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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Google divulga os times mais pesquisados em 2012


O Google divulgou os times de futebol do Brasil mais populares de 2012. Para isso a empresa considerou aqueles que foram mais consultados no sistema de buscas do site.

O Flamengo foi o clube mais pesquisado do site, o segundo lugar ficou com o Corinthians e, na sequência, o Palmeiras. A lista dos dez mais populares ainda conta com Grêmio, Vasco, São Paulo, Santos, Cruzeiro, Internacional e Fluminense.

Também foi realizado um estudo sobre os eventos esportivos mais destacados do ano. As Olimpíadas 2012 foram a mais procuradas, na sequência vieram o Brasileirão 2012 e o UFC 148. O ranking ainda tem outros eventos como a Libertadores 2012, a Eurocopa 2012 e o TUF Brasil.

O Google utilizou uma filtragem de spams e consultas repetidas para que a pesquisa desenvolvida ilustrasse com mais autenticidade os a popularidades dos clubes brasileiros.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/27/27909/Google-divulga-os-times-mais-pesquisados-em-2012/index.php

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Olimpíadas transformaram Londres em lugar melhor, diz estudo


Pesquisa do Havas Sports & Entertainment indica que Jogos Olímpicos tiveram eficácia no patrocínio e influenciaram os consumidores de forma positiva

Por Isa Sousa

Rio de Janeiro - Os Jogos Olímpicos de Londres 2012 fizeram do Reino Unido um lugar melhor. A conclusão é parte do estudo “Olympic Sponsorship Study”, que está sendo realizado pelo Havas Sports & Entertainment (HS&E) desde o mês de setembro.

De acordo com a agência de marketing esportivo, 51% dos britânicos acreditam que as Olimpíadas fizeram do país um lugar melhor e 53% concordam que Londres 2012 foram "os melhores Jogos Olímpicos de todos os tempos". O índice representa o dobro de pessoas que concordaram com a afirmação, em comparação com julho deste ano.

Os patrocinadores se beneficiaram significativamente dessa mudança de comportamento, uma vez que entre abril e setembro o reconhecimento do público, em média, dobrou entre as 27 marcas medidas pelo estudo. Os dois patrocinadores mais reconhecidos foram McDonalds (55%) e Coca-Cola (52%), que estão em destaque desde março 2011.

O estudo foi encomendado pela HS&E para identificar os efeitos do patrocínio dos Jogos Olímpicos nas marcas patrocinadoras e para acompanhar o interesse e a opinião em relação aos Jogos em um período de dois anos e meio, a partir de março de 2011.

A pesquisa vem demonstrando que os Jogos de Londres 2012 trouxeram fortalecimento da imagem da marca e impacto positivo sobre o comportamento do consumidor com intenção de compra de produtos aos patrocinadores oficiais. As próximas etapas do estudo estão programadas para fevereiro e agosto de 2013.

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/olimpiadas-transformaram-londres-em-lugar-melhor-diz-estudo

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

60% das pessoas acreditam na conclusão das obras da Copa, diz pesquisa


Otimismo acontece porque monitoramento da Fifa é constante, diz empresa que realizou o levantamento

A maioria dos brasileiros acredita que as obras da Copa estarão prontas a tempo. É o que aponta pesquisa realizada pelo Skyscanner, buscador online de passagens aéreas promocionais e hotéis.

De acordo com a pesquisa, 59,2% dos entrevistados se mostraram otimistas com a conclusão das obras do Mundial dentro do prazo. Em relação ao levantamento anterior, realizado em março, o número mais que dobrou --na ocasião, só 26% diziam acreditar na conclusão das obras. 

Para o diretor da empresa, Mateus Rocha, a mudança de percepção dos entrevistados se deve ao fato de que a Fifa está cobrando e monitorando de perto os gestores da Copa no Brasil.

"Ao que tudo indica as pressões feitas pela Fifa estão surtindo efeito e levando a população a acreditar no cumprimento dos prazos”, explica.

