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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Estádio do Corinthians só será concluído após a Copa do Mundo


Na visita técnica, a construtora Odebrecht esclareceu que, por causa das estruturas provisórias para a Copa do Mundo de 2014, a arena só ficará pronta após a competição

As obras do estádio do Corinthians, em Itaquera, receberam nesta sexta-feira representantes da Fifa, da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado. Na visita técnica, a construtora Odebrecht esclareceu que, por causa das estruturas provisórias para a Copa do Mundo de 2014, a arena só ficará pronta após a competição.

"O estádio vai ficar pronto até dezembro de 2013. Depois disso, serão necessárias pequenas adaptações a ser feitas. Elas não vão causar nenhum transtorno nas partidas realizadas antes e durante a Copa", disse o diretor de contrato da empreiteira, Antonio Gavioli.

A sede da abertura do Mundial estará 92% pronta no momento em que a bola rolar para a estreia do Brasil. No momento, de acordo com o Corinthians e com a Odebrecht, o andamento está na casa dos 62%, o que dá alguma tranqüilidade em relação ao prazo do fim do ano.

O problema é a grana. A prefeitura disse estar comprometida a agilizar a liberação dos incentivos fiscais de R$ 420 milhões. Segundo a vice-prefeita Nádia Campeão, o primeiro lote, de R$ 156 milhões, está em fase final de aprovação.

Ainda é necessário aprovar o empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Agora liderada pelo ex-presidente corintiano Andrés Sanchez, a negociação é complicada e envolve garantias em relação à administração do estádio.

Fonte: http://esporte.ig.com.br/futebol/2013-01-25/estadio-do-corinthians-so-sera-totalmente-concluido-apos-a-copa-do-mundo.html

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Aneel aponta atraso em obras de energia para a Copa


Maioria dos atrasos não oferece risco iminente, segundo relatório. 
Diretor-geral da agência nega risco de faltar energia durante o mundial.

Por Fábio Amato

Obras consideradas prioritárias para a garantia de fornecimento de energia nas cidades-sede dos jogos da Copa de 2014 estão atrasadas, aponta relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). De acordo com o documento, publicado em dezembro, Porto Alegre é a cidade onde a situação mais preocupa. A fiscalização da agência aponta que estão atrasadas 96% das obras tocadas pela CEEE, concessionária de distribuição de energia na capital do RS.

“A situação das obras, necessárias à garantia de fornecimento de energia em Porto Alegre na Copa de 2014, causa preocupação e pode comprometer o abastecimento da cidade-sede, caso não sejam tomadas as providências necessárias para a recuperação do cronograma”, diz o relatório sobre a situação em Porto Alegre.
Nesta terça-feira (22), no entanto, o diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, disse que “em hipótese nenhuma” há risco de faltar energia nas cidades-sede da Copa. “Muitas obras daquelas ali são secundárias. Nós estamos levantando tudo e acionando as empresas para a gente recuperar tudo isso aí até a Copa”, afirmou.

Manaus, Brasília, Rio e Belo Horizonte
O documento ainda cita que “merece especial atenção” a situação das obras tocadas pelas concessionárias AmE (Manaus), CEB (Brasília), Light (Rio de Janeiro) e Cemig (Belo Horizonte). Em Manaus, diz o levantamento, foram encontradas atrasos em 5 das 10 obra consideradas prioritárias. Em Brasília, as obras em atraso “representam riscos de não abastecimento do estádio na Copa das Confederações.”

A Aneel aponta ainda que, na comparação com o relatório anterior, “houve aumento no número de obras atrasadas” entre as realizadas pela Light, que agora estão em 41%. Já a Cemig registra atraso em 15 das 37 obras que se comprometeu a fazer para atender a Belo Horizonte durante a Copa de 2014.

