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sexta-feira, 15 de março de 2013

Campo no Aterro fechado ao público revolta peladeiros


Eles prometem fazer manifestação amanhã para pedir a reabertura do espaço

Por Sergio Pugliese

RIO — Qual o destino do campo 1, do Aterro do Flamengo, o maior dos oito do parque, a estrela da companhia? Nunca, na história do futebol, um campinho de pelada despertou tantos conflitos de interesse entre políticos, empresários, jornalistas, órgãos da Justiça, patrimônio histórico, associação de moradores, empresas de material esportivo e federações. E os peladeiros, onde entram nessa briga? Cansados de blá-blá-blá, os craques partiram ferozes para o ataque nas redes sociais.
— É a única rede que estamos balançando atualmente! — ironizou o bancário Marco André Vianna Alves, camisa 10 do Mais Velho, time que há 30 anos joga no campo 1 do Aterro do Flamengo.
Na verdade, jogava. E é justamente aí que começa a confusão. O craque resolveu bater de frente com uma turma influente, mobilizou internautas e anunciou para sábado, às 8h, no campo 1, uma manifestação exigindo explicações sobre a situação da arena, há um ano fechada para torneios particulares e, atualmente, coberta nas laterais por entulho, barracas de camping, caixas d´água e, no centro, um tapete de grama sintética em bom estado, restos de um evento organizado pela Federação Carioca de Futebol de Sete, onda esportiva do momento.
— Volta e meia, o campo está fechado com cadeados. Um morador de rua virou seu dono, e a cada semana surgem versões para o seu destino — reclamou Marco André.
A equipe do blog “A pelada como ela é” esteve no campo para conferir a situação, e realmente os cadeados estavam nos portões. Um grupo de estudantes do Senai aproveitou a presença dos jornalistas para reclamar da privatização de um espaço público, e Antonio, o morador citado por Marco André, assustado, liberou a entrada da garotada.
— Um tal de André, da federação, pediu que eu ficasse aqui na barraca tomando conta do material. Mas parece que a Nike comprou esse espaço para ela — disse Antonio, chutando o balde.
E o mais impressionante é que o morador de rua estava superbem informado. Rodrigo Pian, da subprefeitura da Zona Sul, enviou e-mail para Marco André confirmando essa versão: “Meu caro, entendo sua insatisfação, mas a demora em revitalizarmos o campo 1 se deve a uma negociação, ainda em andamento, entre a prefeitura e uma grande empresa esportiva, desejosa de fazer do referido campo sua clínica nacional de futebol. A reforma prevê inclusive um vestiário. O atraso se deve ao grande número de envolvidos e à dificuldade em se alterar um projeto original tombado pelo Iphan. Permaneço a sua disposição para maiores esclarecimentos”.
— Essa empresa é a Nike — confirmou Leila do Flamengo, ex-administradora regional do bairro e que teria iniciado as conversas com a gigante esportiva antes de se reeleger vereadora pelo PMDB.
Segunda Leila, a prefeitura reformou todos os campos do parque, mas deixou o número 1 de fora porque a Nike se comprometeu a fazer ali uma clínica de Primeiro Mundo. Agora, a vereadora reavaliou o projeto e voltou-se contra ele. Leila já tem em seu poder um abaixo-assinado dos moradores reivindicando o fim dos torneios particulares — alguns transmitidos pela TV — no campo.

Políticos apoiam peladeiros
Ela encaminhará o documento ao Ministério Público. Os dois últimos grandes eventos foram organizados pela Federação Carioca de Futebol de Sete, com apoio da prefeitura, mas tanto leva e traz desanimou o presidente da entidade, Márcio Carreti.
— Quando organizamos os campeonatos brasileiro e carioca de futebol de sete no campo 1, o local estava completamente abandonado, servindo de abrigos para mendigos. Revitalizamos o espaço. Mas chega, vamos buscar outra área — desabafou.
A subprefeitura da Zona Sul informou que notificará a federação para recolher do local o material do último torneio, assim como a grama sintética esticada no centro do campo. Márcio Carreti explicou que só manteve o material ali porque existia a possibilidade de um novo torneio ser realizado, pois as negociações com a prefeitura estavam bem adiantadas. Com a mobilização nas redes sociais, Marco André ganhou o reforço de vários políticos, entre eles os vereadores Cesar Maia (DEM) e Teresa Bergher (PSDB). Ambos dispararam mensagens de apoio pelo Twitter. Os empresários do bairro também pretendem mobilizar-se para impedir que um projeto original tombado pelo Iphan seja alterado por uma empresa particular. Mas o mistério parece não ter data de validade: Iphan e Nike desconhecem essa informação.
— O que falta para a prefeitura devolver nosso campo reformado? — pergunta Leonardo, centroavante do Marcoense.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/campo-no-aterro-fechado-ao-publico-revolta-peladeiros-7845996#ixzz2NdfLcSIT

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

No Atlético-MG, 9ine e Lupo iniciam parceria


Por Daniel Zalaf

Assim como foi veiculado pela Máquina do Esporte em 20 de dezembro do ano passado, a agência 9ine e a Lupo Sports fecharam uma nova parceria, que envolve, principalmente, a relação entre a fornecedora e o Atlético Mineiro.

“A ideia é que a 9ine possa se tornar um braço de marketing da Lupo Sports”, disse Valquírio Cabral Junior, diretor comercial da Lupo, em dezembro. Nesta quarta, Cabral confirmou o negócio. Segundo o diretor, a parceria está acertada, faltando apenas a assinatura do contrato.

A 9ine terá como principal função administrar a parceria entre a companhia têxtil e o clube mineiro. Ainda não foi revelado se a agência participará de outros negócios da Lupo no esporte.

A pedido da Lupo, a agência, que pertence ao ex-jogador Ronaldo e ao empresário Marcus Buaiz, já havia sido a intermediária das negociações entre a fornecedora e o clube, no fim do ano passado. Além disso, as duas empresas já trabalham juntas há algum tempo nas ações do jogador Neymar, patrocinado pela Lupo e agenciado pela 9ine.

Para oficializar a união com a Lupo, Ronaldo deve participar como representante da 9ine no lançamento dos novos uniformes do Atlético-MG, nesta sexta-feira, dia 1º, em Belo Horizonte.

