Um livro inovador, escrito por sete professores e palestrantes universitários e doze alunos de mestrado e doutorado do CIn-UFPE. Coordenado por Antonio Carlos Valença e Hermano Perrelli de Moura, sua contribuição complementar à teoria instrumental de gestão de projetos pode ser vista pela rara lista dos artigos teóricos: Teoria de Ação e conversa produtiva; Projetos como implementação da estratégia; Importância do simulador gerencial na aquisição de competências interativas; Evidências sistêmicas de sucesso e fracassos em gestão de projetos; Competências interativas na visão do PMI e Aprimoramento de competências e o sucesso em projetos. Na sequência, o livro apresenta uma defesa do método usado para detecção de modelos mentais e construção de discursos coletivos, com um notável e oportuno estudo de caso sobre a Recuperação do futebol do nordeste do Brasil. Predomina em todo o livro a defesa da Pesquisa Qualitativa Sistêmica, método e processo concebidos por Antonio Carlos Valença desde a década de 70 e sistematizados e incorporados a artefatos de TI com a criação da Aliança Estratégica da Holon e Valença & Associados, desde 2006. Neste projeto foram usados os softwares SysQuali, SysDecision e SysLogic, cujas funcionalidades também são descritas. Os dezenove co-autores deste livro se sentem honrados e felizes em compartilhar graciosamente este projeto .
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Ginástica olímpica do Rio passa pela pior crise de sua história, diz dirigente
“Eles ficam preocupados porque não sabem como administrar. Não funciona financeiramente, mas isso não é um problema do esporte e sim da administração", diz presidente da Federação de Ginástica
Por Vladimir Platonow
A falta de locais para treinar está prejudicando o nível técnico da ginástica olímpica no estado do Rio e poderá comprometer toda uma geração de atletas, impedidos de atingir nível olímpico por não ter onde treinar. A presidente da Federação de Ginástica do Estado do Rio de Janeiro, Andréa João, considera esta a pior crise da história da ginástica no Rio. "Já tivemos outras crises, que foram superadas, mas esta é a mais cruel. É um contrassenso que não consigo entender, por se tratar da cidade olímpica".
Atualmente, ela despacha de sua própria casa, já que a entidade não tem sede própria. A única e modesta sala, onde estão objetos, arquivos e alguns móveis, fica no Estádio de Atletismo Célio de Barros, que está prestes a ser demolido para dar lugar às obras de reforma do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã.
Recentemente, a diretoria do Flamengo decidiu terminar com a equipe de ginástica do clube, onde treinavam campeões como Diego e Daniele Hypolito e Jade Barbosa, além de mais 25 atletas de ponta. Segundo a presidenta da federação, outros espaços vêm sendo fechados no estado, passando de forma despercebida pela mídia.
“Há espaços menores que estão fechando e as pessoas nem sabem que os presidentes dos clubes acabaram com a ginástica. Estou muito preocupada com este cenário. Porque se a gente não tem onde praticar, sinceramente não sei o que fazer. Infelizmente, o ciclo fica fechado e não temos como quebrá-lo”, disse Andréa. Ela citou dois exemplos recentes de instituições tradicionais que fecharam seus projetos de ginástica: o Colégio Plínio Leite e a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), ambos em Niterói, e o Colégio Alfa Cem, na zona oeste do Rio. Além disso, segundo Andréa, clubes de peso, como o Vasco da Gama, também não estão investindo nos departamentos de ginástica.
“Eles ficam preocupados porque não sabem como administrar. Não funciona financeiramente, mas isso não é um problema do esporte e sim da administração. Eles dizem que o esporte é deficitário, mas por que só no Brasil? É assim e no mundo todo funciona?”.
Por causa disso, a presidenta da federação demonstrou preocupação com os resultados do país na ginástica nas Olimpíadas de 2016. “Quando o Brasil ganhou medalha olímpica, achei realmente que a gente fosse mudar. Que o paradigma fosse trocado e que tivéssemos investimentos maiores e ginásios, com preocupação na formação do atleta. Mas, hoje eu me pergunto: onde é que está o esporte [olímpico] no Rio de Janeiro? Com certeza não está nas escolas. Os clubes estão mostrando que não têm condições de administrar. E não está nas universidades. Então está onde? Cadê o esporte?”, indagou.
“A gente não está entrando [em crise]. Nós já estamos há muito tempo. Agora está mais evidenciado pela questão da Olimpíada. Eu fiquei muito decepcionada na época do Pan [Jogos Pan-Americanos de 2007]. A gente achava que o Pan ia ser a salvação do nosso esporte. Mas ele passou, a federação não foi chamada para nada, ficamos isolados e não tivemos nenhum retorno disso. Não tivemos um ginásio bacana, um projeto que pudesse estar dando frutos hoje.”
Andréa disse que o problema não é a falta de verbas oficiais para o esporte, mas a destinação final desses recursos. “Eu nunca vi uma participação tão grande do governo no esporte. Há muito dinheiro sendo canalizado, mas não sei por que não está sendo feito algo pela parte de base, na estrutura do esporte. Estão se preocupando muito com o topo, com atletas com medalhas. Mas, em que isso vai modificar o nosso país? Hoje, a realidade são as mães ligando para a federação, perguntando onde elas podem levar os filhos para praticar esporte.”
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, reconheceu que o fechamento de instalações esportivas é negativo, principalmente para a renovação por meio das novas gerações. “Evidentemente, ninguém gosta que se feche instalações esportivas. Agora, cada clube entende o que é melhor para si. Eu não dirijo nenhum desses clubes, mas é fundamental que eles reflitam a importância para a juventude, pois esse talvez seja o principal legado que fica para o esporte. São essas crianças que amanhã vão se motivar para praticar ginástica ou jogar basquete, badminton, tênis, futebol ou vôlei”, disse Nuzman.
