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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

De olho no Rio-2016, Brasil trouxe 36 técnicos estrangeiros para seleções desde 2008


País quer conquistar o décimo lugar no quadro de medalhas olímpico

Por Ary Cunha e Claudio Nogueira

RIO — Competir em casa é sempre uma enorme vantagem. Mas para fazer bonito no Rio-2016, o esporte brasileiro já viu que terá de aprender outros idiomas e se adaptar a novas culturas. Num país onde incontáveis talentos se perdem por falta de oportunidade, a presença crescente de treinadores estrangeiros nas seleções brasileiras tem superado as resistências habituais e se mostrado um caminho eficiente para melhorar resultados.
Entre 2008 e 2012, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), com recursos da Lei Piva, trouxe 36 treinadores estrangeiros, de 19 países diferentes e contemplando 23 modalidades. Embora a meta principal sejam as Olimpíadas do Rio, com o objetivo de ficar entre os dez melhores no total de medalhas, em alguns casos os avanços significativos dessa importação de novos conceitos já puderam ser percebidos em Londres-2012. Como a volta do basquete masculino aos Jogos, depois de 16 anos, sob comando do argentino Rubén Magnano, e a boa campanha do outrora inexpressivo handebol feminino, que tem o dinamarquês Morten Soubak como técnico. Um intercâmbio de conhecimento que pode ser uma via de mão dupla.
— O handebol feminino brasileiro está mais à europeia. Elas estão ganhando experiência e atuando em clubes fortes. Um bom número delas está na Europa, e já são consideradas jogadoras de ponta. Antes, elas não jogavam em times grandes nem tinham posição de destaque — afirma Soubak, que veio para o Brasil pela primeira vez para treinar o Pinheiros, em 2005, e comanda a seleção feminina desde 2009.
Segundo o superintendente-executivo do COB, Marcus Vinícius Freire, a aprovação dos nomes contratados é feita em conjunto pelo próprio comitê e as confederações. Ele ressalta que países como Austrália e China trilharam esse mesmo caminho de trazer mão de obra de fora, antes de sediarem as Olimpíadas, e o resultado se refletiu no quadro de medalhas. No caso brasileiro, entretanto, o dirigente admite que a ideia de se contratar estrangeiros ainda faz muito treinador brasileiro torcer o nariz.
— Há resistência, com certeza. É preciso fazer um trabalho de convencimento, assumir que temos algumas deficiências e trazer treinadores muito qualificados. No caso do taekwondo, por exemplo, o Jean López tem quatro ou cinco medalhas olímpicas só na família dele. O Magnano é campeão olímpico (Atenas-2004, com a Argentina). Não adianta trazer o treinador só porque ele trabalha numa escola tradicional. É preciso ter um perfil de vencedor.
No caso específico do basquete, o principal problema enfrentado por Magnano nem foi a resistência de treinadores brasileiros, mas a falta de identificação de nomes importantes da NBA com a seleção brasileira. Não foram poucos os problemas do argentino para superar essa fase de polêmica em torno de jogadores que dispensavam convocações. Para ele, o elo entre atleta e as cores de sua bandeira não deve surgir apenas quando ele é chamado para representar o país numa competição adulta.
— É um trabalho que deve ser feito desde as divisões de base: desenvolver essa identificação entre o atleta e a instituição. A cultura de compromisso com a seleção tem de começar a ser trabalhada lá no início, assim como o passe, o drible. Quando o atleta gosta de estar na seleção, tem felicidade de representar o país, a camisa não vira uma carga, uma pressão.

Barreiras de todo tipo
Além das barreiras do idioma e da adaptação, os estrangeiros ainda se deparam com os contrastes de um país geograficamente gigantesco, mas onde os investimentos ainda se concentram no eixo sul-sudeste. Descentralizar é preciso.
— Temos um projeto para trabalhar quatro ou cinco dias em cada estado. Preciso observar novos talentos para trabalhar. Geralmente, os meninos seguem no esporte até os 17 anos. Depois disso, fica mais difícil, pela falta de apoio — admite o espanhol Jordi Ribera, do handebol masculino.
A presença cada vez maior de estrangeiros no esporte brasileiro vai além das seleções nacionais. No país há dois anos e meio, o holandês Gerard Lenting se divide entre a seleção de heptatlo adulta e uma equipe de jovens promessas do atletismo. Segundo ele, quem se abre a novas ideias evolui mais:
— Vejo muitas pessoas fazendo sempre as mesmas coisas, simplesmente porque aprenderam dessa forma. Mas ninguém questiona o porquê disso. É preciso refletir sempre.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/de-olho-no-rio-2016-brasil-trouxe-36-tecnicos-estrangeiros-para-selecoes-desde-2008-6724913#ixzz2CDOYmd35 

Os Naming Rights com o advento da Copa


por Vinicius Paiva

É de conhecimento público que os Naming Rights compõem uma modalidade de parceria em que se cede ao anunciante o direito sobre o nome de determinada propriedade – seja ela o título de um campeonato, evento ou arena esportiva. Corriqueira em países europeus e nos Estados Unidos, a prática ainda não se difundiu por completo no Brasil – ainda que venha se tornando comum e tenha como exemplos experiências nem tão recentes.