Procurada pela Máquina do Esporte, a 9ine afirmou que, até o momento, não há nada oficial sobre o negócio. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28326/No-Atletico-MG-9ine-e-Lupo-iniciam-parceria/index.php

Fortaleza e Ceará podem fechar aporte em conjunto


Por Lucas Turco

Os rivais Fortaleza e Ceará podem fechar em breve um acordo de patrocínio máster em conjunto. A empresa disposta a expor sua marca na camisa dos dois clubes do nordeste é a Arena Castelão Operadora, companhia criada pelo Grupo Galvão com o objetivo de reformar e operar a Arena Castelão até 2018.

O acordo da empresa com Ceará e Fortaleza seria idêntico. R$ 1.800 milhão anuais, por um contrato de patrocínio máster de seis anos, e algumas regalias. Os dois clubes não teriam que alugar a Arena Castelão para realizar jogos, contariam com quatro lojas e quatro camarotes (exceto na Copa do Mundo e na Copa das Confederações) dentro do estádio e ainda teriam direito a 30 vagas no estacionamento do local.

“Ainda estamos sem um patrocínio máster e esse acordo com a Arena Castelão seria muito importante para o clube. Ainda nessa semana nós e o Ceará devemos retomar as conversas com a empresa”, declarou Aldemir de Melo, diretor de marketing do Ceará.

Procurado pela Máquina do Esporte, Sérgio Costa, diretor administrativo da equipe do Ceará, confirmou as conversas com a Arena Castelão, no entanto considera que as negociações esfriaram nos últimos dias.

A Arena Castelão, que receberá partidas da Copa das Confederações de 2013 e Copa do Mundo de 2014, foi inaugurada no último domingo, 27, com uma rodada dupla. O Fortaleza empatou em 0 a 0 com o Sport e o Ceará perdeu de 1 a 0 para o Bahia, ambas as partidas foram válidas pela Copa do Nordeste.

Enquanto não acertam o patrocínio máster, Fortaleza e Ceará continuarão expondo marcas próprias no espaço nobre da camisa. O time tricolor exibi o logotipo do “Leões da Pici” e a equipe alvinegra o emblema do “Sou Mais Ceará”, ambos são programa de sócio-torcedores dos dois clubes.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28322/Fortaleza-e-Ceara-podem-fechar-aporte-em-conjunto/index.php

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Fifa e governo assinam acordo de telecomunicações para Copa 2014


Segundo Paulo Bernardo, entidade vai remunerar parte usada exclusivamente para os eventos

Por Eduardo Rodrigues

BRASÍLIA - Depois de meses de negociação, o Ministério das Comunicações e a Fifa assinaram há pouco um memorando de entendimento para a implantação da infraestrutura de telecomunicações necessária ao atendimento da Copa das Confederações deste ano e a Copa do Mundo de 2014. Segundo o ministro Paulo Bernardo, o governo bancará toda a estrutura permanente que ficará como legado para o País, enquanto a Fifa irá remunerar a parte que será usada exclusivamente para os eventos.

"Hoje é um dia importante, porque você não pode organizar uma Copa do Mundo sem telecomunicações. Isso não é apenas para o Brasil, mas para o mundo todo, que assistirá às partidas", afirmou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.

A Telebras informou na última sexta-feira que as obras de telecomunicações nas seis cidades que receberão a Copa das Confederações já estão 74% concluídas e devem acabar em março. Já os projetos para as outras seis cidades que sediarão apenas a Copa do Mundo têm o porcentual de execução de apenas 20%.

Segundo Bernardo, as operadoras de telefonia também serão chamadas pelo governo para reforçar suas capacidades de atendimento nas cidades sede dos eventos. O ministro citou problemas no uso de celulares ontem, durante as primeiras partidas disputadas na Arena Castelão, em Fortaleza. Segundo ele, todas as empresas deverão instalar antenas adicionais - temporárias ou não - para suprir a demanda elevada durante os jogos.

"Ontem houve dificuldade de uso dos celulares em Fortaleza, o que significa que teremos que chamar as empresas de telefonia para negociarmos com elas. Se tivermos problemas nas comunicações, será como se a Copa não tivesse acontecido", completou.

Segundo Valcke, os torcedores em Fortaleza também reclamaram do acesso ao novo estádio. "Por isso é importante realizarmos eventos teste para que problemas como esses possam ser solucionados. Estamos trabalhando para que os estádios sejam entregues em tempo - até meados de abril, no caso da Copa das Confederações - para haver prazo para a realização de todo o trabalho posterior", acrescentou o secretário-geral da Fifa.

SEGURANÇA
Questionado sobre como a tragédia ocorrida na madrugada de domingo em Santa Maria (RS) pode afetar as preocupações da Fifa com a segurança do público durante dos eventos, Valcke disse estar solidário às famílias das centenas vítimas do incêndio na boate Kiss, mas minimizou o impacto do incidente na organização do mundial.

"O que aconteceu em Santa Maria foi horrível, mas não tem nada a ver com futebol ou com os estádios. São acidentes que vêm acontecendo em vários países do mundo, inclusive no meu próprio país, a França", afirmou o secretário. "Um dos requisitos para a Copa do Mundo é a possibilidade de se evacuar um estádio lotado, com 60 mil pessoas, em apenas oito minutos", concluiu. 

Fonte: http://m.estadao.com.br/noticias/esportes,fifa-e-governo-assinam-acordo-de-telecomunicacoes-para-copa-2014,989941.htm

MiniCom e Fifa acertam parceria para Copa-2014


A Fifa e o Ministério das Comunicações acertaram uma parceria para a telecomunicação da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. Jérôme Valcke, secretário geral da Fifa, e Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, assinaram um Memorando de Entendimentos com o objetivo de garantir um funcionamento eficiente do serviço durante a competição.

Com o acordo, as duas partes terão responsabilidades. A Fifa arcará com tudo o que for utilizado apenas para a Copa do Mundo e o Governo Federal será responsável pelas obras que ficarão de legado para o Brasil. As negociações envolvendo o governo e a Fifa se estenderam por 18 meses, segundo Paulo Bernardo.

O Ministério das Comunicações terá a Telebrás como grande parceira para a implantação dos projetos. A empresa está criando uma infraestrutura de rede de fibra ótica nas 12 cidades sede, com orçamento de R$ 200 milhões. A Anatel disponibilizará outros R$ 180 milhões para equipamentos, treinamento, rede, entre outros.

Segundo Paulo Bernardo, a tecnologia 4G estará funcionando a partir de abril deste ano nas seis cidades que abrigarão a Copa das Confederações: Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Salvador e Belo Horizonte.