Apesar do diagnóstico, o documento aponta, em sua conclusão, que “a maioria desses atrasos não oferece risco iminente ao abastecimento de energia para a Copa de 2014.” De acordo com a fiscalização da Aneel, ainda é possível que as concessionárias de distribuição compensem os atrasos “com a urgente aceleração do ritmo de implantação das redes e subestações de distribuição elencadas.”

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/01/aneel-aponta-atraso-em-obras-para-garantir-energia-na-copa.html

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Governo puxa freio de mão e corta gastos


Seis obras previstas para o Mundial são excluídas por falta de tempo para conclusão, reduzindo custo em R$ 3 bilhões

Poe Evandro Éboli

BRASÍLIA - O investimento federal nas obras da Copa do Mundo caiu em cerca de R$ 3 bilhões, na última revisão feita pelo Ministério do Esporte. Segundo dados do governo, a conta caiu de R$ 29 bilhões para R$ 26 bilhões. Essa queda de recursos se deu pela exclusão de seis obras, sendo cinco de mobilidade urbana e uma em aeroporto. Por outro lado, foram incluídos oito projetos, todos também de mobilidade, como obras de acesso, metrô, viadutos e entornos dos estádios do Mundial.
O ministério sustenta, no entanto, que esse valor deve aumentar, mas não ultrapassará o teto estabelecido pelo governo, de financiar R$ 33 bilhões em diversas áreas, que incluem estádios, portos, segurança e telecomunicações, entre outros.
O secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Manuel Rebelo Fernandes, explicou que os compromissos e os gastos do governo com a Copa, chamados de “matriz de responsabilidades”, estão sujeitos a contínuas revisões, o que tem acontecido a cada seis meses. Este foi o quarto balanço.
Luis Fernandes explicou que as obras foram excluídas por não haver tempo de serem concluídas e entregues até a Copa. Segundo o secretário, estas obras não são essenciais para a realização do Mundial e da Copa das Confederações, e serão incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
— O que foi feito foram dois movimentos principais, um de exclusão de obras e outro de inclusão. Depois de avaliações técnicas com órgãos responsáveis, concluímos que são obras que não poderiam ficar prontas a tempo. E, não ficando, não se justificaria sua manutenção na matriz de responsabilidades — disse Luis Fernandes.

DOIS PROJETOS NOVOS NO RIO
Foram excluídos a construção de um corredor metropolitano em Curitiba; um sistema BRT e um monotrilho em Manaus; reestruturação de uma avenida em Natal; um monotrilho em São Paulo; e ampliação da pista do aeroporto de Porto Alegre. Todas essas obras foram excluídas do programa por solicitação dos governos estaduais.
Entre os oito projetos incluídos, dois estão no Rio: reurbanização do entorno do Maracanã e a ligação com a Quinta da Boa Vista e a reformulação da estação multimodal da Mangueira.
Luis Fernandes afirmou que o valor do investimento do governo federal irá aumentar também em função das chamadas obras temporárias, que ficam no entorno dos estádios. Ele citou como exemplo o conjunto de instalações de áreas de recepção, de segurança, setores para receber delegações e abastecimento de energia via geradores.
A estratégia de segurança para a Copa envolverá as tropas militares, as polícias Federal, Rodoviária, Força Nacional, Gabinete de Segurança Institucional (GSI), além dos órgãos locais, como PMs e Bombeiros. O gasto militar previsto é de R$ 700 milhões, dinheiro que será empregado em ações como controle do espaço aéreo, defesa marítima, prevenção e combate ao terrorismo e até fiscalização de explosivos. Já foram adquiridos alguns equipamentos e sistemas, como kit antibomba, armamento e munição letal e salas cofre.
Nos projetos de mobilidade urbana, que envolvem recursos federais, num montante de R$ 9 bilhões, 45 dos 53 projetos estão em andamento. Os demais, segundo o governo, iniciarão no primeiro trimestre de 2013. Envolvem 26 corredores e vias, 15 BRTs, dez empreendimentos de estações, terminais e centros de controle de tráfego, entre outros. Nos aeroportos, o investimento é de R$ 6,8 bilhões. São oito empreendimentos concluídos este ano e concessionários assumiram operações em três deles. Ao todo, os projetos envolvem 21 novos terminais de passageiros, 7 pistas e pátios de aeronaves e duas torres de controle. Além disso, 5 portos passam por obras.
No quesito infraestrutura de suportes e serviços, o Ministério do Esporte informa que, nas telecomunicações, a Telebrás cuida de 12 projetos para expansão de rede de fibra ótica. Na qualificação profissional para atender turistas, há 240 mil vagas oferecidas, em 117 municípios. . Na segurança pública, dos 14 Centros Integrados de Comando e Controle, 12 já foram iniciados.
Na área de comunicação e marketing, o objetivo é "projetar a imagem do Brasil como país competitivo e inovador, com grande potencial de negócios e capacidade de realização".


