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terça-feira, 5 de março de 2013

Ferramentas que auxiliam o desenvolvimento esportivo local

Este texto foi publicado no site Cidadania do Porto com o intuito de sugerir algumas ferramentas que auxiliem a gestão esportiva municipal.

Itaguaí vive um teórico momento de renovação e espera-se que o esporte esteja incluído. O primeiro passo foi a criação da Secretaria de Esporte e Lazer, porém, até o momento, ela vive de especulações e sem nome definido oficialmente para o seu comando. Entretanto, os esportistas itaguaienses esperam mais do que foi feito nas últimas décadas. E, nessas mesmas décadas...

Leia o texto completo aqui

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sesc Rio promove Fórum de Esportes sobre oportunidades na Copa e nas Olimpíadas


Evento foca na importância da gestão esportiva para os grandes eventos dos próximos anos

O Brasil sediará a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. O momento é mais que propício para o envolvimento dos profissionais de Educação Física e esportes em questões como gestão do esporte, do lazer e do entretenimento. Estudantes e profissionais da área terão a oportunidade de aprender e se reciclar sobre o assunto no Fórum Sesc Rio de Esporte e Lazer, nos dias 23 e 24 de novembro, no Sesc Tijuca. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site http://www.sescrio.org.br/forum-esporte-e-lazer.

Participantes:
Fernando Roscio de Ávila (Fernandão) - ex-jogador de vôlei reconhecido mundialmente, foi vice-campeão no Campeonato Mundial de Voleibol Masculino, em 1982, e medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Caracas, em 1983, e de prata na Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Jogou nos clubes Atlético Mineiro e Atlântica-Boavista. É docente da ESPM (Gestão do Entretenimento), da OAB São Paulo (Direito Esportivo) e da Fundação Mudes (Marketing e Jornalismo Esportivo).

Lamartine da Costa - doutor em Livre Docência em Gestão do Esporte pela UERJ, é professor na Universidade Gama Filho e professor visitante na University of East London (Reino Unido) e Coordenador Regional para América Latina do International Council of Sport Science and Physical Education (ICSSPE, Alemanha). Além disso, já foi membro do Conselho de Pesquisas do Comitê Olímpico Internacional, é pesquisador na área de esportes, meio ambiente e filosofia.

Maurício Assumpção - presidente do Conselho Diretor do Botafogo de Futebol e Regatas desde 2009, já foi membro do Conselho Deliberativo e Diretor de Esportes de Praia do mesmo clube.

Sergio Rosenhek - gerente de Esporte e Lazer do Departamento Regional do Rio de Janeiro do Sesc é mestre em administração esportiva pela Universidade de Houston e bacharel em esportes pela Universidade de São Paulo. Com conhecimentos em administração, marketing e organização de eventos esportivos, Sérgio atuou profissionalmente nos Estados Unidos por 9 anos, quando foi responsável por parcerias com Houston Rockets e outros times profissionais em Houston, além de ser criador e administrador de diversos eventos e ligas esportivas em Houston.

Sérgio Tavares - coordenador técnico da Secretaria Municipal de Esporte e Coordenador da Graduação em Educação Física da Universidade Castelo Branco, é mestre em Ciência da Motricidade Humana. Tavares é autor de trabalhos sobre gestão do esporte.
Patrícia Almeida Negreiros - Gestora do Núcleo de Pesquisa em Inovação Social do Instituto Bola Pra Frente.

Programação
- 23/11
17h - Recepção
19h - Mesa Redonda - Tema: Gestão do Esporte e Lazer no Rio de Janeiro, com Lamartine da Costa, Mauricio Assunção, Patrícia Almeida Negreiros, Sergio Tavares e Sergio Rosenhek
Mediação: Fernando Roscio de Ávila (Fernandão)
- 24/11
10h30 - Palestra: Gestão de clubes sociais, do futebol as modalidades olímpicas, com Mauricio Assumpção
12h - Almoço
14h - Palestra: Gestão pública do esporte e do Lazer, com Sergio Tavares
15h - Palestra: Evolução da Gestão e do Marketing no Esporte Brasileiro, com Fernando Roscio de Ávila (Fernandão)
16h - Palestra: A inserção dos profissionais da Educação Física na Gestão do Esporte e do Lazer, com Lamartine da Costa
17h - Encerramento

sábado, 6 de outubro de 2012

Curso: Inovação em Gestão do Esporte



O Curso de aperfeiçoamento avançado em nível internacional da Universidade Gama Filho – UGF do Rio de Janeiro visa à inclusão de seus participantes nas tendências atuais do esporte e de suas atividades congêneres crescentemente voltadas para a ciência e a tecnologia, sobretudo métricas sociais, de desempenho e de eficácia gerencial.