Valcke e Paulo Bernardo compartilham da mesma opinião sobre a telecomunicação na Copa do Mundo. “Grande peça da organização da Copa”, comentou o membro da Fifa, “sem uma boa comunicação é como se a Copa não existisse”, completou o ministro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/copadomundo/28/28291/MiniCom-e-Fifa-acertam-parceria-para-Copa-2014/index.php

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Globo e Petrobras firmam parceria no futebol


A Rede Globo fechou um acordo de publicidade para as suas transmissões de futebol com a Petrobras, que inclusive já fez a sua estreia no último domingo, no top de cinco segundos, vinheta que é exibida sempre antes do início de cada jogo, marcando a contagem para a transmissão da partida.

De acordo com o "Meio & Mensagem", a Petrobras aparecerá ao longo de todas as transmissões de futebol feitas pela Globo, como os campeonatos estaduais, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, Copa Bridgestone Libertadores da América, além dos amistosos da seleção brasileira.

A cota adquirida pela Petrobras era ocupada pela Olympikus, que pertence ao grupo Vulcabras/Azaleia. O grupo, aliás, vem enfrentando uma série crise financeira.

A Vulcabras mantém um contrato com Flamengo até o dia 31 de abril, porém não haverá renovação. O clube, inclusive, já fechou um acordo de dez anos com a Adidas, e receberá em dinheiro e produtos R$ 38 milhões ao ano.

A companhia também deixou o São Paulo após o termino do contrato, no fim de 2012. O clube paulista já fechou com a Penalty até o fim de 2015.

Em 2012, a Petrobras também esteve envolvida com o futebol, patrocinando o Brasileirão, em uma parceria de naming right. Os demais anunciantes do pacote futebol da Globo são os mesmos da temporada anterior: Ambev, Coca-Cola, Itaú, Johnson & Johnson, Vivo e Volkswagen.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/28/28214/Globo-e-Petrobras-firmam-parceria-no-futebol/index.php

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Penapolense faz parceria ambiental com ONG local


O Penapolense, que participará do Campeonato Paulista em 2013 pela primeira vez em sua história, fez parceria com a ONG de recuperação florestal Flora Tietê, sediada, assim como o clube, em Penápolis.

Em conjunto, as duas instituições apresentaram uma iniciativa denominada “Semeando Gols”. De acordo com a ação, cem árvores de diferentes espécies nativas serão plantadas a cada gol marcado pelo time no Estadual.

“O futebol é uma ferramenta de marketing e comunicação muito poderosa. É preciso aproveitar todo este potencial para chamar a atenção de um grande número de pessoas para mensagens positivas como a sustentabilidade”, afirmou Alessandro Rodrigues Pinto, gerente de marketing da equipe.

A estreia do Penapolense na próxima edição do Campeonato Paulista será no dia 19 de janeiro. Diante de sua torcida, no estádio Tenente Carriço, em Penápolis, o clube enfrentará o Ituano.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28071/Penapolense-faz-parceria-ambiental-com-ONG-local/index.php

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Parceria com empresa de informática auxilia Petrópolis fora das quadras


Novo sistema de registro estatístico das situações de jogo está sendo desenvolvido pela parceira do clube. Programa inclui chips nos jogadores

Por Chandy Teixeira

Diz o ditado que informação é poder. No esporte não é diferente. Os grandes clubes, em diversas modalidades, e até mesmo emissoras de TV usam o scout, sistema de registro estatístico das mais variadas situações de jogo, como aliado em esportes de alto rendimento onde os detalhes podem determinar o fracasso, ou a glória. Os dados apurados por estes programas auxiliam a comissão técnica, a grosso modo, na detecção dos pontos fortes e fracos de uma equipe em determinada situação. Isto não é novo, e grande parte das equipes profissionais recorrem aos números para desenvolver treinamentos e táticas de jogo. No Petrópolis, uma das maiores equipe de futsal do Rio de Janeiro, uma parceria com uma empresa de informática promete melhorar ainda mais esse sistema de coleta de dados de uma partida.
O novo programa, que promete uma evolução ainda maior no sistema de scout, é capaz de catalogar até 20 situações de jogo pré-estabelecidas, permitindo ainda a inclusão manual de outras variáveis. O sistema ainda conta com seis câmeras instaladas em quadra e sensores que captam o deslocamento dos atletas, através de chips fixados nos jogadores, que é a grande inovação deste novo programa, que permitem um mapeamento completo de deslocação do atleta e também a personalização do rastreamento das câmeras em um atleta, de livre escolha. Tudo isso é integrado ao sistema de previsão meteorológica, que permite avaliar em quais condições os jogadores demonstram uma maior produtividade.
De acordo com o gerente técnico da empresa desenvolvedora do sistema, Farley Barillo, este é o futuro do esporte e quem não se atualizar corre o risco de ficar para trás também nos resultados. O especialista conta ainda que o sistema foi pensado para ser usado por pessoas comuns, sem grandes conhecimento de informática. A interface simples vai proporcionar a popularização do sistema em clubes de menor expressão.
- Não tenho dúvidas que esse é o futuro do esporte. Este sistema é rápido e intuitivo. Os dados são computados em tempo real e o técnico pode lançar mão deles no intervalo de um jogo, por exemplo. Claro que isso não substitui a figura do treinador, que sempre será a figura mais importante do jogo nestes termos táticos - disse Farley, que completou dizendo que o sistema vai ser comercializado, mas que ainda não há um preço estipulado. No entanto, a empresa informou que o preço estará a altura de clubes de menor expressão.
Para o treinador do Petrópolis, Paulo Mussalem, o sistema pode sim auxiliar a comissão técninca. No entanto, é preciso uma boa interpretação dos números.
- Estatísticas e números são frios. É preciso ter critério na hora de interpretá-los. Mas eu acho ótimo tudo que possa contribuir com a catalogação de dados da partida, sempre é de grande ajuda - afirmou.
A empresa de informática que desenvolve o sistema pretende também adaptar o sistema para outras modalidades como vôlei, basquete, handebol e até mesmo futebol americano. O programa levou quatro meses para ser desenvolvido.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/rj/serra-lagos-norte/noticia/2012/12/parceria-com-empresa-de-informatica-auxilia-petropolis-fora-das-quadras.html

sábado, 22 de dezembro de 2012

Parceria entre Fla e fornecedora prevê rescisão ou multa por vexames


Ausência na Sul-Americana ou descenso para Série B acarretam multa, enquanto queda para Série C causa rescisão. Conheça as cláusulas

Por Vicente Seda

O contrato de parceria assinado entre Adidas e Flamengo na última quinta-feira traz um aporte de receitas à Gávea de fazer inveja aos rivais. Porém, a contrapartida também é digna de um clube agora incluído entre as marcas classe A da empresa alemã, no mesmo status de Real Madrid, Chelsea, Bayern de Munique e Milan. Quedas para a Série B e não classificações para a Copa Sul-Americana, por exemplo, acarretam multas que podem chegar a 50% dos pagamentos a serem feitos pela empresa. Já um rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro implica a rescisão do contrato, ao qual o GLOBOESPORTE.COM teve acesso.

