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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Olimpíadas ajudam Grã-Bretanha a deixar recessão


Economia avançou 1% entre julho e setembro. Um quinto do resultado veio da venda de ingresso para os Jogos

LONDRES — A Grã-Bretanha recuperou-se bem da recessão no terceiro trimestre, registrando o maior crescimento trimestral do Produto Interno Bruto (PIB) em cinco anos, com um impulso ao menos parcial dos gastos com os Jogos Olímpicos, mostraram dados oficiais nesta quinta-feira.
O salto no crescimento deve-se a uma série de fatores temporários, incluindo a Olimpíada, o que pode mascarar um cenário mais fraco. Mas ainda assim foi muito melhor do que o esperado e pode significar que a economia britânica no ano de 2012 não terminará no vermelho.
O Escritório de Estatísticas Nacionais informou que o PIB britânico avançou 1% entre julho e setembro, superando as expectativas de um ganho de 0,6%, depois de ter contraído 0,4% entre abril e junho.Na comparação anual, a economia ficou estável, também melhor do que o esperado.
Entretanto, a alta do terceiro trimestre foi impulsionada pelas vendas de ingressos para as Olimpíadas de Londres — que segundo o escritório de estatísticas respondeu por um quinto da alta trimestral — e foi uma recuperação após um feriado público extra no segundo trimestre.
Excluindo esses efeitos extraordinários, economistas disseram que o crescimento da economia britânica foi fraco e que obstáculos provenientes da zona do euro devem agir como um peso nos próximos meses.
—Foi um número muito bom, mas compreensivelmente bom — disse o economista do Scotiabank Alan Clarke, destacando a ajuda das vendas de ingressos olímpicos e o que ele estimou ter sido o impulso de meio ponto percentual após o peso do feriado extra em junho. — Existe agora uma boa chance de que a economia não irá de fato contrair na média para este ano... Provavelmente ficará estável e, no contexto da política monetária, isso reforça o cenário para o Banco da Inglaterra (banco central) dar uma pausa no quantitative easing (compra de títulos).
Após quedas no desemprego e na inflação na semana passada, o ministro das Finanças, George Osborne, afirmou que os números justificam as políticas econômicas do governo.
— Ainda há um caminho bastante longo, mas esses números mostram que estamos no caminho certo — disse Osborne. —Os dados fracos de ontem da zona do euro foram uma lembrança de que ainda enfrentamos muitos desafios econômicos em casa e no exterior.
A produção do setor de serviços da Grã-Bretanha — que responde por mais de três quartos do PIB — subiu 1,3% no terceiro trimestre, depois de cair 0,1% no segundo. Esse foi o crescimento trimestral mais forte desde o terceiro trimestre de 2007.
A produção industrial cresceu 1,1%, a alta mais forte desde o segundo trimestre de 2010. A construção — que responde por menos de 7% do PIB — contraiu 2,5%.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/olimpiadas-ajudam-gra-bretanha-deixar-recessao-6521568#ixzz2ALrOee4A 

Londres-12 revela economia de 480 mi do orçamento


Os Jogos Olímpicos de Londres-2012 mostraram ao mundo como fazer um megaevento de qualidade sem desperdícios ou excesso de gastos. Nesta quarta, o site BBC Sport apresentou relatórios do LOCOG, comitê organizador dos Jogos, que mostram um superávit de cerca de 480 milhões de libras em relação ao orçamento inicial dos gastos para o evento, de cerca de 9,4 bilhões.

As informações fazem parte do relatório econômico trimestral do governo britânico. Ainda segundo os reportes, os setores onde houve mais economia foram construção, segurança e transporte.

O ministro britânico do Esporte, Hugh Robertson, reforçou os resultados dos relatórios: “Londres-2012 foi um tremendo sucesso e uma conquista significativa por cumprir um enorme e complexo planejamento de forma pontual e abaixo do orçamento”.

“Eu não tenho dúvidas de que Londres-2012 impôs um novo padrão para o gerenciamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no futuro”, completou.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/27/27296/Londres-12-revela-economia-de-480-mi-do-orcamento/index.php

Jogos Olímpicos e Paralímpicos ajudaram Grã-Bretanha a sair da recessão


A imprensa mundial repercutiu, nesta quinta-feira (25.10), que a economia da Grã-Bretanha saiu da recessão entre os meses de julho e setembro. Um dos fatores desse resultado positivo foi a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres 2012. Os dados foram divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido.

De acordo com dados oficiais, o Produto Interno Bruto (PIB) registrou um crescimento de 1% no trimestre. A venda de ingressos para as Olimpíadas foi responsável por 0,2%. O aumento nas atividades de hotéis e restaurantes na capital britânica também contribuíram para o resultado. 

O crescimento do terceiro trimestre é o mais forte desde o mesmo período de 2007. A economia inglesa esteve em recessão nos nove meses anteriores e ainda não recuperou os níveis de produção vistos antes da crise financeira mundial de 2008.

A produção do setor de serviços da Grã-Bretanha - que responde por mais de três quartos do PIB - subiu 1,3% no terceiro trimestre, depois de cair 0,1% no segundo. Esse foi o crescimento trimestral mais forte desde o terceiro trimestre de 2007. A produção industrial cresceu 1,1%, a alta mais forte desde o segundo trimestre de 2010. A construção - que responde por menos de 7% do PIB- contraiu 2,5%. 

Fonte: http://www.esporte.gov.br/ascom/noticiaDetalhe.jsp?idnoticia=9532

Copa do Mundo gerará crescimento de 0,4% no PIB brasileiro até 2019


Estudo do Ministério do Esporte garante injeção de R$ 183 bilhões na economia brasileira

A Copa do Mundo de 2014 gerará um crescimento de 0,4% no PIB brasileiro até 2019, segundo estudos realizados por especialistas e apresentados na última quarta-feira (24) pelo secretário-executivo do Ministério do Esporte e membro do Comitê Organizador Local (COL), Luis Fernandes.