Com a proposta de atualizar profissionais de diversas áreas de conhecimento em técnicas avançadas da gestão do esporte, em nível de doutorado  (aluno especial com mestrado) ou de mestrado (aluno especial com graduação), os participantes terão à disposição ferramentas de manejo de dados quantitativos, de informações e de conhecimentos que possam torna-los produtores de inovações e gestores avançados da área esportiva dentro de ambientes informatizados.

A inserção profissional e acadêmica a partir do ambiente científico-tecnológico em alto nível teórico e prático refere-se:

(1) às oportunidades abertas pelos megaeventos esportivos da presente década;

(2) aos atuais desafios de melhor desempenho nas entidades relacionadas ao esporte de um modo geral (clubes, empresas, mídia, federações, entidades governo etc.);

(3) à capacitação com uma disciplina já incorporada para prestação de concurso para programas stricto sensu de pós-graduação em Educação Física no Brasil e no exterior; e

(4) complementação com três créditos para alunos de mestrado e doutorado em andamento – em qualquer área de concentração ou disciplina – pertencentes a programas similares (Área 21 da Nestas CAPES)  ao  “Mestrado e Doutorado em Ciências do Exercício e do Esporte” da Universidade Gama Filho-UGF do Rio de Janeiro (PPGCEE).

Público-alvo:

Profissionais com graduação, mestrado ou MBA em formações diversas que buscam qualificação de alto nível e distinta de aperfeiçoamentos lato sensu hoje em grande disponibilidade no Brasil; profissionais aptos a assumirem perfil diferenciado no âmbito esportivo, voltado para a gestão científica e tecnológica; profissionais e dirigentes em transição para atualização e inovação na área esportiva; alunos de mestrado e doutorado em Programas da Área 21 – CAPES com vistas ao aperfeiçoamento em gestão como aperfeiçoamento de suas especializações; professores e doutorandos em busca de relações internacionais em âmbito acadêmico esportivo.

Carga horária –80 horas, cumpridas nos períodos 16 – 20 e 22 – 26 de outubro 2012, das 08:30h às 12:30h e 13:30h às 17:30h

Local: Campus da UGF na Piedade, Rio de Janeiro (ofertas de alojamento próximo ao local do curso serão postados para os candidatos inscritos).



Coordenação:

PPGCEE: Prof. Dr. Tony Meireles
Prof Dr Lamartine DaCosta e Profa Ms Valeria Bitencourt
Monitoria:  Rosi de Oliveira (bolsista do PPGCEE).

Fonte: http://www.copedu.net.br/cursos/curso-inovacao-em-gestao-do-esporte/

Inovação em gestão do esporte será tema de curso


A Universidade Gama Filho fará neste ano um curso de aperfeiçoamento em inovação na gestão do esporte. As aulas serão ministradas na unidade da instituição de ensino no Rio de Janeiro.

O curso tem 80 horas-aula, que serão distribuídas em dez dias. Haverá módulos sobre metodologia científica, gestão de resultados, gestão de negócios, comunicação empresarial, hospitalidade e turismo, gestão tecnológica e estratégica, levantamento e manejo de dados e pesquisa.

As aulas serão em outubro, entre 8h30 e 12h30 e entre 13h30 e 17h30. A inscrição custa R$ 1.500 (ou seis parcelas de R$ 250).