Em relação ao desempenho esportivo, estão estabelecidas premiações por títulos em uma escala de metas. Com desempenho excelente, que significa dois títulos do Brasileiro da Série A e um título da Libertadores, o clube tem reajuste nos valores e gorda premiação pelas conquistas. Contudo, um desempenho pífio também será "premiado".

Se o clube for expulso ou suspenso da CBF ou Conmebol, a Adidas pode reduzir em 50% o pagamento. Caso o Flamengo não se classifique para a Copa Sul-Americana em qualquer ano do contrato, multa de 10%, e, se isso se repetir por dois anos seguidos, o percentual sobe para 25% no segundo ano. A mesma lógica vale para rebaixamento para a Série B do Brasileiro: no primeiro ano, a multa é de 15% e, se a situação se repetir na temporada seguinte, a mordida passa a 50% do valor a ser pago pela Adidas no determinado ano. Confira no fim desta reportagem a íntegra das cláusulas que tratam do tema.

Em caso de violação pelo clube do contrato que acarrete rescisão com a fornecedora, o Rubro-Negro deverá pagar todas as receitas previstas, incluindo danos e custos como honorários advocatícios. Essas receitas englobam pagamento anual, mínimo garantido, royalties e produtos a serem fornecidos em todo o período de contrato. O pagamento deve acontecer 30 dias após a Adidas informar o montante devido acompanhado de seu discriminativo. Se o contrato for rescindido em função de o clube disputar a Série C do Brasileiro, o clube ficará livre de pagamento. A responsabilidade máxima das partes no caso de rescisão é limitada a R$ 100 milhões.

Há diversos outros itens que podem acarretar a rescisão imediata da parceria. Uma das cláusulas diz que o Flamengo "não deverá tomar ou se omitir a tomar qualquer atitude ou se envolver em uma situação que causará ao clube e/ou qualquer um dos seus membros descrédito público, desprezo, escândalo, ou ridículo, ofenderá a opinião pública, ou causará danos ou refletirá desfavoravelmente sobre a reputação da Adidas". Durante a gestão Patrícia Amorim, o clube viveu problemas dessa natureza em relação a Adriano e Ronaldinho Gaúcho, que entrou com ação por danos morais contra o clube.

A Adidas também tem o direito de rescindir, apesar de poder optar por redução de pagamento, "se o clube não participar, por expulsão ou suspensão (ficando excluída a não participação por não qualificação), em reconhecida competição CBF, Fifa ou Conmebol, nacional e internacional, a qualquer momento durante o contrato". A empresa alemã se resguarda também quanto à utilização de produtos de outras marcas. Se qualquer membro do clube for flagrado usando produtos de concorrente, a multa é de R$ 25 mil.

Caso a empresa atrase a entrega de qualquer pedido de produtos Adidas e do clube com a marca da fornecedora, o clube deverá notificar por correio eletrônico com aviso de recebimento ou por carta com AR, para que a entrega do pedido ocorra em até 60 dias. Caso o prazo não seja cumprido, o clube poderá rescindir o contrato através de notificação escrita com efeito imediato. Uma diferença de 10% entre o pedido e a entrega efetiva não provocará rescisão, sendo certo que o clube poderá cobrar os 10% que faltaram, como reza o contrato.

O Flamengo só poderá buscar novos fornecedores de material e negociar outro contrato 12 meses antes do fim da parceria. Havendo oferta de terceiros, o clube é obrigado a comunicar a Adidas, que tem 30 dias para igualar ou não aceitar os termos-chave da oferta de terceiros. Cobrindo ou igualando a oferta, a Adidas terá o direito de exigir que o Flamengo inicie imediatamente procedimentos que possibilitarão a assinatura de um novo contrato com a empresa alemã. Na hipótese de rescisão antecipada de contrato, o clube será obrigado a pagar uma proporção pró-rata de taxa de início de parceria, em razão de uma parceria de dez anos.

O valor mínimo da parceria do primeiro ao quinto ano de contrato é de R$ 30,3 milhões (resultado da soma do mínimo de royalties, R$ 8 milhões, teto de material fornecido, R$ 9,8 milhões, e pagamento fixo anual em dinheiro de R$ 12,5 milhões). Somadas a taxa de início de parceria (R$ 38 milhões), e a verba de ações de marketing da Adidas (R$ 1,5 milhão), chega-se a R$ 35,6 milhões por ano, número que passa a R$ 40,6 milhões (fixo anual em dinheiro aumenta para R$ 17,5 milhões) do sexto ao décimo ano de contrato (não incluída a correção monetária) e pode crescer ainda mais dependendo do sucesso de vendas de produtos, uma das alterações obtidas pela nova diretoria do clube.

Além da taxa de início de parceria, de R$ 38 milhões, a Adidas deve antecipar mais R$ 20 milhões ao Flamengo, acordo que foi feito às vésperas da aprovação no Conselho Deliberativo por conta de uma investida da rival americana Nike, ex-fornecedora do clube que deu lugar à Olympikus. Essa antecipação, contudo, não consta no contrato que foi enviado para análise dos conselheiros.