De tão bem sucedida, a parceria do Arsenal (Londres) com a companhia aérea Emirates costuma povoar o imaginário brasileiro com constantes especulações acerca da chegada dos árabes. Pudera: o Emirates Stadium é considerado uma jóia entre as arenas europeias, servindo por diversas vezes de casa da Seleção Brasileira quando se apresenta em solo inglês. Nos EUA a tradição é antiga, com parcerias deste gênero sendo identificadas ainda na metade do século passado. Diversos ginásios famosos da NBA– casos do Delta Center ou Staples Center – completam a lista de exemplos. Dos US$ 4 bilhões que o segmento movimentou em 2010, 70% foram investidos nos EUA.

No Brasil, o primeiro caso amplamente conhecido de Naming Rights data de 2005, com a parceria do Clube Atlético Paranaense com a Kyocera, à época empresa de eletrônicos e celulares. A Arena da Baixada passou a ser conhecida como “Kyocera Arena”, num processo que inicialmente gerou desconfianças pelo pouco renome da companhia – que se utilizou desta prerrogativa justamente como porta de entrada para o mercado brasileiro. Com aportes estimados em US$ 2 milhões anuais, a parceria é considerada um case – ainda que tenha se encerrado em 2008 por conta de alterações no foco comercial da empresa.

Atualmente, verificamos a experiência em diversos eventos esportivos: Brasileirão Petrobras, Gaúchão Coca-Cola 2012 (Campeonato Gaúcho de Futebol), Paulistão Chevrolet 2012 e até mesmo o caso extremo da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé (Fórmula Indy), onde dois anunciantes se canibalizam em busca de um espaço no imaginário dos fãs de esportes a motor. Mas a grande questão é que após a parceria de Curitiba, relacionamentos deste tipo não foram mais anunciados em estádios de futebol. Situação que está para mudar com o advento das modernas arenas para a Copa-2014.


Segundo estudo publicado pela consultoria BDO Brazil há cerca de um ano, este seria o potencial dos 12 estádios da Copa na captação de recursos de Naming Rights:

Os valores se encontram relativamente em linha com o tamanho do mercado brasileiro e o benchmark internacional – ainda que subestimem o potencial de arenas como Beira Rio, Castelão ou a própria Arena da Baixada (que arrecadava valores próximos há meia década). Resta claro que os trens-pagadores deste mercado seriam o Maracanã e a Arena Corinthians – o primeiro por se tratar do estádio mais famoso do mundo e o segundo por conta da concentração do mercado publicitário na capital paulista. Em um segundo escalão viria o Mineirão e mais abaixo a Fonte Nova.

Entretanto, a função balizadora dos valores movimentados no país recairá sobre o Corinthians. Isto porque o Edital que prevê a concessão do Maracanã à iniciativa privada estabeleceu, entre outras coisas, a proibição da venda dos direitos de nome do estádio. Esta condição torna ainda mais imprescindíveis os cuidados tomados pela diretoria corintiana com a não-disseminação de apelidos como “Fielzão” ou “Itaquerão”. A marcante característica brasileira de apelidar seus estádios com adjetivos no aumentativo requer tal preocupação.

Outro desafio do clube reside em realmente angariar os R$ 400 milhões (pelo prazo de 20 anos) pedidos inicialmente. Tal cifra representaria 50% do que foi investido na obra – percentual compatível com o praticado no exterior. Mas após uma série de especulações envolvendo empresas predispostas a fecharem parceria, a verdade é que o alvinegro não parece encontrar justificativas suficientes para uma pedida R$ 100 milhões superior ao estimado.

Um grande abraço e saudações!

E-mail da coluna: teoriadosjogos@globo.com

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/teoria-dos-jogos/2012/11/13/os-naming-rights-com-o-advento-da-copa/

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Fifa nega ter pedido demolição do Museu do Índio na área do Maracanã


Governo diz que retirada do prédio ajudaria a escoar público nos jogos; Fifa não recomenda demolição

Com a polêmica em torno da possível demolição do prédio do antigo Museu do Índio, na região do Maracanã, a Fifa negou que tenha pedido a demolição do espaço dentro das exigências internacionais para os jogos da Copa do Mundo de 2014.

Em resposta à "Agência Brasil", o departamento de imprensa da entidade informou que “a Fifa sempre apoiou todos os esforços do governo brasileiro no sentido de facilitar o acesso das populações indígenas à Copa do Mundo da Fifa 2014”, e que “nunca fez tal pedido para demolir o Museu do Índio no Rio de Janeiro.”

