esteve por quase cinco meses à deriva, desde que o ex-ministro Mario Negromonte deixou o cargo, em janeiro, até o fim de maio, quando Ribeiro conseguiu nomear um secretário, Julio Eduardo dos Santos, que possui experiência de serviço público em transportes na cidade de Santos (SP).
Para Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), desde a Constituição de 1988 até meados do governo Lula, o governo federal se afastou do tema de mobilidade urbana. E só voltou a dar prioridade à área com a criação da secretaria, os preparativos da Copa e a edição da Lei de Mobilidade Urbana, no ano passado.
Carvalho sugere que “a União poderia ter um papel mais forte na formação de sistemas de mobilidade sustentáveis nas metrópoles brasileiras, criando programas de investimentos diretos para compensar as dificuldades dos municípios e estados”.
Para compensar o atraso, o governo incluiu na lei a possibilidade de decretação de feriado ou ponto facultativo nas cidades-sede em dias de jogos.

A MATRIZ DA COPA
A Matriz de Responsabilidade da Copa foi assinada no início de 2010 por representantes da União, dos estados e dos municípios e tem passado por revisões periódicas. O texto prevê as responsabilidades de cada ente e serve para auxiliar o controle interno (CGU, TCU e sociedade) sobre o ritmo das obras e os gastos. Estar na Matriz assegura às obras condições especiais, como a utilização de um regime de contratação menos rígido.
Por outro lado, implica o compromisso com prazos de entrega das obras. Apesar de poder ser revista, retirar obras essenciais da Matriz põe em dúvida a capacidade do país de assegurar estrutura para o evento.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/governo-vai-tirar-do-compromisso-com-fifa-obras-que-nao-ficarao-prontas-para-copa-5156105#ixzz1xJZKqQtu 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Obras dos Jogos vão seguir modelo do PAC



Presidente da APO, Marcio Fortes, diz que gestão vai melhorar

A decisão da presidente Dilma Rousseff de transferir o comando das obras das Olimpíadas de 2016, antes de responsabilidade do governo federal, para o estado e para a prefeitura, anunciada domingo pelo vice-governador, Luiz Fernando Pezão — e noticiada ontem pelo O GLOBO — foi motivada com o intuito de implementar o mesmo modelo adotado no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Quem afirma é o ex-ministro Marcio Fortes, presidente da Autoridade Pública Olímpica (AOP):

— É um modelo que dá certo. Isso vai melhorar a gestão das obras dos Jogos por conta da proximidade do estado e da prefeitura, que vão poder ver de perto e controlar com mais eficiência o que está sendo feito.

Funcionalidade com gasto mínimo de recursos
Com a decisão, as obras do Parque de Deodoro passarão para o estado e do Parque Olímpico, em Jacarepaguá, para a prefeitura.

— No Parque Olímpico, tínhamos três órgãos responsáveis, uma PPP (Parceria Público privada), a prefeitura e o governo federal, e cada um era responsável pela construção de determinadas instalações — diz Fortes. — Agora, o repasse da verba toda vai ser feito para a prefeitura e o objetivo é termos funcionalidade com o gasto mínimo de recursos. A mesma coisa vai acontecer com Deodoro.

Catharina Wrede - Globo