Os alemães ainda ressaltam em contrato que, após uma eventual rescisão, o clube tem de ser respeitoso com a empresa na nota oficial para noticiar e justificar o fim da parceria. O contrato entre Flamengo e Adidas se encerrará em 30 de abril de 2023.
Cláusulas do contrato:
13.1 - Caso o clube não participe da(s) competição(ões) nacional(is) de mais alto nível (atualmente Campeonato Brasileiro da Série A e/ou Copa Sul-Americana), por motivo de expulsão ou suspensão, e se o clube for suspenso ou expulso da CBF ou Conmebol durante o período do contrato, a Adidas poderá, a seu critério, reduzir o pagamento anual e o mínimo garantido em 50% para cada ano de contrato que perdurar esta situação. O clube deverá a voltar a receber o montante no nível anterior quando voltar a participar da competição respectiva de mais alto nível.
13.2 - Se o clube não jogar a Copa Sul-Americana em qualquer ano de contrato, por motivo de não qualificação devido ao desempenho, durante o período do contrato, a Adidas poderá, a seu exclusivo critério, reduzir o pagamento anual e o mínimo garantido ao clube em 10%, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada. Caso o clube não consiga qualificação por igual motivo para a Copa Sul-Americana a partir do segundo ano consecutivo, a redução, a exclusivo critério da Adidas, será de 25% do pagamento anual e do mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada.
13.3 - Se o clube não jogar o Campeonato Brasileiro da Série A em qualquer ano de contrato, por motivo de não qualificação devido ao desempenho, durante o período de contrato, a Adidas poderá, a seu exclusivo critério, reduzir em 15% o pagamento anual e o mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada. Caso o clube não consiga qualificação por igual motivo para a partir do segundo ano consecutivo para o Campeonato Brasileiro da Série A, a redução será de 50% do pagamento anual e do mínimo garantido, a começar com a primeira parcela do pagamento anual devido no ano de contrato imediatamente subsequente a tal falha em se qualificar na forma acima mencionada.
13.5 - Caso ocorram simultaneamente as hipóteses previstas nas cláusulas 13.1 e/ou 13.2 e/ou 13.3 em um mesmo ano de contrato, as partes acordam que a redução máxima do pagamento anual e do mínimo garantido será limitada ao percentual de 50%.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/parceria-entre-fla-e-fornecedora-preve-rescisao-ou-multa-por-vexames.html

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Coritiba faz parceria social com Pizza Hut


O Coritiba, por meio de seu programa social Coritiba Retribui, acertou uma parceria com a Pizza Hut. A empresa e o clube farão ações e ajudarão instituições de caridade na cidade de Curitiba.

“É uma ação simples e inteligente do Coritiba e da Pizza Hut para coroar esse projeto desenvolvido pelo clube em um ano em que pudemos mais uma vez despertar esse sentimento de ajudar ao próximo”, disse José Rodolfo Gonçalves Leite, superintendente administrativo do Coritiba.

O projeto Coritiba Retribui foi criado em 2011 e neste ano ajudou diversas cidades do interior do Paraná. As ações eram realizadas nos locais que o clube visitava para realizar seus jogos do campeonato estadual.

 “Além das ações de marketing pelo interior do estado em cada rodada do estadual, aproveitamos também para levar um pouco desse projeto socioambiental”, comentou José Rodolfo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27986/Coritiba-faz-parceria-social-com-Pizza-Hut/index.php

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Lupo e 9ine se aproximam de parceria


Por Daniel Zalaf

Em torno ao anúncio do novo fornecedor de material esportivo do Atlético Mineiro, uma outra parceria também pode se concretizar em um futuro próximo. Trabalhando lado a lado no negócio com o clube mineiro, Lupo Sports e 9ine têm estabelecido um vínculo que tem tudo para se firmar no mercado esportivo.

Na última semana, Alexandre Kalil, presidente do Atlético Mineiro, revelou em uma rádio mineira a participação da agência do ex-jogador Ronaldo e do empresário Marcus Buaiz no negócio com a Lupo: “Ronaldo me ligou e pediu para que eu recebesse o pessoal. Foi a participação dele. Ele interferiu sim. Graças a Deus foi mais um bom contrato para o clube”, disse em entrevista à Rádio Itatiaia.

Valquírio Cabral Júnior, diretor comercial da Lupo, confirmou que a 9ine foi a responsável pelo contato entre a companhia e o Atlético-MG. “Procuramos a 9ine para que nos ajudasse na busca por uma parceria de peso no futebol. Eles ficaram sabendo da situação do Atlético e entraram em contato com o clube, apresentando a Lupo como uma nova possibilidade de parceria”.

“O pessoal da 9ine está participando diretamente das negociações com o Atlético. Fizeram esse trabalho de intermediação e, por isso, estiveram presente nas reuniões até agora”, completou Cabral.

Sobre a parceria entre as duas empresas, o diretor afirmou que “a ideia é que a 9ine possa se tornar um braço de marketing da Lupo Sports. Não é algo concreto ainda, mas pode acontecer”.

As duas empresas já trabalham há algum tempo juntas nas ações do jogador Neymar, patrocinado pela Lupo e agenciado pela 9ine.

“Querendo ou não, o fato da 9ine ser a agência do Ronaldo chama mais atenção e abre certas portas. É uma oportunidade importante para uma empresa como a nossa, que está se firmando no mercado”, finalizou Cabral.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27964/Lupo-e-9ine-se-aproximam-de-parceria/index.php

SporTV e Fox Sports assinam contrato para partilha de conteúdo


Já foi asssinado o acordo de parceria entre Fox Sports e Sportv que envolve a divisão de jogos da Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Taça Libertadores da América, informa  a Folha de S. Paulo, por Keila Jimenez. Segundo o jornal, o Fox Sports disponibilizará para o Sportv jogos da Libertadores. Em troca, o Sportv vai ceder à Fox Sports partidas da Copa do Brasil e uma partida semanal, gravada, do Campeonato Brasileiro. O acordo também prevê também aliança na transmissão de Copa do Mundo e Olimpíada. A Assessoria do Sportv informou ao Terra Esportes que o acordo vai até 2018.

Já a assessoria da Fox Sports também confirmou o acordo, destacando que, além dos melhores momentos do Campeonato Brasileiro, a emissora mostrará com exclusividade dois jogos por rodada da Copa do Brasil, em troca de uma partida por rodada da Libertadores e uma por rodada da Copa Sul-Americana. A definição dos jogos cedidos fica a cargo da empresa detentora dos direitos de transmissão.

