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sexta-feira, 15 de março de 2013

Campo no Aterro fechado ao público revolta peladeiros


Eles prometem fazer manifestação amanhã para pedir a reabertura do espaço

Por Sergio Pugliese

RIO — Qual o destino do campo 1, do Aterro do Flamengo, o maior dos oito do parque, a estrela da companhia? Nunca, na história do futebol, um campinho de pelada despertou tantos conflitos de interesse entre políticos, empresários, jornalistas, órgãos da Justiça, patrimônio histórico, associação de moradores, empresas de material esportivo e federações. E os peladeiros, onde entram nessa briga? Cansados de blá-blá-blá, os craques partiram ferozes para o ataque nas redes sociais.
— É a única rede que estamos balançando atualmente! — ironizou o bancário Marco André Vianna Alves, camisa 10 do Mais Velho, time que há 30 anos joga no campo 1 do Aterro do Flamengo.
Na verdade, jogava. E é justamente aí que começa a confusão. O craque resolveu bater de frente com uma turma influente, mobilizou internautas e anunciou para sábado, às 8h, no campo 1, uma manifestação exigindo explicações sobre a situação da arena, há um ano fechada para torneios particulares e, atualmente, coberta nas laterais por entulho, barracas de camping, caixas d´água e, no centro, um tapete de grama sintética em bom estado, restos de um evento organizado pela Federação Carioca de Futebol de Sete, onda esportiva do momento.
— Volta e meia, o campo está fechado com cadeados. Um morador de rua virou seu dono, e a cada semana surgem versões para o seu destino — reclamou Marco André.
A equipe do blog “A pelada como ela é” esteve no campo para conferir a situação, e realmente os cadeados estavam nos portões. Um grupo de estudantes do Senai aproveitou a presença dos jornalistas para reclamar da privatização de um espaço público, e Antonio, o morador citado por Marco André, assustado, liberou a entrada da garotada.
— Um tal de André, da federação, pediu que eu ficasse aqui na barraca tomando conta do material. Mas parece que a Nike comprou esse espaço para ela — disse Antonio, chutando o balde.
E o mais impressionante é que o morador de rua estava superbem informado. Rodrigo Pian, da subprefeitura da Zona Sul, enviou e-mail para Marco André confirmando essa versão: “Meu caro, entendo sua insatisfação, mas a demora em revitalizarmos o campo 1 se deve a uma negociação, ainda em andamento, entre a prefeitura e uma grande empresa esportiva, desejosa de fazer do referido campo sua clínica nacional de futebol. A reforma prevê inclusive um vestiário. O atraso se deve ao grande número de envolvidos e à dificuldade em se alterar um projeto original tombado pelo Iphan. Permaneço a sua disposição para maiores esclarecimentos”.
— Essa empresa é a Nike — confirmou Leila do Flamengo, ex-administradora regional do bairro e que teria iniciado as conversas com a gigante esportiva antes de se reeleger vereadora pelo PMDB.
Segunda Leila, a prefeitura reformou todos os campos do parque, mas deixou o número 1 de fora porque a Nike se comprometeu a fazer ali uma clínica de Primeiro Mundo. Agora, a vereadora reavaliou o projeto e voltou-se contra ele. Leila já tem em seu poder um abaixo-assinado dos moradores reivindicando o fim dos torneios particulares — alguns transmitidos pela TV — no campo.

Políticos apoiam peladeiros
Ela encaminhará o documento ao Ministério Público. Os dois últimos grandes eventos foram organizados pela Federação Carioca de Futebol de Sete, com apoio da prefeitura, mas tanto leva e traz desanimou o presidente da entidade, Márcio Carreti.
— Quando organizamos os campeonatos brasileiro e carioca de futebol de sete no campo 1, o local estava completamente abandonado, servindo de abrigos para mendigos. Revitalizamos o espaço. Mas chega, vamos buscar outra área — desabafou.
A subprefeitura da Zona Sul informou que notificará a federação para recolher do local o material do último torneio, assim como a grama sintética esticada no centro do campo. Márcio Carreti explicou que só manteve o material ali porque existia a possibilidade de um novo torneio ser realizado, pois as negociações com a prefeitura estavam bem adiantadas. Com a mobilização nas redes sociais, Marco André ganhou o reforço de vários políticos, entre eles os vereadores Cesar Maia (DEM) e Teresa Bergher (PSDB). Ambos dispararam mensagens de apoio pelo Twitter. Os empresários do bairro também pretendem mobilizar-se para impedir que um projeto original tombado pelo Iphan seja alterado por uma empresa particular. Mas o mistério parece não ter data de validade: Iphan e Nike desconhecem essa informação.
— O que falta para a prefeitura devolver nosso campo reformado? — pergunta Leonardo, centroavante do Marcoense.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/campo-no-aterro-fechado-ao-publico-revolta-peladeiros-7845996#ixzz2NdfLcSIT

sexta-feira, 1 de março de 2013

Governo do Rio divulga edital de privatização do Maracanã


Licitação está marcada para o dia 11 de abril
Grupo vencedor cuidará também das obras no entorno
Reforma deverá ser concluída até 24 de maio, prazo da Fifa