Segundo o presidente do COB, os atletas de ginástica que treinavam no Rio estão sendo levados para outras cidades, inclusive para fora do estado. “Na verdade, o Rio nunca teve um centro de ginástica, historicamente falando. Hoje, uma parte da ginástica está indo para [o município de] Três Rios, a outra está indo para Belo Horizonte, para o Minas Tênis Clube. Infelizmente, pegou fogo o ginásio do Flamengo, com equipamentos que nós emprestamos, que poderia ser transformado em um centro nacional. Mas acredito que a ginástica continua sendo uma preocupação, de podermos dar o melhor possível.”
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/ginastica-olimpica-do-rio-passa-pela-pior-crise-de-sua-historia-diz-dirigente/73990/
Federação internacional de atletismo vê 17 suspeitas de doping
Com a adoção do programa passaportes biológicos, a Iaaf (a federação internacional de atletismo) investiga atualmente 17 casos suspeitos de doping por causa de alterações anormais no perfil do sangue.
"Dezessete casos estão atualmente no processo", revelou o gerente do setor de resultados do departamento médico e antidoping da Iaaf (a federação internacional de atletismo), Thomas Capdevielle.
Ele também falou que 19 casos já tinham sido concluídos, com a decisão de aplicar punições, e três encaminhados ao CAS (Corte Arbitral do Esporte).
A União Ciclista Internacional foi a pioneira nesse programa de passaportes biológicos. A Iaaf passou a adotar em 2009.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1245550-federacao-internacional-de-atletismo-ve-17-suspeitas-de-doping.shtml
quarta-feira, 13 de março de 2013
Prefeito do Rio cogita meio expediente em jogo da Copa das Confederações
Eduardo Paes diz que fechamento das ruas poderá causar impactos no trânsito. Intenção é facilitar a chegada dos torcedores ao Maracanã
Por Márcio Iannacca
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, admitiu nesta quarta-feira, durante evento de planejamento operacional para a Copa das Confederações, em um hotel na Zona Sul da cidade, que o Rio de Janeiro dará, no mínimo, meio expediente no dia do confronto entre Espanha e Taiti, no Maracanã, que acontecerá numa quinta-feira, no dia 20 de junho.
A intenção é que os torcedores tenham mais tranquilidade para chegar ao estádio para acompanhar o confronto do torneio da Fifa.
- É uma questão que estamos estudando. Como fecharemos várias vias, nós teremos uma série de obstruções de trânsito no entorno. Por conta disso, nós vamos estudar o impacto, mas vamos dar, no mínimo, meio expediente. E ponto facultativo para as repartições públicas. Será um teste para a Copa do Mundo.
Os outros dois confrontos das Confederações na cidade acontecerão nos fins de semana. Ambos no domingo. O primeiro será México e Itália, no dia 16. O outro, a grande decisão do torneio, no dia 30.
O secretário da Casa Civil, Régis Fichtner, aprovou a ideia da prefeitura do Rio.
- Boa providência dar um ponto facultativo ou, no mínimo, meio expediente. Faremos um jogo onde o torcedor poderá chegar de forma mais tranquila por conta dessa decisão.
O Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, também gostou da ideia adotada pelo Rio de Janeiro. Na opinião do político, os outros estados que receberão o torneio também terão liberdade para tomar a mesma medida.
- É uma decisão de cada administração municipal, de acordo com as condições locais de cada jogo. A situação do Rio de Janeiro é especial e talvez por isso o prefeito tenha tomado essa medida.
Paes aproveitou o bate-papo com a imprensa para explicar como será o procedimento para a chegada da torcida ao Maracanã. De acordo com o prefeito, os torcedores serão incentivados a utilizar as estaçõe sdo metrô de São Francisco Xavier, Maracanã e São Cristóvão.
- Dependendo do assento que você tiver comprado, você chegará por uma determinada estação. Vamos fechar o viaduto que liga a estação de São Cristóvão ao Maracanã para que as pessoas cheguem andando ao estádio - disse.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2013/03/prefeito-do-rio-cogita-meio-expediente-em-jogo-da-copa-das-confederacoes.html
O Bolsa Atleta e o Desenvolvimento do Esporte Brasileiro
Por Silvestre Cirilo(doutorando em educação física pela Universidade Gama Filho)
A chamada década de ouro do esporte brasileiro vive de contrastes. Ao mesmo tempo em que vemos o financiamento esportivo no país ir de vento em popa, vemos, também, a ineficácia do poder público, responsável, por lei, em ao menos fiscalizar os resultados baseados em metas fixadas anteriormente pelas entidades esportivas nacionais (prioritariamente as confederações e o COB/CPB). Entretanto o dinheiro sai sem estar vinculado a qualquer tipo de indicador que garantisse, minimamente, o uso de forma adequada de todo o montante investido no esporte nacional.
Uma das ferramentas do governo federal e do Ministério do Esporte para o desenvolvimento esportivo (política esportiva????) é o bolsa atleta. Criado em 2004, com efeitos a partir de 2005, o auxílio vem sendo usado de forma que não permite a utilização de todo o seu potencial, pois há atrasos (o pagamento feito em 2013, por exemplo, refere-se ao ano de 2012, baseado em resultados de 2011). Todos sabem que dois anos no esporte de alto rendimento pode ser fatal nas pretensões de bons resultados, ainda mais num país que o financiamento demora a chegar à base (os atletas).
Outro ponto que nos salta aos olhos é a falta de informações consistentes ao tentarmos entender o funcionamento dos milhões envolvidos nesse auxílio. E, estamos falando de trabalhos acadêmicos, sem caráter fiscalizatório algum. Abaixo eu apresento duas tabelas: a primeira com o orçamento elaborado e o executado (chamado propositadamente de final na tabela) dentro do mesmo ano (como normalmente ocorre em um orçamento público). O que vemos, com exceção do ano de 2009, que os gastos superam em muito o orçamento elaborado para a rubrica bolsa atleta.
No entanto, se a bolsa concedida em 2013 é referente ao ano de 2012, a composição dos gastos seria outra. Na tabela abaixo, levando em consideração que haja linearidade na concessão do auxílio sempre estando um ano a frente, notamos uma discrepância menor entre orçamento elaborado e o executado. Mas, ainda assim, não há por parte do Ministério do Esporte números consolidados e que possam ser acessados de forma simples pelo mais simples dos mortais. Os números registrados nessas tabelas podem diferir quando comparados a outros estudos, por exemplo.