Fonte: http://www.esporteemidia.com/2012/12/sportv-e-fox-sports-assinam-contrato.html

Flamengo aprova parceria com a Adidas. Veja detalhes do contrato


Conselho Deliberativo autoriza assinatura até 2023. Reajuste é atrelado a desempenho e clube receberá de R$ 12,5 milhões a R$ 17,5 milhões por ano

Por Vicente Seda

O Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou por unanimidade na noite desta quarta-feira a assinatura do contrato de fornecimento de material esportivo pelos próximos dez anos com a Adidas. As alterações feitas em negociação com a nova diretoria do clube se resumem a aumento significativo nas premiações e tabela de aumento do percentual de royalties a partir do cumprimento de metas de vendas. O reajuste previsto no contrato de 87 páginas - ao qual o GLOBOESPORTE.COM teve acesso - está atrelado ao desempenho do time, e o valor anual que vem sendo divulgado, em torno de R$ 35 milhões, é calculado com base em estimativas de vendas de produtos. Os valores fixos reais estão bem abaixo desse montante.
Haverá o pagamento de "taxa de início de parceria", no valor de R$ 38 milhões (R$ 13 milhões até 30 dias após a assinatura do contrato e R$ 25 milhões até 15 de fevereiro). Do primeiro ao quinto ano de contrato, o Flamengo receberá um pagamento fixo de R$ 12,5 milhões. Do sexto ao décimo ano, o montante passa para R$ 17,5 milhões. O valor pode crescer ainda mais de acordo com o desempenho da equipe de futebol profissional. No contrato entre Flamengo e Adidas existe uma tabela para classificar os resultados obtidos pela equipe. No caso de um desempenho excelente, haverá reajuste de 10% no valor, além da correção acumulada pelo índice oficial IPC-FIPE, ou seja, o clube passará a receber, a partir do sexto ano, R$ 19,25 milhões (mais a correção).
Para ter seu desempenho classificado como excelente, o Flamengo terá de conquistar pelo menos dois títulos do Campeonato Brasileiro da Série A e um título da Copa Libertadores nos primeiros cinco anos de contrato. No caso de ter desempenho classificado como excelente em uma das competições e fraco na outra, o desempenho geral será classificado como mediano, e o reajuste passa a ser de 5%. No caso de desempenho geral fraco, que significa uma classificação para a Libertadores e nenhum título nas duas competições, não há reajuste.
As alterações conseguidas na negociação conduzida nas últimas semanas pelo presidente da Sky e vice de marketing da gestão que assumirá em 2 de janeiro, Luís Eduardo Baptista, o Bap, representam essencialmente um aumento nas premiações por títulos e o estabelecimento de metas de vendas que, se superadas, garantem aos rubro-negros percentuais maiores.
Realizadas as modificações, a cada ano de contrato, se o valor das vendas líquidas (descontados os custos de produção) de produtos do clube com a marca Adidas não ultrapassar R$ 127,5 milhões, o Flamengo receberá 10% de royalties, sendo o mínimo obrigatório de R$ 8 milhões. Se o valor das vendas líquidas for entre R$ 127,5 milhões e R$ 153 milhões, o clube passará a receber 12%. Ultrapassando os R$ 153 milhões, a fatia rubro-negra sobe para 14%. Os pagamentos desses montantes serão feitos nos dias 1 de abril e de outubro de cada ano, sendo 50% do valor em cada data. Para produtos do clube sem a marca Adidas, o percentual da proposta original foi mantido e não obedece à tabela de metas: 4%.
Na proposta original da Adidas, o clube receberia as seguintes premiações por títulos: Carioca, R$ 200 mil; Copa do Brasil, R$ 200 mil; Copa Sul-Americana, R$ 200 mil; Brasileiro Série A, R$ 750 mil; Copa Libertadores, R$ 750 mil; Mundial da Fifa, R$ 800 mil. Após as negociações com a nova diretoria rubro-negra, os números engordaram.
Do primeiro ao quinto ano de contrato, o Carioca passou a valer R$ 250 mil; Copa do Brasil, R$ 300 mil; Copa Sul-Americana, R$ 400 mil; Brasileiro Série A, R$ 1 milhão; Copa Libertadores, R$ 1,5 milhão; e Mundial da Fifa, R$ 800 mil. Do sexto ao décimo ano de contrato, os valores são ainda mais vultosos: Carioca, R$ 300 mil; Copa do Brasil, R$ 380 mil; Copa Sul-Americana, R$ 400 mil; Brasileiro da Série A, R$ 1 milhão; Copa Libertadores, R$ 2 milhões; e Mundial da Fifa, 800 mil. Curiosamente, a única premiação que não recebeu reajuste e ficou em menos da metade da Libertadores foi o Mundial da Fifa, que permaneceu com o valor da proposta original.
Outro ponto importante do contrato são as regras para entrega de material. A Adidas se compromete a despender R$ 1,5 milhão por ano a título de verba de marketing, de acordo com o planejamento da empresa. Serão entregues de 90 a 110 mil peças por ano de contrato, limitadas ao valor global de varejo máximo de R$ 9,8 milhões. A Adidas tem obrigação de fornecer o mínimo de 90 mil peças, ainda que o valor ultrapasse esse montante.
O contrato determina que clube e empresa deverão se reunir sete meses antes de cada temporada para determinar quantidade e tamanhos dos produtos solicitados. O pedido de produtos com a marca Adidas fabricados no exterior terá de ser feito com sete meses de antecedência. Produtos fabricados no Brasil têm de ser solicitados com 120 dias de prazo para a entrega. Até nove meses antes do lançamento dos uniformes, o clube deve notificar a Adidas por escrito de quaisquer alterações, para que a linha comercial seja lançada simultaneamente no mercado brasileiro e internacional, com a mesma aparência.
Para uniforme do time e vestuário de treino, se os prazos não forem cumpridos, a Adidas produzirá os uniformes sem quaisquer logos de patrocinadores. Para a linha comercial, se o clube fizer qualquer alteração fora do prazo, os lançamentos no Brasil e no exterior não serão simultâneos, e a Adidas poderá incorrer em custos adicionais, que serão de responsabilidade do Flamengo. A Adidas Brasil pode colocar as camisas com as alterações no mercado em 120 dias após o envio da arte pelo clube ou nove meses para o mercado internacional.
Na questão de limitação de patrocínios, o contrato prevê um modelo de exceção para 2013, mas, a partir de janeiro de 2014, a Adidas não permitirá que o clube exiba mais de duas marcas no uniforme, além da logo do Unicef, parceiro rubro-negro. O novo acordo permitirá a permanência dos patrocinadores atuais TIM e Cosan, com os quais o Flamengo tem contrato em vigor. Para novos acordos, terão de ser seguidas as normas do contrato com a Adidas. Pelas regras da empresa alemã, o patrocinador principal do Flamengo deve assinar contrato de vigência mínima de dois anos. Em 2013, serão permitidos até cinco patrocinadores e oito logotipos no uniforme. Só é permitida a assinatura de patrocínios secundários até o fim de 2013. A partir de janeiro de 2014, o Flamengo passa a ter o limite de dois patrocinadores e quatro logotipos a serem exibidos no uniforme.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/flamengo-aprova-parceria-com-adidas-veja-detalhes-do-contrato.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Fluminense fecha com empresa de intercâmbio


Em busca de uma internacionalização do clube, o Fluminense fechou uma parceria com a 2SV Sports, empresa de intercâmbio acadêmico. A companhia utilizará o centro e treinamento do clube carioca para promover uma seleção de jovens talentos e levá-los para os Estados Unidos.