O representante do Mundial proferiu a palestra "A Copa do Mundo é nossa" durante a Feira de Turismo das Américas (ABAV), inaugurada nesta quarta-feira no Rio de Janeiro, na qual ressaltou a importância que o evento esportivo trará para o Brasil em termos econômicos.

O desenvolvimento do torneio aumentará em R$ 183,2 bilhões o PIB brasileiro até 2019, divididos desta forma: R$ 47,5 bilhões por geração direta, como "investimento em infraestrutura ou as despesas dos turistas" e R$ 135,7 bilhões de forma indireta, com a "circulação de dinheiro ou o uso dos estádios depois da Copa", disse Fernandes.

O diretor destacou a relevância que a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 terão para a imagem do Brasil no exterior. "São os dois maiores eventos esportivos e midiáticos do planeta", declarou Fernandes.

De acordo com estudos realizados, calcula-se que três milhões de brasileiros se deslocarão por conta da Copa e que 600 mil turistas virão do exterior.

O secretário declarou que as obras de melhoria nos estádios para a Copa de 2014 se encontram em 60%, apesar de sedes como Fortaleza e Belo Horizonte terem entre 80 e 90% das obras concluídas.

Ambas estão na lista das sedes da Copa das Confederações de 2013, junto à Salvador, Recife, Brasília e o Rio de Janeiro, que deverá ser confirmada no dia 8 de novembro após a próxima avaliação da Fifa. Curitiba, Natal, Manaus, Porto Alegre, São Paulo e Cuiabá completam as 12 sedes para a Copa do Mundo de 2014.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10951/COPA+DO+MUNDO+GERARA+CRESCIMENTO+DE+04+NO+PIB+BRASILEIRO+ATE+2019.html

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Turismo no Brasil cresceu mais que a economia entre 2003 e 2009


Renda gerada pelo turismo subiu 32,4%, acima do crescimento econômico registrado no período

A renda gerada pelo turismo no Brasil subiu 32,4% entre 2003 e 2009, acima do crescimento econômico de 24,6% acumulado no mesmo período, segundo um estudo divulgado ontem (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O turismo mobilizou no Brasil durante 2009 cerca de R$ 103,7 bilhões e oferecia emprego a 5,9 milhões de pessoas, um número 10,5% superior ao de 2003, segundo o estudo.

Enquanto o Brasil registrou uma retração econômica de 0,3% em 2009 em comparação com 2008, o produto gerado pelo turismo registrou um crescimento de 4,6% no mesmo período.

O IBGE esclareceu que a diferença entre o ritmo de expansão das atividades turísticas e o do crescimento econômico no Brasil tende a aumentar nos próximos anos devido ao esperado aumento de visitantes para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Apesar do crescimento da renda gerada pelo turismo em seis anos, o setor representava apenas 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2009 contra 3,6% em 2003.

Entre as atividades que integram o turismo, a que tem maior participação na renda gerada pelo setor, com 37,4% do total, é a de alimentação (restaurantes e bares entre outros), seguida pelas recreativas, esportivas e culturais (17,9%), as de transporte rodoviário (17,9%), as de alojamento (7,14%) e de transporte aéreo (4,78%).

Quanto às que mais geram emprego destacam-se igualmente a alimentação (3 milhões de postos de trabalho), seguida pelo transporte rodoviário (1,06 milhões) e as recreativas, esportivas e culturais (1 milhão).

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10885/TURISMO+NO+BRASIL+CRESCEU+MAIS+QUE+A+ECONOMIA+ENTRE+2003+E+2009.html

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Produtos de Londres 2012 encalham e dão prejuízo


Empresa afirmou que demanda pelos produtos relacionados aos Jogos foi "menor que o esperado"

As vendas de produtos promocionais dos Jogos Olímpicos menores do que o esperado causaram perdas em uma das empresas responsáveis pela produção dos brinquedos e souvenires, a companhia Hornby.

O grupo afirmou que a demanda pelos produtos relacionados aos Jogos foi "menor que  o esperado" e por isso a empresa não terá lucro esse ano, apesar de ter anunciado anteriormente que a quantidade de pedidos "era boa".

A licença da empresa para fabricar os produtos incluía modelos de táxis e ônibus decorados com os temas de Londres 2012, assim como réplicas dos mascotes e um autorama em formato de velódromo.

A companhia, que qualificou de "fracasso" sua aposta olímpica, explicou que suas perdas respondem também aos problemas de provisão que sofre pela interrupção de seu principal colaborador na China, que está "racionalizando" sua produção, segundo a "BBC".

O grupo Hornby, afetado pela queda no consumo provocada pela recessão, obteve um lucro de 3,4 milhões de libras no último ano até 31 de março, frente aos 4,5 milhões de libras obtidos no mesmo período do ano anterior.

A histórica companhia criada no Reino Unido em 1906 está cotada na bolsa e comercializa seus produtos em vários países europeus.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10771/PRODUTOS+DE+LONDRES+2012+ENCALHAM+E+DAO+PREJUIZO.html

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Esporte é responsável por R$ 67 bilhões do PIB


Por Isa Sousa

O setor esportivo foi responsável por 1,6% do PIB brasileiro, índice que representa R$ 67 bilhões dos R$ 4,1 trilhões arrecadados pelo país em 2011. A informação é parte do estudo “O PIB do Esporte no Brasil” e foi divulgada nesta semana pela Pluri Consultoria, durante abertura do seminário “O Futuro dos Clubes Brasileiros”.

De acordo com a pesquisa, o valor arrecadado inclui as atividades esportivas em si e tudo que se movimenta em seu entorno, dos direitos de transmissão de jogos aos serviços de alimentação oferecidos no estádio, por exemplo. O objetivo do evento é que o governo federal amplie o incentivo dado ao setor no país e impulsione a profissionalização do futebol feminino.

