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domingo, 20 de janeiro de 2013

PIB da Espanha baliza projeto a clubes no Brasil


Por Eich Beting e Mauro Zafalon

A conta feita pela Ambev para traçar as metas de faturamento do projeto “Movimento por um futebol melhor” não foi baseada em pesquisas sobre o perfil de consumo do torcedor brasileiro, mas sim no PIB do futebol espanhol.

Apresentado na última segunda-feira, o movimento que reúne os programas de sócios-torcedores dos 34 clubes patrocinados pela Ambev tem como meta ampliar de 350 mil para 3,5 milhões o número de cadastrados nos programas. E, a partir disso, a meta é fazer com que o PIB do futebol nacional cresça a ponto de representar cerca de 1% do PIB do país.

“A gente fez benchmarking com outros países e identificou que, na Espanha, o tamanho da indústria do futebol é proporcionalmente seis vezes maior que no Brasil. Mas a nossa economia é maior que a da Espanha em termos absolutos. Ou seja, se a gente conseguir fazer com que a indústria do futebol cresça, a gente pode multiplicar por seis as receitas do futebol hoje em dia”, afirmou Ricardo Tadeu, vice-presidente de vendas da Ambev, em entrevista à Máquina do Esporte.

Na visão da Ambev, os clubes precisam multiplicar por dez o número existente hoje de sócios-torcedores. Atualmente, os 34 clubes patrocinados pela empresa possuem uma base de 350 mil fãs afiliados aos diferentes programas oferecidos. A ideia é fazer esse número saltar para 3,5 milhões de pessoas.

Se tal meta for cumprida, a Ambev calcula que o faturamento mensal com os programas de sócio-torcedor no país pode chegar a R$ 1 bilhão. Os clubes, para tanto, precisam angariar novos associados, enquanto as empresas participantes do programa oferecem desconto na aquisição de produtos e serviços.

Atualmente, Ambev, Bradesco, Burger King, Danone, Netshoes, Seara, Pepsico, Unillever e Sky fazem parte do grupo de empresas que vão conceder os descontos para os torcedores. Na visão de Tadeu, um dos mentores do projeto ao lado de Marcel Marcondes, diretor de futebol da Brahma, o segredo para o sucesso é a fórmula “ganha-ganha-ganha” implementada.

“Ganhamos nós, a empresa, que podemos ter o aumento de nossas vendas, ganha o torcedor, porque ele vai ajudar o seu clube praticamente sem precisar fazer investimento, e ganham os clubes, que aumentam o faturamento”, disse o executivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28141/PIB-da-Espanha-baliza-projeto-a-clubes-no-Brasil/index.php

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Copa do Mundo gerará crescimento de 0,4% no PIB brasileiro até 2019


Estudo do Ministério do Esporte garante injeção de R$ 183 bilhões na economia brasileira

A Copa do Mundo de 2014 gerará um crescimento de 0,4% no PIB brasileiro até 2019, segundo estudos realizados por especialistas e apresentados na última quarta-feira (24) pelo secretário-executivo do Ministério do Esporte e membro do Comitê Organizador Local (COL), Luis Fernandes.

O representante do Mundial proferiu a palestra "A Copa do Mundo é nossa" durante a Feira de Turismo das Américas (ABAV), inaugurada nesta quarta-feira no Rio de Janeiro, na qual ressaltou a importância que o evento esportivo trará para o Brasil em termos econômicos.

O desenvolvimento do torneio aumentará em R$ 183,2 bilhões o PIB brasileiro até 2019, divididos desta forma: R$ 47,5 bilhões por geração direta, como "investimento em infraestrutura ou as despesas dos turistas" e R$ 135,7 bilhões de forma indireta, com a "circulação de dinheiro ou o uso dos estádios depois da Copa", disse Fernandes.

O diretor destacou a relevância que a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 terão para a imagem do Brasil no exterior. "São os dois maiores eventos esportivos e midiáticos do planeta", declarou Fernandes.

De acordo com estudos realizados, calcula-se que três milhões de brasileiros se deslocarão por conta da Copa e que 600 mil turistas virão do exterior.