O dinheiro existe para o desenvolvimento do esporte brasileiro, mas a eficácia no seu uso deveria ser a tônica, buscando um trabalho conjunto, integrado entre TODOS os entes esportivos do esporte de alto rendimento.
Especificamente ao bolsa atleta, o que se pode constatar foi o seguinte:
a) Burocratização excessiva no processo de concessão do auxílio;
b) Lentidão nesse processo;
c) Falta de informações consolidadas no portal do ME;
d) Falta de qualidade na concessão do benefício (existe algum tipo de planejamento indicando quem vem sendo preparado como “atleta Olímpico”? É fato que um atleta pode conseguir resultado em um ano e ser trocado no outro, pois não alcançou os requisitos: como se dá a continuidade do trabalho?);
Algumas sugestões para o aperfeiçoamento da ferramenta:
a) Fluxo contínuo na concessão das bolsas (respeitando os limites orçamentários);
b) Criação de um banco de dados do ME abarcando os resultados de todas as competições, desburocratizando o processo de concessão do auxílio (evitando que o atleta leve documentação referente a resultados);
c) Renovação automática do auxílio para o atleta que mantenha os requisitos ou, concessão do auxílio pelo período do ciclo Olímpico, permitindo-o a montagem de um planejamento mais consistente pelo prazo de quatro anos;
d) Parceria com universidades objetivando a realização de estudos sobre o bolsa atleta;
e) Montagem de um planejamento estratégico com o envolvimento das entidades esportivas nacionais (prioritariamente as confederações e o COB/CPB).
quinta-feira, 7 de março de 2013
Rio suspende todos os pagamentos até Supremo decidir sobre royalties
Por Isabela Vieira
Rio de Janeiro – O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, suspendeu nesta quinta-feira 7 “todos os pagamentos do estado, com exceção do [salário] dos servidores públicos” até que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a constitucionalidade do projeto de lei de distribuição de royalties do petróleo. A informação foi divulgada em nota distribuída à imprensa.
Na quarta-feira 6, o Congresso Nacional derrubou o veto da presidenta Dilma Rousseff que mantinha os estados produtores (Rio, Espírito Santo e São Paulo) como os principais beneficiários na partilha do dinheiro.
De acordo com a nota de Cabral, os secretários estaduais de Fazenda e de Planejamento “foram orientados a cancelar pagamentos, empenhos, repasses e outras transferências não obrigatórias” até que seja definida a situação dos estados que perderão recursos caso seja mantida a derrubada do veto.
Mais cedo, o governador disse que o Rio de Janeiro está pronto para ir ao Supremo, assim que a decisão do Congresso Nacional for formalizada. “Já está pronto o recurso. Só estamos aguardando a publicação da lei. Assim que for promulgada no Diário Oficial da União pelo presidente do Congresso, entraremos com a ação. Vai ser designado um relator e esperamos que o relator tome essa decisão da suspensão imediata”, disse o governador, antecipando, em seguida, medidas que podem ser tomadas pelo estado. “No momento em que você deixa de receber essa receita, que é originária segundo a Constituição, vai ter de tomar medidas muito duras, não só na área ambiental, mas no ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Eu diria que esse tipo de medida, de não ter mais ações públicas de incentivo tributário [às petroleiras] ou do ponto de vista ambiental, rever licenças, só serão tomadas caso o Supremo não reconheça a inconstitucionalidade.”
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/rio-suspende-todos-os-pagamentos-ate-supremo-decidir-sobre-royalties/
Valcke admite preocupação com Maracanã, mas minimiza mudança de prazo para entrega da obra
Secretário da Fifa diz que data já era mesmo 27 de abril
Dirigente terá nova reunião com governador e prefeito na sexta
Estádio ficou inundado após temporal que atingiu o Rio na terça
Por Carolina Oliveira Castro
RIO - O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, reconheceu estar preocupado com a situação das obras no Maracanã após sobrevoar o estádio e ver a inundação provocada pelo temporal da noite de terça-feira no Rio de Janeiro. O dirigente terá uma nova reunião com o governador Sérgio Cabral, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e representantes do Consórcio Maracanã (formado pelas empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebretch) nesta sexta-feira.
- Não existe plano B para o Maracanã. Por isso devemos ter respostas amanhã (sexta). Claro que estamos preocupados, por conta da imagem que vimos ontem (quarta) - disse Valcke, que se reuniu nesta quinta, num hotel em São Conrado, Zona Sul do Rio, com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo; o presidente da CBF, José Maria Marin; e membros do Comitê Organizador Local (COL), entre eles o ex-jogador Ronaldo Nazário.
Valcke tentou passar tranquilidade em relação ao prazo final para a obra do Maracanã. Quando foi indagado sobre a nova data (27 de abril), o dirigente mostrou surpresa com a pergunta.
- Não sei o porquê da questão com a data. Não sei de onde vocês tiraram o dia 15 de abril - respondeu aos repórteres. - Para a Fifa o prazo sempre foi 27 de abril - disse.
No site da Fifa, porém, a data limite estipulada é 15 de abril. E o próprio Valcke já havia dito, em outra ocasião, que a cobertura e o gramado do Maracanã teriam que estar prontos no dia 15. O novo prazo, dia 27, surgiu na quarta-feira à noite, depois de reunião entre Valcke, o governador Cabral e o prefeito Paes. A assessoria do governo do Estado não comentou a mudança de data, apenas confirmou que entregará o estádio em 27 de abril.
A imagem dos operários de cueca, tirando água da cobertura que está sendo instalada no Maracanã, também mereceu comentário do secretário-geral da Fifa. Os operários - a maioria da Alemanha, contratados pela empresa responsável pelo içamento da cobertura - trabalhavam sem qualquer equipamento de proteção. Eles retiravam a água com baldes.