Quase 4 mil pessoas foram entrevistadas no último mês de setembro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10953/60+DAS+PESSOAS+ACREDITAM+NA+CONCLUSAO+DAS+OBRAS+DA+COPA+DIZ+PESQUISA.html

sábado, 28 de julho de 2012

Maquete da Arena Pantanal é submetida a testes de ventos no IPT


Objetivo era fornecer os coeficientes de pressão das quatro coberturas e da fachada

A Arena Pantanal, estádio de Cuiabá que receberá quatro jogos da Copa do Mundo, passou por uma série de ensaios sobre esforços de vento no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O objetivo é fornecer os coeficientes de pressão das quatro coberturas independentes e dos sistemas de fechamentos (fachadas) em membranas tensionadas. 

Os ensaios foram realizados no túnel de vento do Centro de Metrologia de Fluidos durante 16 horas consecutivas, com ventos de 54 km por hora. Ao final, foram definidos alguns reforços nas estruturas de sustentação e fixação das telhas. Coberturas e fachadas foram testadas em uma maquete na escala 1:200, o que é possível em razão das dimensões da seção de teste do túnel de vento do IPT. 

Para a execução dos ensaios, os pesquisadores simularam primeiramente as características do vento do bairro onde o estádio está localizado. Os testes são referenciados em função da norma NBR 6123, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A rugosidade do terreno, por exemplo, é classificada em cinco classes pela norma. No caso da Arena Cuiabá, o terreno está na categoria III, que tem como características a presença de terrenos planos ou ondulados com obstáculos.

Os teste incluíram nos ensaios a maquete do Ginásio Aecim Tocantins. localizado no entorno da arena. O fato ocorreu para que ocorresse o estudo da sua influência nos ventos que irão incidir sobre o estádio. "Quando existe uma construção muito próxima à obra em estudo, ela pode diminuir o carregamento do vento e atuar de maneira favorável à edificação, mas há casos em que a localização e a forma da construção pioram o carregamento de vento", disse Gilder Nader, pesquisador responsável pelos ensaios no IPT.

Com a confirmação dos resultados, a equipe do túnel de vento partiu para a instalação de 308 tomadas de pressão na maquete do estádio com as quatro arquibancadas montadas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10421/MAQUETE+DA+ARENA+PANTANAL+E+SUBMETIDA+A+TESTES+DE+VENTOS+NO+IPT.html

O jogo não é para todos


Por Carla Rodrigues

"Cidades feridas" é um termo com o qual a antropóloga americana Ida Susser, da Universidade da Cidade de Nova York, trabalha há uma década e dá título a um de seus livros. Sob essa denominação, está em questão a combinação entre crise e direcionamento de investimentos de forma pouco democrática. "Pânico e ameaças são pretextos para que o setor público se abra a investimentos privados e limite a participação da sociedade", afirma Ida. O resultado seria uma reestruturação urbana pouco comprometida com a população local e muito orientada pelos interesses do capital. É sobre esse tema que Ida fez sua apresentação, Deslocamentos para o espetáculo global: remodelar a "cidade ferida", no seminário internacional Deslocamentos, Desigualdades e Direitos Humanos, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) neste mês.

De interesse dos brasileiros, em geral, e dos paulistanos e cariocas, em particular, Ida Susser estuda as transformações urbanas orientadas pelos investimentos em megaeventos esportivos, como a Copa do Mundo e a Olimpíada. Nesta entrevista, ela critica a maneira como governos dão prioridade a investimentos em áreas turísticas e relegam comunidades pobres à invisibilidade, numa agenda pautada pelos interesses do capital privado que descaracteriza o ambiente urbano: "A realização de grandes eventos é útil para o capital, mas não é necessária do ponto de vista do interesse público". Leia trechos a seguir.

Valor: Muitas das grandes cidades estão em transformação, sejam impulsionadas pelo aporte de dinheiro para megaeventos, sejam empurradas pela crise econômica. Quais são os principais resultados de suas pesquisas nas cidades que já sediaram grandes eventos mundiais, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos?