O secretário declarou que as obras de melhoria nos estádios para a Copa de 2014 se encontram em 60%, apesar de sedes como Fortaleza e Belo Horizonte terem entre 80 e 90% das obras concluídas.

Ambas estão na lista das sedes da Copa das Confederações de 2013, junto à Salvador, Recife, Brasília e o Rio de Janeiro, que deverá ser confirmada no dia 8 de novembro após a próxima avaliação da Fifa. Curitiba, Natal, Manaus, Porto Alegre, São Paulo e Cuiabá completam as 12 sedes para a Copa do Mundo de 2014.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10951/COPA+DO+MUNDO+GERARA+CRESCIMENTO+DE+04+NO+PIB+BRASILEIRO+ATE+2019.html

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Esporte em alta: PIB do setor cresce 20% mais que média


Mas a fatia do esporte no PIB nacional ainda é muito pequena - apenas 1,6%

A proximidade de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 já faz o PIB do esporte brasileiro crescer cerca de 20% acima da média da economia nacional. Os dados são de um levantamento divulgado na segunda-feira pela Pluri Consultoria, num seminário sobre gestão de clubes brasileiros, em São Paulo. O estudo mostra ainda que, dos 4,1 trilhões de reais do PIB brasileiro, apenas 1,6% corresponde ao esporte - um setor de grande potencial de faturamento, mas que é pouco aproveitado pelos brasileiros.

Na avaliação de Fernando Ferreira, da Pluri, o que falta ao Brasil para melhorar essa estatística é se organizar. O esporte deverá responder por 1,9% do PIB brasileiro depois dos Jogos Olímpicos do Rio, dentro de quatro anos. Para melhorar ainda mais essa marca e aproveitar o momento favorável, a consultoria sugere oferecer ao público mais conforto durante os eventos esportivos e investir em ações de marketing mais eficientes, principalmente no futebol, modalidade responsável por 53% do PIB do esporte.

Um dos pontos a ser melhorado é a ocupação dos estádios. Em uma lista divulgada pelo estudo, o Brasileirão de 2011 ficou só em 12º entre as principais ligas nacionais, com uma média de público inferior à dos campeonatos dos Estados Unidos, China e até das segundas divisões da Alemanha e Inglaterra. "Nossos estádios têm só 40% da capacidade ocupada. E o que afasta o torcedor é a má qualidade dos locais", comentou Ferreira, citando a falta de estacionamentos, a má conservação de instalações e os preços altos demais.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/pib-do-esporte-cresce-20-acima-da-media-nacional

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Esporte é responsável por R$ 67 bilhões do PIB


Por Isa Sousa

O setor esportivo foi responsável por 1,6% do PIB brasileiro, índice que representa R$ 67 bilhões dos R$ 4,1 trilhões arrecadados pelo país em 2011. A informação é parte do estudo “O PIB do Esporte no Brasil” e foi divulgada nesta semana pela Pluri Consultoria, durante abertura do seminário “O Futuro dos Clubes Brasileiros”.

De acordo com a pesquisa, o valor arrecadado inclui as atividades esportivas em si e tudo que se movimenta em seu entorno, dos direitos de transmissão de jogos aos serviços de alimentação oferecidos no estádio, por exemplo. O objetivo do evento é que o governo federal amplie o incentivo dado ao setor no país e impulsione a profissionalização do futebol feminino.

Comparado aos Estados Unidos, o investimento brasileiro ainda é baixo. No Super Bowl, jogo de encerramento do campeonato de beisebol e um dos mais importantes eventos esportivos no país, são arrecadados US$ 11 milhões. Somados, os esportes norte-americanos equivalem a 2,1% do PIB, índice ainda inferior ao da Nova Zelândia, que atinge 2,8% do total das receitas.