Mais informações podem ser obtidas no site http:∕∕ppgefugf.ning.com.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/cursoseeventos/27/27064/Inovacao-em-gestao-do-esporte-sera-tema-de-curso/index.php

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Ministério do Esporte cria programa para avaliar confederações


De olho nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016, o Ministério do Esporte resolveu criar uma ferramenta para avaliar as confederações esportivas brasileiras e, assim, buscar a melhoria da gestão do esporte no país.
Ainda em caráter experimental, o Sistema Nacional de Análise e Avaliação de Modalidades (nome provisório) utiliza formato de pontuação similar ao que os bancos aplicam para determinar a fidelização do cliente. São estipuladas perguntas, cada resposta tem uma pontuação e cada item tem um peso. Com isso, o governo federal espera identificar os problemas, entendê-los e achar as soluções.
– É a primeira vez que o governo encara concretamente a questão da governança no esporte, um tema que interessa a atletas, clubes, entidades, patrocinadores e ao poder público – afirmou o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Leyser.

Desenvolvido pela Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento (Snear), o sistema foi testado este ano e passa por ajustes. A avaliação tem sido aplicada às confederações, mas espera-se também a ampliação para federações e clubes. A ideia do Ministério do Esporte é a de que o sistema seja implantado no próximo ano e seja obrigatório.

Um dos principais pontos a ser analisado é a governança política. Neste quesito, o Ministério pretende fazer as entidades esportivas entenderem que o melhor é limitar o tempo de mandato, acabando com a perpetuação dos dirigentes no poder.
– Esse é um tema que tem muito peso. Claro que não vamos obrigar ninguém a mudar o estatuto, mas quem não alterar, pontuará de forma negativa no quesito. Dependendo da pontuação final, o governo vai definir o valor do repasse de recursos, assinatura de contratos e definição de metas – explicou o secretário.
Neste ponto, Leyser fez elogios à Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Em fevereiro de 2011, a entidade mudou seu estatuto, limitando para apenas uma reeleição. Há 25 anos no poder, Roberto Gesta de Melo sairá no fim deste ano.

O Sistema Nacional de Análise e Avaliação de Modalidades:

O que é
Tem duas vertentes: uma avalia os pontos críticos e favoráveis de cada entidade. A outra é um questionário que permite radiografar o desempenho de cada confederação em diversos pontos.

Como funciona
A avaliação dos pontos críticos é realizada por meio da matriz Swot, conhecido instrumento de gestão que em inglês significa “identificação das forças e fraquezas, ameaças e oportunidades”. O questionário produz um sistema de acumulação de pontos ao estilo dos programas de milhagem, cujo resultado influenciará na relação da entidade com o governo federal.

O questionário
É formado por 10 aspectos: governança política (tempo de mandato e o tamanho do colégio eleitoral); governança corporativa (auditorias, fontes de receita); governança esportiva (controle de doping, divisão de categorias, calendário de competições); tecnologia da informação (investimento e acesso a informações); infraestrutura; os programas governamentais (convênios e atletas bolsistas); marketing; atuação esportiva; histórico de resultados; e tradição no esporte.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/ministerio-do-esporte-cria-programa-para-avaliar-confederacoes/523212/#.UG4SZ5jWIfg

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

UFC: exemplo de gestão do esporte a ser seguido


Atualmente é muito difícil encontrarmos gestão nos esportes. Ao invés de gestão observamos a política enraizada e travando o avanço dos esportes no Brasil e no Mundo. Neste artigo temos um exemplo de modelo de gestão do esporte a ser seguido, onde estratégias empresariais foram implementadas

Por Carlos Virtuoso

O Ultimate Fighting Championship foi uma idéia de Rorion Gracie, especialista no jiu-jitsu brasileiro, e de Arthur Davie, publicitário. A ideia inicial do UFC era ter um campeonato com diversos tipos de técnica marcial. Neste toneio diversos especialistas de lutas se enfrentariam para no final o publico ter a ideia da melhor arte marcial. Um dos fatores críticos de sucesso no inicio do UFC era que os lutadores tinham a imagem de durões e pessoas brutais.

Muitas coisas ocorreram que impediram o crescimento do UFC no seu inicio: tribunais eram contra as competições, o público era formado apenas pelos lutadores mesmo com investimento em publicidade e fazia com que o chamado "vale tudo" não fosse para frente, até que no ano de 2000 os irmãos Frank Fertitta III e Lorenzo Fertitta, formaram a Zuffa e compraram o UFC e a partir deste momento tudo se transformou e virou um fenômeno em gestão do Esporte.

