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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Copa 2014: Aumenta confiança de especialistas no andamento das obras dos estádios


Item tornou-se o mais bem avaliado pelo TermômetroTrevisan – Copa 2014, pesquisa realizada pela Trevisan Gestão do Esporte;

Especialistas estão mais confiantes em relação às obras dos estádios que receberão os jogos da Copa 2014. A segunda edição do Termômetro Copa 2014, pesquisa realizada trimestralmente pela Trevisan Gestão  do Esporte que avalia a opinião de especialistas quanto a realização e organização do evento, aponta que o indicador de confiança passou de 2,6 na primeira edição, compilada em abril, para 2,9 na medição atual (escala de 1 a 5).

A melhora na percepção dos especialistas que participaram do levantamento foi de 12%, tornando o item “Estádios” o mais bem avaliado. “A maior parte das obras avançou rapidamente nos últimos meses, o que favoreceu o aumento de confiança dos profissionais que atuam na área”, explica o pesquisador da Trevisan Gestão do Esporte, Fernando Trevisan.

A alta nesse indicador, entretanto, não foi suficiente para impactar o resultado geral do Termômetro, que continua com avaliação abaixo do aceitável, com média de 2,2 nos sete itens avaliados. Isso porque os itens "Telecomunicações" e "Qualificação de mão de obra" tiveram queda em relação à medição anterior.

No geral, as opiniões mais negativas se referem àsobras de mobilidade, tanto urbana quanto aeroportuária.  

O Termômetro Trevisan – Copa 2014 é o único levantamento realizado a partir da percepção de profissionais ligados aos negócios do esporte. Esta edição contou com a participação de 1.000 especialistas, entre eles professores e alunos dos cursos do MBA Gestão e Marketing Esportivo, assim como profissionais da indústria do esporte.

A pesquisa aborda sete áreas principais para o sucesso da realização do evento, em uma escala de 1 a 5. 

Leia Mais: http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-construcao-imoveis/80090-Copa-2014-Aumenta-confiana-especialistas-andamento-das-obras-dos-estdios.html#ixzz24tYvffCG

Telecomunicações e mão de obra para Copa 2014 ainda deixam a desejar, mostra sondagem


Confiança de especialistas nas obras dos estádios aumentou

A segunda edição do Termômetro Copa 2014, sondagem realizada trimestralmente pela Trevisan Gestão do Esporte, mostrou que especialistas estão mais confiantes com o andamento das obras nos estádios que receberão os jogos. Mas a redução do indicador nos itens "telecomunicações" e " qualificação da mão de obra" teve queda, o que manteve inalterado o resultado geral em relação ao último levantamento.

O indicador de confiança passou de 2,6 na primeira edição, compilada em abril, para 2,9 na medição atual (escala de 1 a 5). Veja o ranking completo abaixo.

A melhora na percepção dos especialistas que participaram do levantamento foi de 12%, tornando o item "estádios" o mais bem avaliado. "A maior parte das obras avançou rapidamente nos últimos meses, o que favoreceu o aumento de confiança dos profissionais que atuam na área", explica o pesquisador da Trevisan Gestão do Esporte, Fernando Trevisan.

A alta nesse indicador, entretanto, não foi suficiente para impactar o resultado geral do Termômetro, que continua com avaliação abaixo do aceitável, com média de 2,2 nos sete itens avaliados. Isso porque os itens "telecomunicações" e "qualificação de mão de obra" tiveram queda em relação à medição anterior.

No geral, as opiniões mais negativas se referem às obras de mobilidade, tanto urbana quanto aeroportuária.

O Termômetro Trevisan – Copa 2014 é um levantamento realizado a partir da percepção de profissionais ligados aos negócios do esporte. Esta edição contou com a participação de mil especialistas.

