Páginas

Mostrando postagens com marcador Clubes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clubes. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de janeiro de 2013

9ine capitaneará prêmio a gestores de clubes


Por Erich beting e Mauro Zafalon

O ano de 2013 marca o lançamento do primeiro prêmio para os gestores de clubes de futebol brasileiro. Iniciativa da Ambev dentro do projeto “Movimento por um futebol melhor”, a premiação inédita será capitaneada pela agência de marketing esportivo 9ine, que cuida da conta da empresa no futebol.

Os moldes da premiação e também a forma como será delineada a competição ainda não estão definidas, devendo ser feitas nos próximos meses pela 9ine em parceria com outras empresas e personalidades do meio esportivo.

Para a Ambev, porém, a criação do prêmio é uma forma de fazer o clube se sentir ainda mais impelido a fazer com que seja alcançada a meta de aumentar em dez vezes o número de torcedores cadastrados nos programas de sócio-torcedor.

“Uma das nossas iniciativas também é criar um prêmio para começar a reconhecer os melhores gestores entre os dirigentes de clube. Com isso a gente acha que também vai gerar um estímulo para os profissionais de gestão ou presidentes de clubes que estão fazendo um bom trabalho”, afirmou à Máquina do Esporte o vice-presidente de vendas da Ambev, Ricardo Tadeu.

Segundo o executivo, a contribuição para a melhoria nas gestão dos clubes é um dos pilares do projeto de investimento no patrocínio ao futebol. Reconhecida pela eficiência em gestão, a Ambev ajudado os clubes a gerenciar seu dia-a-dia.

“A gente já tem trabalhado nesse sentido, com profissionais nossos que trabalham diretamente com os clubes nos projetos que temos executados. Nós temos visto com muito bons olhos uma renovação no quadro de dirigentes, com pessoas cada vez mais preocupadas com a questão da gestão, olhando não só no curtíssimo prazo, mas também no médio e longo prazo, na saúde financeira dos clubes”, disse Tadeu.

A melhoria na gestão dos clubes é encarada pela empresa como fundamental para que a ambiciosa meta de o Brasil ter o melhor campeonato de futebol do mundo até 2015 seja cumprida. Na visão de Ricardo Tadeu, o espelho para isso são as ligas esportivas americanas.

“A gente começa como uma China e quer terminar como os Estados Unidos. A gente tem a NBA como referência, que é um torneio mundialmente reconhecido como o lugar em que se pratica o melhor basquete do mundo. É isso que queremos para o futebol”.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28144/9ine-capitaneara-premio-a-gestores-de-clubes/index.php

PIB da Espanha baliza projeto a clubes no Brasil


Por Eich Beting e Mauro Zafalon

A conta feita pela Ambev para traçar as metas de faturamento do projeto “Movimento por um futebol melhor” não foi baseada em pesquisas sobre o perfil de consumo do torcedor brasileiro, mas sim no PIB do futebol espanhol.

Apresentado na última segunda-feira, o movimento que reúne os programas de sócios-torcedores dos 34 clubes patrocinados pela Ambev tem como meta ampliar de 350 mil para 3,5 milhões o número de cadastrados nos programas. E, a partir disso, a meta é fazer com que o PIB do futebol nacional cresça a ponto de representar cerca de 1% do PIB do país.

“A gente fez benchmarking com outros países e identificou que, na Espanha, o tamanho da indústria do futebol é proporcionalmente seis vezes maior que no Brasil. Mas a nossa economia é maior que a da Espanha em termos absolutos. Ou seja, se a gente conseguir fazer com que a indústria do futebol cresça, a gente pode multiplicar por seis as receitas do futebol hoje em dia”, afirmou Ricardo Tadeu, vice-presidente de vendas da Ambev, em entrevista à Máquina do Esporte.

Na visão da Ambev, os clubes precisam multiplicar por dez o número existente hoje de sócios-torcedores. Atualmente, os 34 clubes patrocinados pela empresa possuem uma base de 350 mil fãs afiliados aos diferentes programas oferecidos. A ideia é fazer esse número saltar para 3,5 milhões de pessoas.

Se tal meta for cumprida, a Ambev calcula que o faturamento mensal com os programas de sócio-torcedor no país pode chegar a R$ 1 bilhão. Os clubes, para tanto, precisam angariar novos associados, enquanto as empresas participantes do programa oferecem desconto na aquisição de produtos e serviços.