No último fim de semana, 26 treinadores de universidades e escolas norte-americanas estiveram em Xerém para avaliar cerca de 150 atletas. Os jovens que tiveram, de acordo com a empresa, um bom desempenho em campo e apresentarem um currículo escolar satisfatório poderão ser recrutados para atuarem nos Estados Unidos com bolsas universitárias.  A atividade não contou apenas com jogadores das categorias de base do Fluminense.

“O Fluminense foi escolhido para fazer parte desta parceria em função de marca e qualidade de suas instalações. Um evento desta magnitude serve para que a gente reforce o selo de qualidade e profissionalismo do clube. Tudo está sendo realizado de maneira excelente. Pelo contato que tivemos com eles, todos ficaram maravilhados com o CT e com a maneira que estão sendo recebidos. Já avisaram que vão querer repetir. Isso engrandece o evento e nos impulsiona ainda mais no projeto de internacionalização”, comentou Ivan Proença, coordenador pedagógico das categorias de base do Fluminense.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27928/Fluminense-fecha-com-empresa-de-intercambio/index.php

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Avaí visa atletas cidadãos em núcleos de Rondônia


Por Mauro Zafalon

Se há um clube brasileiro disposto a marcar presença em Rondônia, este parece ser o Avaí. O time catarinense abriu três escolinhas de futebol no estado, nas cidades de Vilhena (capital), Ariquemes e Cacoal, e ainda almeja chegar aos demais municípios. O trabalho, no entanto, não se limita a garimpar jovens jogadores.

“Na verdade, nós estamos emprestando nossa metodologia e formando núcleos. Com esses projetos, estamos preocupados com a formação de atletas como cidadãos, já que os acompanhamos também fora de campo. Temos compromisso com responsabilidade e inclusão sociais”, disse Enio Gomes, superintendente de esportes e diretor de planejamento do Avaí.

“Sabemos que em uma escolinha de futebol, nem todos vão conseguir se tornar profissionais. Por isso, sempre os lembramos de que eles não precisam ser necessariamente jogadores de futebol. Há outros caminhos que podem seguir, e nós os apoiaremos da mesma maneira”, completou Gomes.

Para se estabilizar em Rondônia, o time contou com o auxílio de Roberto das Dores, cônsul da equipe no estado. Ele ajudou na realização de parcerias com agremiações locais, que resultaram na criação das escolinhas. A mais recente delas, localizada em Vilhena, é fruto do vínculo com o América-RO.

A presença em território rondoniense contribui para a expansão do clube de Florianópolis para o restante do Brasil. Na região Norte, o time ainda pretende ampliar sua marca para Amazonas e Amapá.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27907/Avai-visa-atletas-cidadaos-em-nucleos-de-Rondonia/index.php

Rodrigo Caetano: 'Somente com parcerias, clubes podem sobreviver nos olímpicos'


Diretor executivo de futebol do Fluminense recebeu prêmio de Melhor Gestão Esportiva

Por Francisco Junior

A presença do diretor executivo de futebol do Fluminense, Rodrigo Caetano, no Prêmio Superar 2012 não ficou restrita apenas aos assuntos ligados ao mundo do futebol ou a questões sobre gestão esportiva. Durante a festa de premiação no hotel Windsor, realizada na noite da última segunda-feira, o dirigente, que recebeu o prêmio de Melhor Gestão Esportiva do ano, conversou com o ahe! sobre esportes olímpicos e paralímpicos.

Na avaliação do homem forte nos assuntos ligados ao futebol do atual campeão brasileiro, caso os clubes de tradição investissem nos esportes olímpicos e paralímpicos, a vida dos atletas poderia ser bem mais tranquila.

- Os clubes têm história dentro dos esportes olímpicos, mas precisam de parcerias para viabilizar qualquer tipo de projeto. É complicado falar em investimento nos esportes olímpicos e paralímpicos quando a maioria dos clubes de futebol possui um passivo enorme - analisou.

Rodrigo Caetano demonstrou uma felicidade imensa por ter sido homenageado durante o evento do Instituto Superar. Além de ter atuado como meio-campo no Grêmio, Juventude e Mogi Mirim, o dirigente do Tricolor das Laranjeiras garante que sempre foi bastante ligado aos esportes.

- O (Marcos) Malafaia está de parabéns por esse evento. O maior exemplo de guerreiros são esses atletas, que tanto orgulham nosso país. Fico feliz de ver um evento como esse contando com patrocinadores fortes, dispostos a investir na evolução do esporte paralímpico. Tomara que outras empresas privadas despertem e invistam. São muitos esportes e não podemos ficar dependentes somente do governo - disse o gaúcho de Santo Antônio da Patrulha, de 42 anos, fazendo questão de garantir que o clube não está focado apenas no futebol.

- Como esportista que sou, vou sempre defender os esportes olímpicos. Mas, sabemos que eles precisam de um projeto autosustentável. E, somente alcançaremos isso com parcerias com empresas privadas. O Fluminense conta com uma equipe bastante qualificada nesse assunto (esportes olímpicos e paralímpicos). O Sandro Lima, atual vice-presidente de futebol, é oriundo desse segmento (foi vice-presidente de Esportes Olímpicos) e atua sempre como um grande defensor dessa causa - completou.

Homenagem de Ricardinho mexe com Rodrigo Caetano

Além de ser homenageado com o prêmio de Melhor Gestão Esportiva de 2012, Rodrigo Caetano passou por outro momento de emoções fortes. Após representar a seleção brasileira de futebol de 5 e receber o troféu do Prêmio Superar de melhor equipe paralímpica, Ricardinho lembrou, em seu discurso, a ajuda do então dirigente do Grêmio para que pudesse se recuperar e disputar os Jogos Olímpicos de 2008, na China.

- Primeiro, tenho que dizer que me senti muito honrado com a escolha para receber esse prêmio. Hoje, essa função que exerço está ganhando cada vez mais importância e ser apontado espontaneamente é muito gratificante. Mas, o meu maior prêmio da noite foi ter sido lembrado pelo Ricardinho em relação a algo que aconteceu há quatro, cinco anos.

