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domingo, 20 de janeiro de 2013

SPR vai relançar marca Le Coq Sportif no Brasil


Por Guilherme Costa e Mauro Zafalon

A confecção esportiva francesa Le Coq Sportif vai ser relançada no Brasil. A marca voltará ao mercado nacional em março deste ano, e a previsão é que a primeira loja própria seja aberta no mês seguinte.

A Le Coq Sportif será operada no Brasil pela SPR. Em 2013, a empresa que gerencia franquias esportivas já havia recolocado no mercado nacional a fabricante de material esportivo Kappa.

Os dois projetos serão abastecidos pelo mesmo centro de distribuição, mas terão equipes diferentes para planejamento e representação. O contrato da SPR com a Le Coq vai até o fim de 2021.

O relançamento da Le Coq terá um investimento inicial de R$ 5 milhões. A SPR pretende abrir 20 lojas da marca até o fim de 2014 (as dez primeiras devem ser inauguradas ainda neste ano).

Nos planos da SPR, Kappa e Le Coq Sportif ocuparão espaços bem diferentes. A primeira foi lançada como uma marca de material esportivo, com vestuário, calçados e acessórios, e a segunda terá uma linha casual com inspiração esportiva.

O início da Le Coq Sportif remonta a 1882, na França, mas a marca foi registrada oficialmente apenas em 1948. Enquanto a Kappa será posicionada como concorrente de marcas como Adidas e Nike, o foco do novo projeto da SPR é bater de frente com a Lacoste, que também é proveniente do esporte.

“As duas trabalham em universos completamente diferentes. A Kappa é uma marca 100% esportiva, que faz parte de um universo em que estão Nike, Adidas, Penalty, Umbro, Topper e outras. Esse é o universo em que a gente quer ser a terceira principal marca no Brasil. A Le Coq é uma marca de life style. É uma marca esportiva, mas o foco é muito mais casual. Já foi uma marca, no passado, que estava no universo de esporte. No entanto, a marca foi vendida há poucos anos para um novo grupo, que reposicionou a empresa”, contou Felipe Franco, CFO da Kappa no Brasil.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28148/SPR-vai-relancar-marca-Le-Coq-Sportif-no-Brasil/index.php

Por revendedores pequenos, Kappa se isola em feira


Por Guilherme Costa e Mauro Zafalon

Foco de disputas entre fabricantes de material esportivo em edições passadas, a Couromoda, feira que reúne empresas de calçado, vestuário e acessórios, viu uma debandada nos últimos anos. Em 2013, o foco da Kappa isolou a empresa no evento realizado em São Paulo.

Relançada no Brasil, a Kappa, que será operada no país pela SPR, aposta na distribuição para se diferenciar das outras marcas. Sobretudo entre os revendedores de porte menor, de cidades ou regiões menos populosas.

Para atingir esse tipo de público, a SPR decidiu realizar na Couromoda o lançamento oficial da Kappa no Brasil. O contrato da empresa com a BasicNet, dona da marca de material esportivo, vai até 2021.

As outras marcas de material esportivo debandaram da Couromoda. O principal motivo para isso é exatamente o modelo da feira, focada nos vendedores de pequeno porte. As empresas do segmento preferiram montar showrooms individuais, mais direcionados aos grandes varejistas.

“Na verdade, esse é um segmento em que a gente acredita que exista espaço. A gente quer posicionar a Kappa como a terceira maior marca de esportes no Brasil. A maior competição está nos grandes distribuidores e nas grandes redes varejistas. Ali é um mercado extremamente competitivo. Por outro lado, boa parte do Brasil tem demanda atendida pelo pequeno varejista. Existe grande espaço para fazer um trabalho bom de representação comercial, distribuição e logística e ganhar mercado. Nossa estratégia é não ficar atuando apenas onde o mercado já está saturado e é muito mais difícil entrar, mas ir para espaços menos desenvolvidos”, contou Felipe Franco, CFO da marca operada pela SPR.

A meta da Kappa é vender US$ 45 milhões no Brasil em dois anos. Para isso, a SPR investirá R$ 10 milhões na marca.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28146/Por-revendedores-pequenos-Kappa-se-isola-em-feira/index.php

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Com SPR, Kappa retornará ao mercado em janeiro


Por Mauro Zafalon

No mês de abril, a SPR Indústrias, uma divisão da empresa que também gerencia franquia e vestuário de vários clubes brasileiros de futebol, assinou um acordo de licenciamento da marca de material esportivo Kappa, no Brasil, até 2022. No momento, as mercadorias ainda estão sendo produzidas. Em janeiro, na feira Couromoda, contudo, elas estarão finalmente à disposição dos consumidores.

A Couromoda é um evento que ocorre anualmente no Anhembi, em São Paulo. Durante quatro dias, mais de 3 mil fabricantes de calçados, tênis, bolsas, artigos esportivos, artefatos de couro e acessórios de moda apresentam suas novidades. Em 2013, a iniciativa será realizada de 14 a 17 de janeiro.

A Kappa esteve presente no país até 2009. No fim da década de 1990, foi fornecedora de material esportivo do Vasco da Gama, que, na época, se sagrou campeão brasileiro e da Copa Libertadores da América. Pelo menos nos primeiros anos de parceria com a SPR, a companhia não deverá se associar aos times nacionais, até que esteja financeiramente estruturada.