Comparado aos Estados Unidos, o investimento brasileiro ainda é baixo. No Super Bowl, jogo de encerramento do campeonato de beisebol e um dos mais importantes eventos esportivos no país, são arrecadados US$ 11 milhões. Somados, os esportes norte-americanos equivalem a 2,1% do PIB, índice ainda inferior ao da Nova Zelândia, que atinge 2,8% do total das receitas.

Além de discussões sobre o esporte no Brasil, o seminário também marcou o lançamento do Brasil Sport Market (BrSM), fórum permanente de Gestão e Marketing Esportivo criado em parceria pela Trevisan Escola de Negócios e a Pluri Consultoria. Além de mesas de debates abordando “A nova Geração de Arenas Brasileiras” e “O Futuro do Marketing dos Clubes”, o evento comportou a entrega dos prêmios “Melhor Executivo de Futebol” e “Melhor Executivo de Marketing” de Clubes de Futebol, promovido pelo BrSM.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/blogs/mundo-do-marketing-esportivo/ultimas-noticias/25369/esporte-e-responsavel-por-r-67-milhoes-do-pib.html

sábado, 25 de agosto de 2012

Em contagem regressiva para megaeventos, abriesp foca na cadeia produtiva no esporte


EM CONTAGEM REGRESSIVA PARA MEGAEVENTOS, ABRIESP FOCA NA CADEIA PRODUTIVA NO ESPORTE

  O Brasil será o País do esporte com a Copa do Mundo e as Olimpíadas nos próximos quatro anos e deve gerar impacto econômico de mais de R$ 280 bilhões

  São Paulo (SP) – Associação Brasileira da Indústria do Esporte (Abriesp) está preparada para atender a demanda prevista para os megaeventos, que serão realizados no País a partir de 2014, com a Copa do Mundo de Futebol. A entidade, com 44 filiados, tem projetos especiais para a cadeia produtiva do esporte, que movimenta materiais, equipamentos, infraestrutura e prestação de serviços. O chamado ciclo virtuoso inclui também as Olimpíadas de 2016 e deve gerar impacto de R$ 280 bilhões na economia nacional. Para aproveitar e ampliar essas oportunidades, a Abriesp estuda ampliar a aproximação com o poder público e outras instituições como a FIESP. As ações conjuntas são fundamentais para as nossas empresas se fortalecerem. Estimulamos, desde a última gestão, intercâmbio, geração de negócios e transferência de tecnologias, revela Maurício Fernandez, presidente da Associação.

O Ministério do Esporte indica que o investimento nas cidades-sedes da Copa do Mundo está orçado em R$ 30 bilhões. As ações devem resultar na criação de 710 mil vagas divididas entre as áreas de infraestrutura esportiva, máquinas, equipamentos, materiais, acessórios e prestação de serviços.

A indústria do esporte precisa estar atenta ao crescimento econômico do Brasil. Os megaeventos serão fundamentais nesse processo, mas é preciso sensibilizar os governos em suas três esferas, sobre um tratamento tributário diferenciado, que permita que a indústria nacional possa investir em modernização e novas tecnoçogias, explica o presidente da Abriesp. O empresário Maurício Fernandez reforça que a atual gestão, periodicamente, cobra dos órgãos públicos apoio à cadeia produtiva do esporte, além de incentivar a criação de novas leis de incentivo ao esporte em estados e municípios que ainda não as possuam.

Segundo Eduardo Sayeg, Secretário Executivo da entidade desde 2007, a Abriesp realizará em novembro, durante o Sports Business Congress, uma importante rodada de negócios entre empresas nacionais e 25 empresas internacionais, selecionadas pela Messe-Muenchen (Feiras de Munique), que virão a São Paulo para esse fim. O encontro terá apoio da FIESP e do SEBRAE.

Sobre a Abriesp – A Associação Brasileira da Indústria do Esporte foi fundada em março de 2005 e reúne 44 empresas divididas em quatro Câmaras Setoriais: infraestrutura esportiva, máquinas e equipamentos, materiais e acessórios esportivos e prestação de serviços no setor. O objetivo da associação é assessorar todas as afiliadas junto aos órgãos públicos e entidades privadas, além de criar oportunidades de negócios.

A Abriesp, uma entidade de âmbito nacional, sem fins lucrativos e que congrega e representa empresas de produtos e serviços do esporte, é presidida por Maurício Fernandez, da GMF Promoções Esportivas, e tem como vice-presidente Sérgio Schildt, da Recoma.

Mais informações : www.abriesp.com.br

Flávio Perez – Mtb.: 45562
E-mail: flavio@zdl.com.br
Tel: 55 11 7803-5831 Nextel 86*87510
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Fonte: http://www.dinheironaconta.com/2012/08/24/em-contagem-regressiva-para-megaeventos-abriesp-foca-na-cadeia-produtiva-no-esporte/

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Olimpíadas ajudam a baixar desemprego no Reino Unido a 8%


Foi a quinta queda consecutiva do indicador

LONDRES — A taxa de desemprego do Reino Unido caiu para 8% no segundo trimestre do ano, ante os 8,1% reportados nos três meses até maio, informou nesta quinta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas britânico (ONS, na sigla em inglês).
Apesar da recessão, é a quinta queda consecutiva no indicador, um provável reflexo do aumento da demanda de mão de obra em Londres, por causa das Olimpíadas.
O ONS diz que o número de desempregados em Londres caiu em 42 mil nos três meses até junho. O número de desempregados em todo o Reino Unido caiu em 46 mil de abril a junho, para 2,56 milhões. Já os pedidos de seguro-desemprego em julho recuaram em 5,9 mil, contrariando a previsão de analistas, que esperavam aumento de entre 6 mil e 7 mil pedidos.
O número de empregados subiu em 201 mil nos três meses até junho, a maior alta desde o período de maio a julho de 2010, elevando o total para 29,5 milhões. A taxa de emprego, no entanto, caiu para 71%, a menor desde maio de 2009.
Dados complementares do ONCS mostram que os ganhos médios — excluindo o pagamento de bônus — subiram 1,8% nos três meses até junho, estável na comparação com a pesquisa de maio. Incluindo o pagamento de bônus, os ganhos médios subiram 1,6% de abril a junho.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/olimpiadas-ajudam-baixar-desemprego-no-reino-unido-8-5793829#ixzz23chK13tF