Atualmente, Ambev, Bradesco, Burger King, Danone, Netshoes, Seara, Pepsico, Unillever e Sky fazem parte do grupo de empresas que vão conceder os descontos para os torcedores. Na visão de Tadeu, um dos mentores do projeto ao lado de Marcel Marcondes, diretor de futebol da Brahma, o segredo para o sucesso é a fórmula “ganha-ganha-ganha” implementada.

“Ganhamos nós, a empresa, que podemos ter o aumento de nossas vendas, ganha o torcedor, porque ele vai ajudar o seu clube praticamente sem precisar fazer investimento, e ganham os clubes, que aumentam o faturamento”, disse o executivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28141/PIB-da-Espanha-baliza-projeto-a-clubes-no-Brasil/index.php

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Chevrolet descarta patrocínio a clubes e estádios


Por Lucas Turco

Pelo menos a curto prazo, nós não veremos a marca Chevrolet exposta em uma camisa de futebol ou dando nome a um estádio no Brasil. A empresa descartou, por hora, o interesse em patrocinar esses segmentos e preferiu focar suas ações no apoio aos Campeonatos Estaduais.

A empresa aponta os valores e a possibilidade de criar rejeição como os maiores obstáculos para patrocinar uma equipe profissional de futebol.

“O preço para patrocinar uma equipe de futebol com destaque é muito alto. Além disso, podemos criar uma rejeição. Já imaginou, por exemplo, patrocinar o Grêmio e não patrocinar o Internacional?”, comentou Frederico Themoteo Jr, diretor de marketing e comunicações da Chevrolet.

Apesar da recusa, a Chevrolet patrocina atualmente o Cerâmica Atlético Clube de Gravataí. Segundo Frederico, o apoio ao clube tem caráter social e não esportivo, já que a montadora possui uma fábrica no município.

Quanto ao naming right de estádios, a empresa acredita que a Fifa vetaria qualquer oportunidade de exposição da marca durante a Copa do Mundo de 2014, já que as montadoras parceiras do torneio são a Hyundai e a Kia Motors. Ao mesmo tempo, segundo a Chevrolet, patrocinar um estádio que não participará da Copa do Mundo terá um impacto muito menor na mídia.

Apesar disso, a Chevrolet não ficará ausente no futebol. A empresa acertou o patrocínio a 20 Campeonatos Estaduais em todo o Brasil para 2013 e 2014. Mesmo com o alto número, a companhia pretende estender ainda mais o número de federações parcerias nas próximas temporadas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28091/Chevrolet-descarta-patrocinio-a-clubes-e-estadios/index.php

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A perigosa ideia de privatização do Maracanã


Por Erich Beting

O governo do Rio de Janeiro divulgou nesta segunda-feira alguns detalhes do edital para a privatização do estádio do Maracanã. E, ao que tudo indica, em tese aquela que tem tudo para ser uma das principais arenas do futebol brasileiro corre o risco de se tornar uma espécie de pesadelo para quem vier a ser o “dono” do Maracanã pelos próximos 35 anos.

O maior problema é no que se refere à concessão do estádio. Pelo edital, nenhum clube poderá se candidatar para assumir a gestão do Maracanã. Nas palavras do secretário da Casa Civil do Estado, Regis Fitchner, ao UOL: “Não queremos que o Maracanã seja de um clube A ou clube B. Não faz sentido que um clube tenha exclusividade sobre um estádio que é um templo do futebol”.

O pensamento de Fitchner é exatamente o início da sentença para que o templo do futebol transforme-se num lindo elefante branco no médio prazo. Ao vetar a participação de clubes na gestão do novo estádio, o governo do Rio pede para que o principal cliente do Maracanã passe a buscar uma alternativa mais rentável depois de certo tempo.

O fenômeno aconteceu na Alemanha cerca de cinco anos depois da Copa do Mundo e provocou, desde o lançamento da Amsterdam Arena, em 1996, um boom de construção de estádios pela Europa.