- Foi uma situação de tempestade e o que se viu foram operários fazendo o que podiam, nas condições que podiam. Quero agradecer a todos os operários, pois sem eles não conseguiríamos realizar as Copas - disse o dirigente francês.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/valcke-admite-preocupacao-com-maracana-mas-minimiza-mudanca-de-prazo-para-entrega-da-obra-7772587#ixzz2Mt1yr0EY
Botafogo lança maquete oficial do Engenhão em rede social
Miniatura do estádio chegará em breve às lojas
RIO - O departamento de marketing do Botafogo inovou ao lançar uma réplica fiel do Engenhão em escala miniatura. Via Facebook, o clube anunciou que o produto estará disponível nas prateleiras das lojas oficiais em breve. A repercussão entre os torcedores na rede social foi positiva.
Inaugurado no dia 30 de junho de 2007, o Estádio Olímpico Municipal João Havelange é considerado o mais moderno da América Latina e o quinto mais moderno do mundo, com capacidade para 46 mil pessoas. Apesar disso, é alvo constante de críticas por parte dos torcedores cariocas. A acústica vazada do estádio e a estrutura no entorno são as principais reclamações.
Desde 2009, o Botafogo conta com o auxílio de uma empresa terceirizada para a gestão do Engenhão, que passou a receber o nome de Stadium Rio. Além do campo oficial, o estádio possui pista de atletismo, dois setores para salto triplo e em distância, um para salto com vara, outro para salto em altura e uma pista de dardo. Há ainda um campo anexo destinado a treinamentos e uma pista de atletismo interna para aquecimento.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/carioca-2013/botafogo-lanca-maquete-oficial-do-engenhao-em-rede-social-7772518#ixzz2Mt0iWBwz
Fifa anuncia proibição de fumo durante jogos de Copa das Confederações e Copa de 2014
Por Pedro Henrique Torre
Se a cerveja está liberada durante a Copa das Confederações e Copa do Mundo, o mesmo não será possível com o fumo. Nesta quinta-feira, a Fifa, por meio de seu secretário-geral, Jérôme Valcke, anunciou que será proibido fumar nos estádios durante essas competições. O dirigente explicou que existirão áreas destinadas aos fumantes durante a realização das partidas, mas elas não serão abertas aos torcedores em geral.
"Será uma Copa das Confederações sem fumo. Ambas as competições serão sem fumo. Já fizemos em outras Copas do Mundo, mas reconhecemos que o uso do tabaco pode prejudicar as pessoas que vão ao estádio. Sou um fumante, mas não tem nada pior do que uma pessoa na sua frente fumando com a fumaça entrando nos seus olhos. Não será permitido fumar. Mas teremos espaço para os fumantes no intervalo", explicou Jérôme Valcke.
Ao seu lado, Ronaldo tentou conter o riso antes de posar com cartazes que indicavam a proibição. Fumante assumido, o Fenômeno chegou a brincar com a situação.
"Mais um incentivo para parar de fumar....", disse o Fenômeno.
A medida foi adotada desde a Copa de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, quando a Fifa fez um acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) após receber várias críticas sobre a questão. Em 2006, na Alemanha, a proibição não foi mantida por pressão das companhias de tabaco ao governo alemão. Em 2010, na África do Sul, a prática foi repetida e agora será mantida no evento no solo brasileiro.
Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/314557_fifa-anuncia-proibicao-de-fumo-durante-jogos-de-copa-das-confederacoes-e-copa-de-2014
Sem plano B, Maracanã pode não estar 100% para Copa das Confederações
Para Jerome Valcke, estádio fluminense não será, sob hipótese alguma, excluído da competição
Em coletiva de imprensa para celebrar a marca de 100 dias para a Copa das Confederações, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, disse hoje (7) que não há uma alternativa, um plano B, para o Maracanã caso não fique pronto a tempo da competição, em junho deste ano.
Valcke disse estar confiante de que a reforma do estádio estará pronta a tempo para a competição, mas admitiu que o palco pode não estar 100% até junho. O governo do Rio e a construtora Odebrecht garantiram que o estádio será entregue em 27 de abril, a tempo de fazer pelo menos dois eventos testes esperados pela Fifa.
“Não há plano B. É por isso que estamos trabalhando para assegurar que o estádio esteja pronto para a Copa das Confederações. Decidimos que haveria seis cidades-sede e colocamos a venda os ingressos. Então, não há possibilidade de mudar isso”, disse Valcke.
“Amanhã, vamos ver se vai faltar alguma coisa e para saber se vai ser entregue 100% ou não”, completou. "Precisamos saber como estará o estádio para nosso uso."
De acordo com o secretário-geral da Fifa, o ideal seria que tudo estivesse pronto faltando 100 dias para a Copa das Confederações, mas era esperado que o andamento das obras fosse atrasar. Segundo ele, não há uma grande preocupação em relação à preparação dos seis estádios, mas sim um “nervosismo maior” porque o evento está se aproximando.
Ele disse que ver a foto do Maracanã alagado ontem não foi “uma das melhores coisas”, mas ficou surpreso porque, mesmo com todo o estrago causado pelas chuvas, milhares de operários continuavam trabalhando no canteiro de obras.
Jerome Valcke está no Brasil para reuniões com organizadores locais da Copa das Confederações para discutir detalhes da operação dos estádios em cada uma das seis cidades-sede (Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Fortaleza).
Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11474/SEM+PLANO+B+MARACANA+PODE+NAO+ESTAR+100+PARA+COPA+DAS+CONFEDERACOES.html
Começa venda de ingressos para prova da Indy em São Paulo
Os ingressos para a etapa brasileira da Fórmula Indy, em São Paulo, já estão à venda na capital paulista. A prova vai acontecer no dia 5 de maio, no Circuito do Anhembi.
Os ingressos estão disponíveis em cinco lojas da rede Centauro, localizadas nos shoppings Tamboré, Eldorado, Center Norte, Bourbon e Anália Franco.