Além de discussões sobre o esporte no Brasil, o seminário também marcou o lançamento do Brasil Sport Market (BrSM), fórum permanente de Gestão e Marketing Esportivo criado em parceria pela Trevisan Escola de Negócios e a Pluri Consultoria. Além de mesas de debates abordando “A nova Geração de Arenas Brasileiras” e “O Futuro do Marketing dos Clubes”, o evento comportou a entrega dos prêmios “Melhor Executivo de Futebol” e “Melhor Executivo de Marketing” de Clubes de Futebol, promovido pelo BrSM.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/blogs/mundo-do-marketing-esportivo/ultimas-noticias/25369/esporte-e-responsavel-por-r-67-milhoes-do-pib.html

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Aldo Rebelo espera mais ‘equilíbrio’ nas decisões do TCU para a Copa


Ministro do Esporte reconhece bom trabalho, mas acha decisões podem gerar problemas futuros. Ele diz que 2016 já arrecadou mais que Londres

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse na manhã desta quarta-feira que espera mais ‘equilíbrio’ do Tribunal de Contas da União (TCU) em relação aos valores apresentados em algumas situações nas obras da Copa do Mundo de 2014. Durante o programa “Bom dia, Ministro”, ele lembrou da paralisação feita pelo TCDF na licitação das cadeiras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha e afirmou ser favorável ao modelo mais caro, pois tem vai durar mais tempo e evitará futuros gastos.

- Olha, isso não é um julgamento entre a virtude e o pecado. Tudo o que você faz em defesa da administração pública tem de ser reconhecido como coisa boa. O que temos de evitar é o exagero, quando você não consegue separar a defesa dos recursos públicos de uma coisa racional. Conheço não apenas o caso das cadeiras de Brasília, mas de outros. A questão é que a qualidade das cadeiras altera o preço. Se o TCU quer a cadeira mais barata, vai ter a pior cadeira possível. Se você quer uma de melhor qualidade, que dure mais, vai ter de pagar mais por essas cadeiras. O TCU acompanha para proteger o dinheiro e o interesse público, mas também precisa estar aberto para que a legislação não seja morta, que proteja na prática, que ajude a encontrar soluções de barateamento. A mais barata, se for de pior qualidade, pode sair mais cara porque pode acabar mais cedo. É preciso encontrar um equilíbrio.

Durante uma hora, Aldo conversou com representantes de rádios de todo o país e falou sobre a preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016 e exaltou as oportunidades de desenvolvimento possibilitadas pelos dois eventos.

- O Brasil já gerou mais de 300 mil empregos por conta da Copa do Mundo. O Produto Interno Bruto, a economia sofrerá até 2019, acréscimos anuais em função do do Mundial. As Olimpíadas do Brasil já arrecadaram mais em patrocínio do que os Jogos em Londres, embora a nossa ainda vá ocorrer daqui a quatro anos. Há possibilidades na ciência, na tecnologia, no desenvolvimento da nossa engenharia da construção civil, da nossa engenharia ambiental - disse o ministro, que garantiu que o Brasil terá técnologia 4G e banda larga em todas as cidades-sedes da Copa.
- Nós vamos ter, sim, banda larga e 4G antes de 2014 em todas 12 capitais e em todos os 12 estados que sediarão a Copa. Nós vamos ter também, para a Copa do Mundo, segurança, não digo que total e absoluta, mas próxima de 100%, para a transmissão de imagens. O governo vai fazer o esforço para que não apenas na Copa do Mundo e, se possível, antes dela, o cidadão brasileiro tenha acesso a serviço de melhor qualidade naquilo que depende do governo, porque também uma parte depende do setor privado investir e acho que há também esse compromisso.

Aldo rebelo também garantiu que o ministério se esforçará para que o biocombustível brasileiro seja utilizado no Mundial de 2014. No mês de junho, Aldo Rebelo esteve reunido com representantes do setor, que explicaram os benefícios gerados pela nova tecnologia.
- Nós queremos que o biocombustível seja o combustível oficial da Copa do Mundo, porque isso promove não apenas o meio ambiente, mas a produção do biocombustível no Brasil. Estamos fazendo esse esforço com o Ministério das Minas e Energia, com a Agência Nacional de Petróleo, porque isso tem relação com a presença do biocombustível não apenas na aviação, mas no transporte urbano das nossas metrópoles, para melhorar a qualidade de vida e do ar. É um programa criado com apoio do governo e que o governo tem a responsabilidade de ajudar a promover.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/07/aldo-rebelo-espera-mais-equilibrio-nas-decisoes-do-tcu-para-copa.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=globoesportecom