No caso da Alemanha, os clubes que tiveram estádios reformados por conta do Mundial passaram, com o tempo, a ter uma receita mais significativa vinda dos dias de jogos. Esse é o reflexo mais imediato da construção de novas arenas. O estádio passa a ser mais eficiente para levar o torcedor aos jogos. Consequentemente, esse torcedor passa a consumir mais e, no fim das contas, a gerar mais grana para o dono do estádio. Com isso, os times têm promovido reformas em suas arenas no futebol alemão.

Não é difícil de se prever que, pelos próximos 20 anos, o mercado de futebol no Brasil partirá para uma melhoria de infraestrutura provocada pela melhoria a partir da Copa do Mundo. Para equiparar-se aos concorrentes, os clubes vão começar a buscar estádios próprios e caminhos mais eficientes para a geração de receitas.

Ao vetar que o Maracanã tenha um único dono, o governo do Rio não resolve o problema de Flamengo e Fluminense, hoje os dois times que não possuem estádio na cidade. Eles terão de continuar a viver do aluguel para faturar. Naturalmente o Vasco deve, com o passar dos anos, reformar São Januário, aumentando a receita com o local. O Botafogo, apesar de todos os problemas estruturais do Engenhão, continuará a trabalhar para que seu estádio torne a experiência do torcedor melhor e, consequentemente, mais lucrativa para ele.

No fim das contas, o Maracanã pode se tornar o novo Wembley. O estádio da Federação Inglesa de futebol é o maior mico que existe. Lindo, moderno, multiuso, mas sem um dono fixo, que use o local pelo menos duas vezes por mês. Wembley, ainda hoje, é uma arena deficitária. Um dos maiores motivos para isso é o fato de que nenhum clube inglês é dono do local, reservado apenas para os jogos da seleção da Inglaterra.

Naturalmente Flamengo e Fluminense serão potenciais clientes do Maracanã. O problema é que, com a ideia de privatização que foi dada pelo governo do Rio, eles continuarão a viver do aluguel do espaço. E, num cenário de novo dono para o estádio, o aluguel será bem mais caro do que era na época da Suderj.

É possível prevermos, em 2020, o noticiário falando sobre a decisão de que o Maracanã passará a ser gerenciado por um clube de futebol. Ou, então, noticiarmos as construções das novas arenas de Flamengo e de Fluminense, menores que o Maracanã e muito mais adaptadas à realidade dos dois clubes. Tem sido assim no mundo todo.

Chega uma hora em que todo mundo se enche de viver de aluguel…

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/10/22/a-perigosa-ideia-de-privatizacao-do-maracana/

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

LNB reúne clubes para aprimorar gestão


Por Mauro Zafalon

Em sua sede, na cidade de São Paulo, a Liga Nacional de Basquete (LNB) se reuniu com seus clubes associados para apresentar uma iniciativa de aprimoramento de gestão, chamada Projeto de Desenvolvimento e Consolidação do Modelo de Gestão Estratégica da Liga. O evento ocorreu na última sexta-feira e no último sábado.

Entre outros pontos, foram abordados temas como aperfeiçoamento da integração entre clubes, liga, imprensa e torcedores, desenvolvimento dos campeonatos, suporte às equipes e aos seus gestores, criação e promoção de ídolos, aumento da prática do basquete no país e conquistas de resultados internacionais.

“Este modelo de gestão está sendo aplicado agora porque precisávamos de um tempo para que a liga, fundada em 2008, se estabilizasse no Brasil. Foi uma questão de planejamento estratégico”, explicou Sérgio Domenici, gerente-executivo da LNB.

No dia 15 de dezembro, todos os clubes vinculados à organização receberão um relatório oficial referente às questões discutidas na reunião que serão levadas adiante e colocadas em prática.

Antes disso, porém, terá início o Novo Basquete Brasil (NBB), principal competição organizada pela LNB. Sua rodada de estreia está marcada para o dia 24 de novembro. Composto por 18 equipes, o torneio, válido pela temporada 2012/2013, viverá apenas a quinta edição de sua história.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27096/LNB-reune-clubes-para-aprimorar-gestao/index.php

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Magnano reclama: clubes dificultam convocação de jovens para a seleção


Técnico da equipe masculina do Brasil quer dar ênfase ao treinamento de atletas da base para reforçar time que disputará os Jogos do Rio 2016