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/governo-puxa-freio-de-mao-corta-gastos-7139869#ixzz2GH2oFDbv 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Pacote Olímpico: Paes diz que prefere atrasar Olimpíada a colaborar com especulação imobiliária


Prefeito afirmou neste sábado que os vereadores não sabiam o que estavam fazendo quando aprovaram emendas

Por Waleska Soares

RIO - O prefeito Eduardo Paes disse na manhã deste sábado, ao inaugurar mais uma estação do BRT Transoeste, que prefere atrasar a Olimpíada a colaborar com a especulação imobiliária na área do Parque Olímpico, do autódromo e do entorno do campo de golfe. Paes afirmou que vai pedir a Câmara de Vereadores para apoiar seu veto integral das alterações no Pacote Olímpico, que valorizam as áreas particulares na região. Segundo ele, os vereadores não sabiam o que estavam sabendo quando aprovaram as mudanças.
— Na próxima legislatura haverá a votação do veto. Tenho convicção que nem os vereadores sabiam o que estavam fazendo. Alguém deve ter dito alguma coisa e não imaginava aquele resultado. Tenho confiança que os vereadores vão manter o veto do prefeito para não termos o projeto olímpico comprometido. Entre ter a olimpíada atrasada e ficarmos com a fama de estar alimentando a especulação imobiliária, fico com a olimpíada atrasada. Vou para o radicalismo. Cancelo todos os contratos e vamos repensar tudo de novo — disse ele.
Propostas valorizam em mais de 4 bilhões propriedades na região
As propostas de alterações no pacote, apresentadas minutos antes de o projeto ser votado em sessão tumultuada, no apagar das luzes da atual legislatura, valorizaram em mais de R$ 4 bilhões as propriedades de empresários vizinhos ao Parque Olímpico e ao campo de golfe, segundo estimativas do mercado imobiliário. Entre outras alterações, os vereadores ampliaram em mais de 560 mil metros quadrados os limites da área total que pode ser construída. Contrário ao projeto, Eliomar Coelho (PSOL) foi irônico ao discursar no plenário, insinuando que o apoio foi em troca de benefícios financeiros:
— Isto aqui é uma imoralidade. Essas emendas são contrabandos colocados por quem entende do assunto. E não colocou porque é bonito. A contrapartida a gente sabe qual é. Daqui a pouco a gente vai ouvir pelos corredores: que bom peru de Natal os vereadores ganharam.
As mudanças no projeto tiveram como porta-voz uma figura conhecida quando se trata de aprovar projetos envolvendo polêmicas urbanísticas: o presidente da Comissão de Justiça e Redação, Jorge Pereira (PT do B). Foi Pereira, por exemplo, quem articulou a mudança da Vila do Pan da Avenida Salvador Allende para a Ayrton Senna e as alterações nas regras do Plano Lúcio Costa para adensar Vargem Grande e parte do Recreio, entre outras. Pereira, que desistiu da reeleição, assumiu o microfone para defender as emendas. O motivo alegado: ajudar a prefeitura a viabilizar as Olimpíadas custa caro. Por isso, segundo ele, os empresários que são parceiros precisam ser ressarcidos.
— Ninguém sequer sabe quem é esse moço que será o dono do campo de golfe de R$ 80 milhões feito por um empresário. Mas vai ser feito um campo de golfe. Eu não estou fazendo defesa do empresariado. Eu estou fazendo defesa da lógica. Se você quer que uma coisa exista e aconteça, ela tem que estar adequada. Depois disso aqui votado, o prefeito que volte aqui, sente, converse, dialogue e ache um meio-termo nesta situação. Não com a emenda que a Câmara fez. A emenda é para provocar mesmo! Pelo menos, tenho esse intuito — disse Jorge Pereira.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/pacote-olimpico-paes-diz-que-prefere-atrasar-olimpiada-colaborar-com-especulacao-imobiliaria-7124163#ixzz2FyJJYtSZ 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Quatro sedes têm atraso em obras de mobilidade para a Copa