Ida Susser: Em Atlanta, que sediou os Jogos Olímpicos de 1996, a consequência foi o deslocamento da população urbana pobre, historicamente afro-americana, para a construção dos estádios. Alguns aspectos da crise financeira na Grécia de hoje e a ameaça às finanças da zona do euro resultam das enormes dívidas contraídas para o cumprimento dos requisitos da construção dos estádios para sediar os Jogos Olímpicos de lá. Na Cidade do Cabo, em Durban, em Joanesburgo e em outros lugares, os principais estádios foram construídos para atender às necessidades da Fifa, em detrimento de áreas históricas. Durante os jogos, havia policiamento extra, ônibus e todos os serviços municipais foram dedicados ao futebol, a um custo grande para a cidade. De fato, os estádios são magníficas criações arquitetônicas, que serviram ao seu propósito, e milhões de fãs assistiram aos jogos e gostaram deles. A África do Sul provou ter qualidade e competência para sediar um evento mundial, mas, apesar de os recursos sul-africanos terem sido dedicados a essa competição, possivelmente aumentando o turismo, não está claro se isso trará mudanças a longo prazo. Os 40% dos pobres e desempregados na África do Sul não tinham acesso aos lugares nos estádios, e recursos que poderiam ter ido para habitação e saúde foram usados no espetáculo global. Desde então, a desigualdade na África do Sul tem permanecido a mesma ou até aumentado.

Valor: Existe algum tipo de legado que os investimentos em um grande evento podem deixar para uma cidade?

Ida: Grandes estádios vazios, deslocamento de população do centro para as margens e a invisibilidade dos pobres. A realização de grandes eventos é útil para o capital, mas não necessária do ponto de vista do interesse público. Repito o argumento de Paul Krugman em seu livro mais recente ["End This Depression Now!"]: mesmo sem os grandes eventos, pode-se facilmente investir em obras públicas para crescer, uma regra simples da economia keynesiana.

Valor: Sua pesquisa faz referência aos investimentos de Nova York na candidatura a sede da Olimpíada de 2012, que ocorre agora em Londres. Em que medida uma cidade pode aprofundar as desigualdades econômicas a partir do direcionamento dos recursos para um evento como a Olimpíada?

Ida: No Brooklyn, a possibilidade de sediar os Jogos Olímpicos deu ao prefeito a legitimidade e o apoio corporativo para fazer novo zoneamento de uma área urbana ocupada por trabalhadores, principalmente por uma minoria pobre e latino-hispânica. Eles foram deslocados para a construção de novas moradias voltadas para pessoas que ganham mais de US$ 200 mil por ano. Na verdade, esse é o critério para o investimento em locação de imóveis. Houve uma coalizão da comunidade que lutou por habitação a preços acessíveis e pelos que reivindicaram acesso ao rio e a construção de novos parques públicos, o que acabou por reverter um pouco dessa tendência.

Valor: Além da Copa do Mundo, o Brasil vai receber a Olimpíada de 2016, que será realizada na segunda maior cidade do país, o Rio, já particularmente marcada por desigualdades sociais e econômicas. Que tipo de dinâmica urbana leva ao aprofundamento dessas desigualdades?

Ida: A ideia neoliberal de que investir em privatização e nos interesses corporativos para, de algum modo, ajudar os pobres, já está muito desacreditada por economistas como Krugman e Joseph Stiglitz. Há pouco benefício para os pobres em tais investimentos, que são deslocados para áreas mais distantes, e há ainda uma recusa em financiar os serviços públicos, que são privatizados.

Valor: De que maneira um grande evento pode descaracterizar uma cidade?

