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domingo, 20 de janeiro de 2013

Empresas “terceirizam” sucesso de plano de sócios


Por Erich Beting e Mauro Zafalon

Lançado com pompa na última segunda-feira, em São Paulo, o “Movimento por um futebol melhor”, capitaneado pela Ambev e que já teve a adesão de outras oito empresas, colocou sobre os clubes e os torcedores a responsabilidade para que as metas traçadas pelo projeto consigam ser atendidas.

O plano traçado pela Ambev é fazer com que os programas de sócio-torcedor dos 34 clubes patrocinados pela empresa saltem dos 350 mil associados atuais para 3,5 milhões. Com isso, a expectativa é gerar uma receita anual de mais de R$ 1 bilhão por ano só com esses programas e, assim, melhorar a saúde financeira do futebol brasileiro, tornando-o o maior campeonato do mundo até 2015.

“O grande desafio é o engajamento dos torcedores. O que a gente quer fazer é engajar todo aquele torcedor que seja apaixonado pelo time para que ele passe a tomar um papel importante nos rumos do seu clube se associando a ele”, afirmou à Máquina do Esporte Ricardo Tadeu, vice-presidente de vendas da Ambev.

A visão do executivo é a síntese do que o projeto representa para as empresas. Não cabe a elas ir muito além da concessão dos benefícios para os torcedores. É papel do clube, e da própria mudança de comportamento do consumidor, fazer com que as metas sejam alcançadas.

Para Iuri Miranda, presidente do Burger King, o programa poderá alçar as vendas da empresa, mas a preocupação inicial é fazer com que a plataforma seja bem sucedida.

“O primeiro objetivo da gente é ajudar no desenvolvimento do futebol. O aumento de venda vai ser uma consequência. Nós estamos ganhando um potencial a mais de três milhões e meio de pessoas se o projeto atingir a meta”, disse o executivo.

Nesse cenário, porém, a Copa do Mundo pode ajudar. Na visão da Ambev, a construção de novos estádios já beneficia na geração de mais receita para o futebol.

“Em 2015, com a Copa do Mundo e esse nosso movimento por mais de dois anos, rompendo a barreira do milhão de torcedores, acredito que vamos potencializar essa tendência que temos visto de os clubes estarem com elencos cada vez mais fortes e com jogadores renomados”, afirmou Tadeu, que mira o modelo de gerenciamento das ligas americanas para que o consumidor seja impelido a investir mais do seu dinheiro no futebol.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28134/Empresas-%E2%80%9Cterceirizam%E2%80%9D-sucesso-de-plano-de-socios/index.php

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Dilma veta isenção fiscal para empresas de infraestrutura dos Jogos do Rio em 2016


A presidenta Dilma Rousseff vetou artigo que incluía as empresas responsáveis pelas obras de infraestrutura urbana entre as beneficiárias da lei que concede isenções fiscais relativas à organização dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, informou o Diário Oficial da União, nesta quinta-feira.

Como parte dos compromissos assumidos pelo Brasil para a realização dos Jogos, o governo concedeu isenções de tributos federais ao Comitê Olímpico Internacional (COI), ao comitê organizador do Rio-2016 e às empresas responsáveis pela execução de atividades relacionadas aos Jogos Olímpicos.

Segundo a Agência Câmara Notícias, o governo estima que as desonerações vão acarretar uma renúncia de receita de R$ 3,8 bilhões até 2017. Durante a tramitação no Congresso, foi incluída na MP a isenção dos tributos também para empresas domiciliadas no Brasil que realizem obras e serviços de infraestrutura na cidade do Rio de Janeiro e outras operações urbanas descritas no dossiê de candidatura da cidade, mas a presidente vetou o artigo.

Segundo o Diário Oficial, o ministério da Fazenda considerou que "o dispositivo amplia benefícios fiscais para além dos compromissos assumidos pelo país e cria sistemática tributária de custosa operacionalização para transposição de questão de natureza financeira".

Os benefícios fiscais valerão para o período entre 1o de janeiro de 2013 e 31 de dezembro de 2017. Dilma também vetou artigo que determinava que os recolhimentos tributários referentes a 2012 de operações realizadas para o planejamento e organização dos Jogos poderiam ser revistos pela Receita Federal.

Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/302669_dilma-veta-isencao-fiscal-para-empresas-de-infraestrutura-dos-jogos-do-rio-em-2016

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Empresas de energia nos estados da Copa passam a ter mais recursos


Conselho Monetário Nacional aumentou em R$ 500 milhões linha de crédito para as companhias do setor

As empresas estaduais de energia terão R$ 500 milhões a mais de limite de crédito nos estados onde haverá jogos da Copa do Mundo de 2014.

Com essa ampliação, o total de recursos que essas empresas podem tomar de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobe para R$ 850 milhões. A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) hoje (25).

Os recursos poderão ser destinados a investimentos em empreendimentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. A ideia é garantir energia para a realização da Copa, segundo o assessor da Secretaria do Tesouro Nacional Bruno Leal.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10955/EMPRESAS+DE+ENERGIA+NOS+ESTADOS+DA+COPA+PASSAM+A+TER+MAIS+RECURSOS.html