domingo, 12 de agosto de 2012

TURISMO AQUECE EM LONDRES, E TRANSAÇÕES COM VISA CHEGAM A US$ 1,4 BILHÃO


APENAS NA PRIMEIRA SEMANA DE COMPETIÇÕES, OPERADORA DE CARTÕES REGISTROU US$ 716 MILHÕES EM COMPRAS NA CAPITAL INGLESA E EXPÔS SUA MARCA POR TODA A CIDADE

Por Rodrigo capelo

A Visa, patrocinadora oficial desta edição dos Jogos Olímpicos, divulgou que no período entre 30 de julho e 5 de agosto, a primeira semana logo após a abertura, o volume de transações feitas por consumidores com seus cartões chegou a U$ 716 milhões. Ao todo, esse indicador já alcançou a marca de US$ 1,4 bilhão. O levantamento começou na semana anterior à passada, quando algumas competições já estavam em andamento, mesmo antes da abertura.

Vale lembrar que a companhia, por ter adquirido uma cota de patrocínio da Olimpíada, possui exclusividade nas arenas nas quais são realizadas as competições. Ou seja, nada de MasterCard ou American Express. Em termos gerais, 57% do volume total de negócios feitos em Londres correspondem às transações feitas com cartões da empresa.

A Visa, também por ser parceira oficial do Comite Olímpico Internacional (COI), expõe sua marca nas ruas da capital inglesa. Ao contrário de não patrocinadores, que têm de inventar maneiras criativas para conseguir tirar uma casquinha do evento, a operadora de cartões está amplamente inserida em locais públicos e privados.

"Os parceiros oficiais promovem campanhas de forma mais usual. São peças nos famosos ônibus britânicos, e outdoors também são largamente utilizados. No parque olímpico, patrocinadores têm suas áreas para relacionamento com público e clientes, além de ter pontos de venda, como no caso do McDonald's e sua grande loja", relata Edwin Asberg, brasileiro que atua na agência de marketing esportivo Sport+Martk AG e está na Alemanha cursando mestrado em gestão desportiva pela Universidade Alemã do Esporte de Colônia.

Ainda sobre as transações realizadas na primeira semana de Olimpíada, é interessante notar que os gastos mais do que triplicaram entre turistas das Américas Central e do Sul em comparação ao ano passado em Londres. A Nicarágua teve crescimento de 384%; Honduras, de 338%; Guatemala, de 324%; e Bolívia, de 309%. Isto é, os Jogos Olímpicos levaram um novo consumidor ao Reino Unido que, eventualmente, pode voltar no futuro.

O volume de compras muito acima do comum em Londres já era esperado, é claro, e por isso a Visa preparou esquema com mais de 140 mil estabelecimentos comerciais atendidos, incluindo cinco mil táxis apenas na cidade de Londres.

Quem gastou mais?Valor das transações
Estados UnidosUS$ 85,5 milhões
JapãoUS$ 50,9 milhões
FrançaUS$ 41,5 milhões
ItáliaUS$ 39,5 milhões
AustráliaUS$ 35,3 milhões
IrlandaUS$ 32,4 milhões
EspanhaUS$ 31,1 milhões
AlemanhaUS$ 30,9 milhões
CanadáUS$ 24,1 milhões
SuéciaUS$ 23,4 milhões
Fonte: Visa


Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2012/08/turismo-aquece-em-londres-e-transacoes-com-visa-chegam-us-14-bilhao.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Londres afirma que benefícios da Olimpíada são de longo prazo


Comitê tranquilizou os comerciantes e donos de hotéis, que haviam se queixado da falta de pessoas

"Por enquanto tudo está funcionando", afirmaram nesta quarta-feira os responsáveis do Comitê Organizador Local (Locog) ao fazer o balanço dos cinco primeiros dias dos Jogos Olímpicos de Londres.

A fuga dos próprios londrinos do centro da cidade, como consequência de um "exagero" de medidas para evitar a paralisação do trânsito e do transporte público, é um dos aspectos corrigíveis, disseram.

Além disso, tranquilizaram os comerciantes e donos de hotéis queixosos pela falta de pessoas, alegando que os benefícios dos Jogos são "de longo prazo".

"As atividades da cidade mudam com os Jogos Olímpicos, mas em longo prazo serão notadas as oportunidades, o rendimento econômico. Haverá mudanças. A imagem que se transmitirá de Londres será muito, muito positiva", afirmou o presidente do Locog, Sebastian Coe, em entrevista coletiva.

"Às vezes somos vítimas de nosso próprio sucesso", acrescentou Paul Deighton, diretor-executivo dos Jogos, que revelou que o Locog manteve até agora duas reuniões com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para revisar as incidências da organização.

"O presidente (Jacques Rogge) disse ontem que não precisaríamos de outra reunião até sábado. Isso dá uma ideia de como as coisas estão", completou.

Os organizadores resumiram o êxito das Olimpíadas em números como três milhões de espectadores, 90% de satisfação entre o público presente aos estádios, 38 milhões de visitantes ao site oficial dos Jogos, 800 mil tweets enviados desde as sedes ou 400 mil refeições servidas na Vila Olímpica.

Perguntado por alguns dos resultados esportivos mais destacados dos primeiros dias de competição, e concretamente por se considerava o nadador americano Michael Phelps o melhor atleta da história, Sebastian Coe afirmou que "é evidente que, olhando o quadro de medalhas, ele é quem teve mais sucesso".