Ida: Na Cidade do Cabo, foi construído um belo estádio novo. Em torno da cidade foram construídos também um surpreendente parque público e jardins botânicos. Tudo isso é uma contribuição importante para a cidade, mas foi feito na área mais rica, à qual só pessoas de alto poder aquisitivo têm acesso. O estádio em si é muito grande para a realização de atividades desportivas nacionais e, desde a Copa, raramente foi usado. No Brooklyn, uma pitoresca vizinhança que tinha atraído artistas, escritores, teatros off-Broadway e muitos bares com música ao vivo agora está parcialmente alterada para dar lugar a uma série de arranha-céus com apartamentos voltados para o rio, obstruindo a vista do público. A habitação a preços acessíveis foi deslocada para a parte de trás, como senzalas do século XIX. Os teatros e a atividade cultural foram deslocados, assim como a comunidade latina, os imigrantes poloneses e outros grupos de trabalhadores.

Valor: A partir do que constatou na África do Sul, é possível fazer prognósticos para o Brasil, onde dez cidades estão sendo preparadas para os jogos?

Ida: Não tenho certeza do que prever para o Brasil. A Copa atrai investimentos estrangeiros, mas uma grande quantidade dos lucros desses eventos vai para grandes corporações internacionais, donas dos principais hotéis. Na África do Sul era assim, não sei se isso também vale para o Brasil. No caso do futebol, a Fifa também fica com parte importante dos lucros das vendas.

Carla Rodrigues, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), é doutora em filosofia e pesquisadora do CNPq.

Fonte: https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/7/27/o-jogo-nao-e-para-todos

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Turismo interno enfrenta barreiras, aponta pesquisa


Hospitalidade e condições socioeconômicas seriam as principais preocupações do turista brasileiro

Na hora de o turista brasileiro decidir o destino de sua próxima viagem dentro do próprio país há pelo menos duas preocupações que podem pesar e, muito, na escolha do local a ser visitado: a hospitalidade e as condições socioeconômicas. Além disso, o custo pode levar à mudança para um roteiro internacional.

É o que aponta a pesquisa Perfil do Turista e dos Segmentos de Oferta – Percepções e Comportamentos, encomendada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Confederação Nacional do Turismo (CNTur) à empresa de consultoria Decide Projetos & Consultoria Ltda.

Esse trabalho faz parte do projeto Fortalecimento da Gestão das Micro e Pequenas Empresas do Turismo Brasileiro ao qual estão cadastradas l,2 mil companhias.

O levantamento foi feito no período de 9 de agosto a 29 de setembro do ano passado, quando foram ouvidas 100 pessoas de ambos os sexos das mais variadas idades das classes C e B em cinco localidades: Brasília, São Paulo, Belém, Porto Alegre e Salvador.

A escolha do Nordeste foi apontada como favorável o contato com o sol, a praia e a boa hospitalidade da população. Mas muitos classificaram como desagradável estar diante das desigualdades sociais em um momento de lazer.

Já que no refere ao Sul do país, a pesquisa mostrou que o turista vê com simpatia a possibilidade de desfrutar do clima frio e, eventualmente, do cenário de neve bem como de cidades limpas e organizadas.

Também foi destaque a alta expectativa em torno da qualidade de serviços a serem encontrados nessa região. No entanto, ficou evidente o ponto negativo da “pouca hospitalidade e receptividade da população”, ao que foi atribuído à influência das culturas europeias.

No Sudeste, entre as preferências estão a culinária mineira e a diversidade de oferta sobre o que fazer, na capital paulista. Quanto ao Norte do país, prevaleceu a vinculação dessa localidade com a exuberante natureza da Amazônia e de aspectos exóticos como a população indígena. A ressalva é a de se estar sujeito ao cansaço e a estresse pela falta de infraestrutura e dificuldade de locomoção.

O levantamento mostrou ainda que existem nichos a serem explorados nos mais variados segmentos que inclui entre outros o ecoturismo e turismo de aventura; cultural; religioso; turismo de estudos e intercâmbios e rural.

De acordo com a responsável pela pesquisa, Luciana Thomé, entre os desafios do setor está o de reduzir os custos para diminuir os preços sob pena de as empresas perderem clientes para opções mais baratas fora do país.