RIO - O edital de privatização do Maracanã foi divulgado nesta segunda-feira pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, que marcou a licitação para 11 de abril, às 10h. A empresa ou o consórcio que assumir o estádio terá que cuidar também do Maracanãzinho e do entorno. A sessão de licitação será no auditório do prédio anexo do Palácio Guanabara, na Rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras, na Zona Sul da capital fluminense.
O decreto com o edital foi publicado nesta segunda no Diário Oficial. A data do anúncio do vencedor do processo licitatório é também 11 de abril. A responsabilidade da licitação é da Casa Civil, que formou uma Comissão Especial de Licitação, presidida por Luiz Roberto Silveira Leite. O modelo de gestão proposto para o Maracanã é de parceria público-privada (PPP).
O Maracanã, que será palco das finais da Copa das Confederações (torneio a ser disputado de 15 a 30 de junho deste ano) e da Copa do Mundo de 2014, está em reforma desde 2010. Nas Olimpíadas de 2016, o Maracanã vai receber a abertura e o encerramento do evento. O fim das obras deveria ter sido em dezembro passado, mas elas atrasaram e a previsão de entrega agora é 24 de maio, prazo máximo dado pela Fifa.
A fasa etual da reforma é a da instalação das cadeiras e da lona da cobertura. No fim de 2012 o governo do estado informou que 80% das obras estavam concluídos. D e lá para cá não divulgou mais percentual algum.
A partida de reinauguração do estádio, construído para a Copa de 1950, está prevista para 2 de junho, um amistoso entre as seleções de Brasil e Inglaterra. O calendário de jogos na Copa das Confederações é o seguinte: México x Itália, em 16 de junho; Espanha x Taiti, em 20 de junho; e a decisão do torneio, em 30 de junho.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/governo-do-rio-divulga-edital-de-privatizacao-do-maracana-7666782#ixzz2MHihxWTp 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Empresa portuguesa entra na disputa para administrar o Maracanã


Lusoarenas manifesta interesse na privatização do estádio, e vai concorrer com IMX de Eike Batista

A empresa portuguesa Lusoarenas, responsável pela gestão do Estádio da Luz, em Lisboa, e envolvida na operação do Mineirão, em Belo Horizonte, deve disputar a licitação de privatização do Maracanã. 

Até agora, só a IMX, do empresário Eike Batista, havia manifestado interesse na concorrência, cujo edital ainda não foi lançado. 

"Montamos uma empresa justamente para fazer isso. Vamos estudar a concessão de alguns estádios. O Maracanã é um deles", afirmou o vice-presidente da Lusoarenas, Marco Herling, durante participação no Footecon, fórum de discussão sobre o futebol brasileiro, no Rio de Janeiro. 

Por ter apresentado um estudo de viabilidade às autoridades cariocas, a IMX de Eike Batista era, até então, a grande favorita para vencer a concorrência.

Privatização
Contestada por diversos setores da população carioca, que temem que o Maracanã concedido à iniciativa privada acabe com o Parque Aquático Julio Delamare, o estádio de atletismo Célio de Barros, o antigo Museu do Índio, o Laboratório de Análise de Alimentos do Ministério da Agricultura e uma escola municipal considerada modelo no Rio de Janeiro, a privatização do estádio ainda está sendo discutida em audiências públicas.

No entanto, as autoridades pretendem realizar a licitação ainda antes da Copa das Confederações em 2013.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11137/EMPRESA+PORTUGUESA+ENTRA+NA+DISPUTA+PARA+ADMINISTRAR+O+MARACANA.html

sábado, 10 de novembro de 2012

Governo minimiza manifestação contrária à privatização do Maracanã


Audiência pública de concessão do estádio foi concluída ontem (8), no Rio de Janeiro

O secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro, Regis Fichtner, deu por concluída, na noite de ontem (8), a audiência pública de concessão do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, minimizando a manifestação promovida pela maioria das pessoas presentes no Espaço da Cidadania, na zona portuária do Rio de Janeiro.