"Suas 19 medalhas (três em Londres) dispensam explicações. Mas, se é o melhor de todos os tempos, isso eu não sei. Poderia mencionar Steve Redgrave, Daley Thompson, Jesse Owens, Nadia Comaneci...", opinou.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10446/LONDRES+AFIRMA+QUE+BENEFICIOS+DA+OLIMPIADA+SAO+DE+LONGO+PRAZO.html

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Auditoria do TCU rende economia de R$ 16 mi na reforma do Galeão


Após revisão dos valores, tribunal decide arquivar o processo de fiscalização de um dos contratos de reforma do terminal 2 de passageiros

Por Fabrício Marques

Auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em dos contratos de reforma do terminal de passageiros dois (TPS-2) do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, resultou em uma economia de mais de R$ 16 milhões no valor da obra. É o que afirma o ministro Valmir Campelo na decisão do tribunal que arquivou o processo de fiscalização esta semana.
- Esta fiscalização, incluída no rol de ações do Tribunal para a Copa de 2014, redundou em um benefício concreto e imediato de mais de R$ 16 milhões aos cofres públicos - declarou Campelo no texto da decisão.
De acordo com o ministro, técnicos do TCU identificaram irregularidades em alguns contratos de revitalização e modernização do TPS-2 do aeroporto durante fiscalização inciada em 2010. Na época, foi detectado sobrepreço de R$ 17,4 milhões (quantidade inadequada de materiais e execução de serviços fora das especificações técnicas) e superfaturamento de aproximadamente R$ 1,5 milhão (pagamento por serviços não executados).
Após receber alerta do tribunal, a Infraero fez revisões no orçamento da obra e reduziu em mais de R$ 15 milhões o custo. No entanto, os ministros do TCU entenderam que ainda era preciso resolver irregularidades referentes a "revisão das claraboias", o que foi feito pela empresa e resultou em um corte de mais R$ 1,6 milhão. Somadas as revisões da Infraero, o contrato em questão passou de R$ 73,9 milhões para R$ 57,1 milhões - redução de 22% no valor inicial.
Depois de avaliar os novos valores, o ministro Valmir Campelo entendeu que foram resolvidos todos os problemas referentes ao contrato e recomendou o arquivamento do processo. A sugestão foi acatada pelo plenário do tribunal na sessão da última quarta-feira.
De acordo com informações do terceiro balanço geral da Copa, divulgado pelo governo federal em maio, a reforma do terminal de passageiros 2 do aeroporto do Galeão está em andamento e a previsão de conclusão é para outubro de 2013. O custo total da obra será de R$ 354,7 milhões.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/07/auditoria-do-tcu-rende-economia-de-mais-de-r-16-mi-na-reforma-do-galeao.html

sexta-feira, 20 de julho de 2012

NBA abre negociação para patrocínios de camisa


A liga americana de basquete (NBA) deseja abrir um novo fluxo de receitas para suas equipes e, com isso, propôs a venda de patrocínios para as camisa pela primeira vez.

O anúncio foi feito na reunião do conselho da NBA, na última quinta, 19, e a informação é de que o campeonato poderia levantar mais US$ 100 milhões em receita, com base nas projeções do mercado futebolístico europeu. 

A NBA informou que a decisão final, provavelmente, será tomada em setembro após votação, e se implementada, já será válida para a temporada 2013/2014.

"A princípio, as equipes teriam bastante tempo para se organizar. Primeiro na venda do espaço e depois na fabricação das camisas, já que além dos uniformes dos jogadores, as roupas também terão de ir para o varejo", disse o diretor de operações da NBA, Adam Silver.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26058/NBA-abre-negociacao-para-patrocinios-de-camisa/index.php

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Modernização do porto de Salvador segue em andamento


Conclusão deve ocorrer até maio de 2013; 50 operários estão no canteiro de obras

A modernização do terminal de passageiros do Porto de Salvador segue em andamento com 50 operários no canteiro de obras. A expectativa é que a obra seja concluída até maio de 2013, quando o local completará 100 anos.

Os trabalhos são realizados pelo Conjunto pela Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), em parceria com a Fundação Mário Leal Ferreira e sob coordenação do Departamento de Infraestrutura de Transporte da Bahia (Derba).

O projeto, orçado em R$ 30,2 milhões, prevê a construção de espaço de lazer com restaurantes e um receptivo turístico distribuídos numa área total de 3.400 metros quadrados. 

Segundo o presidente da Codeba, José Rebouças, a obra é um princípio do processo de revitalização do comércio. Dois armazéns antigos serão retirados do antigo porto da capita baiana.

A modernização é tocada com equipamentos modernos de perfuração. A ideia é que o entorno do porto sofra o menor impacto possível e que os prédios antigos próximos à obra seja preservados. Eles poderiam ter a estrutura abalada caso o método tradicional conhecido como bate estaca fosse usado. Dessa forma, a fixação da estrutura ocorre por meio de estacas helicoidais.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10355/MODERNIZACAO+DO+PORTO+DE+SALVADOR+SEGUE+EM+ANDAMENTO.html

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Com camarotes de até R$ 4,6 milhões, Copa 2014 já iguala vendas de 2010


Empresas brasileiras começam a garantir presença na competição e já batem valor total da África do Sul. Veja os tipos de pacotes para a Copa

Por Felippe Costa

A pouco menos de dois anos para o início da Copa do Mundo de 2014, a comercialização de camarotes corporativos para o evento já igualou o número do total vendido para 2010. Mesmo com preços que podem chegar a R$ 4,6 milhões por 19 jogos.