Para o presidente da CNTur, Nelson de Abreu Pinto, a pesquisa deve auxiliar os empresários a tomar decisões de investimentos nesse momento que antecede à Copa do Mundo, em 2014 e, às Olimpíadas, em 2016.

Dados do CNTur indicam que o setor tem em torno de 2 milhões de empresas com uma participação de 3,6% no Produto Interno Bruto (PIB) e obteve um faturamento, em 2011, de R$ 127 bilhões. Apesar disso, conforme os dados, enquanto o Brasil recebe 5 milhões de turistas estrangeiros, na Ucrânia, esse número é mais de quatro vezes maior, atingindo os 21 milhões.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10293/TURISMO+INTERNO+ENFRENTA+BARREIRAS+APONTA+PESQUISA.html

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Participantes da Rio+20 consideram Brasil preparado para megaeventos


De acordo com pesquisa do governo, 81% do público acredita na organização do país

A maioria dos estrangeiros que participou da Rio+20 considera que o Brasil está ou estará preparado para os grandes eventos que acontecerão no país, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

A informação foi divulgada nesta terça-feira, a partir de uma enquete feita pelo governo durante a conferência da ONU. De acordo com a pesquisa, 81% do público considera que, se depender dos serviços e infraestrutura turística, o Brasil está pronto para receber os eventos programados, que ainda incluem a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude, ambas em 2013.

O estudo, encomendado pela Embratur, ouviu 228 pessoas de 42 país, entre delegados e jornalistas estrangeiros que participaram da Rio+20, há duas semanas no Rio de Janeiro.

A segurança foi avaliada positivamente por 72% dos participantes, a limpeza pública por 62%, os serviços de táxi por 63%, a telefonia e a internet por 46%.

Já 75% dos entrevistados qualificaram positivamente os restaurantes, enquanto 53% aprovaram os hoteis e 56% o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

Sobre o tempo no país, 68% disseram que a experiência no Brasil superou as expectativas, 59% disseram que a imagem que tinham do país melhorou, enquanto 97% garantiram que pretendem realizar uma nova visita.

Apesar da satisfação, os visitantes assinalaram os altos preços que encontraram, as dificuldades com a língua e o trânsito, como aspectos que precisam ser melhorados.

Para 81%, o trânsito do Rio de Janeiro foi sua pior experiência durante a conferência, e 59% apontaram a sinalização como regular ou inadequada.

"Os resultados mostram que as belezas naturais, a personalidade do brasileiro e a hospitalidade foram as características nacionais que mais citaram os participantes da Rio+20", afirmou o presidente da Embratur, Flavio Dino.

A enquete ainda mostrou que um em cada cinco entrevistados aproveitou sua visita ao Rio de Janeiro para conhecer outras cidades do Brasil, principalmente São Paulo.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10250/PARTICIPANTES+DA+RIO20+CONSIDERAM+BRASIL+PREPARADO+PARA+MEGAEVENTOS.html

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Pesquisa da Embratur avaliará competitividade no setor hoteleiro


Processo levantará tarifas em dez cidades brasileiras em comparação com dez cidades estrangeiras

O Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) fará pesquisa para monitorar a competitividade no turismo. A Pesquisa Internacional da Hotelaria (PPH), que terá início na próxima segunda-feira (02), levantará a tarifa média de hotéis em dez cidades brasileiras em comparação com dez cidades estrangeiras a cada seis meses. A portaria foi publicada hoje (27), no Diário Oficial da União.

De acordo com o presidente da Embratur, Flávio Dino, o objetivo da pesquisa é produzir informações que poderão ser acessadas por turistas e empresários, garantindo uma melhor avaliação sobre pontos positivos e negativos do setor hoteleiro. "A pesquisa não servirá para ditar preços. Cabe ao governo avaliar se os valores estão sendo abusivos e, assim, intervir".