Após a aquisição do UFC por partes dos irmãos diversos trabalhos foram feitos para levantar uma marca e transformar num caso de sucesso. Os lutadores mudaram sua forma de enfrentamento e o "respeito" entre os mesmos passou a ser uma marca e com isso novos públicos foram atraídos. Hoje observamos que famílias se reúnem para assistir os cards do UFC e ficam confraternizando até o horário do card principal que no Brasil normalmente acontece nas madrugadas.

O marketing implementou políticas de atração de público através de coletivas de imprensa, divulgações em diversos meios de comunicação, vendas de produtos e principalmente patrocínios e vendas de ingressos. Uma outra forma de atuação marcante do marketing foi a criação do O Ultimate Fighter, conhecido como um programa para revelação de aspirantes.

As regras estabelecidas após a aquisição em relação aos lutadores também foram pontos estratégicos, tais como; preparação para poderem ser convocados para um combate, preservação da imagem dos lutadores considerando que uma imagem negativa indiretamente poderá trazer danos ao UFC de modo geral, terem batido em lutadores excelentes é também um fator primordial para sua convocação. Além disso estes lutadores podem ser convocados para um número específico de lutas ou até vários anos.

Não podemos esquecer que todos estes fatores tornaram o UFC um evento altamente rentável para os atletas, patrocinadores e organizadores. Este é um exemplo a ser seguido por diversos esportes como uma referência em Gestão do Esporte, onde encontramos planejamento e ação em suas atividades.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/ufc-exemplo-de-gestao-do-esporte-a-ser-seguido/66080/

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

30 novas carreiras promissoras no Brasil (Gestão do Esporte)


Quais são e quanto pagam as áreas que estão despontando no mercado e devem absorver mais profissionais nos próximos anos

Por Luiz de França, Lucas Rossi e Vanessa Vieira, da Você S/A

Salto na Carreira
São Paulo - Anualmente, a rede Laureate, grupo multinacional de educação que é dono de 50 universidades em 20 países, dez delas no Brasil, faz um estudo no qual mapeia as áreas do conhecimento que deverão ganhar projeção no mercado de trabalho e exigir profissionais nos próximos anos.

Com o estudo, a instituição identifica demandas de mercado, que muitas vezes nem as organizações sabem que têm, e procura criar cursos adequados para atender as empresas.

O estudo de 2011 aponta que parte significativa das novas carreiras está relacionada às indústrias de tecnologia da informação, engenharia, energia e à sustentabilidade. Outra parcela estará concentrada em serviços, em áreas como entretenimento e saúde. "Esses empregos estão relacionados a mudanças demográficas e a novas tecnologias e vão requisitar mais inovação e criatividade do que as formações tradicionais", diz Oscar Hipólito, diretor-geral acadêmico da Laureate Brasil.

Outra característica das carreiras emergentes é a integração de diferentes esferas do conhecimento. "O profissional do futuro é um especialista que busca uma conexão com outra área", diz Carlos Antônio Leite Brandão, do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Embora algumas das profissões ainda nem existam formalmente, os interessados podem usar desde já as informações sobre as novas carreiras para pautar seus caminhos profissionais.

"A pessoa pode ir se aproximando, dentro da empresa, de áreas afins àquela em que pretende atuar no futuro", diz Renata Giovinazzo Spers, coordenadora de projetos da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo. "Os profissionais que se anteciparem, se preparando desde já para atender às tendências do mercado para os próximos anos, provavelmente vão se tornar referência nessas novas áreas, quando elas explodirem", diz. Mas, lembre-se: para conquistar essas vagas, é preciso investir na educação. Então, mãos à obra.

23 - Gestor do esporte
Por que é uma boa? Esqueça a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Essa profissão vai além desses eventos. O mundo dos esportes é uma indústria bilionária. Apenas o futebol brasileiro gerou 1,52 bilhão de reais em receitas totais em 2010. Trata-se de um mercado que requer gente qualificada, com visão de negócios para administrar marcas, gerenciar equipes e projetos em empresas, consultorias, clubes, agências de marketing esportivo, veículos de comunicação especializados e marcas esportivas.