Governo quer "nacionalizar" Olimpíada 2016 no Rio, diz ministro


Objetivo é estimular a compra de materiais esportivos de diversas partes dos país

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse hoje (18) que o governo pretende estimular a compra de materiais esportivos de diversas partes do país para as Olimpíadas de 2016, com sede no Rio de Janeiro. A ideia, segundo o ministro, é que todas as regiões do país possam ser beneficiadas com os jogos.

“Temos um plano de nacionalização das Olimpíadas. Quando falo disso, falo da compra de equipamentos, máquinas e serviços a partir de fornecedores nacionais, de valorização do nosso conhecimento, da nossa cultura, da construção de equipamentos esportivos em todo o território nacional. Temos que valorizar a construção de equipamentos no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas temos também que levar para outras regiões”, disse o ministro durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Aldo Rebelo disse ainda que a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 são grandes oportunidades para o Brasil investir mais em ciência, tecnologia e nas engenharias de construção e ambiental.  

“O Brasil já gerou muitos empregos com a Copa de 2014, o PIB [Produto Interno Bruto] sofrerá acréscimos anuais por causa da Copa e das Olimpíadas de 2016. Há possibilidades na ciência, na tecnologia, nas engenharias ambientais e de construção. A Copa e as Olimpíadas nos abrem grandes horizontes.”

O ministro disse ainda que o governo está acompanhando as obras da Copa para que não hajam atrasos. Ele lembrou que nos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro em 2011, algumas obras atrasaram e o governo está trabalhando com as cidades-sedes da Copa para não haver repetição de atrasos.

Ele também comentou sobre a expectativa para os Jogos Olímpicos de Londres, na Inglaterra, que começam nos próximos dias. O ministro espera que o Brasil conquiste entre 15 e 20 medalhas. Entre os atletas que vão disputar os jogos em Londres, quase metade deles recebe o Bolsa Atleta e, no caso dos atletas paraolímpicos, 80% têm o auxílio financeiro, disse o ministro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10341/GOVERNO+QUER+NACIONALIZAR+OLIMPIADA+2016+NO+RIO+DIZ+MINISTRO.html

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Banco de investimento aposta que Brasil terá seis ouros em Londres


Relatório do Goldman Sachs ainda aponta que os brasileiros terão 18 medalhas no total

O banco de investimento americano Goldman Sachs divulgou nesta quarta-feira previsão das medalhas dos Jogos Olímpicos de Londres, apontando que o Brasil terá desempenho melhor do que há quatro anos.

A previsão, elaborada com base em um complexo cálculo, apontou que os atletas brasileiros trarão 18 medalhas para o país, três a mais que as obtidas nos últimos Jogos, terminando o evento na 15ª posição.

O relatório do Goldman Sachs ainda aponta que os brasileiros terão seis medalhas de ouros, três a mais do que as conquistadas em Pequim.

Ainda segundo o banco de investimento, os Estados Unidos retomarão da China a liderança da tabela de medalhas dos Jogos Olímpicos. Os americanos sairiam de Londres com 108 medalhas, sendo 37 de ouro, enquanto os chineses teriam 98 medalhas, sendo 33 de ouro.

Os britânicos, por sua vez, serão destaque dos Jogos, segundo a previsão, aparecendo como terceiro no quadro geral de medalhas. Ao todo seriam 65 medalhas, sendo 30 de ouro. Em Pequim, foram 47 medalhas britânicas, 19 delas de ouro.

Além das previsões sobre o número de medalhas, o banco de investimento americano analisa em seu relatório "Os Jogos Olímpicos e a Economia 2012" o impacto do evento na economia britânica.

Os analistas da Goldman Sachs acreditam que o fato de sediar os Jogos trará "benefícios a curto prazo" para o Reino Unido, principalmente no setor de bens e serviços.