A pesquisa aborda sete áreas principais para o sucesso da realização do evento, em uma escala de 1 a 5. Confira a evolução dos números entre as duas edições: 

Item avaliado1ª edição 2ª edição 
Estádios 2,6 2,9 
Telecom 2,7 2,6 
Hospedagem 2,5 2,5 
Qualificação da mão-de-obra 2,4 2,3 
Segurança Pública 2,1 2,1 
Transporte 1,6 1,7 
Aeroportos e Portos 1,5 1,6
Geral2,22,2
(dados: Trevisan)

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/cotidiano/telecomunicacoes-e-mao-de-obra-para-copa-2014-ainda-deixam-a-desejar-mostra-sondagem/58996/

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Negócios do Esporte – arenas multiuso: “É pensando de dentro para fora”


A equipe do Portal Terceiro Tempo esteve na palestra do CEO (Chief Executive Officer) da Amsterdam Arena, Henk Markerink, no dia 26 de junho, na Trevisan Escola de Negócios. Segundo Markerink, a forma mais correta de se construir um estádio é pensando de dentro para fora. Primeiro você idealiza as acomodações e os comércios, depois arquiteta o campo. 

Uma arena multiuso, deve fornecer acesso fácil por diversos meios de transporte, facilidade para aquisição de ingresso, espaços para alimentação, conforto e opções de lazer.

Os projetos têm que ser sólidos, pois temos alguns maus exemplos. No Japão, estão construindo residências dentro de estádios modernos, uma vez que, o enorme espaço não é mais utilizado com tanta frequência.

Tudo se inicia com uma boa gestão estratégica. Ter um plano de negócios para desenvolvê-lo correto, é primordial.

Entretanto, o valor dos produtos, ingressos, entre outros, devem ser elevados.

Todavia, construir um estádio não é uma tarefa fácil. Precisamos conhecer todas as consequências, pois, mantê-lo é extremamente difícil. Além do mais, conforme a modernidade caminha, é preciso sempre remodelar as estruturas do mesmo, proporcionando novas adequações e gerando sempre mais dinheiro.

Por tal motivo, há quem é contra esse tipo de modernização. O ex-presidente do Corinthians questionou a viabilidade de as classes D e E terem acesso a grandes arenas multiuso, como a Amsterdam Arena (casa do time holandês Ajax), devido ao alto preço das entradas. “Temos de pensar que público queremos nos estádios. Queremos futebol para rico, para pobre ou para todos? Do jeito que o futebol está sendo levado, vai ser só para os ricos”, criticou Andrés Sanchez.

O diretor-executivo de Marketing e Comunicação do Atlético Paranaense, Mauro Holzmann, afirmou que, apesar de o futebol ser a grande âncora para as arenas multiuso, “não adianta fazer 15 estádios maravilhosos com todos os clubes quebrados”.

Contudo, essas arenas, apesar do alto preço estipulado e imaginado por muitos, desde a construção até os futuros rendimentos, veem para somar ao país, agregando modernidade, turismo e rentabilidade, por mais difícil que seja o reconhecimento e a aceitação de dirigentes, políticos e do povo brasileiro.


Fonte: http://terceirotempo.bol.uol.com.br/futebol/times/atletico-pr/noticias/2012/07/negocios-do-esporte-arenas-multiuso-e-pensando-de-dentro-para-fora-69793.html

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Brasil Sports Market (BrSM)



A  PLURI Consultoria (www.pluriconsultoria.com.br) e a TREVISAN Escola de Negócios (www.trevisan.edu.br) lançam oficialmente o Brasil Sport Market (BrSM), Fórum Permanente de Debate e Desenvolvimento do Esporte Nacional, através da realização de Congressos, Seminários e Feiras voltados para as áreas de Gestão e Marketing Esportivo.  

Entre as principais objetivos do BrSM estão: 
1) Proporcionar a ampliação do debate dos temas mais relevantes e pertinentes aos desafios e necessidades do Mercado  Esportivo Brasileiro; 
2) Aproximar os profissionais, empresas e Instituições do segmento esportivo, proporcionando o desenvolvimento profissional e das instituições, através do aumento da qualificação profissional; 
3) Permitir que os profissionais do setor possam apresentar ao mercado suas idéias, produtos e serviços, intensificando o intercâmbio de propostas,  networking, conhecimento e o Desenvolvimento Profissional. Enfim, contribuir objetivamente para o desenvolvimento do Esporte Nacional.