Oriunda da cidade italiana de Turim, em 1916, a Kappa patrocinou uma equipe do cenário mundial do futebol, pela primeira vez, apenas 63 anos mais tarde, quando acertou com a Juventus. Com a popularidade aumentando, a empresa cresceu e, nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, viveu um de seus melhores momentos, vestindo os principais atletas da competição. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27256/Com-SPR-Kappa-retornara-ao-mercado-em-janeiro/index.php

sábado, 29 de setembro de 2012

Botafogo e SPR Franquias lançam nova loja do clube


A parceria entre Botafogo e SPR Franquias começou a ser efetivada. A nova loja do clube, batizada de Espaço Glorioso, foi inaugurada nesta quinta-feira no Madureira Shopping.

Os jogadores Gabriel e Jadson participaram da cerimônia. Essa é a primeira loja do novo modelo de franquias oficiais do clube. O estabelecimento contará com produtos exclusivos e mais de mil novidades por ano.

"A parceria entre Botafogo e SPR Franquias é um projeto comercial e, principalmente, de marca. Ele vai levar o Botafogo mais perto do seu torcedor. Continuamos com a linha oficial da Puma . A SPR tem como foco a venda de uma linha de produtos casuais. Vamos atingir outras cidades fora do Rio procurando atender a nossa torcida, que é nacional. Metade dos botafoguenses está fora do Rio”, avaliou Sergio Landau, diretor executivo do clube.

“É a primeira loja no modelo de franquias do Botafogo, mas já está prevista a inauguração de mais três lojas, no West Shopping, Caxias e Nova América”, comentou André Giglio, diretor de varejo da SPR Franquias.

A empresa iniciou suas operações em 2008 e investiu na gestão de marcas esportivas. A companhia gerencia lojas de clubes como Corinthians, São Paulo, Vasco da Gama, Cruzeiro, Botafogo e Internacional.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26963/Botafogo-e-SPR-Franquias-lancam-nova-loja-do-clube/index.php

terça-feira, 17 de abril de 2012

Flamengo pede ajuda a Olympikus para pagar R10, escuta 'não' e já negocia com Adidas

Por Pedro Ivo Almeida

Flamengo e Olympikus já não falam mais a mesma língua. O estopim para a crise no relacionamento entre clube e empresa aconteceu há cerca de três semanas, quando dirigentes do marketing rubro-negro foram até São Paulo pedir ajuda à parceira para arcar com os salários de Ronaldinho Gaúcho - aproximadamente R$ 1,2 milhão por mês - e receberam um "não" como resposta. Incomodados, representantes do time da Gávea iniciaram contatos com a Adidas para analisar a possibilidade de um novo contrato de fornecimento de material esportivo.
A reportagem do UOL Esporte apurou que a Olympikus, que banca grande parte dos vencimentos de jogadores como Vagner Love e Deivid, não aceitou o pedido de nova ajuda financeira alegando não ver em Ronaldinho o mesmo potencial de retorno comercial de outras épocas. O desfecho da reunião, que contou com a presença de Henrique Brandão, vice de marketing do Flamengo, e Marcus Duarte, diretor executivo de marketing do rubro-negro, desagradou o clube carioca e desencadeou o processo de busca por novos parceiros.
A primeira reunião entre dirigentes do clube e executivos da Adidas aconteceu na última semana, em um hotel na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O encontro entre as partes ocorreu por intermédio de Assis, irmão e empresário de Ronaldinho, que também está envolvido nas conversas, já que a fornecedora alemã planeja acertar um contrato exclusivo com o Gaúcho, hoje patrocinado pela Nike. Além disso, a empresa pretende fechar com o Flamengo para dominar as ações de marketing do ano do centenário do clássico carioca Fla x Flu - a empresa já fornece material esportivo para o Fluminense.
Mesmo garantindo não haver qualquer problema na relação com o Flamengo, Túlio Formicola, diretor de marketing esportivo da Olimpikus, subiu o tom ao comentar o possível rompimento com o clube.
"O clube é livre para fazer o que quiser. Só espero que eles lembrem que temos um contrato até o fim de 2014 que reza uma série de regras, cláusulas e compromissos. Além das parcerias para construção de museu e lojas. Se acham que podem arranjar algo melhor e arcar com a multa, é uma questão de disputa de mercado", analisou, lembrando a multa de mais de R$ 30 milhões em caso de rescisão unilateral da parceria.
Interesses opostos e novo 'round'
Um dos responsáveis pelas primeiras conversas entre Flamengo e Adidas e grande entusiasta do possível acordo, o marido de Patrícia Amorim, Fernando Sihman, tomou as rédeas da negociação após protagonizar mais uma disputa entre clube e Olimpikus. O cartola não gostou de ver seus desejos contrariados pela então fornecedora de material esportivo e incendiou a disputa nos bastidores.
Sihman queria que o Flamengo fechasse um contrato com a SPR, empresa especializada em licenciamentos esportivos, para a implementação de franquias de lojas oficiais do clube, mas viu sua vontade ser vetada pela Olimpikus. A fornecedora de material esportivo não aprovou a relação e decidiu que ela mesmo controlaria o lançamento dos estabelecimentos comerciais.
"Nós temos o direito de abrir lojas e vamos escolher o que é melhor para a parceria Flamengo/Olympikus. Não queríamos ceder isso à SPR. Isso pode até ter incomodado alguém, mas não posso fazer nada. Para nós, o interessante é que a nossa empresa cuide desse processo de franquias", explicou Túlio Formicola.
O desentendimento com a Olympikus e o possível rompimento com a empresa não é bem visto por alguns diretores e conselheiros dentro do clube. Para muitos, algumas brigas pessoais motivaram o imbróglio e o Flamengo pode ser o maior prejudicado, já que o clube segue sem um patrocinador master e a fornecedora de material esportivo é uma das principais fontes de renda no atual panorama financeiro do rubro-negro.