O técnico Rubén Magnano quer aproveitar o intervalo até a próxima convocação da seleção masculina de basquete do Brasil para dar preferência ao treinamento de jovens jogadores. Como o time adulto só volta a competir em junho de 2013, na Copa América da Venezuela, o argentino deseja investir na evolução de uma equipe de novos. Entre os objetivos está revelar atletas para o time principal que disputará os Jogos do Rio 2016.
Os planos são ambiciosos, mas Magnano revelou preocupação com um problema que costuma ser mais comum no futebol: as dificuldades que os clubes criam pra liberar os jogadores convocados.
- Um atleta tem dez meses no clube e dois meses na seleção. É uma equação que não é muito boa para uma seleção. Ele pertence durante os próximos 10 meses aos clubes, então é muito difícil, o calendário não nos permite fazer muita coisa - critica o técnico.

Magnano ainda acerta os detalhes do projeto da nova seleção de base com a Confederação Brasileira de Basquete.
- A ideia são jogadores com um potencial de futuro, com uma concentração independente, competição independente da adulta, para que peguem rodagem em termos de seleção. Daria a esses meninos uma competição internacional com vista ao futuro – disse Magnano.
A negociação, segundo o treinador, não poderia ocorrer em momento mais oportuno. Isso porque o sentimento é de dever cumprido após o quinto lugar conquistado nos Jogos Olímpicos de Londres.

- Demonstramos ao basquete mundial onde está o Brasil. Hoje não é um nome, uma seleção a mais, é uma seleção que briga com qualquer uma – disse.
Para Magnano, o sentimento é ainda mais nobre quando comparado à atitude da Espanha, que deu a impressão de ter entregado o jogo diante do Brasil para não enfrentar a Argentina e os Estados Unidos na fase mata-mata dos Jogos, ou seja, conseguir um caminho mais fácil rumo à medalha.
- Eu não ser quero ser um campeão imoral porque, assim como eu falo para os atletas da seleção, eles são um espelho futuro para todos os garotos, todos os meninos que jogam basquete – afirmou.

Fonte: http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-news/noticia/2012/09/magnano-reclama-clubes-dificultam-convocacao-de-jovens-para-selecao.html

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O problema está na TV ou nos clubes?


Por Erich Beting

O esporte brasileiro só vai melhorar quando acabar o monopólio da Globo nas transmissões. Essa máxima é repetida sempre que vem à tona o debate “divulgação do esporte pela mídia”. Mas será que realmente o problema está na TV ou em quem é o detentor desses direitos?

Sábado a tabela do Brasileirão reserva dois clássicos para o horário das 18h30, que é aquele programado para a transmissão da TV fechada da rodada da competição: Palmeiras x Santos e Fluminense x Vasco. Em São Paulo, o torcedor tem à disposição apenas o VT de São Paulo x Ponte Preta da semana passada para acompanhar na TV fechada (no Rio o torcedor ficou com o clássico paulista ao vivo).

Quem monta a tabela do campeonato é a CBF, e quem vende a transmissão para a TV são os clubes. Logo, são eles que têm condições para exigir da televisão exibir essa ou aquela partida. Mas qual é a preocupação que os clubes têm com a boa divulgação de seu produto?

Para o povo paulista, a alternativa para ver o clássico estadual é comprar o jogo no pay-per-view. A convidativos R$ 85 pela partida ou então R$ 40 de mensalidade. Logicamente os clubes são sócios da Globo na venda do PPV. Mas até nisso a visão é totalmente deturpada.

Na Europa e nos Estados Unidos, o esporte se apoia no PPV para exatamente ampliar os ganhos com transmissão, que já são altíssimos. Um jogo pela TV comprada não sai por mais do que US$ 30 dólares, e isso aqueles de maior demanda. A lógica é simples. Quanto mais gente comprar, maior será o meu faturamento.

Considerando que atualmente o Brasil tem cerca de 15 milhões de lares com TV a cabo, imagine o que seria mais eficiente. Achar alguns abnegados dispostos a pagar R$ 85 para ver uma mísera partida ou então ganhar no volume? Essa é uma lógica muito usada no mercado esportivo americano, em que os clubes exploram o consumo de massa em detrimento do produto para poucos.

Com o preço já abusivo da TV a cabo no Brasil, o PPV hoje, que já dá lucro para os clubes, poderia ser muito mais rentável para o futebol. Para isso acontecer, porém, não é preciso acabar com o monopólio da Globo, mas sim entender um pouco mais o potencial de geração de riqueza que existe na transmissão do futebol.