- A coisa mais importante é que o Brasil se tornou a bola da vez. A venda da Copa está superando todas expectativas. As empresas brasileiras têm a situação privilegiada, pois a Seleção já está garantida na Copa. Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte são as regiões com um procura maior e já apresentam poucas opções. Os camarotes privativos são os mais vendidos. No total, já alcançamos 2010 – disse Gilmar Pinto Caldeira, porta-voz do núcleo Copa do Mundo do Grupo Águia, uma das empresas licenciadas pela Match Hospitality AG (detentora exclusiva dos direitos internacionais do programa de hospitalidade da Fifa) no Brasil.
A mais cara de todas as categorias de camarote é a chamada Aquarela Series, que custa US$ 2,3 milhões (cerca de R$ 4,6 milhões) e comporta de 16 a 26 espectadores. O pacote oferece 19 jogos nas sedes de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com as semifinais e a final. Os serviços vão desde um jantar privado ou de negócios até ambientes informais para grupos e famílias. Atualmente, o número total de pacotes vendidos em todas as categorias e séries está perto de 90.000.
Outros produtos ganham destaque como as Private Suites e a Venue Series. Essa última tem preços que vão de US$ 2,3 mil (mais de R$ 4,6 mil) a US$ 1,75 milhão (mais de R$ 3,5 milhões). No Rio de Janeiro, poucas permanecem à venda. A demanda em todas as cidades-sedes também foi forte para os pacotes Match Business Seat e Match Pavilion.

O Final Round vai de US$ 10,1 mil (mais de R$ 20,2 mil) a US$ 20,9 mil (mais de R$ 40 mil). O Team Specific International varia entre US$ 700 (R$ 1,4 mil) e US$ 30,9 mil (mais de R$ 60 mil). Os interessados devem acessar o site oficial da Fifa e fazer suas simulações. Além disso,  podem entrar em contato pelos emails: comercial@match-hospitality.com e sales@match-hospitality.com.

Mais de 36 agentes estão espalhados pelo mundo com direitos de comercialização desses camarotes para a Copa do Mundo de 2014 e cobrem mais de 80 países.

- O restante do mundo vai esperar dezembro de 2013, quando houver algumas definições de classificados, para começar a adquirir esses pacotes. Quem não quer assistir uma Copa no país do futebol? - concluiu Gilmar.
Confira algumas opções de camarotes coorporativos para a Copa:


Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/07/com-camarotes-de-ate-r-46-milhoes-copa-2014-ja-iguala-vendas-de-2010.html

Aldo Rebelo espera mais ‘equilíbrio’ nas decisões do TCU para a Copa


Ministro do Esporte reconhece bom trabalho, mas acha decisões podem gerar problemas futuros. Ele diz que 2016 já arrecadou mais que Londres

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse na manhã desta quarta-feira que espera mais ‘equilíbrio’ do Tribunal de Contas da União (TCU) em relação aos valores apresentados em algumas situações nas obras da Copa do Mundo de 2014. Durante o programa “Bom dia, Ministro”, ele lembrou da paralisação feita pelo TCDF na licitação das cadeiras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha e afirmou ser favorável ao modelo mais caro, pois tem vai durar mais tempo e evitará futuros gastos.

- Olha, isso não é um julgamento entre a virtude e o pecado. Tudo o que você faz em defesa da administração pública tem de ser reconhecido como coisa boa. O que temos de evitar é o exagero, quando você não consegue separar a defesa dos recursos públicos de uma coisa racional. Conheço não apenas o caso das cadeiras de Brasília, mas de outros. A questão é que a qualidade das cadeiras altera o preço. Se o TCU quer a cadeira mais barata, vai ter a pior cadeira possível. Se você quer uma de melhor qualidade, que dure mais, vai ter de pagar mais por essas cadeiras. O TCU acompanha para proteger o dinheiro e o interesse público, mas também precisa estar aberto para que a legislação não seja morta, que proteja na prática, que ajude a encontrar soluções de barateamento. A mais barata, se for de pior qualidade, pode sair mais cara porque pode acabar mais cedo. É preciso encontrar um equilíbrio.

Durante uma hora, Aldo conversou com representantes de rádios de todo o país e falou sobre a preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016 e exaltou as oportunidades de desenvolvimento possibilitadas pelos dois eventos.

- O Brasil já gerou mais de 300 mil empregos por conta da Copa do Mundo. O Produto Interno Bruto, a economia sofrerá até 2019, acréscimos anuais em função do do Mundial. As Olimpíadas do Brasil já arrecadaram mais em patrocínio do que os Jogos em Londres, embora a nossa ainda vá ocorrer daqui a quatro anos. Há possibilidades na ciência, na tecnologia, no desenvolvimento da nossa engenharia da construção civil, da nossa engenharia ambiental - disse o ministro, que garantiu que o Brasil terá técnologia 4G e banda larga em todas as cidades-sedes da Copa.
- Nós vamos ter, sim, banda larga e 4G antes de 2014 em todas 12 capitais e em todos os 12 estados que sediarão a Copa. Nós vamos ter também, para a Copa do Mundo, segurança, não digo que total e absoluta, mas próxima de 100%, para a transmissão de imagens. O governo vai fazer o esforço para que não apenas na Copa do Mundo e, se possível, antes dela, o cidadão brasileiro tenha acesso a serviço de melhor qualidade naquilo que depende do governo, porque também uma parte depende do setor privado investir e acho que há também esse compromisso.