Dino acredita que, com a realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, é necessário que o governo brasileiro invista no setor para receber a grande demanda de turistas. "Ainda há muito a fazer, mas asseguro que somos capazes de atender ao grande número de turistas que esses eventos trarão ao país. Investimento na estrutura das cidades, transporte e manutenção de serviços são primordiais, principalmente [nas cidades] que sediarão esses eventos", disse Dino.

A pesquisa será focada nos turistas que viajam a negócio e lazer, desde a data da consulta e o início da hospedagem, período de estadia e destinos mais pesquisados no Brasil e no exterior. Além disso, dados referentes às acomodações nas categorias econômica, médio e alto conforto também serão avaliados, com a comparação da menor e maior tarifa encontrada em cada estabelecimento, com café da manhã incluso.

Para o presidente da Embratur, é preciso que se faça a diferenciação entre viagens a lazer e negócios. "Geralmente, os turistas que viajam a lazer se programam bem antes, pesquisando as melhores opções de hotéis e serviços. Eles também passam maior tempo no local de destino e garantem maior movimentação na economia. Já os que viajam a negócio, buscam praticidade e facilidade nos hotéis".

Os hotéis dos destinos brasileiros que serão pesquisados a negócios são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Curitiba, Belém, Salvador e Fortaleza. Já a lazer são: Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Recife, Florianópolis, São Paulo, Manaus, Natal, Foz do Iguaçu e Gramado.

No exterior, serão analisados os hotéis das seguintes cidades a negócios: Santiago, Buenos Aires, Nova Iorque, Paris, Londres, Tóquio, Viena, Dubai, Milão e Frankfurt. E, a lazer: Santiago, Buenos Aires, Nova Iorque, Paris, Londres, Miami, Sydney, Barcelona, Santo Domingo (República Dominicana) e Cancún.

Após cada período de seis meses, a Embratur realizará um Fórum de Competitividade, onde serão apresentados os resultados e uma análise da pesquisa para representantes do Ministério do Turismo, Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada(Ipea), Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur), Associação Nacional dos Secretários e Dirigentes de Turismo das Capitais e Destinos Indutores (Anseditur), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih) e Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB).

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10215/PESQUISA+DA+EMBRATUR+AVALIARA+COMPETITIVIDADE+NO+SETOR+HOTELEIRO.html

quarta-feira, 23 de maio de 2012

IBOPE Media e Repucom lançam empresa de pesquisa de marketing esportivo na América Latina


São Paulo – O IBOPE Media (www.ibope.com), joint venture entre o Grupo IBOPE e a Kantar Media, e a Repucom (www.repucom.net), membro do grupo RSMG Insights, anunciam hoje o lançamento de um abrangente serviço de pesquisa de marketing esportivo na América Latina.

Diante da liderança global da Repucom em pesquisas de esporte e da incontestável liderança do IBOPE Media em pesquisa de mídia na América Latina, a parceria inicia suas operações com o nome de IBOPE/Repucom Sports, com sede em Buenos Aires, na Argentina. Ao longo do ano iniciará a atuação nos demais países da região, com exceção do Brasil.

“O esporte está estampado na sociedade latino-americana e, como líder em pesquisas na América Latina, o IBOPE Media procurava oferecer um serviço de nível mundial para a região, especialmente para o setor esportivo. Vimos uma oportunidade de parceira com a Repucom, líder mundial neste segmento”, conta Carlos Augusto Montenegro, presidente do Grupo IBOPE.

“Nós acompanhamos o crescimento do setor de esportes na América Latina e consideramos diversas maneiras de entrar neste mercado. No entanto, um parceiro apropriado foi a chave para a implementação bem sucedida dos serviços. O IBOPE Media é parceiro ideal para este assunto”, diz o CEO da Repucom, Paul Smith. “Coletivamente estamos trazendo expertise esportiva mundial e produtos relacionados ao conhecimento local. Este é mais um passo para a estratégia de consolidação da Repucom como um líder mundial na indústria de pesquisa esportiva.”