Um exemplo simples.

Quando os clubes assinam individualmente com a TV, perdem a condição de fazer um canal próprio de geração de imagens e faturar diretamente com a venda da transmissão pela internet. E isso para todo o mundo! Hoje, no Brasil, o torcedor fã da NFL, da NBA ou até do Campeonato Escocês de futebol pode comprar, por cerca de US$ 10 ao mês, um passe para assistir a todos os jogos do campeonato.

Definitivamente o problema do esporte no Brasil não é o monopólio da Globo, mas a falta de visão do esporte.

Afinal, na era da mídia fragmentada, os produtores de conteúdo não são as empresas de mídia, mas sim os detentores do bom conteúdo. E o esporte, nesse quesito, é um dos maiores produtores de conteúdo do ramo do entretenimento. Mas, é claro, é bem mais fácil jogar o problema na “exigência do detentor dos direitos de transmissão”…

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/08/25/o-problema-esta-na-tv-ou-nos-clubes/

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SysPET fecha com clubes e cresce no mercado


Por Mauro Zafalon

A paixão por clubes de futebol não é mais uma exclusividade dos armários de donos. A SysPET começou a desenvolver há quatro meses uma linha de artigos para animais domésticos com marcas de times de futebol. A marca já fechou com Grêmio, Internacional e sete equipes do Estado de São Paulo.

“No início, até pelo fato de a companhia ser do Rio Grande do Sul, fechamos com o Grêmio e o com o Internacional. Posteriormente, decidimos investir no mercado do Estado de São Paulo”, relembrou Carlos Hallai, diretor comercial da empresa Planejar, que controla a SysPET.

Até o momento, a empresa possui vínculo com sete equipes paulistas: Corinthians, Palmeiras, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano e São Paulo. O lançamento oficial dos produtos dos quatro grandes ainda não foi realizado. No entanto, os artefatos já estão sendo vendidos normalmente.

O trabalho da marca não se restringe a apenas fabricar mercadorias. Ela também ajuda na recuperação de animais perdidos. Além de se mobilizar pela causa, a companhia possui um registro com todos os dados dos bichos que utilizam suas peças, o que facilita encontrá-los caso eles se percam.

“Ver um animal perdido é uma sensação tão triste quanto ver uma criança nas mesmas condições. Fazemos um grande esforço para ajudá-los a achar seus donos. Com os nossos procedimentos, a probabilidade de sucesso aumenta em 80%”, afirmou Hallai.

Apesar de pouco tempo de relação com os times de futebol, a SysPET sonha alto. Após o êxito com gaúchos e paulistas, a empresa projeta expansão nacional. “Nosso próximo objetivo é fazer parcerias também com os quatro grandes do Rio de Janeiro”, completou o diretor da marca.      

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26492/SysPET-fecha-com-clubes-e-cresce-no-mercado/index.php

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pinheiros obtém liberação para projetos sociais


Por Rodolfo Gomes

Com base na Lei de Incentivo ao Esporte, o Pinheiros obteve liberação do Ministério do Esporte de dois projetos sociais que, se somados, chegam ao valor de R$ 9,46 milhões.

São eles o Projeto Olímpico Aquático e o Projeto Olímpico Terrestre. O primeiro será um programa destinado à 100 atletas das modalidades canoagem, natação (olímpica e paralímpica), pólo aquático, remo e saltos ornamentais. E o segundo será destinado à 150 atletas das modalidades atletismo, esgrima, ginástica artística, judô, levantamento de peso e triathlon.

Ambos visam oferecer melhores condições de treinamento, participação em competições nacionais e internacionais, além de classificar o maior número possível de atletas para os Campeonatos Mundiais de 2013 e 2015, para os Jogos Pan-americanos de 2015 e para Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

"Nossos projetos patrocinados via Lei de Incentivo ao Esporte são de suma importância não só para o clube poder continuar a realizar, com excelência, o importante trabalho de formar atletas olímpicos, quanto para o esporte brasileiro ter um importante destaque no cenário nacional e internacional, além de colaborar para a formação de cidadãos de bem", disse à Máquina do Esporte, Bruno Aventurato, gerente de marketing do Esporte Clube Pinheiros.