Os valores variam de R$ 42,50 (meia entrada no setor H) a R$ 800,00. Os ingressos estarão disponíveis até o dia 26 de abril, exceto aos domingos, das 12h às 19h30.
A prova reunirá os grandes nomes da Indy e será a quarta etapa da temporada da categoria, que terá um total de 19 corridas, sendo 18 nos Estados Unidos, uma no Brasil e uma no Canadá.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1242331-comeca-venda-de-ingressos-para-prova-da-indy-em-sao-paulo.shtml
MARACANÃ: ESTUDO DE VIABILIDADE FEITO PELA EMPRESA IMX/EIKE PREVÊ LUCRO DE R$ 1,4 BILHÃO!
Por César Maia
(Folha de SP, 06) 1. O futuro administrador do estádio do Maracanã poderá experimentar um lucro de R$ 1,4 bilhão ao longo dos 35 anos de exploração da arena e de seus anexos (obs.: Ou 3,3 milhões por mês ou 40 milhões por ano, já pagos os investimentos feitos e o módico aluguel). Porém, o negócio somente é atrativo na hipótese de dois grandes clubes do Rio se comprometerem a utilizar regularmente o estádio (obs.: Os jogos nos campeonatos são a FERJ e a CBF / A escolha dos clubes seria pública ou só poderiam ser Flamengo e Fluminense? Que critérios?).
2. Mas, diz a análise da IMX, o governo não seria capaz de obter o mesmo resultado que uma empresa privada ao administrar a nova arena. Sem muitos detalhes, o estudo conclui que se o Estado operasse o complexo e realizasse as obras teria um prejuízo de R$ 279 milhões (obs.: 660 mil reais por mês). Ao conceder à iniciativa privada, ganharia R$ 42 milhões (obs.: 100 mil reais por mês).
3. Está prevista a instalação de bares, restaurantes e até de um cinema e de um centro de convenções. Mas a principal receita do futuro concessionário, segundo o estudo, será a venda de cadeiras para clientes VIPs, assentos por uma temporada inteira para jogos de determinado clube e camarotes. Os três itens representariam 61% da receita bruta, segundo o modelo de negócio da IMX.
4. O estudo aponta também para uma das principais críticas ao projeto: a elitização do público do futebol. Em um trecho do documento, a IMX afirma que os clubes serão beneficiados pela "mudança do perfil do público" do estádio, bem como pelo aumento do valor dos ingressos. Não há preço estipulado no documento (obs.: TV será gratuita para o torcedor? A coreografia das torcidas desaparece? A coreografia da torcida do Flamengo é tombada).
5. O estudo aponta que são necessários 123 eventos anuais no Maracanã e no Maracanãzinho para se atingir este resultado (obs.: 1 evento a cada 2,8 dias. E o impacto de vizinhança, transportes, etc.?)
2. Mas, diz a análise da IMX, o governo não seria capaz de obter o mesmo resultado que uma empresa privada ao administrar a nova arena. Sem muitos detalhes, o estudo conclui que se o Estado operasse o complexo e realizasse as obras teria um prejuízo de R$ 279 milhões (obs.: 660 mil reais por mês). Ao conceder à iniciativa privada, ganharia R$ 42 milhões (obs.: 100 mil reais por mês).
3. Está prevista a instalação de bares, restaurantes e até de um cinema e de um centro de convenções. Mas a principal receita do futuro concessionário, segundo o estudo, será a venda de cadeiras para clientes VIPs, assentos por uma temporada inteira para jogos de determinado clube e camarotes. Os três itens representariam 61% da receita bruta, segundo o modelo de negócio da IMX.
4. O estudo aponta também para uma das principais críticas ao projeto: a elitização do público do futebol. Em um trecho do documento, a IMX afirma que os clubes serão beneficiados pela "mudança do perfil do público" do estádio, bem como pelo aumento do valor dos ingressos. Não há preço estipulado no documento (obs.: TV será gratuita para o torcedor? A coreografia das torcidas desaparece? A coreografia da torcida do Flamengo é tombada).
5. O estudo aponta que são necessários 123 eventos anuais no Maracanã e no Maracanãzinho para se atingir este resultado (obs.: 1 evento a cada 2,8 dias. E o impacto de vizinhança, transportes, etc.?)
terça-feira, 5 de março de 2013
Ferramentas que auxiliam o desenvolvimento esportivo local
Este texto foi publicado no site Cidadania do Porto com o intuito de sugerir algumas ferramentas que auxiliem a gestão esportiva municipal.
Leia o texto completo aqui
sexta-feira, 1 de março de 2013
Apelo de ouro contra o fim do Célio de Barros
Maurren Maggi vem ao Rio apenas para participar de ato contra demolição do estádio
Por Ary Cunha
RIO - Campeã olímpica do salto em distância, nos Jogos de Pequim-2008, Maurren Maggi pegou a Ponte Aérea na tarde de quinta-feira para vir ao Rio. Da janela do avião, os cartões postais da Cidade Maravilhosa perderam boa parte do encanto, perto da cena triste que justificava sua viagem-relâmpago, vista de cima. A medalhista de ouro participou de um ato no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro, junto com outros atletas, técnicos e dirigentes, contra a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros.
- O Célio de Barros é a nossa casa. Podem construir outra pista em qualquer lugar. Mas é a história de vida da gente e do atletismo brasileiro que está sendo apagada. Estou aqui só para participar dessa luta. O que vi do avião, aqueles banheiros químicos sobre a pista, é uma vergonha - desabafou ela, ciente de que sua medalha de ouro pode ajudar a sensibilizar as autoridades. - A gente tem um peso forte, mas não sei até onde esse peso vai.
Além de Maurren, outro nome de peso do atletismo brasileiro, a velocista Rosângela dos Santos, também participou do evento, que reuniu cerca de 200 pessoas. Uma carta será enviada à presidente Dilma Rousseff e ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, pedindo que a demolição seja revista.