Perspectivas: Em empresas menores, o salário de um analista varia de 3 000 a 5 000 reais; coordenador, de 6 000 a 9 000 reais; e gerente, de 10 000 a 18 000 reais. Em companhias maiores e multinacionais, os salários são cerca de 15% mais altos, segundo a consultoria de recrutamento Hays.

Bom para quem: Profissionais de educação física, comunicação, marketing, administração e direito.

Preparação: Conhecer marketing e gestão é essencial. Há cursos de pósgraduação com foco em ambos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/30-novas-carreiras-promissoras-no-brasil?p=24#link

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Brasil Sports Market (BrSM)



A  PLURI Consultoria (www.pluriconsultoria.com.br) e a TREVISAN Escola de Negócios (www.trevisan.edu.br) lançam oficialmente o Brasil Sport Market (BrSM), Fórum Permanente de Debate e Desenvolvimento do Esporte Nacional, através da realização de Congressos, Seminários e Feiras voltados para as áreas de Gestão e Marketing Esportivo.  

Entre as principais objetivos do BrSM estão: 
1) Proporcionar a ampliação do debate dos temas mais relevantes e pertinentes aos desafios e necessidades do Mercado  Esportivo Brasileiro; 
2) Aproximar os profissionais, empresas e Instituições do segmento esportivo, proporcionando o desenvolvimento profissional e das instituições, através do aumento da qualificação profissional; 
3) Permitir que os profissionais do setor possam apresentar ao mercado suas idéias, produtos e serviços, intensificando o intercâmbio de propostas,  networking, conhecimento e o Desenvolvimento Profissional. Enfim, contribuir objetivamente para o desenvolvimento do Esporte Nacional.

O Evento de lançamento do BrSM ocorrerá com o Seminário “O Futuro dos Clubes Brasileiros” a ser realizado em 17/09 na cidade de São Paulo, com a presença de Profissionais e Dirigentes dos Principais Clubes Brasileiros. 


domingo, 1 de julho de 2012

Clubes estão desconectados na comunicação virtual


Estudo da Trevisan Gestão do Esporte mostra que o Twitter já virou febre entre os jogadores de futebol. Entretanto, a mesma realidade já não se aplica aos clubes nacionais. Eles ainda utilizam pouco a ferramenta, que tem mais de 300 milhões de usuários. O que falar então da criação de Mark Zuckerberg, o Facebook, no qual um levantamento do portal Máquina do Esporte observou que os perfis “não oficiais” tinham mais fãs do que os oficiais.

Ou seja, é preciso que os clubes fiquem mais atentos às novas preferências e tendências. Afinal, as redes sociais mostraram-se um excelente canal de comunicação com os torcedores, abrindo oportunidades para fidelização e ampliação do relacionamento com todos os stakeholders – fornecedores, patrocinadores, mídia etc.

Navegando pelos sites dos 20 clubes da série A do Campeonato Brasileiro de 2011 e mais alguns times de destaque da B, foi possível observar que a muitos deles ainda estão tropeçando na rede. A navegabilidade é muito ruim (caminhos confusos para se obter uma informação – alguns não contam com ferramenta de busca para facilitar), há pouca interatividade, falta, principalmente, informação nas páginas sobre contato como clube – até porque a resposta mostrou-se demorada e, em alguns casos, sequera conteceu. No site do Botafogo, nem existe esse espaço. Isso vai na contra mãodo mundo globalizado e altamente conectado, no qual é imprescindível a boa comunicação virtual. Ela representa a maneira mais fácil de aproximar pessoas. Para o universo dos negócios, é uma ferramenta extremamente útil de se atingir clientes.

O Manchester United, por exemplo, gera 20% de sua receita através da internet. O clube inglês utiliza o site para venda de: publicidade no website; tickets para jogos e estacionamento; pacotes turísticos voltados tanto para os torcedores que moram na cidade e desejam acompanhar o time, como para os de outras cidades que queiram visitar Manchester; produtos licenciados; assinaturas da TV online que transmite, via internet, os jogos da equipe; serviços e produtos para mobile phone (ringtones, vídeos, informações e etc); produtos financeiros, como seguros, cartão de crédito e aplicações; e cassino online.