Sancionada em dezembro de 2006, a Lei de Incentivo ao Esporte é um instrumento que estimula pessoas e empresas a patrocinar e fazer doações para projetos esportivos, em troca de incentivos fiscais.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/outrascategorias/26/26076/Pinheiros-obtem-liberacao-para-projetos-sociais/index.php

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Afinal, quanto vale a marca de um clube?


Por Erich Beting

Dezembro de 2009. Pela primeira vez, a empresa de consultoria Crowe Horwath RCS divulga um estudo sobre o valor das marcas dos 12 clubes de maior torcida do Brasil. O levantamento coloca o Flamengo, então campeão nacional, como a marca mais valiosa do país.

Dezembro de 2010. A Crowe RCS publica a segunda edição de seu estudo de marcas mais valiosas do futebol. O Corinthians, impulsionado ainda pelo efeito Ronaldo, torna-se o clube mais valioso do país, seguido do Flamengo.

Setembro de 2011. A BDO RCS (fruto da fusão da RCS com a BDO, em março do mesmo ano) publica o seu estudo sobre o valor de marca dos clubes mais poderosos do país. O Corinthians amplia seu domínio, com sua marca sendo avaliada em mais de R$ 860 milhões.

Julho de 2012. A BDO RCS publica pelo quarto ano seguido o estudo sobre o valor das marcas dos clubes. A notícia, agora, é que o Corinthians, além de líder, é o primeiro clube brasileiro a ter sua marca avaliada em mais de R$ 1 bilhão.

Mas, afinal, o que isso significa? O critério para a escolha dos valores é também subjetivo, como é qualquer avaliação de marca. Ela se baseia em critérios técnicos, mas quanto vale uma ou outra marca é algo que envolve muita subjetividade.

Por isso mesmo, nada contra esses estudos, desde que a periodicidade para sua divulgação seja bem definida (o que significa que as condições para as análises sejam sempre as mesmas) e desde que se deixe claro que o estudo foi divulgado no mesmo momento em que o Corinthians negocia novos contratos de patrocínio.

Em tempo.

O RCS da empresa são as três letras iniciais de Raul Correa da Silva, CEO da empresa independente de consultoria e, também, diretor financeiro do Corinthians.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/07/18/afinal-quanto-vale-a-marca-de-um-clube/

terça-feira, 17 de julho de 2012

Forbes anuncia clubes mais valiosos do mundo


A revista Forbes divulgou os resultados de uma pesquisa realizada anualmente sobre o poder financeiro dos clubes. De acordo com o levantamento, o Manchester United é o time mais valioso do mundo: US$ 2,23 bilhões – 19% a mais que o segundo colocado Real Madrid, que vale US$ 1,88 bilhão.

Completam a lista dos dez primeiros New York Yankees (beisebol), Dallas Cowboys (futebol americano), Washington Redskins (futebol americano), Los Angeles Dodgers (beisebol), New England Patriots (futebol americano), Barcelona (futebol), New York Giants (futebol americano) e Arsenal (futebol).

A Ferrari, 15ª no ranking, é a escuderia de automobilismo mais valiosa. Já o New York Knicks, 43º, é a única equipe de basquetebol entre os 50 clubes que mais valem no mundo.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26013/Forbes-anuncia-clubes-mais-valiosos-do-mundo/index.php

segunda-feira, 16 de julho de 2012

LNB recebe 20 inscrições e NBB pode ter número recorde de participantes


Por  Rodrigo Bertoni

A quinta edição do Novo Basquete Brasil poderá contar com a maior quantidade de participantes de toda a história da competição. Após quatro anos contando com um máximo de 16 integrantes, a competição nacional recebeu, durante Assembleia da Liga Nacional de Basquete realizada no último sábado (14), a inscrição de 20 franquias que pretendem competir na temporada 2012/2013 do mais importante campeonato do país.

O número máximo de inscritos, porém, não garante que a próxima edição do nacional conte com o recorde de participantes. Isto porque, em um primeiro momento, a LNB apenas recebeu a intenção das equipes em compor a competição, restando ainda a mais importante das etapas, que englobará o recebimento e a análise dos documentos das franquias para comprovação de condições técnicas, estruturais e financeiras para disputar o nacional.