A demanda crescente por serviços relacionados ao esporte na América Latina combinada com o aumento da sofisticação da indústria criou uma necessidade por informações confiáveis, consistentes e precisas. O IBOPE/Repucom Sports vai permitir que governos, marcas, emissoras, agências e detentores de direitos possuam informações mais transparentes sobre os benefícios e os valores gerados pelo investimento em esporte.

“Mantendo uma longa relação entre a Kantar e o IBOPE Media, nós temos prazer em trabalhar para desenvolver serviços adicionais em pesquisa de mídia com foco no crescente setor de patrocínios esportivos. Estamos empolgados com este novo negócio e com a perspectiva de oferecer aos clientes da Kantar informações adicionais sobre o que acontece no mercado latino-americano”, afirma Richard Brinkmann, da Kantar Sports.

O IBOPE Media é uma joint venture entre o Grupo IBOPE e a Kantar Media. Está presente em 13 países da América Latina e é líder inconteste em pesquisa de mídia na região. Seu escopo de serviços inclui acompanhamento do investimento publicitário e medição de audiência em diferentes meios, como televisão, rádio, mídia impressa e online.| www.ibope.com

Repucom – Liderança em análise e pesquisa de marketing esportivo -Como líder mundial em análise e pesquisa de marca, a Repucom oferece avaliação confiável de patrocínio esportivo com alcance global e conhecimento local. Utiliza sua extensa e constantemente atualizada base de dados nacional e internacional para oferecer ideias cruciais para a efetividade do conteúdo da marca, revelando as práticas de marketing mais eficientes para o patrocínio. A Repucom oferece com exclusividade uma análise baseada em evidências da marca que pode ser utilizada para medir a atividade da marca em eventos ou mensurar o desempenho de concorrentes por meio de um inventário de patrocínio. Desde 2004, a companhia se estabeleceu mundialmente como provedora de dados para as principais maracas, agências, detentores de direitos e emissoras da indústria esportiva. Como membro do grupo RSMG Insights, a Repucom integra uma rede global composta por 1.400 funcionários em 14 países. Utilizando tecnologia de ponta para avaliação de mídia, pesquisa de mercado e auditoria comercial, a RSMG Insights criou a primeira indústria global de serviço completo para pesquisa e consultoria para patrocínio.[ www.repucom.net]

RSMG Insights-RSMG Insights – Líder global em pesquisas esportivas-Como uma holding estratégica, a RSMG Insights gerencia um portfolio de empresas que por mais de 25 anos estão entre as líderes no fornecimento de serviços na indústria de pesquisa esportiva. A RSMG Insights foi criada em novembro de 2010 com o objetivo de oferecer uma plataforma global de monitoramento de patrocínio e análise e avaliação de negócios esportivos. Entre as empresas do grupo estão a REPUCOM, SPORT+MARKT, IFM Sports e IFM Sports Marketing Surveys. [www.rsmg-insights.com].

A Kantar Media oferece recomendação estratégica e inteligência competitiva para as marcas líderes mundiais, anunciantes, agências e outros, auxiliando na navegação e a ter sucesso em uma indústria de mídia em rápida evolução. Isso inclui análise de oportunidades em mídia paga, conselhos sobre a reputação da marca, gerenciamento corporativo, engajamento do consumidor por meio de mídia própria e avaliação da reação dos consumidores na mídia espontânea. A Kantar Media fornece aos seus clientes uma ampla gama de conhecimentos a partir de pesquisa de audiência, inteligência competitiva, comportamento do consumidor e recomendações digitais para a efetividade do marketing e influência online. Sua equipe atualmente trabalha com 22.000 empresas, acompanhando 3 milhões de marcas em 50 países. A Kantar Media é uma unidade da Kantar, o braço de consumer insight da WPP, o maior grupo de serviços de comunicação do mundo.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=202833

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pesquisa acadêmica sobre gestão do esporte

Pesquisa sobre gestão do esporte para minha dissertação de mestrado. Ela é direcionada aos profissionais e estudantes de educação física. Participe aqui.