- O que estiver a nosso alcance para preservar o Célio de Barros, vamos fazer. Além da Copa, teremos Olimpíadas no Rio e é triste demolirem o único estádio só do atletismo, uma modalidade que pode trazer muitas medalhas para o país - criticou Rosângela.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/apelo-de-ouro-contra-fim-do-celio-de-barros-7459532#ixzz2MHnbzatU
Justiça concede liminar que suspende patrocínio do Corinthians
Clube e Caixa Econômica Federal afirmam que não foram notificados
RIO - Um dia depois de ver quatro de seus torcedores conseguirem um liminar para assistir ao jogo contra o Millonarios, pela Libertadores, que deveria ter portões fechados, uma nova liminar surpreende o Corinthians. Nesta quinta-feira, a 6ª Vara do Tribunal Regional Federal do Rio Grande do Sul concedeu uma liminar baseada em ação popular que suspende o patrocínio da Caixa Econômica Federal ao clube.
O advogado gaúcho Antônio Beiriz foi o responsável por entrar com ação na Justiça. Segundo ele, o patrocínio é lesivo ao patrimônio público. Estima-se que o valor anual do patrocínio seja de R$ 30 milhões. A Caixa é uma empresa pública e, segundo Beiriz, deveria fazer publicidade com caráter educativo e informativo. Clube e patrocionador afirmam que ainda não foram notificados.
- Estampar o nome da Caixa na camisa de um time não representa nada para o banco. A Caixa não passa a ser conhecida por isso. Ela já é conhecida. Nesse caso do patrocínio, quem ganha é só a instituição privada que visa ao lucro, no caso o Corinthians - disse Beiriz, em entrevista à Rádio Globo.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/carioca-2013/justica-concede-liminar-que-suspende-patrocinio-do-corinthians-7708096#ixzz2MHnGOgur
Novo secretário de Esporte do Rio afirma: 'serei dos melhores em breve'
A fidelidade como líder do governo na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) valeu ao deputado estadual André Lazaroni a cadeira de secretário de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro.
Em substituição a Márcia Lins, que viu seu prestígio ser minado com a aproximação da sucessão estadual, Lazaroni, militante de longa data das causas ambientais no Rio de Janeiro, defende a concessão do Maracanã e promete um olhar mais atencioso para as políticas esportivas e às cidades do interior do Rio.
Em pouco mais de 20 minutos de conversa, o novo secretário confessou que ainda não conhece a fundo o edital de licitação do Complexo do Maracanã, mas garantiu que o futuro administrador será fiscalizado de perto pelos órgãos responsáveis.
- Para a população do Rio de Janeiro, a concessão do Maracanã será o melhor caminho - disse Lazaroni.
Confira abaixo a íntegra da entrevista do novo secretário fluminense.
Quais são as ideias mais urgentes para serem implementadas na Secretaria de Esportes e Lazer do Rio?
Acabo de assumir. Sentei com a secretária (Márcia Lins) para cuidar da transição. Aceitei com muito orgulho o convite, estou feliz por servir o Rio de janeiro. Já conhecia alguns projetos esportivos, mas temos aí os Jogos Olímpicos, a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Enfim, teremos muito trabalho. Acreditamos que vamos conseguir entregar belos eventos e, na secretaria, cuidar da parte da política esportiva.
O senhor já tomou parte do edital de licitação do Maracanã?
O edital foi lançado agora, ainda não tomei conhecimento. Confio no trabalho do Régis Fichtner, secretário da Casa Civil. Tenho certeza que foi bem preparado, mas estarei melhor preparado e conhecendo o edital apenas na próxima semana. Os grandes eventos, a obra do Maracanã e a concessão vêm sendo tocada pela Casa Civil. Não tenho como emitir opinião, vou ter de pular esta pergunta.
O edital prevê uma contrapartida de R$ 594 milhões em obras que incluem a modernização do Maracanãzinho, a construção de um novo parque aquático e um centro de treinamento de atletismo. O senhor acredita que este valor seja suficiente?
Acredito que sim, mas não tenho como afirmar. Preciso de uma semana para ler este edital. Minha primeira lição será essa, mas quem responde por isso é a Casa Civil.
Qual o seu olhar sobre o andamento das obras do Maracanã e a concessão do complexo?
Com relação às obras, acredito que vamos entregar dentro do prazo, apesar de um pequeno atraso que houve. O governo vai entregar um equipamento de primeiro mundo, um dos mais modernos. Confio no Governo Sérgio Cabral, senão não aceitaria o desafio. Conversei muito com o governador sobre a concessão, e entendo que é um bom caminho ceder, tendo em vista a importância para o nosso estado e para o conforto do cidadão. Não precisaremos mais usar recursos do estado na manutenção do complexo. Apesar de não termos problema de recursos, temos de pensar a longo prazo. Para a população do Rio, a concessão será o melhor caminho.
Já tem um nome para assumir Suderj (Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro)?
Nesse momento vou acumular a função, tendo em vista a importância da Suderj como executora dos programas e cuidadora dos equipamentos. A Suderj é extremamente importante. Estamos avaliando nomes, mas vou acumular neste momento.
Pensa em reunir pessoas com histórico ligado ao esporte na sua gestão?
Estamos procurando. Tenho vários amigos que são ex-atletas. Nem sempre um cara que foi um grande atleta sertá um excelente formulador de políticas. Vamos ouvir os que estão aqui, o objetivo agora é ouvir e formularmos o melhor trabalho possível.
Já conversou sobre a reabertura do Maracanã no segundo semestre?
Ainda não sei disso. Teremos o teste da Copa das Confederações-13, depois vamos conversr com a Casa Civil e esperamos que a concesão seja efetivada logo depois disso. Fiscalizaremos a concessão e a Suderj está preparada para fiscalizá-la.
Qual motivo para a troca de comando na secretaria?
Tem todo um cenário que precisa ser reformulado, é importante um tratamento com mais desenvoltura da política esportiva. A Márcia fez um excelente trabalho, sabemos disso, mas o objetivo é melhorar a política esportiva. Por muito tempo a secretaria ficou resumida ao Maracanã, mas não é só isso, temos o interior que precisa ser mais assistido, precisa de um olhar mais carinhoso. Precisamos interiorizar, tenho certeza que este foi o sentimento do governador. Mas isso (a troca) não por uma falha da Márcia
Então qual diferença marcará a sua gestão em relação a anterior?