Além do grupo de clubes que disputaram a última temporada, do qual fazem parte Brasília, São José, Pinheiros, Flamengo, Uberlândia, Bauru, Joinville, Franca, Paulistano, Limeira, Liga Sorocabana, Tijuca, Minas e Vila Velha,  se inscreveram também para o NBB5 o Vitória/CECRE, o Suzano/Campestre/Instituto Ratto e a Associação Desportiva Londrinense, que detém franquias mas não disputaram a recente edição, além dos postulantes a uma vaga, caso de Mogi das Cruzes e Palmeiras, respectivamente campeão e vice da Super Copa Brasil, e do Ceará Basquete, que teve aprovado, há poucos dias, seu pedido para pleitear um ingresso na gama de participantes.

As equipes que participaram da edição passada do NBB, com a manutenção de seus patrocínios, provavelmente terão seus projetos aprovados, exceção feita ao time de Vila Velha, que passa por problemas financeiros e de montagem de elenco, e pode não cumprir algumas exigências da LNB. O Tijuca/Rio de Janeiro, que entrou na competição na última temporada, teve sua permanência na elite ameaçada por problemas burocráticos envolvendo a distribuição de verbas da Prefeitura do Rio de Janeiro, mas conseguiu normalizar sua situação e partirá para sua segunda temporada.

Dos candidatos a caçulas, o Mogi das Cruzes/SaniFill e a Sociedade Esportiva Palmeiras parecem ter as “propostas” mais sólidas para ingresso, com direito a estabilidades financeiras, elenco bem formados, com importantes e pontuais contratações, e dependências capazes de receber partida oficiais do NBB. Outro candidato paulista, o time de Suzano, com parceria com o Instituto Ratto mantido pelo ex-jogador de basquete, mostrou competitividade durante a primeira fase do Campeonato Paulista, mas precisa provar que tem capacidade e competência para atuar no cenário nacional e em uma competição que tem seu nível elevado a cada ano.

O representante de Londrina, após dois anos afastado do torneio nacional, é coordenado praticamente pelo mesmo grupo do passado, sem a participação, porém, de Ênio Vecchi, novo técnico de Joinville. Segundo fontes, os paranaense seguem tentando viabilizar parcerias que bancassem sua participação, mas sem sucesso, o que deve afastar o time da montagem de um elenco competitivo para aprovação liga. O Vitória/CECRE, que desistiu de disputar o NBB4 na última hora, se reestruturou nos últimos meses, embora não tenha nenhuma contratação destacável, o que faz de sua aprovação e consequente participação uma grande surpresa, caso contrário do que acontece com o Ceará Basquete, que montou um grande elenco, com renomados e experientes jogadores e, além disso, teria sua entrada vista com bons olhos pela organização do campeonato, pois englobaria, pela primeira vez, uma equipe do Nordeste ao NBB.

Além do recebimento da enorme quantidade de inscrições, a Assembleia da LNB também abordou outros importantes tópicos envolvendo a competição nacional, como a apresentação de contas da temporada 2011/2012, aprovada com unanimidade pelos presentes integrantes do clubes, além da apresentação do novo projeto de planejamento para os representantes do torneio.

- Foi uma reunião fantástica. Precisamos ampliar o horizonte do basquete brasileiro. Temos de pensar de forma profissional na extensão do NBB. Vamos discutir como faremos isso, mas é uma satisfação ver o profissionalismo do basquete nacional tomando corpo. O esporte está atraindo interesse do público, estamos vendo a seleção com uma equipe forte e com grande ajuda do NBB. Vamos em frente com esse trabalho, avaliou o presidente da LNB, Kouros Monadjemi.

A divulgação da quantidade final de integrantes do Novo Basquete Brasil 2012/2013 será definida no dia 7 de agosto, quando todas as situações dos candidatos terão sido avaliadas. O início do campeonato está programado para o dia 17 de novembro e, independentemente da quantidade de clubes, promete ser ainda mais emocionante, equilibrado e organizado do que a temporada passada, seguindo a linha de crescimento e evolução desde 2008, ano de sua criação.