O Evento de lançamento do BrSM ocorrerá com o Seminário “O Futuro dos Clubes Brasileiros” a ser realizado em 17/09 na cidade de São Paulo, com a presença de Profissionais e Dirigentes dos Principais Clubes Brasileiros. 


domingo, 1 de julho de 2012

Clubes estão desconectados na comunicação virtual


Estudo da Trevisan Gestão do Esporte mostra que o Twitter já virou febre entre os jogadores de futebol. Entretanto, a mesma realidade já não se aplica aos clubes nacionais. Eles ainda utilizam pouco a ferramenta, que tem mais de 300 milhões de usuários. O que falar então da criação de Mark Zuckerberg, o Facebook, no qual um levantamento do portal Máquina do Esporte observou que os perfis “não oficiais” tinham mais fãs do que os oficiais.

Ou seja, é preciso que os clubes fiquem mais atentos às novas preferências e tendências. Afinal, as redes sociais mostraram-se um excelente canal de comunicação com os torcedores, abrindo oportunidades para fidelização e ampliação do relacionamento com todos os stakeholders – fornecedores, patrocinadores, mídia etc.

Navegando pelos sites dos 20 clubes da série A do Campeonato Brasileiro de 2011 e mais alguns times de destaque da B, foi possível observar que a muitos deles ainda estão tropeçando na rede. A navegabilidade é muito ruim (caminhos confusos para se obter uma informação – alguns não contam com ferramenta de busca para facilitar), há pouca interatividade, falta, principalmente, informação nas páginas sobre contato como clube – até porque a resposta mostrou-se demorada e, em alguns casos, sequera conteceu. No site do Botafogo, nem existe esse espaço. Isso vai na contra mãodo mundo globalizado e altamente conectado, no qual é imprescindível a boa comunicação virtual. Ela representa a maneira mais fácil de aproximar pessoas. Para o universo dos negócios, é uma ferramenta extremamente útil de se atingir clientes.

O Manchester United, por exemplo, gera 20% de sua receita através da internet. O clube inglês utiliza o site para venda de: publicidade no website; tickets para jogos e estacionamento; pacotes turísticos voltados tanto para os torcedores que moram na cidade e desejam acompanhar o time, como para os de outras cidades que queiram visitar Manchester; produtos licenciados; assinaturas da TV online que transmite, via internet, os jogos da equipe; serviços e produtos para mobile phone (ringtones, vídeos, informações e etc); produtos financeiros, como seguros, cartão de crédito e aplicações; e cassino online.

Então, porque os clubes brasileiros também não aproveitam essas oportunidades e facilidades para conquistar os torcedores? Lembrando que não basta apenas criar canais de compra, mas também oferecer produtos e serviços compatíveis com a demanda. Alguns têm mostrado um trabalho bacana na world wide web, como Corinthians, Santos, Internacional e São Paulo. O trabalho da agremiaçãodo Parque São Jorge no site oficial até pode assustar pela “poluição visual” na página inicial, mas a quantidade de informações e um espaço dedicado à “transparência”, no qual se encontram os balanços e outros documentos oficiais, é de se admirar, assim como a interatividade promovida via o perfil “República Popular do Corinthians”, além de ser o clube brasileiro com mais seguidores no Twitter, hoje com mais de 430 mil.

O Peixe está atualmente com mais de 136 mil seguidores no Twitter etambém tem aproveitado a ferramenta de promoções e ações de relacionamento coma torcida, o que, neste momento favorável da equipe, é fundamental e essencial. No caso do Colorado, o portal mostrou-se o mais completo de conteúdo. O São Paulo mostrou que está atento a esse movimento. Além de estar com um website novo e bem estruturado, para lançar seu novo site convocou os fãs a alcançar o número de 123 mil tweets com a hashtag # novo site soberano. A ação foi tão eficaz que, em oito horas, o novo site foi colocado no ar, sendo que a previsão da agência de comunicação responsável pela campanha era atingir a meta em 36 horas.

Enfim, não faltam opções para ampliar e melhorar a comunicação, essencial ao sucesso de todo negócio. Basta uma atenção redobrada e o entendimento de que as redes sociais e a Web são cada vez mais importantes e eficazes.