Então, porque os clubes brasileiros também não aproveitam essas oportunidades e facilidades para conquistar os torcedores? Lembrando que não basta apenas criar canais de compra, mas também oferecer produtos e serviços compatíveis com a demanda. Alguns têm mostrado um trabalho bacana na world wide web, como Corinthians, Santos, Internacional e São Paulo. O trabalho da agremiaçãodo Parque São Jorge no site oficial até pode assustar pela “poluição visual” na página inicial, mas a quantidade de informações e um espaço dedicado à “transparência”, no qual se encontram os balanços e outros documentos oficiais, é de se admirar, assim como a interatividade promovida via o perfil “República Popular do Corinthians”, além de ser o clube brasileiro com mais seguidores no Twitter, hoje com mais de 430 mil.

O Peixe está atualmente com mais de 136 mil seguidores no Twitter etambém tem aproveitado a ferramenta de promoções e ações de relacionamento coma torcida, o que, neste momento favorável da equipe, é fundamental e essencial. No caso do Colorado, o portal mostrou-se o mais completo de conteúdo. O São Paulo mostrou que está atento a esse movimento. Além de estar com um website novo e bem estruturado, para lançar seu novo site convocou os fãs a alcançar o número de 123 mil tweets com a hashtag # novo site soberano. A ação foi tão eficaz que, em oito horas, o novo site foi colocado no ar, sendo que a previsão da agência de comunicação responsável pela campanha era atingir a meta em 36 horas.

Enfim, não faltam opções para ampliar e melhorar a comunicação, essencial ao sucesso de todo negócio. Basta uma atenção redobrada e o entendimento de que as redes sociais e a Web são cada vez mais importantes e eficazes.

Por Andressa Rufino, consultora da Trevisan Gestão do Esporte e autora do livro “Arena Multiuso: um novo campo nos negócios”, da Trevisan Editora Universitária

Fonte: http://colunas.imirante.com/platb/zecasoares/2011/06/30/clubes-estao-desconectados-na-comunicacao-virtual/?goback=%2Egmp_3881735%2Egde_3881735_member_60286234

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Editora Honoris Causa lança livro sobre gestão do Esporte


FUNDAMENTOS EM GESTÃO ESPORTIVA

Jardel Teti Barros

Trata-se de um livro que visa unir os conceitos da administração com a conjuntura esportiva. O livro discorre sobre os aspectos históricos, culturais e antropológicos do esporte, marketing, estratégia, instalações esportivas e conclui sobre a governança no esporte.

“O esporte é importante para modernizar nossa visão de mundo, porque socializa a gente, na derrota e na vitória". Roberto da Matta.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Eike Batista é o único a apresentar estudo para concessão do Maracanã

Proposta da empresa IBX vai servir como base para edital de licitação do estádio

O empresário Eike Batista saiu na frente no processo de licitação do Maracanã, estádio que será concedido à iniciativa privada até a Copa de 2014.

De acordo com o jornal “O Globo”, uma das empresas de Batista, a IMX Holding AS, foi a única a apresentar ao governo fluminense o estudo de viabilidade econômica para a concessão da arena.

Assim, o sétimo homem mais rico do mundo de acordo com a revista “Forbes” abre vantagem sobre os demais consórcios interessados no estádio, entre eles uma outra empresa de Batista, a EBX.

Caso o estudo seja aprovado pela Secretaria da Casa Civil e pelo Comitê de Parcerias Público-Privadas (PPPs), o edital de licitação será elaborado nos moldes do projeto da IBX e lançado até o fim do mês de maio.