Veja mais: Yamaguchi garante Irmãos Falcão no boxe olímpico até os Jogos de 2016

Na fase final de preparação para a competição em Pequim, o atleta da seleção sofria com um problema no púbis, que não conseguia encontrar solução.

- Ele realmente precisava. O Ricardinho jogava em um time ainda sem expressão e o futebol de 5 ainda está engatinhando no processo de evolução em nível nacional. Então, ele foi procurar esse tratamento em um clube com o tamanho e a dimensão do Grêmio, que tem boa estrutura para atender a esse problema. O maior objetivo era fazer com que ele se recuperasse. Fizemos tudo sem alarde, sem fazer barulho. Então, vê-lo relembrando esse fato, espontaneamente, é o melhor prêmio que recebi nesta noite - finalizou Rodrigo Caetano.

A curiosidade da passagem de Ricardinho pelo Grêmio é que o paratleta é torcedor do maior rival do tricolor gaúcho, o Internacional.

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2012/12/13/paradesporto/rodrigo+caetano+somente+com+parcerias+clubes+podem+sobreviver+nos+olimpicos.html

domingo, 9 de dezembro de 2012

Fluminense fecha parceria com time da Croácia


De olho na internacionalização de sua marca, o Fluminense fechou um acordo com o Hajduk Split, time de futebol da Croácia. A parceria engloba o intercâmbio de atletas profissionais e amadores dos dois clubes.

Sergije Kresic, diretor esportivo do Hajduk, e Fredi Fiorentini, conselheiro da equipe croata, estiveram no centro de treinamento do Fluminense, em Xerém, para conhecer a estrutura do clube.

Na parceria, já está estabelecido a cessão de dois atletas das categorias de base do Fluminense. Estes jogadores irão por empréstimo com tempo determinado. Também será realizado um Camp na cidade de Split, no próximo verão europeu.

“Teremos a oportunidade de realizar um intercâmbio técnico envolvendo atletas e profissionais da nossa base, além de ceder jogadores para um importante centro europeu, o que permitirá um enorme ganho de experiência para nossos jovens atletas. Receber atletas jovens e profissionais da Croácia também vai possibilitar um ganho de conhecimento e experiência de uma bela escola de futebol europeu. Esse é um projeto importante dentro do trabalho de internacionalização da marca Fluminense”, disse Marcelo Teixeira, gerente de futebol do Fluminense.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27820/Fluminense-fecha-parceria-com-time-da-Croacia/index.php

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Grêmio fecha parceria com Canon


O Grêmio fechou uma parceria a empresa japonesa Canon. A companhia ficará responsável pelo fornecimento de equipamentos de foto e vídeo para o clube. Os valores e a duração do contrato não foram divulgados.

Primeiramente, a Canon oferecerá o equipamento fotográfico para o departamento de comunicação e marketing do clube, mas, em um segundo momento, será estudado a ampliação da parceria.

A Canon já forneceu equipamento no clássico entre Grêmio e Internacional do último domingo, 2, que terminou empatado em 0 a 0 e marcou a despedida do estádio Olímpico.

A empresa também participará de outro momento importante do clube. O Grêmio receberá da Canon o material para cobrir a estreia da nova Arena do clube, marcada para o próximo dia 8 contra o Hamburgo da Alemanha.

A companhia foi fundada há 75 anos no Japão, mas atua em todo o mundo e tem sua principal sede localizada nos Estados Unidos. A Canon está no Brasil desde 1974.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27758/Gremio-fecha-parceria-com-Canon/index.php

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fluminense fecha parceria com o Vélez Sarsfield


Acordo prevê uso de instalações do outro clube e realização de amistosos

RIO - O Fluminense acertou nesta terça-feira uma parceria com o Vélez Sarsfield, da Argentina. O acordo, assinado nas Laranjeiras pelos presidentes dos dois clubes, prevê a realização de amistosos, o uso das instalações do Vélez quando o Flu estiver em Buenos Aires, e vice-versa, a troca de experiências entre as comissões de direção, as comissões de futebol e de outras atividades esportivas, culturais e educativas, entre outros pontos.
A parceria institucional acompanha uma amizade entre as duas torcida, que nasceu graças ao uniforme semelhante ao do Fluminense, tricolor, com as cores vermelha, branca e verde, usado oficialmente pelo Vélez até 1938. Atualmente, a camisa é um uniforme alternativo do clube.
O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, recebeu das mãos de Miguel Pablo Calello, presidente do clube argentino, uma placa parabenizando o tricolor pelo tetracampeonato brasileiro. As comissões também trocaram camisas personalizadas e flâmulas.
– É muito bom unir um clube vencedor na Argentina com um clube vencedor no Brasil. Os dois vivem um grande momento e costumam participar da Libertadores. Isso contribui para a internacionalização do Fluminense. É muito legal, pois convivendo com argentinos nós aprendemos e eles também. A gente desfruta do momento juntos e quando cada um estiver num campeonato diferente, torceremos um pelo outro – destacou Peter Siemsen.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/fluminense-fecha-parceria-com-velez-sarsfield-6852115#ixzz2DVo8PmSp 

domingo, 25 de novembro de 2012

Parceria faz campanha sair a "custo zero" para Gatorade


Por Erich Beting

O bom relacionamento entre Corinthians e Gatorade ajudou a marca de isotônicos a conseguir um "feito" dentro das campanhas envolvendo clubes e patrocinadores no Brasil. A empresa não precisou desembolsar dinheiro para contar com a presença do técnico Tite e de demais jogadores do clube paulista na campanha "Seja o combustível do time que não para".

O fato de treinador e atletas cederem suas imagens para a campanha foi exaltado pela Gatorade, que considera o relacionamento com o clube um dos pontos chaves para isso.

"Essa campanha envolveu todo o Corinthians. Desde a diretoria de marketing, passando pela comissão técnica e jogadores e chegando à assessoria de imprensa, que nos ajudou com a possibilidade de expandirmos o alcance da ação na mídia", afirma Tiago Pinto, diretor de marketing da Gatorade.

Geralmente os atletas possuem contrato de imagem com os clubes, e são obrigados a ceder gratuitamente sua imagem para campanhas publicitárias que envolvem a agremiação. No passado, raramente, porém, os clubes faziam valer esse direito.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/Marketing/27/27651/Parceria-faz-campanha-sair-a-custo-zero-para-Gatorade/index.php