Por Andressa Rufino, consultora da Trevisan Gestão do Esporte e autora do livro “Arena Multiuso: um novo campo nos negócios”, da Trevisan Editora Universitária

Fonte: http://colunas.imirante.com/platb/zecasoares/2011/06/30/clubes-estao-desconectados-na-comunicacao-virtual/?goback=%2Egmp_3881735%2Egde_3881735_member_60286234

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Especialistas criticam organização do Mundial


Em média, as 815 pessoas ouvidas deram nota 2,2, em uma escala que ia até 5, para a organização da Copa

Uma pesquisa realizada pela Trevisan Gestão do Esporte, chamada “Termômetro da Copa”, entrevistou profissionais do mercado de gestão e marketing esportivo brasileiro. Em média, as 815 pessoas ouvidas deram nota 2,2, em uma escala que ia até 5, para a organização, preparação e obras da Copa do Mundo no Brasil. Os quesitos com pior resultado foram os terminais aeroportuários, com média de 1,5 e as obras de mobilidade urbana, com nota 1,6. Os mais bem votados foram  telecomunicações, 2,7, e estádios, 2,6. 

Fonte: http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/24420/Especialistas+criticam+organizacao+do+Mundial+

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Titanic Operacional – Profissionalismo não se compra no mercado


No ultimo mês fomos bombardeados com noticias sobre o naufrágio do cruzeiro Costa Concordia no dia 13 de janeiro de 2012, que após colidir em uma rocha nas proximidades da ilha de Giglio, na costa italiana da Toscana. Mais de 4,2 mil pessoas estavam a bordo. Até a manhã de segunda-feira, dia 16, seis mortes haviam sido confirmadas. Outras 16 pessoas seguiam desaparecidas: dez turistas e seis tripulantes.
Segundo as primeiras informações sobre as causas do acidente, o navio, que tem 290 metros de comprimento e 114,5 mil toneladas, margeava a ilha de Giglio quando bateu em uma rocha e começou a adernar. Houve pânico entre os passageiros, que reclamaram de despreparo da tripulação e luta por coletes salva-vidas. O comandante do Costa Concordia, Francesco Schettino, foi acusado de ter abandonado o navio. Ele nega, mas a empresa responsável pela embarcação se posicionou confirmando a negligência do capitão.
Ao rever alguns pontos deste fato, farei menção ao mundo corporativo, afinal algumas falhas estão, pelo menos neste momento, evidentes tais como: negligência operacional pelo comandante, pois havia manual interno de navegação, mapa náutico com a rota a ser seguida, equipe treinada para evacuação do navio, anos de experiência, risco de imagem e reputação, entre outros.
Quantas vezes não vimos no mundo corporativo os mesmos problemas, como desrespeito às normas, negligencia as regras internas e externas, capacitação da equipe no gerenciamento de crises, quando as pessoas não dão a devida atenção aos treinamentos, as falhas acontecem, pois não sabem o que fazer, soberba, por achar que sabe mais do que as normas e os procedimentos direcionam ou orientam, falta de preparo em não avaliar os riscos inerentes a atividade, e no caso do comandante que deveria orientar a evacuação e gerenciar a crise, vale a pena salientar causada por ele mesmo, foi um dos primeiros a abandonar o navio.
Portanto devemos avaliar melhor os nossos processos de gestão de riscos e controles internos, avaliar se os profissionais indicados estão devidamente preparados para o gerenciamento de crises, avaliar se existem desvios aos normativos, que neste caso é mais fácil identificar, as crises acontecem, pois as pessoas sempre cometem desvio de conduta e dos procedimentos, por achar que estão acima das regras de compliance, e a imagem e reputação fica totalmente exposta.
Pergunta: Você esta com um pacote de cruzeiro comprado, o que você esta pensando neste momento? Será que acontecerá a mesma coisa comigo? Qual a probabilidade de acontecer de novo?
Profissionalismo não se compra no mercado, pelo contrario, se conquista e podemos moldar o perfil de nosso profissional, na busca pela excelência, pelo respeito às regras e normas, comprometimento com a empresa, afinal risco de imagem e reputação aparece, quando alguém não faz a sua parte, e não sabemos qual o impacto financeiro causado pela falha operacional e será que a sua empresa será um Titanic Operacional? Pense nisso.
* Marcos Assi é professor e coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, e autor do livro “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” (Saint Paul Editora). Consultor de Governança, Riscos Financeiros e Compliance da Daryus Consultoria.
Opinião: Muito interessante esse texto. Mesmo não sendo específico à gestão do esporte, fica a lição sobre o profissionalismo, o qual muitos "gestores" acham que pode se comprar na esquina e, não, uma situação que se conquiste com um trabalho sério e planejado.