A federação reforça que cabe aos donos das instalações decidir o que será melhor para a região, equipe ou comunidade, desde que “os principais requisitos básicos sejam atendidos”.

A Fifa também reforçou a importância de se construir ou reformar os estádios e instalações “de acordo com o interesse local a longo prazo, onde os direitos humanos e o Estado de Direito precisam ser respeitados, inclusive os conceitos de justiça social e equidade”.

Versão do governo
O secretário da Casa Civil do governo do Rio, Régis Fichtner, havia dito na última segunda-feira (22) que os cerca de 20 índios que moram no local serão retirados.

“Não faz sentido que pessoas morem ali, naquele tipo de prédio. Não está preparado para ser residência, é uma coisa tão fora do padrão que, definitivamente, as pessoas vão ter que sair.”

Ele confirma que a Fifa não exigiu a demolição do prédio, mas diz que a derrubada é prevista com o intuito de atender às exigências da federação. “A Fifa não faz exigências tópicas com relação aos estádios, mas exige um tempo máximo para dispersão do público, a existência de áreas livres para a circulação de pessoas. E, segundo os nossos estudos, a demolição do Museu do Índio se insere dentro [para cumprir] dessas exigências. A Fifa não diz: 'Demole o Museu do Índio'. Mas ela diz: 'Eu preciso escoar esse público em tantos minutos'. Então, dentro dos nossos estudos, verificamos a necessidade da demolição do museu para liberar a área para isso.”

Ação civil
O defensor público André Ordacgy disse que vai entrar, ainda esta semana, com ação civil pública, com pedido de liminar, para impedir a demolição do prédio, datado de mais de 100 anos.

“Até hoje, o governo do estado não conseguiu dar uma explicação plausível para a demolição do antigo Museu do Índio. Diz o governo do estado que é por causa do Maracanã e é uma exigência da Fifa. Só que já oficiamos a Fifa. A Fifa nos respondeu por escrito que em nenhum momento exigiu a demolição do Museu do Índio e que, pelo contrário, era a favor da preservação do Museu do Índio, porque sempre se alinharam àqueles objetivos voltados para a preservação da história, da cultura e da arquitetura locais”.

Ordacgy lembra que o terreno do museu tem 12 mil metros quadrados e o prédio histórico ocupa apenas mil metros quadrados. Segundo o defensor, laudo do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) mostra que a preservação do prédio não influenciaria na circulação das pessoas.

O Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também são favoráveis à preservação, apesar do local não ser tombado.

Para o presidente do Crea-RJ, Agostinho Guerreiro, a estrutura do prédio está em boas condições, e a demolição ou não do espaço depende apenas de uma decisão política.

“Não há nenhuma necessidade obrigatória. Só se for uma concepção preconcebida cujo projeto original já faça a previsão da derrubada, aí não tem jeito. Agora, se o projeto prevê a integração daquele que foi o Museu do Índio, por conta das suas razões culturais, históricas, não tem problema nenhum, isso depende do profissional. O problema é que, de um modo geral, nossas concepções têm sido mais para derrubar tudo que é ligado à cultura, à história. Vide os centros do Rio de Janeiro e de outras capitais.”

A dona do terreno e do prédio do antigo Museu do Índio, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, informou que a proposta de venda do terreno, por R$ 60 milhões, já foi aprovada por parte da companhia. Falta apenas a assinatura do governo do estado para fechar o negócio.

O edital de concessão do Maracanã, que envolve a área no entorno do estádio, será sumetido à audiência pública no dia 8 de novembro.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10941/FIFA+NEGA+TER+PEDIDO+DEMOLICAO+DO+MUSEU+DO+INDIO+NA+AREA+DO+MARACANA.html

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Museu do Índio, localizado ao lado do Maracanã, será demolido


Prédio será transformado em uma área de estacionamento e dispersão de público

O Museu do Índio, localizado ao lado do complexo do Maracanã, será mesmo demolido. O anúncio foi feito ontem (18) pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. O local será transformado em uma área de estacionamento e dispersão de público do estádio.

O prédio pertencia à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Segundo Cabral, a propriedade do local já foi repassada ao Estado do Rio de Janeiro. O valor da transação, porém, não foi divulgado. Durante a negociação da área, o museu foi avaliado em R$ 60 milhões.

Mesmo com 150 anos de história, o prédio não é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Depois que o museu foi transferido para outra sede, a construção foi ocupada e preservada por índios. 

Atualmente, cerca de 20 índios de diversas etnias se abrigam no local.  Desde agosto, com o anúncio das negociações para transferência do prédio ao governo estadual, a Defensoria Pública da União (DPU/RJ) se movimenta para tentar impedir a demolição.