Aldo rebelo também garantiu que o ministério se esforçará para que o biocombustível brasileiro seja utilizado no Mundial de 2014. No mês de junho, Aldo Rebelo esteve reunido com representantes do setor, que explicaram os benefícios gerados pela nova tecnologia.
- Nós queremos que o biocombustível seja o combustível oficial da Copa do Mundo, porque isso promove não apenas o meio ambiente, mas a produção do biocombustível no Brasil. Estamos fazendo esse esforço com o Ministério das Minas e Energia, com a Agência Nacional de Petróleo, porque isso tem relação com a presença do biocombustível não apenas na aviação, mas no transporte urbano das nossas metrópoles, para melhorar a qualidade de vida e do ar. É um programa criado com apoio do governo e que o governo tem a responsabilidade de ajudar a promover.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/07/aldo-rebelo-espera-mais-equilibrio-nas-decisoes-do-tcu-para-copa.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=globoesportecom

Governo quer "nacionalizar" Olimpíada 2016 no Rio, diz ministro


Objetivo é estimular a compra de materiais esportivos de diversas partes dos país

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse hoje (18) que o governo pretende estimular a compra de materiais esportivos de diversas partes do país para as Olimpíadas de 2016, com sede no Rio de Janeiro. A ideia, segundo o ministro, é que todas as regiões do país possam ser beneficiadas com os jogos.

“Temos um plano de nacionalização das Olimpíadas. Quando falo disso, falo da compra de equipamentos, máquinas e serviços a partir de fornecedores nacionais, de valorização do nosso conhecimento, da nossa cultura, da construção de equipamentos esportivos em todo o território nacional. Temos que valorizar a construção de equipamentos no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas temos também que levar para outras regiões”, disse o ministro durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Aldo Rebelo disse ainda que a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 são grandes oportunidades para o Brasil investir mais em ciência, tecnologia e nas engenharias de construção e ambiental.  

“O Brasil já gerou muitos empregos com a Copa de 2014, o PIB [Produto Interno Bruto] sofrerá acréscimos anuais por causa da Copa e das Olimpíadas de 2016. Há possibilidades na ciência, na tecnologia, nas engenharias ambientais e de construção. A Copa e as Olimpíadas nos abrem grandes horizontes.”

O ministro disse ainda que o governo está acompanhando as obras da Copa para que não hajam atrasos. Ele lembrou que nos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro em 2011, algumas obras atrasaram e o governo está trabalhando com as cidades-sedes da Copa para não haver repetição de atrasos.

Ele também comentou sobre a expectativa para os Jogos Olímpicos de Londres, na Inglaterra, que começam nos próximos dias. O ministro espera que o Brasil conquiste entre 15 e 20 medalhas. Entre os atletas que vão disputar os jogos em Londres, quase metade deles recebe o Bolsa Atleta e, no caso dos atletas paraolímpicos, 80% têm o auxílio financeiro, disse o ministro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10341/GOVERNO+QUER+NACIONALIZAR+OLIMPIADA+2016+NO+RIO+DIZ+MINISTRO.html

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Cerveja e futebol


Por Ana Cláudia Guimarães

A FGV está apoiando a AmBev a definir suas estratégias de ação no futebol brasileiro e na Copa do Mundo. 
Com base nos estudos da FGV, a cada R$ 100 milhões investidos pela AmBev no futebol brasileiro são gerados 14 mil novos empregos e R$ 336 milhões na economia do país.

Segundo estudo da FGV, não há nenhuma relação comprovada entre cerveja e violência e apenas 5% das pessoas que frequentam estádios no Brasil são favoráveis á restrição ao consumo nos jogos de futebol.

Aliás...

Já em 2012, além dos patrocínios regulares, a AmBev vai destinar pelo menos R$ 30 milhões à construção de CTs para Fla, Flu, Vasco e Botafogo.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2012/07/16/cerveja-futebol-455564.asp

domingo, 15 de julho de 2012

Chegada de estrelas revela nova ordem do futebol brasileiro


Contratações de Seedorf e Forlán, evidenciam força do mercado interno

Por Fabio Juppa

RIO — Espécie de “xepa às avessas” dos clubes estrangeiros, habituados a comprar aqui os talentos mais cobiçados do mercado a preço de banana, o futebol nacional celebra seu milagre econômico. Se as permanências de Neymar, Lucas e Leandro Damião, eternas enquanto durarem, sinalizam um ambiente aquecido, as chegadas de estrelas internacionais como Seedorf e Diego Forlán indicam o ponto de ebulição que eleva o Campeonato Brasileiro a um novo patamar.
— A Europa ainda tem os campeonatos mais competitivos, mas, se esses jogadores escolheram o Brasil, significa que o futebol aqui está mais profissional. As melhoras da economia e da competência são evidentes — atesta o luso-brasileiro Deco, que em 2010 trocou o Chelsea pelo Fluminense atraído pela chance de conciliar o desejo de encerrar a carreira na terra natal e ótimos contratos.

Campeonato globalizado
Para dirigentes, executivos de marketing e jogadores consagrados que, assim como Seedorf, de 36 anos, e Forlán, de 33, curtem a maturidade profissional e já não associam realização apenas a dinheiro, vários fatores ajudam a entender as decisões do holandês e do uruguaio de abrirem mão de propostas financeiramente mais vantajosas da China, do mundo árabe ou mesmo do futebol europeu para curtir os anos que antecedem a aposentadoria por aqui. Casado com uma brasileira, o vínculo afetivo de Seedorf com o país é anterior ao interesse do Botafogo.
Embora tenha construído praticamente toda a carreira na Europa, geograficamente o uruguaio Forlán sempre esteve próximo. No Internacional, ficará mais perto da família sem abrir mão de jogar em alto nível.
— Vejo a vinda deles mais como efeito da globalização do Campeonato Brasileiro, mais organizado, disputado por pontos corridos, como na Europa, do que propriamente com o fortalecimento do mercado — opina Juninho Pernambucano, que após trajetória singular no futebol francês e duas temporadas no Qatar, aos 36 anos voltou ao Vasco, seu clube de coração. — O fuso horário atrapalha bastante lá fora, mas, nos meus últimos dois anos na França e no período em que fiquei no Al-Gharafa, assistia ao Brasileiro.
Quem vê o futebol como negócio destaca que o Brasil se tornou naturalmente atraente para jogadores e investidores por ser sede da próxima Copa do Mundo. Presidente do Conselho da Brunoro Sports Business e diretor esportivo do Grupo Pão de Açúcar, José Carlos Brunoro alerta que as vindas de Seedorf e Forlán mostram, sim, a força do mercado interno, mas ainda acha prematuro afirmar que, em breve, o futebol brasileiro será capaz de contratar jovens estrelas estrangeiras, como o Corinthians fez em 2005 com os argentinos Tévez e Mascherano, graças aos milhões de dólares da MSI, que acabou nas páginas policiais.
— Tudo é possível, mas num médio prazo — diz Brunoro. — Já sabemos que, em alguns casos, pagamos tão bem quanto lá fora. Para trazer uma estrela em ascensão, vai depender de uma engenharia financeira. Mas, se oferecermos a infraestrutura renovada que teremos após a Copa, com novas experiências e a qualidade de vida do brasileiro, por que um argentino jovem e talentoso não pode pensar como Forlán e Seedorf e vir para cá? — indaga.