Quando o processo de concessão terminar, a empresa ganhadora deverá auxiliar o consórcio formado pelas empresas Delta, Andrade Gutierrez e Odebrecht na reforma do Maracanã, atualmente com 39% de execução.
EIKE+BATISTA+E+O+UNICO+A+APRESENTAR+ESTUDO+PARA+
CONCESSAO+DO+MARACANA.html

Opinião: É sabida a capacidade de produção do mecenas brasileiro Eike Batista e talvez deva ser vista com bons olhos a sua entrada no ramo esportivo, podendo ser o início de uma nova era da gestão do esporte enquanto entretenimento, pois ele certamente focará no business. Entretanto o que preocupa é saber se o Governo do estado do Rio de Janeiro terá capacidade de avaliar se a proposta é a melhor e, se é a mais rentável.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pesquisa sobre Gestão do Esporte

Defendi o meu mestrado no último dia 06/03, com o título Análise da gestão esportiva pelos profissionais de educação física: um estudo em representações sociais, o curso foi feito na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, na área de administração. Atualmente estou na etapa final para a liberação da versão final. Abaixo eu disponibilizo o resumo da dissertação.

SANTOS NETO, Silvestre Cirilo dos.  Análise da gestão esportiva pelos profissionais de educação física: um estudo em representações sociais. 2012. 126p. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão e Estratégia em Negócios). Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ, 2012. 

A atual demanda gerada sobre a gestão do esporte surgiu a partir da realização dos megaeventos esportivos, na chamada década de ouro para o esporte no Brasil. Surge, então, a discussão sobre a administração esportiva e o seu ambiente prioritariamente amador no país. A discussão sobre o legado dos megaeventos não vem contemplando o desenvolvimento do esporte desde a sua base. O desenvolvimento de uma política esportiva no país evitaria ações isoladas e desprovidas de qualquer direcionamento evitando, assim, o personalismo e, caminhando em direção ao profissionalismo, com a adoção da administração estratégica na condução dos trabalhos. Pautada na questão sobre quais são as representações sociais dos profissionais de educação física em relação à gestão esportiva, o presente estudo busca descrever as representações sociais dos profissionais de educação física sobre a administração estratégica na gestão esportiva. Os objetivos específicos são os seguintes: (a) Levantar a legislação esportiva brasileira; (b) Analisar criticamente a administração estratégica na gestão esportiva; (c) Analisar criticamente a gestão esportiva a partir do ordenamento legal; (d) Elaborar recomendações sobre as políticas públicas voltadas ao esporte. Trata-se de uma pesquisa aplicada, com abordagem qualitativa e apresenta um objetivo descritivo através do levantamento. O público-alvo foram os profissionais de educação física e a área estudada foi à gestão esportiva. A amostra foi escolhida através do critério de conveniência e, o seu tamanho foi definido por amostragem teórica. Contou com 102 respondentes, sendo 78 homens (76,5%) e 24 mulheres (23,5%), com idade média de 36,21 anos, distribuídos da seguinte forma: Região Sul (17,6%); Região Sudeste (33,3%); Região Centro-Oeste (8,82%); Região Norte (19,6%) e Região Nordeste (20,6%). O instrumento utilizado foi composto pelo questionário sócio-demográfico e seis perguntas com respostas abertas. Foi hospedado no Google Docs e aplicado por meio eletrônico após o convite formulado aos pretensos respondentes. A análise de dados contou com a estatística descritiva para o conteúdo sócio-demográfico e a análise de conteúdo através da categorização aberta. 47,1% relataram como objetivo da educação física o desenvolvimento motor, mas sem haver uma diretriz consolidada nas ações voltadas ao cumprimento desse objetivo. O esporte foi visto por 67,6% dos respondentes como não tendo um objetivo definido nas suas ações. A coordenação entre a educação física escolar e o esporte apresentou um índice de 80,4% para os respondentes que não verificaram qualquer coordenação entre as duas áreas. Em relação à gestão do desporto, nos seus três segmentos (escolar, participação e rendimento), verificou-se que 45,1%, 41,2% dos respondentes tiveram como representações sociais do desporto educacional e de participação, respectivamente, ações sem objetivos definidos. No desporto de rendimento, observou-se onze categorias, sendo a mais freqüente a definida como “ação não definida”, na qual se enquadraram 35,3% das respostas. Concluiu-se que a gestão esportiva ocorre no país, mas de forma incipiente, sem utilizar os recursos e ferramentas da administração estratégica. Faz-se necessário a adoção de um modelo de gestão e uma política esportiva no país.


Palavras-chave: Esporte; Gestão Esportiva; Representações Sociais.