Segundo ministro das Cidades, problemas atingem 8% dos trabalhos previstos; 36% precisam de atenção

Faltando dois anos para a Copa do Mundo de 2014, 8% das obras de mobilidade urbana prevista para serem concluídas até o início do evento estão atrasadas. Outras 36% estão em ritmo que requer atenção e 56% estão em ritmo adequado. Os dados são de balanço apresentado hoje (19) pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.

Os locais com obras de mobilidade urbana atrasadas são Natal, Cuiabá, Manaus e o Distrito Federal. Nesse último, a licitação que faltava para as obras do veículo leve sobre trilhos (VLT) foi concluída na semana passada. Com isso, o DF pode deixar a lista das unidades com obras em atraso, segundo o ministro Aguinaldo Ribeiro.

Em Natal, os problemas estão relacionados ao atraso na entrega de projetos, desapropriação de terras, falta de licenciamentos e intervenção do Ministério Público do Rio Grande do Norte. Em Cuiabá, as dificuldades são com desapropriação, falta de licenças ambiental e de instalação e também de projetos executivos. Na cidade de Manaus, há entraves envolvendo o patrimônio histórico e questionamento quanto ao formato da licitação.

“Em outubro, haverá uma nova avaliação do ponto de vista da Copa para ver se haverá comprometimento. Estamos trabalhando para que não haja”, disse o ministro. O balanço sobre as obras de mobilidade para a Copa de 2014 foi divulgado durante o evento que lançou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, no Palácio do Planalto.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10354/QUATRO+SEDES+TEM+ATRASO+EM+OBRAS+DE+MOBILIDADE+PARA+A+COPA.html

Arena das Dunas avança 2% em 30 dias e chega à marca de 27%


Expectativa do governo potiguar é que a obra alcance 50% até dezembro deste ano

As obras da Arena das Dunas, estádio de Natal que receberá quatro jogos da Copa do Mundo, avançou 2% em 30 dias e chegou à marca de 27% de execução. Os trabalhos estão em andamento há 11 meses e terão mais 17 meses para serem concluídos.

A expectativa do governo potiguar é que a obra alcance 50% até dezembro deste ano. Segundo a Secopa-RN, 900 operários trabalham no canteiro de obras. O número de trabalhadores terá pico de 1,2 mil.

A construtora OAS, responsável pela construção, já concluiu a terraplanagem do terreno e, agora, finaliza as obras de fundações. A cortina de contenção e os pilares pré-moldados, que fazem parte superestrutura da obra, estão sendo executados.

A instalação de estruturas pré-moldadas, de acordo com a Secopa, foi antecipada em 45 dias. Com prazo de conclusão previsto para dezembro de 2013, a Arena das Dunas será palco de quatro partidas de primeira fase do Mundial. Os confrontos ocorrerão nos dias 13, 16, 19 e 24 de junho.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10351/ARENA+DAS+DUNAS+AVANCA+2+EM+30+DIAS+E+CHEGA+A+MARCA+DE+27.html