O carinho com o interior. Não que a Márcia não tivesse, mas eu posso te afiançar que eu tenho um carinho muito maior com as crianças do interior. Lá em Porciúncula tem um talento que ainda precisa ser descoberto, em Parati também. A gente vai focar o ser humano, as crianças e jovens na descoberta de atletas. Vamos tratar o esporte como fator de bem-estar social e fazer uma grande gestão. Serei em breve considerado um dos melhores secretários de Esporte do Rio de Janeiro. O desafio é grande e estou empolgado, quero ouvir todos e fazer um grande trabalho.
Nossa politica de formação de atletas e de utilização do esporte como ferramenta de integração é deficiente?
Nós temos políticas. O que conversei é que precisamos aumentar essa politica de inclusão. O objetivo é manter, melhorar e aumentar.
Dizem que o senhor é identificado às questões ambientais e não às esportivas. O que tem a dizer?
Quem diz isso é um ignorante, não conhece a importância do esporte e do meio ambiente. Quem tem um olhar sobre o meio ambiente olha diretamente para o esporte. Sem meio ambiente equilibrado jamais teríamos praticas esportivas feitas ao ar livre. Quem não me conhece pode fazer juízo de valores de forma negativa dessa minha experiencia ambiental, mas vou trazer toda minha bagagem e aplicar no esporte. Meu gabinete está de portas abertas para a população. Estarei me preparando e farei uma grande gestão. Sem meio ambiente equilibrado não há esporte equilibrado. Uma das coisas que vamos tratar é do legado ambiental da Copa e do Rio 2016.
Falando em legado ambiental, alguns atletas da vela reclamaram da poluição da Baía de Guanabara, raia do iatismo em 2016. A secretaria pode entrar nessa briga?
Claro. Vamos interagir com o secretario Carlos Minc (do meio ambiente) e com os atletas, para que tenhamos uma Baía, que melhora a cada dia, e ter uma Lagoa Rodrigo de Freitas melhor. Estas áreas estão um pouco degradadas, mas estão melhorando a cada dia.
Fonte: http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/clubes/flamengo/2013/02/28/noticiasflamengo,2514665/novo-secretario-de-esporte-do-rio-afirma-serei-dos-melhores-em-breve.shtml
Concessão do Maracanã está na mira do MP Federal
Procuradoria pede ao governo estadual estudo, feito por empresa de Eike, que custou R$ 2,3 milhões
Por Carla Rocha
RIO — A pouco mais de um ano da Copa de 2014, a polêmica obra do Maracanã deslanchou, deixando agora sob as luzes da ribalta a já falada privatização administrativa de um dos principais cartões-postais da cidade. Na quinta-feira, o Ministério Público Federal informou ter notificado o governo do estado para que apresente, em cinco dias, o estudo de viabilidade que permitirá a concessão do complexo esportivo. Ou seja, o MP quer saber como os dados de investimento, despesas e receitas do estádio foram calculados.
Estado promete resposta
O estudo em questão foi feito pela IMX Holding S.A., do empresário Eike Batista. Caso a exigência não seja cumprida, o órgão recomendará o adiamento da licitação, já lançada, cujo valor mínimo de outorga está estimado em R$ 4,5 milhões.
A notificação da procuradora da República Marta Cristina Anciães foi enviada para a Secretaria estadual da Casa Civil. Procurada ontem, a assessoria do governo estadual respondeu que já estão sendo feitas cópias do estudo para encaminhá-lo à Procuradoria da República no Rio segunda-feira.
Segundo a procuradora Marta Cristina, a notificação é uma forma de ratificar um pedido, feito no âmbito de um inquérito civil instaurado no final do ano passado, que apura o repasse de recursos do BNDES para a reforma do Maracanã.
— Como não está havendo transparência, não podemos analisar a legalidade das ações e em que termos essa concessão será feita. Precisamos conhecer os números desse estudo — afirmou a procuradora, observando que o inquérito civil foi aberto para investigar as condições em que foi concedido um financiamento público, através do BNDES, para reformar o estádio que seria cedido depois à iniciativa privada.
De acordo com o Ministério Público Federal, além dos estudos técnicos exigidos pela lei estadual 5.068/07, também devem ser divulgados os dados utilizados para estimativa das receitas e despesas operacionais do Maracanã e do Maracanãzinho, dos investimentos que deverão ser feitos pelo concessionário — empresa que vencer a licitação — e do valor mínimo de outorga.
Licitação será em 11 de abril
O MPF observa que o edital da concorrência, assim como seus anexos, não faz menção a qualquer uma dessas informações e também não apresenta justificativas para o valor da licitação e o investimento que será feito pelo concessionário, estabelecido em R$ 594 milhões.
Outro aspecto destacado pela representação do MPF diz respeito ao valor do custo do estudo divulgado pelo estado — R$ 2,3 milhões —, que deverá ser reembolsado pelo futuro concessionário. A IMX Holding saiu na frente na disputa pela concessão do Maracanã, tendo sido a primeira e, ao que se sabe, a única a apresentar um.
Segundo a procuradora da República Marta Cristina Anciães, também não foi explicado, até hoje, por que o estudo foi feito por técnicos de fora e não do estado. A licitação está marcada para o dia 11 de abril.
Um projeto de custo superlativo
O estádio do Maracanã é superlativo não apenas no tamanho, mas também no porte das obras de modernização e no custo desses trabalhos. Orçadas inicialmente em R$ 600 milhões, as obras do novo Maracanã já haviam consumido, até janeiro deste ano, um total de R$ 930 milhões.
Após sucessivos atrasos nos trabalhos, o estado anunciou, no dia 9 de janeiro, que entregará o estádio pronto à Fifa em 28 de maio, ou seja, a 19 dias do início da Copa das Confederações.