Cabral afirmou que qualquer órgão tem direito de questionar a decisão do governo na Justiça. Mas o governador não é contra a demolição, pois o prédio "não tem valor histórico nenhum."

Líderes dos moradores da área afirmara, porém, que os habitantes da Aldeia Maracanã não vão abandonar o local e prometeu lutar até o final.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10933/MUSEU+DO+INDIO+LOCALIZADO+AO+LADO+DO+MARACANA+SERA+DEMOLIDO.html

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A polícia cordial


Por Jonas Oliveira

Eu já morava em Londres há sete meses quando recebi a visita de meus pais. Certa noite estava com eles em um restaurante na região central de Londres, quando dois policiais armados entraram no local. Não havia nada de errado, eles queriam apenas uma porção de fish and chips. Mas a presença das armas naquele local me incomodou, porque imaginei que meus pais se sentiriam intimidados.

Para minha surpresa, eu era o único incomodado entre os três. Levei um tempo para perceber que ver policiais e seguranças armados nas ruas é parte de nossa rotina no Brasil. Em Londres, a maior parte dos policiais não carrega armas de fogo. O simples fato de haver policiais armados no aeroporto de Heathrow e em instalações olímpicas foi motivo de críticas na imprensa inglesa – que já havia criticado a presença ostensiva de militares no Parque Olímpico de Pequim 2008.

A polícia inglesa está evidentemente longe da perfeição. Basta lembrar o caso do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto em 2005 em uma operação equivocada da Scotland Yard. No ano passado, a morte de um homem pela polícia no norte de Londres foi o estopim para tumultos em toda a cidade. Mas as notícias que chegam do Brasil sobre abusos e equívocos policiais – e sobretudo os que sequer viram notícia – não nos deixam em condição muito confortável para julgar a competência dos ingleses.

O que mais me chama atenção, porém, é a maneira como a relação entre os policiais e a população se dá em um nível bem mais cordial por aqui, sem a mesma conotação autoritária. Os britânicos não temem ou evitam os policiais, sabem que podem contar com eles para pedir ajuda ou informação sem medo algum. E o mesmo vale para os turistas, que frequentemente pedem até para tirar fotos com os policiais – algumas em situações inusitadas, como a brasileira acima simulando uma prisão.

Nos Jogos do Rio 2016, os policiais terão a importante função de garantir a segurança dos Jogos. Mas é preciso ter em conta que eles também serão vistos pelo turistas como uma referência segura – e que precisam ser capacitados e treinados para isso. A ideia de uma polícia desarmada no Brasil ainda parece utópica, mas por enquanto não custa pensar em pelo menos um pouco mais de cordialidade.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/olimpiadas/um-conto-de-duas-cidades/a-policia-cordial/

quinta-feira, 5 de julho de 2012

‘Casa Brasil’ em Londres custará R$23 milhões


O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016 anunciou nesta quinta-feira, 5 de julho, que investirá cerca de R$ 23 milhões no projeto “Casa Brasil”, com o objetivo de divulgar a próxima edição dos Jogos no Brasil.

Do total invertido, R$ 19 milhões serão pagos pelo Comitê Organizador e seus patrocinadores, entre eles Nissan e Ernest & Young. Os outros R$ 4 milhões virão da Prefeitura do Rio e do Governo do Estado.

“Esse é um orçamento feito com muita austeridade. Vamos gastar o mesmo valor de Pequim, há quatro anos. Mas teremos a casa funcionando por um período dobrado”, afirmou Carlos Nuzman, presidente do Comitê Rio-2016 e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

O local será um pólo brasileiro em Londres e contará com diversos eventos culturais, entre eles exposições, shows e mostras de cinema. A Casa Brasil é uma iniciativa que existe desde os Jogos de Atlanta-1996. Neste ano, pela primeira vez, o local funcionará durante todo o período dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, de 27 de julho a 9 de setembro.

“Por sermos os anfitriões da edição dos Jogos após Londres, a Casa Brasil será ainda mais importante para divulgar o nosso projeto, a cultura brasileira, o país como destino turístico e suas novas oportunidades de negócio. Queremos que todos os visitantes comecem a sentir, em Londres, o clima vibrante e transformado do Rio que receberá os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em 2016”, disse Nuzman.

Na Casa Brasil, o Comitê da Rio-2016 promoverá também entrevistas coletivas, receberá os atletas brasileiros e lançará ações relacionadas aos Jogos do Rio. Estão planejados o lançamento de uma linha de moedas e outra de selos alusivos aos Jogos no Brasil. Além disso, uma boutique oferecerá ao público a oportunidade de comprar produtos com a marca Rio-2016, como camisas, bonés, cadernos e canecas, além de artigos brasileiros e da equipe olímpica.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/25/25873/%E2%80%98Casa-Brasil%E2%80%99-em-Londres-custara-R23-milhoes/index.php