“É claro que a audiência valeu. O que houve foi que algumas pessoas, uma minoria, veio aqui com o propósito de não deixar a audiência pública ocorrer. Mas ela [a audiência] é uma manifestação da democracia na Lei de Licitações – tem que ser realizada. E essas pessoas tentaram fazer com que ela não ocorresse, mas nós persistimos e ela ocorreu”.

Os protestos, que duraram cerca de 2 horas e 30 minutos, foram realizados pela quase totalidade dos presentes, o que levou a que alguns deputados estaduais - como Luiz Paulo Corrêa da Rocha, Clarissa Garotinho e Paulo Ramos – solicitassem o cancelamento da audiência.

Além de políticos, estiveram presentes à audiência professores, estudantes e representantes de organizações não governamentais, muitos dos quais gritaram palavras de ordem, inclusive com pedidos de seu cancelamento.

Diante da insistência do secretário em levar a audiência adiante, os manifestantes começaram a jogar todo tipo de objetos na mesa - ovo, casca de banana e até fezes – o que fez com que os seguranças protegessem com os próprios corpos e com um guarda-chuva o secretário.

Os deputados presentes que também se posicionaram contra o modelo de concessão proposto pelo governo fluminense manifestaram a intenção de ingressar com uma representação no Ministério Público pedindo a nulidade da audiência, com a justificativa de que a população se posicionou contra a sua realização.

Pelo modelo de concessão proposto pelo governo do Rio, o estádio será administrado pela iniciativa privada por 35 anos. O modelo, no entanto, apresenta vários pontos polêmicos e ainda não esclarecidos pelo governo estadual.

Os manifestantes protestam também contra a decisão do estado de demolir o Complexo Esportivo do Maracanã (que inclui o Parque Aquático Júlio Delamare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros) e a Escola Municipal Friedenreich, que foi a quarta colocada no estado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e a décima no país.

Para Fichtner embora “algumas” pessoas tentassem fazer com que a audiência não ocorresse, o governo decidiu levá-la adiante porque a interrompê seria “um atentado à democracia. Os que ficaram aqui puderam receber todos os esclarecimentos e o estado recebeu a todas as questões”. 

O secretário da Casa Civil disse que o estado manterá todas as decisões já anunciadas, inclusive a derrubada da escola, que segundo ele será reconstruída em outro local. “Não faz sentido ter uma escola municipal dentro de uma complexo esportivo. Um espaço de shows e de espetáculos, o que não é adequado para uma escola”. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11028/GOVERNO+MINIMIZA+MANIFESTACAO+CONTRARIA+A+PRIVATIZACAO+DO+MARACANA.html

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A perigosa ideia de privatização do Maracanã


Por Erich Beting

O governo do Rio de Janeiro divulgou nesta segunda-feira alguns detalhes do edital para a privatização do estádio do Maracanã. E, ao que tudo indica, em tese aquela que tem tudo para ser uma das principais arenas do futebol brasileiro corre o risco de se tornar uma espécie de pesadelo para quem vier a ser o “dono” do Maracanã pelos próximos 35 anos.

O maior problema é no que se refere à concessão do estádio. Pelo edital, nenhum clube poderá se candidatar para assumir a gestão do Maracanã. Nas palavras do secretário da Casa Civil do Estado, Regis Fitchner, ao UOL: “Não queremos que o Maracanã seja de um clube A ou clube B. Não faz sentido que um clube tenha exclusividade sobre um estádio que é um templo do futebol”.

O pensamento de Fitchner é exatamente o início da sentença para que o templo do futebol transforme-se num lindo elefante branco no médio prazo. Ao vetar a participação de clubes na gestão do novo estádio, o governo do Rio pede para que o principal cliente do Maracanã passe a buscar uma alternativa mais rentável depois de certo tempo.

O fenômeno aconteceu na Alemanha cerca de cinco anos depois da Copa do Mundo e provocou, desde o lançamento da Amsterdam Arena, em 1996, um boom de construção de estádios pela Europa.

No caso da Alemanha, os clubes que tiveram estádios reformados por conta do Mundial passaram, com o tempo, a ter uma receita mais significativa vinda dos dias de jogos. Esse é o reflexo mais imediato da construção de novas arenas. O estádio passa a ser mais eficiente para levar o torcedor aos jogos. Consequentemente, esse torcedor passa a consumir mais e, no fim das contas, a gerar mais grana para o dono do estádio. Com isso, os times têm promovido reformas em suas arenas no futebol alemão.

Não é difícil de se prever que, pelos próximos 20 anos, o mercado de futebol no Brasil partirá para uma melhoria de infraestrutura provocada pela melhoria a partir da Copa do Mundo. Para equiparar-se aos concorrentes, os clubes vão começar a buscar estádios próprios e caminhos mais eficientes para a geração de receitas.