Quanto aos de "longo prazo", os analistas consideram que estes serão menos tangíveis, como a promoção como destino turístico e local para potenciais investimentos. O banco ainda acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) britânico crescerá entre julho e setembro cerca de 3 a 4%.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10295/BANCO+DE+INVESTIMENTO+APOSTA+QUE+BRASIL+TERA+SEIS+OUROS+EM+LONDRES.html

terça-feira, 19 de junho de 2012

Com a presença da Fifa, SP terá seminário sobre oportunidades na Copa


Evento desta quinta-feira (21), coordenado pelo Banco Itaú, discutir os impactos econômicos

Autoridades e empresários paulistas, além de dirigentes, irão se reunir na próxima quinta-feira (21), em São Paulo, para discutir os impactos econômicos e as oportunidades de negócios que serão gerados pela Copa do Mundo. O seminário, coordenado pelo Banco Itaú, já passou pelo Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília e terá a participação do diretor de marketing da Fifa, Jay Neuhaus. 

O evento também contará com a presença do secretário municipal da Copa, Gilmar Tadeu, do economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, e do ecoomista e consultor brasileiro, Ricardo Amorim. Além de citar os impactos na economia por conta do Mundial, a seminário também abordará como pequenos e médios empresários podem aproveitar a oportunidade para crescer de maneira sustentável e de que maneira devem se preparar.

Segundo a empresa, a Copa do Mundo deve ampliar o PIB em 1,5 ponto percentual, gerando 250 mil empregos no país. O número de turistas nos próximos três anos deve chegar a três milhões, com dois milhões de estrangeiros e um milhão de brasileiros.

Em 2011, oito seminários foram promovidos pelo Itaú. Mais de quatro mil pessoas estiveram em Belém, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Manaus, Recife e Vitória.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10156/COM+A+PRESENCA+DA+FIFA+SP+TERA+SEMINARIO+SOBRE+OPORTUNIDADES+NA+COPA.html

terça-feira, 1 de maio de 2012

Olimpíadas não darão fôlego à economia britânica, diz Moody's


Para agência de risco, o impulso se dará no curto prazo. Governo tinha esperanças de que jogos ajudariam a revitalizar a economoia

Sediar as Olimpíadas deste ano dará à economia da Grã-Bretanha e às suas empresas somente um impulso no curto prazo, e o setor de construção já sente a maioria dos benefícios, disse nesta terça-feira a agência de classificação de crédito Moody's.

A Grã-Bretanha, que voltou à recessão no início de 2012, gastou 9 bilhões de libras (14,6 bilhões dólares) na construção da infraestrutura olímpica, principalmente no leste de Londres, e o governo tinha esperanças de que os Jogos ajudariam a revitalizar a economia.

A Moody's descreve as Olimpíadas como uma "oportunidade enorme de marketing para empresas", mas repetiu a visão de muitos economistas de que o efeito olímpico pode ser efêmero. "No geral, achamos que as Olimpíadas não são suficientes para dar um impulso substancial para a economia do Reino Unido, e acreditamos que o impacto do desenvolvimento da infraestrutura no PIB provavelmente já foi sentido", disse Richard Morawetz, analista sênior de crédito da Moody's Corporate Finance.

"Esperamos que o impacto das Olimpíadas no turismo vai ser positivo, mas será menor do que o número de visitantes sugeriria", acrescentou. Os Jogos Olímpicos muitas vezes atraem os fãs de esportes com despesas de viagens maiores que turistas de negócios e pessoas que decidem ficar além do período dos Jogos.

Londres vai sediar os Jogos Olímpicos entre de 27 julho e 12 agosto, tornando-se a primeira cidade a sediar o evento por três vezes. Suas últimas Olimpíadas foram em 1948, logo após a Segunda Guerra Mundial.

A Moody's espera que os patrocinadores que financiam as Olimpíadas são as que mais se beneficiarão. No entanto, não acredita que será suficiente para ter um efeito positivo sobre os as suas classificações.

(com agência Reuters)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/olimpiadas-nao-darao-folego-a-economia-britanica-diz-moody-s