Para o diretor executivo do Fluminense, Rodrigo Caetano, esta realidade está distante.
— Jogadores do nível de Seedorf e Forlán só têm oportunidade de vir em final de contrato — enfatiza. — Basta ver o exemplo do Deco, que jogou no Porto, Barcelona e Chelsea. Pegue as referências desses clubes, não temos poder aquisitivo para adquirir direitos tão caros. Tente trazer Xavi ou Iniesta, ninguém vai conseguir.

Seedorf já atrai sócios
Diretor da Soccer Mídia, empresa carioca de marketing esportivo que tem vários clubes brasileiros como clientes, João Cláudio de Luca ressalta que, no exterior, os clubes costumam recuperar o investimento em grandes estrelas em campanhas de marketing de venda de produtos associados e de fidelização de torcedores.
Segundo Sérgio Landau, diretor executivo do Botafogo e um dos articuladores da contratação de Seedorf, em menos de uma semana a chegada do novo reforço atraiu 2,5 mil novos sócios-torcedores. E dinamizou negociações até então estagnadas com duas empresas interessadas em exibir as marcas nas costas e nas mangas da camisa.
— Pular de 3,5 mil sócios-torcedores para 10 mil já seria fantástico. E prevemos um aumento de cinco mil em média de público em nossos jogos. Se a torcida responder da maneira que imaginamos, fica tudo equacionado. Por isso, a participação dela é fundamental.
José Carlos Brunoro, no entato, faz ressalvas:
— Apostar no torcedor é perigoso. Jogadores como esses deveriam vir com o direito de imagem associado a alguma empresa. É a imagem, associada a um plano de marketing, que vai pagar o investimento.

Talento só não basta
Rodrigo Caetano lembra que tão importante quanto o planejamento para honrar os compromissos com o jogador é ter a certeza de que o perfil do escolhido se adequa às necessidades, e não só a técnica:
— Os benefícios de ter um jogador desse nível são inúmeros. Eles agregam experiência, trajetória vencedora, fortalecem os clubes e o campeonato. E normalmente têm uma responsabilidade com os mais jovens. Muitos meninos acabam se afirmando a partir do convívio com esses ídolos.
Sérgio Landau revela que, antes de bater o martelo sobre a contratação do holandês, o nome de Seedorf foi amplamente discutido pelo chamado Comitê de Futebol do Botafogo, grupo formado pelos principais dirigentes do clube que definem as mais importantes decisões dos departamentos:
— Avaliamos todo o ambiente competitivo em que ele esteve envolvido. O convívio com resultado e sucesso na carreira é espetacular. Apostamos em qualidade, até porque acreditamos que nosso time é um dos candidatos ao título.
Em comum, todos concordam que, apesar do prestígio e do talento reconhecido mundialmente, o sucesso de empreitadas como as de Botafogo e Inter está quase que exclusivamente atrelado ao retorno técnico que Seedorf e Forlán ainda são capazes de dar às equipes que defendem.
— Ambos estão unindo o útil ao agradável. Se não tiverem o desempenho que deles se espera, aí todo o esforço dos clubes corre risco de ser desfigurado — adverte Brunoro.
Modelo de profissionalismo e referência de qualidade, Juninho vê motivos para acreditar no triunfo da dupla.
— Dar certo depende dos objetivos de cada um. São experientes, profissionais e o Seedorf, principalmente, parece estar em grande forma — afirma. — Na Europa, o jogador aprende desde cedo que, para atingir o melhor, talento só não basta. É preciso ser profissional. Parece o caso dos dois. Isso diminui o risco de erro.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/chegada-de-estrelas-revela-nova-ordem-do-futebol-brasileiro-5479999#ixzz20jmUfxBi 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Políticos americanos protestam contra uniforme olímpico


Trajes que serão utilizados pela delegação americana na cerimônia de abertura da Olimpíada foram feitos na China, o que causou indignação em Washington

O uniforme que a delegação americana usará na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres causou furor entre os políticos dos EUA. Tudo porque os trajes, desenhados pelo renomado estilista Ralph Lauren, foram confeccionados na China.
Um dos mais revoltados com a utilização de mão-de-obra estrangeira na fabricação dos uniformes foi o senador democrata Harry Reid. O político disse que o comitê olímpico americano deveria sentir-se "envergonhado" pela escolha.
- Eles deveriam empilhar todos os uniformes e queimá-los - vociferou Reid em entrevista coletiva.
O também senador Bernie Sander lembrou ainda o momento econômico difícil que o país enfrenta como um agravante para a opção do comitê.
- A Olimpíada é uma ocasião em que os americanos sentem-se orgulhosos dos atletas top da nação enquanto eles lutam pela medalha de ouro. Em uma época em que milhões de americanos estão desempregados, não há razão para fabricar os uniformes olímpicos fora dos Estados Unidos - afirmou ao USA Today.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/londres-2012/Politicos-americanos-protestam-uniforme-olimpico_0_735526695.html#ixzz20Y7A5Gfl