Fonte: http://basketeria.com.br/pt/nbb/item/2904-lnb-recebe-20-inscri%C3%A7%C3%B5es-e-nbb-pode-ter-n%C3%BAmero-recorde-de-participantes.html

domingo, 1 de julho de 2012

Clubes estão desconectados na comunicação virtual


Estudo da Trevisan Gestão do Esporte mostra que o Twitter já virou febre entre os jogadores de futebol. Entretanto, a mesma realidade já não se aplica aos clubes nacionais. Eles ainda utilizam pouco a ferramenta, que tem mais de 300 milhões de usuários. O que falar então da criação de Mark Zuckerberg, o Facebook, no qual um levantamento do portal Máquina do Esporte observou que os perfis “não oficiais” tinham mais fãs do que os oficiais.

Ou seja, é preciso que os clubes fiquem mais atentos às novas preferências e tendências. Afinal, as redes sociais mostraram-se um excelente canal de comunicação com os torcedores, abrindo oportunidades para fidelização e ampliação do relacionamento com todos os stakeholders – fornecedores, patrocinadores, mídia etc.

Navegando pelos sites dos 20 clubes da série A do Campeonato Brasileiro de 2011 e mais alguns times de destaque da B, foi possível observar que a muitos deles ainda estão tropeçando na rede. A navegabilidade é muito ruim (caminhos confusos para se obter uma informação – alguns não contam com ferramenta de busca para facilitar), há pouca interatividade, falta, principalmente, informação nas páginas sobre contato como clube – até porque a resposta mostrou-se demorada e, em alguns casos, sequera conteceu. No site do Botafogo, nem existe esse espaço. Isso vai na contra mãodo mundo globalizado e altamente conectado, no qual é imprescindível a boa comunicação virtual. Ela representa a maneira mais fácil de aproximar pessoas. Para o universo dos negócios, é uma ferramenta extremamente útil de se atingir clientes.

O Manchester United, por exemplo, gera 20% de sua receita através da internet. O clube inglês utiliza o site para venda de: publicidade no website; tickets para jogos e estacionamento; pacotes turísticos voltados tanto para os torcedores que moram na cidade e desejam acompanhar o time, como para os de outras cidades que queiram visitar Manchester; produtos licenciados; assinaturas da TV online que transmite, via internet, os jogos da equipe; serviços e produtos para mobile phone (ringtones, vídeos, informações e etc); produtos financeiros, como seguros, cartão de crédito e aplicações; e cassino online.

Então, porque os clubes brasileiros também não aproveitam essas oportunidades e facilidades para conquistar os torcedores? Lembrando que não basta apenas criar canais de compra, mas também oferecer produtos e serviços compatíveis com a demanda. Alguns têm mostrado um trabalho bacana na world wide web, como Corinthians, Santos, Internacional e São Paulo. O trabalho da agremiaçãodo Parque São Jorge no site oficial até pode assustar pela “poluição visual” na página inicial, mas a quantidade de informações e um espaço dedicado à “transparência”, no qual se encontram os balanços e outros documentos oficiais, é de se admirar, assim como a interatividade promovida via o perfil “República Popular do Corinthians”, além de ser o clube brasileiro com mais seguidores no Twitter, hoje com mais de 430 mil.

O Peixe está atualmente com mais de 136 mil seguidores no Twitter etambém tem aproveitado a ferramenta de promoções e ações de relacionamento coma torcida, o que, neste momento favorável da equipe, é fundamental e essencial. No caso do Colorado, o portal mostrou-se o mais completo de conteúdo. O São Paulo mostrou que está atento a esse movimento. Além de estar com um website novo e bem estruturado, para lançar seu novo site convocou os fãs a alcançar o número de 123 mil tweets com a hashtag # novo site soberano. A ação foi tão eficaz que, em oito horas, o novo site foi colocado no ar, sendo que a previsão da agência de comunicação responsável pela campanha era atingir a meta em 36 horas.

Enfim, não faltam opções para ampliar e melhorar a comunicação, essencial ao sucesso de todo negócio. Basta uma atenção redobrada e o entendimento de que as redes sociais e a Web são cada vez mais importantes e eficazes.

Por Andressa Rufino, consultora da Trevisan Gestão do Esporte e autora do livro “Arena Multiuso: um novo campo nos negócios”, da Trevisan Editora Universitária

Fonte: http://colunas.imirante.com/platb/zecasoares/2011/06/30/clubes-estao-desconectados-na-comunicacao-virtual/?goback=%2Egmp_3881735%2Egde_3881735_member_60286234