Pelo cronograma inicial, o estádio, cujas obras começaram em dezembro de 2009, já teria sido entregue em dezembro do ano passado. O prazo foi adiado para fevereiro de 2013 e, posteriormente, 15 de abril. A polêmica em torno dos trabalhos não se limitou aos custos. A Empresa Municipal de Obras Públicas (Emop) enfrentou duas greves de operários (em agosto e setembro de 2011) nesse período. Em janeiro, segundo a Emop, 80% dos trabalhos já tinham sido concluídos.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/concessao-do-maracana-esta-na-mira-do-mp-federal-7707967#ixzz2MHj1VfN6
Governo do Rio divulga edital de privatização do Maracanã
Licitação está marcada para o dia 11 de abril
Grupo vencedor cuidará também das obras no entorno
Reforma deverá ser concluída até 24 de maio, prazo da Fifa
RIO - O edital de privatização do Maracanã foi divulgado nesta segunda-feira pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, que marcou a licitação para 11 de abril, às 10h. A empresa ou o consórcio que assumir o estádio terá que cuidar também do Maracanãzinho e do entorno. A sessão de licitação será no auditório do prédio anexo do Palácio Guanabara, na Rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras, na Zona Sul da capital fluminense.
O decreto com o edital foi publicado nesta segunda no Diário Oficial. A data do anúncio do vencedor do processo licitatório é também 11 de abril. A responsabilidade da licitação é da Casa Civil, que formou uma Comissão Especial de Licitação, presidida por Luiz Roberto Silveira Leite. O modelo de gestão proposto para o Maracanã é de parceria público-privada (PPP).
O Maracanã, que será palco das finais da Copa das Confederações (torneio a ser disputado de 15 a 30 de junho deste ano) e da Copa do Mundo de 2014, está em reforma desde 2010. Nas Olimpíadas de 2016, o Maracanã vai receber a abertura e o encerramento do evento. O fim das obras deveria ter sido em dezembro passado, mas elas atrasaram e a previsão de entrega agora é 24 de maio, prazo máximo dado pela Fifa.
A fasa etual da reforma é a da instalação das cadeiras e da lona da cobertura. No fim de 2012 o governo do estado informou que 80% das obras estavam concluídos. D e lá para cá não divulgou mais percentual algum.
A partida de reinauguração do estádio, construído para a Copa de 1950, está prevista para 2 de junho, um amistoso entre as seleções de Brasil e Inglaterra. O calendário de jogos na Copa das Confederações é o seguinte: México x Itália, em 16 de junho; Espanha x Taiti, em 20 de junho; e a decisão do torneio, em 30 de junho.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/governo-do-rio-divulga-edital-de-privatizacao-do-maracana-7666782#ixzz2MHihxWTp
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Começam as obras do laboratório de testes antidoping da UFRJ
Previsão para conclusão das intervenções é até maio de 2014
Parte de infraestrutura do novo prédio custará cerca de R$ 13 milhões
Por Luiz Ernesto Magalhães
RIO - As obras de infraestrutura para ampliação do laboratório de pesquisas responsável pela realização de testes antidoping em competições esportivas do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) começaram nesta segunda-feira. A previsão para conclusão das intervenções no Ladtec é até maio de 2014. Só a parte de infraestrutura do novo prédio, que também será na Ilha do Fundão, custará cerca de R$ 13 milhões. A informação foi divulgada pelo secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, que está no Rio acompanhando reuniões com o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre o andamento dos projetos olímpicos.
O evento conta com a participação de representantes da União, estado e município. A ampliação do Ladtec é um dos compromissos do Rio para as Olimpíadas de 2016, já que a intervenção seria necessária para ampliar a capacidade do laboratório de realizar exames antidoping. Mas, segundo o secretário, pelo cronograma existente é possível que as instalações já sejam usadas na Copa do Mundo de 2014.
Leyser acrescentou que há duas semanas entregou ao governo do estado um pré-projeto para o novo autódromo do Rio, que ficará em Deodoro. O projeto ainda poderá sofrer mudanças técnicas. O Exército, porém, ainda não liberou a área. O terreno passa por um processo de descontaminação. Além disso, há um impasse jurídico, porque o Ministério Público questiona na Justiça a obtenção da licença de obras sem estudo de impacto ambiental.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/comecam-as-obras-do-laboratorio-de-testes-antidoping-da-ufrj-7606989#ixzz2LO1m0b7s
Forte de Copacabana pode abrigar arena para saltos ornamentais nas Olimpíadas
Local foi escolhido para valorizar a paisagem natural da cidade
Comitê Olímpico também visitou obras na Zona Portuária
Por Luiz Ernesto Magalhães
RIO - O Comitê Organizador Rio 2016 informou nesta terça-feira que as competições de saltos ornamentais, que programadas para acontecer no Parque Aquático Maria Lenk, na Barra, podem ser disputadas numa arena provisória a ser construída no Forte de Copacabana, na Zona Sul.
A mudança tem como objetivo atender a uma exigência da Federação Internacional de Natação (Fina), que quer destinar o Maria Lenk exclusivamente ao polo aquático. A proposta já foi apresentada ao Comitê Olímpico Internacional e depende agora apenas do sinal verde da Fina.
Segundo o comitê organizador, o local foi escolhido por valorizar a paisagem natural da cidade, já que ao fundo é possível observar a Praia de Copacabana e o Pão de Açúcar. A alteração foi confirmada durante uma visita do COI à nova sede do Comitê Organizador Rio 2016, na Cidade Nova. A equipe do COI também visitou as obras do Porto Olímpico e do Maracanã. Por se tratarem de instalações provisórias, as obras no Forte de Copacabana serão realizadas com recursos do comitê. À tarde, os representantes do COI voltam a se reunir no Hotel Windsor, na Barra, para uma série de reuniões sobre os projetos olímpicos.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/topico-rio-2016/forte-de-copacabana-pode-abrigar-arena-para-saltos-ornamentais-nas-olimpiadas-7616619#ixzz2LO0DTcDN
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