Ao vetar que o Maracanã tenha um único dono, o governo do Rio não resolve o problema de Flamengo e Fluminense, hoje os dois times que não possuem estádio na cidade. Eles terão de continuar a viver do aluguel para faturar. Naturalmente o Vasco deve, com o passar dos anos, reformar São Januário, aumentando a receita com o local. O Botafogo, apesar de todos os problemas estruturais do Engenhão, continuará a trabalhar para que seu estádio torne a experiência do torcedor melhor e, consequentemente, mais lucrativa para ele.

No fim das contas, o Maracanã pode se tornar o novo Wembley. O estádio da Federação Inglesa de futebol é o maior mico que existe. Lindo, moderno, multiuso, mas sem um dono fixo, que use o local pelo menos duas vezes por mês. Wembley, ainda hoje, é uma arena deficitária. Um dos maiores motivos para isso é o fato de que nenhum clube inglês é dono do local, reservado apenas para os jogos da seleção da Inglaterra.

Naturalmente Flamengo e Fluminense serão potenciais clientes do Maracanã. O problema é que, com a ideia de privatização que foi dada pelo governo do Rio, eles continuarão a viver do aluguel do espaço. E, num cenário de novo dono para o estádio, o aluguel será bem mais caro do que era na época da Suderj.

É possível prevermos, em 2020, o noticiário falando sobre a decisão de que o Maracanã passará a ser gerenciado por um clube de futebol. Ou, então, noticiarmos as construções das novas arenas de Flamengo e de Fluminense, menores que o Maracanã e muito mais adaptadas à realidade dos dois clubes. Tem sido assim no mundo todo.

Chega uma hora em que todo mundo se enche de viver de aluguel…

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/10/22/a-perigosa-ideia-de-privatizacao-do-maracana/

sábado, 7 de julho de 2012

Aeroportos não estarão prontos até a Copa, diz coordenador do Ipea


Para Carlos Campos, processo de transferência dos aeroportos para a iniciativa privada é demorado

A possibilidade de as obras dos aeroportos do país não ficarem prontas para a Copa do Mundo de 2014 foi discutida na última quarta-feira (4) pela Subcomissão Temporária Sobre a Aviação Civil, no Senado Federal, em Brasília.

A preocupação foi levada ao Senado pelo coordenador de Infraestrutura Econômica da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Carlos Campos, um dos convidados da audiência pública realizada ontem. "No atual estágio dos terminais de passageiros e considerando os prazos médios de obras no Brasil, existe uma reduzida possibilidade de no início do Copa tudo estar pronto", alertou Campos.

Ele sugeriu que se pense em um plano B, como a construção de terminais temporários. Segundo o técnico do Ipea, dos 20 maiores aeroportos do Brasil, 14 operam acima da capacidade. Entre eles, cinco —Galeão (Rio), Confins (Belo Horizonte) e os de Recife, Curitiba e Fortaleza— atuam no limite da eficiência operacional.

Dados do Ipea apontam que nos últimos anos a Infraero investiu em infraestrutura aeroportuária menos de 50% dos recursos orçamentários disponíveis. Campos alertou para a demora nos processos de transferência dos aeroportos para a iniciativa privada.

Dos 13 aeroportos das 12 cidades-sedes dos jogos da Copa do Mundo, só dois têm situação confortável —o de Recife, onde será apenas construída uma torre de controle, e o de Natal, que já foi privatizado.

Dos 11 restantes, apenas três tiveram o processo de concessão concluído (Brasília, Garulhos e Viracopos) e quatro ainda estão com concessão em fase de projeto.

Legislação
Outro ponto levantado na audiência pública foi a necessidade de atualização do Código Brasileiro de Aeronáutica. Desde que o código foi editado, em 1986, várias outras leis importantes foram criadas, com influência direta no setor aeroportuário, deixando-o em desconformidade com a legislação atual brasileira.

O problema foi levantado pelo assessor executivo do Ministério da Fazenda, Fernando Antônio Soares. Ele citou como exemplos a Lei de Licitações, de 1993, e o Código de Defesa do Consumidor, de 1990.

A atualização do marco ­legal precisa tratar também do aumento da participação do capital estrangeiro no setor aéreo. No entendimento de Soares, investimentos ­internacionais ajudariam a aumentar a concorrência do mercado de aviação civil e a desenvolver a aviação regional, um dos pontos cruciais para melhorar a qualidade do serviço de aviação no país e contribuir com o desenvolvimento regional.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10275/AEROPORTOS+NAO+ESTARAO+PRONTOS+ATE+A+COPA+DIZ+COORDENADOR+DO+IPEA.html